Leo Moura

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Leo Moura
Leo Moura
Léo Moura em 2021.
Informações pessoais
Nome completo Leonardo da Silva Moura
Data de nasc. 23 de outubro de 1978 (43 anos)
Local de nasc. Niterói, Rio de Janeiro, Brasil
Nacionalidade brasileiro
Altura 1,76 m
destro
Apelido SuperLéo[1]
Motorzinho da Gávea
Informações profissionais
Período em atividade 1997–2021 (24 anos)
Posição lateral-direito
Site oficial site
Clubes de juventude
1997–1998
1999
Botafogo
Linhares
Clubes profissionais2
Anos Clubes Jogos e gol(o)s
1999–2000
2000–2001
2001
2002
2002
2003
2004
2005
2005–2015
2015
2015–2016
2016
2016
2017–2019
2020
Germinal Beerschot
ADO Den Haag
Botafogo
Vasco da Gama
Palmeiras
São Paulo
Fluminense
Braga
Flamengo
Fort Lauderdale Strikers
Goa
Metropolitano
Santa Cruz
Grêmio
Botafogo-PB
0033 0000(16)
0029 0000(12)
0024 00000(1)
0030 00000(6)
0009 00000(0)
0038 00000(1)
0059 00000(2)
0008 00000(0)
0519 0000(47)
0010 00000(2)
0016 00000(2)
0006 00000(0)
0043 00000(3)
0100 00000(5)
0012 00000(0)
Seleção nacional
2008 Brasil 0001 00000(0)


2 Partidas e gols totais pelos
clubes, atualizadas até 19 de outubro de 2020.

Leonardo da Silva Moura, mais conhecido como Leo Moura (Niterói, 23 de outubro de 1978), é um ex-futebolista brasileiro que atuava como lateral direito.

Eleito por quatro vezes seguidas o melhor lateral-direito do Campeonato Brasileiro, fez história com a camisa do Flamengo, clube pelo qual atuou durante 10 anos. Também teve passagens pelos outros três grandes clubes do Rio de Janeiro[2], além de outras grandes equipes, como Palmeiras, São Paulo e Grêmio.

Atualmente, mantém uma ONG chamada Instituto Leo Moura, que atua no Rio de Janeiro e em Macapá. Em janeiro de 2022, foi revelada a destinação de R$41,6 milhões do orçamento secreto para sua ONG, maior valor dentro da Secretaria Especial do Esporte do governo federal. A destinação ocorreu após atuação do deputado Luiz Lima e do senador Davi Alcolumbre. O orçamento secreto é uma prática utilizada pelo governo de Jair Bolsonaro para garantir apoio parlamentar [3][4]

Carreira

Início

Começou sua carreira jogando nas categorias de base do Botafogo e por empréstimo foi para as categorias de base do Linhares, do Espírito Santo, quando ainda atuava como meia.[5]

Germinal Beer e ADO Den Haag

Contudo, antes de se profissionalizar pelo Botafogo, acabou sendo negociado com o Germinal Beer, da Bélgica.

Uma temporada mais tarde, ou seja, em 2000, seguiu para o ADO Den Haag, time holandês, no qual teve sua primeira experiência como ala.

Retorno ao Botafogo

Já no segundo semestre de 2001, retornou ao Botafogo para a disputa do Campeonato Brasileiro daquele ano, vindo ocupar uma vaga no meio-campo. Contudo, uma lesão, próximo a sua estreia fez com que ele perdesse sua posição no time e, com isso, no decorrer do campeonato, acabou retornando à equipe titular, jogando na lateral-direita.[6]

Seu bom desempenho, como lateral, enfim parecia ter resolvido o problema do Fogão naquela posição, carente de um bom jogador desde que César Prates havia deixado de jogar pelo clube em 1999.

