Crazy in Love (canção de Beyoncé)

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"Crazy in Love"
Single de Beyoncé com a participação de Jay-Z
do álbum Dangerously in Love
Lançamento 18 de maio de 2003
Formato(s) CD single, DVD single, 7" single
Gravação 2002 – Sony Music Studios
(Nova Iorque, Nova Iorque)
Gênero(s) R&B, funk, rap
Duração 3:55
Gravadora(s) Columbia
Composição Rich Harrison, Beyoncé Knowles, Shawn Carter
Produção Rich Harrison, Beyonce Knowles
Informações sobre o vídeo musical
Lançamento Maio de 2003
Director(es) Jake Nava
Duração 3:56
Cronologia de singles de Beyoncé
"'03 Bonnie & Clyde"
(2002)
"Baby Boy"
(2003)
Cronologia de singles de Jay-Z
"Excuse Me Miss"
(2002)
"Change Clothes"
(2003)

"Crazy in Love" é o single da cantora americana Beyoncé. O produtor Rich Harrison, Beyoncé e Jay-Z escreveram a canção para o primeiro álbum solo da cantora, Dangerously in Love. Esta é uma canção de R&B que incorpora um estilizado funk dos anos de 1970, e contém influências dos gêneros soul e dance-pop. A canção apresenta uma amostra da música "Are You My Woman (Tell Me So)" (1970) do grupo The Chi-Lites. Liricamente, a canção faz referência ao estado de estar romanticamente obcecado de tal forma que o protagonista faz as coisas que estão fora de seu caráter.

A gravadora Columbia Records lançou "Crazy in Love" em 20 de maio de 2003, como o primeiro single do álbum Dangerously in Love. Os críticos elogiaram a amostra de "Are You My Woman (Tell Me So)" contida na música, a aparição de Jay-Z, e a assertividade com que Beyoncé canta a letra da música. A canção ficou no número 118 na lista das 500 maiores canções de todos os tempos, e em terceiro na lista das maiores canções da década de 2000 feita pela revista Rolling Stone. No Grammy Award de 2004, a canção ganhou as categorias "Best Rap/Sung Collaboration" e "Best R&B Song".

"Crazy in Love" foi um sucesso comercial, principalmente nos Estados Unidos onde chegou ao número um na Billboard Hot 100 dando para Beyoncé seu primeiro single número um como artista solo na parada, ele ainda conseguiu se manter no topo por oito semanas consecutivas. Ele também liderou as paradas no Reino Unido, e alcançou o top 10 nas paradas musicais da Austrália, Canadá, Dinamarca, Irlanda, Itália, Nova Zelândia, Holanda, Noruega, Suécia e Suíça. Ele conseguiu ser certificada na maioria desses países.

O videoclipe que acompanha a música mostra Beyoncé em várias seqüências de dança. Ele ganhou três prêmios no MTV Video Music Awards de 2003, e também marcou seu diretor, Jake Nava, onde foi honrado pela Music Video Production Association na categoria "Best R&B Video" em 2004. Desde 2003, a canção sempre figura o set list em quase todos os shows da cantora. A American Society of Composers, Authors and Publishers (ASCAP) reconheceu-a como uma das músicas mais performadas de 2004.

Antecedentes e desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Jay-Z (na foto) além de cantar, ele também participou da composição da canção.

Em 2002, Beyoncé já havia gravado várias músicas que estariam em seu álbum de estréia Dangerously in Love. A gravadora Columbia Records agendou o álbum para ser lançado em outubro de 2002, no entanto, foi adiado por várias vezes para capitalizar o sucesso do rapper americano Nelly com seu single "Dilemma", que conta com a participação da ex-Destiny's Child Kelly Rowland.[1] Estes atrasos permitiram que Beyoncé pudesse voltar ao estúdio e gravar mais músicas.[2]

Antes de se reunir com Beyoncé, o produtor Rich Harrison já havia gravado uma versão demo de "Crazy in Love", que originalmente seria intitulada de "Crazy Right Now".[3] Harrison quase imediatamente soube que ele tinha "algo quente" em suas mãos, e que ele só teve que esperar Beyoncé para ir imediatamente gravar a canção.[3]

