Ramal de Cáceres

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Ramal de Cáceres
Troço do Ramal de Cáceres, perto de Castelo de Vide
Troço do Ramal de Cáceres, perto de Castelo de Vide
Comprimento: 81,5 km
Bitola: Bitola larga
Track turning from left Continuation to right
Linha do LesteAbrantes
Unknown route-map component "eBHF"
174,211 Torre das Vargens
Continuation to left Unknown route-map component "xABZrf"
Linha do LesteBadajoz
Unknown route-map component "exHST"
186,413 Cunheira
Unknown route-map component "exHST"
200,731 Vale do Peso-A
Unknown route-map component "exBHF"
203,368 Vale do Peso
Unknown route-map component "exCONTr" Unknown route-map component "exABZlg"
R. PortalegrePortalegre (pj. abd.)
Unknown route-map component "exBHF"
223,421 Castelo de Vide
Unknown route-map component "exABZlf" Unknown route-map component "exCONTl"
R. PortalegreL.ª B.ª Bx.ª (pj. abd.)
Unknown route-map component "lBLG-L" Unknown route-map component "exBUE"
229,607
Unknown route-map component "exBHF"
238,880 Marvão-Beirã
Unknown route-map component "exGRENZE+WBRÜCKE" + Unknown route-map component "lexKMW"
246,654
428,500
PortugalEspanha× Rio Sever
Unknown route-map component "exCONTf"
Adif 502V.ª Alc.ª; Cáceres

O Ramal de Cáceres, também conhecido como Linha de Cáceres, foi uma ligação ferroviária portuguesa em bitola ibérica, não electrificada, que ligava a estação de Torre das Vargens, na Linha do Leste, à fronteira com Espanha, junto a Marvão-Beirã, numa distância total de 72,4 km. Foi provisoriamente aberta à exploração em 15 de Outubro de 1879[1], tendo sido oficialmente inaugurada no dia 6 de Junho de 1880.[1] Foi encerrado pela REFER a 15 de Agosto de 2012.[2]

Caracterização[editar | editar código-fonte]

Serviços[editar | editar código-fonte]

Circularam, por este Ramal, vários serviços internacionais de passageiros, como o TER Lisboa Expresso[3], o Talgo Luís de Camões, e o Lusitânia Expresso.[4]

Material circulante[editar | editar código-fonte]

Entre o material circulante utilizado no Ramal, conta-se as locomotivas da Série 501 a 508, que rebocaram alguns comboios de passageiros, incluindo o Lusitânia Expresso, uma vez que eram as únicas máquinas com equipamentos para aquecer as carruagens.[5]

História[editar | editar código-fonte]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Já desde os primórdios do planeamento ferroviário em Espanha, em 1845 e 1846, que se delineou a construção das linhas da Extremadura, que ligariam Madrid até à fronteira portuguesa, uma passando por Badajoz, e outra, por Cáceres; a ligação por Badajoz foi aberta em 1866, embora o tortuoso traçado da rede espanhola, naquela altura, forçasse as composições a dar uma grande volta para ligar as duas capitais ibéricas.[6] Isto foi confirmado num relatório do engenheiro francês Wattier, que comandou as obras da Linha do Leste a partir de Fevereiro de 1856, que defendia a construção de um ramal da Linha do Leste, que, passando por Cáceres, se dirigisse para Madrid, evitando, assim, a longa volta por Badajoz e Ciudad Real.[1][7] Este documento sugeriu, igualmente, um traçado alternativo no troço entre Abrantes e Badajoz, passando por Gavião, Alpalhão e Portalegre, que facilitaria a ligação a Cáceres, mas cobriria de pior forma o hinterland português, uma vez que se aproximaria mais da fronteira.[7]

Aviso de 1880 da Companhia Real, informando que desde o dia 15 de Outubro tinha entrado ao serviço o troço entre Valência e Cáceres.