Vasco da Gama e Palmeiras

Todavia, no ano seguinte, Leo Moura surpreendeu a todos, quando não renovou seu contrato com o Botafogo e transferiu-se para o Vasco da Gama.[7][8]

No Vasco, entrosou-se perfeitamente com a dupla de atacantes, formada por Romário e Euller, contudo, apesar de seu ótimo rendimento no time, em meados de 2002, decidiu trocar o Vasco pelo Palmeiras.[9] Mais tarde, o próprio Leo Moura viria a confessar ter se arrependido desta transferência, que o havia colocado na fatídica equipe palmeirense rebaixada para a Série B.[10][11]

São Paulo e Fluminense

Em 2003, foi parar no São Paulo e, como já havia um outro Leonardo neste time, foi a partir desta época que passou a ser chamado de Leonardo Moura. Pouco aproveitado no São Paulo, após atuações decepcionantes, Leo Moura retornou ao futebol carioca, quando voltou a atuar ao lado de Romário.[12] Desta vez, porém, os dois vestiam a camisa do Fluminense.[13]

No Tricolor Carioca, ele deu a volta por cima e, após excelentes atuações, acabou virando o xodó da torcida.[14] Em seguida, Leo teve uma rápida passagem pelo Braga, de Portugal, antes de acertar seu contrato com o Flamengo.[15][16]

Flamengo

Chegada

Após passagem pelo Braga, Leo Moura, em meados de 2005, chegou ao Fla com o pé atrás por parte da torcida, em conta do seu passado pelos rivais e de sua grande rodagem, uma vez que até então não tinha feito duas temporadas seguidas em um mesmo clube. No entanto, logo garantiu a sua titularidade e desde então, consagrou-se como ídolo, participando ativamente de diversos títulos que o clube conquistou, incluindo a Copa do Brasil de 2006, o Brasileirão de 2009 e a Copa do Brasil de 2013.

O lateral-direito conquistou aos 28 anos o primeiro título de sua carreira: a Copa do Brasil de 2006. Foi uma coroação para o bom trabalho feito no ano anterior e apenas o início de uma história com a camisa do Flamengo, que se consolidaria ainda mais nos anos seguintes. Em 2007, 2008 e 2009 foi um dos principais personagens da conquista do tricampeonato estadual, sempre marcando em várias ocasiões. No ano de 2007, ele era cotado como uma dos principais esperança do time na Copa Libertadores da América, mas o time foi eliminado ainda nas oitavas de final, mas no Brasileirão ele foi fundamental na arrancada do Flamengo, tirando o time da zona do rebaixamento, levando para o terceiro lugar da competição, garantindo a vaga da Libertadores no ano seguinte.[carece de fontes?] Em 2008, o Flamengo foi novamente eliminado nas oitavas de final da Libertadores e não conseguiu se classificar para a competição do ano seguinte terminado o Campeonato Brasileiro em quinto lugar, sempre com grandes atuações do lateral. No Brasileirão de 2009, teve grandes atuações e foi um dos pilares da conquista do título brasileiro, escrevendo definitivamente seu nome da história do clube.[17] Na temporada seguinte, ultrapassou a marca de 300 jogos pelo Fla e continuou, firme e forte, dono da posição.

Leo Moura em treinamento pelo Flamengo no ano de 2009.

Desabafo do Brasileiro de 2009

Em 2 de agosto de 2009, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro contra o Náutico, no Maracanã, causou um grande mal-estar com a torcida rubro-negra. O Flamengo ia perdendo a partida por 1–0 para o então lanterna do campeonato, quando aos 36 minutos do segundo tempo o lateral fez o gol de empate. O jogador, até então incomodado com as vaias que recebera durante todo o jogo, não comemorou o gol e resolveu proferir impropérios (palavrões) à torcida rubro-negra, como forma de protesto e desabafo pelas vaias que vinha recebendo. Algum tempo depois ele deu uma entrevista pedindo desculpas a torcida flamenguista pelo ocorrido.[18]

Estreia na Libertadores de 2010

Leo Moura em partida contra o Botafogo pelo Campeonato Brasileiro de 2010.