Beyoncé, sabia que Keri Hilson já tinha escrito hits para as Destiny's Child, então ela foi apresentada a Harrison apenas três meses antes da canção ser gravada.[4] No estúdio, Harrison mostrou a versão demo da música para Beyoncé. Depois de ouvi-la, Beyoncé inicialmente tinha algumas dúvidas, pois parecia muito retrô e que de acordo com ela, ninguém usava tais riffs no século 21.[2] No entanto, ela acabou pedindo a Harrison para escrever a música, dando-lhe duas horas. O tema veio com Beyoncé falando de estar consciente de sua aparência. Ela continuou dizendo: "Eu estou ficando louca agora" e Harrison cantava de volta para ela.[4] Na época namorado (e agora marido), o rapper americano Jay-Z participou da produção final da canção.[2] Cerca de 3:00 da manhã, ele chegou ao estúdio e gravou um verso de rap, que compôs em mais ou menos 10 minutos, não escrevendo nada, só na em sua mente.[3][5]

Composição[editar | editar código-fonte]

Demonstração de 25 segundos de "Crazy in Love", canção de ritmo moderado de 100 batimentos por minuto, com um tempo relativamente comum.

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De acordo com a partitura publicada em Musicnotes.com por Alfred Music Publishing , "Crazy in Love" é uma love song de R&B, composta na nota de fá maior.[6][7] Ela também incorpora um funk retrô dos anos 1970,[8] e também contém influências de soul music,[9] e dance-pop.[10] Como comentado por Robert Webb do The Independent, as velhas influências de soul na canção parece ter sido derivado da batida de seu riff.[2] Tendo uma vibe go-go,[2] "Crazy in Love" é construída sobre uma batida de hip hop.[11] Beyoncé disse para Sunday Herald que a batida é "com tanta força que faz o seu coração ferir."[12] A canção é de um ritmo moderado de 100 batimentos por minuto, com um tempo relativamente comum.[6] O alcance vocal de Beyoncé se estende por cerca de uma oitava e meia na canção, a partir de para .[6] A canção é musicalmente construído a partir de dois acordes maiores, B♭ e G, e de um terço menor.[6] Um dos principais riffs usa o ritmo cowbell tradicional, que é frequentemente encontrado em samba e afins.[13][14] Como observou Lisa Verrico da revista The Times, a canção também faz uso de grandes tambores com partes de latão.[15] O gancho foi feito por Harrison a partir da canção "Are You My Woman? (Tell Me So)" de 1970,[3][16] escrito originalmente, The Chi-Lites, grupo de Chicago, e gravado nos estúdios da "Eugene Records".[2] Conforme Anthony DeCurtis da revista Rolling Stone, "Crazy in Love" consiste de uma amostra com refrão de propulsão.[17] Vários críticos de música elogiaram as linhas do refrão no single, qualificando-os como "hard-core",[7] "instantaneamente viciante",[18] e "ardente".[19]

De acordo com Natalie Nichols de Los Angeles Times, a letra da canção faz referência ao estado de estar romanticamente obcecado.[10] Beyoncé afirmou que a canção fala sobre "quando você está sentindo o amor, você faz coisas que estão fora de seu caráter e você realmente nãoo se importa, porque você está apenas de coração aberto."[20] Esta foi mais notado por DeCurtis que comentou que a canção tem um "caldeirão de energia", que soa Beyoncé "solta e sexy", tomado por emoções que "não pode ​​compreender e nem controlar", exposto em suas linhas.[17] A letra da canção é composta na tradicional forma de verso com refrão. Jay-Z abre a canção com uma breve fala em rap, contendo as letras: "... É tanta loucura! / O mais incrível é você, garota, Bee / É o seu garoto, jovem" [6] Após Beyoncé cantar o slogan "uh-oh, uh-oh", Jay-Z continua o monólogo.[19] Beyoncé começa o primeiro verso, seguido com o refrão.[15] Ela repete o "uh-oh, uh- oh", levando ao segundo verso. Segue o refrão, dando lugar para o segundo verso de rap.[7] A canção continua a ponte.[21] Ela então leva o refrão da música de novo e, em seguida, desaparece com o refrão, terminando a canção.[6]

Lançamento[editar | editar código-fonte]

