Aeroporto da Pampulha - Carlos Drummond de Andrade

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Aeroporto de Belo Horizonte / Pampulha

Carlos Drummond de Andrade
Fachada Aeroporto da Pampulha.jpg
IATA: PLU - ICAO: SBBH
Tipo Comercial / Militar
Administração Infraero
Serve Belo Horizonte e Região Metropolitana
Localização
PLU está localizado em: Brasil
PLU
Inauguração 1933


Altitude 789 m (2 589 ft)
Movimento em 2014 Baixa945.434 passageiros
Baixa64.096 aeronaves
Capacidade anual 2,2 milhões de passageiros

137.000 pousos/decolagens

Website oficial Página oficial
Pistas
Cabeceiras Comprimento Superfície
13/31 2 364 m (7 756 ft) Asfalto

O Aeroporto Carlos Drummond de Andrade, mais conhecido como Aeroporto da Pampulha (IATA: PLUICAO: SBBH), é um dos mais tradicionais aeroportos do Brasil, localizado na Pampulha, zona norte de Belo Horizonte, distante 8,3 km do centro da cidade.[1] Com o crescimento de Belo Horizonte, o Aeroporto da Pampulha se transformou em um aeroporto central, inserido no contexto urbano da metrópole,[2] sendo por muito tempo o aeroporto mais movimentado do estado de Minas Gerais até a transferência dos voos nacionais para Confins, em 2005. Hoje, é o terceiro aeroporto mais movimentado do estado em número de passageiros, ficando atrás de Confins e Uberlândia.[3]

O complexo aeroportuário da Pampulha está instalado em uma área de aproximadamente 2 milhões de metros quadrados,[4] contando com uma pista com capacidade para 25 operações pouso/decolagens por hora,[5] [6] e um terminal de passageiros com capacidade instalada para atender a 400 passageiros por hora.[7] Desde 2009, o aeroporto está equipado com os sistemas de pouso por instrumentos LLZ (ILS) e DME,[8] que permitem o aeroporto operar em condições adversas com o mesmo nível de segurança operacional e ajuda a diminuir a quantidade e o tempo de fechamento do aeroporto por conta do clima ruim.[9]

Atualmente a operação no Aeroporto da Pampulhal conta com voos regulares ligando Belo Horizonte a cidades importantes no Brasil; e também à aviação geral, onde inclui-se a aviação executiva, que representa mais de 70% do movimento de aeronaves no aeroporto.[10] O aeroporto também se destaca como grande centro de manutenção de helicópteros, aeronaves executivas, e aeronaves comerciais de pequeno porte.[2]

O aeroporto ainda abriga a Base Aérea de Belo Horizonte juntamente com o CIAAR (Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica), sendo este o principal centro de formação de oficiais da Força Aérea Brasileira, respondendo por 76% do pessoal de nível superior da instituição.[11]

Nos últimos anos, muita polêmica e especulação gira em torno da reabertura da Pampulha para voos nacionais. De um lado, executivos, entidades empresariais e companhias aéreas têm defendido a liberação de voos no aeroporto para capitais mais próximas, com argumento de ganho de tempo nas viagens a negócio e competitividade para a Grande Belo Horizonte.[12] [13] De outro lado, a população vizinha ao aeroporto é contra qualquer tipo de aumento no número de voos, principalmente por conta do ruído das aeronaves.[14] Outros ainda acham que tal medida poderia prejudicar o desenvolvimento do Aeroporto Internacional de Confins. Essa questão já foi tema de audiências na Câmara Municipal de Belo Horizonte e na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, com envolvimento do Governo Estatual e também da Prefeitura de Belo Horizonte nas discussões.[15] [16]

História[editar | editar código-fonte]

Pequena movimentação de passageiros na área de check-in.
Jato Embraer 190 da Vale pousando no Aeroporto da Pampulha, em abril de 2015.

Mesmo antes de possuir oficialmente um aeroporto, Belo Horizonte teve a oportunidade de presenciar seu primeiro voo em abril de 1912. Nos céus de onde hoje é o bairro Prado, em um avião monoplano tipo Blériot, o piloto italiano Ernesto Dariolli realizou uma demonstração de voo que marcou definitivamente a história da aviação na capital mineira.[17]

O Campo de Aviação do Prado, com uma pista de apenas 200 metros, era considerado perigoso e nele só podiam operar pequenas aeronaves, sendo impróprio para o atender a serviços regulares como o Correio Aéreo Militar. Esse campo de aviação logo viria a ter suas operações encerradas com o funcionamento de um novo aeroporto com melhor estrutura.[18]

Então, no início da década de 30, foram desapropriados alguns sítios e chácaras na região conhecida como Arraial Pampulha para a construção de uma base de operações de pousos e decolagens.[18] O nome Pampulha veio de um bairro que existia em Lisboa, e foi atribuído à localidade por imigrantes portugueses que habitaram aquela área, quando ainda era zona rural de Belo Horizonte.[19]

Cronologia[editar | editar código-fonte]

1933 - Em 1933 o aeroporto, inicia suas atividades como Destacamento de Aviação, com o objetivo de atender aos voos do Correio Aéreo Militar na chamada Linha de São Francisco, que ligava o Rio de Janeiro à Fortaleza, sendo uma das escalas até o destino final.[20] Registrado oficialmente como Aeroporto de Belo Horizonte, em sua inauguração, ficou sendo conhecido popularmente como Aeroporto da Pampulha.[21]

1935 - A VASP e também a Panair do Brasil são as primeiras empresas aéreas a aterrissar e decolar no aeroporto, em voos experimentais. As duas companhias passaram a disputar a concessão da primeira linha aérea comercial no aeroporto.[18] [21]

1936 - Em 23 de abril de 1936 o Destacamento de Aviação é transformado em Núcleo do 4º Regimento de Aviação, contando com uma pista de grama com dimensões de 720m por 20m e operando aeronaves do Correio Militar tipo Waco Cabine, Piper e Beech-Mono.[20]

1936 - Em 2 de setembro de 1936, através da Lei n.º 76, o governo mineiro foi autorizado a conceder à Panair do Brasil o direito de explorar a linha aérea comercial entre Belo Horizonte e o Rio de Janeiro. A VASP, que perdeu a concorrência, só veio a operar voos regulares na Pampulha a partir de 1958.[20] [21]

1936 - Em 6 de novembro de 1936, foi fundado no Aeroporto da Pampulha o Aeroclube de Minas Gerais com o objetivo de formar pilotos privados e comerciais.[22]

1937 - Em 23 de março de 1937 foi oficialmente inaugurada a linha comercial Rio-BH-Rio, com um avião bimotor Lockeed 10E Electra I, PP-PAS, com capacidade para dois tripulantes e seis passageiros.[20]

1938 - Foi inaugurada a Lagoa da Pampulha, que teve sua barragem construída numa das extremidades do aeroporto.[19] (O Conjunto Arquitetônico da Pampulha foi inaugurado mais tarte, em 1943, por Juscelino Kubitschek, quando prefeito de Belo Horizonte.)

