Lista de teorias de conspiração

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Essa lista de teorias da conspiração é um conjunto de teorias não provadas mais populares relacionadas, mas não limitadas, a planos de governo clandestinos, tramas de assassinatos elaborados, supressão de tecnologia e conhecimento secretos, e outros esquemas supostamente por trás certos eventos políticos, culturais e históricos.

Uma conspiração é definida por lei, como um acordo por duas ou mais pessoas para cometer um crime, fraude ou outro ato doloso. Embora em sentido estrito uma teoria da conspiração é uma teoria sobre uma conspiração, o termo geralmente se refere a uma teoria que atribui a causa final de um evento ou uma cadeia de eventos (geralmente políticos, sociais, culturais ou históricos), ou a ocultação de tais causas de conhecimento público, a um plano secreto e muitas vezes enganoso por uma conspiração de poderosos ou a pessoas influentes ou organizações. O grau em que essas várias teorias são abraçadas pelos principais historiadores variam de caso a caso.

Teorias conspiratórias são, portanto, uma teoria que supõe que um grupo de conspiradores está envolvido num plano e suprimiu a maior parte das provas desse mesmo plano e do seu envolvimento nele. O plano pode ser qualquer coisa, desde a manipulação de governos, economias ou sistemas legais até a ocultação de informações científicas importantes ou assassinato. Uma teoria da conspiração é precisamente o contrário de uma teoria científica, já que não pode ser refutada: as provas que endossariam as teorias são utilizadas pelos seus defensores para provar que os conspiradores são tão perfeitos a ponto de poder camuflá-las. Conspirações históricas comprovadas não são discutidas neste artigo.

Nova Ordem Mundial[editar | editar código-fonte]

A Nova Ordem Mundial é uma teoria da conspiração que afirma a existência de um suposto plano projetado para impor um governo único - coletivista, burocrático e controlado por setores elitistas e plutocráticos, etc - em nível mundial.[1] A teoria defende que tanto os eventos que são percebidos como significativos como os grupos que os provocam estariam sob controle de um grupo poderoso, - um grupo pequeno, sigiloso e com grande poder - com objetivos maléficos para a maioria da população.[2]

Essa teoria conspiratória afirma que um pequeno grupo internacional de elites controla e manipula os governos, a indústria e os meios de comunicação em todo o mundo. A principal ferramenta que eles usam para dominar as nações são as sociedades secretas e o sistema de banco central. São apontados como financiadores e provocadores da maior parte das guerras dos últimos 200 anos, principalmente através da realização de operação de bandeira falsa para manipular a opinião pública em apoiá-los, e eles têm controle sobre a economia mundial, provocando deliberadamente a inflação e depressões em seu próprio benefício. As sociedades secretas que trabalham para a Nova Ordem Mundial seriam colocadas em posições-chave no governo, nos meios de comunicações e na indústria. As pessoas por trás da Nova Ordem Mundial seriam banqueiros internacionais, especialmente os proprietários dos bancos centrais controlados por interesses privados como a Reserva Federal dos EUA, Banco da Inglaterra, Banco Central Europeu e outros bancos centrais. A Nova Ordem Mundial também teria criado organizações supranacionais como a Council on Foreign Relations, Comissão Trilateral, Clube de Bilderberg, União Europeia, as Nações Unidas, o Comunismo Internacional, o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional e com a proposta de União Norte Americana.[3] O termo Nova Ordem Mundial ganhou popularidade após ter sido utilizado pela primeira vez no início da década de 1990 pelo presidente George H. W. Bush, quando este se referiu ao "sonho de uma Nova Ordem Mundial" em seu discurso ao Congresso dos Estados Unidos realizado em 11 de setembro de 1990, onze anos antes dos ataques terroristas contra o World Trade Center e contra o Pentágono, em 11 de setembro de 2001.

Esse conceito de "governo sombra" existe desde antes de 1990 e se iniciou com os mesmos grupos de pessoas que, entre outras coisas, criaram o Federal Reserve Act (1913), apoiaram a Revolução Bolchevique (1917) e financiaram a ascensão do Partido Nazista na Alemanha, a fim de criar um governo mundial centralizado em sua própria agenda.[4] O Banco Mundial e os bancos centrais nacionais são acusados de serem os instrumentos da Nova Ordem Mundial. As guerras geram enormes lucros para os bancos centrais e a indústria de armamento, porque as despesas públicas (ou seja, empréstimos a juros a partir dos bancos centrais controlados por eles) aumentam drasticamente em tempos de guerra, aumentando as dívidas (dependência) do governo com eles, além do que seria também uma forma eficaz de reduzir a população mundial. Na medicina, a supressão de curas de doenças tem como objetivo reduzir a longevidade da população e cortar os custos com a previdência social, além de aumentar os lucros das empresas farmacêuticas. Os grupos terroristas seriam ferramentas usados por eles para disseminar o medo na população, uma desculpa para reduzir os direitos civis e impor um governo fascista.

