Formosa (Goiás)

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Formosa
  Município do Brasil  
Formosastreetscene.jpg
Símbolos
Bandeira de Formosa
Bandeira
Brasão de armas de Formosa
Brasão de armas
Hino
Gentílico formosense
Localização
Localização de Formosa em Goiás
Localização de Formosa em Goiás
Formosa está localizado em: Brasil
Formosa
Localização de Formosa no Brasil
Mapa de Formosa
Coordenadas 15° 32' 13" S 47° 20' 02" O
País Brasil
Unidade federativa Goiás
Municípios limítrofes Paranoá (DF), Planaltina (DF), Planaltina, Água Fria de Goiás, São João d'Aliança, Flores de Goiás, Vila Boa, Buritis (MG), Cabeceiras e Cabeceira Grande (MG)
Distância até a capital 75 km
História
Fundação 1 de agosto de 1843 (176 anos)
Administração
Prefeito(a) Ernesto Guimarães Roller (PMDB, 2017 – 2020)
Características geográficas
Área total [1] 5 806,891 km²
População total (IBGE/2016[2]) 114 036 hab.
 • Posição GO: 9º
Densidade 19,64 hab./km²
Clima Tropical (Aw)
Altitude 916 m
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
Indicadores
IDH (PNUD/2010[3]) 0,744 alto
PIB (IBGE/2008[4]) R$ 655,336 milhões
PIB per capita (IBGE/2008[4]) R$ 6 918,88
Outras informações
Padroeiro(a) Nossa Senhora da Conceição[5]

Formosa é um município brasileiro do estado de Goiás. Situa-se a 80 quilômetros de Brasília, e a 282 quilômetros de Goiânia. A população do município de Formosa, segundo censo de 2018 do IBGE, é de 119.506 habitantes.

História[editar | editar código-fonte]

Formosa surgiu em meados do século XVIII, quando Goiás pertencia à capitania de São Paulo.

Por conta da circulação de pessoas nessas terras, em fevereiro de 1736 instalou-se a Estação Fiscal do Registro da Lagoa Feia, por ordem do rei de Portugal, com o propósito de controlar as cobranças fiscais das mercadorias que por ali passavam, principalmente o ouro. Algum tempo depois, outro registro foi instalado a cerca de 90 km de onde fica a atual cidade de Formosa[6].

Próximo ao registro da Lagoa Feia, o território foi ocupado por moradores do Arraial de Santo Antônio do Itiquira, situado no vale do Paranã, que abandonaram seu povoado, considerado insalubre devido às "febres" que assolavam seus moradores (não se sabe se malária ou outra doença). Com medo da doença, tropeiros e comerciantes que vinham da Bahia e Minas Gerais acampavam na região onde hoje está localizada Formosa, evitando o Arraial de Santo Antônio do Itiquira (JACINTO, 1979)[7].

O novo povoado foi batizado de Arraial dos Couros. A origem do nome é controversa. Alguns dizem que o nome é uma homenagem aos viajantes que acampavam no local em barracas de couro que eles traziam para comercializar. Contudo, Luiz Cruls, chefe da Comissão Exploradora do Planalto Central, criada em 1892 pela nascente República do Brasil com o objetivo de demarcar a futura capital federal, indica que o nome antigo de Formosa dava-se possivelmente pela quantidade de couro de animais silvestres comercializada pelos seus habitantes[8]. Viajantes europeus, como Auguste de Saint-Hilarie e Emanuel Pohl, que cruzaram a província de Goiás na primeira metade do século XIX indicam grande comércio de couro pela comarca de Santa Luzia, atual Luziânia, à qual o Arraial de Couros era subordinado[9].

A criação do município de Formosa deu-se em 1 de agosto de 1843, com o nome de Vila Formosa da Imperatriz[10]. Com o advento da República, passou a ser simplesmente Formosa.

