Xavi

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Xavi
Xavi
Xavi em 2016
Informações pessoais
Nome completo Xavier Hernández Creus
Data de nasc. 25 de janeiro de 1980 (41 anos)
Local de nasc. Terrassa, Catalunha, Espanha
Nacionalidade espanhol
catalão
Altura 1,69 m
destro
Apelido El Maestro
Informações profissionais
Equipa atual Al-Sadd
Posição ex-meia
Função treinador
Clubes de juventude
1991–1997 Barcelona
Clubes profissionais
Anos Clubes
1997–1999
1998–2015
2015–2019
Barcelona B
Barcelona
Al-Sadd
Seleção nacional
1997
1997–1998
1999
1998–2001
2000
2000–2014
1998–2014
Espanha Sub-17
Espanha Sub-18
Espanha Sub-20
Espanha Sub-21
Espanha Sub-23
Espanha
Catalunha
Times/Equipas que treinou
2019– Al-Sadd
Medalhas
Jogos Olímpicos
Prata Sydney 2000 Futebol
Última atualização: 14 de agosto de 2021

Xavier Hernández Creus, mais conhecido como Xavi (Terrassa, 25 de janeiro de 1980), é um treinador e ex-futebolista espanhol que atuava como meio-campista. Atualmente comanda o Al-Sadd, do Catar.

Amplamente considerado um dos melhores meio-campistas de todos os tempos, Xavi era conhecido pelo seus passes, sua retenção de bola e pela visão de jogo.[1][2][3][4] Xavi ingressou na La Masia, base do Barcelona, aos 11 anos de idade, e fez sua estreia pelo time principal contra o Mallorca, em agosto de 1998, aos 18 anos. Ao todo, ele disputou 767 partidas oficiais, um antigo recorde do clube, agora detido por Lionel Messi, e marcou 85 gols. Ele ganhou 25 títulos pelo clube, incluindo oito títulos do Campeonato Espanhol e quatro títulos da Liga dos Campeões da UEFA. Ele ficou em terceiro lugar no prêmio de Melhor Jogador do Mundo pela FIFA em 2009, e também ficou em terceiro lugar no seu prêmio sucessor, o FIFA Ballon d'Or, por duas vezes, em 2010 e 2011. Em 2011, foi segundo colocado no prêmio Melhor Jogador da UEFA na Europa. Em 2015, ele saiu do Barcelona para jogar no Al-Sadd, onde ganhou quatro títulos antes de se aposentar em 2019, tornando-se técnico do clube no mesmo ano.

Pela Espanha, Xavi ganhou a Copa do Mundo da FIFA Sub-20 em 1999, e a medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Verão de 2000. Depois de fazer sua estreia pela Seleção Espanhola principal em 2000, ele jogou por 133 vezes pelo seu país e foi uma figura influente no sucesso da equipe. Ele desempenhou um papel fundamental na conquista da Copa do Mundo FIFA de 2010, bem como nas conquistas da Euro 2008 e da Euro 2012. Ele foi nomeado o Melhor Jogador da Euro de 2008, e foi escalado no Time do Torneio da Euro de 2008 e 2012. Com duas assistências na final da Euro 2012, Xavi se tornou o primeiro jogador na história a dar assistências em duas finais da Euro diferentes, depois de dar a assistência para o gol da vitória na final de quatro anos antes.[5] Após a Copa do Mundo FIFA de 2014, Xavi anunciou sua aposentadoria da Seleção.[6]

Xavi recebeu o prêmio de Melhor Playmaker do Mundo pela IFFHS por quatro vezes consecutivas, entre 2008 e 2011. Ele foi incluído na seleção da FIFA, chamada de FIFPro World XI, por seis vezes: de 2008 a 2013, e na Equipe do Ano da UEFA por cinco vezes: de 2008 a 2012. Em 2020, Xavi foi escalado no Ballon d'Or Dream Team, o maior XI de todos os tempos, publicado pela revista France Football.[7] Xavi ganhou 32 títulos em sua carreira, o que faz dele o segundo jogador espanhol com mais títulos da história, atrás apenas de seu ex-companheiro de equipe, Andrés Iniesta.[8] Em 2012, Xavi recebeu o Prêmio Príncipe das Astúrias.[9] Após sua aposentadoria, Xavi se tornou técnico, entrando no comando do seu último time, Al-Sadd, em 2019.

