Campestre de Goiás

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Município de CAMPESTRE DE GOIÁS
Bandeira indisponível
Brasão indisponível
Bandeira indisponível Brasão indisponível
Hino
Aniversário 29 de outubro
Fundação 29 de outubro de 1963
Gentílico campestrino
Lema No caminho do progresso
CEP 75.385-000
Prefeito(a) Fabiano Queiroz Capuzzo (PDT)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de CAMPESTRE DE GOIÁS
Localização de CAMPESTRE DE GOIÁS em Goiás
CAMPESTRE DE GOIÁS está localizado em: Brasil
CAMPESTRE DE GOIÁS
Localização de CAMPESTRE DE GOIÁS no Brasil
16° 45' 43" S 49° 41' 38" O16° 45' 43" S 49° 41' 38" O
Unidade federativa Goiás
Mesorregião Sul Goiano IBGE/2008 [1]
Microrregião Vale do Rio dos Bois IBGE/2008 [1]
Municípios limítrofes Ao Norte com Santa Bárbara de Goiás,ao Sul com Guapó,a Leste com Trindade, a Oeste com Palmeiras de Goiás.
Distância até a capital 54 km
Características geográficas
Área 273,816 km² [2]
População 3,404 hab. Censo IBGE/2011[3]
Densidade 0,01 hab./km²
Clima tropical
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,653 médio PNUD/2010 [4]
PIB R$ 28 233,344 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 7 944,10 IBGE/2008[5]
Página oficial
Prefeitura http://www.campestre.go.gov.br

Campestre de Goiás é um município brasileiro do estado de Goiás.

História[editar | editar código-fonte]

A ORIGEM DE CAMPESTRE DE GOIÁS

FUNDADORES E PRIMEIROS HABITANTES:

 Dimas Leopoldino da Silva, Antônio José Vieira e Jovelino Canuto Machado

O SONHO DO PIONEIRO DIMAS LEOPOLDINO DA SILVA

No dia 02 de abril de 1949, o pioneiro Dimas Leopoldino da Silva, acordou de um sonho, em que São Sebastião um valente soldado romano o resgatava de um afogamento no Córrego Campestre, Dimas discerniu que este milagre ocorrido no sonho, advindo de seu santo em que era devoto, seria uma missão que deveria fazer em prol das famílias de humildes lavradores sem terras na região que compreende o Município de Campestre de Goiás.

SAGA DE CAMPESTRE DE GOIÁS

O Pioneiro Dimas Leopoldino da Silva, arreou uma mula e seguiu viagem da sua cidade natal Bela Vista de Goiás, acompanhado de sua família e uns peões; a tropa seguiu viagem, demorando quinze dias até chegar ás margens esquerda do Córrego Campestre, região antes pertencente ao município de Trindade de Goiás.

Nesta viagem o pioneiro Dimas convidou o senhor Antônio José Vieira, para carrear uma junta de boi, era o carro que levaria os mantimentos e também uma imagem de São Sebastião, acreditando os viajantes que a imagem do santo a livraria dos perigos da viagem.

Durante todo o percurso da viagem, a comitiva do desbravador Dimas Leopoldino da Silva, parava para fazer oração à São Sebastião. A viagem foi longa e muito tranquila, a fé os encorajavam; a missão do pioneiro Dimas era cumprir a promessa feita a São Sebastião.

O cortejo seguia viagem, Dimas com sua família e também aos que integravam a comitiva dos desbravadores do sertão goiano. Recebia muito apoio por onde passavam, pouso, água para os animais e ajuda de alimentos dos fazendeiros da região.

A CHEGADA EM CAMPESTRE DE GOIÁS

Ao entardecer do dia 17 de abril de 1949, o pioneiro Dimas Leopoldino da Silva, e todos que o acompanhavam finalmente chegaram ás margens esquerda do Córrego Campestre, Dimas apeou do animal, reuniu sua família e fizeram   uma prece a São Sebastião, agradecendo a boa viagem, os livramentos dos perigos e as ajudas que receberam durante o percurso da viagem; levantaram um acampamento aquecido por uma enorme fogueira e todos descansaram.

