Ir para o conteúdo

Francisco Pinto Balsemão

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Francisco Pinto Balsemão
Francisco Pinto Balsemão
110.º Primeiro-Ministro de Portugal
Período9 de janeiro de 1981
a 9 de junho de 1983
PresidenteAntónio Ramalho Eanes
Antecessor(a)Francisco Sá Carneiro (efetivo);
Diogo Freitas do Amaral (interino)
Sucessor(a)Mário Soares
Presidente do Partido Social Democrata
Período13 de dezembro de 1980[1]
a 27 de fevereiro de 1983[1]
Antecessor(a)Francisco Sá Carneiro
Sucessor(a)Nuno Rodrigues dos Santos
Dados pessoais
Nome completoFrancisco José Pereira Pinto de Balsemão
Nascimento1 de setembro de 1937
Santa Isabel, Lisboa, Portugal
Morte21 de outubro de 2025 (88 anos)
Cascais e Estoril, Cascais
Alma materUniversidade de Lisboa
Prêmio(s)Prémio Arco-íris (2007)
CônjugeMaria Mercedes Aliu Presas
PartidoPPD/PSD
ProfissãoPresidente do Conselho de Administração e chairman da Impresa
AssinaturaAssinatura de Francisco Pinto Balsemão

Francisco José Pereira Pinto de Balsemão GCCaGCCGCIHGCLGOB (Santa Isabel, Lisboa, 1 de setembro de 1937Cascais e Estoril, Cascais, 21 de outubro de 2025[2])[3] foi um empresário português, primeiro-ministro de Portugal entre janeiro de 1981 e junho de 1983.

Jurista de formação, foi advogado, jornalista e, igualmente, dirigente político ativo, até se dedicar exclusivamente à vida empresarial, no setor da comunicação social.

Pinto Balsemão foi fundador e presidente do Grupo Impresa e presidente do Conselho de Administração da Sociedade Independente de Comunicação (SIC), a primeira estação de televisão privada em Portugal.

Percurso académico e profissional

[editar | editar código]

Estudou no Liceu Pedro Nunes, em Lisboa. Francisco Pinto Balsemão completou a licenciatura em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.[4]

Terminada a licenciatura, foi cumprir o serviço militar, na Força Aérea Portuguesa. Aqui tornou-se secretário do coronel Kaúlza de Arriaga, então subsecretário de Estado da Aeronáutica, e, em seguida, chefe de redação do respetivo meio de informação oficial, a revista Mais Alto.[5]

Cumprido o serviço militar, foi realizar o estágio de advocacia, no escritório de Pedro Soares Martínez.[5]

Em simultâneo com a atividade de advogado, Francisco Pinto Balsemão iniciou a sua colaboração com o Diário Popular, que era controlado pelo seu tio, Francisco como ele. Nesse jornal vespertino,[6] exerceu a função de secretário da Direção.[5]

Entre 1974 e 1979, foi Presidente do Automóvel Club de Portugal.[7]

Foi professor associado convidado da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, entre 1987 e 2002.

Foi membro do Conselho Consultivo da Universidade de Lisboa (2007-2009), presidente do Conselho da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa (Maio 2009) e membro do Conselho Consultivo do ISEG (Instituto Superior de Economia e Gestão) desde Abril de 2010.

Carreira na comunicação social

[editar | editar código]

A ligação de Balsemão ao jornalismo e à imprensa remonta a 1961, quando assumiu a chefia de redação da revista Mais Alto, órgão de comunicação da Força Aérea Portuguesa.

Em seguida, foi secretariar a direção do Diário Popular, até 1963, passando a integrar o respetivo Conselho de Administração desse matutino, em 1965. Deixou esse cargo em 1971.

O ingresso como administrador do Diário Popular deve-se ao facto de o tio de Francisco Pinto Balsemão ser acionista desse jornal. De resto, a ligação da sua família à imprensa remonta ao avô paterno, também ele chamado Francisco Pinto Balsemão, originário do Sabugal, distrito da Guarda. Precisamente na Guarda, o avo Balsemão, comerciante e apoiante da Primeira República, fundara o Jornal do Povo, primeiro semanário republicano de província, e O Combate, outro jornal comprometido com a intervenção republicana.[8]

Afastado do Diário Popular, Francisco Pinto Balsemão resolve criar o seu próprio projeto jornalístico, inspirado nos semanários que se publicavam noutros países da Europa.

