Série 4000 da CP

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Percurso do Alfa Pendular da CP
Giugiaro CP série 4000, serviço 182
Giugiaro CP série 4000, serviço 182
Logótipo
Logótipo
Comprimento:624 km

Correspondências e localidades servidas
Head station
Guimarães G
Head station Straight track
0 Braga B
Straight track Station on track
Santo Tirso G
Unknown route-map component "BAHN" Station on track Straight track
NineMinho B
Straight track Station on track
Trofa M
Station on track + Unknown route-map component "STRc2"
Unknown route-map component "STR3"
Famalicão M
Unknown route-map component "ABZg+1" Unknown route-map component "STRc4"
Urban railway Station on track Unknown route-map component "BAHN"
53 Porto-CampanhãDouro, Minho MN
Transverse water Unknown route-map component "hKRZWae" Transverse water
Rio Douro(P.te S. João) N
Urban railway Unknown route-map component "pBHF"
55 Gaia N
Unknown route-map component "pBHF" Unknown route-map component "exlDAMPF"
121 Espinho⇆̸ Vouga N
Station on track Unknown route-map component "lDAMPF"
121 AveiroVouga N
Station on track Unknown route-map component "BAHN"
170 CoimbraB.ª Alta N
Transverse water Unknown route-map component "hKRZWae" Transverse water
Rio Mondego(P.te Choupal) N
Unknown route-map component "pBHF"
PombalLeiria N
Unknown route-map component "pBHF" Unknown route-map component "BAHN"
EntroncamentoB.ª Baixa, Leste, Tomar N
Unknown route-map component "pBHF"
Santarém N
Urban railway Station on track Unknown route-map component "BAHN"
340 Lisboa-OrienteSintra N
Urban railway Unknown route-map component "ABZgl" Unknown route-map component "KBHFeq"
Lisboa - Santa Apolónia N
Urban railway Station on track Unknown route-map component "BAHN"
Lisboa-EntrecamposOeste, Sintra C
Transverse water Unknown route-map component "hKRZWae" Transverse water
Rio Tejo(P.te 25 d’Abril) S
Urban railway Unknown route-map component "epBHF"
Almada (Pragal) S
Unknown route-map component "pBHF" Unknown route-map component "BAHN"
Pinhal NovoAlentejo SJ
Transverse water Unknown route-map component "hKRZWae" Transverse water
Rio Sado(P.te Alcácer) S
Unknown route-map component "pBHF" Unknown route-map component "BAHN"
TunesAlgarve AS
Unknown route-map component "pBHF"
Albufeira A
Unknown route-map component "pBHF"
Loulé A
End station Unknown route-map component "BAHN"
624 FaroAlgarve A

Serviços (2017)[1][2]
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "dKBHFa" Unknown route-map component "d"
Guimarães
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "dKBHFa" Unknown route-map component "dSTR" Unknown route-map component "d"
Braga
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "dSTR" Unknown route-map component "dBHF" Unknown route-map component "d"
Santo Tirso
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "dBHF" Unknown route-map component "dSTR" Unknown route-map component "d"
Nine
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "dSTR" Unknown route-map component "dBHF" Unknown route-map component "d"
Trofa
Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "dBHF" Unknown route-map component "dSTR" Unknown route-map component "d"
Famalicão
Unknown route-map component "dKBHFa-L" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dKBHFa-R"
Porto(Campanhã)
Unknown route-map component "dpBHF-L" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-R"
Vila Nova de Gaia
Unknown route-map component "dpBHF-L" Unknown route-map component "dpBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dpBHF-R"
Espinho
Unknown route-map component "dpBHF-L" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-R"
Aveiro
Unknown route-map component "dpBHF-L" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-R"
Coimbra(B)
Unknown route-map component "dpBHF-L" Unknown route-map component "dpBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dpBHF-R"
Pombal
Unknown route-map component "dpBHF-L" Unknown route-map component "dpBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dpBHF-R"
Entroncamento
Unknown route-map component "dpBHF-L" Unknown route-map component "dpBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dpBHF-R"
Santarém
Unknown route-map component "dBHF-L" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-M" Unknown route-map component "dBHF-R"
Lisboa(Oriente)
Unknown route-map component "dSTR" Unknown route-map component "dKBHFe-L" Unknown route-map component "dKBHFe-M" Unknown route-map component "dKBHFe-R"
Lisboa(S.ª Apolónia)
Unknown route-map component "dBHF" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d"
Lisboa(Entrecampos)
Unknown route-map component "edBHF" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d"
Lisboa(Sete Rios)
Unknown route-map component "edBHF" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d"
Almada(Pragal)
Unknown route-map component "dBHF" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d"
Pinhal Novo
Unknown route-map component "dpBHF" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d"
Grândola
Unknown route-map component "dpBHF" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d"
Ermidas - Sado
Unknown route-map component "dpBHF" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d"
Funcheira
Unknown route-map component "dpBHF" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d"
Sabóia
Unknown route-map component "dBHF" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d"
Tunes
Unknown route-map component "dBHF" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d"
Albufeira
Unknown route-map component "dBHF" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d"
Loulé
Unknown route-map component "dKBHFe" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d" Unknown route-map component "d"
Faro
Automotora 4003 a realizar o serviço Alfa Pendular na Gare do Oriente, em Lisboa.

