Crise econômica no Brasil em 2015–2017

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Capa da revista Exame de 5 de agosto de 2015, alertando sobre a crise.

Uma forte crise econômica tem abalado a economia brasileira desde o seu início, nos primeiros meses de 2015, até a atualidade. A crise, cujos primeiros sinais já puderam ser percebidos no final de 2014, foi acompanhada e intensificada por uma crise política, resultando em protestos contra o governo por todo o país. Dilma Rousseff, presidente na época, que houvera sido reeleita para seu segundo mandato, foi afastada do cargo definitivamente em agosto de 2016 com o seu impeachment e em seu lugar assumiu seu vice, Michel Temer, que prometeu adotar medidas para recuperar a economia.

Um dos sintomas da crise é a forte recessão econômica. É a pior recessão da história do país, havendo recuo no Produto Interno Bruto (PIB) por dois anos consecutivos.[1][2] A economia contraiu-se em cerca de 3,8% em 2015.[3] Em setembro de 2016, a taxa de desemprego chegava a 11,8%, atingindo 12 milhões de brasileiros.[4]

Em 2016 os efeitos da crise econômica foram amplamente sentidos pela sobrecarga nos serviços públicos e pela população, que precisou adaptar as contas para a realidade financeira. De acordo com pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) no ano, quase metade dos entrevistados (48%) passou a usar mais transporte público e 34% deixaram de ter plano de saúde.[5] O aprofundamento da crise econômica levou 14% das famílias a trocarem a escola dos filhos de particular para pública em junho, com percentual superior aos verificados em 2012 e 2013, antes da crise.[6] Além disso, os consumidores trocaram produtos por similares mais baratos (78%), esperando liquidações para comprar bens de maior valor (80%) e poupando mais para o caso de necessidade (78%).[7]

Em junho de 2017, o PIB subiu um por cento no primeiro trimestre do ano, sendo o primeiro aumento, após oito quedas trimestrais consecutivas.[8] O ministro da fazenda, Henrique Meirelles, disse que o país "saiu da maior recessão do século".[9]

Antecedentes

Contexto político

Dilma Rousseff em sua posse como presidente no dia 1º de janeiro de 2015, ao lado de seu vice, Michel Temer.

A crise se manifestou de diversas formas e teve como agravante a crise política no país.[10] Dilma Rousseff, candidata do Partido dos Trabalhadores, venceu a eleição presidencial de 2014, derrotando o candidato do PSDB, Aécio Neves. Porém, a vitória foi muito apertada, tendo sido a disputa presidencial mais acirrada da história.[11] A campanha presidencial foi marcada por tumultos e controvérsias, principalmente devido à Operação Lava Jato, que trazia à tona um enorme esquema de corrupção que atingia em cheio a classe política e partidos.[12]

Em 2015, a crise econômica, bem como o avanço da Lava Jato, fez com que, ao longo do ano, milhões de pessoas fossem às ruas protestar contra o governo em todo território nacional.[13] Manifestações em defesa de Dilma também ocorriam.[14] Em dezembro, o presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, aceitou um pedido de impeachment contra Dilma por crime de responsabilidade.[15]

Em 12 de maio de 2016, o Senado Federal afastou Dilma Rousseff do cargo de presidente por 180 dias. Imediatamente, seu vice Michel Temer assume interinamente o cargo.[16] Em 31 de agosto, o Senado fez o julgamento final que removeu Dilma do cargo em caráter definitivo.[17] Em seus primeiros meses frente à presidência da república, Temer se envolveu em controvérsias devido a ministros de seu governo que estavam sendo investigados no âmbito da Lava Jato, bem como o próprio presidente.[18] O escândalo veio a público com áudios divulgados do ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado, em delação premiada.[19]

Em 2017, novos escândalos abalaram o governo. Em 17 de maio, os proprietários do frigorífico JBS disseram, em delação, que gravaram o presidente Michel Temer autorizando a compra do silêncio do deputado cassado e ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, quando ele já se encontrava preso pela Lava Jato. Em uma gravação de áudio, um dos donos da empresa teria dito a Temer que estava pagando uma "mesada" a Cunha a fim de que permanecesse calado na prisão.[20] Esse escândalo gerou vários protestos populares e fez com que se fosse questionado se Temer poderia continuar no cargo de presidente.[21] O escândalo afetou a tramitação das reformas propostas pelo governo que visam a recuperação econômica.[22]

Causas

Brazil takes off ("O Brasil decola", em tradução livre). Capa de 2009 fala sobre o momento favorável da economia brasileira.
Has Brazil blown it? ("O Brasil estragou tudo?", em tradução livre). A The Economist, em 2013, já questionava medidas econômicas do governo.