1939 - Ano de expansão das chamadas Linhas Mineiras, onde em sucessivos lances foram implantados serviços aéreos com escala compulsória em Belo Horizonte, com as seguintes linhas: Rio de Janeiro - Belo Horizonte - Uberaba; Rio de Janeiro - Belo Horizonte - Poços de Caldas; Rio de Janeiro - Belo Horizonte - Poços de Caldas - São Paulo - Curitiba; e Rio de Janeiro - Belo Horizonte - Governador Valadares.[21]

1940 - A Panair adota o sistema de rotas circulares para as ligações Rio - BH - Poços de Caldas - São Paulo, com as aeronaves partindo o Rio de Janeiro em sentidos opostos.[21]

1941 - Com a criação do Ministério da Aeronáutica, o aeroporto passou a ser administrado pela Força Aérea Brasileira[20] e recebeu a categoria de Base Aérea de Belo Horizonte.[11]

Saída do Terminal de passageiros da Pampulha pela àrea de desembarque.
Vista para o Pátio Sul do Aeroporto da Pampulha.

1943 - A pista foi ampliada e concretada, alterando suas dimensões para 1500m por 45m, e passou a operar aeronaves como o Curtiss Commander, Beechcraft, Lodestar e Catalinas.[20]

1944 - Em janeiro de 1944, o Aeroclube de Minas Gerais mudou-se definitivamente da Pampulha para o Aeroporto Carlos Prates, recém inaugurado, onde continua até hoje.[22]

1947 - O crescimento urbano de Belo Horizonte toma a Região da Pampulha e envolve o aeroporto. Quase a metade dos novos loteamentos aprovados no Município de Belo Horizonte, entre este ano e 1963, situava-se nas proximidades da Lagoa da Pampulha. Com a valorização da região, por dez anos houve preponderância absoluta da Pampulha nos lançamentos de lotes aprovados.[21]

1953 - A pista passou para 1700 metros e o aeroporto recebeu balizamento noturno.[20]

1954 - Inauguração do prédio do terminal de passageiros do Aeroporto da Pampulha, tal como é até hoje.[19] Nessa ocasião, Belo Horizonte se tornou um importante centro de distribuição de linhas aéreas, devido sua posição geográfica; A Pampulha era ponto de parada para quem ia de São Paulo com destino a cidades do Norte e Nordeste do Brasil.[21]

1956 - Em outubro de 1956, inaugurou-se a Praça Bagatelle em frente ao terminal de passageiros, a qual, segundo consta, pretendia ser uma réplica em tamanho reduzido do Campo de Bagalelle, em Paris.[21]

1961 - A pista atingiu comprimento 2540 metros e entrou em funcionamento um novo pátio de manobras, com capacidade para receber aeronaves de maior porte, incluindo alguns jatos.[20] Com isso, autoridades da cidade e do estado tomaram iniciativas e conseguiram homologar o aeroporto como Internacional.[18]

1965 - Depois de muitas controvérsias e sem operar ainda operar voos internacionais regulares, o projeto de internacionalização do Aeroporto da Pampulha foi abandonado. Em 11 de Março de 1965, foi excluído da categoria internacional, permanecendo no plano nacional como Aeroporto de Primeira Classe - Categoria B.[21]

1973 - A administração do Aeroporto de Belo Horizonte/Pampulha passou a ser de responsabilidade da estatal Infraero, criada em dezembro de 1972.[20]

1978 - Ao longo dos anos 70, o movimento do aeroporto cresceu com o desenvolvimento do transporte aéreo, tornando suas instalações insuficientes para suportar o atendimento de novas demandas, principalmente das modernas e grandes aeronaves intercontinentais. Assim sendo, em 3 de julho de 1978, o Ministério da Aeronáutica, em parceria com o Governo do Estado de Minas Gerais, criou a Comissão Coordenadora do Projeto Aeroportuário de Belo Horizonte – COPAER/BH, para elaborar e construir o novo Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, entre os anos de 1979 a 1983.[23]

1983 - Em 26 de setembro de 1983, foi criado o CIAAR (Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica) dentro do aeroporto, onde passaram a ser formados oficiais de diversos quadros para a Força Aérea Brasileira.[11]

1983 - Em dezembro de 1983, o Aeroporto da Pampulha registrava um movimento anual de 1.150.000 passageiros e 24.000 operações de pouso e decolagem de aeronaves, inclusive de jatos de médio porte como o Boeing 737 e 727.[20]

Saguão do Aeroporto da Pampulha em direção à área de desembarque.

1984 - Inaugurado em março de 1984, o novo Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins, passou a receber 75% do movimento de aeronaves e 95% do movimento de passageiros, deixando o Aeroporto da Pampulha ocioso.[20]

1986 - A distância do Aeroporto de Confins ao centro de Belo Horizonte e o transporte precário logo criaram uma enorme pressão para que os voos retornassem para a Pampulha. A partir de 1986, a criação dos voos direto ao centro conhecidos como VDC, e o uso de modernas aeronaves a jato ligando o Aeroporto da Pampulha a outras capitais, trouxe um grande número de passageiros volta.[20]

1992 - O Aeroporto da Pampulha volta a dar lucro, tendo alcançado novamente grandes índices de movimento de passageiros e aeronaves.[20]

1998 - Com a liberação da concorrência em 1998 e dos voos em aeroportos centrais, a Pampulha novamente apresenta níveis operacionais próximos da saturação.[20]

2002 - No ano de 2002 o Aeroporto da Pampulha bateu o recorde histórico no movimento de aeronaves, com um total de 88.737 operações de pouso e decolagens, transportando 3.073.976 passageiros.[20]

2004 - O aeroporto recebeu o nome do poeta e escritor mineiro Carlos Drummond de Andrade, em homenagem ao seu centenário de nascimento. Pela lei federal Nº 11.002, de 16 de dezembro de 2004, o aeroporto passou a ser oficialmente denominado "Aeroporto de Belo Horizonte/Pampulha - MG - Carlos Drummond de Andrade".[24]

2004 - Recorde histórico no número de passageiros, com 3.194.715 passageiros embarcados e desembarcados.[25]

2005 - Em 13 de março de 2005, dentro ao programa do Governo do Estado de Minas Gerais, o antigo DAC (atual ANAC) e a Infraero transferiram os voos nacionais para o Aeroporto de Confins, mantendo apenas voos regionais na Pampulha.[20]

2006 - O Aeroporto da Pampulha passa a ser deficitário, estando a operar abaixo de sua capacidade desde a transferência dos voos para Confins.[7]

2009 - Homologação dos sistemas de pousos por instrumentos em setembro de 2009. O Aeroporto passou a operar com o LLZ (localizer) - um dos dois subsistemas do ILS (Instrument Landing System) - que fornece a indicação do eixo central da pista por meio de ondas de rádio, combinado com o sistema DME (Distance Measuring Equipment),[8] que dá informações de distância da pista, através de ondas UHF. Os sistemas LLZ(ILS)/DME, operando em conjunto, ajudam a manter a operação dos pousos no aeroporto em dias de clima ruim, com o mesmo nível de segurança operacional.[9]

Panorama do Complexo Aeroportuário da Pampulha, na Zona Norte de Belo Horizonte, em Abril de 2015

Abortagem de investimentos[editar | editar código-fonte]

Antigo Projeto de Ampliação do Aeroporto da Pampulha
Aeroporto da Pampulha - Projeto de ampliação 2003.png
Área Construída
Andar TPS TWR/GNA Apoio EDG
Térreo 6.124 m² 490 m² 1.471 m² 5.175 m²
7.902 m² 490 m² 531 m² 5.175 m²
6.838 m² 45 m² 531 m² 5.175 m²
--- 140 m² --- 5.175 m²
--- 165 m² --- 5.175 m²
--- 165 m² --- 5.175 m²
--- --- --- 5.175 m²
--- --- --- 5.175 m²
--- --- --- 2.700 m²
Total 20.864 m² 1.495 m² 2.533 m² 44.100 m²
Área Coberta
Total TPS TWR/GNA Apoio EDG
18.010 m² 10.281 m² 490 m² 1.471 m² 5.768 m²

Glossário: TPS: terminal de passageiros

TWR: torre de controle

GNA: grupo de navegação aérea

Apoio: prédio de apoio à operação e equipamentos de rampa

EDG: edifício garagem


Fonte: Edital de licitação de obras Nº 010/DAAG/SBBH/2003 da Infraero.