Planeamento, construção e inauguração[editar | editar código-fonte]

Assim, procurou-se construir a outra linha já planeada, por Cáceres, tendo a sua instalação sido concessionada a duas companhias; a Compañia del Ferrocarril del Tajo seria responsável pela linha entre Madrid e Malpartida de Plasencia, e a Sociedad de los Ferrocarriles de Cáceres a Malpartida y a la frontera portuguesa devia construir o troço desde aquele ponto até à fronteira.[6] Esta parte da linha foi dividida em duas concessões, uma correspondente ao troço de Malpartida a Cáceres, e a outra, desta localidade até à fronteira.[6] No entanto, devido à intenção que já existia em chegar a acordo com a primeira companhia, para gerir toda a linha da fronteira a Madrid, os planos foram alterados, pelo que o troço até à capital espanhola não principiou em Cáceres, mas na estação de Arroyo, entre aquela cidade e a fronteira; esta decisão iria trazer efeitos nefastos para Cáceres, uma vez que aquela localidade ficou, assim, fora da ligação principal entre as metrópoles ibéricas.[6]

A Sociedad de los Ferrocarriles de Cáceres a Malpartida y a la frontera portuguesa era formada por vários investidores espanhóis e portugueses, incluindo a Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses[6]; o principal objectivo da Companhia Real era transportar até ao Porto de Lisboa os fosfatos das minas de Cáceres, com cuja empresa exploradora a Companhia tinha estabelecido um contrato.[1]

O primeiro troço do Caminho de Ferro de Madrid a Cáceres e Portugal, entre a capital espanhola e Torrijos, foi inaugurado em 20 de Junho de 1876.[8] A Companhia Real obteve a concessão para a construção do troço em Portugal no dia 19 de Abril de 1877, sem apoios estatais, tendo as obras começado em 15 de Julho de 1878.[1] A abertura provisória ao serviço do troço construído em território português, inicialmente apenas para serviços de pequena velocidade, deu-se em 15 de Outubro de 1879, tendo a abertura oficial sido realizada no dia 6 de Junho de 1880.[1][9] Para a construção deste troço junto a Vale do Peso, foi necessário demolir parte da Ermida de Santa Eulália, o que gerou uma tentativa de embargo das obras por parte da junta da paróquia, sem sucesso.[9]

No dia 22 de Novembro de 1880, uma reunião em Paris deliberou que a Sociedad de los Ferrocarriles de Cáceres a Malpartida y a la frontera portuguesa seria totalmente dissolvida, e que a Compañia del Ferrocarril del Tajo seria integrada numa nova companhia, que seria responsável por ambas as linhas.[10] Esta empresa foi constituída no dia 7 de Dezembro do mesmo ano, em Madrid, com o nome de Compañia del Ferrocarril de Madrid a Cáceres y Portugal.[6] Entretanto, o troço entre Valência de Alcântara e Cáceres entrou ao serviço em 15 de Outubro do mesmo ano. [8][6]

Ligação a Madrid[editar | editar código-fonte]

Comboio inaugural da ligação directa entre Madrid e Portugal.

Ainda foi planeado aproveitar parte do traçado da Linha da Beira Baixa para construir uma ligação ferroviária entre Lisboa e Madrid, mas decidiu-se, posteriormente, utilizar o Ramal de Cáceres para este fim.[11]

A ligação entre a capital espanhola e Valência de Alcântara foi oficialmente inaugurada no dia 8 de Outubro de 1881, na presença dos reis Luís I de Portugal e Afonso XII de Espanha, com a conclusão das obras no troço entre aquela localidade e Cáceres.[10][12] Dois comboios especiais, um português e outro espanhol, transportaram os monarcas e as suas comitivas até à cidade de Cáceres, aonde a cerimónia de inauguração se realizou.[6] Este evento foi acompanhado de festejos, tendo sido organizados um banquete e uma corrida de touros.[6] Neste mesmo dia, entrou ao serviço a ligação entre Arroyo e Malpartida de Plasencia; a ligação a Madrid só foi concluída, no entanto, com a abertura do troço entre Malpartida e La Bazagona, em 20 de Outubro do mesmo ano.[6] Em 22 de Outubro, a Companhia Real tomou a exploração de toda a linha, que continuou na posse da Compañia de Madrid a Cáceres y Portugal.[8]