Infância e juventude[editar | editar código-fonte]

Em 1985, aos cinco anos de idade, Xavi começou a jogar numa escolinha de futebol, e nessa idade é comum que as crianças não tenham noção de posicionamento, portanto correm todos para o ataque, vão aonde a bola está. Só que o menino Xavi ficava parado no meio de campo e os adultos estranhavam esse comportamento. Certo dia seu pai lhe perguntou: "Filho, por que você está aí parado e não vai ao ataque como os outros meninos?", Xavi, com cinco anos de idade, respondeu: "Porque se eu não estiver aqui, a bola não chegará até lá".

Seis anos depois, em 1991, o pai de Xavi, então com 11 anos de idade, resolveu colocá-lo então nas categorias de base do Barcelona.

Carreira como jogador[editar | editar código-fonte]

Barcelona[editar | editar código-fonte]

Início[editar | editar código-fonte]

Revelado pelas categorias de base do Barcelona, Xavi passou quase toda a sua carreira no Camp Nou, onde chegou aos 11 anos de idade, e permaneceu até 2015. Meio-campista de grande visão de jogo, reflexo, qualidade técnica e passes extremamente precisos, estreou profissionalmente em 1998.

Naquele ano, a evolução de Xavi através das equipes de base chamou a atenção do então treinador do Barça Louis van Gaal, que lhe deu uma chance de estrear pela equipe principal, em 18 de agosto de 1998, na final da Supercopa da Espanha daquele ano, contra o Mallorca. Logo em sua estreia, Xavi marcou seu primeiro gol pelo Barcelona. Em sua primeira temporada como profissional, conquistou seu primeiro título: a La Liga de 1998–99.

Com a sequência de lesões do então titular absoluto Pep Guardiola, que atuava na mesma posição, Xavi passou a atuar cada vez entre os titulares. A cada ano que se passava, ganhava cada vez mais oportunidades e sua evolução técnica era notável. Com a saída de Guardiola em 2001, não havia nenhum concorrente de peso para aquele setor do campo e Xavi tornou-se titular absoluto, atuando em quase todas as partidas da La Liga na temporada 2001–02. Virou uma peça-chave no meio-de-campo da equipe catalã e garantiu seu espaço na Seleção Espanhola, sendo convocado para a Copa do Mundo FIFA de 2002, realizada na Coreia e no Japão.[10]

Tornou-se o vice capitão da equipe na temporada 2004–05, já que a braçadeira pertencia a Carles Puyol. Na temporada seguinte, 2005–06, Xavi rompeu os ligamentos do joelho esquerdo em um treinamento, e ficou fora de ação durante cinco meses, perdendo a maior parte daquela temporada e retornando às vésperas da final da Liga dos Campeões, partida em que foi reserva por não estar em totais condições de jogo.

O auge[editar | editar código-fonte]

Xavi atuando pelo Barcelona em 2008

A temporada 2008-09 é considerada a melhor de Xavi até hoje em toda a sua carreira, devido à partidas espetaculares, sendo fundamental ao Barcelona na conquista da tríplice coroa daquela temporada. Ele foi um dos principais jogadores da equipe durante esta conquista, atuando com excelência nas três competições: marcou um gol de falta na final da Copa do Rei, o quarto na vitória por 4 a 1 sobre o Athletic Bilbao. Pelo Campeonato Espanhol, entre as muitas boas atuações, talvez a mais lembrada seja a vitória por 6 a 2 contra o Real Madrid, no chamado El Clásico, realizado em 2 de maio de 2009.[11] Nesta partida, Xavi deu assistências para quatro dos seis gols de sua equipe (uma para Carles Puyol, uma para Thierry Henry e duas para Lionel Messi). O resultado do Barcelona no El Clásico foi crucial para a conquista do título da liga naquela temporada.[12] Na reta final da temporada, Xavi ainda ajudou o Barcelona a vencer a final da Liga dos Campeões contra o Manchester United, que terminou com o resultado favorável de 2 a 0 para os catalães, dando assistência para o segundo gol, de cabeça, marcado por Messi, aos 70 minutos de jogo. Xavi quase marcou o seu gol num forte chute de fora da área, que acertou em cheio o travessão. Ao final do torneio, Xavi foi eleito o melhor meio-campista da Liga dos Campeões de 2008–09, somando este prêmio ao título coletivo da equipe do Barcelona na competição. Ao fim da temporada 2008–09, Xavi renovou seu contrato com o clube até 2014. O novo contrato fez do seu salário um dos maiores dentre os jogadores do clube na época, recebendo cerca de 7,5 milhões de euros por ano.

