Granja (Ceará)

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Município de Granja
Ponte ferroviária de Granja sobre o Rio Coreaú

Ponte ferroviária de Granja sobre o Rio Coreaú
Bandeira de Granja
Brasão de Granja
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 1776 (240 anos)
Emancipação 1854 (162 anos)
Gentílico granjense
Prefeito(a) Romeu Aldigueri de Arruda Coelho (PDT)
(2013–2016)
Localização
Localização de Granja
Localização de Granja no Ceará
Granja está localizado em: Brasil
Granja
Localização de Granja no Brasil
03° 07' 12" S 40° 49' 33" O03° 07' 12" S 40° 49' 33" O
Unidade federativa  Ceará
Mesorregião Noroeste Cearense IBGE/2008[1]
Microrregião Litoral de Camocim e Acaraú IBGE/2008[1]
Região metropolitana Litoral de Camocim e Acaraú
Municípios limítrofes Camocim, Martinópole e Cocal (PI)
Distância até a capital 300 km
Características geográficas
Área 2 697,202 km² [2]
População 52 670 hab. IBGE/2010[3]
Densidade 19,53 hab./km²
Altitude 100 m
Clima Tropical
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,554 baixo PNUD/2000[4]
PIB R$ 144 979,394 mil IBGE/2008[5]
PIB per capita R$ 2 710,60 IBGE/2008[5]
Página oficial

Granja localiza-se na margem esquerda do Rio Coreaú, microrregião do Litoral de Camocim e Acaraú, mesorregião do Noroeste Cearense, .A cidade faz divisa com as cidades de Bela Cruz, Barroquinha, Camocim, Chaval, Marco, Martinópole, Moraújo, Senador Sá, Tianguá, Uruoca, Viçosa do Ceará (e estado do Piauí).

Localiza-se a uma latitude 03º07'13" sul e a uma longitude 40º49'34" oeste, estando a uma altitude de 10 metros. Sua população estimada em 2012 era de 52.139 habitantes[3] . Possui uma área de 2.698 km²[2] . Possui em seu território o Açude Gangorra, que possui um volume de 62.500.000 m³. É o município com o segundo menor índice de desenvolvimento humano do Ceará.

Granja, anteriormente chamada de Santa Cruz do Coreaú ou Macavoqueira, segundo os historiadores, recebeu esta última denominação por ser habitada por índios e os primeiros colonizadores terem encontrado forte resistência da parte dos indígenas, que foram chamados caboclos maus ou maus caboclos.

A origem do atual nome do município, consoante versão corrente, inclusive do historiador Eusébio de Sousa, é genuinamente Portuguesa, tendo afinidade com a freguesia de São Brás da Granja, do Conselho de Mourão, distrito de Évora adjacência da margem esquerda do Rio Fuadelim em Portugal, vez que o colonizador tinha como critério, além mar, adotar nominação pátria nas regiões onde se localizava.

História[editar | editar código-fonte]

O povoado de Granja é um dos mais antigos que se procederam na capitania do Ceará.Como acontecia no restante do território colonial, a área que hoje compreende o município de Granja e adjacências era habitada pelos índios Tabajaras, Tapuios, Conasus, e Tremembés que moravam na serra da Tabaina, hoje Serrinha de São Simão, no atual município de Uruoca. Afim de catequizá-los, chegaram entre os primeiros que pisaram no Ceará Grande, as missões jesuítas que construíram um templo para orações.

Iniciou-se o povoamento, ao chegar aqui o desembargador Cristóvão Soares Reimão, com a tarefa de medir a doação, feita a 3 de agosto de 1702, de uma sesmaria de cinco léguas de terra, por uma de largo na margem oriental do rio Coreaú alvará concedido aos irmãos Miguel e Domingos Machado Freire, aos quais se atribuiu o reinado efetivo do processo de povoamento do lugar; não obstante, um pouco antes de catequizar os índios, já teriam andado aqui os jesuítas.

Em seguida, o Padre Ascenso Gago, supervisor de uma missão foi beneficiado com uma sesmaria de duas léguas de terra, com uma de largo, no sítio Iguaraquatiara, hoje Braquatiara, 3 de setembro de 1706, e também Dom Jacob de Sousa Castro e o capitão Rodrigo da Costa, com terras de Iracui, atualmente Jaguaruçuí.

O sargento-mor Alexandre Pereira de Sousa, o Capitão-mor Pedro da Rocha Franco, além de Joaquim Abreu e Agostinho de Brito Passos, receberam sesmarias de terras no local da atual cidade. Também Inácio Machado, Inês Pacheco e Vitória Câmara receberam, com dada de 13 de novembro de 1706, uma sesmaria – esta com quatro léguas, no Riacho do uma, lugar denominado Tiaia.