Em 1877 passou por Vila Formosa da Imperatriz Francisco Adolfo de Varnhagen, o Visconde de Porto Seguro (1816-1878). O ilustre visitante, amigo do Imperador D. Pedro II, defendia desde 1849 que a capital do Brasil deveria ser interiorizada. Em 1877 Porto Seguro percorreu o interior das províncias de São Paulo, Goiás e Bahia, trabalho que culminou na idealização da interiorização da capital do Brasil. Ele visitou Formosa e a região entre as Lagoas Feia, Formosa e Mestre D’Armas (Lagoa Bonita), que indicou ser a mais propícia para a transferência da capital. De acordo com Freitas (2012) "foi à visita de Varnhagen que motivou seu amigo D. Pedro II, a elevar a então Vila Formosa da Imperatriz à cidade, foi também a partir desta visita que se cultivou em Formosa a certeza de que um dia a capital do Brasil chegaria à região”.

Contudo, a capital não chegou e até o início do século XX, Formosa guardou as feições de cidade pequena de interior. Durante as décadas de 1920 e 1930, a cidade viveu seu primeiro surto de crescimento urbano. cidade passa a sofrer intervenções mais profundas na paisagem, até então dominada pela natureza. A construção do “jardim centenário” – atual Praça Rui Barbosa (popularmente conhecida como praça do coreto), a urbanização mais extensa da cidade, com abertura e/ou alargamento de ruas e saneamento de brejos marcam esse momento[11].

A partir da década de 1950, com a efetivação da construção da capital federal, Brasília, há apenas 75 km de Formosa, aprofunda-se a urbanização, com a chegada do asfalto[11], a ocupação mais extensiva de brejos e outras regiões hidromórficas; explode o crescimento demográfico e tem início a derrubada de casarões e edificações mais simples dos séculos XIX e XX. Contudo, “até mais ou menos a década de 1970, a cidade manteve as suas características  de cidade antiga” (VIEIRA, 2010, p. 82)[11].

O parcelamento irregular do território, a especulação imobiliária e a grilagem, esta última extensamente denunciada em jornal da época da construção de Brasília[12], bem como a posterior regularização desses loteamentos por parte do poder público, transformaram a paisagem da cidade de Formosa, que passou por um processo deliberado e consciente de destruição e descaracterização de seu patrimônio material, histórico e ambiental.

A intensa migração, cujo polo de atração era Brasília, contribuiu para a rápida ocupação do território das nascentes da Lagoa Feia. A partir de 1970, inicia-se o êxodo rural, sobretudo a partir da formação de vilas, que passam a ocupar áreas periféricas da cidade. É emblemático o caso da desocupação da área do exército e consequente formação das Vilas Beneditina e Vicentina.

Em 1974, 1.297 proprietários de fazendas, chácaras e sítios, bem como seus familiares, agregados e arrendatários, que ocupavam uma área de 1.040km2 foram obrigados a entregarem ao Exército Brasileiro suas terras, para a criação de uma Área de Segurança Nacional, com vistas à proteção da nova capital federal[13]. Noíde Vieira, em sensível relato sobre a experiência vivida, informa sobre a truculência, o desenraizamento cultural e social, o •aumento desordenado da população e inchaço das periferias que sobreveio com essa desocupação[13].

“Muitas famílias se acotovelavam em  minúsculos barracos, erguidos às pressas. Viviam amontoadas, comendo as provisões que trouxeram  de suas roças. Alguns ex-donos de terras nem  chegaram a receber a indenização e se viram na  mais absoluta pobreza e desamparo. […] Não  tinham serviço. Só sabiam trabalhar nas roças: plantar, cuidar e colher. […] A miséria se alastrava  […]” (VIEIRA, 2006, p. 91).[13]

Parte dessas pessoas ocupou uma grande área periférica da cidade, duas vilas ainda hoje marcadas pela desigualdade social, pela  violência[14][15] e pelo descaso dos poderes públicos: a Vila  Vicentina, atual Bairro São Vicente, e a Vila Beneditina, atual Bairro São Benedito.