Illuminati[editar | editar código-fonte]

A Ordem dos Illuminati foi uma sociedade secreta iluminista, fundada em 1º de maio de 1776, em Ingolstadt (Alta Baviera), por Adam Weishaupt. Em 1785, a ordem foi reprimida e perseguida pelo governo da Baviera por supostamente tramar a derrubada da monarquia e das religiões de muitos países europeus.

Desde o final do século XVIII até meados do século XX, muitos teóricos de conspiração especulam que os Illuminati sobreviveram à sua supressão e se tornaram o cérebro por trás de grandes eventos históricos como a Revolução Americana, a Revolução Francesa, e a Revolução Russa, levando a cabo um plano secreto para subverter as monarquias da Europa e a religião Cristã visando a formação de uma Nova Ordem Mundial secular baseada na razão científica.

Conspiração Judaico-Maçônico-Comunista Mundial[editar | editar código-fonte]

Teorias conspiratórias afirmam que a maçonaria é uma frente judaica para a dominação mundial ou, pelo menos, é controlada pelos judeus para este objetivo. Um exemplo disto seria o famoso Os Protocolos dos Sábios de Sião, um documento publicado em 1903 que alegava uma conspiração judaico-maçônica para alcançar a dominação mundial. Já foi provado por respeitados acadêmicos internacionais como um caso claro de plágio. Responsáveis pela alimentação de histerias anti-maçônicas do século XX, os Protocolos propagaram a ideia de que um grupo influente de pessoas, o qual tem como braço a Maçonaria que pratica cabala judaica, está conspirando governar o mundo em nome de todos os judeus, porque eles acreditam ser o povo escolhido de Deus. O fato de Karl Marx ter nascido em uma família judia, mesma origem de alguns proeminentes líderes comunistas, tornou possível adicionar o movimento operário à conspiração, como participantes da mesma ideologia.

Teorias conspiratórias sobre os ataques de 11 de Setembro[editar | editar código-fonte]

Muitas teorias de conspiração foram apresentadas para explicar os ataques de 11 de setembro de 2001, porém as teorias que obtiveram o maior impacto são normalmente baseadas em uma das duas ideias:

  • Que o governo dos Estados Unidos tinha conhecimento prévio dos ataques e deliberadamente não fez nada para impedi-los. Este grupo de teorias, portanto, apoia a existência de sequestradores islâmicos e não questiona a causa do colapso das Torres Gêmeas, mas acusa o governo de permitir deliberadamente a ocorrência dos ataques terroristas. Foi denominado LIHOP ("let it happen on purpose", "deixar que isso aconteça de propósito"[5] ).
  • Que foi o próprio governo dos Estados Unidos que orquestrou e executou os ataques. Este grupo de teorias questionam a causa do colapso das Torres Gêmeas, que seria uma demolição controlada. É utilizado o termo "Inside Job" (trabalho interno) para se referir aos ataques deste grupo de teorias; tem sido chamado MIHOP ("made it happen on purpose", "fez isso acontecer de propósito") [5] .

Os atentados seriam um pretexto para a "Guerra ao Terror", as guerras no Afeganistão e Iraque, o aumento da militarização, a expansão do estado policial, e outras políticas nacionais e estrangeiras intrusivas através do qual eles se beneficiariam. Proponentes apontam para o Projeto para o Novo Século Americano, uma equipe conservadora que defende a aumento da liderança mundial dos Estados Unidos, cujos membros incluem o ex-Secretário de Defesa Donald Rumsfeld, o ex-Vice Presidente Dick Cheney e várias outras figuras chave da administração George W. Bush, seja responsável pelos ataques. Os atentados de 11 de março de 2004 em Madrid e o atentado em Londres de 7 de julho de 2005 também são considerados pelos teóricos de conspiração como responsabilidade dos serviços secretos, como a CIA, sob ordens estadunidenses.

Raça, etnia e religião[editar | editar código-fonte]

Judaísmo[editar | editar código-fonte]

O antissemitismo tem, desde a Idade Média, muitas vezes tomado características de teoria da conspiração. Hoaxes antissemitas continuam a circular. Na Europa medieval, acreditava-se que os judeus envenenaram poços, mataram Jesus, e consumiam o sangue dos cristãos em seus rituais (apesar do fato de que o sangue humano e animal não é kosher).