A série 4000 (4001-4010 e 4051-4060) é um tipo de automotora eléctrica, utilizada pela empresa Caminhos de Ferro Portugueses, e pela sua sucessora, Comboios de Portugal. Igualmente conhecida como Alfa Pendular, em referência ao serviço que realiza desde a sua entrada ao serviço, em 1999.[3][4] Esta série foi concebida pela casa italiana Fiat Ferroviaria e montada em Portugal, sendo composta por 10 composições que atingem uma velocidade comercial de 220 km/h.[5][6][7] A introdução dos comboios Alfa Pendular é considerada como um dos marcos mais importantes no desenvolvimento do transporte ferroviário em Portugal.[8]

Interior de uma automotora 4000.

Caracterização[editar | editar código-fonte]

Estas automotoras circulam habitualmente em composições de 6 unidades[6], sendo 2 motorizadas nas pontas, com pantógrafos, e 4 reboques no centro.[4] Nesta configuração apresentam 158,9 m de comprimento, e dispõem de 299 lugares sentados, divididos em 2 categorias, conforto e turística.[4] Também possuem um bar a bordo.[5] São impulsionadas por motores Siemens, que totalizam 4000 kW, atingindo um esforço de tracção máximo de 210 kN, e uma velocidade de 220 km/h.[4]

Foram construídas 10 unidades duplas[6][7], por um consórcio entre a FIAT e Sorefame, tendo o seu desenho técnico sido realizado pela FIAT Pendoluso[4], parte da divisão ferroviária da FIAT.[5] Foram montadas em Portugal.[5] Estes veículos fazem parte uma família de material circulante derivada da série italiana ETR 460 da FIAT, onde também se inclui a Série 490 da Red Nacional de los Ferrocarriles Españoles.[4]

História[editar | editar código-fonte]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Na Década de 1990, o sector ferroviário em Portugal entrou num profundo processo de reestruturação, tendo a gestão das infra-estruturas sido entregue à Rede Ferroviária Nacional, enquanto que a operadora Caminhos de Ferro Portugueses, que permaneceu apenas com a exploração dos comboios, adoptou uma estratégia mais centrada nos seus clientes.[9] Neste âmbito, iniciou uma série de medidas para melhorar a qualidade dos seus serviços, incluindo a remodelação da sua frota de material circulante, especialmente nos comboios suburbanos e de longo curso.[9]

Um dos principais meios de melhorar os serviços era através do aumento da velocidade dos comboios, de forma a reduzir os tempos de viagem, mas devido às características da rede ferroviária portuguesa, com linhas muito sinuosas, considerava-se que a simples introdução de material circulante mais rápido não traria grandes vantagens, uma vez que a presença de muitas curvas levava sempre à redução de velocidade.[8] Embora este problema possa ser resolvido através da alteração dos traçados, com a eliminação de curvas e a modificação dos raios, este processo implica um investimento muito considerável, sendo portanto pouco adequado aos limitados recursos financeiros da empresa.[8] Uma solução alternativa, já experimentada noutros países com problemas semelhantes, como a Itália e Espanha, passava pela introdução de comboios no sistema pendular, que utilizava caixas que se inclinavam para o centro da curva, permitindo um aumento na velocidade nas curvas.[8] Este sistema adequava-se melhor às linhas de traçado mais difícil, e não precisava de uma intervenção tão profunda nas infraestruturas da via, sendo por isso considerado muito mais económico.[8] Existem dois métodos distintos para aplicação deste sistema, um através da pendulação natural, como utilizado nos comboios Talgo em Espanha, enquanto que o outro, conhecido como pendulação comandada, foi instalado nos comboios Pendolino na Itália e X 2000 na Suécia.[8] Este último permite uma maior inclinação nas curvas e consequentemente maiores velocidades, tendo sido por isso atraído mais a atenção de várias operadoras internacionais, incluindo os Caminhos de Ferro Portugueses.[8]

Encomenda e entrada ao serviço[editar | editar código-fonte]

Assim, em Março de 1996 a empresa encomendou uma série de automotoras para o futuro serviço Alfa Pendular, estando nessa altura prevista a sua inauguração durante a Exposição Mundial de 1998.[4] No entanto, só em 1 de Julho de 1999 é que entrou a primeira automotora ao serviço[4], tendo sido realizada uma viagem inaugural entre Lisboa e o Porto.[9] A nona unidade começou o serviço em 13 de Novembro de 2000, para realizar dois novos serviços Alfa Pendular entre Lisboa e Porto, passando a ser sete comboios deste tipo em cada dia laboral.[4] A série foi totalmente entregue em 2001.[10] Substituíram os antigos serviços Alfa da empresa Caminhos de Ferro Portugueses.[5] Um dos principais objectivos da introdução dos novos comboios era a redução dos tempos de viagem entre Lisboa e Porto para cerca de duas horas.[11]

Comboio Alfa Pendular a fazer o percurso Lisboa - Braga, em 2010.