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

O município de Formosa é conhecido como "Berço das Águas" por situar-se em tríplice divisora de águas, possuindo nascentes de três das maiores bacias hidrográficas da América do Sul. Na área urbana situam-se as nascentes do córrego Josefa Gomes, formador da Lagoa Feia e do rio Preto, afluente do rio Paracatu, que deságua no rio São Francisco, que por sua vez derrama suas águas no nordeste brasileiro, entre os estados de Sergipe e Alagoas. Ocupando quase todo o território rural do município, bem como pequena área da zona urbana, situam-se nascentes e afluentes do rio Paranã, que participa da bacia hidrográfica Tocantins/Araguaia, cujas águas alcançam o oceano Atlântico em Belém do Pará. Destacam-se dessa bacia hidrográfica o rio Bandeirinha, que abastece a cidade com água potável, e rio Itiquira, que possui o belíssimo Salto do Itiquira, queda d'água de 168 metros de altura, situada em área de preservação. Por fim, tem-se nascentes do ribeirão Pipiripau, que faz parte da bacia hidrográfica Paraná/Prata, que deságua no Atlântico Sul.

Clima[editar | editar código-fonte]

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1961 a 1967 e a partir de 1974, a menor temperatura registrada em Formosa foi de 3,9 °C em 18 de julho de 1975,[16] e a maior atingiu 39 °C em 30 de novembro de 1961.[17] O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 124,6 milímetros (mm) em 1° de fevereiro de 1992. Outros acumulados iguais ou superiores a 100 mm foram 110,3 mm em 17 de dezembro de 2008, 108,6 mm em 18 de novembro de 2012, 105,8 mm em 24 de dezembro de 1985, 105,6 mm em 2 de dezembro de 2004, 104,6 mm em 8 de março de 2018, e 101 mm nos dias 24 de novembro de 1978 e 27 de novembro de 2011.[18] Dezembro de 1989 foi o mês de maior precipitação, com 677,7 mm.[19]

Dados climatológicos para Formosa
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima recorde (°C) 35,2 33,8 34 33,7 32,4 33 31,8 34,6 36,7 37,9 39 36,4 39
Temperatura máxima média (°C) 27,8 28,4 28,1 28,1 27,5 26,6 26,8 28,5 30,1 30,1 28,2 27,6 28,2
Temperatura média compensada (°C) 22,8 23 22,8 22,5 21,5 20,1 20,1 21,8 23,7 24,1 22,9 22,7 22,3
Temperatura mínima média (°C) 19 18,9 18,9 18,2 16,5 14,6 14,2 15,5 17,8 19,1 18,9 19 17,6
Temperatura mínima recorde (°C) 11,8 14,7 10 13 5 4,5 3,9 8,8 10,2 10 12 12 3,9
Precipitação (mm) 235,6 200,4 211,7 93,9 20,6 4,2 3,2 11,8 35,3 123,7 201,9 277,9 1 420,2
Dias com precipitação (≥ 1 mm) 16 13 15 8 2 0 0 1 4 9 14 18 100
Umidade relativa compensada (%) 76,2 75,1 77 71,9 66 59,5 54 47,9 49,9 60,9 73,6 78,3 65,9
Horas de sol 165 174,9 179,2 216,5 248,3 257,5 269,7 278 230,9 196,1 148,9 131,5 2 496,5
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) (normal climatológica de 1981-2010;[20]
recordes de temperatura: 01/01/1961 a 30/11/1967 e 01/01/1974-presente)[16][17]

Organização político-administrativa[editar | editar código-fonte]

Distritos[editar | editar código-fonte]

O município possui três distritos, além da sede municipal:

Povoados[editar | editar código-fonte]

Ordenamento urbano da cidade de Formosa[editar | editar código-fonte]

Bairros[editar | editar código-fonte]

Segundo os Correios, Formosa tem 52 bairros na cidade, entre os principais são o Centro e a Formosinha     Abreu

