VLT Carioca

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VLT Carioca
Logotipo do VLT do Rio de Janeiro.png
Viagem inaugural do VLT carioca 03.jpg
Informações
Proprietário Prefeitura do Rio de Janeiro
Local Rio de Janeiro, RJ, Brasil
Tipo de transporte Bonde
(Veículo leve sobre trilhos)
Número de linhas 3 (1 em projeto)
Número de estações 31
Tráfego 250 mil passageiros/dia (previsão)
Website vltrio.rio
Funcionamento
Início de funcionamento 5 de junho de 2016 (1 ano)
Operadora(s) Concessionária do VLT Carioca S.A.
Número de veículos 32 Alstom Citadis
Comprimento dos veículos 44 m (144 ft)
Dados técnicos
Extensão do sistema 28 km (17,4 mi)[1]
Frequência 3-15 minutos
Bitola Bitola padrão/internacional
1 435 mm (4,71 ft)
Eletrificação APS, 750V DC
Velocidade média 15 km/h (9,32 mph)[1]
Mapa da rede

Diagrama-VLT-Carioca.png

VLT Carioca é uma rede de veículos leves sobre trilhos em operação na cidade do Rio de Janeiro, ligando o Centro à Região Portuária e servindo como integração entre metrô, ônibus urbanos, barcas, rodoviária, teleférico, terminal de cruzeiros e aeroporto, e futuramente trens urbanos.

O sistema será composto por três linhas. A linha 1 entrou em operação em 5 de junho de 2016, dois meses antes dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.[2] A linha 2 entrou em operação parcial oito meses depois, em fevereiro de 2017, e deve ser totalmente concluída em outubro do mesmo ano.[3][4] A linha 3 terá as obras iniciadas em 2018.[5]

O VLT do Rio de Janeiro é um dos primeiros do mundo a utilizar a tecnologia de alimentação por solo (APS), dispensando a instalação de catenárias.[6] Os bondes, que serão 32 quando o sistema atingir operação plena, são do modelo Alstom Citadis e têm capacidade para 420 pessoas.[7]

Estima-se que o VLT Carioca deve retirar pelo menos 60% dos ônibus e 15% dos carros que circulam atualmente no centro da cidade, quando operar em sua capacidade máxima.[8]

Linhas[editar | editar código-fonte]

O VLT Carioca atualmente possui duas linhas em operação. Uma terceira linha deve ter suas obras iniciadas em 2018.[5]

Linha 1[editar | editar código-fonte]

A Linha 1 tem 19 paradas em 12 quilômetros de trilhos, e liga o Aeroporto Santos Dumont à Rodoviária Novo Rio, percorrendo, entre outras vias, toda a avenida Rio Branco e parte da Orla Conde. A linha possui integração com as linhas 1 e 2 do metrô na Cinelândia e no Largo da Carioca e com o Teleférico da Providência, e passa por pontos de referência como o Theatro Municipal, a Biblioteca Nacional, a Igreja da Candelária, o Museu do Amanhã, o Museu de Arte do Rio, o terminal de cruzeiros do Pier Mauá, o AquaRio e a Cidade do Samba.

Foi a primeira linha a ser inaugurada, em 5 de junho de 2016. Seu último trecho, com 1,3 quilômetro e duas paradas, foi entregue um ano depois, em 4 de junho de 2017.[9] Futuramente, serão adicionadas mais duas paradas na extremidade oeste da linha.

Linha 2[editar | editar código-fonte]

A Linha 2 tem 12 paradas (sendo duas ainda em construção) em 9,7 quilômetros de trilhos, e liga o terminal de barcas da praça XV à Rodoviária Novo Rio, cruzando o centro da cidade de forma perpendicular à linha 1. A linha passa por pontos de referência como o Paço Imperial, o Palácio Tiradentes, a Confeitaria Colombo, o Real Gabinete Português de Leitura, a Saara, o Campo de Santana, o Palácio Duque de Caxias e a Central do Brasil.

Atualmente, a linha circula apenas num trecho com quatro paradas entre a Praça XV e o Campo de Santana, tendo entrado em operação em 6 de fevereiro de 2017.[3] Quando chegar à Central do Brasil — o que está previsto para acontecer em outubro de 2017[4] —, a linha terá integração com as linhas 1 e 2 do metrô, cinco ramais da SuperVia, o Teleférico da Providência e dois terminais de ônibus. Futuramente, serão adicionadas duas paradas na extremidade oeste da linha.

