Patos

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Município de Patos
"Capital Nordestina do Calçado e do Couro"
"Rainha das Espinharas"
"Patos de Major Miguel"
"Rainha do Sertão"
"Capital do Sertão"
"Morada do Sol"
Panorama central da cidade

Panorama central da cidade
Bandeira de Patos
Brasão de Patos
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 24 de outubro
Fundação 6 de outubro de 1788 (229 anos) (criação do distrito de Patos por provisão, subordinado ao município de Pombal)[1]
Emancipação 9 de maio de 1833 (184 anos) - emancipação política (antes pertencia ao município de Pombal)[2]
24 de outubro de 1903 (113 anos) - elevação à condição de cidade
Gentílico patoense[3]
Padroeiro(a) Nossa Senhora da Guia
CEP 58.700-000 a 58.709-999[4]
Prefeito(a) Dinaldinho[5] (PSDB)
(2017–2020)
Localização
Localização de Patos
Localização de Patos na Paraíba
Patos está localizado em: Brasil
Patos
Localização de Patos no Brasil
07° 01' 28" S 37° 16' 48" O07° 01' 28" S 37° 16' 48" O
Unidade federativa  Paraíba
Mesorregião Sertão Paraibano IBGE/2008[6]
Microrregião Patos IBGE/2008[6]
Região metropolitana Patos
Municípios limítrofes Norte: São José de Espinharas e São Mamede.
Sul: Santa Teresinha e Cacimba de Areia.
Leste: Quixaba e Cacimba de Areia.
Oeste: Santa Teresinha e Malta.
Distância até a capital federal: 2 093 km
estadual: 316 km[7]
Características geográficas
Área 512,791 km² (BR: 2404º)[8]
Área urbana 5,12 km² (PB: 5º) – est. Embrapa[9]
Distritos Patos e Santa Gertrudes IBGE
População 107 790 hab. (BR: 288º PB: 4º) –  estimativa IBGE/2017[10]
Densidade 210,2 hab./km²
Altitude 242 mest. Embrapa[9]
Clima Semiárido BSh
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,701 (BR: 1866° PB: 5º) – elevado PNUD/2010[11]
Gini 0,56 PNUD/2010[11]
PIB R$ 1 158 945 960,69 (PB: 5º) – IBGE/2013[12]
PIB per capita R$ 11 067,51 IBGE/2013[12]
Página oficial
Prefeitura Prefeitura de Patos
Câmara Casa Juvenal Lúcio de Souza
Outras informações
País  Brasil
Macrorregião Nordeste
Vínculo diocesano Diocese de Patos
Vereadores 13
Comarca Patos
Eleitores 61.044 eleitores[13]
Potencial de consumo R$ 1,371 bilhão (2014)[14]

Patos é um município brasileiro no estado da Paraíba, localizado na microrregião de Patos, na mesorregião do Sertão Paraibano. Distante 307 km de João Pessoa, sua sede localiza-se no centro do estado com vetores viários interligando-o com toda a Paraíba e viabilizando o acesso aos Estados do Rio Grande do Norte, Pernambuco e Ceará. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), no ano de 2017 sua população foi estimada em 107.790[10] habitantes. Patos é a 3ª cidade polo do estado da Paraíba, considerando sua importância socioeconômica.

A cidade é sede da 6ª Região geoadministrativa do Estado da Paraíba, composta mais 21 outros municípios, sendo eles: Areia de Baraúnas, Cacimba de Areia, Cacimbas, Catingueira, Desterro, Emas, Junco do Seridó, Mãe D'Água, Malta, Maturéia, Passagem, Quixaba, Salgadinho, Santa Luzia, Santa Terezinha, São José de Espinharas, São José do Bonfim, São José do Sabugi, São Mamede, Teixeira, Várzea. Além disso, Patos é sede da 14ª Vara Federal, que absorve 48 municípios e totaliza uma população de 462.662 habitantes.[15]

Patos, com potencial de consumo de mais de um R$ 1 bilhão em 2012, entrou no mapa das 20 cidades do interior do país com as maiores taxas de consumo. Segundo pesquisa realizada pelas empresas McKinsey e da Geomarketing Escopo, ela está inserida entre as cidades de interior que mais crescem em todo o Brasil, conquistando a 16ª colocação no ranking dos 20 municípios que devem apresentar maior consumo entre 2010 e 2020.[16] O levantamento realizado pelo instituto americano teve por objetivo, mapear o consumo e as novas perspectivas de mercado e a capital do sertão paraibano, empatou com importantes cidades como Caruaru (PE), Corumbá (MS) e Itaituba (PA).[17] Patos também foi apontada como 3° maior potencial de consumo da Paraíba subindo 28 posições em comparação com 2013, ultrapassando Santa Rita e perdendo apenas para a capital (R$ 13,3 bilhões) e Campina Grande (R$ 6,5 bilhões), sendo também a 327ª colocação no ranking nacional segundo o IPC Maps, com a previsão de R$ 1,371 bilhão de consumo – um incremento de R$ 200 milhões em relação a 2013.[18]

A sua importância geoeconômica próxima ao centro geográfico da Paraíba e a proximidade com os Estados de Pernambuco e Rio Grande do Norte, que por sua vizinhança com a microrregião do Pajeú (PE), com a microrregião de Caicó e de Currais Novos (RN), lhe concede condições para centralizar as atividades econômicas de produção e de comercialização. Polariza geograficamente cerca de 70 municípios dos Estados do Rio Grande do Norte, Pernambuco e da própria Paraíba atingindo um raio de 170 km, totalizando uma população superior a 700 mil pessoas.[19]

A cidade de Patos está na 3ª posição entre as cinco cidades que têm 53% de concentração das empresas no Estado da Paraíba, com 3,49% (6.562), perdendo somente para João Pessoa e Campina Grande, respectivamente.[20]

Patos é a 32ª cidade com maior área territorial do Estado da Paraíba.