Ao alvorecer do dia 18 de abril, Dona Ely Dias da Silva já preparava o café com muitos biscoitos, todos reunidos em volta de uma mesa improvisada com uma  roda de caro de boi; a filha do casal Alice Dias da Silva com dois anos de idade, trazia em suas mãos a imagem de São Sebastião para a prece antes do café, a criança desequilibrou-se vindo a cair nas águas do Campestre, foi um alvoroço, todos correram e a criança foi retirada das águas, sem nenhum problema, fato que também Dimas atribui um grande milagre de São Sebastião, mas infelizmente  a imagem de São Sebastião afundou-se no Campestre para o desespero e a tristeza de todos, o pranto tomou conta de todos. Na manhã do dia 21 de abril, três dias após desaparecimento da imagem, o pioneiro Dimas Leopoldino da Silva desce as margens do Campestre para lavar o rosto e miraculosamente a imagem de São Sebastião emerge sobre as águas do Campestre, Dimas grita “ Viva São Sebastião”... Foi uma festança naquele arraial.

Quando todos festejavam o reaparecimento da imagem, Dimas Leopoldino da Silva recebe a visita do agricultor Jovelino Canuto Machado, que se emocionou com os dois milagres, da filha do Dimas e do reaparecimento da imagem, decidiu então arrumar um local para construir uma igreja para São Sebastião.

Os pioneiros e a Igrejinha

 Dimas Leopoldino da Silva, Antônio José Vieira e Jovelino Canuto Machado (Neném Rosa).

Foram os primeiros moradores do povoado de Campestre e de pronto começaram a edificar uma linda capelinha de taipa coberta com folhas de buritis, erigiu também um decorado altar para guardar a imagem de São Sebastião, que é hoje o santo padroeiro de campestre de Goiás, festejado todos os anos, em 20 de janeiro.

A vida no povoado era modesta, mas havia muita união entre a comunidade, tinha espaço para todos que ali que chegavam, erguiam suas casas e desfrutavam da tranquilidade da região, nesse período os moradores do povoado reivindicaram uma autoridade eclesiástica para atendimento na pequena paróquia. A igreja do Município de Trindade de Goiás providenciou atendimento no povoado e realizou oficialmente a primeira missa no ano de 1950. O povoado pegava fama por toda região circunvizinha e florescia com humildes edificações.  Nos idos de 1951 Campestre já contava com um número considerável de cinquenta casas, escola e igreja. Muitas famílias migravam para o povoado de Campestre devido ao clima úmido do cerrado banhado por diversas bacias hidrográficas.

CONSOLIDAÇÃO DO MUNICÍPIO DE CAMPESTRE DE GOIÁS:

 Joaquim Rodrigues dos Santos

Conhecido popularmente como (vereador Zote) 

Decreto de Lei Estadual Nº 4722. De 29 de outubro de 1963.

Os pioneiros deixaram seus nomes cravados na história de Campestre, mas para que isso acontecesse, foram vários embates políticos, reuniões das lideranças do povoado para alcançar a definitiva emancipação territorial e política. Campestre só veio alcançar a hegemonia política a partir dos inúmeros postulados e projetos apresentados na Câmara de Vereadores de Trindade de Goiás, 

destacando-se como líder político o vereador Joaquim Rodrigues dos Santos, conhecido popularmente como  vereador Zote ,

 com muita luta e galhardia Zote e a população de Campestre enfrentaram adversários políticos, mas conseguiram  status de Município, com sua definitiva emancipação política através do decreto de lei estadual número 4722 de 29 de outubro de 1963, tornando-se Município de Campestre de Goiás, desmembrando-se de  Trindade de Goiás  em 1 de janeiro de 1964.

Nomeação do primeiro prefeito de Campestre de Goiás: Lourenço De Oliveira

 9 de novembro de 1963.

Desmembramento de Trindade de Goiás em 1 de janeiro de 1964. Publicado no Diário Oficial em 12 de janeiro de 1964.

O Governador do Estado de Goiás Mauro Borges Teixeira, no uso de suas prerrogativas nomeou Lourenço de Oliveira para assumir o cargo de Prefeito do Município de Campestre de Goiás.

Posse do primeiro prefeito de Campestre de Goiás em 3 de fevereiro de 1964. 

O primeiro prefeito do Município de Campestre de Goiás Lourenço de Oliveira ao respectivo cargo, ocorreu no dia 3 de fevereiro de 1964 no Palácio das Esmeraldas sede do Governo de Goiás. Início do primeiro despacho administrativo de Lourenço de Oliveira em 7 de fevereiro de 1964.