No início dos anos 2000 a Infraero anunciou investimentos bilionários nos aeroportos brasileiros usando recursos próprios.[26] A estatal estava disposta a aplicar esses recursos primordialmente nos aeroportos centrais – Congonhas, Santos Dumont e Pampulha – que eram os mais saturados naquela ocasião, funcionando muito acima da capacidade operacional.[27] Porém, o Aeroporto de Belo Horizonte seguiu um caminho diferente dos outros aeroportos centrais e não chegou a ter aplicação desse investimento.

Projeto de ampliação e modernização de 2003[editar | editar código-fonte]

Em 13 de outubro de 2003 a Infraero apresentou o projeto básico de reforma e modernização do Aeroporto da Pampulha em uma audiência pública, em Brasília. O projeto tinha um cronograma com previsão de 24 meses consecutivos para conclusão das obras. Dentre outras intervenções, o projeto incluía:[28]

  • Ampliação do terminal de passageiros (TPS) com o acréscimo de mais dois andares ao terminal já existente, dobrando a capacidade de atendimento de passageiros;
  1. Térreo: Área de desembarque; área de check-in; 26 pontos comerciais
  2. Primeiro Andar: Conexão ao edifício garagem pela passarela; Área de Embarque (Acesso às pontes de embarque); 31 pontos comerciais
  3. Segundo Andar: Terraço panorâmico; área administrativa da Infraero; 6 pontos comerciais
  • Aumento no número de balcões de Check-in de 10 para 30 postos;
  • Instalação de 4 pontes de embarque;
  • Aumento do número de esteiras de restituição de bagagem de 1 para 3 esteiras;
  • Construção de um edifício garagem (EDG), podendo chegar a 9 pavimentos, com até 1756 vagas;
  • Construção de uma passarela entre o edifício garagem e o terminal de passageiros;
  • Instalação de 8 escadas rolantes;
  • Instalação de 10 elevadores;
  • Criação de 63 pontos comerciais distribuídos pelos três pavimentos;
  • Construção de pátio coberto para equipamentos de rampa (como escadas moveis de desembarque remoto; garfo de recuo para taxiar aeronaves no pátio; e veículos aeroportuários) e um prédio de apoio;
  • Construção de nova torre de controle (TWR) e do grupo de navegação aérea (GNA), acoplados ao terminal de passageiros;
  • Adequação do sistema viário;

Cancelamento do projeto[editar | editar código-fonte]

O projeto de reforma e ampliação do Aeroporto da Pampulha até chegou à fase de licitação, entretanto, à época, o governo do estado convenceu a Infraero a abandonar o projeto e então tornar o Aeroporto de Confins o principal aeroporto de Belo Horizonte.[29] Para isso, o Governo de Minas se comprometeu com a estatal em investir na melhoria acesso rodoviário ao Aeroporto Internacional, em Confins.[30] Assim, tendo o aeroporto da Pampulha ficado em segundo plano, o projeto de ampliação e modernização do terminal não foi levado a diante, e os recursos retidos pela Infraero.

Por outro lado, os aeroportos vizinhos Paulistano e Carioca fizeram proveito dos recursos disponibilizados e passaram por uma reestruturação de larga escala, ampliando os terminais e estacionamentos de veículos, instalando as pontes de embarque que também não possuíam, dentre outras adequações que dobraram a capacidade desses aeroportos.[26] [31] Enquanto isso, não tendo feito uso dos recursos à disposição, o Aeroporto da Pampulha ficou inerte e mantém até hoje a mesma estrutura muito limitada de antes.

Transferência dos voos para Confins[editar | editar código-fonte]

No ano de 2004, o Aeroporto da Pampulha era o 8º mais movimentado do Brasil com o recorde histórico de 3,2 milhões de passageiros, conforme dados da Infraero.[32] Nesta época eram operados cerca de 140 voos diários, mesmo com o acanhado tamanho do terminal, que sempre estava superlotado de pessoas. O aeroporto chegou a atender um número de passageiros duas vezes maior que sua capacidade.

Lotação da área de check-in no Aeroporto da Pampulha, em 2004.

Assim, em 2005 o então governador Aécio Neves investiu em um programa para a volta do Aeroporto de Confins como a principal porta de entrada e saída aérea de Belo Horizonte, passando cerca de 90% dos voos da Pampulha para lá.[33] O processo incluiu o aprimoramento da conexão terrestre de Confins para Belo Horizonte, com a construção da chamada Linha Verde, uma via de transito rápido que possibilitaria maior rapidez no trajeto entre o Belo Horizonte e o aeroporto de Confins.[2]

A data da transferência dos voos, 13 de março de 2005, foi definida em reunião entre a Infraero, a Prefeitura de Belo Horizonte, o antigo DAC, as companhias aéreas e o Governo do Estado de Minas Gerais. O dia da transferência foi sugerido pelas companhias aéreas por ser a data de transição entre a alta e a baixa temporada. A pedido do então Prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, as companhias aéreas mantiveram alguns voos saindo do Aeroporto da Pampulha com destino ao Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, até a conclusão das obras na Linha Verde, em 2007.[20]

Este programa foi selado com o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado entre a Infraero e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (Semad), que proíbe qualquer alteração no limite de aeronaves no aeroporto da Pampulha sem que os problemas ambientais e de segurança sejam solucionados. Com isso, ficou determinado que somente aviões com até 50 assentos e mais tarde, turboélices com até 75 assentos poderiam operar voos regulares no Aeroporto da Pampulha.[34]

Ao fim deste processo, o Aeroporto da Pampulha teve um corte de 80% na movimentação de passageiros, de 2004 para 2006. Em outras palavras, já em 2006 o aeroporto movimentou apenas um quinto do número de passageiros registrado em 2004, antes da transferência dos voos.[32]

Desenvolvimento da aviação regional e executiva

Em 2007 o Governo do estado interveio novamente estimulando o desenvolvimento da aviação regional, fazendo com que o número de passageiros no aeroporto aos poucos voltasse a crescer. Para tanto, foi criada a Portaria Nº 993 de 17 de Setembro de 2007 da ANAC, que em suma limitava a operação no aeroporto em aeronaves de máximo 50 assentos (jatos e turboélices), e restringia as rotas em voos apenas para o interior do estado de Minas Gerais ou na condição de haver uma escala em voos para estados vizinhos.[35] Com isso o aeroporto foi se tornando um hub da aviação regional, com cerca de 40 operações entre pousos e decolagens regulares nos dias úteis, e se tornou o aeroporto regional mais movimentado do país.