Na estreia do Flamengo na Libertadores, contra o Universidad Católica, a equipe perdeu um jogador logo no começo do jogo.[19] Em uma falta do lado esquerdo, Leo Moura bateu uma falta com perfeição, abrindo o placar ainda no primeiro tempo, e ainda no segundo tempo em um contra-ataque, partiu com a bola e com um belo toque deixou Adriano na cara do gol para fechar o placar, sendo o jogo mais lembrado pelo jogador até hoje.[20][21] No Campeonato Brasileiro de 2010, o Flamengo ficou apenas em 14º lugar, escapando da possibilidade de ser rebaixado no fim do Campeonato, assim como toda equipe, o jogador não teve grande atuações, fazendo apenas um gol durante toda competição. No inicio de 2011, voltou a exibir seu grande futebol que o consagrou, conquistando mais uma vez o Carioca, sendo mais uma vez o melhor lateral direito da competição.[carece de fontes?] No Campeonato Brasileiro, o lateral teve uma campanha regular e conseguiu classificar o Flamengo para a Libertadores pela quarta vez em sua passagem pelo clube com a presença de Ronaldinho Gaúcho e Thiago Neves no clube.

Temporada de 2012

Em 2012, começou bem a temporada marcando gols na Libertadores, porém a equipe rubro-negra não conseguiu avançar para a segunda fase da competição.[22][23]

No mesmo ano, no Brasileirão 2012, Leo perdeu um gol incrível na partida contra o Vasco (o Flamengo venceu por 1–0), válida pela 18ª rodada do Campeonato Brasileiro. Após jogada de Adryan pelo lado esquerdo, o jogador rolou para o lateral, que entrava livre na área. Era só tocar para o gol vazio, mas Léo se atrapalhou, pisou na bola e ficou sentado no gramado. Mesmo sentado, ele até tentou empurrar a bola para o gol, mas Pipico apareceu para afastar o perigo.[24] Com 68,6% dos votos dos internautas, este lance foi eleito gol mais perdido da rodada, em enquete do programa "´É Gol!!", do SporTV.[25] Em entrevista dada logo após a partida, ele revelou ter sido caçoado pelos companheiros ainda no vestiário, e afirmou que merecia vestir a camisa do "Inacreditável Futebol Clube", que é dada pelo Globo Esporte a qualquer jogador que perde um gol incrível.[26]

Renovação de 2013 e 450 jogos

Em 2 de janeiro de 2013, depois de longa novela em torno de sua renovação com o Flamengo, novela esta que aproximou o jogador ao recém-promovido à Série A Goiás, fechou por mais um ano com o clube. O lateral, entretanto, teve de aceitar uma redução de seus vencimentos.[27] Depois de um ano e meio sem marcar gols, voltou a marcar na vitória de 2 a 1 contra o Santos, em partida válida pelo Campeonato Brasileiro.[28]

Em 6 de outubro, chegou à marca de 450 jogos com a camisa do Flamengo no clássico contra o Vasco da Gama, que acabou terminando no empate por 1 a 1, em partida válida pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro.

Renovação de 2014 e o top 10 de mais jogos

No dia 18 de dezembro, foi anunciada a renovação do seu contrato com o Flamengo até o fim de 2014.[29]

Em 22 de fevereiro de 2014, entrou no Top 10 de jogadores que mais vestiram a camisa Rubro-Negra atingindo a marca de 468 jogos e chegando a 10ª posição, ultrapassando o ex-meia Zinho. No jogo, o Flamengo venceu o Resende por 3–0. No terceiro gol, foi ele quem começou a jogada após um lençol no marcador.[30][31]

500 jogos

Em 4 de outubro de 2014, atingiu a marca de 500 jogos pelo Flamengo em partida entre o Flamengo e o Santos no Maracanã, válida pela 26ª rodada do Campeonato Brasileiro. O rubro-negro foi derrotado por 1–0, gol de Robinho.[32][33] Léo Moura, renovou com o Flamengo até o final do Campeonato Carioca de 2015.