 No dia 7 de fevereiro de 1964 o prefeito Lourenço de Oliveira começou a despachar na sede da prefeitura Municipal de Campestre de Goiás.

Primeiro prefeito eleito com voto do povo campestrino: 

 Mizael Gonçalves Cardoso. No ano de 1966, o povo campestrino agora com sua emancipação política, elegeu Mizael Gonçalves Cardoso para o cargo de prefeito.

BIOGRAFIA DO PIONEIRO DIMAS LEOPOLDINO DA SILVA:

O pioneiro Dimas Leopoldino da Silva, nasceu no dia 03 de abril de 1920 na cidade de Bela Vista de Goiás. Filho de Antônio Leopoldino da Silva e Maria Leopoldina da Silva. Casou-se com sua esposa Ely Dias da Silva, em Itapaci de Goiás. Participou da criação dos municípios de Campestre de Goiás, Caldazinha e da Vila Dimas em 1960, Bairro incorporado a Cidade Satélite de Taguatinga Sul-DF.

Em 1965 foi administrador de Santo Antônio do Descoberto de Goiás Distrito de Luziânia, na gestão do prefeito Oscar Braz de Queiros.

Em 1966 ingressou na GEB- Guarda Especial de Brasília. Aposentou-se na Policia Civil do DF no ano de 1977. Nos Anos 90 administrou o distrito de Planalmira, pertencente ao município de Abadiânia de Goiás, na gestão dos prefeitos Vander e Leda. Dimas Leopoldino da Silva, concorreu para vereador de vários municípios goiano, deputado estadual sua última postulação foi para deputado federal. Dimas Leopoldino da Silva, aos 83 anos, faleceu no dia 20 de fevereiro de 2004 na cidade de Anápolis Goiás.

CAMPESTRE A CIDADE DO SONHO TRANSFORMOU-SE REALIDADE

O município de Campestre de Goiás está situado na região da Bacia do Paranaíba, esbanjando deslumbrantes paisagens com fisiografia e fitofisionomia do bioma do cerrado, abundante em diversos cursos hidrográficos, seu relevo é diversificado por planaltos, planícies e depressões, permitindo o plantio e a criação de gado.

 A cidade de Campestre conta com um variado comercio local, agroindústrias, cerâmica, dentre outras atividades, fonte de renda e trabalho para o povo campestrino.  

 Campestre de Goiás tem em seu cartão de visita, os aspectos físicos, ainda preservados, colaborando para o embelezamento da sua paisagem. A sua localização está situada entre vários municípios goianos, fazendo limites ao Norte com Santa Bárbara de Goiás; ao Sul com Guapó; a Leste com Trindade de Goiás; e a Oeste com Palmeiras de Goiás. Campestre de Goiás fica 50 km da capital Goiânia

Prof.  Manoel Messias Dias da Silva

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Origem do nome: devido à povoação ficar à margem do Córrego Campestre, recebeu assim o mesmo nome do Córrego, o que é conservado até o dia de hoje, acrescido apenas de “Goiás”, ou seja, “Campestre de Goiás”.

Padroeiro: o padroeiro é São Sebastião, sendo as festividades em seu louvor realizadas anualmente em abril.

Localização de Campestre de Goiás:

O município de Campestre de Goiás tem ótima localização geopolítica, numa zona fisiografia de Goiás, em terreno geralmente plano com pequenas elevações. É banhado pelos seguintes cursos d’água: Rio dos Bois, Rio Santa Maria, Ribeirão dos Pereiras, Córrego Campestre, Córrego Mandaguari e outros com menos volumes de agua. Segundo os dados do IBGE de 2010; estima-se uma população de 3.404 habitantes.

 Campestre é tradicionalmente conhecida no Estado de Goiás e adjacência, devido ao grande número de atividades artístico cultural, sobretudo a tradicional festa religiosa em louvor a São Sebastião, padroeiro do município, realizada no mês de abril. Quem nasce ou mora em Campestre de Goiás chama-se “ Campestrino”.

 O município se estende por 273,8 km² e conta com número de 3. 387 habitantes no último censo. A densidade demográfica é de 12,4 habitantes por km² no território do município.