A princípio, os colonizadores se foram estabelecendo por toda a Ribeira do Coreaú, dando origem a dois núcleos demográficos, um perto do porto, com predominância do elemento português, e que hoje subúrbio da cidade o outro, da Missão ou Iapara, constituído por nativos catequizados pelos jesuítas. Esse segundo não prosperou, obrigando êxodo para a aldeia vizinha, a então Santa Cruz do Coreaú, que apresentava evolução, não só quanto ao crescimento populacional, como pelo progresso das atividades comerciais com a Bahia e Pernambuco, onde procediam iates e barcas que ancoravam no rio, no lugar dos armazéns do porto.

Com a fusão dos dois centros, foi criada a freguesia com a denominação primitiva, de Curato da Ribeira do Coreaú, desmembrada do que foi do Curato do Coreaú, por provisão do bispo de Olinda, D. Francisco Xavier Aranha, data de 30 de agosto de 1757. A sede da nova freguesia foi à princípio localizada em Santo Antônio do Olho D’água, no sopé da Serra da Ibiapaba, onde existia um pequeno templo.

O povoado, a partir de então, passou a ser chamado, conforme ensina Capistrano de Abreu, São José da Macaboqueira, denominação esta dada pelos portugueses aos emigrantes da Missão Iapara, que eram chamados maus caboclos ou caboclos maus.

Quando houve a transferência da sede da freguesia, foi seu primeiro vigário o Pe. Luiz Fernandes de Carvalho, que inaugurou a pequena matriz, cujo orago é São José, permanecendo sacerdote na função de 1758 a 1774.

A povoação de Santa Cruz do Coreaú, São José do Coreaú ou Macaboqueira foi elevada à categoria de vila, com a denominação de Granja, por alvará que criou o município. Os historiadores divergem, apresentando cinco datas: 26, 27 e 29 de junho e 27 e 29 de julho.

O nosso município passou a gozar os forros de cidade em virtude da Lei Nº 692, de 3 de novembro de 1854, assinada pelo presidente da província Vicente Pires da Mota, e foi sede de comarca pela Lei Nº 257, de 23 de novembro de 1824, firmada pelo então presidente provincial Brigadeiro José Joaquim Coelho. Figuram pelos documentos oficiais da época, Manoel da Costa Sampaio, como primeiro juiz municipal de órgão, e Venâncio Meireles de Araújo Costa também como primeiro juiz municipal após a elevação da vila à cidade.

Pela divisão administrativa do Brasil, relatada no ano de 1911, o município de Granja contava com sete distritos: Granja (sede), Angica, Ibuaçu, Parazinho, Riachão e Ubatuba, posteriormente foi criado o de Pitombeira, que em 1921 foi desmembrado e anexado ao município de Massapê.

Em 1929, quando da nova reforma administrativa, foi o distrito de Chaval incorporado ao de Camocim.

Quanto ao distrito de Ibuaçu, teve seu nome mudado para Pessoa Anta. Abrangendo as vilas de Ibuaçu, São Miguel, Santa Terezinha e Paula Pessoa; como o distrito era muito extenso, foi formado um novo com o nome de Paracuá.

Na década de 40, o distrito de Ubatuba passou a denominar-se Ibuguaçu e em 1957 foram desmembrados os distritos de Riachão e Angica, que passaram a município, com os nomes já usados de Uruoca e Martinópole, o distrito de Paracuá passou a pertencer ao município de Uruoca.

Formando de Fração do distrito de Pessoa Anta, mais parte do distrito sede, isto é, de Granja foi criado o atual distrito de Sambaíba; e áreas dos distritos de Ibuguaçu e Timonha foram já na década de 60 formar um distrito, o de Adrianópoles. Enfim, são estes os atuais distritos do município, a saber; Granja (sede), Pessoa Anta, Parazinho, Ibuguaçu, Timonha, Sambaíba e Adrianópoles.

Primeiros habitantes[editar | editar código-fonte]

Vicente Ribeiro – não há informações sobre a procedência desse povoador, mas há fortes indícios de que ele era um homem branco. Sua esposa era uma índia Tabajara filha do chefe D. Jacob de Sousa. Recebeu deste sesmeiro nativo como dote uma sesmaria, dentro da qual se formou a aldeia que foi o núcleo inicial da atual cidade de Granja. Seu filho, atrás citado, junto com sua esposa foram os doadores do patrimônio da igreja matriz de Granja. Ainda vivem descendentes seus, com o sobrenome Ribeiro.