No dia 14 de fevereiro de 2009, Xavi igualou Carles Rexach na lista de mais jogos com a camisa do Barcelona, quando ele fez seu jogo de número 452, em sua 11ª temporada no clube. Ficou atrás apenas de Miguel Bernardo Bianquetti, o Migueli, que tem um total de 548 partidas entre 1973 e 1988. Ainda neste ano, foi finalista do prêmio de melhor jogador do mundo pela FIFA, perdendo para o seu companheiro de clube Lionel Messi, que havia feito uma temporada impecável. Por fim, em um ano de glórias, Xavi foi eleito o melhor do mundo pela IFFHS, organização reconhecida pela FIFA que é responsável por administrar e divulgar todos as estatísticas do futebol e também premia os melhores do mundo.

Ao fim desta temporada, jornalistas esportivos especializados não pouparam elogios ao jogador:

Xavi (esq.) durante um El Clásico contra o Real Madrid

Na temporada seguinte, 2009–10, Xavi continuou em excelente forma, liderando o meio de campo da equipe e sendo o líder de assistências da mesma. Ao fim da temporada, o jornal espanhol Marca colocou Xavi como o terceiro melhor jogador da La Liga naquela temporada, atrás apenas de Lionel Messi e Cristiano Ronaldo. Foi também eleito o segundo melhor jogador do Barcelona, em votação aberta aos torcedores. No dia 9 de junho de 2010, assinou um novo contrato com o clube, agora com opção de renovação automática até 2016, dependendo do número de jogos disputados.

Numa das primeiras rodadas da temporada 2010–11, Xavi marcou um dos gols da histórica goleada por 5 a 0 sobre o rival Real Madrid, no Camp Nou, em 29 de novembro de 2010. Dias depois, em 18 de dezembro, fez mais um gol na vitória por 5 a 1 sobre o Espanyol, no chamado El Derbi Barceloní, já que os dois clubes são de Barcelona. Foi novamente finalista do prêmio da entidade máxima do futebol, agora denominado Bola de Ouro da FIFA. Desta vez, todos os três finalistas eram jogadores do Barcelona: além de Xavi, Andrés Iniesta e novamente Lionel Messi. Desta vez, Xavi era o grande favorito pelo fato de ter conquistado a Copa do Mundo FIFA de 2010, mas Messi faturou mais uma vez o prêmio. Entretanto, na votação da revista World Soccer, Xavi conseguiu vencer o argentino e faturou o prêmio.

No dia 2 de janeiro de 2011, numa partida do Campeonato Espanhol contra o Levante, Xavi fez o seu jogo de número 549 pelo Barcelona, igualando o recorde de Miguel Bernardo Bianquetti, o "Migueli", lendário zagueiro espanhol que atuou no clube nas décadas de 1970 e 1980, como o futebolista com mais jogos pelo clube.[13] Após a partida, recebeu uma homenagem frente a quase 100 mil pessoas no Camp Nou. Em entrevista à Barça TV, emissora oficial do clube, Xavi comentou a homenagem e tratou o recorde num tom bem-humorado:

Posteriormente, Xavi superou o recorde de Migueli e abriu uma larga vantagem na lista, superando recentemente a marca de 600 jogos pelo Barça. Ao final desta mesma temporada, ajudou o clube na conquista de mais uma La Liga, a sexta de sua carreira, e novamente a Liga dos Campeões da UEFA, que já havia conquistado nas temporadas 2005–06 e 2008–09.

Em dezembro de 2011, conquistou pela segunda vez na carreira a Copa do Mundo de Clubes da FIFA. Xavi marcou um gol na goleada de 4 a 0 sobre o Santos de Neymar na final da competição.