O aeroporto também tem apresentado crescimento da aviação executiva, dentro da aviação geral, que hoje corresponde por quase 70% da movimentação de aeronaves no Aeroporto da Pampulha.[10] Atualmente diversas empresas prestam serviços de táxi aéreo em aviões e helicópteros, mantendo hangares e centros de operação na Pampulha, tais como:[36] ADE Táxi Aéreo, Alba Táxi Aéreo, Algar Aviation, Ariba Aerotáxi, Banjet Taxi Aéreo, Emccamp Táxi Aéreo, Emponta, Helimed UTI Aérea, Just in Air Táxi Aéreo, Lider Aviação Executiva, TAM Aviação Executiva, Tamig Táxi Aéreo, Unimed Aeromédica, Vale, Vector Táxi Aéreo, dentre outras.

O desenvolvimento da aviação executiva contribuiu para que o aeroporto se tornasse uma referência em manutenção de aeronaves executivas, pequenos aviões comerciais e helicópteros. Várias empresas mantém oficinas e centros de manutenção no Aeroporto Pampulha, sendo estas certificadas pela ANAC para manutenção de aviões e helicópteros:[37] Air Minas, Algar Aviação, ARG Aviação, AV Aeronáutica, Azul Linhas Aéreas, CEMIG, Chamone Indústria Aeronáutica, Claro Aviação, Cowan, Embrataxi, Lider Aviação Executiva, Minas Avionics, Minas Máquinas, TAM Aviação Executiva, Vale, dentre outras.

Déficit operacional
Saguão do Aeroporto da Pampulha, na área de Check-in, com poucos pasageiros

Outro reflexo deste programa se dá na perda de rentabilidade da Pampulha, onde a acentuada queda no movimento de passageiros a partir de 2006 fez com que o aeroporto passasse a dar prejuízos à administração da Infraero. Nos anos de 2008 e 2009 o aeroporto chegou a registrar maior ociosidade, com níveis de movimentação inferiores a 600 mil passageiros por ano, representando menos de 40% de sua capacidade. Em 2011, com o movimento de quase 800 mil passageiros, o prejuízo operacional chegou a R$ 3,1 milhões, fora custos de depreciação.[38]

A primeira década dos anos 2000 foi marcada pelo expressivo crescimento da aviação comercial no Brasil,[39] [40] enquanto o Aeroporto da Pampulha ficou parado no tempo em relação aos outros aeroportos por causa dos impasses políticos, legais e técnicos. Em 2012, sua colocação caiu para a 32ª posição entre os aeroportos mais movimentados do Brasil.[41] [42] Desta forma, aeroportos do interior, como Uberlândia - MG e Ribeirão Preto - SP, superaram o número de passageiros do Aeroporto da Pampulha, descaracterizando sua posição de aeroporto regional mais movimentado.

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Maiores rotas antes e depois da transferência de voos[editar | editar código-fonte]

Maiores rotas domésticas da Pampulha em 2004[43]

( antes da transferência dos voos para Confins )

Rank Aeroporto Passageiros

(embarques e desembarques)

1
São Paulo Aeroporto de Congonhas
1.142.953
2
Distrito Federal (Brasil) Aeroporto Internacional de Brasília
430.918
3
Rio de Janeiro Aeroporto Santos Dumont
351.281
4
Rio de Janeiro Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro
205.055
5
Espírito Santo (estado) Aeroporto de Vitória
195.360
6
Bahia Aeroporto Internacional de Salvador
154.666
7
São Paulo Aeroporto Internacional de Campinas
122.259
8
Minas Gerais Aeroporto de Uberlândia
81.624
9
Minas Gerais Aeroporto de Montes Claros
61.123
10
Bahia Aeroporto de Porto Seguro
55.118
11
Minas Gerais Aeroporto de Ipatinga
52.309
12
Pernambuco Aeroporto Internacional do Recife
33.906
13
Minas Gerais Aeroporto de Governador Valadares
32.809
14
Minas Gerais Aeroporto de Araxá
12.816
15
Minas Gerais Aeroporto de Uberaba
11.662
Maiores rotas domésticas da Pampulha em 2010[44]

(dados mais recentes)

Rank Aeroporto Passageiros

(embarques e desembarques)

1
Minas Gerais Aeroporto de Montes Claros
98.131
2
Minas Gerais Aeroporto de Ipatinga
93.280
3
Minas Gerais Aeroporto de Uberlândia
63.027
4
Minas Gerais Aeroporto de Governador Valadares
51.192
5
São Paulo Aeroporto de Ribeirão Preto
44.766
6
São Paulo Aeroporto Internacional de Campinas
33.591
7
Minas Gerais Aeroporto de Uberaba
27.621
8
Rio de Janeiro Aeroporto Santos Dumont
20.389
9
São Paulo Aeroporto Internacional de São Paulo
17.875
10
Bahia Aeroporto de Vitória da Conquista
17.156
11
Minas Gerais Aeroporto de Araxá
12.423
12
Minas Gerais Aeroporto de Juiz de Fora
10.479
13
Minas Gerais Aeroporto de São João del-Rei
8.311
14
Minas Gerais Aeroporto de Patos de Minas
5.874
15
Rio de Janeiro Aeroporto de Cabo Frio
5.466

Participação de cada tipo de aviação nas operações[editar | editar código-fonte]

Participação dos diferentes tipos de aviação no Aeroprto da Pampulha em 2014

Existem três tipos de aviação operando no Aeroporto da Pampulha:[10]

  • A Aviação comercial, referente as companhias aéreas que comercializam passagens e mantém voos regulares em linhas aéreas partindo do aeroporto;
  • A Aviação geral, referente voos da aviação executiva, de pequenos aviões de propriedade particular, de helicópteros, voos de treinamento para pilotos iniciantes e outras atividades aéreas que não sejam voos regulares ou aeronaves militares;
  • E a Aviação militar, com a utilização de aviões para fins exclusivamente militares, incluindo o uso de outras aeronaves como helicópteros.

Segundo o Centro de Gerenciamento de Navegação Aérea (CGNA), em 2014 o aeródromo recebeu 66.711 voos (pousos e decolagens), sendo 71% da aviação geral. 21% da aviação comercial e 8% da aviação militar.[10]

Do ano 2013 para 2014 a aviação comercial caiu 18,6%, enquanto que a aviação geral permaneceu estável com aumento de 0,6% e a aviação militar cresceu em 26,4% no movimento de aeronaves no Aeroporto da Pampulha. Desse modo, a participação da aviação comercial no movimento de aeronaves na Pampulha caiu de 25% para 21%, a aviação geral cresceu de 68% para 71% e a aviação militar deu um salto de 6% para 8%, em relação ao ano de 2013.