Os críticos de música, comentaram que "Crazy in Love" de alguma forma marcou uma separação definitiva de Beyoncé e as Destiny's Child.[15] A canção foi enviada oficialmente para airplay nos Estados Unidos em 18 de maio de 2003 sob os formatos, que incluíam Rhythmic,[22] Top 40,[23] e rádio Urban.[24] O single foi lançado como download digital na loja iTunes Store no Reino Unido[25] e nos Estados Unidos em 20 de maio de 2003.[26] A canção foi posteriormente lançado como um CD single na Irlanda[27] e na Suíça[28] em 30 de junho de 2003 e como um EP digital na Alemanha na mesma data.[29] Também foi lançado como um maxi single na Alemanha em 30 de junho de 2003[30] e na Austrália em 15 de julho de 2003 junto com acompanha com exclusividade o videoclipe da música.[31] A canção também foi lançada num formato de DVD single, bem como um CD single no Reino Unido em 30 de junho de 2003.[32][33] "Crazy in Love" foi disponibilizado como um EP digital em vários países europeus, incluindo Áustria,[34] Bélgica,[35] Dinamarca,[36] Finlândia,[37] na Itália,[38] Holanda,[39] Noruega,[40] e na Suécia em 08 de julho de 2003.[41] Este EP digital também foi disponibilizado no Canadá[42] e na Irlanda em 08 de julho de 2003.[43] Em 22 de julho de 2003, dois remixes, um de Rockwilder e o outro de Adam 12 foram vendido nos Estados Unidos.[44][45]

Remixes[editar | editar código-fonte]

"Crazy in Love" tem vários remixes, incluindo "Rockwilder", "Maurice Nu Soul Remix", e "World Juniors remix". Estas versões apareceram nas versões de singles de "Crazy in Love", como "Krazy in Luv". O remix Rockwilder desacelera o ritmo e faz a canção mais profunda.[31] A versão da música foi incluída nas versões asiáticas de Dangerously in Love apresentando um rap em mandarim realizado pelo cantor Vanness Wu, em vez de Jay-Z. "Maurice Nu Soul Remix" acelera a batida e leva a partir do hip-hop direto para outro território e textura.[31] Este remix venceu a categoria Best Remixed Recording, Non-Classical no Grammy Award em 2004.[46]

Recepção da critíca[editar | editar código-fonte]

"Crazy in Love" foi bem recebida pelos críticos de música, que geralmente elogiaram as linhas do refrão e o aparecimento do convidado Jay-Z. Muitos deles também a chamaram como o "Hino do verão de 2003".[47] Tim Sendra do Allmusic, descreveu a canção como uma "uma obra-prima pop deslumbrante",[31] enquanto Stephen Thomas Erlewine do mesmo site a chamou de "cativante e delirante".[48] Darryl Sterdan, escrevendo para o site canadense Jam!, notou que as "linhas do refrão são instantaneamente viciantes".[18] Anthony DeCurtis para a revista Rolling Stone também comentou a amostra de "Are You My Woman (Tell Me So)", e a contribuição de Jay-Z, escrevendo: "'Crazy in Love'... é o rugidos dos alto-falantes com a força de uma amostra de propulsão e a notável presença de seu amigo, Jay-Z."[17] Marc Anthony Neal de PopMatters elogiou o "uh-oh, uh-oh" chamando a frase de "cativante".[7] MTV News considerou a canção como o "momento mais orgulhoso" do álbum.[49] A revista Blender chamou "Crazy in Love" como a faixa mais grandiosa do álbum.[50] Allison Stewart do The Washington Post chamou a música de a melhor do álbum e elogiou seu refrão, harmonia, sample e o verso de rap de Jay-Z.[9] Isto é ecoado por Kelefa Sanneh de The New York Times, que disse que a música é a melhor música de álbum por sua simplicidade, combinação irresistível do refrão triunfante e uma batida ímpia de hip-hop.[11] Ela ainda acrescentou que falando sobre Beyoncé, "sua voz: hábil e precisa como sempre".[11]

Rob Fitzpatrick, da NME elogiou a canção chamando-a de "acenar a cabeça e o corpo balançando como funk-soul" e ainda dizendo que a canção "é 100% um clássico". Ele também elogiou os vocais de Beyoncé chamando-lhe de "genuino".[51] Natalie Nichols escritor do Los Angeles Times disse que a música tem "melodias de dança sexy". "Crazy in Love" faz de Dangerously in Love um grande álbum.[10] James Poletti de Yahoo! Music chama a faixa de "gloriosa" e a melhor faixa do disco.[52] Strickler Yancey da revista Flak Magazine escreveu: "[...] Dispondo de um bombástico e impressionante refrão, e o verso de Jay-Z como convidado dão ênfase a estrela de Beyoncé."[53] Sal Cinquemani da Slant Magazine disse que o arranjo lírico, a estrutura da música, bem como a participação especial de Jay-Z, todos contribuíram para tornar "Crazy in Love" um currículo maravilhoso para Beyoncé.[8] Neil Drumming da Entertainment Weekly disse que a canção tem um "som com frescor".[19] D. Spence, escrevendo para a IGN Music afirmou que Beyoncé monta o "ritmo contagiante", com graça ao refão sedutor. Lisa Verrico da revista The Times escreveu que Jay-Z fez um "rap decente", no entanto "Beyoncé e as batidas salvaram o dia."[15]

