Kirsten Dunst
| Kirsten Dunst | |
|---|---|
| Kirsten Dunst no Festival de TriBeCa. | |
| Nome completo | Kirsten Caroline Dunst |
| Nascimento | 30 de abril de 1982 (29 anos) Point Pleasant, Nova Jersey |
| Ocupação | Atriz |
| Festival de Cannes | |
| Melhor Atriz Principal 2011 - Melancholia |
|
| IMDb: (inglês) (português) | |
Kirsten Caroline Dunst (Point Pleasant, 30 de abril de 1982) é uma atriz norte-americana.
Destacou-se internacionalmente nos filmes Homem-Aranha (Spider-Man), Entrevista com o Vampiro (Interview with the Vampire: The Vampire Chronicles), pelo qual recebeu uma nominação ao Globo de Ouro, e Marie Antoinette (br: Maria Antonieta). Em 2011 teve seu maior reconhecimento profissional ao conquistar o prêmio de melhor atriz (Prix d'interprétation féminine) do 64º Festival de Cinema de Cannes, por seu trabalho em Melancolia (Melancholia), de Lars Von Trier.[1]
Índice |
[editar] Infância
Nasceu em Point Pleasant, Nova Jersey, sendo os seus pais Klaus e Inez Dunst. Assim mesmo, tem um irmão menor, Christian, nascido em 1987.[2] Seu pai trabalhou como executivo de serviços médicos, enquanto sua mãe era uma artista e pela sua vez dona de uma galeria.[3] Tem ascendência alemã por parte do pai, e sueca por parte da mãe.[4]
Viveu em Nova Jersey até os seis anos, onde assistiu à escola Ranney School antes de se mudar com a sua mãe e irmão a Los Angeles, Califórnia em 1991. Em 1995, sua mãe pediu o divórcio.[3] No seguinte ano começou a assistir à escola de Notre Dame, uma secundária privada e católica de Los Angeles. Após se graduar continuou a sua carreira como atriz, iniciada com oito anos de idade.[2] De adolescente, teve dificuldade para afrontar a sua crescente fama, e por um tempo culpou a sua mãe por pressioná-la para atuar sendo apenas uma menina. Contudo, depois expressou que sua mãe "...sempre teve as melhores intenções [para ela]".[5] Quando foi perguntada se se arrependia do jeito como vivera a sua infância, disse: "Bom, não é uma maneira natural de crescer, mas é o jeito como cresci e nunca a mudaria. Tenho as minhas coisas para trabalhar (...) não penso que qualquer um pode sentar-se a pensar e dizer que 'a minha vida é pior que a sua'. Qualquer pessoa tem os seus problemas".[4]
[editar] Carreira
[editar] Primeiros trabalhos
Iniciou a sua carreira com três anos de idade como modelo em comerciais de televisão,[3][6] chegando a assinar contratos com Ford Models e Elite Model Management.[3] Aos oito fez o seu debut no cine com um papel menor em Oedipus Wrecks, uma curta-metragem dirigida por Woody Allen, estrada como a terceira parte da antologia New York Stories (Contos de Nova York) (1989).[3] Pouco depois interpretou um pequeno rol em The Bonfire of the Vanities (1990), como a filha de Tom Hanks.[3] Em 1993, interpretou a Hedril em "Dark Page", o sétimo episódio da sétima temporada de Star Trek: The Next Generation.[7]
[editar] Sucesso
O filme que catapultou a sua carreira foi Interview with the Vampire (Entrevista com o vampiro) em 1994, baseada no romance de Anne Rice, no que interpreta a menina vampira Claudia (The Vampire Chronicles), uma filha substituta das personagens que interpretaram Tom Cruise e Brad Pitt.[8] O filme recebeu críticas ambivalentes em geral,[9] embora muitos críticos elogiassem o papel da atriz. Roger Ebert comentou que a interpretação da vampira Cláudia foi um dos aspectos mais "horripilantes" do filme; além disso, sublinhou a sua capacidade para transmitir a impressão de grande maturação dentro da sua juventude.