Não há um consenso claro entre os especialistas sobre quais foram as causas da crise. Porém, diversas fontes confiáveis podem ajudar a esclarecer os motivos que levaram o país a passar por graves dificuldades na economia. Pode-se dividir as causas apontadas entre internas e externas.

Internas

Em 2013, antes do início da crise, a revista britânica The Economist já havia feito críticas à gestão econômica do governo, tendo lançado um relatório de 14 páginas sobre o assunto, que foi matéria de capa.[23] A matéria faz um contraste entre dois momentos discrepantes da economia brasileira. Antes, o país sinalizava um futuro bastante promissor ao registrar crescimento de 7,5% em 2010, sendo o melhor desempenho em décadas. Para aumentar o entusiasmo, o Brasil foi escolhido para sediar tanto a Copa do Mundo em 2014 quanto as Olimpíadas em 2016. Porém, o Brasil fez poucas reformas durante os anos de boom econômico. A matéria afirma também que o setor público brasileiro impõe um fardo particularmente pesado no setor privado.[24]

Externas

A The Economist afirmou mais tarde, em 2015, que as causas imediatas da crise eram externas. A publicação diz que a presidente Dilma Rousseff poderia ter aproveitado melhor a onda de commodities do primeiro mandato dela para diminuir o Estado inchado, que engole 36% do PIB. Ao invés disso, o governo optou por garantir empréstimos subsidiados e incentivos fiscais onerosos para indústrias favorecidas.[25] A subsequente queda dos preços das commodities explica, em parte, a crise.[26]

Outro fator externo apontado foi a desaceleração da economia chinesa. Desde o final da década de 90 até o início de 2012, houve um aumento significativo no preço das commodities no mercado internacional, impulsionado pela crescente demanda da China.[27]

Características

Recessão

Ver artigo principal: Evolução do PIB do Brasil
Alteração percentual do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil, segundo dados do IBGE.[28] Percebe-se o baixo crescimento em 2014 e as fortes quedas nos anos seguintes.

Os sinais de que uma forte recessão viria já se percebeu em 2014, quando o crescimento do PIB foi de apenas 0,5 por cento. Em 2015, a economia se contraiu em 3,8 por cento, sendo a pior recessão desde 1990, durante o governo Collor.[3] Porém, em 2016, o PIB teve outra queda forte, o que fez com que a recessão se tornasse a pior da história. Foi a primeira vez, desde a década de 30, que o país esteve em recessão por dois anos seguidos. Neste período, o PIB per capita caiu 11 por cento.[29]

No primeiro trimestre de 2017, foi registrado um aumento do PIB de 1 por cento, sendo o primeiro aumento desde o início de 2015.[30]

Rombo nas contas públicas

A recessão teve influência no rombo nas contas públicas registrado desde 2014. Este fenômeno ocorre quando o governo gasta mais do que arrecada. As contas do setor público registraram um déficit primário de 155,7 bilhões de reais em 2016, ou seja, as despesas do setor público superaram as receitas com impostos e tributos em 155,7 bilhões de reais naquele ano. No ano anterior, o déficit foi de 32,5 milhões. Em 2016 foi maior ainda, fechando em 155,8 bilhões.[31]

Desemprego

Brasil perde 1,3 milhão de vagas de emprego formal só no ano de 2016[32]

O desemprego, no ano de 2014, ainda não havia dado sinais que iria aumentar. Na média do ano, a taxa ficou em 6,8 por cento, sendo a menor taxa dentre os dois anos anteriores.[33] No encerramento do ano, foi registrado uma taxa de 4,8 por cento nas grandes metrópoles, tais como São Paulo e Belo Horizonte. Foi a menor taxa de desemprego desde 2003, ano em que o IBGE adotou a atual metodologia de análise.[34]