Reconhecimentos e elogios[editar | editar código-fonte]

A revista Entertainment Weekly classificou "Crazy in Love" no número 47 na The 100 Greatest Summer Songs of All Time.[54] A canção também é classificado em segundo lugar na lista dos singles no Biggest Selling Singles Since The Year 2000 produzida pela Yahoo!.[55] Bill Lamb da About.com classificou a canção na posição número um em sua lista do Top 10 Love Songs: Romance of All Time.[56] Lamb também classificou a canção no número três da sua lista do Top 100 Pop Songs of 2003,[57] e, no número 26 na lista Top 100 Pop Songs of the 2000s, escrevendo: "Com 'Crazy In Love' tornou-se óbvio que Beyoncá não teria nenhuma dificuldade de ter sucesso fora do grupo Destiny's Child."[58] A revista Rolling Stone fez a lista 50 Best Songs of the 2000s em 2009 onde "Crazy in Love" ficou na terceira posição,[59] e a mesma revista a classificou como a centésima-décima-oitava melhor música de todos os tempos em 2010.[60] A revista britânica NME elegeu a canção como a melhor música da década de 2000, chamando-lhe "uma canção monstro de pop-dance."[16] A música também foi classificado no número quatro pela Pitchfork Media na lista dos Top 500 melhores canções da década de 2000,[61] no número sete na lista produzida pela Daily Telegraph[62] e no número seis pela Revista Slant Magazine na lista dos 100 Melhores Singles da Década.[63] Em setembro de 2011 "Crazy in Love" foi eleita a canção da década de 2000 pela VH1. [64]

Desempenho[editar | editar código-fonte]

"Crazy in Love" foi um sucesso comercial em todo o mundo. O single alcançou o número um na Billboard Hot 100, parada de singles dos Estados Unidos.[65] Na mesma semana em que a canção ficou em primeiro lugar, seu álbum de origem Dangerously in Love estreou na Billboard 200 também no número um.[66] Com um airplay massivo, e mais tarde no varejo, os ganhos de "Crazy in Love" facilitaram seu domínio no gráfico,[67] Ela conseguiu continuar em primeiro pelas 7 semanas seguites,[68] tornando o primeiro single número um em carreira solo de Beyoncé. De acordo com a Nielsen SoundScan, "Crazy in Love" foi a música mais baixada nos Estados Unidos por quatro semanas consecutivas em julho de 2003.[69] O single permaneceu na parada por 27 semanas, passando as quinze primeiras semanas entre os dez primeiros, e 26 dessas semanas no top 50. A canção foi certificada de ouro pela Recording Industry Association of America (RIAA), em 2004[70] enquanto o sua versão ringtone também foi disco de ouro, dois anos depois.[71] "Crazy in Love" acabou se tornando o quarto maior hit de 2003 nos Estados Unidos.[72] Em 06 de outubro de 2010, "Crazy in Love" já tinha vendido 47 mil unidades físicas nos EUA.[73]

Nos mercados internacionais, "Crazy in Love" também saiu-se bem. Em 2003 Beyoncé fez história ao se tornar a terceira artista feminina a ter um número single e um álbum simultaneamente no primeiro lugar no Reino Unido.[74] A primeira foi a cantora americana Mariah Carey, e a segunda foi a cantora australiana Kylie Minogue. Contando com sua carreira no grupo Destiny's Child, a canção se tornou o terceiro single número um de Beyoncé no Reino Unido, e foi a única canção em 2003 ficar simultaneamente em primeiro no Reino Unido e Estados Unidos.[75] O single passou três semanas no número um no Reino Unido,[76] e permaneceu na parada por mais 15 semanas.[77] No Irish Singles Chart "Crazy in love" também alcançou o número um, ficando mais 18 semanas no gráfico.[78] Na Austrália, a canção atingiu seu pico no número dois no ARIA Singles Chart,[79] e recebeu certificação de platina pela Australian Recording Industry Association (ARIA), com vendas superiores a 70.000 unidades.[80] Ele também chegou a número dois no New Zeland Singles Chart,[79] e foi certificada em platina pela Recording Industry Association of New Zealand (RIANZ). [81] "Crazy in Love" também apareceu em vários gráficos na Europa, chegando geralmente dentro do top dez.[79] Ele alcançou o top dez na Áustria, os territórios belgas Flandres e Valónia, Dinamarca, Alemanha, Hungria, Itália, Holanda, Noruega, Suécia e Suíça.[79]