História[editar | editar código-fonte]

Até meados do século XVII, toda a zona que abrange o território do atual Município de Patos era habitada pelos índios Pegas e Panatis.

Os primeiros elementos civilizadores a penetrarem a região foram os membros da família Oliveira Ledo, que fundaram algumas fazendas de gado, tendo encontrado forte resistência por parte dos gentios. Pouco a pouco foram os nativos obrigados a abandonar a região, à medida que seus domínios eram conquistados pelos brancos.

Depois das fazendas de gado fundadas por Oliveira Ledo, outras foram sendo formadas por colonizadores portugueses, que ali se estabeleceram com seus escravos.

O lugar primeiramente devassado chamava-se Itatiunga, nome dado pelos gentios que significa "pedra branca". Mais tarde, passou a chamar-se Patos.

Segundo a tradição, a denominação de Patos originou-se do nome de uma lagoa, hoje aterrada, situada às margens do rio Espinharas, a qual era conhecida por Lagoa dos Patos, em virtude da grande quantidade dessas aves ali existentes.

Em 1752, o Capitão Paulo Mendes de Figueiredo e sua mulher Maria Teixeira de Melo, que residiam nos sítios de Patos e Pedra Branca, doaram parte de suas terras a Nossa Senhora da Guia. É nessas terras que está edificada a cidade de Patos.

Em 28 de novembro de 1768 foi ratificada essa doação pelos herdeiros de Paulo Mendes de Figueiredo, tendo início a construção da capela em 1772. Nos seus arredores começou a surgir a povoação, que se incorporou à Freguesia de Nossa Senhora do Bom Sucesso de Pombal.

Com o desenvolvimento que foi tendo a povoação, a 6 de outubro de 1788, por Provisão Régia, n.° 14, foi criada a Paróquia de Patos.

Regimes, Revoluções e Ditaduras[editar | editar código-fonte]

Revolução Pernambucana[editar | editar código-fonte]

Em 1817, a tranquilidade da futura Vila Imperial dos Patos foi quebrada pela efervescência da Revolução Pernambucana, que culminaria no movimento denominado Confederação do Equador. O vigário de Pombal, José Ferreira Nobre, assumiu a função de propagá-lo em todo o Sertão da Província da Paraíba. Como único caminho que ligava o interior ao mundo civilizado, Patos também se tornou rota dos revolucionários, que objetivavam proclamar uma república baseada na constituição da Colômbia.[21]

Confederação do Equador[editar | editar código-fonte]

Na manhã de 7 de setembro de 1824, transitam pela povoação dos Patos, presos, com destino ao Recife, os implicados nos movimentos separatistas, entre eles o Frei Caneca. No diário do famoso revolucionário, com relação à escala comitiva em Patos, consta um jantar, na casa do vigário Antônio da Silva Costa, destacando a afabilidade do anfitrião. Dormiram na Cacimba dos Bois, em duas léguas e meia de distância. Frei Caneca elogiou as estradas da região e criticou o proprietário da fazenda Conceição do Estreito, ao qual atribuiu o adjetivo de somítico e acrescentou: "Nesta jornada passamos pela chamada Passagem, cuja atmosfera, ventanias, ervas e prospectos são da praia do mar".[21]

Na passagem por Patos, não sabia o frade herói que estava prestes a ser executado, fato consolidado, em 13 de janeiro de 1825, na Fortaleza das Cinco Pontas, em Recife.[21]

Geografia[editar | editar código-fonte]

Relevo e solo[editar | editar código-fonte]

Serrote do Espinho Branco.

95% do relevo é plano e, a exemplo do que ocorre na maior parte da Paraíba, as rochas são resistentes e bastante antigas, remontando a era pré-cambriana, com mais de 2,5 bilhões de anos, formando um complexo cristalino, com o favorecimento da ocorrência de metais, não metais e gemas. Os aspectos geomorfológicos do município encaminham a classificação de depressão, com o registro de pequenos declives, oscilando entre 240 e 580 metros de altitude, predominância de relevos ondulados e baixa amplitude térmica. Há também, a presença isolada de inselbergs, dentre eles os serrotes: Espinho Branco, Trapiá, Serra Negra, Onça, Pia, Pilões e Pedro Agostinho.[22]