[10] Todd McCarthy, da revista Variety, apontou que a atuação fora "apenas bem" para os televidentes.[11] O filme contém uma cena na qual deu o seu primeiro beijo, com Brad Pitt, dezoito anos mais velho que ela.[12] Numa entrevista concedida à revista Interview, revelou, ao ser perguntada a respeito da cena do beijo com Brad Pitt, que beijá-lo a tornou incômoda: "Pensei que era asqueroso e que tinha 'piolhos'. [Nesse momento] Eu tinha dez anos".[13] O seu papel lhe valeu o prêmio MTV Movie por "Melhor interpretação revelação", o Saturn por "Melhor jovem atriz", e a sua primeira nomeação aos Golden Globe Awards.[2][14][15]
Depois apareceu na adaptação do drama Little Women (1994), no que interpretou a Amy March e trabalhou junto a Winona Ryder e Claire Danes;[3] o filme recebeu críticas favoráveis.[16]Janet Maslin, de The New York Times, escreveu que o filme era a melhor adaptação de Little Women feita e ressaltou a atuação de Dunst: "O contraste perfeito para dar relevância a Jo no argumento vêm a partir da cena estelar de Amy. A sua vanidade e centelhantes diabruras cobram muito mais senso ao virem de uma menina travessa de onze anos, comparando-a com a atuação de Joan Bennett em 1933. A senhorita Dunst, que também é aterradoramente perfeita como o bebé sanguessuga em Interview With the Vampire, é uma pequena vampira com um grande futuro ".[17]
Em 1995, atuou no filme de fantasia Jumanji, baseada no livro do mesmo nome de Chris Van Allsburg.[18] A história trata sobre um jogo de mesa sobrenatural e sinistro que faz os animais e os riscos da selva tornarem-se reais ao lançar uns dados no tabuleiro.[18] No filme fez parte de um elenco integrado por atores como Robin Williams, Bonnie Hunt e David Alan Grier. Após a sua estreia, o filme arrecadou um total de 100 milhões de dólares.[19] Esse mesmo ano foi designada como uma das 50 pessoas mais belas do mundo pela revista People, voltando a aparecer na lista de 2002.[3] Em 1996, teve um pequeno papel na terceira temporada do drama médico da NBC, ER, onde caracterizou uma pequena prostituta, Charlie Chiemingo, que é assistida pelo Dr. Doug Ross, interpretado por George Clooney.[2] Em 1997, grabou a voz da pequena Anastásia no filme musical e animada do mesmo nome.[20] Em 1997 apareceu também na sátira política Wag the Dog, junto a Robert De Niro e Dustin Hoffman.[21] No ano seguinte, prestou a sua voz para a personagem de Kiki, uma aprendiz de bruxa de treze anos de idade que abandoa a sua povoação natal para viver um ano sozinha, no filme de anime Kiki's Delivery Service (Majo no takkyūbin) (1998).[22]
A modo de anedota, teve a oportunidade de assumir o rol de Angela no filme dramática de 1999 American Beauty, mas decidiu recusá-lo por não aparecer nas cenas sexuais do filme, na que também se beijaria com Kevin Spacey.[13] Ao respeito explicou: "No momento de lê-lo [o diálogo], tinha quinze anos de idade e acho que não era suficientemente madura para entender esse tipo de escrita".[13] Esse mesmo ano apareceu ao lado de Michelle Williams na comédia Dick, considerada uma paródia dos eventos ocorridos no caso Watergate, que conduziu à renúncia do Presidente dos Estados Unidos Richard Nixon.[23]