·         Área Rural de Formosa

·         Centro

·         Chácaras do Abreu

·         Conjunto Padre José

·         Formosinha

·         Iris Village

·         Jardim Califórnia

·         Jardim das Américas

·         Jardim Ipê

·         Jardim Oliveira

·         Jardim Triângulo

·         Nova Formosa

·         Parque da Colina I

·         Parque da Colina II

·         Parque das Laranjeiras

·         Parque Dom Bosco

·         Parque Esmeralda

·         Expansão Parque Lago

·         Parque Lago

·         Parque Laguna II

·         Parque São Franciso

·         Parque Serrano

·         Parque Serrano

·         Parque União

·         Parque Vila Verde

·         Residencial Jardim Planalto

·         Residencial Santa Rosa

·         Rosa Maria

·         São Benedito (Vila Beneditina)

·         São Vicente

·         São Vicente (Vila Vicentina)

·         Setor Bela Vista

·         Setor Bosque

·         Setor Bosque II

·         Setor Ferroviário

·         Setor Imperatriz

·         Setor Industrial II

·         Setor Nordeste

·         Setor Pampulha

·         Setor Primavera

·         Setor Sul

·         Sul América

·         Vila Aurora

·         Vila Bela

·         Vila Carolina

·         Vila Iara

·         Vila Lorena

·         Vila Pantanal

·         Vila Santos

·         Village

·         Vista Alegre

Economia[editar | editar código-fonte]

Indicadores socioeconômicos[editar | editar código-fonte]

PIB municipal (2008)
[4] R$ 1.447.655,336 milhões
PIB per capita (2008)
[4] R$ 556.918,880
Composição do PIB (2008)[21]
  • Valor adicionado bruto da agropecuária: R$ 58,777 milhões
  • Valor adicionado bruto da indústria: R$ 88,052 milhões
  • Valor adicionado bruto dos serviços: R$ 454,706 milhões
  • Impostos sobre produtos líquidos de subsídios: R$ 54,130 milhões

Educação[editar | editar código-fonte]

A cidade de Formosa já foi referência em educação para o nordeste goiano e planalto central, durante a primeira metade do século XX. A instituição de ensino mais antiga da cidade e ainda em funcionamento é o Colégio São José, fundado em 1910[22]. O Grupo Escolar Americano do Brasil, o primeiro da cidade, foi inaugurado em 1934 e posto a funcionar em 1935 (VERSIEUX, 2017)[23].

Ensino fundamental[editar | editar código-fonte]

Ofertado pelas redes privadas, públicas municipal e estadual. No ensino fundamental, destaca-se a Escola Agrícola.

Catedral de Formosa.

Ensino médio[editar | editar código-fonte]

O ensino médio é ofertado por instituições privadas e públicas estaduais.

O campus do Instituto Federal de Goiás (IFG) oferece também ensino médio integrado a cursos técnicos em duas modalidades: cursos em tempo integral (Biotecnologia e Saneamento) e na modalidade Educação de Jovens e Adultos (Manutenção e Suporte em Informática e Edificações), ofertados no turno noturno[24].

Ensino superior[editar | editar código-fonte]

Possui também um campus do Instituto Federal de Goiás (IFG), que oferece cursos superiores de Bacharelado em Engenharia Civil, Licenciaturas em Ciências Biológicas e em Ciências Sociais, além de Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas[24].

Possui um campus da Universidade Estadual de Goiás (UEG), que oferece os cursos de Licenciatura em Geografia, História, Química, Matemática, Letras e Pedagogia, além de Pós-Graduação lato sensu em Literatura e Mídias Contemporâneas e Pós Graduação lato sensu em Geografia e Análise Ambiental[25].

Na rede privada, conta com a Unopar Ead, as Faculdades IESGO e CAMBURY, que oferecem vários cursos.

Turismo[editar | editar código-fonte]

Salto do Itiquira em Formosa.

Cidade de importante riqueza natural, com grande número de cachoeiras, dentre elas destaca-se a Cachoeira do Itiquira, localizada a 34 quilômetros do centro da cidade, e, dentre as cachoeiras acessíveis (cadeirantes, idosos e demais pessoas com dificuldades de locomoção podem chegar bem próximas da queda), é umas das mais altas da América Latina, com 168 metros de altura de queda livre. Outro ponto muito conhecido é a Lagoa Feia, com seis quilômetros de comprimento e meio de largura e com profundidade entre 4 e 10 metros.