Vizinho dos municípios de Santa Bárbara de Goiás, Guapó e Palmeiras de Goiás, Campestre de Goiás se situa a 23 km a Sul-Oeste de Trindade a maior cidade nos arredores. Situado a 693 metros de altitude, Campestre de Goiás tem as seguintes coordenadas geográficas: Latitude: 16° 44' 17'' Sul, Longitude: 49° 41' 48'' Oeste. IBGE, 2010.


Elevação à categoria de distrito: pelo Decreto–Lei Municipal nº 93, de 19 de junho de 1963, e instalado em 18 de agosto do mesmo ano.

Elevação à categoria de município: através das forças política da comunidade e representada pelo vereador Joaquim Rodrigues dos Santos (Zote) na câmera de Trindade, conseguiu junto com outras autoridades a emancipação deste município Pelo Decreto-Lei Estadual nº 4722, de 29 de outubro de 1963, instalado em 1 de janeiro de 1964,

Município de Campestre de Goiás, foi desmembrado do município de Trindade e criado pela Lei nº 4722, de 29 de outubro de 1963. Instalado à 1 de Janeiro de 1964. Seu primeiro prefeito, Oliveiros Lourenço de Oliveira, nomeado pelo Decreto de 9 de novembro de 1963, publicado no Diário Oficial de 12 de janeiro de 1964, foi nomeado pelo governador do Estado, Tte. Cel. Mauro Borges Teixeira, prestou compromisso e tomou posse em solenidade realizada no Palácio do Governo na Capital do Estado, em 3 de fevereiro de 1964, juntamente com outros prefeitos de municípios recém-criados. Entrou em exercício do cargo dia 07 do mesmo mês e ano.

O primeiro prefeito eleito pelo povo em Campestre de Goiás foi Mizael Gonçalves Cardoso, em 1966.

Base econômica: a agricultura e pecuária são as bases econômicas do município. Cultivam-se: arroz, milho, feijão, algodão, quiabo e mandioca. Pecuária: criação de gado bovino e suíno. Atualmente[quando?], três cerâmicas que fabricam tijolos, lajotas e telhas.

Ensino: é representado por cinco estabelecimentos de ensino, três municipais, e dois estaduais: Escolas Municipal Cristo Rei I e II, Colégio Estadual Castelo Branco e Colégio Estadual Nossa Senhora das Graças e Creche Municipal Divino Seabra. Sendo esta a primeira escola do Município, construída na década de 50.

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SÃO SEBASTIÃO PADROEIRO DE

CAMPESTRE DE GOIÁS

20 de janeiro é a data da comemoração do Santo Padroeiro de Campestre de Goiás

São Sebastião era um soldado romano que foi martirizado por professar e não renegar a fé em Cristo Jesus. Sua história é conhecida somente pelas atas romanas de sua condenação e martírio. Nessas atas de martírio de cristãos, os escribas escreviam dando poucos detalhes sobre o martirizado e muitos detalhes sobre as torturas e sofrimentos causados a eles antes de morrerem. Essas atas eram expostas ao público nas cidades com o fim de desestimular a adesão ao cristianismo.

São Sebastião, soldado romano e cristão

São Sebastião nasceu na cidade de Narbona, na França, em 256 d.C. Seu nome de origem grega, Sebastós, significa divino, venerável. Ainda pequeno, sua família mudou-se para Milão, na Itália, onde ele cresceu e estudou. Sebastião optou por seguir a carreira militar de seu pai.

No exército romano, chegou a ser Capitão da 1ª da guarda pretoriana. Esse cargo só era ocupado por pessoas ilustres, dignas e corretas. Sebastião era muito dedicado à carreira, tendo o reconhecimento dos amigos e até mesmo do imperador romano, Maximiano. Na época, o império romano era governado por Diocleciano, no oriente, e por Maximiano, no ocidente. Maximiano não sabia que Sebastião era cristão. Não sabia também que Sebastião, sem deixar de cumprir seus deveres militares, não participava dos martírios nem das manifestações de idolatria dos romanos.

Por isso, São Sebastião é conhecido por ter servido a dois exércitos: o de Roma e o de Cristo. Sempre que conseguia uma oportunidade, visitava os cristãos presos, levava uma ajuda aos que estavam doentes e aos que precisavam.

Missionário no exército romano

De acordo com Atos apócrifos atribuídos a Santo Ambrósio de Milão, Sebastião teria se alistado no exército romano já com a única intenção de afirmar e dar força ao coração dos cristãos, enfraquecidos diante das torturas.

