Banabuiú

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Banabuiú
  Município do Brasil  
Símbolos
Bandeira de Banabuiú
Bandeira
Brasão de armas de Banabuiú
Brasão de armas
[[1]]
Lema Civitatem margin flumin, amico populo
"Civilização de margem do rio, amiga do povo"
Gentílico banabuiuense
Localização
Localização de Banabuiú no Ceará
Localização de Banabuiú no Ceará
Banabuiú está localizado em: Brasil
Banabuiú
Localização de Banabuiú no Brasil
Mapa de Banabuiú
Coordenadas 5° 18' 36" S 38° 55' 15" O
País Brasil
Unidade federativa Ceará
Municípios limítrofes Norte: Quixadá, Leste: Morada Nova, Sul: Jaguaretama e Solonópole, Oeste: Quixeramobim
Distância até a capital 210 (Via Rod. Pe. Cícero BR 122) 225 (Via Rod. Governador Faustino Albuquerque CE 060) 250 (Via Rod. Raimundo Lucas de Brito CE 226) km
História
Fundação 25 de janeiro de 1988 (34 anos)
Emancipação 1988
Administração
Distritos
Prefeito(a) Francisco Hermes Nobre (PDT, 2021 – 2024)
Características geográficas
Área total [1] 1 080,329 km²
População total (estimativa IBGE/2021[2]) 18 313 hab.
Densidade 17 hab./km²
Clima Seco
Altitude 166 m
Fuso horário Hora de Brasília (UTC−3)
CEP 63960-000
Indicadores
IDH (PNUD/2010[3]) 0,606 médio
PIB (IBGE/2019[4]) R$ 183 573,00 mil
PIB per capita (IBGE/2019[4]) R$ 10 088,09
Sítio banabuiu.ce.gov.br (Prefeitura)

Banabuiú é um município brasileiro do estado do Ceará. Localiza-se a sul da capital do estado, Fortaleza, distando desta cerca de 210km. Ocupa uma área de 1 080, 986km², enquanto sua população foi estimada em 18 313[5] habitantes, conforme dados do IBGE de 2021, contabilizando uma densidade demográfica de 16,03 habitantes/km². A sede do município tem uma temperatura média anual de 27, 2°C.

Desenvolveu-se com a construção do Açude Arrojado Lisboa na década de 1950[6] pelo Departamento Nacional de Obras Contra a Seca, na zona sul do município, sendo este o quarto maior reservatório de água do Brasil e o terceiro do estado, seguido do Castanhão e Orós, e o maior da sub-bacia hidrográfica do rio Banabuiú, cobrindo uma área de 13.500km².

No turismo, alcançou a marca como um dos destinos mais procurados do estado na época carnavalesca, com o Carnaval das Águas de Banabuiú. No esporte, é palco de diversos eventos esportivos durante todo o ano, atraindo centenas de pessoas de toda a região. No segundo semestre do ano acontece a Feira de Artesanato, Música e Gastronomia do município, Banartes, considerada uma das maiores feiras culturais do interior. O município faz parte do mapa turístico do Ceará.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

O topônimo banabuiú vem do tupi guarani bana (borboleta) e buy ou puyú (brejo), e significa brejo das borboletas.[7] De acordo com Tomás Pompeu de Sousa Brasil, banabuiú significa rio que tem muitas voltas: bana(que torce, volteia), bui(muito, com excesso), e u (água, rio). Sua denominação original era Poço Preto,[8] depois Laranjeira e, desde 1943, Banabuiú.[7]

História[editar | editar código-fonte]