Ainda tem o Lajedo que forma grandes piscinas naturais, a Gruta das Andorinhas com aproximadamente 12.250 metros de profundidade, Buraco das Araras com aproximadamente 12500 metros de profundidade, a Cachoeira do Bisnau e o Rio Bandeirinha o qual forma várias cachoeiras. Possui também o EcoBocaina onde há a Cachoeira dos Reis Magos, Cachoeira da Palmeira e vários mirantes com vista para o Vale do Paranã.

Possui 42 sítios arqueológicos catalogados pelo IPHAN[26], destacando-se o Sitio Arqueologico do Bisnau, situado próximo à BR-020, e o Sítio Arqueológico da Lapa da Pedra, conhecido popularmente como Toca da Onça, situado próximo à estrada que dá acesso ao Salto do Itiquira. Ambos situam-se em propriedades particulares e cobram pelo acesso, sem oferecer estrutura turística de apoio aos visitantes.

Foi incluida em 2011, como uma das 100 cidades brasileiras com apelos e atrativos turísticos no Ministério do Turismo por indicação da CNTur- Confederação Nacional do Turismo.

A cidade de Formosa é reconhecida pelos praticantes de voo a vela como um dos melhores locais do Brasil para se praticar o esporte. Voos cross country são possíveis durante quase todo o ano, sendo que de agosto a outubro é a temporada de voos de longa distância, em geral superiores a 500.000 km.[27]

Unidades de Conservação (UC's)[editar | editar código-fonte]

O município de Formosa possui duas unidades de conservação (UC's), ambas municipais: o Parque Ecológico Mata da Bica e o Parque Municipal do Salto do Itiquira.

Generalidades[editar | editar código-fonte]

Religião[editar | editar código-fonte]

Predomina em Formosa as religiões cristãs. Berço católico, em Formosa situa-se a Diocese de Formosa, onde se encontra a Igreja Sé a Catedral Nossa Senhora Conceição

Segurança[editar | editar código-fonte]

O Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás (CBMGO) é representado na cidade pela 7ª Companhia Independente Bombeiro Militar (7ª CIBM). Essa, atualmente, é composta por 49 militares. Não obstante a isso, a 7ª CIBM realizou 12.266 (doze mil duzentos e sessenta e seis)atendimentos no ano de 2009.[carece de fontes?]

A Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) é representada pelo 16º Batalhão de Polícia Militar ou 16º BPM.

A cidade conta ainda com uma unidade de Artilharia de Mísseis e Foguetes do Exército Brasileiro.

É uma das primeiras cidades goianas a instituir a Guarda Municipal, que atua na segurança pública em conjunto com a Polícia Militar.

Comunicação[editar | editar código-fonte]

WebRádios

  • Rádio AgroTerra
  • Rádio D'Ponta[28]

Rádios[editar | editar código-fonte]

  • 91,7 FM
  • 92,1 FM
  • Rural FM (91,3 FM)
  • Vida FM 104,9
  • Terra FM
  • Rádio AgroTerra
  • e outras rádios do Distrito Federal.

Jornais

  • Tribuna News

Revistas[editar | editar código-fonte]