Uma vez que esta nova ligação era consideravelmente mais curta, e, por isso, mais rápida, entre Lisboa e Madrid do que a passagem pela Linha do Leste, iniciaram-se alguns serviços internacionais de passageiros, embora o Ramal de Cáceres não reunisse as melhores condições para este tipo de tráfego, devido ao seu carácter industrial.[1][13]

Em 1885, ficou decidido que a exploração da linha permaneceria com a Companhia Real, mas esta empresa teve de abdicar deste direito, devido a problemas financeiros, em 1891; a Compañia de Madrid a Cáceres y Portugal ficou, assim, numa complicada situação económica, e, de forma a evitar a interrupção da circulação ferroviária, os investidores de origem francesa integraram, em 1893, esta empresa na Compañia de Explotación de los Ferrocarriles de Madrid a Cáceres y Portugal, y de Oeste.[6]

Nos finais do Século XIX, poucos passageiros usavam este ramal e a sua continuação até Madrid nas suas viagens até Cáceres e à capital espanhola, utilizando, em vez disso, outras linhas ferroviárias e diligências; desta forma, a Companhia Real estabeleceu uma tarifa especial, a preços reduzidos, de forma a atrair estes passageiros, e que teve algum sucesso.[14] No entanto, a sua congénere espanhola contestou esta decisão, e forçou os passageiros a pagarem a tarifa normal, o que resultou em reclamações por parte dos passageiros, tendo a Companhia de Madrid a Cáceres sido forçada pelo governo espanhol a respeitar os bilhetes; ainda assim, aquela sociedade continuou a protestar, alegando que esta medida lhe iria trazer prejuízos.[14]

Século XX[editar | editar código-fonte]

Estação terminal, em Cáceres, na Estremadura, em Espanha.

Em 1928, a Compañia de Explotación de los Ferrocarriles de Madrid a Cáceres y Portugal, y de Oeste foi apreendida pelo estado espanhol, e inserida na Compañia Nacional de los Ferrocarriles del Oeste de España; esta empresa seria, em 1941, integrada, junto com todas as linhas de bitola larga em Espanha, na Red Nacional de los Ferrocarriles Españoles.[6]

Em 1967, circularam, por este ramal e pelas Linhas do Leste e da Beira Alta, composições de trigo com destino a Portugal, no âmbito de um tratado comercial entre as duas nações ibéricas.[15]

Em 23 de Maio de 1971, foi aberta ao serviço a variante de Casar de Cáceres, que alterou o traçado da linha entre Madrid e Lisboa, passando a transitar pela cidade de Cáceres; a inauguração oficial deu-se em 22 de Junho do mesmo ano, numa cerimónia na qual participaram os então príncipes Juan Carlos da Espanha e Sofia da Grécia.[16] O principal motivo para modificação, cujas custos ascenderam a 120,8 milhões de pesetas, foi a necessidade de melhorar as ligações ferroviárias em Cáceres, que se tornou, assim, num nó ferroviário, com a linha de Linha de Gijón a Sevilha.[17]

Em 7 de Outubro de 1981, foi realizada uma cerimónia de comemoração do centenário da ligação ferroviária entre Lisboa e Madrid, aonde participaram os ministros das comunicações espanhol e português, altos funcionários das operadoras Caminhos de Ferro Portugueses e Red Nacional de Ferrocarriles Españoles, e várias autoridades regionais e locais; na estação de Valência de Alcântara, foi descerrada uma placa comemorativa do centenário.[10] Em seguida, foi realizada uma viagem comemorativa até Arroyo de Malpartida, numa composição dos Caminhos de Ferro Portugueses rebocada por uma locomotiva a diesel; nesta estação, a comitiva passou para um comboio histórico português, formado pela locomotiva 23, a vapor, e 4 carruagens e um vagão, todas construídas no Século XIX.[10] Em Cáceres, foi inaugurada uma exposição relativa ao centenário no Museu Provincial, tendo a cerimónia sido terminada com um almoço.[10]