Domingos Machado Freire – Português. Natural da Província e Minho Portugal, juntamente com seu irmão Miguel foi o primeiro donatário da sesmaria do município de Granja, sendo as principais a do Jaguaraçuí (atual Campanário) e a que ficava entre o Rio Camocim ou Coreaú e o Riacho da Tiaia. Não morou no Povoado de Santa Cruz do Coreaú, depois denominado Macaboqueira, como tem afirmado equivocadamente alguns pesquisadores, tendo fixado-se na povoação de Pará (atual Parazinho), da qual foi fundador. Foi ele que quem instituiu a antiga capela de N. S. do Livramento naquele lugar, no ano de 1719, segundo assentamentos eclesiásticos. Não há elementos que confirmem ter sido ele um os legendários náufragos de que fala a tradição oral da região, os quais teriam construído a dita capela em pagamento de uma promessa que haviam feito para serem salvos de um naufrágio no mar, nas proximidades de Jericoacoara. Este colono faleceu a 15 de março de 1754 e foi tio de Gerônimo Machado Freire o qual herdou o seu imenso patrimônio e foi doador da faixa de terra que pertence hoje a N. S. do Parazinho. Morreu solteiro mas esse seu citado sobrinho e herdeiro deixou uma extensa prole cujos descendentes ainda hoje moram naquele distrito.

Alexandre Pereira de Andrade de Sousa - Português, natural de Santo Amaro Braga. Casou-se com Antônia Ribeiro filha do sesmeiro Vicente Ribeiro. Trabalhou inicialmente como capataz da fazenda Tiaia pertencente a missão da Ibiapaba. Foi um dos primeiros habitante brancos do povoado da Macaboqueira. Faleceu nos anos de 1776, deixando uma grande descendência, mas não existiu estudos genealógicos que identifiquem seus atuais descendentes, pois certamente são inúmeros.

Agostinho de Brito Passos - Português natural de Santa Eulália dos Passos, Portugal, casou-se com Joana Pereira de Sousa. Foi também um dos primeiros brancos a morar no arraial de Macaboqueira tendo deixado muitos filhos. Descendem deles os Brito Passos e Saldanha dos Municípios.

Joaquim de Abreu Valadares, Brasileiro Natural da Bahia casou-se com Eugênia Rodrigues Magalhães e como seus mencionados companheiros vindos da Bahia, fixou-se residência no primitivo povoado da Macavoqueira. Seguramente, hoje vivem no município inúmeros descendentes seus com outros sobrenomes.

Pedro da Rocha Franco - Português natural do lugar, Teju, Portugal . Casou-se com Vitória Rodrigues Câmara, uma moça criada pelo Pe. Jesuíta Ascenso Gago e segundo aquele religioso sua sobrinha. Todavia a tradição oral da região assegura que essa jovem era filha do referido jesuíta com uma índia Tabajara, mas não existem provas concretas sobre esta última versão. O casamento deste povoador realizou-se por volta de 1714, da capela de Santo Antônio fundada por ele mesmo em seu Sítio Ibuaçú que atualmente é um povoado com grafia Ibuguaçú, onde se estabeleceu com sua família. Descendem dele os atuais Rocha de Granja e Camocim.

Visitantes ilustres[editar | editar código-fonte]

O Conde D’Eu ou Gastão de D’Orleans, genro do Imperador D. Pedro II, Príncipe consorte, marido da Princesa Isabel e neto do Rei da França Luís Felipe. Este nobre esteve em Granja em 31 de julho de 1889, quando a cidade embandeirada o recebeu em meio a ruidosa manifestação de boas vindas. Sua Alteza o Conde D’Eu compareceu neste dia à Câmara Municipal, a qual reuniu-se em sua homenagem, tanto ali o Cel. Luiz Felipe proferido em elogioso discurso enaltecendo o ilustre visitante.

Cândido Mariano da Rondon, “O Marechal Rondon”, esteve em Granja no ano de 1923, não a passeio mas como chefe de comissão, de fiscalização das obras do nordeste. Rondon foi o primeiro grande sertanista deste século e desbravador das regiões ainda inexploradas do Brasil amazônica, tendo pacificado várias tribos indígenas brasileiras e ao contrário dos bandeirantes do passado foi protetor desses povos.

Na atualidade contamos com autoridades nacionais como Eunício Oliveira, ex-ministro das telecomunicações e Patrícia Saboia, ex-senadora. No campo artístico já pisaram nesta terra, Wesley Safadão e Latino.

Clima[editar | editar código-fonte]

Tropical com Precipitação média de 1057 mm [6] com chuvas concentradas de janeiro a maio[7] .

