Mário de Alencar

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Mário de Alencar Academia Brasileira de Letras
Nome completo Mário Cóchrane de Alencar
Nascimento 30 de janeiro de 1872
Rio de Janeiro, Bandeira Senado da Câmara do Rio de Janeiro 1831.png Município Neutro
Morte 8 de dezembro de 1925 (53 anos)
Rio de JaneiroRio de Janeiro1908.gif Distrito Federal
Nacionalidade brasileiro
Ocupação Advogado, poeta, jornalista, contista e romancista

Mário Cochrane de Alencar (Rio de Janeiro, 30 de janeiro de 1872 — Rio de Janeiro, 8 de dezembro de 1925) foi um advogado, poeta, jornalista, contista e romancista brasileiro.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Filho de José de Alencar, foi membro da Academia Brasileira de Letras. Autor de folhetins, teve muito dos seus escritos em prosa e poesia dispersa entre jornais e revistas

Utilizou-se de pseudônimos como Deina e John Alone em algumas publicações em periódicos. Colaborou com vários órgãos de imprensa do Rio de Janeiro/RJ, desde a adolescência, tais como: Almanaque Brasileiro Garnier, Brasilea (1917), Correio do Povo (1980); Gazeta de Notícias (1894); O Imparcial e A Imprensa (1900), Jornal do Commercio, O Mundo Literário, Renascença, Revista Brasileira (1895-1899), Revista da ABL e Revista da Língua Portuguesa, além de alguns periódicos paulistas.

Obras[editar | editar código-fonte]

  • 1888 Lágrimas;
  • 1902 Versos;
  • 1903 Ode cívica ao Brasil;
  • 1906 Dicionário de rimas;
  • 1910 Alguns escritos;
  • 1912 O que tinha de ser;
  • 1913 Se eu fosse político;
  • 1914 A Semana;
  • 1919 Catulo da Paixão Cearense: sertão em flor;
  • 1920 Contos e impressões.

Relatos dos Imortais[editar | editar código-fonte]

Academia Brasileira de Letras[editar | editar código-fonte]

Ocupante da cadeira 21, eleito em 31 de outubro de 1905, após disputa com Domingos Olímpio, para a sucessão de José do Patrocínio. Foi recebido pelo acadêmico Coelho Neto em 14 de agosto de 1906.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


Precedido por
José do Patrocínio
Lorbeerkranz.png ABL - segundo acadêmico da cadeira 21
1905 — 1925
Sucedido por
Olegário Mariano