Em 1995, tinha uma importância secundária na rede ferroviária portuguesa, sendo mais utilizada como ligação internacional; nesta altura, os serviços de passageiros eram assegurados por automotoras da Série 0100.[18]

Ligação prevista a outras linhas[editar | editar código-fonte]

Em 1927, a comissão organizada para a revisão do Plano da Rede ferroviária propôs uma linha de Fratel, na Linha da Beira Baixa, a Estremoz, na Linha de Évora, cruzando o Ramal de Cáceres em Castelo de Vide e passando pela cidade de Portalegre; este projecto foi, no entanto, contestado pelos militares, tendo o Governo incluído no Plano apenas o troço de Estremoz a Portalegre.[19]

Século XXI[editar | editar código-fonte]

Segundo dados da operadora Comboios de Portugal, em 2010, o Ramal de Cáceres registou uma procura de 4331 passageiros, com uma média de 16 passageiros por dia, ou seja, 4 passageiros por comboio; sendo a receita média de aproximadamente cinco euros por passageiro, ou seja, vinte euros por composição, enquanto os custos do serviço atingiam os 761.418 euros por ano, correspondendo a cerca de 522 euros por comboio.[20]

A empresa Comboios de Portugal encerrou, no dia 1 de Fevereiro de 2011, os comboios regionais de passageiros, que operava no Ramal de Cáceres.[21][22][23]; ficaram, assim, apenas a circular os serviços Lusitânia Comboio Hotel.[24] No entanto, no Plano Estratégico de Transportes, documento oficial apresentado pelo governo português em Outubro, foi anunciada, entre outras medidas, a intenção de modificar o percurso destes comboios para a Linha da Beira Alta até ao final do mesmo ano, para se proceder à total desactivação do Ramal de Cáceres.[24]

Com efeito, a Rede Ferroviária Nacional anunciou que o ramal de Cáceres seria encerrado em 15 de Agosto de 2012, passando o Lusitânia Expresso a circular pela Linha da Beira Alta.[2] Esta medida gerou protestos por parte de autarcas, ambientalistas e sindicalistas portugueses e espanhóis, que se manifestaram numa concentração na Estação de Marvão-Beirã.[25]