Assim como outros cursos d´água que atravessam o sertão cearense, o rio Banabuiú foi fundamental para o início da ocupação humana na região, sendo registrados diversos testemunhos da milenar presença ameríndia tanto em Banabuiú quanto em municípios vizinhos. Nesses locais foram identificadas ferramentas líticas variadas, como pilões, percutores e raspadores, além de diversas lascas, núcleos e seixos com marcas de abrasão, usadas para funções como caça de animais, produção de ferramentas e preparação de alimentos, bem como fragmentos de antigos vasilhames cerâmicos. Além disso, em dezenas de lajedos e matacões também foram descobertas gravuras rupestres e marcas de polimento intencional na superfície das rochas, evidências do uso constante desses locais. Embora ainda sem datações disponíveis, os sítios arqueológicos Banabuiú 003[9], Banabuiú 004[10], Banabuiú 005[11], Banabuiú 006[12], Banabuiú 007[13], Banabuiú 008[14], Banabuiú 009[15], Banabuiú 010[16], Banabuiú 011[17] e Santa Clara[18] são representativos desse processo de ocupação na bacia do rio Banabuiú.

Segundo fontes históricas e etnográficas, a região de Banabuiú era habitada por várias etnias indígenas, tais como os Potiguara, falantes de um idioma do tronco Tupi-Guarani, além dos Tarairiú (algumas vezes mencionados em relatos coloniais como Paiacu e Janduí), Panati, Jenipapo-Canindé, Baturité e Ariú[19][20][21]. Já a efetiva colonização europeia teria se iniciado somente na segunda metade do século XVII, com a a expansão da pecuária sobre as terras da Capitania do Siará Grande, motivada pela expulsão dos holandeses do Nordeste e pelo crescimento da economia açucareira nos litorais pernambucano e baiano[22][23]. Antes disso, há registro de entradas no chamado sertão-de-dentro no início desse mesmo século, como as do Capitão-Mor Pero Coelho de Sousa (1603) e dos padres jesuítas Francisco Pinto e Luís Figueira (1607), que desceram parte do vale do rio Jaguaribe em direção ao interior do Ceará[24]. A demanda pela carne seca, charque e couro no período colonial, portanto, é a razão pela qual se deu a formação de diversas fazendas, sítios e charqueadas ao longo de rios como o Jaguaribe e Banabuiú. Essa expansão fez parte de um processo mais amplo, abarcando grande parte dos sertões do Ceará e de outros estados nordestinos, gerando grandes conflitos com os grupos indígenas que moravam nessas regiões[22][24][25].

O processo de formação do atual município de Banabuiú também está relacionado a expansão das frentes pecuárias pelas bacias dos rios Jaguaribe e Banabuiú, provavelmente relacionando-se com assentamentos criados ainda no século XIX. Um dos primeiros registros da existência de um povoado na região seria a inauguração da Igreja de Sâo Sebastião, ocorrida em 20 de janeiro de 1852, data em que a imagem do santo padroeiro foi instalada nesse templo. Já a primeira menção oficial ao povoado data de 26 de agosto de 1899, contudo, quando um ato estadual cria o distrito de Laranjeiras, então subordinado ao município de Quixeramobim[26]. De acordo com outra fonte, o nome original do povoamento teria sido Poço Preto, posteriormente alterado para Laranjeiras quando da criação do distrito[27].

Em 1918, o distrito de Laranjeiras foi elevado à condição de vila pela Lei Estadual n° 1613, de 19 de outubro daquele ano, condição posteriormente confirmada pela Lei Estadual n° 1564, de 29 de agosto de 1919[26]. Em 1926, entretanto, a então vila de Laranjeiras é reintegrada ao município de Quixadá, situação administrativa que perduraria até 1988. De todo modo, no início dos anos 1930 algumas famílias começaram a se fixar nas terras do distrito de Laranjeiras, mais precisamente na Fazenda Amendoim de propriedade de Zezinho Queiroz[27]. Alguns anos mais tarde, em 1943, se deu a mudança definitiva do nome da localidade, sendo agora denominada “Banabuiú” por força do Decreto-Lei Estadual n° 114, de 30 de dezembro desse ano. Contudo, apenas em 25 de janeiro de 1988 com a Lei nº 11.427, Banabuiú foi elevado em definitivo à categoria de município[26].