Todavia, nos anos de 2015 e 2016, a crise econômica fez o desemprego disparar. 2015 encerrou com uma taxa de 8,5 por cento e 2016 encerrou com número mais alarmante, 11,5 por cento, segundo o IBGE. Em números absolutos, isso representa 12,3 milhões de brasileiros desocupados[35]

O auge do desemprego foi verificado em março de 2017, quando o país contava com aproximadamente 14 milhões de desempregados. No mês seguinte, abril, foi registrado uma pequena queda na taxa de desemprego. Se trata da primeira queda desde 2014. O desemprego em abril, que foi de 13,6 por cento, ainda era considerado muito elevado.[36]

Durante todo o perído de crise, notou-se que, antes da crise, em fevereiro de 2014, havia 6,6 milhões de desempregados no país. Esse número mais que dobrou desde então até março de 2017, quando se contabilizou 13,4 milhões de pessoas sem trabalho.[37]

Classificação de crédito

Em 9 de setembro de 2015, considerando as dificuldades políticas do Brasil em implementar o ajuste fiscal proposto pelo governo Dilma e a previsão de déficit orçamentário feita pelo governo, a Standard & Poor's (S&P), agência americana de classificação de risco, rebaixou a nota do país para o nível "especulativo" (BB+).[38][39] Horas antes, o vice-presidente de comunicação estratégica da Moody's havia declarado que sua agência, ao contrário da S&P, havia mantido o selo de bom pagador ao país.[40] A Fitch também manteve a nota atribuída ao Brasil (BBB), embora tenha expressado preocupação quanto ao ritmo de crescimento do país.[41] Todos os rebaixamentos significaram em uma perda de confiança no Brasil por parte dos investidores, o que piorou a imagem do país no exterior.

Em 2016, as agências de classificação de riscos norte-americanas voltaram a rebaixar as notas de crédito do Brasil. Em fevereiro de 2016, a Moodys rebaixou a nota do Brasil para Ba2, último nível antes do grau especulativo.[42] No mesmo mês, a S&P rebaixou a nota de crédito do Brasil de BB+ para BB,[43] e no mês seguinte, a Fitch rebaixou a nota do Brasil para BB.[44][45]

Agência Nota anterior Nota após o rebaixamento Data
Fitch BB+ BB 5 de maio de 2016
Moody's Baa3 Ba2 24 de fevereiro de 2016
S&P BB+ BB 17 de fevereiro de 2016

Recuperação

Henrique Meirelles, Ministro da Fazenda do governo de Michel Temer.

Desde o impeachment de Dilma Rousseff e a consequente chegada de Michel Temer ao poder, várias medidas, em sua maioria vistas como impopulares, foram propostas visando a recuperação da economia do país. No começo de 2017, já havia sinais de recuperação econômica, mas concorda-se que o processo seria muito longo e lento.[46][47] Foi proposto, entre outras medidas:

  • A PEC do Teto dos Gastos — proposta de emenda à constituição, aprovada em dezembro de 2016, que estabelece um limite para o crescimento dos gastos do Governo Federal pelos próximos 20 anos.[48]
  • Terceirização — projeto, já aprovado, que permite a terceirização do trabalho também para atividades-fim.[49]
  • Reforma trabalhista — flexibiliza algumas leis trabalhistas, alterando a CLT.[50]
  • Reforma da previdência — estabelece critérios mais rigorosos para a aposentadoria e previdência, estabelecendo, entre outros pontos, uma idade mínima para se aposentar.[51]

Em junho de 2017, foi divulgada a informação que o PIB subiu um por cento no primeiro trimestre do ano.[30] Foi o primeiro aumento do PIB, após oito quedas consecutivas.[8] O ministro da fazenda, Henrique Meirelles, disse que o país "saiu da maior recessão do século".[52] Porém, economistas alertam que o crescimento do PIB caracteriza apenas o fim da "recessão técnica" e que ainda é cedo para decretar que a crise acabou. O desemprego continua alto e ainda há incertezas quanto ao futuro da economia, especialmente após escândalos políticos provocados pela delação da JBS que envolvem o presidente Temer.[53]

Em setembro de 2017, foi divulgado que o desemprego recuou 4,8 por cento, comparado ao trimestre de maio, mas ainda 9,1 por cento maior em relação ao ano anterior. A melhora na ocupação ainda é puxada pela informalidade e pelas contratações no setor público, segundo o coordenador de Trabalho e Rendimento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Cimar Azeredo.[54]