O solo é raso e pedregoso, rico em cálcio, fósforo e potássio, apresentando uma deficiência em materiais orgânicos, o que o torna alcalino, pelo fato de estar mais exposto à erosão, o que lhe causa a diminuição da capacidade de retenção de água. O processo de desertificação, peculiar em grande parte das áreas do município, resulta da variação climática e, de modo mais intenso, da ação humana. Fatores como a derrubada das florestas e matas ciliares, somados às tradicionais queimadas, acabaram contribuindo com a remoção de nutrientes, absorvidos pelas partículas minerais (argilas) e orgânicas (húmus), ou em solução, como o nitrogênio, geralmente levados pelas enxurradas. O consumo desenfreado dos recursos naturais, notadamente da vegetação nativa, tem provocado problemas ambientais de grande monta. Atividades agropecuárias desenvolvidas ao longo de séculos, em bases insustentáveis, modificaram o cenário sertanejo, com ulcerações nos tecidos ecológicos naturais e perda de grande parte da fertilidade da terra. Com ausência de cobertura vegetal, a radiação desseca o solo, promovendo a sua aridez, aflorando a camada pedregosa à superfície e dificultando o desenvolvimento do sistema radicular e das atividades microbianas, capazes de melhorar os padrões químicos e de fertilidade.[22]

Elevações Rochosas

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Rio Espinharas transbordando durante a cheia de abril de 2009.

O município faz parte da Bacia Hidrográfica do Piranhas, umas das nove existentes no Nordeste, e é cortado por três rios: o Farinha, que nasce no município de Salgadinho e percorre Areia de Baraúnas, Passagem e Cacimba de Areia, recebendo água de montante nos municípios de Quixaba, São Mamede e da Serra de Teixeira; o Cruz, que surge no maciço Teixeira, município de Imaculada, e atravessa Mãe d'água, se encontrando com o primeiro à altura do bairro de Santo Antônio, onde forma o principal curso de água temporário, o Rio Espinharas, que corta a cidade no sentido sul-norte. A sub-bacia recebe águas dos afluentes Sabonete e São Franciso e também dos seguintes riachos: das Moças, de Firmino Gayoso e das Bastianas, nos municípios de Santa Teresinha e São José do Bonfim.[23]

Rios e Riachos
Abastecimentos do município

Com relação ao abastecimento d'água, o primeiro marco do município, após o pioneirismo das cacimbas e o transporte do líquido precioso através dos lombos animais, é o Açude do Jatobá e a Barragem da Farinha. A cidade também é servida pela Barragem de Capoeira (no município de Santa Teresinha) e pelo complexo formado pelos açudes Açude Coremas Mãe D'Água.[24] Há ainda, o Açude Mocambo e dezenas de poços tubulares que garantem o abastecimento da urbe.[25]

Açudes do município

Clima e vegetação[editar | editar código-fonte]

Maiores acumulados de precipitação em
24 horas registrados em Patos por meses
Mês Acumulado Data Mês Acumulado Data
Janeiro 89 mm 03/01/2002 Julho 16,8 mm 17/07/2011
Fevereiro 132 mm 13/02/2007 Agosto 39,6 mm 02/08/2000
Março 143,2 mm 13/03/2009 Setembro 13,2 mm 26/09/1976
Abril 258,2 mm 14/04/2009 Outubro 37,5 mm 24/10/2010
Maio 132,6 mm 03/05/1978 Novembro 32,8 mm 20/11/1996
Junho 60,8 mm 29/06/2013 Dezembro 90,4 mm 30/12/1999
Fonte: Rede de dados do INMET. Período: 1975-1984 e 1993-2013.[26]

O clima de Patos é semiárido quente (tipo Bsh na Classificação climática de Köppen-Geiger), quente e seco, com poucas chuvas.[27] A temperatura média anual é de 25,5 ºC, sendo janeiro o mês mais quente (26,8 ºC) e julho o mais frio (23,3 ºC). A precipitação média anual é de 728 milímetros (mm). Os meses mais chuvosos são março (213 mm) e abril (177 mm), enquanto agosto (3 mm) e setembro (1 mm) são os mais secos.[28] Patos se encontra na 18ª colocação no ranking 20 cidades mais quentes do Brasil. [29]

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período entre 1975 a 1984 e 1993 a 2013, a menor temperatura registrada em Patos foi de 9,2 ºC em 28 de julho de 1996,[30] e a maior atingiu 39,8 ºC em 2 de outubro de 1997.[31] O maior acumulado de precipitação registrado em 24 horas foi de 258,2 mm em 14 de abril de 2009. Outros grandes acumulados foram 147,4 mm em 21 de abril de 1996, 143,2 mm milímetros em 13 de março de 2009, 132,6 mm em 3 de maio de 1978, 132 mm milímetros em 13 de fevereiro de 2007, 124,5 mm em 22 de maio de 1999 e 107,6 mm em 10 de maio de 2008.[26] O mês de maior precipitação foi abril de 2009, quando foram registrados 508,5 mm.[32] O menor índice de umidade relativa foi de 13% em 2 de outubro de 1997.[33]