Igreja Matriz de Nossa Senhora de Fátima de Banabuiú

O principal incentivo para a fixação de um contingente populacional significativo só se daria a partir de 1952, todavia. Nessa data o Departamento Nacional de Obras Contra a Seca (DNOCS) – antiga Inspetoria Federal de Obras Contra a Seca (IFOCS) – começou a se instalar no distrito de Banabuiú, iniciando a construção de um campo de pouso, residências, hotel, hospital, escola e estruturas voltadas para administração do órgão, em área distante do distrito de Laranjeiras. Toda essa infra-estrutura tinha como objetivo abrigar a comitiva de profissionais responsáveis pela construção do Açude Arrojado Lisboa, iniciado em 1958 e inaugurado no primeiro semestre de 1966[26][27]. Assim, um povoado surgiu em torno da construção do açude, também conhecido como Mudubim, em referência ao açude que foi inundado pela obra do DNOCS. Até 2001, o Açude Arrojado Lisboa compunha a segunda maior bacia hidrográfica do estado do Ceará e terceira do país, superada pelo Açude Castanhão e Orós, que fazem parte da bacia do Vale do Jaguaribe, a qual abastace a capital do estado, Fortaleza.

Entre os diversos profissionais trazidos para a obra, cabe destacar os operários – denominados “cassacos” –, os quais viviam em condições extremamente precárias. Segundo consta, são ainda numerosos os relatos de ex-trabalhadores e seus parentes sobre as situações à que eram submetidos durante a construção do gigantesco açude, permanecendo muitos destes nas terras do então distrito de Banabuiú. São eles, portanto, os responsáveis pela consolidação de Banabuiú como um centro urbano, uma vez que sua permanência impulsionou a economia e demografia da localidade o suficiente para que, em 1988, o local fosse alçado à condição de município[28].

Fotografia aérea do distrito de Laranjeiras. Ao centro, Igreja de São Sebastião.

Política[editar | editar código-fonte]

A administração do município é feita a partir dos poderes executivo e legislativo. O primeiro prefeito da cidade foi eleito no ano de 1988, Benedito Gonçalves de Melo, médico e o vice, Aluísio Cajazeiras de Sá, agricultor.

Nome Nascimento
1 1989 - 1992: Benedito Gonçalves de Melo ✩ 1947 † 1997
2 1993 - 1996: Aluísio Cajazeiras de Sá ✩ 1931 † 2020
1997 - 1997: Benedito Gonçalves de Melo ✩ 1947 † 1997
3 1997 - 2000: Isabel Maria Queiroz de Freitas
4 2001 - 2008: Antônio Sales Magalhães ✩ 1931 † 2015
5 2009 - 2016: Veridiano Pereira de Sales ✩ 1951
6 2017 - 2024: Francisco Hermes Nobre ✩ 1956

Geografia[editar | editar código-fonte]

Subdivisão[editar | editar código-fonte]

  Sitiá
  Pedras Brancas
  Laranjeiras
  Banabuiú (sede)
  Rinaré

Bairros e distritos[editar | editar código-fonte]

Banabuiú (sede)[editar | editar código-fonte]

Alto Alegre, Balneário Banabuiú, Centro, Conjunto Esperança, Vila Brasília, Vila Operária e Vila dos Marianos.

O município possui cinco distritos: Banabuiú (sede), Laranjeiras, Pedras Brancas, Rinaré e Barra do Sitiá.

Clima[editar | editar código-fonte]

Tropical quente semiárido com pluviometria média de 682,9 mm[29] com chuvas concentradas de janeiro a abril[30].

Hidrografia e recursos hídricos[editar | editar código-fonte]

O município está localizado na bacia hidrográfica do rio Banabuiú e em seu leito está construído o Açude Arrojado Lisboa, ou Banabuiú, como é mais conhecido. Outro importante rio é o Sitiá que deságua no Banabuiú no distrito de Sitiá e que no território de Banabuiú fica a parede do Açude Pedras Brancas. Outras fontes hídricas são os riachos Cruxoti e Pimenta.