Economia[editar | editar código-fonte]

Os habitantes de Granja contam basicamente com a máquina pública, prefeitura municipal, como eixo central que faz girar a economia da cidade ofertando empregos em diversas áreas. Esse centro é responsável por manter todos os comércios e investimentos da cidade funcionando. Lojas de roupas, eletrodomésticos, eletrônicos, cosméticos e lanchonetes são a outra opção da economia dos habitantes da cidade. A arrecadação de impostos de luz, água, entre outros geram receita para a administração pública. A construção civil e a colheita da cera de carnaúba são outras fontes de renda para os menos favorecidos.

Turismo[editar | editar código-fonte]

Atrativos naturais

Vastas planícies cobertas de belos carnaubais e interrompidas por serrotes e outeiros, dos quais o mais alto é o da Tiaia.

Prédios antigos

Estação Ferroviária (1881), Câmara Municipal de Granja (1877), Mercado Público (1878), Cemitério de São João (1878), Igreja-Matriz (1759), Ponte Metálica sobre o Rio Coreaú (1881), Solar dos Gouveias e casarões do início do século XIX.

Esporte[editar | editar código-fonte]

Os habitantes de Granja praticam diversos esportes. Cerca de 300 pessoas praticam musculação (hipertrofia) nas duas academias da cidade. O projeto intitulado "Pelo Menos 30" desenvolve atividades de treinos funcionais e aeróbicos e conta com cerca de 30 pessoas. O ciclismo é uma outra modalidade que vem crescendo na cidade de maneira rápida. O Parkour também já foi praticado pelo extinto grupo ''Art Jump" e contava com cerca de 10 pessoas.

O basquete e o vôlei são modalidades em crescimento, porém a falta de apoio político na área dificulta sua propagação. Ainda podemos incluir práticas de: natação, zumba, jiu-jitsu, capoeira, patins, futevôlei, karatê e muai-thay. Uma modalidade marcial criada por um granjense chamada de "Arcombra" está praticamente extinta no município. Futsal e futebol são disparadamente os esportes mais praticados e contam com apoio político e da iniciativa privada. Xadrez, damas e Pôquer Texas Hold'em são esportes da mente com bastantes adeptos.

Arte[editar | editar código-fonte]

Destacam-se na literatura os poetas:

Mídia[editar | editar código-fonte]

Granja, Ceará tem duas emissoras de rádio, sendo uma em faixa modulada (FM) e outra em AM.

  • Rádio Verdade (FM)[8]
  • Rádio Vale do Coreaú (AM).

Prefeitos[editar | editar código-fonte]

Lista dos prefeitos que já passaram pela gestão Municipal.

  • Romeu Aldigueri de Arruda Coelho (PR) (2013–2016)
  • Helio Fontenele Magalhães - 2012;
  • Esmerino Oliveira Arruda Coelho – 1989 – 1982 & 2009 a 2012;
  • Francisco Geovane da Rocha Brito – 2004 a 2008;
  • Carmem Salles Oliveira Arruda – 1997 – 2000 & 2001 - 2004;
  • Eliezer Oliveira Arruda Coelho Filho - 1993 - 1996;
  • José Garcez Rocha – 1977 - 1982;
  • Eliezer Oliveira Arruda Coelho – 1973 – 1977 & 1983 - 1988;
  • Luiz Xavier Oliveira - 1971 - 1973;
  • Francisco Juarez Cruz de Vasconcelos – 1967 - 1971;
  • Guilherme Gouveia Filho – 1963 - 1967;
  • Antônio Gouveia Filho – 1959 - 1963;
  • Antônio Monteiro Carneiro da cunha – 1951 – 1955;
  • Francisco Gonzaga de Sousa – 1947 – 1951 & 1955 – 1959;
  • Cícero Dias Martins – 1945 – 1947;
  • Raimundo Mauro Xavier de Oliveira – 1945;
  • Raimundo Guanabara – 1945;
  • Francisco Félix Fragoso – 1935 – 1936;
  • Guilherme Teles Gouveia – 1930 – 1936;
  • Hugo Porfírio da Mota – 1928 – 1930;
  • Raimundo Evangelista da Silva – 1927 – 1928;
  • Inácio de Almeida Fortuna – 1919 – 1927;
  • José Elias da Costa – 1914 – 1919.
  • <ref>referência</ref>

6. Granjanossahistoria.blogspot.com

  1. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008. 
  2. a b IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 dez. 2010. 
  3. a b «Censo Populacional 2010». Censo Populacional 2010. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de novembro de 2010. Consultado em 11 de dezembro de 2010. 
  4. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008. 
  5. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 11 dez. 2010. 
  6. Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos - FUNCEME.
  7. Instituto nacional de Pesquisa espacial - INPE.
  8. http://www.fmverdade.com.br/