No filme independente de Sofia Coppola, The virgin suicides (1999), interpretou o papel de uma adolescente problemática chamada Lux Lisbon.[24] O filme exibiu-se como uma apresentação especial no Festival Internacional de Cine de São Francisco de 2000.[25] Após a sua estreia no festival, obteve boas críticas em geral;[26] Peter Stack, crítico de San Francisco Chronicle, escreveu na sua resenha do filme que a atriz "põe em equilíbrio a sua inocência e perversidade dum modo encantador".[27]
Em 2000, caracterizou Torrance Shipman, a capitana de uma equipa de animadoras em Bring It On (br: Teenagers - As Apimentadas / pt: Tudo por Elas).[28] O filme generou comentários negativos em geral;[29] um exemplo disso é Charles Taylor de Salon.com, quem escreveu que o filme falhara em proporcionar a Dunst um bom papel como em Dick ou em The Virgin Suicides.[30] Contudo, Jessica Winter, do jornal The Village Voice, felicitou a atriz, assinalando que a sua atuação era "alegre e boba tal e qual o seu papel em Dick".[31] A fita arrecadou um total de 68 milhões de dólares.[19]
No ano seguinte, protagonizou a comédia para adolescentes Get Over It (2001).[32] Depois explicou que uma das razões para aceitar este papel era ter a oportunidade de cantar.[33] Também em 2001, representou a desaparecida atriz norte-americana Marion Davies em The Cat's Meow (2001). O filme, dirigido por Peter Bogdanovich, foi descrito por Derek Elley de Variety, como "alegre e elegante", recalcando que era a melhor atuação de Dunst até a data: "Creível —tanto como uma ingénua consentida quanto uma amante de dois homens muito diferentes— Dunst oferece uma personagem brincalhona com uma simpatia e caráter encomiáveis".[34] Na resenha de Esquire, Tom Carson catalogou a sua interpretação como "estupenda".[35] Pelo seu trabalho ganhou o prêmio da categoria de Silver Ombu por "Melhor atriz" no Festival Internacional de Cine de Mar do Plata de 2002.[36]
[editar] Spider-Man e outras atuações notáveis
No filme do super-herói Spider-Man de 2002, a mais bem-sucedida da sua carreira até a data, dirigida por Sam Raimi, interpretou Mary Jane Watson, a melhor amiga e interesse romântico do personagem principal, interpretado por Tobey Maguire.[37] Owen Gleiberman de Entertainment Weekly sublinhou a sua habilidade em "acrescentar até a menor linha divertida dessa música coqueta".[38] Na resenha de Los Angeles Times, o crítico Kenneth Turam notou que Dunst e Maguire tiveram uma verdadeira conexão na pantalha, concluindo que a sua relação envolve à audiência num nível raramente visto nos filmes.[39] Spider-Man foi um verdadeiro sucesso comercial e crítico.[40] A filme arrecadou 114 milhões de dólares durante o seu primeiro fim-de-semana de projeção em América do Norte e passou a ganhar 822 milhões mundialmente.[19]
Após o sucesso obtido com Spider-Man, apareceu no drama independente Levity (2003.[41] Neste mesmo ano protagonizou Mona Lisa Smile (O sorriso de Mona Lisa) (2003), fazendo parte de um elenco que incluiu Julia Roberts, Maggie Gyllenhaal e Julia Stiles. O filme teve em geral críticas negativas;[42] Manohla Dargis do jornal Los Angeles Times descreveu-a como "petulante e redutiva".[43] Depois apareceu como Mary Svevo em Eternal Sunshine of the Spotless Mind (br: Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças / pt: O Despertar da Mente) (2004), junto a Jim Carrey, Kate Winslet e Tom Wilkinson.[44] A mesma foi aclamada pela crítica;[45] Entertainment Weekly descreveu à sua atuação secundária como "engenhosa e inteligente".[46] Após a sua estreia, arrecadou 72 milhões de dólares.[19]
