Eneva

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ENEVA
Razão social ENEVA S.A.
Empresa de capital aberto
Cotação BM&F Bovespa: ENEV3
Atividade Energia
Gênero Sociedade anônima
Fundação outubro de 2007 (11 anos)
Fundador(es) Eike Batista
Sede Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Área(s) servida(s)  Brasil
Proprietário(s) Não há acionista controlador [1]
Presidente Pedro Zinner [2]
Acionistas BTG Pactual- Cambuhy Investimentos- Uniper- Itau-e Outros
Antecessora(s) MPX Energia/MPX
Website oficial www.eneva.com.br

Eneva, antes designada como MPX Energia S.A. (BM&F Bovespa: ENEV3) é uma empresa brasileira integrada de energia[3] que atua nos setores de geração, comercialização e logística de energia elétrica. Entrou em operação em outubro de 2007 e sua oferta pública inicial foi realizada em 14 de dezembro de 2007.[4] No início atuava também no segmento de mineração de carvão, mas em 23 de março de 2012 foi anunciada a cisão da empresa e a criação da CCX Carvão da Colômbia S.A..[5]

A Eneva é considerada a maior empresa privada de geração de energia do Brasil.[6]

No fim de Março 2013, o empresário Eike Batista anunciou nova venda de ações da MPX para a alemã E.ON[7]. Como resultado do negócio, a participação do brasileiro será reduzida de 53% para 28,5%, enquanto a fatia da E.ON aumentará de 12% para 36,2%.[8]

Em 11 de setembro de 2013 foi decidido via Assembleia Extraordinária a mudança da razão social da MPX para ENEVA.[9]

Em novembro de 2015, houve a rescisão do acordo com a empresa E.ON[10].

Em 2018, os maiores acionistas da empresa são BTG Pactual (26,79%), Cambuhy Investimentos (22,99%), Uniper (6,10%) e Itaú (5,88%). [11]

Entre os principais empreendimentos do grupo estão o Complexo Termelétrico Parnaíba (gás natural), a Usina Termelétrica Porto do Itaqui (carvão mineral), a Usina Termelétrica do Pecém II (carvão mineral) e a Usina Tauá (energia solar).[11]

A companhia tem oito campos declarados comerciais: cinco deles em produção (Gavião Real, Gavião Vermelho, Gavião Branco, Gavião Caboclo e Gavião Azul) e três em desenvolvimento (Gavião Preto, Gavião Branco Norte e Gavião Tesoura), localizados no Maranhão, e destinados ao Complexo Termelétrico Parnaíba.[12] Na Bacia do Amazonas, a Eneva detém a concessão do Campo de Azulão[13].

Referências

  1. [1] Site ENEVA
  2. Governança Site ENEVA
  3. «Quem Somos – Eneva». Consultado em 26 de fevereiro de 2019 
  4. «MPX Energia tem queda em sua estréia na Bovespa». Globo.com. Consultado em 19 de outubro de 2012 
  5. «Conselho da MPX aprova cisão parcial da CCX». Valor Econômico. Consultado em 19 de outubro de 2012 
  6. «Eike Batista cria maior empresa privada de energia do País». IG. Consultado em 20 de outubro de 2012 
  7. «Eike confirma venda de 10% da MPX para E.ON». Estadão. Consultado em 19 de outubro de 2012 
  8. http://economia.estadao.com.br/noticias/negocios-geral,mpx-pode-ficar-livre-de-oferta-a-minoritarios,149111,0.htm
  9. «G1-MPX muda o nome para ENEVA=G1» 🔗. Consultado em 13 de setembro de 2013 
  10. Eneva anuncia rescisão do acordo da E.ON com Eike Batista Revista Valor
  11. a b «Composição Acionária e Estrutura Societária». ri.eneva.com.br. Consultado em 24 de julho de 2018 
  12. «Exploração e Produção – Eneva». www.eneva.com.br. Consultado em 26 de fevereiro de 2019 
  13. «Eneva adquire campo terrestre de Azulão» (PDF). Eneva. 27 de novembro de 2017. Consultado em 8 de abril de 2019 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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