Videoclipe[editar | editar código-fonte]

Antecedentes e sinopse[editar | editar código-fonte]

O vídeo de "Crazy in Love" foi comparado com o vídeo da música "Jenny from the Block" de Jennifer Lopez (na foto)

O vídeoclipe da música de "Crazy in Love", foi lançado em maio de 2003, e foi filmado pelo diretor britânico Jake Nava.[82] Na MTV Making of do Video em 2003, Beyoncé descreveu a concepção do vídeo: "[O vídeo] celebra a evolução de uma mulher que é sobre uma garota que está no ponto de um relacionamento quando ela percebe que ela está apaixonada, então ela começa fazer coisas que ela normalmente não faria, mas ela não se importa. O que importa é ela está uma loucamente apaixonada."

O vídeo mostra Beyoncé em várias seqüências de dança. A cena de abertura começa com Beyoncé vestindo uma camiseta regata, short curto e salto alto vermelho. Ela executa uma dança solo elaborados em uma espécie de palco. A cena muda para um conjunto de flashes como numa sessão de fotos, antes de passar para a cena onde Beyoncé e as dançarinas, dançam contra uma parede, enquanto usam bonés e calças longas. Jay-Z, em seguida, aparece e inicia uma linha de gasolina levando a um carro que, então, explode em chamas. Ele passa a cantar seu rap na frente do carro em chamas, enquanto Beyoncé dança girando ao seu lado, vestindo um casaco de pele, antes de chutar a válvula de um hidrante. Ela continua a dançar enquanto a água está voando por todo o lugar. O vídeo termina com Beyoncé e seus dançarinos na frente de um ventilador gigante em vestidos vibrantes em contraste com as cores mais neutras do fundo, o vídeo teve também Carmit Bachar (ex-Pussycat Dolls ) como um dos dançarinos.

Recepção e Elogios[editar | editar código-fonte]

Cynthia Fuchs, escrevendo para PopMatters comentando que a fotografia das cenas do videoclipe lembra a mesma rotina que Jennifer Lopez no vídeo de "Jenny from the Block" (2002) com luzes quentes, maquiagem assustadora, e "muita perna".[21] Ele elogiou o vídeo, afirmando que: "O corpo de Beyoncé torna-se o seu inegável emblema"[21] Tom Moon da The Philadelphia Inquirer disse "de sua famosa e fotogênica, moldura uma deusa", comentando a maneira que Beyoncé.

O vídeo da música recebeu elogios dos críticos, e ganhou três prêmios no MTV Video Music Awards em 2003 nas categorias de Best Female Video, Best R&B Video e Best Choreography e foi indicado na categoria Viewer's Choice.[83] Diretor Jake Nava também ganhou um Music Video Production Association para o vídeo na categoria de Best R&B Video em 2004.[84][85] No mesmo ano, o vídeo ganhou a categoria Best Collaboration no MTV Video Music Awards Japan de 2004, onde também foi indicado para o prêmio de Best Famale Video.[86] "Crazy in Love" também recebeu uma indicação no NAACP Image Award para o prêmio Outstanding Music Video em 2004.[87] Ela ganhou o prêmio de Best International Video no MuchMusic Video Awards em 2004.[88]

Performances ao vivo[editar | editar código-fonte]

Beyoncé e Jay-Z performando "Crazy in Love" em 2009 durante a turnê I Am... Tour

Beyoncé performou pela primeira vez "Crazy in Love", com Jay-Z em 28 de agosto durante o MTV Video Music Awards de 2003.[89] Ela cantou a música em um medley, juntamente com os vocais pré-gravados de Sean Paul em "Baby Boy" (2003).[90] A canção foi incluída no set list para a maioria dos concertos de Beyoncé. A canção foi definido como o fechamento de sua turnê Dangerously in Love Tour que começou no final de 2003. Durante a turnê, ela apareceu suspensas do teto da palco sendo reduzido para uma espreguiçadeira vermelha.[91] Beyoncé também fez uma performance ao vivo de "Crazy in Love" no BRIT Awards 17 de fevereiro de 2004. Ela estava usando um vestido branco por Roberto Cavalli e diamantes, cujo preço foi estimado em cerca de meio milhão de dólares. Ela apareceu no palco em uma nuvem de fumo, parado no meio da canção para puxar para cima seu superior antes de ir embora com o prêmio Best International Female Solo Artist.[92] Esta apresentação foi inclusa no DVD Live at Wembley. Beyoncé e Jay-Z performaram "Crazy in Love" no The Prince's Trust, um evento de caridade organizado pela realeza britânica o príncipe Charles no Earls Court em Londres em 31 de maio de 2004.[93]