O sucesso da primeiro filme de Spider-Man levou-a a retomar o seu papel na sequela de 2004, Spider-Man 2.[47] O filme manteve-se estável quanto às críticas,[48] e foi um grande sucesso financeiro, rompendo um novo récord em arrecadamento na primeira semana de projeção em América do Norte.[49] Com renda de 783 milhões de dólares em todo o mundo, converteu-se na segundo filme mais taquilheira de 2004.[19] Esse ano, apareceu na comédia romântica Wimbledon, um filme em onde caracterizou a uma jogadora de tênis do Torneio de Wimbledon junto a Paul Bettany, que interpreta uma antiga estrela de tênis quase esquecida. A recepção do filme esteve dividida,[50] mais muitos críticos gozaram da atuação da atriz;[51][52] Claudia Puig, de USA Today, reportou que a química entre Dunst e Bettany fora potente, com Dunst fazendo um bom trabalho como uma jogadora descarada e segura de si mesma.[53]
Em 2005, apareceu como a aeromoça Claire Colburn, com Orlando Bloom, em Elizabethtown (Tudo sucede em Elizabethtown), umo filme escrita e dirigida por Cameron Crowe. O filme foi estreado em 2005 no Festival Internacional de Cine de Toronto. A atriz revelou que trabalhar com Crowe fora agradável, mas mais exigente do que tinha esperado.[4] O filme teve críticas variadas;[54] Chicago Tribune avaliou-a com uma das quatro estrelas e catalogou de "melosa" a sua atuação como assistente de voo.[55] Igualmente, Elizabethtown não obteve bons resultados comerciais.[56]
O seu seguinte papel foi o do personagem principal do filme de 2006 Marie Antoinette (Maria Antonieta). Sendo uma adaptação do romance de Antonia Fraser, Marie Antoinette: The Journey, foi a segunda ocasião na que foi dirigida por Sofia Coppola.[57][58] A fita foi projetada como uma apresentação especial no Festival de Cannes de 2006,[59] recebendo críticas favoráveis em particular.[60] Os renda internacionais estimaram-se de 45 a 60 milhões de dólares em geral.[61]
Em 2007 voltou a interpretar a Mary Jane Watson, em Spider-Man 3.[62] Ao contrário dos comentários positivos recebidos nas outras duas filmes,[40][48] Spider-Man 3 encontrou-se com uma recepção variada por parte dos críticos.[63] Porém, com um total de 891 milhões de dólares arrecadados, posicionou-se como a mais bem-sucedida da série cinematográfica, bem como de Dunst em finais de 2008.[19] Após assinar inicialmente por três filmes de Spider-Man, revelou que tinha intenções de voltar a retomar o rol de Mary Jane somente se Raimi e Maguire regressavam.[64] Em janeiro de 2010 anunciou-se que a franquia Spider-Man começará de novo; porém, Dunst, Maguire e Raimi não participarão outra vez na série.[65][66]
No filme de 2008 How to Lose Friends and Alienate People apareceu ao lado de Simon Pegg.[67] O filme é uma adaptação da autobiografia do mesmo nome do ex editor e colaborador da revista Vanity Fair Toby Young.[68] Dunst uniu-se ao projeto porque, como depois revelou, fora anunciado que Pegg sairia nela.[69]
Igualmente, acedeu a participar em All Good Things, assumindo o papel estelar com Ryan Gosling, onde interpretou uma mulher de um bagunçado bairro que desaparece.[70][71] Também aceitou atuar em Sweet Relief como a ativista pela paz Marla Ruzicka, uma colaboradora norte-americana assassinada por uma bomba suicida em Bagdade.[72][73] Em 2007 mostrou interesse por interpretar o papel da vocalista de Blondie, Debbie Harry, no próximo filme biográfico dirigida por Michel Gondry.[74][75] Além disso, protagonizará com Jim Sturgess Upside Down com uma estreia programada para 2011.[76]
