Carla Zambelli

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa

{{Info/Político | nome = Carla Zambelli | imagem = Carla Zambelli (cropped).jpg | imagem_tamanho = 200px | imagem_legenda = | título = Deputada Federal por São Paulo | mandato = 1º de fevereiro de 2019
até atualidade | nascimento_data = 3 de julho de 1980 (38 anos) | nascimento_local = Ribeirão Preto, São Paulo | nacionalidade = brasileira | nome_mãe = | nome_pai = | alma_mater = | prémio = | partido = [[Partido Democrático


te Dilma Roussef|'

'impeachment]] da ex-presidente Dilma Rousseff.[1] Nas eleições de 2018, elegeu-se deputada federal por São Paulo, pelo Partido Social Liberal (PSL).[2]

Inicialmente, quando grávida, Carla participou de movimentos feministas, mas a mesma alega não ter ligação alguma com o grupo Femen[3] ou mesmo ser feminista, inclusive explicando que a confusão se deve ao fato Sara Winter, com quem ali ela protestava. ser do grupo e não ter esclarecido os pontos que o movimento radical defendia, causando um rompimento das partes, que só viria a ser restabelecida quando Sara passasse a defender pautas mais conservadoras.

Ao longo de sua militância, se envolveu em alguns momentos conturbados. Em julho de 2016, o ministro do Supremo Ricardo Lewandowski se irritou com um boneco inflável gigante que fazia referência a ele, durante protesto organizado pelo grupo Nas Ruas. O Supremo Tribunal Federal enviou ofício ao diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello, pedindo que providências fossem tomadas contra os responsáveis pelo ato, citando Carla como suposta líder da manifestação.[4] Em junho de 2017, Carla se envolveu em um conflito com Paulo Pimenta (PT-RS) ao acusá-lo de roubo. O vídeo no qual o petista lhe dá voz de prisão foi publicado na internet pela própria ativista, que chegou a ser encaminhada para a delegacia do Congresso.[5][6] O deputado petista, contudo, não formalizou nenhuma queixa contra ela.[7]

Com seu grupo, coordenou movimento de apoio à Polícia Federal por todo o País, e de apoio à Operação Lava Jato.[8][9] Palestrante da Polícia Federal no VII Congresso Nacional de Delegados da Polícia Federal, foi homenageada pelo trabalho prestado em prol da busca da autonomia e de recursos investigativos para a instituição.

Tem um perfil alinhado à direita, sendo liberal econômico e conservadora nos costumes.[10] Em 2017 se declarou monarquista, após conversas com membros da família imperial.[11] É contra a política de cotas, exceto para pessoas com deficiência.[2]

Nas eleições de 2018, foi eleita deputada federal pelo PSL.[12][13] Afirmou que sua linha de atuação na Câmara dos Deputados continuará sendo o combate à corrupção. De acordo com Zambelli, isso será feito por meio de três pilares: "menos Estado, mais justiça e educação de verdade".[2]

Também por conta das eleições de 2018, a então candidata foi processada por publicar Fake News, insinuando que o Deputado Jean Wyllys cometia crime de pedofilia.[14] Foi condenada a pagar, e após eleita esta afirmou que seria pago com crowdfunding de seus eleitores, pois a mesma já tinha destino para seu novo salário de deputada.[15]

Em 2019, a Deputada do PSL foi convidada a viajar para China, a fim de conhecer o novo sistema de reconhecimento facial produzido pelos chineses. A ação desagradou o filósofo e mentor de Carla, Olavo de Carvalho, que a advertiu pela atitude, e a mesma responde dizendo que "Olavo nem sempre tem razão"[16][17], numa clara alusão ao mantra repetido pelos alunos de seu mentor.

Referências

  1. Nas Ruas, Associação Brasil (2017). «Nas Ruas». Nas Ruas. Consultado em 25 de março de 2018 
  2. a b c «Carla Zambelli defende combate à corrupção e critica atuação da bancada feminina». Câmara dos Deputados. 15 de outubro de 2018. Consultado em 17 de outubro de 2018 
  3. «Carla Zambelli: "Eu nunca fui do Femen". Assista a entrevista completa do PSL Mulher». Consultado em 26 de abril de 2019 
  4. «STF quer que PF investigue manifestantes que levaram boneco de Lewandowski a manifestação». O Globo. 6 de julho de 2016 
  5. «Deputado do PT dá voz de prisão a militante do movimento "Nas Ruas"». Congresso em Foco 
  6. «Petista manda deter ativista na CPI da JBS - O Antagonista». O Antagonista. 30 de novembro de 2017 
  7. «Deputado deu voz de prisão, mas não formalizou queixa contra líder do Nas Ruas - A Protagonista». A Protagonista. 5 de dezembro de 2017 
  8. http://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2017-03/manifestantes-vao-ruas-em-defesa-da-operacao-lava-jato-veja
  9. https://veja.abril.com.br/politica/grupos-pro-impeachment-vao-voltar-as-ruas-para-defender-lava-jato/
  10. https://politica.estadao.com.br/noticias/eleicoes,partidos-conservadores-avancam-na-camara,70002539799
  11. Viegas, Nonato (16 de novembro de 2017). «Líder de movimento que pediu impeachment de Dilma agora é monarquista». ÉPOCA. Consultado em 15 de novembro de 2018 
  12. «Zambelli no PSL - O Antagonista». O Antagonista. 5 de março de 2018 
  13. «Conheça os deputados e senadores campeões de votos nas eleições de 2018». Correio Braziliense. 8 de outubro de 2018. Consultado em 17 de outubro de 2018 
  14. «As polêmicas de Carla Zambelli: "Jean Wyllys é covarde ou mentiroso"». universa.uol.com.br. Consultado em 26 de abril de 2019 
  15. «Carla Zambelli do Brasil Nas Ruas faz 'vaquinha online' para indenizar Jean Wyllys em R$ 40 mil». Fausto Macedo. Consultado em 26 de abril de 2019 
  16. «Zambelli: 'Olavo nem sempre tem razão'». BR 18. Consultado em 26 de abril de 2019 
  17. «Carla Zambelli, do PSL, rebate críticas de parlamentares eleitos à China - Política». Estadão. Consultado em 26 de abril de 2019