Marcos Rogério

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Marcos Rogério
Foto oficial como senador.
Senador por Rondônia
Período 1º de fevereiro de 2019
até a atualidade
Deputado federal por Rondônia
Período 1º de fevereiro de 2011
até 1º de fevereiro de 2019
Vereador de Ji-Paraná
Período 1º de janeiro de 2009
até 31 de janeiro de 2011
Dados pessoais
Nascimento 7 de julho de 1978 (43 anos)
Ji-Paraná, Rondônia
Nacionalidade brasileiro
Alma mater Universidade Luterana do Brasil
Partido PDT (2007-2016)
DEM (2016-presente)
Religião Cristão
Profissão jornalista, radialista, repórter

Marcos Rogério da Silva Brito (Ji-Paraná, 7 de julho de 1978) é um político brasileiro, sendo atualmente um senador por Rondônia. Foi filiado ao PDT (2007-2016) e atualmente é filiado ao DEM.

Foi relator do processo de cassação do presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB), no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar. Ele assumiu depois que Fausto Pinato (PRB) foi destituído do posto.[1]

É cristão evangélico, sendo membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus.[carece de fontes?]

Em 2018, foi eleito senador por Rondônia com 324.939 votos, o equivalente a 24,06% dos votos válidos.[2]

Biografia[editar | editar código-fonte]

Filho de agricultores, atuou na comunicação social por mais de 12 anos. Foi radialista na Rádio Alvorada (2001-2008); diretor de Comunicação da Prefeitura Municipal de Ji-Paraná (2003-2004); repórter da TV Rondônia, afiliada à Rede Globo (2003-2005) e coordenador de Jornalismo do Sistema Gurgacz de Comunicação (SGC)/Rede TV Rondônia (2005-2009). É graduado em Direito pela Universidade Luterana do Brasil (CEULJI/ULBRA), e mestre em Administração Pública pelo IDP.

Sua carreira na política começou em 2009, quando foi eleito vereador em Ji-Paraná. Em 2011 foi eleito e diplomado deputado federal, tendo sido reeleito em 2015. Em 2018 é eleito o senador mais votado, com 324.939 votos.

Foi presidente da Comissão de Infraestrutura do Senado[3] no biênio (2019/2020). Atualmente integra a Comissão de Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga o Governo Federal, bem como o uso dos recursos federais por Estados e Municípios. [1]

Na Câmara dos Deputados, foi membro titular da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania; da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), e suplente das Comissão Mista de Orçamento (CMO) e Comissão de Legislação Participativa (CLP) e também foi vice-líder do PDT na Câmara.[4]

Foi eleito deputado federal em 2014, para a 55.ª legislatura (2015-2019), pelo DEM. Votou a favor do Processo de impeachment de Dilma Rousseff.[5] Já durante o Governo Michel Temer, votou a favor da PEC do Teto dos Gastos Públicos.[5] Em abril de 2017 foi favorável à Reforma Trabalhista.[5][6] Em agosto de 2017 votou a favor do processo em que se pedia abertura de investigação do então presidente Michel Temer.[5][7]

Referências

  1. Gabriela Korossy (9 de dezembro de 2015). «Conheça Marcos Rogério, novo relator da cassação de Cunha». Exame. Consultado em 10 de junho de 2016 
  2. «Marcos Rogério, do DEM, e Confúcio Moura, do MDB, são eleitos senadores por Rondônia» 
  3. «CI - Comissão de Serviços de Infraestrutura - Atividade Legislativa - Senado Federal». legis.senado.leg.br. Consultado em 19 de agosto de 2020 
  4. O Deputado
  5. a b c d G1 (2 de agosto de 2017). «Veja como deputados votaram no impeachment de Dilma, na PEC 241, na reforma trabalhista e na denúncia contra Temer». Consultado em 11 de outubro de 2017 
  6. Redação (27 de abril de 2017). «Reforma trabalhista: como votaram os deputados». Consultado em 18 de setembro de 2017 
  7. Carta Capital (3 de agosto de 2017). «Como votou cada deputado sobre a denúncia contra Temer». Consultado em 18 de setembro de 2017 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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