[editar] Música
Fez o seu debut como cantante no filme de 2001 Get Over It, interpretando duas canções escritas por Marc Shaiman.[77] Também pôs a sua voz para os créditos finais de The Cat's Meow, cantando "After You've Gone", um jazz de Henry Creamer e Turner Layton.[64][78] Em Spider-Man 3, canta duas canções como parte do seu papel de Mary Jane Watson, uma durante a cena da sua atuação em Broadway, e outra como a camareira num club de jazz.[64][79]
A atriz também apareceu no vídeo musical da canção "I Knew I Loved You" da banda australiana Savage Garden[80], e cantou duas pistas, "This Old Machine" e "Summer Day", no álbum de 2007 de Jason Schwartzman, Nighttiming.[81] Numa entrevista com The Advertiser, explicou que não tem planos para seguir os passos de atores como Russell Crowe ou Toni Collette para lançar um álbum, dizendo: "Definitivamente não. De jeito nenhum. Funcionou quando Barbra Streisand o fazia, mas agora é um pouco brega, penso eu. Funciona melhor quando os cantantes estão em filmes".[5]
Dunst protagonizou como a princesa mágica Majokko o curto dirigido por Takashi Murakami e McG Akihabara Majokko Princess cantando uma versão de "Turning Japanese". Isto foi mostrado na exibição Pop Life no museu Tate Moderno de Londres. Amostra-se a atriz bailando em redor de Akihabara, um distrito comercial concorrido em Tóquio.[82][83] A exibição aconteceu de 1 de outubro de 2009 a 17 de janeiro de 2010 em Londres.
[editar] Vida pessoal
Até 2009, permaneceu solteira. Aparentemente, esteve envolvida numa relação breve com o dramaturgo Jeff Smeenge, o ator Jake Gyllenhaal e o músico Johnny Borrell de Razorlight.[84][85][86]
Sobre tendências eleitorais, apoiou o candidato democrata John Kerry nas eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2004.[87] Quatro anos depois, apoiou o democrata Barack Obama na eleições presidenciaisl de 2008.[6][88] Revelou que apoiou Obama "desde o princípio" da campanha presidencial.[89] Para fundamentar o anterior, dirigiu e redigiu um documentário intitulado Why Tuesday (Por que Martes), explicando a tradição dos Estados Unidos de votar em Terça-Feira.[89][90] Explicou que a Terça-Feira "não é um dia feriado, e Estados Unidos é um dos países mais democráticos quanto à participação dos votantes".[89] Além disso, comentou que era importante "guiar às pessoas a um bom caminho" para votar a 4 de novembro.[90]
As suas obras de caridade incluem a sua participação na Elizabeth Glaser Pediatric AIDS Foundation, na qual ajudou a desenhar e promover um colar, cuja renda foi doada à fundação Glaser.[91] Há ajudado ademais a fazer face ao câncer de mama; em setembro de 2008 participou no teleton Stand Up to Cancer para ajudar a arrecadar fundos para acelerar a pesquisa sobre o câncer.[92][93] A 5 de dezembro de 2009 participou no teleton do México, para ajudar a arrecadar fundos e assim tratar o câncer e a reabilitação de crianças.[94]
Confirmou que foi tratada por depressão no princípio de 2008.[95] Buscou tratamento no centro de tratamento Cirque Lodge, situado em Utah.[84][95] Depois explicou que se sentira assim por um total de seis meses antes de acudir a reabilitação.[95] Em março saiu do centro de tratamento e começou a filmar All Good Things. Em maio fez pública esta informação para se destacar a luta que enfrentam outras muitas mulheres bem-sucedidas e para desmentir os rumores falsos que foram muito dolorosos para a sua família.[96][97]