Evolução do movimento de passageiros e aeronaves[editar | editar código-fonte]

Histórico - Movimento Operacional[45]
Ano Passageiros Aeronaves
2014 945.434 Baixa4% 64.096 Baixa2%
2013 989.332 Aumento28% 65.491 Baixa10%
2012 774.881 Baixa2% 72.892 Aumento11%
2011 793.305 Aumento5% 65.854 Baixa1%
2010 757.685 Aumento27% 66.650 Aumento14%
2009 598.360 Aumento7% 58.288 Aumento1%
2008 561.189 Baixa26% 57.776 Aumento9%
2007 759.824 Aumento21% 52.812 Aumento11%
2006 629.378 Baixa51% 47.602 Baixa4%
2005 1.281.745 Baixa60% 49.467 Baixa35%
2004 3.194.715 Aumento8% 76.094 Aumento1%
2003 2.971.418 Baixa3% 75.476 Baixa15%
2002[20] 3.073.976 Aumento % 88.737 Aumento  %
Nota: A Infraero não inclui na estatística as operações da Aviação Militar.
Movimento Anual de Passageiros no Aeroporto da Pampulha

Movimento Anual de Aeronaves no Aeroporto da Pampulha

Polêmica sobre novos voos na Pampulha[editar | editar código-fonte]

Pista do Aeroporto da Pampulha, com 2.364 metros, maior que a de aeroportos como Congonhas, Santos Dummont e Salgado Filho.
Pista do Aeroporto da Pampulha com capacidade de 25 operações/hora e 137 mil operações/ano.[5]

Em 2010, a Portaria Nº 993,[35] que favorecia os voos regionais na Pampulha, foi anulada pela Decisão Nº 49, de 17 de março de 2010,[46] por haver contradição com a Lei de Criação da Anac (Lei 11.182). Enquanto a lei determina que a ANAC siga exclusivamente critérios de segurança ou capacidade operacional para limitar aeroportos, a portaria de 2007 teria adotado critérios político-econômicos para limitação do Aeroporto da Pampulha.[47]

Na época, esclarecendo a anulação desta Portaria, o superintendente de Regulação Econômica e Acompanhamento de Mercado da ANAC, Juliano Alcântara Norman, declarou que a circulação na Pampulha ficaria congelada até que fossem definidos, pela Aeronáutica e pela Infraero, os critérios técnicos para a exploração do aeroporto. Cabendo à Aeronáutica fazer a avaliação da segurança e de navegação aérea do aeroporto, e à Infraero avaliar a capacidade operacional do aeroporto.[47]

A ANAC contestava a competência técnica da Infraero em restringir o Aeroporto da Pampulha por meio do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado entre a Infraero e o Governo do Estado, sem ter sido consultada.[48] Em 27 de fevereiro de 2012, a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais (Semad) emitiu a licença ambiental para operações no Aeroporto da Pampulha. Com isso, tendo o aeroporto atendido questões ambientais e de segurança, o TAC perdeu a validade, sendo extinto qualquer tipo de restrição legal ou regimentar, desde então.

Em 2015, com um novo pleito no Governo Estadual, o estado dá sinais favoráveis à ampliação das operações com aviões maiores e também com outras companhias no Aeroporto da Pampulha. Para o Secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Altamir Rôso, a Pampulha pode operar neste sentido sem prejudicar a eficiência do aeroporto de Confins. A Infraero já atualizou o plano diretor do aeroporto para realizar expansões necessárias, que dependem da incorporação da àrea do Centro de Instrução e Adaptação da Aeronáutica (CIAAR) para que seja possível dar início às obras.[49]

Público contrário ao aumento de voos

A maior polêmica gira em torno da liberação de aviões a jato de médio porte no aeroporto. Nos pleitos de Aecio Neves e Antônio Anastasia, o governo do estado se posicionou expressamente contra esta possibilidade, considerando isso um verdadeiro retrocesso para os projetos de desenvolvimento econômico aplicados no chamado Vetor Norte de Belo Horizonte.[50] Nestes projetos, além da ampliação e modernização do Aeroporto de Confins, inclui-se construção da Linha Verde, a transferência da sede do governo do estado para a Cidade Administrativa de Minas Gerais e a criação do Aeroporto Indústria, criado com objetivo ser de um hub logístico multimodal.[51]

A população vizinha ao aeroporto também não é favorável ao aumento de voos, entendendo que isso poderia causar complicações no trânsito da vizinhança, intensificar a poluição sonora e atmosférica produzida pelas aeronaves, além da preocupação com o risco de acidentes.[12] [52]

Público a favor de novas rotas

Outra parte da população de Belo Horizonte defende o uso da Pampulha em voos para as capitais mais próximas, uma vez que o uso do aeroporto central seria sinônimo de economia de tempo e dinheiro, principalmente para quem viaja a trabalho.[53] Em uma audiência na Câmara Municipal de Belo Horizonte em 2012, o presidente do Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF) em Minas Gerais e da Associação dos Economistas de Minas Gerais (ASSEMG), Carlos Alberto Teixeira[15] , apresentou argumentos de como o tempo e o custo do deslocamento até Confins fazem com que Belo Horizonte perca vantagem competitiva em relação às cidades de São Paulo e Rio de Janeiro, que tem seus aeroportos centrais Santos Dumont e Congonhas ativos, favorecendo as viagens de negócios nestas cidades.[54]

Entidades empresariais como a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) e a Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL-BH) também apoiam a retomada de voos nacionais na Pampulha para atender a demanda de executivos que vêm à Belo Horizonte a negócios.[12] [13]

Operação das companhias no aeroporto[editar | editar código-fonte]

Aviões ATR da Azul linhas Aéreas no pátio do Aeroporto da Pampulha
Vista parcial do Aeroporto da Pampulha

Hoje só operam oficialmente voos regulares no Aeroporto da Pampulha as Companhias Azul Linhas Aéreas Brasileiras e Passaredo Linhas Aéreas.[55] Ambas basicamente só usam aviões turboélices ATR-72 e ATR-42 no aeroporto.[56] Devido aos impasses em torno da operação do aaeroporto, outras companhias aéreas estão impedidas de atuarem no local, até então.

Fundada em 2008, Azul Linhas Aéreas tinha o propósito de concentrar seus voos nacionais no Aeroporto da Pampulha,[57] bem como no Aeroporto Santos Dumont no Rio de Janeiro, que também tinha restrições para voos fora da ponte aérea Rio-São Paulo.[58] O aeroporto carioca acabou por ter os voos para outros estados liberados enquanto o aeroporto mineiro continuou restrito. A empresa somente conseguiu entrar na Pampulha após a fusão com a TRIP Linhas Aéreas.[59]

Com a restrição para novos voos na Pampulha, a estratégia tomada pela Azul ao assumir o controle da TRIP[60] foi substituir alguns voos que partiam para o interior do estado de Minas Gerais por novas rotas com destino ao Aeroporto Internacional de Guarulhos e também para o seu hub no Aeroporto Internacional de Campinas. Com as alterações, as cidades de Varginha, São João del Rei, Juiz de Fora e Uberaba ficaram sem ligação direta com o Aeroporto da Pampulha em 2013.[61] Outra alteração foi no tipo de aeronave usada nas novas rotas: onde antes eram utilizadas aeronaves ATR-42, com 45 assentos, as operações passaram a ser feitas em aeronaves ATR-72, com 70 assentos. Estas alterações contribuíram para expressivo aumento de 27,7% no número de passageiros no aeroporto em relação ao ano anterior,[62] que chegou a registrar o movimento de quase 1 milhão de passageiros em 2013.[63]

Em 2013, a Passaredo também solicitou a operação de novas rotas na Pampulha com destino à Brasília, Uberlândia e Montes Claros,[64] mas não recebeu a autorização da ANAC para nenhuma delas. A companhia permanece no Aeroporto da Pampulha operando apenas a rota para Ribeirão Preto, e mais recentemente um voo semanal para Porto Seguro, na Bahia.[65]