As linhas 1 e 2 se cruzam na parada Sete de Setembro/Colombo, e compartilham trilhos e seis paradas no bairro do Santo Cristo. As duas paradas futuras na extremidade oeste das linhas também serão compartilhadas.

Linha 3[editar | editar código-fonte]

A Linha 3 terá 10 paradas em 8,1 quilômetro de trilhos, ligando o Aeroporto Santos Dumont à Central do Brasil, com boa parte da extensão compartilhada com a linha 1, reforçando a oferta de bondes no trecho de maior demanda do sistema. Das dez paradas, seis serão compartilhadas com a linha 1 (já existentes) e uma com a linha 2 (em obras). A construção do trecho de três paradas exclusivas da linha deve começar em 2018.[5] Também haverá a reinauguração do antigo túnel ferroviário Túnel da Marítima, no Morro da Providência.

História[editar | editar código-fonte]

Obras da linha 1 na Av. Rio Branco, em novembro de 2015. A construção do VLT Carioca começou em setembro de 2014.

A Prefeitura do Rio de Janeiro iniciou em julho de 2012 o processo de abertura da licitação sobre o projeto do VLT Carioca, através de consulta pública ao edital, a fim de possibilitar o exame das empresas interessadas no projeto. A licitação foi realizada em 30 de abril de 2013, e foi vencida por um consórcio formado por Invepar, Odebrecht TransPort, CCR, RioPar, Benito Roggio Transporte e RATP.

A implantação do novo meio de transporte teve custo avaliado em 1,157 bilhão de reais, sendo 525 milhões de reais financiados por recursos federais, do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Mobilidade, e 632 milhões de reais viabilizados por meio de uma parceria público-privada (PPP).[8]

Algumas obras necessárias para a implantação do VLT Carioca já haviam sido iniciadas em 2012 pela concessionária da região portuária, como a reabertura do Túnel da Marítima — um túnel construído ainda no período do Brasil Império para o trânsito de trens entre o porto e a Central do Brasil — e a construção do Túnel Nina Rabha, além da demolição do Elevado da Perimetral e das próprias obras de revitalização da região.

Viagem inaugural do VLT Carioca, em junho de 2016, passando ao lado do Theatro Municipal.

Construção[editar | editar código-fonte]

A construção do VLT Carioca começou em setembro de 2014. As intervenções começaram no bairro de Santo Cristo, onde os trilhos são compartilhados pelas linhas 1 e 2, e até abril de 2015 se expandiram para toda a extensão das duas linhas. As obras ocorreram paralelamente a outras grandes transformações na região, como a abertura da Orla Conde subsequente à demolição do Elevado da Perimetral, a construção de 8,2 quilômetros de túneis rodoviários, e a conversão de um trecho da Av. Rio Branco em passeio público.

Os testes de circulação na linha 1 começaram em outubro de 2015, da Rodoviária à Praça Mauá. No final de fevereiro de 2016 foi feito o primeiro teste passando pela Av. Rio Branco, com o VLT realizando o caminho da Rodoviária à Cinelândia.

A inauguração do VLT Carioca ocorreu em 5 de junho de 2016, com a abertura do trecho entre Santos Dumont e Parada dos Museus da linha 1.[2] A linha 2 entrou em fase de testes no segundo semestre do mesmo ano, e entrou em operação, ainda num trecho limitado, em 6 de fevereiro de 2017.

As obras da linha 2 devem ser concluídas em 2017, e em 2018 deve ter início a construção da linha 3.[5]

Expansão[editar | editar código-fonte]

O projeto básico do VLT Carioca já previa rotas para duas futuras expansões: uma no sentido sul, passando pela Lapa e chegando à Marina da Glória, e outra no sentido oeste, passando pela Cidade Nova até o bairro de São Cristóvão.[10] Não há previsão ou confirmação sobre a execução desse plano.