  • Revista Tops

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  2. «ESTIMATIVAS DA POPULAÇÃO RESIDENTE NO BRASIL E UNIDADES DA FEDERAÇÃO COM DATA DE REFERÊNCIA EM 1º DE JULHO DE 2016» (PDF). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) 
  3. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil» (PDF). Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Consultado em 31 de julho de 2013 
  4. a b c d «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 de dezembro de 2010 
  5. Consultado no dia 07/12/2016.
  6. Borges, Carolina Queiroz (2008). «O uso do turismo como ferramenta de desenvolvimento do município de Formosa-GO» (PDF). Universidade de Brasília. Consultado em 30 de agosto de 2017 
  7. JACINTO, Olimpio (1979). Esboço Histórico de Formosa. Brasília: Academia de Letras e Artes do Planalto 
  8. CRULS, Luiz (1984). Relatório da Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil. Brasília: Codeplan 
  9. Hollanda, Infront Informatização Empresarial, Ricardo Borgneth, Spell Marcos Buarque de. «Brasiliana Eletrônica UFRJ | Obras». www.brasiliana.com.br. Consultado em 24 de junho de 2018 
  10. cidades.ibge.gov.br https://cidades.ibge.gov.br/brasil/go/formosa/historico. Consultado em 20 de junho de 2019  Em falta ou vazio |título= (ajuda)
  11. a b c VIEIRA, Gilvan (2010). Formosa: cidade e povo. Brasília (DF): Ed. Teixeira 
  12. MAGALHÃES, L.R. Sertão planaltino: cultura, religiosidade e política no cadinho da modernização (1950 - 1964). Tese.(Doutorado em História). Universidade Federal de Goiás. Goiânia: UFG, 2010.
  13. a b c VIEIRA, Noíde (2006). Orfandade e viuvez: viúvas e órfãos da ditadura. Brasília: Thesaurus. pp. 96p. 
  14. SILVA, Antonio Sergio da. Espaço urbano, desigualdade e indicadores de dimensões da sustentabilidade: análise de Formosa-GO. 296 fl. (Tese de Doutorado, Programa de Pós-graduação em Geografia, Faculdade de Ciências e Tecnologia. Presidente Prudente (SP): Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita”/UNESP, 2011. Disponível em: http://base.repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/105026/silva_as_dr_prud.pdf?sequence=1. Acesso em: 24 abr 2015.
  15. GUIMARÃES, Fabiana. Vizinhos da guerra: um retrato íntimo do tráfico de drogas em Formosa, Goiás. Livro-reportagem digital. Disponível em: http://bdm.bce.unb.br/bitstream/10483/6473/1/2013_FabianeCristinaGuimaraes_Livro.pdf. Acesso em 16 jun. 2014.
  16. a b «BDMEP - série histórica - dados diários - temperatura mínima (°C) - Formosa». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 27 de julho de 2015 
  17. a b «BDMEP - série histórica - dados diários - temperatura máxima (°C) - Formosa». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 27 de julho de 2015 
  18. «BDMEP - série histórica - dados diários - precipitação (mm) - Formosa». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 27 de julho de 2015 
  19. «BDMEP - série histórica - dados mensais - precipitação total (mm) - Formosa». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 27 de julho de 2015 
  20. «NORMAIS CLIMATOLÓGICAS DO BRASIL». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 12 de junho de 2018 
  21. «Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Banco de Dados: Cidades». Consultado em 12 de junho de 2011. Arquivado do original em 30 de abril de 2012 
  22. «História – Colégio São José Formosa». www.colegiosaojoseformosa.com.br. Consultado em 24 de junho de 2018 
  23. VERSIEUX, Daniela Pereira. A criação do Grupo Escolar Americano do Brasil e o Ensino Primário em Formosa, Goiás (1934-1946). Anais do IV Encontro de História da Educação do Centro Oeste. Campo Grande (MS), 2017. Disponível em: http://eheco.com.br/ARQUIVOS/ANAIS/Daniela%20Pereira%20Versieux.pdf. Acesso em 24 de junho de 2018
  24. a b «Instituto Federal de Goiás - Página inicial». www.ifg.edu.br. Consultado em 24 de junho de 2018 
  25. «::.Formosa.::». www.formosa.ueg.br. Consultado em 30 de agosto de 2017 
  26. «Instituto Federal de Goiás - Sítios Arqueológicos do Bisnau e da Lapa da Pedra são objetos de estudo em pesquisa científica». www.ifg.edu.br. Consultado em 24 de junho de 2018 
  27. Aeroclube do Planalto Central (2014). «Aeroclube do Planalto Central - O clube». Aeroclube do Planalto Central. Consultado em 2014  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  28. «Notícias D`PONTA | "Rádio de Ponta"». www.pontaaponta.com.br. Consultado em 30 de agosto de 2017 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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