Companhias aéreas e destinos[editar | editar código-fonte]

Aeroporto da Pampulha | Companhias Aéreas e Destinos
Companhias Aeronaves Voos regulares vigentes[56]

Azul ATR-72

Passaredo

ATR-72

Companhias que já operaram no aeroporto[editar | editar código-fonte]

Companhias que já operaram na Pampulha
Companhias operantes em outros aeroportos Gol  · Oceanair  · TAM

Companhias inoperantes no transporte de passageiros Aerovias Brasil  · Aerovias Minas Gerais  · Air Minas  · BRA  · Cruzeiro do Sul  · Lóide  · NAB  · Nordeste  · Panair  · Real  · Rio Sul  · Total  · Transbrasil  · TRIP  · Varig  · Vasp  · WebJet

Obras e adequações recentes[editar | editar código-fonte]

Construção da nova torre de controle
  • Ordem de serviço assinada em 30/05/2011 - R$ 5,4 milhões - compreendendo a construção da nova torre de controle (TWR) com 26,7 metros.[66]
Reforma das subestações de energia
  • Ordem de serviço assinada em 03/08/2011 - R$ 2,6 milhões - para execução das obras de revitalização das subestações de energia elétrica principal e do Terminal de Passageiros. O serviço contempla a substituição dos painéis elétricos, transformadores, grupos geradores, rede de dutos, entre outros componentes.[67]
Adequações no terminal de passageiros
  • Contrato assinado em 24/01/2012 - R$ R$ 174 mil - O projeto inclui reforma da fachada, climatização do Terminal de Passageiros, ampliação da área de desembarque e adequações de acessibilidade. O projeto também prevê a reforma do estacionamento, com a criação de novas vagas, e reforma e ampliação dos balcões de check-in.[68]
Adequação na pista de pousos e decolagens
  • Redução da pista em 15/03/2012 - O Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) determinou uma redução de 176 metros na pista de pousos e decolagens, para possibilitar o aeroporto a operar aeronaves com aproximação por instrumentos. Então, a pista de 2.540 metros passou a ter a distância utilizável de 2.364 metros para pousos e decolagens.[69] [70]
Conexão Aeroporto - ônibus que leva passageiros da Pampulha ao Aeroporto de Confins e à Rodoviária.
Vista dos pátios norte e sul.
Reforma e ampliação da sala de desembarque
  • Ordem de serviço assinada em 21/11/2012 - R$ 219,7 mil - Obra de ampliação e reforma da sala de desembarque para a instalação de nova esteira de restituição de bagagens. Com os ajustes, a área de desembarque ganha mais 110 m², recebendo também novo forro, grades, piso e esquadrias de alumínio, nova pintura nas paredes e uma barra de proteção para a nova esteira. Outras melhorias, como a instalação de monitores informativos e a criação de dois banheiros foram entregues - Obra concluída em 11/06/2013.[71] [72]
Outras Obras
  • Reconstrução do pátio Norte, orçada em R$ 9,5 milhões.
  • Iluminação do pátio Norte e manutenção do pátio Sul, orçadas em R$ 348,5 mil.
  • Recuperação de muros e cercas, orçada em R$ 1,2 milhão.[69]

Obras contra enchentes[editar | editar código-fonte]

Ocasionalmente, quando a cidade é atingida por temporais de forte intensidade, o Aeroporto da Pampulha fica sujeito a inundações. Nas duas ocorrências mais recentes, em 10 de dezembro de 2012 e em 2 de abril de 2014, a enchente atingiu o terminal de passageiros do aeroporto com a água chegado a altura de aproximadamente 30 centímetros acima do piso.[73] [74]

A fim de minimizar os problemas que os temporais têm ocasionado na região do aeroporto, a Prefeitura de Belo Horizonte construiu uma barragem de contenção de águas das chuvas, localizada no Bairro Liberdade.[75]

Plano restringente de desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

A fim de assegurar a atratividade do Aeroporto de Confins no leilão para concessão privada, o Governo de Minas encomendou à empresa de consultoria KED Consultants um estudo para fortalecer a aviação executiva e regional no Aeroporto da Pampulha, de modo que não haja concorrência entre os dois aeroportos. Este estudo recomendou medidas como: o uso de aeronaves com no máximo 70 assentos no aeroporto para os voos regionais; criação de alfândega no aeroporto para possibilitar voos executivos internacionais; e um limite de movimentação em 2,9 milhões de passageiros por ano, o que seria aproximadamente 10% do movimento de confins numa projeção até o ano 2029. Ainda foi estimada a geração de cerca de 3 mil empregos em hangares de manutenção instalados no aeroporto. O documento foi entregue ao ministro da Aviação Civil, Moreira Franco, no dia 01 de outubro de 2013, pelo Governador de Minas Gerais, Antonio Anastasia.[76]

Informações[editar | editar código-fonte]

Números[4]


Sítio Aeroportuário

  • Área civil: 1.827.584 m²
  • Área militar: 258.320,85 m²

Pátio das Aeronaves

  • Pátio 1: 39.310 m²
  • Pátio 2: 53.500 m²

Estacionamento de aeronaves

  • Pátio 1: 08 posições
  • Pátio 2: 43 posições

Pista

  • Dimensões: 2.364 m x 45 m
  • Capacidade: 25 pousos x decolagens/hora

Terminal de Passageiros

  • Área: 4.629,64 m²
  • Capacidade: 2,2 milhões pax/ano

Estacionamento de veículos

  • Capacidade: 226 vagas
Endereço[77]


Praça Bagatelle 204

Bairro São Luíz

Belo Horizonte - MG

CEP:31270-700

Acesso pela Av. Antônio Carlos

Distâncias


Estádio Mineirão: 2,8 km [78]

UFMG: 2,9 km [79]

Centro de BH: 8,3 km [80]

Minascentro: 9 km [81]

Savassi (Zona Sul): 11,5 km [82]

Expominas: 14,6 km[83]

Cidade de Contagem: 18,2 km[84]

Aeroporto Carlos Prates: 9,5 km[85]

Aeroporto de Confins: 31.6 km[86]

Serviços[87]


Balcão de Informações da Infraero

  • Funcionamento de 6h às 23h


Perdidos e achados

  • Funcionamento 24h

ANAC

  • Funcionamento de 8h às 17h


Polícia Civil

  • Funcionamento de 2ª à 6ª feira de 06h30 às 21h30


Juizado da Infância e Juventude

  • Funcionamento de 2ª à 6ª feira das 13h às 19h


Polícia Militar

  • Funcionamento 24h
Facilidades[88]


Estacionamentos:

  • Master Park

Locadoras de veículos:

  • Lokamig

Serviços bancários:

Ônibus convencional para Rodoviária ou Aeroporto de Confins:

  • Expresso Unir ( Conexão Aeroporto )

Ônibus urbano executivo para Cidade Administrativa ou Savassi (Zona Sul):

Ver também[editar | editar código-fonte]

Portal A Wikipédia possui o
Portal de Minas Gerais.
Portal A Wikipédia possui o
Portal da Aviação