Na segunda metade do século XIX, os conspiracionistas afirmaram que os judeus e / ou maçons estavam conspirando para estabelecer o controle sobre o mundo. O texto mais famoso alegando a existência dessa conspiração judaico-maçônica é Os Protocolos dos Sábios de Sião. A manifestação mais moderna de tais ideias é o mito de um Governo de Ocupação Sionista.

Várias teorias da conspiração promovem a relação dos judeus e o sistema bancário [6] , incluindo o mito de que o sistema bancário mundial é dominado pela família Rothschild, [7] que os judeus controlam Wall Street, [7] e que os judeus controlam o Federal Reserve System. [8] . Um mito relacionado é controle judaico de Hollywood ou o controle da mídia. [9] [10] A maioria das reivindicações de negação do Holocausto implica, ou abertamente propõe, apesar de provas contundentes e irrefutáveis do contrário, que o Holocausto é uma farsa resultante de uma conspiração judaica deliberada para promover o interesse dos judeus à custa de outros povos, [11] e justificar a criação do Estado de Israel. Por esta razão, a negação do Holocausto é geralmente considerada como sendo uma teoria conspiratória antissemita [12] [13]

Profecias apocalípticas[editar | editar código-fonte]

Profecias apocalípticas, especialmente envolvendo a escatologia cristã, alegações sobre o fim dos tempos, o Juízo Final bem como o fim do mundo tem inspirado uma série de teorias conspiratória. Muitas destas lidam com o Anticristo, também conhecido como a Besta 666, supostamente será um líder que vai criar um império mundial e oprimir os cristãos. Nessa teoria conspiratória apocalíptica, alguns dos atuais acontecimentos fazem com que algumas pessoas sejam acusadas de serem o Anticristo, e algumas organizações supranaturais são acusadas de ser a organização mundial maléfica do Anticristo.

Inúmeras figuras históricas foram chamadas de “anticristo” em suas épocas: o imperador romano Nero, Diocleciano, Napoleão, Hitler, Stálin, Saddam Hussein, Ronald Reagan, Bush, Bin Laden... Às vezes, especulações apocalípticas tem se misturado com o anti-catolicismo para ceder à interpretação que o reinante Papa seria o Anticristo bíblico. A mais recente interpretação conspiratória vê o anticristo como um líder mundial envolvido com as Nações Unidas, que irá criar um governo mundial único (também conhecido como Nova Ordem Mundial) e criar um único sistema monetário. Este último é identificado com a marca da Besta, o que a Bíblia afirma que as pessoas serão obrigadas a usar no fim dos tempos a fim de se realizar qualquer procedimento comercial.[14] Cristãos fundamentalistas afirmam que o código de barras (que supostamente contém o número 666) e o implante do microchip (humano) VeriChip da RFID possam ser uma forma da marca da Besta. Interpretações declaram que "Babilônia", no Livro do Apocalipse refere-se a uma grande nação, como o Império Romano, o Vaticano (em Roma) e a Igreja Católica, ou, mais recentemente, a União Soviética ou os Estados Unidos da América. [14]

Papado, Vaticano e Igreja Católica Romana[editar | editar código-fonte]

Teoria de conspiração sobre a Bíblia[editar | editar código-fonte]

Teorias da conspiração postulam que muito do que se sabe sobre a Bíblia, em particular o Novo Testamento, é um engano. Essas diversas teorias alegam que Jesus tinha uma esposa, Maria Madalena, e filhos, e que um grupo como o Priorado de Sião tem informações secretas sobre a linhagem de Jesus; que Jesus não morreu na cruz e que a datação por carbono do Sudário de Turim foi parte de uma conspiração do Vaticano para suprimir esse conhecimento; de que houve um movimento secreto para censurar os livros que pertenciam verdadeiramente à Bíblia; ou a teoria do mito de Cristo, proposta, por exemplo, Zeitgeist, o Filme como um meio de controle social por parte do Império Romano.

Cavaleiros Templários[editar | editar código-fonte]

O sigilo em torno da poderosa Ordem medieval dos Cavaleiros Templários, e a rapidez com que eles desapareceram subitamente, no espaço de poucos anos, levou a várias lendas e teorias conspiratórias sobre a Ordem dos Templários: os templários teriam ocultado um grande tesouro (possivelmente o tesouro de Salomão, encontrados por eles no Monte do Templo); teriam descoberto o Santo Graal; teriam encontrado a Arca da Aliança; os templários que fugiram das perseguições da Inquisição teriam fundado outras sociedades secretas ou seitas: Maçonaria, Rosa Cruz, cátaros, Priorado de Sião.