Na temporada 2011–12 o bom futebol continuou, entretanto, os títulos não vieram. O Barça foi eliminado na semifinal da Liga dos Campeões para o Chelsea após perder no Stamford Bridge por 1 a 0 e empatar no Camp Nou num emocionante 2 a 2. Pela Liga, o Barça perdeu o título para o seu maior rival, Real Madrid, e terminou a competição na segunda colocação. Em 2012–13 Xavi venceu o seu sétimo Campeonato Espanhol, tendo participação efetiva como titular na maioria dos jogos. Em agosto de 2013, com a aposentadoria de Puyol, foi Xavi quem herdou a faixa de capitão.

Já na temporada 2013–14, Xavi já não estava com o mesmo futebol em alto nível como nos últimos anos, e isso foi um fator determinante para a temporada improdutiva da equipe Catalã, que mais uma vez ficou sem títulos.

Saída do clube[editar | editar código-fonte]

Conquistou a tríplice coroa na sua última temporada (2014–15) pelo Barça, tendo participado da maioria das partidas da Liga e sendo reserva do croata Ivan Rakitić nos jogos da Liga dos Campeões da UEFA. No dia 21 de maio de 2015, antes da última partida pela Liga Espanhola, anunciou em entrevista coletiva que deixaria o Barcelona após vinte e quatro anos de vínculo, e que firmou contrato com o Al-Sadd, do Catar, por duas temporadas.[14]

Al-Sadd[editar | editar código-fonte]

No dia 11 de junho de 2015, depois de quase 20 anos na equipe principal do Barcelona, Xavi foi anunciado como reforço do Al-Sadd, do Catar, com contrato válido por duas temporadas.[15] Em seu novo projeto, o meio-campista também será embaixador da Copa do Mundo FIFA de 2022, que acontecerá no país do Oriente Médio. Segundo ele, o Barcelona lhe ofereceu um novo contrato, válido até 2018, que Xavi acabou rejeitando, por já ter assumido compromisso com os catares.

Seleção Nacional[editar | editar código-fonte]

Xavi atuando pela Seleção Espanhola, numa partida contra a Inglaterra

Estreou pela Seleção Espanhola no Sub-17, em 1997. Pelo Sub-20, foi campeão do Mundial Sub-20 de 1999, e medalha de prata nos Jogos Olímpicos de Sydney, em 2000.

Pela Seleção Espanhola principal, Xavi disputou as Copas do Mundo FIFA de 2002, 2006 e 2010 (onde La Furia foi campeã) e 2014.

Já atuou também pela Seleção Catalã, equipe que não é reconhecida pela FIFA como uma seleção nacional e, assim, só pode jogar partidas amistosas.

Copa do Mundo de 2006[editar | editar código-fonte]

Recuperou-se a tempo de uma lesão sofrida em dezembro de 2005, conseguindo a vaga para a Copa do Mundo FIFA de 2006, realizada na Alemanha. A Espanha tinha grandes expectativas para aquele Mundial, mas acabou ficando nas oitavas-de-final graças a um inspirado Zinédine Zidane, que estava prestes a encerrar sua carreira e comandava a França no torneio.[16]

Euro 2008[editar | editar código-fonte]

Dois anos depois, Xavi conquistou a Euro 2008 sendo ainda eleito o melhor jogador do torneio. O meia foi o "cérebro" da equipe naquela Euro, o jogador mais responsável pela ligação defesa-ataque, e passou então a ser considerado um dos melhores do mundo.[17]

Copa do Mundo de 2010[editar | editar código-fonte]

Após este torneio, a Espanha se classificou para a Copa do Mundo FIFA de 2010, realizada na África do Sul, de forma invicta, com a incrível marca de dez vitórias em dez jogos por seu grupo nas eliminatórias europeias, sofrendo apenas cinco gols durante a dezena de partidas.

Com a Seleção Espanhola quase imbatível, Xavi chegou à África do Sul como um dos mais principais jogadores da equipe, já que o Barcelona, que na época era a base dos jogadores da Seleção, também vivia grande fase. Foi fundamental na conquista do primeiro título mundial dos espanhóis, sendo titular em todos os jogos, inclusive na final, quando a Espanha venceu a Holanda por 1 a 0, com gol de Andrés Iniesta, seu companheiro de clube.[18]

Euro 2012[editar | editar código-fonte]

Na Euro 2012, sagrou-se bicampeão da competição ao bater a Itália na final.[19]

Copa do Mundo de 2014[editar | editar código-fonte]

Foi convocado para a Copa do Mundo FIFA de 2014[20], realizada no Brasil, mas sua equipe não passou da fase de grupos. Cerca de um mês depois, no dia 5 de agosto, Xavi anunciou a aposentadoria da Seleção Espanhola.[6]

Carreira como treinador[editar | editar código-fonte]

No dia 28 de maio de 2019, Xavi foi confirmado como novo técnico do Al-Sadd, clube na qual se aposentou.[21][22][23]

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Atualizadas até 7 de maio de 2018.