A canção foi escolhida para ser a faixa de abertura no set list das turnês The Beyoncé Experience e I Am... Tour durante várias paradas incluindo a Arena Odyssey na Irlanda do Norte , da O2 Arena em Londres, Atenas, na Grécia, e Sydney na Austrália.[94] Em 05 de agosto de 2007, Beyoncé cantou a música no Madison Square Garden, em Manhattan.[95][96] Shaheem Reid da MTV News elogiou o desempenho: "Há poucos (muito poucos) artistas lá fora que pode realmente cantar, que pode dançar, muito mais que uma boa aparência - mas na verdade nenhum outro que pode combinar os três e adicionar o poder da estrela emblemáticos como Beyoncé faz, sem dúvida ela é a melhor performer na atualidade."[95] Jon Pareles do The New York Times também elogiou o desempenho, afirmando: "Beyoncé não precisa de distrações em seu canto, que pode ser arejado ou calmo, ​​chorosos ou vicioso, rápido com sílabas staccato ou sustentada em suas melismas. Mas ela está em constante movimento, exibindo seus trajes [...]".[96] Frank Scheck do The Hollywood Reporter escreveu: "[...] Sua performance de 'Crazy in Love' contou com alguns arranjos surpreendentes, que deu um frescor ao material".[97] As performances da canção foram incluídas em seus álbuns ao vivo The Beyoncé Experience Live (2007),[98] I Am... Yours: An Intimate Performance at Wynn Las Vegas (2009),[99] e I Am... World Tour (2010).[100] Mais recentemente Beyoncé performou a canção num show no Palais Nikaia em Nice, França, em 20 de junho de 2011, em apoio de seu álbum 4.[101] e no Festival de Glastonbury 2011 em 26 de junho de 2011 na frente de mais de 175.000 pessoas.[102]

Impacto cultural[editar | editar código-fonte]

Covers[editar | editar código-fonte]

Os personagens da série Glee fizeram uma versão cover da música

Desde de seu lançamento, muitos artistas gravaram versões cover da música. Em 2003, o cantor e compositor irlandês Mickey Harte gravou uma versão acústica de "Crazy In Love" para o álbum de caridade Even Better Than the Real Thing Vol. 1. O rock alternativo da banda Snow Patrol cantou a canção na "BBC Sessions" com Zane Lowe. A capa foi lançada como b-side do single "Spitting Games"[103] e mais tarde foi incluído nos álbuns de compilação Cosmosonica - Tom Middleton Presents Crazy Covers Vol. 1[104] e Up to Now do Snow Patrol.[105] David Byrne fechou concerto no Hollywood Bowl em 27 de junho de 2005 com uma versão samba de "Crazy in Love".[106] Em 2007, a banda de rock alternativo Switchfoot produziu uma versão de rock da canção lançado em parte do Yahoo! CoverArt series.[107] Embora mantendo os elementos fundamentais da pista, Switchfoot acrescentou seu "sabor rock" nela.[107] A banda lançou um vídeo para a versão cover e está disponível no site da Yahoo! Pepsi Smash.[107]

Depois de executar a música na emissora de rádio australiana Triple J, The Magic Numbers gravou um cover da música para o 2007 Starbucks (Hear Music) álbum compilação, Sounds Eclectic: The Covers Project.[108] Tracy Bonham cantou a canção acústica, com a guitarra e violino, em seu álbum de 2007 In The City + In The Woods.[109] A banda britânica The Puppini Sisters regravou a canção para seu álbum de 2007 The Rise and Fall of Ruby Woo.[110] A artista indie Dsico gravou a música num estilo mais eletrônica , que está disponível para download digital.[111] Em 2009, Chris Ward e Andrew Thiboldeaux, aka Pattern is Movement, seguiram seu primeira sessão Daytrotter fazendo o cover de "Crazy in Love", uma versão que continham vocais duo, foi inspirado por Antony Hegarty.[112] Antony and the Johnsons lançaram uma versão instrumental da música como o b-side para seu single de 2009 "Aeon".[16][113] Em novembro de 2009, o seriado televisivo Glee fez uma versão cover da música. Esta versão foi inclusa no álbum Glee: The Music, The Complete Season One.[114] O grupo alemão The Baseballs gravou uma versão no estilo rockabilly para seu álbum de estréia Strike! Back em agosto de 2010.[115]

Uso na mídia[editar | editar código-fonte]