Nasce assim o semanário Expresso, chegado as bancas em princípios do ano de 1973, jornal que, além de um papel importante na transição para a democracia, tornar-se-ia num dos mais prestigiados títulos da imprensa portuguesa.

Francisco Pinto Balsemão foi o seu primeiro diretor, até 1979, ano em que lhe sucedeu Marcelo Rebelo de Sousa, que era também jornalista e pequeno acionista do jornal.

Francisco Pinto Balsemão retratado por Bottelho

O jornal seria a base da constituição de um grupo de comunicação social, suportado na holding Impresa, SGPS, SA, através do qual entrou no mercado da televisão, após a liberalização do setor audiovisual, ocorrida durante o governo de Aníbal Cavaco Silva.

A SIC – Sociedade Independente de Comunicação, SA, é detida a 100% pela Impresa e teve Pinto Balsemão como presidente do Conselho de Administração. De resto, a Impresa é proprietária da sub-holding Impresa Publishing, que além do Expresso, detém a revista Blitz,. A Impresa detém ainda 100% da InfoPortugal e 75% do site Olhares. Na distribuidora VASP detém 33,33%, 22,35% na Agência Lusa e 15% na Nonius Soft (tecnologias de entretenimento para a indústria hoteleira).

Ao longo da sua carreira na comunicação social, Pinto Balsemão integrou os órgãos de várias organizações do setor, tendo sido, nomeadamente, presidente do Conselho Europeu de Editores (European Publishers Council) (1999), membro não executivo do Conselho de Administração do Daily Mail and General Trust PLC (2002), presidente do Conselho de Administração do EIM - European Institute for the Media (1990-1999) e do European Television and Film Forum (1999-2006), vice-presidente (1995-2003) da Fundação Journalistes en Europe e membro do Conselho Assessor da Revista Quaderns del Cac, editada pelo Conselho do Audiovisual da Catalunha (Agosto de 2009).

Morreu a 21 de outubro de 2025, em Cascais, onde residia. O governo declarou dois dias de luto nacional pela sua morte.[9]

Carreira política

[editar | editar código]
Dries van Agt e Francisco Pinto Balsemão (1982)

Nos últimos anos do Estado Novo, mais precisamente após as eleições legislativas portuguesas de 1969, foi deputado à Assembleia Nacional, representando a chamada "Ala Liberal",[4] juntamente com José Pedro Pinto Leite, Francisco Sá Carneiro, Joaquim Magalhães Mota, João Bosco Mota Amaral, Miller Guerra, entre outros, que rompeu com os cânones de uma linha mais dura. Demitiu-se desse cargo após a saída de Sá Carneiro, em 1973.

Após o 25 de Abril de 1974, precisamente ao lado de Francisco Sá Carneiro e Joaquim Magalhães Mota, Pinto Balsemão foi um dos três membros fundadores do Partido Popular Democrático (PPD),[4] actual PSD.

Foi deputado eleito à Assembleia Constituinte, de 1975 a 1976, e seu vice-presidente, e à Assembleia da República, em 1979, 1980 e 1985.

Balsemão com o Presidente dos Estados Unidos Ronald Reagan, durante a sua visita a Washington (Dezembro de 1982)

Com a vitória da Aliança Democrática nas legislativas de 1979, estreou-se no governo, como Ministro de Estado Adjunto do Primeiro-ministro no VI Governo Constitucional (1980-1981), chefiado por Francisco Sá Carneiro.

Com a morte deste, em dezembro de 1980, no trágico Acidente de Camarate, Pinto Balsemão viria a ocupar o cargo de primeiro-ministro do VII Governo Constitucional (1981) e do VIII Governo Constitucional (1981-1983), ainda com o apoio da AD (coligação entre o PSD, o Centro Democrático Social e o Partido Popular Monárquico).

Fundador e presidente do Conselho de Administração do Instituto para o Progresso Social e Democracia (de 1983 a 1986) e presidente do seu Conselho Geral (de 1987 a 1989) sendo, desde 1998, presidente do Conselho Geral do Instituto Sá Carneiro.

Foi membro do Conselho de Estado (Julho 2005 a Junho de 2025) e da Comissão para a Revisão do Conceito Estratégico da Defesa Nacional (Junho 2012).