[editar] Filmografia
- 1989 - Majo no takkyubin
- 1989 - New York Stories (Contos de Nova York)
- 1990 - The Bonfire of the Vanities (A fogueira das vaidades)
- 1993 - Darkness Before Dawn (TV)
- 1994 - Interview with the Vampire: The Vampire Chronicles (Entrevista com o vampiro)
- 1994 - Greedy (Os puxa-sacos)
- 1994 - High Strung
- 1994 - Little Women (Adoráveis mulheres)
- 1995 - Jumanji
- 1995 - Children Remember the Holocaust (TV) (voz)
- 1996 - Mother Night (Vítima do passado)
- 1996 - Ruby Ridge: An American Tragedy (Na mira do FBI) (TV)
- 1997 - Wag the Dog (Mera coincidência)
- 1997 - Anastasia (voz)
- 1997 - Tower of Terror (TV)
- 1997 - True hart
- 1998 - The Animated Adventures of Tom Sawyer (voz)
- 1998 - Small Soldiers (Pequenos Guerreiros)
- 1998 - Fifteen and Pregnant (O preço de uma escolha 2) (TV)
- 1998 - Strike! (Só para mulheres)
- 1999 - Todas as garotas do presidente
- 1999 - Drop Dead Gorgeous
- 1999 - Matemática do diabo (The Devil's Arithmetic) (TV)
- 2000 - O Corvo: A Salvação (The Crow: Salvation)
- 2000 - All Forgotten
- 2000 - Teenagers - As Apimentadas (Bring It On)
- 2000 - Deeply
- 2000 - Luckytown Blues
- 2000 - As virgens suicidas
- 2001 - Crazy/Beautiful (Gostosa loucura)
- 2001 - Esquece...e siga (Get Over It)
- 2002 - Homem-Aranha
- 2002 - O miado do gato (The Cat's Meow)
- 2003 - O sorriso de Mona Lisa
- 2003 - Kaena: The prophecy (voz)
- 2003 - O 5º passo (Levity)
- 2004 - Wimbledon (Wimbledon - O jogo do amor
- 2004 - Homem-Aranha 2
- 2004 - Brilho eterno de uma mente sem lembranças
- 2005 - Elizabethtown
- 2006 - Maria Antonieta
- 2007 - Homem-Aranha 3
- 2008 - How to lose friends and alienate people
- 2009 - A Jealous Ghost
- 2009 - Sweet Relief
- 2009 - All good things
- 2011 - On The Road
- 2011 - Melancholia
[editar] Premiações e indicações
[editar] Prêmios
Melhor Atriz - Melancolia (2011)
Melhor Atriz - O Miado do Gato (2001)
Revelação Feminina - Entrevista com o Vampiro (1994)
Melhor Atriz - Homem-Aranha (2002)
Melhor Beijo - Homem-Aranha (2002)
[editar] Indicações
Melhor Atriz Coadjuvante - Entrevista com o Vampiro (1994)
Referências
- ↑ "'A árvore da vida', de Terrence Malick, conquista a Palma de Ouro em Cannes". O Globo. . (página da notícia visitada em 22/05/2011)
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- ↑ Interview with the Vampire (1994): Reviews (em inglês) (11 de novembro de 1994).
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- ↑ Interview with the Vampire Review (em inglês) (7 de novembro de 1994).
- ↑ Interview With the Vampire: The Vampire Chronicles review (em inglês) (18 de novembro de 1994).
- ↑ a b c (29 de setembro de 2002) "Kiss and tell from Kirsten Dunst" (em inglês).
- ↑ Past Saturn Awards (em inglês).
- ↑ HFPA — Awards Search (em inglês).
- ↑ Little Women (1994): Reviews (em inglês) (21 de dezembro de 1994).
- ↑ Little Women Review (2 de dezembro de 1994).
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- ↑ "Bring It On" (25 de agosto de 2000).
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- ↑ Learning to Win at Love With a Center Court Rally (17 de setembro de 2004).
- ↑ Wimbledon (2004) (22 de setembro de 2004).
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- Este artigo foi inicialmente traduzido do artigo da Wikipédia em espanhol, cujo título é «Kirsten Dunst».
[editar] Ver também
[editar] Ligações externas