Este ramal já não constou no Directório da Rede de 2013, publicado em 30 de Dezembro de 2011 pela Rede Ferroviária Nacional.[26]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c d e f g TORRES, Carlos Manitto (1 de Janeiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 70 (1681). pp. 9, 12. Consultado em 16 de Janeiro de 2017 
  2. a b «Ramal de Cáceres - Encerramento à exploração ferroviária». Rede Ferroviária Nacional. 3 de agosto de 2012. Consultado em 15 de Agosto de 2012 [ligação inativa] 
  3. IGLESIAS, Javier Roselló (Março de 1985). «El TER, Veinte Años Despues». Carril (em espanhol) (11). Barcelona: Associació d'Amics del Ferrocarril-Barcelona. 11 páginas 
  4. GUTIÉRREZ, Jorge Arturo Venegas (1995). «Caceres: estación y nudo ferroviario». Maquetren (em espanhol). 4 (37). Madrid: Resistor, S. A. pp. 50, 54 
  5. SILVA, José Eduardo Neto da (2005). «As locomotivas "Pacific" da Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses». Foguete. 4 (13). Entroncamento: Associação de Amigos do Museu Nacional Ferroviário. 45 páginas. ISSN 124550 Verifique |issn= (ajuda) 
  6. a b c d e f g h i j k l «Los pueblos ibericos afirman sua buena vecindad con los lazos del ferrocarril». Via Libre (em espanhol). 18 (213). Barcelona. Outubro de 1981. pp. 20, 24 
  7. a b «Documentos para a Historia» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 30 (700). 16 de Fevereiro de 1917. pp. 58, 59. Consultado em 16 de Janeiro de 2017 
  8. a b c REDER, Gustavo; SANZ, Fernando F. (1 de Janeiro de 1968). «Calendario de efemérides ferroviarias». Via Libre (em espanhol). 4 (49). Madrid: Red Nacional de los Ferrocarriles Españoles. pp. 89, 93 
  9. a b SUBTIL, p. 39, 40
  10. a b c d e «Brillante Comemoracion del Centenario de la "Ruta Corta" Madrid-Lisboa». Via Libre (em espanhol). 18 (213). Barcelona. Outubro de 1981. pp. 18, 19 
  11. «Beira alta, Beira baja y los Ramales de Cáceres y Badajoz». Maquetren (em espanhol). 3 (30). 1994. 6 páginas 
  12. «Inauguración del camino de hierro directo de Madrid a la frontera portuguesa». Via Libre (em espanhol). 42 (489). Setembro de 2005. pp. 84, 85 
  13. SOUSA, José Fernando de (16 de Abril de 1905). «Ligações com a rêde espanhola» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 18 (416). 3 páginas. Consultado em 16 de Janeiro de 2017 
  14. a b «Há Quarenta Anos» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 46 (1125). 1 de Novembro de 1934. 545 páginas. Consultado em 19 de Janeiro de 2013 
  15. «Cien mil toneladas de trigo para Portugal». Via Libre (em espanhol). 4 (43). Madrid: Red Nacional de los Ferrocarriles Españoles. 1 de Julho de 1967. 14 páginas 
  16. «Los Principes de España Inauguram la Variante de Casar de Cáceres». Via Libre (em espanhol). 8 (91). Madrid: Gabinete de Prensa y Difusión de RENFE. Julho de 1971. 9 páginas 
  17. «La Variante de la Línea de Madrid a Lisboa desde la Estación de Casar de Cáceres a Cáceres». Via Libre (em espanhol). 8 (92). Madrid: Gabinete de Prensa y Difusión de RENFE. Agosto de 1971. pp. 7, 8 
  18. «Beira Alta, Beira Baja y los Ramales de Cáceres y Badajoz». Maquetren (em espanhol). 4 (32). Madrid: A. G. B., S. l. 1995. 31 páginas 
  19. SOUSA, José Fernando de; ESTEVES, Raul (1 de Março de 1935). «O Problema da Defesa Nacional» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 47 (1133). pp. 101, 102. Consultado em 27 de Dezembro de 2013 
  20. «Comboios: corte de serviços permite poupar 7 milhões». Agência Financeira. 30 de Janeiro de 2011. Consultado em 21 de Outubro de 2011 
  21. AMARO, José Bento (1 de Fevereiro de 2011). «Lotação esgotada para o último silvo da "Calhandra" no ramal de Cáceres». Público. Consultado em 27 de Outubro de 2011 
  22. «Serviços regionais no ramal de Cáceres suprimidos em Fevereiro». Sol. 17 de Janeiro de 2011. Consultado em 27 de Outubro de 2011 
  23. AMARO, José Bento (2 de Fevereiro de 2011). «Medida com custos sociais, económicos e ambientais». Público. Consultado em 27 de Outubro de 2011 
  24. a b NORONHA, Alexandra (14 de Outubro de 2011). «Governo vai desactivar parte da linha do Oeste e do Alentejo». Negócios Online. Consultado em 29 de Outubro de 2011 
  25. «Protestos contra encerramento do ramal de Cáceres». Correio da Manhã. 14 de Agosto de 2012. Consultado em 15 de Agosto de 2012 
  26. «Directório de Rede da Refer 2013». Rede Ferroviária Nacional. 30 de Dezembro de 2011 [ligação inativa] 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • SUBTIL, Manuel (1882). Vale do Peso: História e Tradição. Viseu: Tipografia Guerra. 134 páginas 

Leitura recomendada[editar | editar código-fonte]

  • SILVA, José Ribeiro da, e RIBEIRO, Manuel (2008). Os Comboios em Portugal: do vapor à electricidade. IV. Lisboa: Edições Terramar 
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]