Clubes[editar | editar código-fonte]

Clube Temporada Liga Copa Competições
europeias
Outras
competições
Total
Jogos Gols Jogos Gols Jogos Gols Jogos Gols Jogos Gols
Barcelona B 1997–98 39 2 39 2
1998–99 18 0 18 0
1999–00 4 1 4 1
Total 61 4 61 3
Barcelona 1998–99 17 1 2 0 6 0 1 1 26 2
1999–00 24 0 4 1 10 1 0 0 38 2
2000–01 20 2 7 0 9 0 36 2
2001–02 35 4 1 0 16 0 52 4
2002–03 29 2 1 0 14 1 44 3
2003–04 36 4 6 0 7 1 49 5
2004–05 36 3 1 0 8 0 45 3
2005–06 16 0 0 0 4 0 2 0 22 0
2006–07 35 3 7 2 7 0 5 1 54 6
2007-08 35 7 7 1 12 1 54 9
2008–09 35 6 5 1 14 3 54 10
2009–10 34 3 3 2 11 1 5 1 53 7
2010–11 31 3 6 0 12 2 1 0 50 5
2011–12 31 10 7 2 9 1 4 1 51 14
2012–13 30 5 5 0 11 1 2 1 48 7
2013–14 30 3 5 0 10 1 2 0 47 4
2014–15 31 1 3 0 10 0 0 0 44 1
Total 506 58 70 9 173 13 22 5 767 84
Al-Sadd 2015–16 24 3 1 0 25 3
2016–17 26 10 1 0 27 10
2017–18 18 6 6 1 24 7
Total 68 19 8 1 77 19
Total 635 81 70 9 181 14 22 5 903 106

Seleção Espanhola[editar | editar código-fonte]

Ano
Jogos Golos
2000–01 1 0
2001–02 5 0
2002–03 8 0
2003–04 5 0
2004–05 8 1
2005–06 13 0
2006–07 7 3
2007–08 16 4
2008–09 14 1
2009–10 17 0
2010–11 7 1
2011–12 14 1
2012–13 11 1
2013–14 7 1
Total 133 13


Títulos[editar | editar código-fonte]

Como jogador[editar | editar código-fonte]

Barcelona
Al-Sadd
Seleção Espanhola
Seleção Espanhola Sub-20

Como treinador[editar | editar código-fonte]

Al Sadd

Prêmios individuais[editar | editar código-fonte]

Recordes[editar | editar código-fonte]

  • Segundo jogador com mais partidas disputadas pelo Barcelona: 767 jogos
  • Jogador com mais partidas disputadas pelo Barcelona na La Liga: 505 jogos
  • Jogador com mais partidas disputadas pelo Barcelona na Liga dos Campeões da UEFA: 157 jogos
  • Futebolista espanhol com mais títulos oficiais - 25 títulos (até agosto de 2013)[26]