Uma linha de VLT ligando o Centro à Gávea, na Zona Sul, passando por Glória, Catete, Flamengo, Botafogo, Humaitá e Jardim Botânico, também já foi especulada.[11]

Datas relevantes[editar | editar código-fonte]

  • 9 de julho de 2012: início do processo de abertura de licitação
  • 30 de abril de 2013: realização da licitação
  • setembro de 2014: início das obras
  • abril de 2015: obras se expandem para toda a extensão das linhas 1 e 2
  • 15 de outubro de 2015: primeiro teste do VLT, da Rodoviária à Praça Mauá
  • 28 de fevereiro de 2016: primeiro teste passando pela Av. Rio Branco, da Rodoviária à Cinelândia
  • 5 de junho de 2016: início da operação assistida da linha 1, entre Santos Dumont e Parada dos Museus, de segunda a sexta das 12h às 15h, com intervalos de 20 minutos, e sem cobrança de passagem
  • junho de 2016: ampliação do horário de funcionamento, das 10h às 17h
  • junho de 2016: ampliação do horário de funcionamento, das 8h às 17h
  • 9 de julho de 2016: início da operação nos fins de semana[12]
  • 12 de julho de 2016: início da operação do trecho entre Parada dos Museus e Rodoviária da linha 1
  • 26 de julho de 2016: início da operação comercial da linha 1
  • 3 de agosto de 2016: chama olímpica é transportada de VLT, do Santos Dumont à Cinelândia, a bordo do bonde 102[13]
  • 6 de fevereiro de 2017: início da operação assistida da linha 2, entre Praça XV e Saara, das 8h às 14h e sem cobrança de passagem
  • 17 de abril de 2017: ampliação do horário de funcionamento da linha 2, das 6h às 14h
  • 24 de maio de 2017: início da operação comercial da linha 2, ainda entre Praça XV e Saara, das 6h à meia-noite e com cobrança de passagem
  • 4 de junho de 2017: início da operação da segunda via da linha 1 entre Gamboa e Parada dos Navios, eliminando o trecho em via singela e permitindo operação plena à linha[9]
  • 11 de julho de 2017: redução dos intervalos em todo o sistema e fim da linha auxiliar Santos Dumont–Parada dos Navios[14]

Operação[editar | editar código-fonte]

Máquinas de validação de bilhete no interior do bonde (em primeiro plano, com contorno amarelo). O pagamento é feito voluntariamente pelo passageiro.

Tarifa[editar | editar código-fonte]

Parada Sete de Setembro, com plataformas laterais. As paradas e estações são parcialmente cobertas e 100% acessíveis.

O pagamento da tarifa do VLT Carioca deve ser feito espontaneamente pelo passageiro no embarque, através de cartões pré-pagos. Cada bonde está equipado com 28 máquinas validadoras, que leem o cartão por aproximação. São aceitos cartões do Bilhete Único Carioca, do Bilhete Único Intermunicipal (estadual) e demais cartões RioCard, incluindo vale-transporte. O VLT Carioca adota a tarifa padrão do Bilhete Único Carioca, também usada nos ônibus municipais. Em junho de 2017, o valor, em vigor desde janeiro de 2016, era de 3,80 reais.[15]

Parada dos Museus, com plataforma central. Um quadro dinâmico informa o destino e o tempo de espera dos próximos bondes.

Todas as paradas e estações possuem máquinas de compra e recarga do Bilhete Único Carioca. O pagamento pode ser feito em dinheiro (cédulas e moedas) ou por cartão de débito. No caso da compra de um novo cartão, além do valor carregado é cobrada uma taxa de 3 reais, reembolsável com a devolução do cartão numa agência de atendimento RioCard. O Bilhete Único Carioca também pode ser usado em ônibus municipais, BRT, metrô, SuperVia e barcas, mas só possui integração tarifária (utilização de mais de um modal sem cobrança adicional) entre VLT, ônibus municipais e BRT, dentro de um período de 2 horas e 30 minutos.

Os cartões são de uso individual, não sendo possível validar a passagem para mais de uma pessoa com o mesmo cartão. Agentes do VLT Carioca, acompanhados de guardas municipais, circulam pelos bondes fiscalizando aleatoriamente o pagamento. Passageiros que não efetuarem a validação estão sujeitos a multa de 170 reais, conforme definido em lei municipal. Em caso de reincidência, o valor aumenta em 50%, para 255 reais.[16]

O passageiro pode trocar de linha do VLT sem pagar tarifa adicional, desde que a integração seja feita até uma hora após a primeira validação. A validação deve ser feita a cada embarque, com o segundo registrando automaticamente a gratuidade. O sistema não permite integração dentro da mesma linha em sentidos opostos — nesse caso, serão cobradas duas tarifas.