Funções públicas

[editar | editar código]

Entre as restantes funções públicas que desempenhou, contam-se as de presidente do Conselho Consultivo do Banco Privado Português e membro do Conselho Assessor Internacional do Banco Santander Totta (2004).[10]

Foi presidente do júri do Prémio Pessoa (1987), membro do Júri do Prémio Príncipe das Astúrias de Cooperação Internacional (1996), membro do Consejo de Protectores da Fondación Carolina (2001), membro do Conselho Geral da COTEC Portugal – Associação Empresarial para a Inovação (2003), membro do Conselho de Curadores da Fundação Luso-Brasileira (Abril 2004), do Comité Executivo do Global Business Dialogue (1999-2002), membro não executivo (1980-2006) do Conselho de Administração da Celbi, presidente não executivo (1999-2007) da Allianz Portugal, presidente não executivo da Nec Portugal (1995-Julho 2010), vice-presidente da Fundação Jornalistes en Europe (1995-2003) e presidente do Conselho de Administração do European Institute for the Media (1990-1999).[10]

Clube de Bilderberg

[editar | editar código]

Era o único português com estatuto de membro permanente do Clube de Bilderberg e do seu Steering Committee.[11] Participou em 33 reuniões de 1981 a 2015, sendo o recordista português em número de participações.[12] Acompanhou políticos como Jorge Sampaio, António Guterres, Durão Barroso, Marcelo Rebelo de Sousa, Artur Santos Silva, Eduardo Ferro Rodrigues, José Sócrates, Pedro Santana Lopes, Rui Rio, António Costa, Paulo Rangel, António José Seguro, Paulo Portas etc.[12]

Distinções e prémios

[editar | editar código]
Prémios
  • "Prémio Personalidade do Ano 1992", atribuído pela Associação de Imprensa Estrangeira (Julho de 1993)
  • "Prémio Empresário do Ano - 1993", atribuído pela Compaq (Janeiro de 1994)
  • "Prémio Nacional Manuel Pinto de Azevedo, Jr.", atribuído pelo O Primeiro de Janeiro, no ano das comemoração dos 130 anos deste jornal (Dezembro de 2000)
  • Prémio "Empresário do Ano 2001/2002" atribuído pelo Rotary Clube de Lisboa (Novembro de 2002)
  • "Prémio Carreira", atribuído pela ANJE (Associação Nacional de Jovens Empresários) (Maio de 2004)
  • "VII Premio de Periodismo Rafael Calvo Serer", atribuído pela Fundación Diario Madrid (Setembro de 2007)
  • "Prémio Arco-Íris" da Associação ILGA Portugal (2007)
  • "Prémio Personalidade do Ano no setor dos Média - 2007", atribuído pelo jornal Meios & Publicidade (Maio de 2008)
  • "Prémio Carreira de Jornalismo", atribuído pela Câmara Municipal de Portimão (Setembro de 2008)
  • "Prémio Empresário do Ano", atribuído pelo Rotary Club de Lisboa (Abril de 2011)
  • "Prémio Lifetime Achievement em Mercados Financeiros – Investor Relations and Governance Awards" atribuído pela empresa Deloitte (Julho de 2011)
  • "Prémio Prestígio Mercúrio", atribuído pela Confederação de Comércio e Serviços de Portugal e pela Escola de Comércio de Lisboa (Novembro de 2011)
  • "Prémio Mérito e Excelência", atribuído pela SIC/Caras, na XII Gala dos Globos de Ouro (Abril de 2012)
Doutoramentos Honoris Causa
Condecorações[13][14]

Ordens honoríficas nacionais:

Ordens honoríficas estrangeiras:

  • BALSEMÃO, Francisco C. P.; Informar ou Depender?. Lisboa : Edições Ática, 1971.[15]
  • VIEIRA, Joaquim; Francisco Pinto Balsemão: o patrão dos media que foi primeiro-ministro. Lisboa: Editorial Planeta, 2017.
  • BALSEMÃO, Francisco Pinto; Memórias. Porto: Porto Editora, 2021.