Dados climatológicos para Patos
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima absoluta (°C) 39,1 38,9 39,6 38,5 38 37 35,7 37,1 38,5 39,8 39,5 39,5 39,8
Temperatura máxima média (°C) 32 31,7 31,2 30,1 28,7 27,4 27 27,6 29,5 31 31,7 32 30
Temperatura média (°C) 26,8 26,7 26,5 25,9 25 24 23,3 23,5 24,9 25,9 26,4 26,7 25,5
Temperatura mínima média (°C) 21,7 21,7 21,8 21,7 21,4 20,6 19,7 19,5 20,3 20,8 21,1 21,4 21
Temperatura mínima absoluta (°C) 17,5 18,3 15,2 18,5 16,8 15,2 9,2 15,1 17 18,1 16,2 17,5 9,2
Precipitação (mm) 66 139 213 177 55 28 12 3 1 4 8 22 728
Umidade relativa (%) 52,3 64 65,6 61,3 55,8 53,8 49,1 46,8 45,7 47,2 48,1 47,4 53,1
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (recordes de temperatura: 1975 a 1984 e a 1993 a 2013).[30][31]
Fonte #2: Climate Data (médias climatológicas de temperatura e precipitações)[28] e Departamento de Ciências Atmosféricas (umidade relativa).[34]

Vegetação[editar | editar código-fonte]

A vegetação predominante é a Caatinga, bioma ambiental, exclusivamente brasileiro, perfeitamente adaptado ao clima quente e seco, bastante sofrido pela degradação e intempéries. Na estiagem a maioria das plantas perde as folhas e os troncos tornam-se esbranquiçados, enquanto no inverno o verde reaparece como num toque de mágica, em poucos dias do início das precipitações. Há uma variedade de espécies. Na flora, as mais comuns são: jurema-preta (Mimosa tenuiflora), angico (Anadenanthera colubrina), catingueira (Caesalpina pyramidalis), pereiro (Aspidospema pyrifolium), baraúna (Schinnopsis brasiliensis), xique-xique (Piloscereus gounellei) e aroeira (Myracrodruon nurundeuva). Na fauna são mais de mil tipos, incluindo alguns ameaçados de extinção: onça, gato do mato, veado-catingueiro, preá, gambá, cascavel, mocó, tamanduá, tatu-peba, canário, gavião, asa branca, etc.

A expansão imobiliária que restringiu, consideravelmente, a área rural de Patos, somada a exploração da madeira, de forma extrativista, na fabricação de carvão e suporte de lenha e madeira para o consumo residencial e das indústrias, sem ações voltadas para a reposição de plantéis, foram fatores que deixaram à beira da desertificação, fato que passou a exigir a inserção de um plano de manejo, em defesa da flora e flora da região.[35]

Recursos minerais[editar | editar código-fonte]

No âmbito histórico, encontra-se na região de Patos um grande potencial extrativista, por conta da dimensão de sua extensão territorial, compreendendo as áreas inseridas nos atuais municípios de São José de Espinharas e Salgadinho, emancipados em 1961, onde se concentravam as principais jazidas do Sertão da Paraíba. No primeiro distrito, em 19 de março de 1943, o cidadão Moisés Quirino de Medeiros chegou a ser autorizado, pelo Decreto 12.023, a pesquisar scheelita numa área de dez hectares, situada no sítio Pitombas.[36]

Também, em São José de Espinharas, o urânio foi descoberto na segunda metade do século XX, através de pesquisas realizadas por um grupo de engenheiros, de nacionalidade indiana, japonesa, alemã e australiana, capitaneado pela Empresa Nuclear Brasileira, que identificou a presença de uma grande reserva do metal radioativo, mas descartou a viabilidade de exploração pelos riscos que essa atividade poderia causar a saúde da população.[36]

Em 1980, vislumbra-se uma das mais impressionantes descobertas das gemas, no distrito de São José da Batalha, nos domínios territoriais de Salgadinho, sob a supervisão de Heitor Barbosa, com o primeiro achado, oito anos após o início da atividade, da Turmalina Paraíba.[36]

No potencial que continuou inserido no espaço territorial de Patos, vale registrar uma correspondência encaminhada por lideranças políticas ao presidente Jânio Quadros, em 1961, pleiteando a implantação de uma fábrica de cimento na cidade, para a utilização do calcário existente. A partir da segunda metade da última década do século XX, com a implantação da MICCAL - Mineração, Indústria e Comércio de Argamassas Itatiunga Ltda, na área rural denominada Trapiá, é que passou a ter, efetivamente, a exploração dessa matéria-prima, dentro dos conceitos ambientais permitidos por lei, redundando em consideráveis ganhos à construção civil e economia local.[36]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Patos possui uma população de 106.314 habitantes (IBGE - 2015). Possui a 9ª densidade demográfica da Paraíba, atrás apenas de João Pessoa, Bayeux, Cabedelo, Campina Grande, Guarabira, Lagoa Seca, Nova Floresta e São Sebastião de Lagoa de Roça (IBGE - 2010). Patos é a vigésima oitava cidade mais populosa do interior do Nordeste brasileiro.

Em 1940, Patos chegou a ser mais populosa que Campina Grande. Enquanto Campina Grande possuía cerca 33 800 habitantes, Patos superava com uma população de 41 850 habitantes.

Fonte: IBGE

4.406 homens livres e 660 escravos em 1851.