A saída

Em 23 de fevereiro de 2015, em conjunto com o Flamengo, anunciou a sua saída para o Fort Lauderdale Strikers, dos Estados Unidos.[34]

Com isso, chegou ao fim a maior longevidade de então de um jogador de linha na elite do futebol nacional.[35] Contando goleiros, Apenas três jogadores estavam há mais tempo em suas respectivas equipes do que estava Léo Moura.[35] Além disso, ele deixou a Gávea sendo o sétimo jogador que mais defendeu as cores rubro-negra.[36]

Leo chegou ao final de sua jornada com a camisa rubro-negra conquistado 9 títulos, o mesmo número de conquistas que Botafogo, Fluminense e Vasco tiveram desde o dia em que o atleta estreou pelo rubro-negro carioca.[37] Além disso, durante o tempo em que ficou no clube, nada menos que oito presidentes e 15 técnicos (sem contar interinos e repetições de treinadores) passaram pela Gávea. A camisa do time contou com três fornecedores diferentes e sete patrocinadores.[38]

Em entrevista dada ao GloboEsporte.com, em agosto de 2015, Leo informou que acredita que sua saída do clube foi sugerida pelo então treinador Vanderlei Luxemburgo.

Jogos de despedida

Sua última partida oficial pelo clube aconteceu no dia 1 de março de 2015, pela sétima rodada do Campeonato Carioca, contra o Botafogo, no Maracanã lotado com torcida total de 49.833 torcedores, que viram o Flamengo perder por 1–0 (detalhe que o jogo aconteceu no dia dos 450 anos do Rio de Janeiro).[40]

No dia 4 de março de 2015, se despediu da torcida do Mengão em uma partida amistosa no Maracanã, para mais de 30.620 pagantes, contra o Nacional, conquistando a vitória por 2–0. Antes do jogo, foi homenageado com uma placa entregue por Zico (a curiosidade é que o lateral participou do jogo de despedida de Zico, na década de 1990, sendo um dos garotos a entrarem em campo com o time[41]).

Ação na Justiça

Em outubro de 2016, o departamento jurídico do Flamengo recebeu uma notificação de uma ação judicial impetrada pelo atleta. O jogador cobrava o pagamento de horas extras e adicional noturno, além do direito de arena (televisão) no período de 2011 a 2015.[43]

É uma decisão extremamente difícil. É apenas pelo direito e o lado profissional. A minha relação com o clube Flamengo jamais vai mudar, até porque outros jogadores recentes fizeram o mesmo e receberam o que é de direito em um acordo com o Flamengo (...) A torcida do Flamengo é muito maior do que isso.
Léo Moura, sobre a ação judicial contra o clube.

Alguns dias após a notícia ser divulgada pela imprensa, Léo Moura, jogando pelo Santa Cruz, entrou em campo pela primeira vez numa partida contra o Flamengo, após sair do clube. Antes mesmo de pisar no gramado do Pacaembu, Léo Moura recebeu vaias da torcida. E isso aconteceu sempre que ele tocava na bola. Após a partida, ele deixou o campo em silêncio, e não quis dar entrevista.[44]

Fort Lauderdale Strikers

O que o motivou a assinar com um clube da North American Soccer League (NASL), uma espécie de liga de "segunda linha", foi o desafio de tornar esta liga mais conhecida mundialmente e elevá-la ao patamar da Major League Soccer (MLS), principal liga de futebol dos Estados Unidos.[45]

Assinou um contrato de três anos com o Strikers, clube pelo qual recebeu a camisa 10.[47] A escolha do número da camisa foi uma homenagem ao período em que defendeu o Flamengo.[48]

Na partida de estreia, em 4 de abril, contra o NY Cosmos, perdeu por 1–0, gol do também brasileiro Leo Fernandes. Foram 11 691 torcedores no Lockhart Stadium, local da disputa, e um recorde de público para os Strikers no retorno da NASL.[49]

Em sua segunda partida, em 11 de abril, marcou seu primeiro gol com a nova camisa, de pênalti, no fim do primeiro tempo, abrindo o caminho para o triunfo sobre o Jacksonville Armada por 2 a 1.[50] Além de marcar o seu, participou do segundo gol da equipe, relembrando seus tempos de lateral após iniciar a jogada cruzando pela direita.[51]