  • Priorado de Sião: os templários teriam fundado o Priorado de Sião com objetivo de guardar e proteger um segredo oculto pelo Vaticano, que se revelado, abalaria o cristianismo bem como a imagem da Igreja Católica: os amores secretos de Maria Madalena e Jesus que teria dado origem a uma hipotética descendência humana de Jesus Cristo. Teóricos de conspiração alegam que os Templários descobriram documentos escondidos nas ruínas do Monte do Templo, que "provam" que Jesus sobreviveu à crucificação, e possivelmente "provam" que Jesus era casado com Maria Madalena e teve filhos com ela.

Extraterrestres[editar | editar código-fonte]

Um setor que envolve várias teorias de conspiração é o fenômeno extraterrestre, que se tornou a base para inúmeras peças de entretenimento popular, a Área 51, a conspiração dos Greys, e alegações em torno da Base Dulce. É alegado que o governo dos Estados Unidos conspira com extraterrestres envolvido na abdução e manipulação dos cidadãos. Uma variante diz que determinadas tecnologias, nomeadamente o transistor - foi dada a indústria americana em troca de uma posição dominante ao estrangeiro. Os agentes da associação dos humanos clandestinos e líderes estrangeiros são os Homens de Preto, que silenciam aqueles que se pronunciem sobre avistamentos de UFO.

Existem alegações sobre experiências secretas conhecida como Projeto Montauk realizado em Camp Hero, Montauk, Nova York. Alegadamente, o projeto foi o desenvolvimento de uma poderosa arma guerra psicológica. O projeto está freqüentemente ligado a outros alegados projetos governamentais, como o Experimento Filadélfia e o Projeto Rainbow, que envolveu a utilização da teoria do campo unificado para encobrir navios. Experimentos envolvendo teletransporte, viagem no tempo, o contato com extraterrestres, e controle mental são freqüentemente acusados de terem sido realizados no campo.

Invasão alienígena[editar | editar código-fonte]

Uma versão ligeiramente diferente desta teoria sustenta que a humanidade está realmente sob o controle dos Reptilianos que requerem ingestão periódica de sangue humano para manter a sua aparência humana. David Icke, é um dedicado defensor desta teoria. [15]

Medicina[editar | editar código-fonte]

Alguns teóricos de conspiração argumentam que a comunidade médica poderia realmente curar supostamente doenças "incuráveis" como o câncer e a Aids, se ela realmente quisesse, mas, ao invés prefere suprimir a cura, como forma de extorquir mais verbas do governo e dos doadores, bem como dos próprios pacientes. Os custos de um tratamento a longo prazo são geralmente mais elevados do que para uma cura a curto tempo. Outras conspirações alegam que as empresas farmacêuticas estão em união com alguns médicos para 'inventar' novas doenças, como a ADD, TDAH e HPV.

Criação de doenças[editar | editar código-fonte]

Existem alegações de que a AIDS é uma doença sintética (isto é, criada por cientistas em um laboratório). Algumas destas teorias afirmam que o HIV foi criado por um grupo conspiratório ou por uma agência secreta, como a CIA. Pensa-se ter sido criada como uma ferramenta de genocídio e / ou controle populacional. Outras teorias sugerem que o vírus foi criado como uma experiência de guerra biológica e / ou psicológica, e depois escapou para a população em geral por acidente. Alguns dos que acreditam que o HIV é uma criação do governo encontram um precedente no estudo sífilis de Tuskegee, no qual pesquisadores financiados pelo governo enganosamente negaram tratamento para pacientes negros infectados com uma doença sexualmente transmissível.

Tem sido alegado que a CIA deliberadamente administrou HIV aos afro-americanos e homossexuais nos anos 1970, através de vacinas contaminadas por hepatite. [16] Grupos como o New Black Panther Party e a Nation of Islam de Louis Farrakhan afirmam que isso foi parte de um plano para destruir a raça negra. Outros afirmam que foi administrado na África, como uma forma de aleijar o desenvolvimento do continente.

Houve sugestões de que o HIV ou um agente de esterilização foi adicionado às vacinas de pólio sendo distribuídas pela Organização Mundial da Saúde na Nigéria. Uma vez que estas reivindicações têm existido, um aumento significativo no número de casos de pólio no país tem ocorrido, porque os clérigos muçulmanos pediram aos pais para não permitirem que seus filhos fossem vacinados. [17]

Fluoretação da água[editar | editar código-fonte]

A fluoretação da água é a adição controlada de flúor à água de abastecimento público para reduzir a cárie dentária. [18] Embora quase todas as grandes organizações de saúde e odontológicas apoiem a fluoretação da água e não tenham encontrado nenhuma associação com efeitos adversos, os esforços para introduzir a fluoretação da água encontram uma considerável oposição sempre que é proposta [19] Desde o início da fluoretação na década de 1950, os opositores recorreram à desconfiança de especialistas e à preocupação com a medicina e a ciência [20] As teorias conspiratórias envolvendo a fluoretação são comuns e incluem as seguintes reivindicações: [19]