Referências

  1. Garganese, Carlo (30 de novembro de 2010). «Is Barcelona star Xavi the best centre midfielder of all time?» (em inglês). Goal.com. Consultado em 30 de março de 2021 
  2. Garganese, Carlo (28 de maio de 2009). «Xavi - The Best Centre Midfielder In The World, The Symbol Of Pure Football» [Xavi - o melhor meio-campista do mundo, o símbolo do futebol puro] (em inglês). Goal.com. Consultado em 30 de março de 2021 
  3. Mitten, Andy (21 de maio de 2015). «Xavi: Spain's greatest ever footballer?» [Xavi: o maior futebolista de todos os tempos da Espanha?] (em inglês). Eurosport. Consultado em 30 de março de 2021. Arquivado do original em 11 de junho de 2015 – via Wayback Machine 
  4. «Is Xavi Hernandez the greatest Spanish player of all time?» [Xavi Hernandez é o maior jogador espanhol de todos os tempos?] (em inglês). Marca. 14 de dezembro de 2020. Consultado em 30 de março de 2021 
  5. Sinanan, Keeghann (1 de julho de 2012). «Torres, Casillas & Xavi amongst record-breakers for Spain» [Torres, Casillas e Xavi entre os recordistas da Espanha] (em inglês). Goal.com. Consultado em 8 de abril de 2021 
  6. a b «Xavi anuncia aposentadoria da seleção espanhola, mas segue no Barcelona». GloboEsporte.com. 5 de agosto de 2014. Consultado em 14 de agosto de 2021 
  7. «Ballon d'Or Dream Team: Xavi alongside Messi and Cristiano» [Ballon d'Or Dream Team: Xavi ao lado de Messi e Cristiano] (em inglês). Marca. 14 de dezembro de 2020. Consultado em 8 de abril de 2021 
  8. «Overview: Xavi (25) becomes the Spanish player with most official trophies ever» [Xavi se torna o jogador espanhol com mais títulos oficiais (25) da história]. news-football.net (em inglês). 30 de agosto de 2013. Consultado em 8 de abril de 2021. Arquivado do original em 13 de janeiro de 2014 
  9. «Princess of Asturias Awards Laureates / Full list awards» (em inglês). Fundação Princesa das Astúrias. Consultado em 8 de abril de 2021. Cópia arquivada em 26 de junho de 2015 
  10. «Folha Online - Especial - Copa-2002». Folha de S.Paulo. Consultado em 14 de agosto de 2021 
  11. «Real Madrid 2 x 6 Barcelona: onde estão os protagonistas do massacre catalão 11 anos depois». ESPN.com.br. 2 de maio de 2020. Consultado em 14 de agosto de 2021 
  12. «Barcelona se revolucionava e destruía Real Madrid no Bernabéu graças a uma ligação de Guardiola para Messi». ESPN.com.br. 2 de maio de 2020. Consultado em 14 de agosto de 2021 
  13. a b «Xavi: "Me siento un privilegiado"». Consultado em 4 de fevereiro de 2011. Arquivado do original em 5 de janeiro de 2011 
  14. Cassio Barco (21 de maio de 2015). «Após 24 anos, Xavi confirma adeus ao Barça e promete volta em outra função». GloboEsporte.com. Consultado em 14 de agosto de 2021 
  15. «Xavi é apresentado oficialmente no Al Sadd e recebe a camisa 6». Jovem Pan. 11 de junho de 2015. Consultado em 14 de agosto de 2021 
  16. «França elimina a Espanha e reencontra o Brasil em Copas». Estadão. 27 de junho de 2006. Consultado em 14 de agosto de 2021 
  17. «Espanhol Xavi é eleito melhor jogador da Euro 2008». Estadão. 30 de junho de 2008. Consultado em 14 de agosto de 2021 
  18. «Espanha vence Holanda na prorrogação e é campeã pela 1ª vez». Terra. 11 de julho de 2010. Consultado em 14 de agosto de 2021 
  19. «À la Barça, Espanha arrasa Itália, leva o tri e mostra quem manda na Europa». GloboEsporte.com. 1 de julho de 2012. Consultado em 14 de agosto de 2021 
  20. «Espanha anuncia 23 convocados para Copa e mantém Diego Costa». Terra. 31 de maio de 2014. Consultado em 14 de agosto de 2021 
  21. «Após pendurar as chuteiras, Xavi é anunciado como técnico do Al Sadd». GloboEsporte.com. 28 de maio de 2019. Consultado em 14 de agosto de 2021 
  22. «Xavi é anunciado como treinador do Al-Sadd». Gazeta Esportiva. 28 de maio de 2019. Consultado em 14 de agosto de 2021 
  23. Felipe Lobo (29 de maio de 2019). «Xavi já tem destino: terá sua primeira experiência como técnico no Al Sadd, do Catar». Trivela. Consultado em 14 de agosto de 2021 
  24. «11 Leyenda el mejor once de la historia». Consultado em 25 de Fevereiro de 2021 
  25. «IFFHS ALL TIME WORLD MEN'S DREAM TEAM». Consultado em 22 de maio de 2021 
  26. Thiago Correia (28 de agosto de 2013). «Maior da história? Xavi pode se tornar no espanhol com mais títulos». LANCE!. Consultado em 14 de agosto de 2021 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria com imagens e outros ficheiros sobre Xavi