Banabuiú (município) encontra-se na sub-bacia hidrográfica de mesmo nome, pertencendo a bacia do Jaguaribe, sendo portanto um grande acumulador de água através dos cursos d'água que chegam ao seu rio principal, "Banabuiú".

Relevo e solos[editar | editar código-fonte]

As principais elevações são as serras, destacando-se as serras da Passagem, do Logrador e dos Tanquinhos.

Solos arenosos e coesivos no estuário do rio, mas em geral arenos como solos predominantes.

Vegetação[editar | editar código-fonte]

A caatinga é a vegetação predominante. Mas podemos encontrar áreas de cajueiros e carnaúbas, em especial ao longo do rio.

Rodovias[editar | editar código-fonte]

Rodovia Raimundo Lucas de Brito (CE-266/CE-368). Trecho entre o entrocamento da Rodovia Padre Cícero (BR-122/CE-153) no sul do município de Banabuiú e CE-371 no distrito de Roldão em Morada Nova.

Ligações[editar | editar código-fonte]

Rodovia Raimundo Lucas Brito (CE-266/CE-368) ligas os municípios de Banabuiú e Morada Nova pelo entrocamento da Rodovia Padre Cícero (BR-122/CE-153) no sul do município ao entrocamento da CE-371 em Roldão (Morada Nova), em um trecho de 52km.

Rodovia Padre Cícero (BR-122/CE-153) liga o município de Banabuiú a Quixadá e Quixeramobim pelo entrocamento da BR-122/CE-265 entre Quixeramobim e Quixadá em um trecho de 40km. Seguindo 10km a leste até o município de Quixadá pela BR-122 e 27km oeste ao município de Quixeramobim pela CE-265. Totaliza 50km à cidade de Quixadá e 67km à cidade de Quixeramobim.

Rodovia Padre Cícero (BR-122/CE-153) liga o município de Banabuiú à Solonópole em um trecho de 50km.

Economia[editar | editar código-fonte]

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município possui um PIB de R$141 751 66 mil (IBGE/2016).. A criação de bovino, avícola e suíno é o destaque da pecuária banabuiuense. Destaca-se a agricultura de subsistência e comercialização de algodão arbóreo e herbáceo (bem menos), caju, milho e feijão. Atualmente destaca-se a plantação de hortas no estuário do rio Banabuiú.

Com relação à economia e de acordo com estatísticas do cadastro central de empresas do IBGE, no ano de 2016 o município contava com 169 empresas atuantes registradas no CNPJ. A principal fonte de renda na zona rural é a agricultura, a pesca e a pecuária e na sede, a principal fonte de renda é o comércio e os empregos ofertados pelo setor industrial do município, além dos empregos ofertados pelo governo municipal.

De acordo com o IBGE, em 2016 a média salarial mensal do município era de 1,8 salários mínimos.

Cultura[editar | editar código-fonte]

Os principais eventos são:

Banartes[editar | editar código-fonte]

A Feira de Artesanato, Música e Gastronomia do município surgiu em 1988, no ano de emancipação do município. Com o objetivo de de dar maior destaque à cultura local, o projeto exalta o trabalho das comunidades através da exposição e venda dos produtos por elas confeccionados, busca ampliar sua atuação para assumir um viés de geração de negócios e a cada ano diversifica suas ações estimulando apresentações culturais, gerando aprendizado, dinamizando a economia local, envolvendo e beneficiando a comunidade.

A programação da Banartes é composta de: Feira de Exposição de Artesanato e Gastronomia, Premiação de destaques da Feira e dos Festivais como o da canção, da viola e da sanfona, Oficinas artísticas para o público infantil, serviços de utilidade, pública e apresentações musicais durante os dias do evento

O evento é realizado pelo Governo Municipal de Banabuiú juntamente com a população e a Secretaria de Turismo e Cultura, com programação distribuída nos espaços da cidade com atividades distintas e aberta ao público de toda a região totalmente gratuito. Em 2018 aconteceu a 27ª (vigésima sétima) edição.