Depois de ganhar o prêmio de Best Collaboration Awards para "Crazy in Love", no BET Awards de 2004, Beyoncé dedicou o prêmio para o apresentador do programa, o comediante Mo'Nique, cuja entrada incluía uma paródia da coreografia do videoclipe da música com um grupo de seis voluptuosa dançarinas.[116] Nos bastidores, Mo'Nique tinha todas as estrelas falando. Ela disse para a MTV News: "Quando minha menina saiu e fez a coisa de Beyoncé, foi como, "Wau!". E foi de onde ela teve a idéia de imitar a coreografia.[116] "Crazy in Love" foi tocada ao vivo duas vezes no Australian Idol. A primeira vez foi na 1ª temporada, pelo eventual vencedor Guy Sebastian na final do programa em 2003,[117] e a segunda vez foi em 2006.[118] Em junho de 2008, a cantora e compositora de R&B, Jessica Mauboy viajou para a Indonésia para uma viagem de três dias por todo o país. No terceiro dia de sua viagem, ela se apresentou no Indonesian Idol, cantando "Crazy in Love" com a ex-Indonesian Idol e seus concorrentes Mike, Judika e Lucky.[119] A canção também foi tocada ao vivo uma vez no Singapura Idol por Maia Lee.

Em 2002, Beyoncé assinou contrato com a empresa de bebidas Pepsi. Posteriormente, ela apareceu em várias campanhas publicitárias do produto da empresa, e, numa dessas, "Crazy in Love" estava sendo usada como música de fundo.[120] "Crazy in Love" foi incluída na trilha sonora do filme de 2004 Bridget Jones: No Limite da Razão.[121] Em 2004, também foi destaque na trilha sonora dos filmes White Chicks e Taxi. em 2007 a canção também foi incluida na trilha sonora do filme Good Luck Chuck.[122]

Faixas e formatos[editar | editar código-fonte]

Prêmios[editar | editar código-fonte]

Em 2004, Beyoncé recebeu três indicações por "Crazy in Love" no Grammy Award, nas categorias Record of the Year, Best R&B Song e Best Rap/Sung Collaboration, vencendo os dois últimos.[123] Um remix da canção, conhecido como "Krazy em Luv" (Maurice Nu Soul Mix) também ganhou o Grammy na categoria Best Remixed Recording, Non-Classical para sua remixer, Maurice Joshua.[123] A canção também foi reconhecida no ASCAP Pop Music Awards de 2004 como uma das músicas mais performada do ano.[124] Nos prêmios Vibe Awards concedido pela revista Vibe também reconheceu a canção para Coolest Collaboration em 2003.[125]

Na Europa, "Crazy in Love" ganhou o prêmio de Best Song no MTV Europe Music Awards em 2003.[126] No mesmo ano, a canção venceu na categoria Best R&B/Urban Dance Track no 22º International Dance Music Awards.[127] A canção também ganhou o prêmio de Best Collaboration no BET Awards, onde também recebeu uma indicação na categoria Viewer's choice.[128] "Crazy in Love" também recebeu uma indicação ao NAACP Image Awards na categoria Outstanding Song[87] e para Favorite Song no Kids' Choice Awards.[129]

Ano Prêmio Nomeação Categoria Resultado
2003 Vibe Awards[130] "Crazy in Love" (com: Jay-Z) Coolest Collaboration Venceu
International Dance Music Awards[131] Best R&B/Urban Dance Track Venceu
MTV Video Music Award[132] Best Female Video Venceu
Best R&B Video Venceu
Best Choreography Venceu
Viewer's Choice Indicado
MTV Europe Music Awards[133] Best Song of the year Venceu
2004 NAACP Image Awards[87] Outstanding Song Indicado
Outstanding Music Video Indicado
Porin Music Awards[134] Best Fereign Song Venceu
Radio Music Awards[135] Song of the Year/Hip Hop Radio Indicado
Smash Hits Poll Winners Party[136] Best Music Video Venceu
TEC Awards[137] Record Production/Single Or Track Indicado
BMI Pop Music Awards[138] BMI Award for Award-Winning Songs Venceu
BET Awards[139] Viewer's choice Indicado
Best Collaboration Venceu
Nickelodeon Kids' Choice Awards[129] Favorite Song Indicado
MuchMusic Video Awards[140] Best International Video Venceu
MTV Video Music Awards Japan[141] Best Collaboration Venceu
ASCAP Pop Music Awards[142][143] Most performed song Venceu
ASCAP Rhythm & Soul Music Awards[144] Award Winning R&B/Hip-Hop Songs Venceu
Grammy Awards[145][146]
Record of the Year Indicado
Best Rap/Sung Collaboration Venceu
Best R&B Song Venceu
"Krazy em Luv" (Maurice Nu Soul Mix) Best Remixed Recording, Non-Classical Venceu