  • A fluoretação é parte da Nova Ordem Mundial, de uma trama comunista, fascista ou Illuminati para dominar o mundo. Este conceito é mencionado, com efeito cômico, em Dr. Strangelove de Stanley Kubrick, onde um general insano repetidamente acusa os países do Pacto de Varsóvia de tentar "enfraquecer e impurificar todos os nossos preciosos fluidos corporais"[19]
  • A fluoretação foi concebida pelo complexo militar-industrial estadunidense para proteger o programa de armas atômica de litígios. .[21] [22]
  • A fluoretação foi iniciada por uma empresa química alemã para tornar as pessoas submissas aos detentores do poder.[22]
  • A fluoretação foi usada em campos de prisioneiros russos e produz esquizofrenia. [19]
  • A fluoretação é apoiada pelas indústrias de alumínio ou fosfato como um meio de eliminação de alguns de seus resíduos industriais.[22]
  • A fluoretação é uma cortina de fumaça para cobrir a falta de atendimento odontológico para os pobres.[19]

Os pesquisadores de fluoretação são acusados estar a serviço dos interesses corporativos ou políticos, como parte da trama[19] ; argumentos específicos antifluoretação mudam para combinar com o espírito de época. [23]

Ciência e Tecnologia[editar | editar código-fonte]

  • Experimento Filadélfia - Uma tentativa de transformar um navio de guerra em invisível que alegadamente causou severos danos à tripulação a bordo. Segundo Jacques F. Vallée, o experimento foi baseado no esforço para tornar o USS Eldridge invisível para torpedos, por meio da tecnologia de desmagnetização e outros métodos. [24]
  • Projeto Montauk - uma continuação do Experimento Filadélfia, para colocar paranormais treinados pelo governo (Duncan Cameron) em um programa com a intenção de controle mental, viagem no tempo, e até mesmo manifestação mental.
  • High Frequency Active Auroral Research Program - afirma-se que o HAARP poderia ser usado como arma de energia dirigida, controle de tempo, dispositivo de indução de terremoto e / ou para o controle mental.
  • Aquecimento global: Muitos escritores têm reivindicado que a teoria de que o aquecimento global é causado por humanos é uma fraude deliberada, perpetrados por motivos financeiros ou ideológicos.
  • Escassez de água na Europa Central e Oriental - Fraude deliberada, perpetrada para promover o Brasil, motivos de extermínio da população europeia e outros motivos financeiros e ideológicos.
  • Teorias conspiratórias sobre a falsificação nas alunissagens do Programa Apollo constituem uma teoria de conspiração que afirma que as alunissagens do programa Apollo jamais ocorreram, à medida que teriam sido falsificadas pela NASA; o desembarque na lua teria sido "encenado" em um estúdio cinematográfico em Hollywood.
  • Mensagens subliminares e backmasking: Diversas celebridades (cantores, bandas de rock, etc.), estúdios cinematográficos e empresas são acusadas de incluírem mensagens subliminares em suas músicas, filmes, desenhos animados, logotipos e propagandas, que geralmente contém pornografia e fazem apologia da violência, do consumo de drogas, do suicídio, das atividades criminais, etc. Cristãos fundamentalistas apontam mensagens que envolvem o satanismo. Segundo teorias de conspiração toda mensagem subliminar tem um determinado grau de persuasão, e pode vir a influenciar tanto as vontades (fazendo por exemplo, uma pessoa sentir vontade de beber ou comer algo), como até mesmo a personalidade ou gostos pessoais de alguém (mudando o seu comportamento, por exemplo).

Mortes misteriosas[editar | editar código-fonte]

As teorias da conspiração, por vezes surgem na seqüência de assassinatos de pessoas proeminentes. Muitas vezes, tais teorias incluem provas para as reações dos indivíduos e dos organismos governamentais na seqüência dos acontecimentos, tais como a criação de comissões de conduta tendenciosa para as investigações oficiais. A questão do "Quem se beneficia?" é também freqüentemente feita, com os teóricos de conspiração afirmando que muitas vezes as motivações são muito mais intensas do que aquelas a quem é atribuído o assassinato. Algumas mortes que estão oficialmente registradas como acidente, suicídio ou de causas naturais são também objeto de algumas teorias conspiratórias devido ao seu caráter “misterioso”:

Grupos reais envolvidos em teorias da conspiração[editar | editar código-fonte]

A existência passada ou presente desses grupos não é contestada, e uma série de teorias sobre tramas ocultas e / ou agendas ativamente reservadas do público em geral têm sido propostas. Há controvérsia quanto ao fato alguma destas teorias serem verdadeiras.:

Supostos grupos de associados com teorias da conspiração[editar | editar código-fonte]

Estes grupos são frequentemente apontados em teorias da conspiração, mas a sua existência é contestada:

Outras[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Karl Popper: "Prediction and Propphecy in the Social Sciences", en "Conjeturas y Refutaciones", cap . 16
  2. Camp, Gregory S.. Selling Fear: Conspiracy Theories and End-Times Paranoia. [S.l.]: Baker Books (ed.), 1997.
  3. The Criminalization of the State Michel Chossudovsky 3 February 2004
  4. 9/11: Cheney's crime, not a "failure" Oilempire.us. Visitado em 2010-08-03.
  5. a b Sales, Nancy Jo. Click Here For Conspiracy, Vanity Fair July 9, 2006
  6. ADL Report "Blaming the Jews: The Financial Crisis and Anti-Semitism".
  7. a b Levy, Richard. Antisemitism: a historical encyclopedia of prejudice. [S.l.: s.n.], 2005. p. 55. ISBN 1-85109-439-3.
  8. ADL report "Jewish "Control" of the Federal Reserve: A Classic Anti-Semitic Myth".
  9. Baker, Lee D.. Anthropology and the Racial Politics of Culture. [S.l.]: Duke University Press, 2010. p. 158. ISBN 978-0822346982.
  10. Waltman, Michael; John Haas. The Communication of Hate. [S.l.]: Peter Lang, 2010. p. 52. ISBN 978-1433104473.
  11. A hoax designed to advance the interests of Jews:
    • "The title of App's major work on the Holocaust, The Six Million Swindle, is informative because it implies on its very own the existence of a conspiracy of Jews to perpetrate a hoax against non-Jews for monetary gain." Mathis, Andrew E. Holocaust Denial, a Definition, The Holocaust History Project, July 2, 2004. Retrieved May 16, 2007.
    • "Jews are thus depicted as manipulative and powerful conspirators who have fabricated myths of their own suffering for their own ends. According to the Holocaust deniers, by forging evidence and mounting a massive propaganda effort, the Jews have established their lies as ‘truth’ and reaped enormous rewards from doing so: for example, in making financial claims on Germany and acquiring international support for Israel." The nature of Holocaust denial: What is Holocaust denial?, JPR report #3, 2000. Retrieved May 16, 2007.
    • "Why, we might ask the deniers, if the Holocaust did not happen would any group concoct such a horrific story? Because, some deniers claim, there was a conspiracy by Zionists to exaggerate the plight of Jews during the war in order to finance the state of Israel through war reparations." Michael Shermer & Alex Grobman. Denying History: : who Says the Holocaust Never Happened and why Do They Say It?, University of California Press, 2000, ISBN 0-520-23469-3, p. 106.
    • "Since its inception...the Institute for Historical Review (IHR), a California-based Holocaust denial organization founded by Willis Carto of Liberty Lobby, has promoted the antisemitic conspiracy theory that Jews fabricated tales of their own genocide to manipulate the sympathies of the non-Jewish world." Antisemitism and Racism Country Reports: United States, Stephen Roth Institute, 2000. Retrieved May 17, 2007.
    • "The central assertion for the deniers is that Jews are not victims but victimizers. They 'stole' billions in reparations, destroyed Germany's good name by spreading the 'myth' of the Holocaust, and won international sympathy because of what they claimed had been done to them. In the paramount miscarriage of injustice, they used the world's sympathy to 'displace' another people so that the state of Israel could be established. This contention relating to the establishment of Israel is a linchpin of their argument." Deborah Lipstadt. Denying the Holocaust -- The Growing Assault onTruth and Memory, Penguin, 1993, ISBN 0-452-27274-2, p. 27.
    • "They [Holocaust deniers] picture a vast shadowy conspiracy that controls and manipulates the institutions of education, culture, the media and government in order to disseminate a pernicious mythology. The purpose of this Holocaust mythology, they assert, is the inculcation of a sense of guilt in the white, Western Christian world. Those who can make others feel guilty have power over them and can make them do their bidding. This power is used to advance an international Jewish agenda centered in the Zionist enterprise of the State of Israel." Introduction: Denial as Anti-Semitism, "Holocaust Denial: An Online Guide to Exposing and Combating Anti-Semitic Propaganda", Anti-Defamation League, 2001. Retrieved June 12, 2007.
    • "Deniers argue that the manufactured guilt and shame over a mythological Holocaust led to Western, specifically United States, support for the establishment and sustenance of the Israeli state — a sustenance that costs the American taxpayer over three billion dollars per year. They assert that American taxpayers have been and continue to be swindled..." Introduction: Denial as Anti-Semitism, "Holocaust Denial: An Online Guide to Exposing and Combating Anti-Semitic Propaganda", Anti-Defamation League, 2001. Retrieved June 12, 2007.
