João de Segadas Viana

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Marechal do Exército Brasileiro Coat of arms of the Brazilian Army.svg
João de Segadas Viana
Dados pessoais
Nascimento 9 de novembro de 1899 Rio de Janeiro Rio de Janeiro
Morte 13 de outubro de 1977 (77 anos) Rio de Janeiro Rio de Janeiro
Vida militar
Força Exército
Hierarquia Marechal.gif Marechal
Comandos Exército Brasileiro

João de Segadas Viana (Rio de Janeiro, 9 de novembro de 1899 — Rio de Janeiro, 13 de outubro de 1977) foi um militar e ministro brasileiro.

Ingressou na Faculdade de Direito do Rio de Janeiro, bacharelando-se em ciências jurídicas e sociais em 1929. Aderiu à Aliança Liberal no início de 1930, coligação oposicionista que patrocinou a candidatura de Getúlio Vargas à presidência da República.

Participou de todos os conflitos armados no Brasil enquanto foi oficial do exército.

Segadas Viana participou dos combates contra os revoltosos do forte de Copacabana. Cumprindo ordens do comandante do batalhão, Pedro Crisol Fernandes Brasil, deu início ao contra-ataque das forças legalistas aos rebeldes, os quais, depois do tiroteio, se encontravam quase todos mortos ou feridos. Por sua atuação no movimento, foi elogiado individualmente pelo presidente da República, Epitácio Pessoa. Promovido a primeiro-tenente em outubro de 1922, foi transferido para o 10º RI, com sede em Juiz de Fora (MG). Fonte - CPDOC- FGV

Em outubro de 1924 eclodiu uma terceira revolta tenentista, dessa vez no Rio Grande do Sul, chefiada pelo capitão Luís Carlos Prestes. Segadas Viana, no comando da 4ª Companhia do 1º Batalhão do 10º RI, partiu outra vez de Juiz de Fora, em novembro, para combater os rebeldes. Transferido em dezembro do mesmo ano para o 8º Batalhão de Cavalaria, no Rio Grande do Sul, aí exerceu a função de comandante. Participou de várias ações militares, entre as quais o combate da Ramada (RS) e a perseguição dos rebeldes até Passo Borman (RS), na fronteira com Santa Catarina. Com o regresso do 8º Batalhão de Cavalaria a São Leopoldo (RS), encerrou sua participação nos combates e, em maio de 1925, regressou com seu regimento a Juiz de Fora. No mês anterior, com a junção no oeste do Paraná dos grupamentos tenentistas que se haviam sublevado em São Paulo e no Rio Grande do Sul, formara-se a Coluna Prestes, que percorreria o país até 1927. Fonte - CPDOC - FGV

Lutou na segunda grande guerra mundial sendo comandante do Sexto RI (Regimento Ipiranga)

Foi ministro da Guerra no governo João Goulart, entre 8 de setembro de 1961 e 12 de junho de 1962.


Precedido por
Odílio Denys
Ministro da Guerra do Brasil
1961 — 1962
Sucedido por
Nélson de Melo