Paradas[editar | editar código-fonte]

Os pontos de embarque e desembarque do VLT Carioca são distintos entre paradas e estações. As paradas, que compõem a grande maioria do sistema, são abertas e possuem plataformas (centrais ou laterais) integradas às calçadas. Não há controle de acesso ou pagamento, cabendo ao passageiro validar o bilhete ao entrar no bonde. Todas as paradas possuem ao menos uma máquina de compra e recarga de bilhetes, e são 100% acessíveis, com rampas e piso tátil.

Em lugares com maior movimentação de passageiros, são usadas estações em vez de paradas. Estações seguem a mesma arquitetura das paradas, mas são fechadas, com o acesso feito por catracas, e portanto pagamento antes do embarque. Estações também são 100% acessíveis e normalmente possuem um número maior de máquinas de venda e recarga de bilhetes. Há apenas 3 estações na rede do VLT Carioca: Praça XV, Central e Rodoviária.

As plataformas, tanto em paradas quanto em estações, são parcialmente cobertas e possuem painéis de informações gerais do sistema e publicidade, além de um quadro dinâmico informando destino e tempo de espera dos próximos bondes.

Ocasionalmente, uma parada simples pode ser transformada em estação para organizar o fluxo durante eventos com grande circulação de pessoas, com a instalação de barreiras e catracas temporárias e mais máquinas de compra e recarga de bilhetes. Foi o que aconteceu, por exemplo, com a Parada dos Navios durante os Jogos Olímpicos de 2016 e com a Parada dos Museus no Carnaval de 2017.

Horários[editar | editar código-fonte]

Bonde cruzando a Praça Mauá. O VLT Carioca não tem fiação aérea. A alimentação é provida por um trilho central, energizado apenas no trecho coberto pelo bonde.

O VLT Carioca circula todos os dias das 6h à meia-noite, com intervalos que variam de 7 a 15 minutos, dependendo do horário e da linha. O projeto prevê circulação 24 horas quando o sistema estiver totalmente pronto, com intervalos mínimos de 3 minutos nos horários de pico e 30 minutos na madrugada.[14][17]

Trens[editar | editar código-fonte]

Os bondes do VLT Carioca são do modelo Alstom Citadis 402, de piso baixo, bidirecionais, com 44 metros de comprimento, 2,65 metros de largura e 3,82 metros de altura. Cada bonde é formado por sete módulos articulados e tem capacidade para 420 pessoas. Os bondes possuem ar-condicionado, oito portas de acionamento individual em cada lateral, e 28 máquinas validadoras de bilhete.[18][19]

A alimentação é provida aos bondes por um terceiro trilho no solo, dividido em pequenos trechos que são eletrificados apenas quando o bonde está sobre eles, tornando segura a circulação de pedestres e carros sobre os trilhos e dispensando a instalação de catenárias. A tecnologia foi usada pela primeira vez no início dos anos 2000 em trechos do sistema de bondes de Bordeaux, na França. O VLT Carioca é um dos poucos sistemas de bonde do mundo livre de fiação aérea em toda a sua extensão (com exceção do centro de manutenção, que funciona por catenárias tradicionais).

O acionamento e a captação de energia são feitos por sapatas localizadas sob um único módulo do bonde, que também é dotado de pantógrafo, para uso dentro do centro de manutenção. Em alguns trechos, principalmente em cruzamentos com grandes avenidas, o terceiro trilho não conta com eletrificação e o bonde passa a ser alimentado por um supercapacitor interno, que armazena a energia gerada por frenagens.[20]

Os bondes são numerados de 101 a 132, e são batizados com o nome de personalidades cariocas históricas. Os cinco primeiros bondes foram produzidos na fábrica da Alstom em La Rochelle, na França. Os outros 27 estão sendo produzidos na fábrica da companhia em Taubaté, no interior de São Paulo.[21]

Concessionária[editar | editar código-fonte]

O VLT Carioca pertence à Prefeitura do Rio de Janeiro, mas foi construído e será operado por 25 anos (de 2013 a 2038) pela Concessionária do VLT Carioca, um consórcio formado por quatro empresas brasileiras (com 99,7% do controle da companhia) e duas empresas estrangeiras.[22][23][24]

As quatro empresas brasileiras do consórcio, cada uma com iguais 24,9317% de participação acionária, já atuam em outros modais de transporte do Rio de Janeiro. A Invepar tem as concessões do Metrô do Rio de Janeiro e das vias expressas Linha Amarela e TransOlímpica; a Odebrecht TransPort controla a SuperVia e é sócia da concessionária do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro; a CCR opera as barcas Rio–Niterói através da CCR Barcas e é sócia da Invepar na TransOlímpica; a RioPar é sócia da CCR Barcas e opera dois terminais de ônibus no centro da cidade, além do sistema de pagamentos RioCard. Invepar, Odebrecht TransPort e CCR também têm concessões em outros estados do Brasil.