Precessão e sucessão[editar | editar código-fonte]

Gráficos de sucessão
Precedido por
"Family Affair" por Mary J. Blige
Best R&B/Urban Dance Track no International Dance Music Awards
2003 – 2004
Sucedido por
"Yeah!" por Usher com Lil Jon & Ludacris
Precedido por
"Get The Party Started" por Pink
Best Female Video no MTV Video Music Award
2003 – 2004
Sucedido por
"Naughty Girl" por Beyoncé
Precedido por
"No More Drama" por Mary J. Blige
Best R&B Video no MTV Video Music Award
2003 – 2004
Sucedido por
"If I Ain't Got You" por Alicia Keys
Precedido por
"Can't Get You Out Of My Head" por Kylie Minogue
Best Choreography no MTV Video Music Award
2003 – 2004
Sucedido por
"Hey Mama" por Black Eyed Peas
Precedido por
"Get the Party Started" por Pink
Best Song no MTV Europe Music Awards
2003 – 2004
Sucedido por
"Hey Ya!" por Outkast
Precedido por
"Beautiful" por Snoop Dogg com Pharrell
Best Collaboration no BET Awards
2004 – 2005
Sucedido por
"1, 2 Step" por Ciara com Missy Elliott
Precedido por
"Gimme The Light" por Sean Paul
Best International Video Artist no MuchMusic Video Awards
2004 – 2005
Sucedido por
"Caught Up" por Usher
Precedido por
"Good Life" por Suite Chic com Firstklas
Best Collaboration no MTV Video Music Awards Japan
2004 – 2005
Sucedido por
"Numb/Encore" por Jay-Z e Linkin Park
Precedido por
"Feel" por Robbie Williams
Best Fereign Song no Porin Music Awards
2004 – 2005
Sucedido por
"Duplanci" por Luka Barbic com Luka
Precedido por
"Dilemma" por Nelly com Kelly Rowland
Best Rap/Sung Collaboration no Grammy Award
2004 – 2005
Sucedido por
"Yeah!" por Usher com Ludacris e Lil Jon
Precedido por
"Love Of My Life (An Ode To Hip Hop)" por Erykah Badu com Common
Best R&B Song no Grammy Award
2004 – 2005
Sucedido por
"You Don't Know My Name" por Alicia Keys
Precedido por
"Hella Good (Roger Sanchez Remix Main)" por Roger Sanchez
Best Remixed Recording, Non-Classical no Grammy Award
2004 – 2005
Sucedido por
"It's My Life (Jacques Lu Cont's Thin White Duke Mix)" por Jacques Lu Cont

Desempenho nas tabelas musicais[editar | editar código-fonte]

Precessão e sucessão[editar | editar código-fonte]

Gráficos de sucessão
Precedido por
"May We Never Have to Say Goodbye" por Ronan Tynan e Rita Connolly
Primeiro lugar no Irish Singles Chart
12 julho de 2003 – 2 de agosto de 2003
Sucedido por
"Fly on the Wings of Love" por XTM e DJ Chucky presents Annia
Precedido por
"This Is the Night" por Clay Aiken
Primeiro lugar no U.S. Billboard Hot 100
12 de julho de 2003 – 30 de agosto de 2003
Sucedido por
"Shake Ya Tailfeather" por Nelly, P. Diddy e Murphy Lee
Precedido por
"Bring Me to Life" por Evanescence featuring Paul McCoy
Primeiro lugar no UK Singles Chart
6 de julho 2003 – 20 de julho de 2003
Sucedido por
"Never Gonna Leave Your Side" por Daniel Bedingfield
Precedido por
"So Gone" por Monica
Primeiro lugar no U.S. Billboard Hot R&B/Hip-Hop Songs
26 julho de 2003 – 9 de agosto de 2003
Sucedido por
"Frontin'" por Pharrell com Jay-Z
Precedido por
"Bring Me to Life" por Evanescence featuring Paul McCoy
Primeiro lugar no European Hot 100 Singles
26 de julho de 2003 – 16 de agosto de 2003
Sucedido por
"Bring Me to Life" por Evanescence featuring Paul McCoy
Precedido por
"Harem" por Sarah Brightman
Primeiro lugar no U.S. Billboard Hot Dance Club Play
13 de setembro de 2003
Sucedido por
"My Time" by Dutch com Crystal Waters

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