Rafael Bertani, presidente do conselho de administração do clube americano, confirmou a rescisão de Léo em 27 de julho de 2015, após os dirigente entenderem que não havia mais clima para o jogador continuar no clube devido as suas tentativas de voltar ao Brasil.[52]

Sua última partida pelo Strikers foi um amistoso em Campinas em 20 de julho de 2015, onde seu time perdeu para a Ponte Preta pelo placar de 4 a 0.[53] Saiu do clube com 9 jogos pela NASL e o amistoso contra a Ponte, tendo conquistando três vitórias, dois empates, cinco derrotas e dois gols.[54]

Tentativas de retorno ao Brasil

Em junho de 2015 (menos de quatro meses após a assinatura de contrato com o Strikers, portanto), segundo o canal Fox Sports, o jogador pediu ao seu empresário, Eduardo Uram, que procurasse clubes no Brasil interessados em seu futebol, pois ele estaria insatisfeito com o nível do futebol na NASL.[55] O jornal Gazeta do Povo, porém, informou que "a decisão de Léo Moura de retornar ao Brasil é muito mais familiar do que profissional. Um primo da mulher do jogador que mora em São Paulo está doente e a família decidiu ficar perto dele."[56]

Segundo André Chaves, um dos sócios do Strikers, Léo possuia uma carta que o liberaria do vínculo de três anos com o clube caso recebesse propostas de equipes fora dos Estados Unidos[57], o que facilitaria a "quebra de contrato" com o Strikers.

Após a mídia divulgar que o jogador interessava ao Fluminense, Léo desmentiu, via rede social, que estaria negociando com o Fluminense e disse estar feliz no Strikers.[58]

Em 22 de junho, Eurico Miranda, presidente do Vasco da Gama, chegou a anunciá-lo como novo reforço do Vasco da Gama. O jogador retornaria ao clube depois de treze anos.

Esta notícia gerou uma enxurrada de críticas, tanto da torcida vascaína — já que na maior parte desse período que ficou longe do Vasco da Gama, jogou e se tornou ídolo do Flamengo, maior rival do clube[60][61] — tanto da torcida rubro-negra, que o acusou de "traidor".[62] Ex-jogadores do Fla também fizeram criticas a decisão do Léo. Leandro, considerado o maior lateral-direito da história do Flamengo, disse que isso é uma sacanagem do Eurico, e que ele não tomaria a mesma decisão, pois os torcedores do Fla não o perdoariam. Zico mostrou-se desconfortável com a situação, mas disse torcer para que os flamenguistas não crucifiquem Léo Moura.[63]

Na mídia esportiva, este anúncio também repercutiu, tanto positivamente, quanto negativamente. Carlos Alberto Torres disse que "não via nada demais" o jogador defender o rival do Fla, afinal isso faz parte do profissionalismo no futebol.[64] Mesmo pensamento defendido por Gustavo Poli, jornalista do GloboEsporte.com. Para ele "Léo tem o direito de jogar onde quiser. Foi ejetado pelo Flamengo em março porque Luxemburgo preferia Pará - e boa parte da torcida implicava com seu fôlego já reticente. Teria todo direito de jogar no Vasco, ou em qualquer lugar."[65]Caio Ribeiro, ex-jogador e comentarista do SporTV, disse que Léo não tinha "nada a ganhar" no Vasco e que "chateou" a torcida do Fla.[66] Mauro Ribeiro, comentarista dos canais ESPN, foi na mesma linha de Caio. Para ele, Léo Moura fez bobagem ao negociar com o Vasco, pois, se ele fizesse sucesso no Vasco, toda a sua idolatria no Flamengo seria perdida, e se fosse um fracasso, seria acusado pelos torcedores do Vasco de flamenguista.[67]

Quatro horas depois dessa notícia, porém, foi divulgado que Léo Moura havia desistido de ir para o Vasco.[68][69]

Eurico disse que, após diversas ligações do jogador, eles chegaram a um acordo verbal, mas que o jogador não honrou a palavra.[70] O cartola disse ainda que, depois desse episódio, ele nunca mais jogaria no Vasco, nem se fosse "de graça".[71]