    • "The stress on Holocaust revisionism underscored the new anti-Semitic agenda gaining ground within the Klan movement. Holocaust denial refurbished conspiratorial anti-Semitism. Who else but the Jews had the media power to hoodwink unsuspecting masses with one of the greatest hoaxes in history? And for what motive? To promote the claims of the illegitimate state of Israel by making non-Jews feel guilty, of course." Lawrence N. Powell, Troubled Memory: Anne Levy, the Holocaust, and David Duke's Louisiana, University of North Carolina Press, 2000, ISBN 0-8078-5374-7, p. 445.
  12. Antisemitic:
    • "Contemporary examples of antisemitism in public life, the media, schools, the workplace, and in the religious sphere could, taking into account the overall context, include ... denying the fact, scope, mechanisms (e.g. gas chambers) or intentionality of the genocide of the Jewish people at the hands of National Socialist Germany and its supporters and accomplices during World War II (the Holocaust)." Working Definition of Antisemitism, Fundamental Rights Agency
    • "It would elevate their antisemitic ideology — which is what Holocaust denial is — to the level of responsible historiography — which it is not." Deborah Lipstadt, Denying the Holocaust, ISBN 0-14-024157-4, p. 11.
    • "The denial of the Holocaust is among the most insidious forms of anti-Semitism..." Roth, Stephen J. "Denial of the Holocaust as an Issue of Law" in the Israel Yearbook on Human Rights, Volume 23, Martinus Nijhoff Publishers, 1993, ISBN 0-7923-2581-8, p. 215.
    • "Contemporary Holocaust deniers are not revisionists — not even neo-revisionists. They are Deniers. Their motivations stem from their neo-nazi political goals and their rampant antisemitism." Austin, Ben S. "Deniers in Revisionists Clothing", The Holocaust\Shoah Page, Middle Tennessee State University. Retrieved March 29, 2007.
    • "Holocaust denial can be a particularly insidious form of antisemitism precisely because it often tries to disguise itself as something quite different: as genuine scholarly debate (in the pages, for example, of the innocuous-sounding Journal for Historical Review)." The nature of Holocaust denial: What is Holocaust denial?, JPR report #3, 2000. Retrieved May 16, 2007.
    • "This books treats several of the myths that have made antisemitism so lethal... In addition to these historic myths, we also treat the new, maliciously manufactured myth of Holocaust denial, another groundless belief that is used to stir up Jew-hatred." Schweitzer, Frederick M. & Perry, Marvin. Anti-Semitism: myth and hate from antiquity to the present, Palgrave Macmillan, 2002, ISBN 0-312-16561-7, p. 3.
    • "One predictable strand of Arab Islamic antisemitism is Holocaust denial..." Schweitzer, Frederick M. & Perry, Marvin. Anti-Semitism: myth and hate from antiquity to the present, Palgrave Macmillan, 2002, ISBN 0-312-16561-7, p. 10.
    • "Anti-Semitism, in the form of Holocaust denial, had been experienced by just one teacher when working in a Catholic school with large numbers of Polish and Croatian students." Geoffrey Short, Carole Ann Reed. Issues in Holocaust Education, Ashgate Publishing, 2004, ISBN 0-7546-4211-9, p. 71.
    • "Indeed, the task of organized antisemitism in the last decade of the century has been the establishment of Holocaust Revisionism - the denial that the Holocaust occurred." Stephen Trombley, "antisemitism", The Norton Dictionary of Modern Thought, W. W. Norton & Company, 1999, ISBN 0-393-04696-6, p. 40.
    • "After the Yom Kippur War an apparent reappearance of antisemitism in France troubled the tranquility of the community; there were several notorious terrorist attacks on synagogues, Holocaust revisionism appeared, and a new antisemitic political right tried to achieve respectability." Howard K. Wettstein, Diasporas and Exiles: Varieties of Jewish Identity, University of California Press, 2002, ISBN 0-520-22864-2, p. 169.
    • "Holocaust denial is a convenient polemical substitute for anti-semitism." Igounet, Valérie. "Holocaust denial is part of a strategy", Le Monde diplomatique, May, 1998.
    • "Holocaust denial is a contemporary form of the classic anti-Semitic doctrine of the evil, manipulative and threatening world Jewish conspiracy." Introduction: Denial as Anti-Semitism, "Holocaust Denial: An Online Guide to Exposing and Combating Anti-Semitic Propaganda", Anti-Defamation League, 2001. Retrieved June 12, 2007.