Economia[editar | editar código-fonte]

Ano PIB Cresc.
2002 283.178 -
2003 331.372 17,0
2004 374.848 13,1
2005 419.799 12,0
2006 482.495 14,9
2007 530.928 10,0
2008 658.216 24,0
2009 770.939 17,1
2010 830.949 7,8
2011 899.395 8,2
2012 1.040.765 15,7
2013 1.155.462 11,0
2014 1.322.958 14,5
Fonte: IBGE, cidades.[37]

Patos ocupa a 6ª posição no PIB (Produto Interno Bruto) no estado da Paraíba, atras apenas de João Pessoa, Campina Grande, Cabedelo, Santa Rita, Bayeux com R$ 692,747 milhões, em 2010, um acréscimo nominal de 12,6%. Vale salientar que a Região Metropolitana de Patos ocupa a 3ª posição no PIB no estado da Paraíba com R$ 1 284 372 bilhão, atras apenas das regiões metropolitanas de João Pessoa e Campina Grande, respectivamente.

A cidade de Patos, localizada no pediplano sertanejo, é considerada uma das mais importantes cidades do sertão do Nordeste por se apresentar como um polo comercial que abrange mais de setenta municípios do sertão nordestino.[carece de fontes?]

Tem seu ponto forte o comércio, o qual deixa sua população flutuante em torno de 130 mil pessoas. Em épocas festivas como o São João, o fluxo de turistas eleva a população para 200 mil pessoas aproximadamente. É também considerada a cidade de melhor distribuição de renda e estrutura urbana, com baixíssimos índices de violência urbana.

Cidade rica em minério e centro de comercialização da agricultura regional, Patos destaca-se como um dos municípios de mais rápido desenvolvimento industrial do sertão paraibano. Patos é um município do estado da Paraíba, localizado à margem esquerda do Rio Espinharas. Tem uma altitude de 242m e clima semi-árido e quente. A economia baseia-se na cultura do algodão e do feijão. As principais indústrias são as de calçado, extração de óleos vegetais e beneficiamento de algodão e cereais. Tem grande riqueza mineral, com jazidas de mármore cor-de-rosa e ocorrências de ouro, ferro, calcários e cristal de rocha. Patos liga-se a todo o Nordeste e ao Sul por ferrovia e rodovias.

Dados do Sistema Público de Emprego do Ministério do Trabalho apontam que o município de Patos possui atualmente um total de 9.902 trabalhadores em atividade no mercado formal do trabalho.

Os dados incluem todas as atividades do setor privado, a exemplo de Comércio e Serviços, Indústria de Transformação, Construção Civil, Agropecuária, Serviços Industriais de Utilidade Pública e o Extrativismo Mineral, assim como os trabalhadores formalizados nas repartições públicas municipais, estaduais e federais.

Dos 9.902 trabalhadores com vínculo efetivo em Patos, 5.731 são homens, o que corresponde a 57,87% do total, enquanto 4.171 são mulheres, o que equivale a 42,13% de toda a mão de obra. Os dados incluem apenas a realidade do mercado de trabalho patoense, até o ano de 2010, uma vez que o Sistema é atualizado a cada ano.

Na distribuição por segmento, comércio e serviços aparece com 5.638 (56,93%) dos empregos formais, seguido da administração pública com 1.760 trabalhadores regulares, ou 17,77%, e da Indústria de Transformação, que tem segundo o Ministério do Trabalho, 1.539 trabalhadores, ou 15,54% do total.

Subdivisões[editar | editar código-fonte]

Bairros[editar | editar código-fonte]

Mapa mostrando o município de Patos e suas divisões.
Posição Bairro População (IBGE - 2010)
1 São Sebastião 11.369
2 Santo Antônio 6.987
3 Liberdade 6.636
4 Belo Horizonte 5.901
5 Maternidade 5.477
6 Jatobá 5.467
7 Bela Vista 4.488
8 Bivar Olinto 3.890
9 Morro 3.232
10 Centro 3.138
11 Monte Castelo 2.929
12 Novo Horizonte 2.648
13 Nova Conquista 2.459
14 Noé Trajano 1.771
15 Salgadinho 1.438
16 Sete Casas 1.225
17 Brasília 1.006
18 Santa Cecília 856
19 Alto da Tubiba 681
20 Jardim Magnólia 376
21 Morada do Sol 280
22 Distrito Industrial 272
23 Ana Leite 16

Região Metropolitana de Patos[editar | editar código-fonte]

A Região Metropolitana de Patos foi criada pela lei complementar nº 103, de 28 de dezembro de 2011 cuja população total é de 224.550 habitantes (IBGE - 2010) e é composta por 24 municípios.

Política[editar | editar código-fonte]

Prefeitos[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Lista de prefeitos de Patos

Povos ancestrais[editar | editar código-fonte]

Comunicação[editar | editar código-fonte]

No dia 25 de agosto de 2014 (segunda-feira) estreou na TV Tambaú (filiada ao SBT), o programa jornalístico Caso de Polícia Interior, apresentado por Erly Fernandes diretamente de Patos, com a equipe toda da cidade. O programa chega para dá mais foco a cidade de Patos e ao Sertão da Paraíba, visto que as notícias são constantes e instantâneas.[38]

Primeiro site de notícias[editar | editar código-fonte]

Folha Patoense
Slogan 1 ano com você!
Requer pagamento? Não
Cadastro Não necessita de cadastro
País de origem  Brasil
Idioma(s) Português
Lançamento 1997
Posição no Alexa Mundo 526.628º
Brasil 13.486º[39]
Desenvolvedor Alex Souto
Proprietário Wandecy Medeiros
Página oficial www.folhapatoense.com
Estado atual Ativo