Martírio de São Sebastião

Ao tomar conhecimento de cristãos infiltrados no exército romano, Maximiano realizou uma caça a esses cristãos, expulsando-os do exército. Só os filhos de soldados ficaram obrigados a servirem o exército. E este era o caso do Capitão Sebastião. Para os outros jovens a escolha era livre. Denunciado por um soldado, o imperador se sentiu traído e mandou que Sebastião renunciasse à sua fé em Jesus Cristo. Sebastião se negou a fazer esta renúncia. Por isso, Maximiano mandou que ele fosse morto para servir de exemplo e desestímulo a outros. Maximiano, porém, ordenou que Sebastião tivesse uma morte cruenta diante de todos. Assim, os arqueiros receberam ordens para matarem-no a flechadas. Eles tiraram suas roupas, o amarraram num poste no estádio de Palatino e lançaram suas flechas sobre ele. Ferido, deixaram que ele sangrasse até morrer.

Recuperação

Irene, uma cristã devota, e um grupo de amigos, foram ao local e, surpresos, viram que Sebastião continuava vivo. Levaram-no dali e o esconderam na casa de Irene que cuidou de seus ferimentos.

Segundo martírio de São Sebastião

Depois de curado, Sebastião continuou evangelizando e se apresentou ao imperador Maximiano, que não atendeu ao seu pedido. Sebastião insistia para que ele parasse de perseguir e matar os cristãos. Desta vez o imperador mandou que o açoitassem até morrer e depois fosse jogado numa fossa, para que nenhum cristão o encontrasse. Porém, após sua morte, São Sebastião apareceu a Lucina, uma cristã, e disse que ela encontraria o corpo dele pendurado num poço. Ele pediu para ser enterrado nas catacumbas junto dos apóstolos.

Sepultamento

Alguns autores acreditam que Sebastião foi enterrado no jardim da casa de Lucina, na Via Ápia, onde se encontra sua Basílica. Construíram, então, nas catacumbas, um templo, a Basílica de São Sebastião. O templo existe até hoje e recebe devotos e peregrinos do mundo todo.

Devoção a São Sebastião

Tal como São Jorge, Sebastião foi um dos soldados romanos mártires e santos, cujo culto nasceu no século IV e que atingiu o seu auge nos séculos XIV e XV, tanto na Igreja Católica como na Igreja Ortodoxa. São Sebastião é celebrado no dia 20 de janeiro. Existe também uma capela em Palatino, com uma pintura que mostra Irene tratando das feridas de Sebastião. Irene também foi canonizada e sua festa é no dia 30 de março.

Oração a São Sebastião

"São Sebastião glorioso mártir de Jesus Cristo e poderoso advogado contra a peste, defendei a mim, minha família e todo o país do terrível flagelo da peste e de todos os males para que servindo a Jesus Cristo alcancemos a graça de participar de vossa Glória no céu. Amém."

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Geografia[editar | editar código-fonte]

O município está localizado na zona fisiográfica de Goiás, em terreno geralmente plano com pequenas elevações. É banhado pelos seguintes cursos d’água: Rio dos Bois, Rio Santa Maria, Ribeirão dos Pereiras, Córrego Campestre, Córrego Mandaguari e outros de menos volumes.

Sua população estimada em 2010 era de 3.404 habitantes,[3] sendo um total de 1224 domicílios, assim distribuídos:

  • 1.068 particulares permanentes ocupados;
  • 1 particular improvisado ocupado;
  • 66 vagos;
  • 89 de uso ocasional;
  • 1 domicílio coletivo com morador.

Turismo[editar | editar código-fonte]

A tradicional festa em louvor a São Sebastião acontece no final do mês de Abril, sendo incluída desde 2008 nas atrações turísticas do município. Destacam-se também o Festival Caipira Amigos da Viola, que acontece no mês de Maio, passeio ciclístico em comemoração ao dia do trabalhador (1 de maio), quadrilha de rua no mês de festa junina, além do encontro de cavaleiros e desfile do dia 7 de setembro.

Referências

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008. 
  2. IBGE (10 de outubro de 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010. 
  3. a b «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010. 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 31 de julho de 2013. 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010. 

Ver também[editar | editar código-fonte]

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