Referências

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  2. «Estimativa populacional 2021 IBGE». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 28 de agosto de 2021. Consultado em 28 de novembro de 2021 
  3. «PIB dos Municípios:Banabuiú, CE». IBGE cidades. Consultado em 15 de fevereiro de 2020 
  4. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 1999-2016». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 19 de março de 2019 
  5. Erro de citação: Etiqueta <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs de nome IBGE_Pop_2019
  6. http://www.dnocs.gov.br/barragens/banabuiu/banabuiu.htm
  7. a b http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/dtbs/ceara/banabuiu.pdf
  8. http://objdigital.bn.br/acervo_digital/div_cartografia/cart249778.jpg
  9. «Sítio Banabuiú 003». Sistema Integrado de Conhecimento e Gestão. Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. 2021. Consultado em 10 de maio de 2022 
  10. «Sítio Banabuiú 004». Sistema Integrado de Conhecimento e Gestão. Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. 2021. Consultado em 10 de maio de 2022 
  11. «Sítio Banabuiú 005». Sistema Integrado de Conhecimento e Gestão. Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. 2021. Consultado em 10 de maio de 2022 
  12. «Sítio Banabuiú 006». Sistema Integrado de Conhecimento e Gestão. Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. 2021. Consultado em 10 de maio de 2022 
  13. «Sítio Banabuiú 007». Sistema Integrado de Conhecimento e Gestão. Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. 2021. Consultado em 10 de maio de 2022 
  14. «Sítio Banabuiú 008». Sistema Integrado de Conhecimento e Gestão. Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. 2021. Consultado em 10 de maio de 2022 
  15. «Sítio Banabuiú 009». Sistema Integrado de Conhecimento e Gestão. Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. 2021. Consultado em 10 de maio de 2022 
  16. «Sítio Banabuiú 010». Sistema Integrado de Conhecimento e Gestão. Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. 2021. Consultado em 10 de maio de 2022 
  17. «Sítio Banabuiú 011». Sistema Integrado de Conhecimento e Gestão. Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. 2021. Consultado em 10 de maio de 2022 
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  19. Sebok. Lou, Atlases published in the Netherlands in the rare atlas collection. Compiled and edited by Lou Seboek. National Map Collection (Canada), Ottawa. 1974
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  21. Lowie, Robert (1946). «"The Tarairiu"». In: Steward, Julian. Handbook of South American Indians: The Marginal Tribes. Washington, DC: Government Printing Office. pp. 563–566 
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  23. Dantas, Beatriz G.; Sampaio, José Augusto; Carvalho, Maria Rosário de (1992). «"Os Povos Indígenas no Nordeste Brasileiro: um esboço histórico"». In: Cunha, Manuela Carneiro da. História dos Índios no Brasil 2a ed. São Paulo: Companhia das Letras / FAPESP / Secretaria Municipal de Cultura. pp. 431–456. ISBN 8571642605 
  24. a b Pinheiro, Francisco José (2011). Documentos para a História Colonial, especialmente a indígena no Ceará (1690-1825). Fortaleza: Fundação Ana Lima. ISBN 9788599134184 
  25. Puntoni, Pedro (2002). A Guerra dos Bárbaros: povos indígenas e a colonização do sertão nordeste do Brasil, 1650-1720. São Paulo: EDUSP. ISBN 9788531406843 
  26. a b c d «Cidades. Banabuiú. História & Fotos». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. 2017. Consultado em 10 de maio de 2022 
  27. a b c Avelino Neto, José (2022). «Dados do Município». Prefeitura Municipal de Banabuiú. Consultado em 10 de maio de 2022 
  28. Lins, Vacilane Pedrina Guimarães (2014). A Urbanização da Cidade de Banabuiú a partir da construção do Açude Arrojado Lisboa (Trabalho de Conclusão de Curso em Gestão Pública). Quixeramobim: Universidade Estadual do Ceará 
  29. «Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos». FUNCEME 
  30. Instituto nacional de Pesquisa espacial - INPE.

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