O primeiro portal de notícias foi o Folha Patoense, que começou em 1997 e foi até 1999, durando dois anos. O site tinha poucos acessos devido a cidade de Patos não ter muitos usuários de Internet (a maioria dos leitores eram patoenses que residiam em outras partes do Brasil e do planeta) e surgiu da iniciativa do designer Maurílio Campos, que na época editava, em sociedade com Wandecy Medeiros, o periódico impresso Folha Patoense. Quando a internet começava a crescer e receber mais usuários, o site saiu do ar, pois Maurílio Campos mudou-se para João Pessoa e não teve como se dedicar ao projeto, enquanto Wandecy Medeiros não teve condições para administrar o portal e a edição impressa. O site ressurge em agosto de 2016.[40]

A edição impressa do Folha Patoense era um jornal mensal e que atualmente circula apenas em alguns meses do ano. Quando o site encerrou no fim da década de 1990, a edição impressa permaneceu (apesar de circular de forma irregular) mesmo com as inovações tecnológicas e do domínio das mídias online.[40]

Telefonia[editar | editar código-fonte]

Em 1936, foram instalados em Patos os dois primeiros telefones magnéticos, ligando a fazenda Jatobá ao Posto do DNOCS, situado na Rua Antenor Navarro, 372. No ano de 1951, instalaram-se dois telefones particulares com finalidade comercial, entre o Escritório do Senhor Severino Lustoza de Morais, localizado na Rua do Nego e sua fábrica de óleo vegetal, situado na Rua do Prado, denominada de Indústria de Produtos Alimentícios - IPAL.[41]

Em 1954, surgiram outros dois telefones que serviram ao público, ligando o Hospital Regional de Patos a um poste localizado na esquina do Banco do Brasil, onde hoje funciona o Posto Paizão, na confluência das ruas Bossuet Wanderley e Epitácio Pessoa, que, na época chamava se Benjamim Constant. [41]

O ponto de partida real surgiu por iniciativa do Prefeito Nabor Wanderley no dia 12 de Julho de 1958, com a instalação da primeira Central Telefônica. Automática com quinhentos terminais. Sistema AGF de fabricação da ERICSSON. A primeira ligação com telefone interurbano apareceu em 1959 ligando Patos ao então Distrito de São José do Bonfim, hoje município de mesmo nome.[41]

A época de implantação da primeira central, foi marcada por uma série de resistências de algumas famílias que achavam que Patos não estaria a altura de receber tal benefício. Segundo o motorista do Prefeito José Rodrigues de Lima, esse teria sido mais um grande mérito do Dr. Nabor, que visitando casa a casa conseguiu convencer os mais irredutíveis e mais tarde ser reconhecido pela grande obre no campo da comunicação.[41]

Em 1963, já por mera necessidade o serviço telefônico ganhava a sua primeira ampliação em mais de 180 terminais no Sistema Semi Automático, tipo ADF-162, marca ERICSSON.[41]

Sete anos depois, em 1970, surge o primeiro sistema interurbano através de rádio UHF com doze canais- via mesa, ligando a cidade ao resto do país. Esse serviço foi instalado pela Empresa Telefônica da Paraíba - ETP.[41]

Somente em Outubro de 1973, o Serviço Telefônico Municipal foi encampado pela Telecomunicações de Campina Grande - TELINGRA. Um ano depois, a TELINGRA encampou a ETP, fiacando em todo o Estado apenas uma única Companhia que mais tarde mudaria sua denominação para Telecomunicações da Paraíba S/A - TELPA - Empresa do Sistema TELEBRÁS.[41]

Em Abril de 1975, era inaugurado o novo sistema NC-230 de cabine outo-transportada com capacidade para 2000 terminais, com uma nova rede que comportaria 2 700 terminais, inclusive, com Discagem Direta a Distância - DDD, que iniciou o funcionamento com Discagem Direta Sainte - DDS, em virtude de falta de canalização entre Patos e Recife.[41]

Em 25 de Abril de 1976, o Ministério das Comunicações, representado pelo General Euclides Quandt de Oliveira veio inaugurar a Central NC-400 com capacidade para dois mil e trezentos terminais com Discagem Direta à Distância - DDD e Discagem Direta Internacional - DDI plenos, Sistema de Transmissão SHF com rádio, capacidade para novecentos e sessenta canais, dos quais 120 em funcionamento.[41]

HDTV em Patos[editar | editar código-fonte]

Em 2012, o Secretário de Serviços de Comunicação Eletrônica Genildo Lins de Albuquerque Neto publicou duas portarias consignando a Televisão Independente de São José do Rio Preto Preto LTDA (Portaria Nº 356, de 2 de Abril de 2012) e a Televisão Paraíba LTDA (Portaria Nº 1.504, de 1º de Agosto de 2012), ambas autorizatárias do Serviço de Retransmissão de Televisão em Patos, para transmissão do sinal digital na cidade. A Rede Vida (canal 24 - correspondente à faixa de frequência de 530 a 536 megahertz) e a TV Globo (canal 19 - correspondente à faixa de frequência de 500 a 506 megahertz), respectivamente, para transmissão digital do mesmo serviço e na mesma localidade no âmbito do Sistema Brasileiro de Televisão Digital Terrestre.