As duas empresas estrangeiras minoritárias são a argentina Benito Roggio Transporte (0,2506%), que opera o Metrô de Buenos Aires, e a francesa RATP (0,0226%), que controla todo o sistema de transporte público de Paris.

Referências

  1. a b «VLT: transporte moderno e charmoso». Cidade Olímpica. 5 de setembro de 2014. Consultado em 28 de agosto de 2016 
  2. a b Mello, Káthia; Mendonça, Alba Valéria (5 de junho de 2016). «VLT é inaugurado com área de lazer na Avenida Rio Branco, Centro do Rio». G1. Consultado em 1 de setembro de 2016 
  3. a b «VLT passa a circular de graça em parte de nova linha». O Dia. 5 de fevereiro de 2017 
  4. a b «Sem roletas, calote no VLT fica abaixo do esperado - Observatório da Mobilidade - O Dia». O Dia 
  5. a b c d «Estamos em fase de contratação de projeto para que […] [a]s obras da linha 3 comecem [em] 2018.». @VLTCarioca. 19 de junho de 2017. Consultado em 23 de junho de 2017 
  6. «Alstom's Citadis tramway ready to welcome visitors for the Olympic Games 2016 - RaillyNews | Dailly Railway News in English». RaillyNews | Dailly Railway News in English (em inglês). 2 de agosto de 2016 
  7. «Case Study – VLT Carioca» (PDF). Alstom. Consultado em 28 de junho de 2017  Verifique data em: |acessodata= (ajuda)
  8. a b «Veículo Leve sobre os Trilhos». Porto Maravilha. Consultado em 15 de dezembro de 2013 
  9. a b Goulart, Gustavo (5 de junho de 2017). «Completando um ano de operação, VLT ganha duas estações». Consultado em 5 de junho de 2017 
  10. «Projeto Funcional do VLT do Rio» (PDF) 
  11. «Prefeitura anuncia projeto para levar VLT à Zona Sul do Rio». O Globo. 3 de outubro de 2015 
  12. «VLT do Rio passa a operar também nos fins de semana a partir de hoje». Agência Brasil - Últimas notícias do Brasil e do mundo 
  13. «Tocha Olímpica chega à Cinelândia de VLT - VLT Carioca». VLT Carioca 
  14. a b «VLT Carioca reduz intervalos nas linhas 1 e 2». portomaravilha.com.br. Consultado em 20 de julho de 2017 
  15. «Tarifas | Rio Ônibus». www.rioonibus.com. Consultado em 23 de junho de 2017 
  16. «Ofício». mail.camara.rj.gov.br. Consultado em 23 de junho de 2017 
  17. «VLT Carioca é do Rio». portomaravilha.com.br. Consultado em 23 de junho de 2017 
  18. «Rio's trams run for the Olympics - The International Light Rail Magazine». The International Light Rail Magazine (em inglês). 11 de agosto de 2016 
  19. «VLT terá mais duas paradas em operação na Linha 1 - VLT Carioca». VLT Carioca 
  20. UK, DVV Media. «Rio de Janeiro tramway inaugurated». Railway Gazette (em inglês) 
  21. de Lima, Ludmilla (8 de dezembro de 2013). «VLT: meta é tirar mais de 60% dos ônibus do Centro». O Globo. Consultado em 17 de dezembro de 2013 
  22. «Consórcio com CCR e Invepar vence licitação para VLT no RJ». Exame. 26 de abril de 2013. Consultado em 30 de abril de 2013 
  23. «Consórcio VLT Carioca vence licitação». Diário Democrático. 30 de abril de 2013. Consultado em 30 de abril de 2013 
  24. «Transparência - VLT Carioca». VLT Carioca 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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