Ver também

Referências

  1. «Como o Brasil entrou, sozinho, na pior crise da história». Época. 4 de abril de 2016 
  2. «Brasil vive a pior recessão da história». G1. 3 de julho de 2017. Consultado em 1 de junho de 2017 
  3. a b «Investimentos despencam e PIB cai 3,8% em 2015, na maior recessão desde 1990». Estadão. Consultado em 6 de junho de 2017 
  4. «Desemprego sobe a 11,8% e atinge 12 milhões de pessoas, indica IBGE - Folha». Folha de S. Paulo. Setembro de 2016. Consultado em 10 de Fevereiro de 2017 
  5. «Pesquisa Mudança de Hábitos de Consumo». O Globo. Consultado em 1 de setembro de 2016 
  6. «Pesquisa Mudança de Hábitos de Consumo: Estadão». Estadão. Consultado em 1 de setembro de 2016 
  7. «Pesquisa Mudança de Hábitos de Consumo». G1. Consultado em 1 de setembro de 2016 
  8. a b «PIB do Brasil cresce 1% no 1º trimestre de 2017, após 8 quedas seguidas». G1 
  9. «PIB sobe 1% no 1º trimestre, após oito quedas consecutivas». Estadão. Consultado em 1 de Junho de 2017 
  10. «Impasse político agrava crise, dizem economistas». O Globo. 19 de março de 2016. Consultado em 6 de Junho de 2017 
  11. «Na disputa mais acirrada da história, Dilma é reeleita presidente do Brasil». Folha de S. Paulo. 26 de outubro de 2014. Consultado em 17 de Junho de 2017 
  12. «NY Times: brasileiros lamentam campanha eleitoral feia». The New York Times. 26 de outubro de 2014. Consultado em 17 de Junho de 2017 
  13. «Mapa das manifestações no Brasil, domingo, 12/04». Consultado em 17 de Junho de 2017 
  14. «Manifestantes protestam em favor do governo Dilma». Consultado em 17 de Junho de 2017 
  15. «Eduardo Cunha aceita pedido de impeachment contra Dilma Rousseff». Política - Estadão. 2 de dezembro de 2015. Consultado em 17 de Junho de 2017 
  16. «Dilma será afastada do cargo por até 180 dias; Temer assume presidência». EBC - Agência Brasil. 12 de maio de 2016. Consultado em 17 de Junho de 2017 
  17. «Senado aprova impeachment e Dilma é afastada definitivamente da Presidência». EBC - Agência Brasil. 31 de agosto de 2016. Consultado em 17 de Junho de 2017 
  18. «Lava-Jato: leia a íntegra da delação premiada de Sérgio Machado que cita Michel Temer». Consultado em 17 de Junho de 2017 
  19. «Áudio indica que Sérgio Machado teria 'ajudado' aliados políticos». G1. 28 de maio de 2016. Consultado em 17 de Junho de 2017 
  20. «Dono da JBS gravou Temer dando aval para comprar silêncio de Cunha, diz jornal». G1. 17 de maio de 2017. Consultado em 17 de maio de 2017 
  21. «Grupo faz protesto contra Temer em Brasília». Consultado em 17 de Junho de 2017 
  22. «Acusação contra Temer coloca reformas "no gelo"». Consultado em 17 de Junho de 2017 
  23. «Has Brazil blown it?». The Economist (em inglês). 17 de setembro de 2013. Consultado em 30 de Junho de 2017 
  24. «O Brasil estragou tudo?». Folha de S. Paulo. 26 de setembro de 2013. Consultado em 30 de Junho de 2017 
  25. «Causas imediatas da crise econômica brasileira são externas, diz The Economist». Notícias R7. Consultado em 30 de Junho de 2017 
  26. «Capa da 'Economist' alerta para queda do Brasil e prevê desastre em 2016». O Globo. Consultado em 30 de Junho de 2017 
  27. «Entenda a crise econômica». EBC - Agência Brasil. Consultado em 30 de Junho de 2017 
  28. «Economia encolhe 3,6% em 2016 e país tem pior recessão da história». O Globo. 7 de março de 2017. Consultado em 6 de Junho de 2017 
  29. «Como o Brasil entrou (e pode sair) da maior recessão da história». Revista Exame. 7 de março de 2017. Consultado em 24 de Junho de 2017 