Canais de TV abertos[editar | editar código-fonte]

Canal nº Canal Virtual Nome
02 Analógico TV Canção Nova
04 Analógico TV Bandeirantes
06 Analógico TV Correio / TV Record
07 Analógico TV Borborema / SBT
09 Analógico TV Paraíba / TV Globo
9.1 Digital TV Paraíba / TV Globo
11 Analógico TV Tambaú / SBT
13 Analógico Rede Vida
16 Analógico TV Correio / TV Record
18 Analógico TV Itararé / TV Cultura
19.1 Digital TV Paraíba / TV Globo
26 Analógico TV Correio / TV Record
29 Analógico TV Paraíba / TV Globo
29.1 Digital TV Paraíba / TV Globo
35 Analógico TV Tambaú / SBT

Rádio[editar | editar código-fonte]

Canal/Frequência Serviço Nome Observação
93,9 MHz FM Arapuan FM
94,9 MHz FM Interativa FM
98,5 MHz FM Cidade Morena FM
102,9 MHz FM Itatiunga FM
105,1 MHz FM Espinharas FM
105,9 MHz FM Morada do Sol FM
106,3 MHz FM Princesa do Sertão FM
750 kHz AM Arapuan AM
1.400 kHz AM Espinharas AM
1.450 kHz AM Sertão AM

Saúde[editar | editar código-fonte]

Hospitais

  • Hospital Regional de Patos
  • Hospital Infantil de Patos
  • Centro de Oncologia de Patos
  • Maternidade Peregrino Filho
  • Hospital São Francisco
  • Complexo de Sáude Maria Marques

Transporte[editar | editar código-fonte]

A cidade está na rota de praticamente todos os deslocamentos ocorridos na região sertaneja, rumo ao litoral e outras áreas do país. As empresas de ônibus como a Guanabara, a Progresso, Itapemirim, Gontijo, os transportes alternativos e particulares são os responsáveis pelos deslocamentos das pessoas.

Terminal de Integração Urbano e Regional de Patos

A Prefeitura Municipal de Patos, através da Superintendência de Transportes e Trânsito (STTRANS) colocou em fase experimental o Terminal de Integração Urbano e Regional do município, interligando 62 municípios da Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte. O terminal está funcionando na antiga Rodoviária Ivan Lucena da Nóbrega, localizada na Praça da Independência, no Centro da cidade. O projeto de revitalização e ampliação do espaço está orçado em R$ 200 mil em recursos próprios da Prefeitura.[42]

Modernizar o sistema de transporte alternativo e oferecer opções de comodidade, conforto e segurança para os usuários é um dos objetivos do terminal de integração, que possibilitará, ainda, o descongestionamento do trânsito no centro da cidade, encurtando o tempo de viagens.[43]

Religião[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Diocese de Patos

Igrejas[editar | editar código-fonte]

Catedral de Nossa Senhora da Guia.

Turismo[editar | editar código-fonte]

O turismo em Patos ainda é uma atividade subdesenvolvida e resume-se ao turismo religioso, em uma escala pequena e, o turismo de eventos, no período junino. Os principais pontos turístcos são:

Esporte[editar | editar código-fonte]

Estádio José Cavalcanti.

O município possui dois times de futebol : Nacional Atlético Clube (conhecido como o "Canarinho do Sertão") e Esporte Clube de Patos (conhecido como "O Terror do Sertão"). O único estádio da cidade é o Estádio José Cavalcanti.

As maiores torcidas da cidade, de acordo com o Instituto Patoense de Pesquisas e Estatística (INNPE), são as seguintes: Flamengo (42%), Vasco (17%), Corinthians e Palmeiras (8,5%), São Paulo (6,5%), Fluminense e Botafogo (4%), demais grandes times (1% cada um).[44]

Times de Futebol Profissionais
Estádios
Ginásios

Eventos e datas comemorativas[editar | editar código-fonte]

Feriados municipais

Filhos ilustres[editar | editar código-fonte]