Eduardo Uram, empresário do atleta, negou que Léo estivesse acertado com o Vasco, como afirmou Eurico Miranda.[72]

Léo confirmou, via redes sociais, que houve sim uma proposta para jogar no Cruzmaltino, mas que nunca assinou qualquer documento. Disse ainda que "não poderia fazer isso", de se transferir a outro clube do Rio, devido ao carinho e respeito da "nação rubro-negra".[73]

É importante destacar que, em março de 2015, o programa "Os Donos da Bola Rio", havia noticiado que, durante as conversas de renovação do Léo com o Flamengo, no começo de 2015, o Vasco já havia tentando contratar o lateral, segundo o próprio atleta revelou. Mas o interesse não foi adiante.[74]

Em entrevista dada em agosto de 2015 ao GloboEsporte.com, Léo informou que o primeiro clube com que negociou o retorno ao Brasil foi o Flamengo.

Ao mesmo tempo em que negociava com o Vasco da Gama, seu empresário negociava com o Coritiba. Assim, Léo chegou a fazer exames médicos no coxa-branca[75] e até a posar com a camisa do clube.[76] Porém, o artigo cinco do "Regulamento da FIFA de Transferência de Jogadores" impediu que o negócio fosse concretizado, pois Léo já havia atuado por duas equipes diferentes numa mesma temporada.[77] Seu retorno ao Brasil só seria possível, portanto, se fosse com a camisa do Flamengo.

Goa

Após as tentativas frustradas, de acordo com o jornal “Times of India”, teria acertado com o Goa, da Índia. Segundo o empresário dele, "o jogador só tem condições legais de jogar ou no Flamengo ou em uma liga no exterior com um calendário “overlaped", diferente da temporada brasileira." Assim, como a temporada da India é diferente das disputadas no Brasil e nos Estados Unidos, estaria, a princípio, liberado para jogar.[78]

Em 1 de agosto, confirmou seu acerto com o time indiano.[79]

A temporada no país asiático é curta, começando em 3 de outubro e se encerrando em 6 de dezembro. Depois disso, o jogador aproveitaria as férias de fim de ano e, em 2016, já estaria livre para assinar com qualquer outro time.[79]

Encerrou sua passagem pelo time indiano com o vice-campeonato da Superliga Indiana de 2015, em que foi o "garçom" do campeonato com o número de oito assistências.

Metropolitano

No dia 2 de fevereiro de 2016, o Metropolitano, de Santa Catarina, anunciou a contratação do lateral para disputar o Campeonato Catarinense.[81] Depois de pouco mais de um mês e apenas seis jogos, Léo anunciou que estava de saída do clube após acertar com o Santa Cruz.[82]

Santa Cruz

Na metade do mês de março, acertou com o Santa Cruz até o fim da Série A. No dia 1 de maio, o Santa Cruz conquistou a Copa do Nordeste. Este foi, portanto, seu primeiro título no profissional fora do Flamengo.[83] Ao todo, Léo Moura disputou apenas quatro minutos em todo o torneio (ele chegou ao clube após a disputa da partida de ida da semifinal), mas o suficiente para adicionar mais este troféu em seu currículo.[84] Marcou três gols pelo clube: no empate sobre o Internacional por 1–1 no Beira-Rio[85], na vitória sobre o América Mineiro por 1–0[86] no Arruda e na vitória sobre o Grêmio por 5–1 no Arruda. Curiosamente, os dois primeiros gols que marcou pelo Tricolor foram de cabeça.

Grêmio

Depois da temporada de 2016, em que atuou a maioria dos jogos pelo Santa Cruz, tendo inclusive feito um gol no Internacional, no empate deste em 1–1, em 10 de janeiro de 2017, foi oficializado pelo Grêmio, assinando contrato até dezembro de 2017.[87]