    • "In a number of countries, in Europe as well as in the United States, the negation or gross minimization of the Nazi genocide of Jews has been the subject of books, essay and articles. Should their authors be protected by freedom of speech? The European answer has been in the negative: such writings are not only a perverse form of anti-semitism but also an aggression against the dead, their families, the survivors and society at large." Roger Errera, "Freedom of speech in Europe", in Georg Nolte, European and US Constitutionalism, Cambridge University Press, 2005, ISBN 0-521-85401-6, pp. 39-40.
    • "Particularly popular in Syria is Holocaust denial, another staple of Arab anti-Semitism that is sometimes coupled with overt sympathy for Nazi Germany." Efraim Karsh, Rethinking the Middle East, Routledge, 2003, ISBN 0-7146-5418-3, p. 104.
    • "Holocaust denial is a new form of anti-Semitism, but one that hinges on age-old motifs." Dinah Shelton, Encyclopedia of Genocide and Crimes Against Humanity, Macmillan Reference, 2005, p. 45.
    • "The stress on Holocaust revisionism underscored the new anti-Semitic agenda gaining ground within the Klan movement. Holocaust denial refurbished conspiratorial anti-Semitism. Who else but the Jews had the media power to hoodwink unsuspecting masses with one of the greatest hoaxes in history? And for what motive? To promote the claims of the illegitimate state of Israel by making non-Jews feel guilty, of course." Lawrence N. Powell, Troubled Memory: Anne Levy, the Holocaust, and David Duke's Louisiana, University of North Carolina Press, 2000, ISBN 0-8078-5374-7, p. 445.
    • "Since its inception...the Institute for Historical Review (IHR), a California-based Holocaust denial organization founded by Willis Carto of Liberty Lobby, has promoted the antisemitic conspiracy theory that Jews fabricated tales of their own genocide to manipulate the sympathies of the non-Jewish world." Antisemitism and Racism Country Reports: United States, Stephen Roth Institute, 2000. Retrieved May 17, 2007.
    • "The primary motivation for most deniers is anti-Semitism, and for them the Holocaust is an infuriatingly inconvenient fact of history. After all, the Holocaust has generally been recognized as one of the most terrible crimes that ever took place, and surely the very emblem of evil in the modern age. If that crime was a direct result of anti-Semitism taken to its logical end, then anti-Semitism itself, even when expressed in private conversation, is inevitably discredited among most people. What better way to rehabilitate anti-Semitism, make anti-Semitic arguments seem once again respectable in civilized discourse and even make it acceptable for governments to pursue anti-Semitic policies than by convincing the world that the great crime for which anti-Semitism was blamed simply never happened -- indeed, that it was nothing more than a frame-up invented by the Jews, and propagated by them through their control of the media? What better way, in short, to make the world safe again for anti-Semitism than by denying the Holocaust?" Reich, Walter. "Erasing the Holocaust", The New York Times, July 11, 1993.
    • "There is now a creeping, nasty wave of anti-Semitism ... insinuating itself into our political thought and rhetoric ... The history of the Arab world ... is disfigured ... by a whole series of outmoded and discredited ideas, of which the notion that the Jews never suffered and that the Holocaust is an obfuscatory confection created by the elders of Zion is one that is acquiring too much, far too much, currency." Edward Said, "A Desolation, and They Called it Peace" in Those who forget the past, Ron Rosenbaum (ed), Random House 2004, p. 518.
  13. Conspiracy theory:
    • "While appearing on the surface as a rather arcane pseudo-scholarly challenge to the well-established record of Nazi genocide during the Second World War, Holocaust denial serves as a powerful conspiracy theory uniting otherwise disparate fringe groups..." Introduction: Denial as Anti-Semitism, "Holocaust Denial: An Online Guide to Exposing and Combating Anti-Semitic Propaganda", Anti-Defamation League, 2001. Retrieved June 12, 2007.
    • "Before discussing how Holocaust denial constitutes a conspiracy theory, and how the theory is distinctly American, it is important to understand what is meant by the term 'Holocaust denial.'" Mathis, Andrew E. Holocaust Denial, a Definition, The Holocaust History Project, July 2, 2004. Retrieved December 18, 2006.
    • "Since its inception...the Institute for Historical Review (IHR), a California-based Holocaust denial organization founded by Willis Carto of Liberty Lobby, has promoted the antisemitic conspiracy theory that Jews fabricated tales of their own genocide to manipulate the sympathies of the non-Jewish world." Antisemitism and Racism Country Reports: United States, Stephen Roth Institute, 2000. Retrieved May 17, 2007.
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Bibliografia[editar | editar código-fonte]