Notas

Referências

  1. Fernandes, Flávio Sátiro (2003). Na Rota do Tempo. [S.l.]: Imprell Editora. 44 páginas 
  2. Fernandes, Flávio Sátiro (2003). Na Rota do Tempo. [S.l.]: Imprell Editora. 54 páginas 
  3. Patos - gentílico Dicionário Aulete
  4. «CEP de cidades brasileiras». Correios. Consultado em 31 de Julho de 2008 
  5. «Especial: Posse do prefeito e vice-prefeito da cidade de Patos – Veja fotos!». Patosonline. 1º de janeiro de 2017. Consultado em 3 de janeiro de 2017 
  6. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  7. Mapa Google Maps
  8. «Paraíba » Patos». IBGE Cidades. Consultado em 4 de agosto de 2014 
  9. a b «Urbanização das cidades brasileiras». Embrapa Monitoramento por Satélite. Consultado em 30 de Dezembro de 2011 
  10. a b «Estimativa populacional 2017 IBGE». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 30 de agosto de 2017. Consultado em 1 de setembro de 2017 
  11. a b «Perfil do Município de Patos, PB». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2013. Consultado em 31 de julho de 2013 
  12. a b «Produto Interno Bruto dos municípios 2010-2013». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 18 de dezembro de 2015 
  13. «Dinaldinho derrota Nabor Wanderley e será o novo prefeito de Patos». Patosonline. 2 de outubro de 2016. Consultado em 7 de outubro de 2016 
  14. Eber Freitas/Jornal da Paraíba. «PB tem 6 cidades na lista dos 500 maiores consumos. Patos é destaque». Consultado em 25 de Abril de 2014 
  15. Patosonline. «Prefeitura e Justiça Federal instalam hoje Vara Federal em Patos». Consultado em 15 de Março de 2013 
  16. http://Patos é 16º consumo do País: Ranking da McKinsey e da Escopo inclui a cidade paraibana no mapa das 20 maiores taxas de crescimento do interior até 2020.; Disponível em Vitrine Patos<[1]> Acesso em 03 de Setembro de 2012.
  17. Portal Correio. «Município de Patos faz 109 anos entre os 40 de maior aumento no consumo». Consultado em 10 de novembro de 2012 
  18. Eber Freitas/Jornal da Paraíba. «PB tem 6 cidades na lista dos 500 maiores consumos. Patos é destaque». Consultado em 25 de Abril de 2014 
  19. Sinatran-PB. «SUGESTÃO DO CIDADÃO: Terminal de Integração de ônibus e Alternativos em Patos». Consultado em 20 de Setembro de 2013 
  20. Paraíba Total. «Cinco cidades têm 53% de concentração das empresas no Estado da Paraíba». Consultado em 24 de Novembro de 2013 
  21. a b c Lucena, Damião (2015). «Capítulo XI - Regimes, Revoluções e Ditaduras». Patos de todos os tempos A Capital do Sertão da Paraíba. [S.l.]: A UNIÃO. pp. 381 e 382. ISBN 978-85-8237-052-0 
  22. a b Lucena, Damião (2015). «Capítulo II - Aspectos Geográficos». Patos de todos os tempos A Capital do Sertão da Paraíba. [S.l.]: A UNIÃO. pp. 28, 29. ISBN 978-85-8237-052-0 
  23. Lucena, Damião (2015). «Capítulo II - Aspectos Geográficos». Patos de todos os tempos A Capital do Sertão da Paraíba. [S.l.]: A UNIÃO. 29 páginas. ISBN 978-85-8237-052-0 
  24. Lucena, Damião (2015). «Capítulo II - Aspectos Geográficos». Patos de todos os tempos A Capital do Sertão da Paraíba. [S.l.]: A UNIÃO. 30 páginas. ISBN 978-85-8237-052-0 
  25. Rildo da Nobrega Alencar, José. Guias urbano e rural de Patos-PB. [S.l.: s.n.] 
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  27. «Patos». Iparaíba. Consultado em 30 de maio de 2014. Cópia arquivada em 30 de maio de 2014 
  28. a b «Clima: Patos». Climate Data. Consultado em 30 de maio de 2014. Cópia arquivada em 30 de maio de 2014 
  29. MaisPatos.com. «Patos aparece entre as 20 cidades mais quentes do Brasil». Consultado em 2 de abril de 2013 
  30. a b «Série Histórica - Dados Diários - Temperatura Mínima (°C) - Patos». Banco de Dados Meteorológicos para Ensino e Pesquisa. Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 30 de maio de 2014 
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  32. «BDMEP - Série Histórica - Dados Mensais - Precipitação Total (mm) - Patos». Banco de Dados Meteorológicos para Ensino e Pesquisa. Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 30 de maio de 2014 
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  35. Lucena, Damião (2015). «Capítulo II - Aspectos Geográficos». Patos de todos os tempos A Capital do Sertão da Paraíba. [S.l.]: A UNIÃO. pp. 27, 28. ISBN 978-85-8237-052-0 
  36. a b c d Lucena, Damião (2015). «Capítulo II - Aspectos Geográficos». Patos de todos os tempos A Capital do Sertão da Paraíba. [S.l.]: A UNIÃO. 31 páginas. ISBN 978-85-8237-052-0 
  37. IBGE. Canal Cidades: Patos. Disponível em [2]. Acesso em fevereiro de 2017.
  38. Sidney Silva (25 de Agosto de 2014). «Caso de polícia interior estreia hoje na Tv tambaú canal 5». TV Santa Luzia. Consultado em 26 de Agosto de 2014 
  39. «Alexa Traffic Ranks - Folha Patoense» (em inglês). Alexa Internet. Consultado em 13 de julho de 2017 
  40. a b Folha Patoense
  41. a b c d e f g h i Lucena, Damião (ed.). PATOS: GRANDES VULTOS. [S.l.: s.n.] pp. 8, 9 e 10 
  42. Terminal de Integração Urbano e Regional de Patos entra em fase de teste. Disponível em <[3]> Acesso em 15 de Maio de 2013
  43. Terminal de Integração Urbano e Regional de Patos entra em fase de teste. Disponível em <[4]> Acesso em 15 de Maio de 2013
  44. Wandecy Medeiros (8 de maio de 2017). «Patos flamenguista: Mais de 42% dos patoenses torcem pelo Flamengo». Folha Patoense. Consultado em 8 de maio de 2017 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]