Marcou seu primeiro gol pelo Grêmio na vitória fora de casa por 2–0 contra o Zamora, na Venezuela, pela primeira rodada da fase de grupos da Copa Libertadores da América. Após a vitória do Grêmio por 2–1 na casa do Lanús, Léo Moura, aos 39 anos conseguiu conquistar a sua tão sonhada Taça Libertadores da América.[88] Ele ainda participou do Mundial de Clubes, onde o Tricolor Gaúcho venceu o Pachuca, do México, por 1–0 na semifinal, e disputou a final da competição contra o Real Madrid do português Cristiano Ronaldo, então melhor jogador do mundo. O Grêmio de Léo Moura terminaria com o vice-campeonato mundial, após perder a final por 1–0 para o time espanhol, com gol de falta de CR7.[89]

Em 2018, após a saída de Edílson para o Cruzeiro, Léo Moura começa o ano como titular do Grêmio. No decorrer da temporada, a idade começa a pesar e Léo começa a ser poupado de algumas partidas pelo técnico Renato Gaúcho e, ao mesmo tempo, um outro Leonardo, o Gomes, começa a se credenciar para uma vaga no time titular do Imortal. Léo Moura terminou 2018 como reserva no Grêmio, conquistando os títulos da Recopa e do Campeonato Gaúcho. Em 2019, Léo Moura continua como reserva de Leonardo Gomes e também ganha a concorrência de Rafael Galhardo, que chegou por empréstimo junto ao Vasco da Gama. Após a grave lesão sofrida por Leonardo Gomes no jogo de volta da semifinal da Copa do Brasil contra o Athletico, Léo Moura começa a ganhar mais oportunidades até o final da temporada, mas nem ele e nem Galhardo convencem e ambos acabam sendo liberados pelo clube ao final de 2019. Léo Moura deixou o Grêmio com 100 jogos disputados e com quatro títulos conquistados em três temporadas: uma Libertadores de 2017, uma Recopa-Sul Americana de 2018 e dois Campeonatos Gaúchos, em 2018 e 2019.[90]

Botafogo-PB

No dia 27 de janeiro de 2020, foi contratado pelo Botafogo Futebol Clube, da Paraíba, a fim de disputar a Série C de 2020.[91]

Após disputar apenas doze partidas com a camisa do Belo, no dia 24 de outubro não renovou seu contrato e deixou o clube.[92]

Aposentadoria

Anunciou oficialmente a sua aposentadoria no dia 9 de março de 2021.[93]

Seleção Brasileira

Léo Moura atuou apenas uma vez pela Seleção Brasileira, em 2008.

Em 2008, aos 29 anos, Léo Moura foi convocado pela primeira e única vez para a Seleção Brasileira.[94] A equipe iria enfrentar a Irlanda, em um amistoso na cidade de Dublin. Ele foi chamado pelo técnico Dunga para ocupar a vaga de Maicon, da Internazionale, que estava machucado.

Léo jogou a partida inteira, e, segundo a resenha pós-jogo feita pelo GloboEsporte.com, ele se destacou com uma boa atuação na peleja.[96][97]

Na visão do jornalista esportivo Rica Perrone, Léo deveria ter sido mais vezes convocado. Em 2010, ele publicou em seu blog: "quem, nos últimos cinco anos, manteve a sequência de Léo naquela posição? Maicon e Daniel Alves, só. (...) não compreendo seu nome estar raramente na lista nos últimos anos."[98]

Em 2013, Léo afirmou, em entrevista ao programa A Última Palavra, do canal Fox Sports, que não foi convocado mais vezes pois "Daniel Alves e Maicon estavam em fase melhor".[99]

Seleção "Craques do Brasileirão"

Em 2007, Léo jogou a partida em que a Seleção de Craques do Brasileirão derrotou por 3–0 a Seleção Olímpica.[100] Nesta partida ele teve grande atuação e deu a assistência para o gol de Leandro Amaral, do Vasco.[101]

Data Local Equipe Placar Adversário Gols Assistências Competição Ref.
1 09/12/2007 Estádio do Engenhão, Rio de Janeiro Craques do Brasileirão 2007 30 Seleção Olímpica 1 Amistoso [102]

Estatísticas

Atualizadas até 4 de junho de 2016.