  30. a b «PIB do primeiro trimestre cresce 1% após oito quedas seguidas». Jornal Nacional. 1 de junho de 2017 
  31. «Rombo nas contas públicas soma R$ 155,7 bilhões em 2016, o maior da história». G1. 31 de janeiro de 2017. Consultado em 27 de Junho de 2017 
  32. «Brasil perde 1,3 milhão de vagas de emprego formal em 2016, diz Caged». Agência Brasil. 20 de janeiro de 2017 
  33. «Desemprego do Brasil cai a 6,8% em 2014 e é o menor dos últimos dois anos, aponta IBGE». Brasil.gov. Consultado em 23 de Junho de 2017 
  34. «Brasil encerra 2014 com a menor taxa de desemprego já registrada». 29 de janeiro de 2015. Consultado em 22 de Junho de 2017 
  35. «Desemprego fica em 12% no 4º trimestre de 2016 e atinge 12,3 milhões». G1. 31 de janeiro de 2017. Consultado em 23 de Junho de 2017 
  36. «Desemprego fica em 13,6% em abril e atinge 14 milhões de brasileiros». G1. 31 de maio de 2017. Consultado em 5 de Junho de 2017 
  37. «Total de desempregados mais que dobrou em 3 anos, calcula IBGE». Revista Exame. Consultado em 25 de Junho de 2017 
  38. Valor Econômico, ed. (10 de setembro de 2015). «S&P tira selo de grau de investimento do país e viés ainda é negativo.». Consultado em 10 de setembro de 2015 
  39. Credit Rating Agencies and Brazil: Why The S&P’s Rating About Brazil Sovereign Debt Is Nonsense. Por Felipe Rezende. New Economic Perspectives, 12 de setembro de 2015
  40. Moody's diz que só revisa nota do Brasil se acontecer 'evento brusco'. Por Thais Bilenky. Folha de S. Paulo, 9 de setembro de 2015
  41. Fitch diz que mau desempenho do Brasil está se tornando estrutural. Folha de S. Paulo, 8 de setembro de 2015
  42. «Moody's tira grau de investimento do Brasil». G1. Globo.com 
  43. Marcelo Osakabe. «S&P rebaixa nota do Brasil pela segunda vez em cinco meses». Estadão. Consultado em 2 de outubro de 2017 
  44. Mariana Branco. «Fitch volta a rebaixar a nota de crédito do Brasil». Agência Brasil. EBC. Consultado em 2 de outubro de 2017 
  45. «Fitch volta a rebaixar nota do Brasil». G1. Globo.com. Consultado em 2 de outubro de 2017 
  46. «Recuperação da economia brasileira será longa e lenta, aponta 'FT'». Financial Times. 8 de fevereiro de 2017. Consultado em 1 de Junho de 2017 
  47. «Recuperação da economia brasileira ainda é lenta, diz presidente do Itaú». Folha de S. Paulo. 18 de abril de 2017. Consultado em 1 de Junho de 2017 
  48. «Temer elogia aprovação da PEC do Teto e minimiza menor número de votos a favor». Agência Brasil. 13 de dezembro de 2016. Consultado em 17 de Junho de 2017 
  49. «Com vetos, Temer sanciona lei que permite terceirização de atividade-fim». Agência Brasil. 31 de março de 2017. Consultado em 17 de Junho de 2017 
  50. «Com flexibilização de vários pontos da CLT, reforma trabalhista divide opiniões». Agência Brasil. 13 de abril de 2017. Consultado em 17 de Junho de 2017 
  51. «Reforma terá idade mínima de 62 anos para mulher se aposentar». Agência Brasil. 18 de abril de 2017. Consultado em 17 de Junho de 2017 
  52. «PIB sobe 1% no 1º trimestre, após oito quedas consecutivas». Economia Estadão. 1 de junho de 2017. Consultado em 1 de Junho de 2017 
  53. «PIB positivo é 'saída técnica' da recessão, mas recuperação é incerta; entenda». G1. 1 de junho de 2017. Consultado em 5 de Junho de 2017 
  54. Daniel Silveira e Taís Laporta (29 de setembro de 2017). «Desemprego fica em 12,6% em agosto e atinge 13,1 milhões, diz IBGE». Consultado em 2 de outubro de 2017 

Ligações externas