Pavilhão 9 (banda)

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Pavilhão 9
Informação geral
Origem São Paulo, SP
País  Brasil
Gênero(s) Rap metal
Rap rock
Metal alternativo
Funk rock
Funk metal
Hardcore punk
Punk rock
Hip hop
Horrorcore
Rapcore
Período em atividade 1990 - atualmente
Gravadora(s) Deckdisc, Paradoxx, WEA, Independente
Afiliação(ões) Max Cavalera, Igor Cavalera, Nação Zumbi, Sepultura, Marcelo D2, Planet Hemp, Black Alien, O Rappa, Charlie Brown Jr., Rodolfo Abrantes, Camburão e Arsenal, Piveti & Branco, DJ Paul (RPW)
Integrantes Rho$$i
Doze
Heitor Gomes
Rafael Bombeck
Leco Canali
DJ Mf
Ex-integrantes Ricardo Ortega
Marcelo Munari
Fernando Schaefer
Marinho
DJ EB
Piveti e Branco
DJ Branco
Blindado
Thunder
DJ Paul
Página oficial www.pavilhao9.com.br

Pavilhão 9 é uma banda brasileira de rap metal, formada em São Paulo,[1] em 1990. A banda tem letras políticas e de protesto, com melodias que mesclam o rap com o heavy metal, punk rock, hardcore e reggae.

Biografia[editar | editar código-fonte]

História[editar | editar código-fonte]

A banda foi formada no bairro do Grajaú, em 1990. Ao contrário do que a maioria das pessoas pensam, o nome não foi retirado de um dos pavilhões do presídio do Carandiru, mas sim de uma torcida organizada do Sport Club Corinthians Paulista (fato confirmado pelos integrantes da banda numa entrevista ao site UOL, em 1999). Dois anos depois, o grupo lançou seu primeiro álbum, Primeiro Ato. Uma das músicas do disco, intitulada Otários Fardados, gerou polêmica, por fazer críticas pesadas à Polícia Militar de São Paulo. Por questões de segurança, o vocalista Rhossi e os outros integrantes passaram a se apresentar escondendo o rosto por trás de gorros, máscaras de jogador de hóquei e pinturas.[2]

Em 1994 o Pavilhão 9 lançou seu segundo disco, Procurados Vivos ou Mortos, pela Paradoxx Music. Três anos mais tarde, pela mesma gravadora, o grupo gravou Cadeia Nacional, gravado, mixado e produzido por Beto Machado (Bob Mac). Com letras que falam sobre problemas sociais enfrentados na periferia das grandes cidades e críticas à violência policial, o grupo voltou a gerar polêmica com o álbum de 1999, Se Deus Vier, Que Venha Armado, o qual tinha a imagem de Jesus Cristo na capa. Além da reação da Igreja Católica e dos políticos conservadores, o CD gerou também o fim do contrato com a gravadora Paradoxx. Em 2000, assinaram contrato com a Warner Music e foram chamados para tocar no Rock in Rio de 2001.[3]

Em 2005 o grupo suspendeu suas atividades, mas Rho$$i seguiu em carreira solo, lançando o álbum #AHoraÉAgora.[4][5] O grupo voltou a se reunir em 2012 para shows no festival Lollapalooza.[6]

Em 17 de julho 2017, após 11 anos desde seu último álbum inédito, a banda anuncia o retorno em sua fanpage do Facebook junto com o lançamento do mais novo trabalho, o single "Tudo Por Dinheiro", disponibilizando a faixa nas principais plataformas de música digital e o mais novo álbum "Antes Durante Depois" pela gravadora Deckdisc, previsto para ser lançado no dia 11 de agosto de 2017. O novo line-up conta com Heitor Gomes (ex-Charlie Brown Jr. e CPM 22) no baixo, Rafael Bombeck na guitarra, Leco Canali na bateria, além dos já conhecidos MCs Rhossi e Doze. <ref> [1]

Integrantes[editar | editar código-fonte]

Formação atual
  • Rhossi - vocal (1992-)
  • Doze - vocal (1996-)
  • Heitor Gomes - baixo (2017-)
  • Rafael Bombeck - guitarra (2017-)
  • Leco Canali - bateria (2017-)
  • DJ Mf (2017-)
Ex-integrantes

Discografia[editar | editar código-fonte]

Álbuns de estúdio

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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