Clubes

Clube Temporada Campeonato
nacional
Copa
nacional[a]
Competições
continentais[b]
Outros
torneios[c]
Total
Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist. Jogos Gols Assist.
Germinal Beer 1999–00 33 16 0 33 16 0
Total 33 16 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 33 16 0
ADO Den Haag 2000–01 29 12 0 29 12 0
Total 29 12 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 29 12 0
Botafogo 2001 24 1 0 24 1 0
Total 24 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 24 1 0
Vasco da Gama 2002 8 1 0 22 5 0 30 6 0
Total 0 0 0 8 1 0 0 0 0 22 5 0 30 6 0
Palmeiras 2002 9 0 0 9 0 0
Total 9 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 9 0 0
São Paulo 2003 21 0 0 5 0 0 3 0 0 9 1 0 38 1 0
Total 21 0 0 5 0 0 3 0 0 9 1 0 38 1 0
Fluminense 2004 41 0 0 4 1 0 14 1 0 59 2 0
Total 41 0 0 4 1 0 0 0 0 14 1 0 59 2 0
Braga 2004–05 8 0 0 8 0 0
Total 8 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 0 8 0 0
Flamengo 2005 33 7 0 33 7 0
2006 27 1 1 11 1 2 13 0 4 51 2 7
2007 36 5 7 8 0 4 12 0 2 56 5 13
2008 35 8 3 7 1 0 15 4 0 57 13 3
2009 32 4 6 5 1 0 17 2 4 54 7 10
2010 35 1 4 10 2 4 13 1 4 58 4 12
2011 35 0 8 4 0 1 2 0 0 19 1 6 60 1 15
2012 23 0 2 7 3 0 12 1 3 42 4 5
2013 26 2 3 11 1 0 14 0 2 51 3 5
2014 33 1 0 4 0 0 4 0 1 9 0 0 50 1 1
2015 1 0 0 7 0 1 8 0 1
Total 315 28 34 36 3 3 38 6 9 131 9 26 519 47 72
Strikers[103] 2015 9 2 2 1 0 0 10 2 2
Total 9 2 2 1 0 0 0 0 0 0 0 0 10 2 2
Goa 2015 16 2 8 16 2 8
Total 16 2 8 0 0 0 0 0 0 0 0 0 16 2 8
Metropolitano 2016 6 0 1 6 0 1
Total 0 0 0 0 0 0 0 0 0 6 0 1 6 0 1
Santa Cruz 2016 6 0 1 2 0 0 4 0 0 8 0 0
Total 6 0 1 2 0 0 0 0 0 4 0 0 8 0 0
Grêmio 2017 16 0 0 2 0 0 9 1 0 14 2 0 41 3 0
2018 18 0 0 2 0 0 8 0 0 7 1 0 35 1 0
2019 19 0 0 1 0 0 0 0 0 3 0 0 23 0 0
Total 53 0 0 5 0 0 17 1 0 24 3 0 99 4 0
Total na carreira 510 61 45 56 5 3 41 6 9 186 16 27 888 93 84

Flamengo

Desempenho

Até o jogo contra o Cruzeiro (derrota do Fla por 3–0), no Brasileirão 2014

  • Fonte: Blog Mengo em Número
Ano Jogos Vitórias Empates Derrotas Aproveitamento (%)
2005 32 12 8 12 45,83%
2006 47 20 13 14 51,77%
2007 56 28 14 14 58,33%
2008 57 33 10 14 63,74%
2009 54 30 16 8 65,43%
2010 58 23 17 18 49,42%
2011 58 28 22 8 60,91%
2012 39 13 11 15 42,73%
2013 50 27 13 10 62,66%
2014 21 7 6 8 42,85%
Total 472 221 130 121 54,37%

Seleção Brasileira

Abaixo estão listados todos jogos e gols do futebolista pela Seleção Brasileira. Abaixo da tabela, clique em expandir para ver a lista detalhada dos jogos de acordo com a categoria selecionada.

Seleção principal

Ano
Jogos Gols Assist. Média
2008 1 0 0 0
Total 1 0 0 0

Títulos

Grêmio
Santa Cruz
Flamengo
Botafogo

Prêmios individuais

Referências

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Ligações externas

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