Francisco José Pereira Pinto de Balsemão nasceu a 1 de setembro de 1937 em Lisboa.[4]

Filho de Henrique Pinto de Balsemão (São Vicente, Guarda, 9 de Setembro de 1897 — Prazeres, Lisboa, 16 de agosto de 1964)[16] e de sua esposa (Lisboa, 30 de Maio de 1922) Maria Adelaide de Castro Pereira (Santa Maria e São Miguel, Sintra, 11 de Agosto de 1897 — Prazeres, Lisboa, 2 de março de 1984);[17][18] neto paterno de Francisco Pinto Balsemão e bisneto materno de Francisco António Patrício;[16] trineto materno de Rodrigo Delfim Pereira, filho bastardo de Pedro IV de Portugal e da Baronesa de Sorocaba; primo em segundo grau de Teresa, António e Alexandre Patrício Gouveia.[19]

Casamentos e descendência

[editar | editar código]

Casado pela primeira vez, e depois divorciado, com Maria Isabel de Lacerda Rebelo Pinto da Costa Lobo ("Belixa"), filha de Manuel da Costa Lobo Cardoso (Vila Real, 15 de Novembro de 1907 -?), Director-Geral do Banco de Angola, e da sua esposa Maria Amélia de Lacerda Rebelo Pinto (Quissol, Malanje - ?). Deste casamento nasceram dois filhos:

  • Mónica da Costa Lobo Pinto Balsemão, casada com Filipe Pereira Caldas Penaguião (n. Luanda, 8 de setembro de 1963), filho de António Manuel de Paula Morando Penaguião (n. Lisboa, 20 de junho de 1935), descendente de italianos, e de sua esposa Maria João da Costa Pereira Caldas (n. Lisboa, 17 de junho de 1945), e teve dois filhos: Tomás Pinto Balsemão Penaguião e Marta Pinto Balsemão Penaguião.
  • Henrique da Costa Lobo Pinto Balsemão, casado em 29 de abril de 2006 com Vera Cravinho, e teve três filhos:
    • Maria Cravinho Pinto Balsemão;
    • Concha Cravinho Pinto Balsemão;
    • Vicente Cravinho Pinto Balsemão (nascido em 2010).

Casado pela segunda vez com Maria Mercedes Aliu Presas ("Tita"), de ascendência espanhola. Tiveram dois filhos:

  • Joana Presas Pinto Balsemão (nascida em Lisboa, São Sebastião da Pedreira, 25 de junho de 1976 (49 anos)) Estudou na Escola St. Julian em Carcavelos com o seu irmão Francisco Pedro. Viveu cinco anos em Bruxelas com a família e regressou a Portugal há 2 anos. Foi vereadora na câmara de Cascais.[20] Divorciada de Francisco de Atouguia Belford Correia da Silva (nascido em Lisboa, 31 de outubro de 1974 (51 anos)), filho de Pedro de Barros Belford Correia da Silva (n. 24 de abril de 1946), dos Condes (ex-Viscondes) de Paço de Arcos, de remota ascendência inglesa, e primeira esposa (como seu primeiro marido) Margarida Maria de Castro de Atouguia (n. Lisboa, Santos-o-Velho, 30 de outubro de 1948), dos Viscondes de Atouguia, e teve três filhos:
    • Francisco Pinto Balsemão Correia da Silva (nascido em Oeiras, Paço de Arcos, 29 de Junho de 2001),
    • Teresa Pinto Balsemão Correia da Silva (nascida em Lisboa, 9 de Novembro de 2004) e
    • Pedro Pinto Balsemão Correia da Silva (nascido em Lisboa, 24 de agosto de 2007).


Fora do casamento, teve um filho de Isabel Maria Supico Pinto[22] (nascida em Lisboa, 26 de outubro de 1942 (83 anos)), segunda esposa sem descendência de Vasco Maria Vasques da Cunha de Eça da Costa e Almeida, 3º visconde de Maiorca, filha natural do Ministro Clotário Luís Supico Ribeiro Pinto (1909-1986, 937 Associado do Segundo Clube Tauromachico) e da actriz Maria Adelaide da Silva Lalande (Castelo Branco, 7 de Novembro de 1913 - Lisboa, 21 de Março 1968), esposa do ator Ribeirinho:

  • Francisco Maria Supico Pinto Balsemão, casou-se com Ana Duarte e teve duas filhas:
    • Isabel Duarte Pinto Balsemão;
    • Luísa Duarte Pinto Balsemão.

Notas

  1. É referido o ano de 1984 por uma publicação emanada da mesma fonte (O Índice Alfabético do Anuário Ordens Honoríficas Portuguesas 1975-2007, Presidência da República, Junho 2008, p. 23.)