Referências

  1. Google Maps. Trajeto Aeroporto Pampulha - Centro.
  2. a b c Infraero. Aeroportos Infraero. Visitado em 12 de Novembro de 2010.
  3. Infraero. Movimento Operacional da Rede Infraero Estatísticas. Visitado em 14 de Janeiro de 2014.
  4. a b Infraero. Complexo Aeroportuário. Visitado em 12/06/2013.
  5. a b CGNA - Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea.. Aeroporto da Pampulha - Belo Horizonte - MG / Capacidade de pista. Visitado em 26 de abril de 2015.
  6. Jornal Hoje em Dia. Bruno Porto. O retorno do Aeroporto da Pampulha. Visitado em 13 de Março de 2015.
  7. a b Rádio Itatiaia. Ana Carolina Dias (31/01/2013). Superintendente admite ociosidade no aeroporto da Pampulha. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  8. a b Sistema de Acesso à Informação / Secretaria de Aviação Civil (11/05/2015). Instrumentos de Pouso no Aeroporto da Pampulha LLZ/ ILS e DME. Visitado em 11 de maio de 2015.
  9. a b Secretaria de Aviação Civil. Freddy Charlson (09/02/2015). Equipamento reduz tempo de fechamento dos aeroportos por causa da má visibilidade. Visitado em 25 de abril de 2015.
  10. a b c d CGNA - Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea.. Anuário Estatístico de Tráfego Aéreo 2014. Visitado em 26 de abril de 2015.
  11. a b c CIAAR. Um Pouco da História. Visitado em 14 de janeiro de 2014.
  12. a b c Jornal Hoje em dia. Giulia Mendes (28/04/2015). Ampliação de voos no aeroporto. Visitado em 11/05/2015.
  13. a b Revisa Mercado Comum (03/2015). Aeroporto da Pampulha: Um importante elemento de desenvolvimento para a economia mineira. Pág 32. Visitado em 11/05/2015.
  14. Jornal Estado de Minas. Pedro Rocha Franco (06/05/2015). Transferência de voos para o terminal da Pampulha gera divergências. Visitado em 12 de maio de 2015.
  15. a b Câmara Municipal de Belo Horizonte. Superintendência de Comunicação Institucional (20/03/2012). Audiência pública da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Transporte e Sistema Viário da Câmara Municipal de BH. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  16. Assembleia Legislativa de Minas Gerais / Comissão de Transporte, Comunicação e Obras Públicas (05/05/2015). Mudança em voos do Aeroporto da Pampulha é tema de reunião: Deputados querem discutir transferência de rotas regionais para o Aeroporto de Confins.. Visitado em 12 de maio de 2015.
  17. Prefeitura de Belo Horizonte / Sala de Notícias (26/08/2013). Aeroporto da Pampulha: a decolagem de BH para o mundo. Visitado em 10 de julho de 2015.
  18. a b c d Jetsite. Lucas Moura e Antônio Carlos de Souza Lima Junior (2007). Pampulha: nasce uma tradição da aviação brasileira Pampulha, coração das Gerais. Visitado em 22 de Dezembro de 2013.
  19. a b c Arquivo Público da Cidade de Belo Horizonte (2011). História de Bairros - Caderno Regional Pampulha. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  20. a b c d e f g h i j k l m n o p q r Infraero. História do Aeroporto de Belo Horizonte/Pampulha-MG - Carlos Drummond de Andrade. Visitado em 22 de Dezembro de 2013.
  21. a b c d e f g h i Infraero. Lígia Maria Leite Pereira, Maria Auxiliadora de Faria (1997). Aeroporto da Pampulha: BH nas asas do progresso.
  22. a b Aeroclube de Minas Gerais. História do Aeroclube de Minas Gerais. Visitado em 24 de abril de 2015.
  23. Infraero. História do Aeroporto Internacional de Confins - Tancredo Neves. Visitado em 22 de Dezembro de 2013.
  24. Presidência da República (16/10/2004). Lei Nº 11.002, de 16 de Dezembro de 2004. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  25. Infraero. Movimento Operacional da Rede Infraero de Janeiro a Dezembro de 2004 Estatísticas. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  26. a b DCI - Diário do Comércio Indústria e Serviços. Regina Ielpo (matéria021/10/2003). Infraero investe R$ 4,6 bi em obras em aeroportos. Visitado em 10 de julho de 2015.
  27. Revista Isto É. Edição: 1775. Camilo Vannuchi (08/10/2003). Infraero inicia obras para modernizar os aeroportos centrais de São Paulo, Rio e Belo Horizonte. Visitado em 10 de julho de 2015.
  28. Infraero (13/10/2003). Licitação de concorrência pública nº 010/DAAG/SBBH/2003. Visitado em 10 de julho de 2015.
  29. Folha de S.Paulo. Paulo Peixoto obra= (19/08/2004). BH desvia vôos interestaduais para Confins. Visitado em 10 de julho de 2015.
  30. Revista Sagarana. César Félix. Entrevista ao Secretário do Turismo, Herculano Anghinetti. Visitado em 10 de julho de 2015.
  31. Revista Construir/AEERJ. Obras do Santos Dumont Decolam. Visitado em 3 de Junho de 2015.
  32. a b Infraero. Movimento Operacional da Rede Infraero de Janeiro a Dezembro de 2004. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  33. Infraero. Mudança dos voos do Aeroporto da Pampulha para Confins. Visitado em 20 de março de 2008.
  34. Agência Minas. Omar Freire (23/03/2010). Governador afirma que voos na Pampulha continuarão limitados Governo de Minas Gerais / Agência Minas. Visitado em 23 de abril de 2015.
  35. a b ANAC (18/10/2007). Portaria Nº 993 de 17 de Setembro de 2007. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  36. ANAC (24/04/2015). Empresas de Táxi Aéreo. Visitado em 26 de abril de 2015.
  37. ANAC (24 abr. 2015). Empresas de Manutenção Certificadas no Brasil (BELO HORIZONTE - MG). Visitado em 26 de Abril de 2015.
  38. ANAC (02/12/13). Relatório de Desempenho Operacional dos Aeroportos 2011 http://www2.anac.gov.br/anac/relatorioaeroporto.asp. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  39. Portal UOL. Téo Takar (11/03/2010). Aviação doméstica registra crescimento recorde de 42,89% em fevereiro Valor Econômico. Visitado em 14 de Janeiro de 2014.
  40. Jornal Estadão. Agência Estado (9/12/2006). Crescimento da aviação acirra concorrência entre TAM e Gol. Visitado em 14 de Janeiro de 2014.
  41. Infraero. Movimento Operacional da Rede Infraero de Janeiro a Dezembro de 2012 Estatísticas. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  42. DAESP. Movimento Estatístico de 2012. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  43. ANAC. Anuário do Transporte Aéreo 2004. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  44. ANAC. Anuário do Transporte Aéreo 2010. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  45. Infraero. Movimento Operacional da Rede Infraero de Janeiro a Dezembro de 2003 a 2013 Estatísticas. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  46. ANAC. Decisão Nº 49, de 17 de março de 2010. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  47. a b Agência Câmara de Notícias. Rachel Librelon / Carol Siqueira (14/04/2010). Anac assume falha de comunicação em liberação de aeroporto Câmara dos Deputados. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  48. Jornal Hoje em Dia. Janaína Oliveira (16/09/2013). Aviação regional Aeroporto da Pampulha volta a registrar crescimento do número de voos. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  49. Jornal Hoje em Dia. Carlos Henrique (26/04/2015). Governo e Infraero querem ampliar voos na Pampulha. Visitado em 26 de abril de 2014.
  50. Agência CNT de Notícias. César Felício, Alberto Komatsu e Davilym Dourado/valor. Anac libera Pampulha, mas Aécio diz que não implementa a medida. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  51. Governo de Minas Gerais. Aeroporto Industrial no Aeroporto Internacional Tancredo Neves. Visitado em 17 de Outubro de 2013.
  52. Jornal Estado de Minas. Tiago de Holanda (05/05/2012). Aeroporto da Pampulha quer ampliar capacidade de operação. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  53. Jornal Hoje em Dia. Janaína Oliveira (16/09/2013). Usuários se queixam da distância e saturação Aeroporto da Pampulha volta a registrar crescimento do número de voos. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  54. Revista Mercado Comum. Carlos Alberto Teixeira de Oliveira. Movimento pró-revitalização modernização e expansão do aeroporto da Pampulha. Visitado em 08 de novembro de 2012.
  55. Infraero. Aeroporto de Belo Horizonte / Companhias Aéreas. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  56. a b ANAC. Voos autorizados vigentes HOTRAN. Visitado em 12/06/2013.
  57. Portal UAI. Jair Amaral/EM/D.A press (04/10/2008). Azul Linhas Aéreas quer operar no Aeroporto da Pampulha. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  58. ANAC. PORTARIA Nº 187/DGAC, DE 8 .DE MARÇO DE 2005. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  59. AZUL LINHAS AÉREAS BRASILEIRAS. Fusão: Azul e TRIP unidas com você. Visitado em 25/01/2013.
  60. Portal G1. Fábio Amato (06/03/2013). Cade aprova fusão entre empresas aéreas Azul e Trip. Visitado em 04 de Janeiro de 2014.
  61. Jornal Hoje em Dia. Celso Martins (02/05/2013). Perdas Aeroporto da Pampulha, em BH, terá 15 novos voos semanais. Visitado em 04 de Janeiro de 2014.
  62. Jornal Hoje em Dia. Janaína Oliveira (16/09/2013). Aeroporto da Pampulha volta a registrar crescimento do número de voos. Visitado em 04 de Janeiro de 2014.
  63. Infraero. Movimento Operacional da Rede Infraero de Janeiro a Dezembro de 2013 Estatísticas. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  64. Jornal Hoje em Dia. Celso Martins (02/05/2013). Aeroporto da Pampulha, em BH, terá 15 novos voos semanais. Visitado em 04 de Janeiro de 2014.
  65. Tudo Viagem. Celso Martins Santos (12/03/2013). Anac nega pedido de voo da Passaredo da Pampulha. Visitado em 04 de Janeiro de 2014.
  66. Infraero. Notícias (31/05/2011). Pampulha assina Ordem de Serviço para construção de nova Torre de Controle. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  67. Infraero. Notícias (04/08/2011). Subestações de energia do Aeroporto da Pampulha serão revitalizadas. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  68. Infraero. Notícias (24/01/2012). Assinado contrato para projetos de obras no Aeroporto da Pampulha. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  69. a b Jornal O Tempo. Helenice Laguardia (20/03/2012). Pampulha opera com 25% da sua capacidade atual. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  70. Jornal Estado de Minas. Geórgea Choucair (12/04/2011). Aeroporto da Pampulha vai ter obras de R$ 30 milhões. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  71. Infraero. Notícias (21/11/2012). Assinada Ordem de Serviço para melhorias no Aeroporto da Pampulha. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  72. Infraero. Notícias (14/06/2013). Aeroporto da Pampulha amplia sala de desembarque. Visitado em 03 de Janeiro de 2014.
  73. Portal G1 (10/12/2012). Chuva alaga Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte. Visitado em 10 de julho de 2015.
  74. Portal G1 (02/04/2014). Aeroporto da Pampulha fica alagado durante forte chuva em BH. Visitado em 10 de julho de 2015.
  75. Prefeitura de Belo Horizonte / Sala de Notícias (15/04/2014). PBH inicia obra da bacia de detenção do córrego São Francisco. Visitado em 10 de julho de 2015.
  76. Agência Minas (01/10/2013). Anastasia entrega ao governo federal plano para desenvolvimento do Aeroporto da Pampulha. Visitado em 04 de Janeiro de 2014.
  77. Infraero. Contatos. Visitado em 14/01/2014.
  78. Google Maps. Trajeto Aeroporto Pampulha - Mineirão.
  79. Google Maps. Trajeto Aeroporto Pampulha - UFMG (Campus Pampulha).
  80. Google Maps. Trajeto Aeroporto Pampulha - Centro.
  81. Google Maps. Trajeto Aeroporto Pampulha - Minas Centro.
  82. Google Maps. Trajeto Aeroporto Pampulha - Savassi.
  83. Google Maps. Trajeto Aeroporto Pampulha - Expominas.
  84. Google Maps. Trajeto Aeroporto Pampulha - Contagem.
  85. Google Maps. Trajeto Aeroporto Pampulha - Aeroporto Carlos Prates.
  86. Google Maps. Trajeto Aeroporto Pampulha - Aeroporto Confins.
  87. Infraero. Serviços. Visitado em 12/06/2013.
  88. Infraero. Facilidades. Visitado em 12/06/2013.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