Referências

  1. a b «Francisco Pinto Balsemão, PSD» 
  2. «Morreu Francisco Pinto Balsemão, fundador da SIC e do Expresso». SIC Notícias. 21 de outubro de 2025. Consultado em 21 de outubro de 2025 
  3. Henrique Monteiro (2021). «Francisco Pinto Balsemão». newsmuseum.pt. Consultado em 1 de março de 2024 
  4. a b c d Castilho, J. M. Tavares (2009). «Biografia e carreira parlamentar de Francisco José Pereira Pinto Balsemão.» (PDF). Os Deputados à Assembleia Nacional (1935-1974). Assembleia da República Portuguesa. Consultado em 21 de maio de 2014. Cópia arquivada (PDF) em 21 de maio de 2014 
  5. a b c «SOL. Acesso em 04-09-2017». sol.sapo.pt 
  6. «Balsemão e o jornalismo – Clube Português de Imprensa». Consultado em 22 de outubro de 2025 
  7. «Nota de Pesar pelo falecimento de Francisco Pinto Balsemão». www.acp.pt. 22 de outubro de 2025. Consultado em 22 de outubro de 2025 
  8. «Arquivo Guarda». www.arquivo.guarda.pt 
  9. «Pinto Balsemão, o "Imperador" da Impresa com ligações além-fronteiras». Jornal de Negócios. 21 de outubro de 2025. Consultado em 24 de outubro de 2025 
  10. a b «Francisco Pinto Balsemão». 21 de outubro de 2025. Consultado em 23 de outubro de 2025 
  11. «Bilderberg Meetings : Steering Committee» (em inglês). Bilderberg Meetings (The Official Website). Consultado em 21 de maio de 2014. Arquivado do original em 21 de maio de 2014 
  12. a b Martins, Nuno André (1 de junho de 2019). «O que é feito da elite de Bilderberg? 76 portugueses foram a este clube secreto em 51 anos». ECO. Consultado em 16 de fevereiro de 2026 
  13. «Entidades Nacionais Agraciadas com Ordens Portuguesas». Resultado da busca de "Francisco Pinto Balsemão". Presidência da República Portuguesa. Consultado em 20 de outubro de 2025 
  14. «Entidades Nacionais Agraciadas com Ordens Estrangeiras». Resultado da busca de "Francisco José Pereira Pinto Balsemão". Presidência da República Portuguesa. Consultado em 20 de outubro de 2025 
  15. Maria Goreti Almeida Fiães/Jorge Pedro Sousa. «Balsemão, Francisco (1971)». UFP. Consultado em 14 de novembro de 2025 
  16. a b «Livro de registo de batismos da paróquia da Sé - Guarda (1898)». digitarq.arquivos.pt. Arquivo Distrital da Guarda. p. 16 e 16v, assento 45 
  17. «Livro de registo de casamentos da 4.ª Conservatória do Registo Civil de Lisboa (1922-01-13 - 1922-12-13)». digitarq.arquivos.pt. Arquivo Nacional da Torre do Tombo. p. fls. 24 e 24v, assento 36 
  18. «Maria Adelaide de Castro Pereira Pinto Balsemão». Find a Grave. Consultado em 22 de outubro de 2025 
  19. Le Sang de Louis XIV, Domingos de Araújo Afonso e Outros, Braga, 1961, Tome II, p. 38
  20. «Joana Pinto Balsemão». Maio de 2023. Consultado em 23 de outubro de 2025 
  21. «Francisco Pedro Balsemão sobre os três filhos: "Sofro com eles, mas sou um adepto fervoroso"». Consultado em 23 de outubro de 2025 
  22. «Toda a história sobre o filho "ilegítimo" de Francisco Pinto Balsemão e como Tita foi fundamental para aproximar pai e filho abrindo as portas de casa a Francisco Maria». 22 de outubro de 2025. Consultado em 23 de outubro de 2025 

Ligações externas

[editar | editar código]
O Commons possui uma categoria com imagens e outros ficheiros sobre Francisco Pinto Balsemão

Precedido por
Manuel da Costa Braz
(como ministro Adjunto para a Administração Interna)
Ministro Adjunto do Primeiro-ministro
VI Governo Constitucional
1980 — 1981
Sucedido por
Basílio Horta
(como ministro de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro)
Precedido por
Carlos Macedo
Ministro dos Assuntos Sociais
VII Governo Constitucional
1981
Sucedido por
Luís Barbosa
Precedido por
Francisco Sá Carneiro
Presidente do Partido Social Democrata
1980 — 1983
Sucedido por
Nuno Rodrigues dos Santos
Precedido por
Francisco Sá Carneiro (de jure)
Diogo Freitas do Amaral (interino)
Primeiro-ministro de Portugal
(VII e VIII Governos Constitucionais)
1981 — 1983
Sucedido por
Mário Soares