INFRAERO. Aeroporto da Pampulha: BH nas asas do progresso. Belo Horizonte: Infraero, 1997. 112 p. Lígia Maria Leite Pereira, Maria Auxiliadora de Faria. (Google Books)

DAC. Anuário Estatístico do Transporte Aéreo 2004/Tráfego por Origem e Desdito. Brasília: Comando da Aeronáutica/Departamento de Aviação Civil, 2004. Volume 1 - Dados Estatísticos. p 68-91.(Arquivo PDF para download)

ARQUIVO PÚBLICO DA CIDADE DE BELO HORIZONTE. Histórias de bairros [de] Belo Horizonte : Regional Pampulha. coordenador, Raphael Rajão Ribeiro. – Belo Horizonte: Arquivo Público da Cidade, 2011. 62 p. : il. ; 21 cm. [+ linha do tempo + mapas] (Versão digital)

REVISTA MERCADO COMUM. Movimento pró-revitalização, modernização e expansão do Aeroporto da Pampulha. Belo Horizonte: Revista Mercado Comum, Ano XIX, Edição 225, Maio de 2012. p 142-151. Carlos Alberto Teixeira de Oliveira; Marcos Sant'Anna; e Mauro Santos Ferreira.(Revista virtual)

ANAC. Relatório de Desempenho Operacional dos Aeroportos Ano Base 2011. Brasília: Agência Nacional de Aviação Civil, Janeiro de 2013, 3ª Edição. p 22. (Arquivo PDF para download)

CGNA. Anuário Estatístico de Tráfego Aéreo 2013. Rio de Janeiro: Centro de Gerenciamento da Navegação Aérea. p 56-57. (Arquivo PDF para download)

REVISTA MERCADO COMUM. Movimento pró-revitalização, modernização e expansão do Aeroporto da Pampulha. Belo Horizonte: Revista Mercado Comum, Ano XXII, Edição 255, Março de 2015. p 26-35. Carlos Alberto Teixeira de Oliveira; José Aparecido Ribeiro; Mauro Santos Ferreira; e André Kraemer Góes. (Revista virtual)

Ligações externas[editar | editar código-fonte]