Primeiros anos[editar | editar código-fonte]

Em 8 de Dezembro de 2000, a circulação esteve corta na Linha do Norte na zona da Formoselha, devido ao mau tempo e à subida das águas do Rio Mondego, tendo sido afectados os comboios suburbanos, regionais e Alfa Pendulares.[12]

Em 20 de Outubro de 2002, uma destas automotoras deslocou-se a Madrid, para ser exposta pela transportadora Comboios de Portugal no 4.º Congresso Mundial de Alta Velocidade, Eurailspeed 2002; foi rebocada, desde Vilar Formoso até à capital espanhola, pela locomotiva 333-901 da Red Nacional de los Ferrocarriles Españoles.[3]

Em 2011, a actriz brasileira Halima Abboudn foi filmada quando estava aos comandos de um comboio Alfa Pendular, quando este estava a atingir a velocidade de 221 km/h.[13] A actriz tinha sido alegadamente convidada pelo maquinista para entrar na cabine, situação considerada proibida pelo regulamento da empresa Comboios de Portugal, e que deveria ser punida com consequências criminais ou disciplinares.[13] A empresa alertou as autoridades após o vídeo ter sido publicado, declarando que estava a ter dificuldades em descobrir quem tinha sido o maquinista e em que comboio se tinha passado o incidente, e em que hora e data.[13] No entanto, o Departamento Central de Investigação e Acção Penal considerou que não existiam fundamentos para avançar com a acusação, tendo o processo sido arquivado em 2016 pelo Ministério Público.[13]

Em Março de 2013, entrou ao serviço o primeiro sistema de Internet sem fios a bordo de um dos comboios Alfa Pendular.[14] Nessa altura, a empresa Comboios de Portugal previu que até Agosto todos os dez comboios Alfa Pendular iriam passar a ter aquele serviço, e que a instalação dos novos equipamentos se iria iniciar em Maio, ao ritmo de três comboios em cada mês.[14] Este projecto envolveu um investimento de cerca de 78 mil Euros, tendo sido adquiridos 60 cartões GSM à empresa Vodafone, correspondentes às seis unidades de cada um dos dez comboios Alfa Pendular.[14]

Embora inicialmente o serviço das automotoras pendulares se tenha circunscrito apenas ao percurso entre Lisboa e o Porto[3], já em 1996 se planeava a sua expansão a toda a rede base do sistema ferroviário português, que incluía as linhas onde circulavam os comboios Intercidades, formando um eixo entre Braga, Porto, Lisboa e Setúbal, com ligações ao Alto Minho, Douro Litoral, Beiras, Alentejo Litoral e ao Algarve.[11] Assim, a empresa Rede Ferroviária Nacional foi concluindo os seus projectos de modernização das Linhas do Minho e do Sul e do Ramal de Braga, permitindo em 2004 o prolongamento dos serviços Alfa Pendular até Braga e Faro, no âmbito do programa do Eixo Atlântico.[9]

Em 20 de Maio de 2016, o serviço Alfa Pendular bateu um novo recorde diário, tendo transportado 8080 passageiros nos 24 comboios que fez nesse dia.[15] Este foi o segundo máximo de pessoas transportadas num dia em 2016, tendo alcançado os 7557 passageiros em 6 de maio.[15] Anteriormente, tinha alcançado um recorde de 7539 passageiros em 25 de Setembro de 2015, de 7236 passageiros em 30 de Maio de 2014, e de 6838 passageiros em 28 de Junho de 2013.[15]

O CPA 4009 em ensaios entre o Entroncamento e Pombal, já com a nova imagem.

Remodelação[editar | editar código-fonte]

Oficialmente conhecida como a Intervenção de Meia Vida, foi iniciada em 2017 nas Oficinas da EMEF no Entroncamento. Esta intervenção consiste fundamentalmente numa revisão geral do comboio mais do que uma remodelação do mesmo. No entanto, do ponto de vista do passageiro, é notada uma grande renovação dada a nova pintura exterior (contestado por alguns por tornar menos visível o comboio[16]) e o interior completamente novo. A primeira automotora a entrar foi a 4009 (conhecida como Manuel de Oliveira), que necessitava de ser reparada após um incêndio. A sua a apresentação oficial foi feita a 24 de Março de 2017 na Estação de Santa Apolónia, numa cerimónia que contou com a presença do Ministro do Planeamento e Infraestruturas, Pedro Marques, e do presidente da CP, Manuel Queiró e incluiu uma viagem entre Lisboa e Braga, tendo o comboio saído ás 16 horas.[17] Nessa altura, previa-se que até 2019 seriam renovados os restantes nove comboios da frota do Alfa Pendular, ao ritmo de 3 composições por ano.[17] Este projecto teve um investimento de cerca de 18 milhões de Euros, valor que o presidente da CP garantiu que iria ser pago pelas operações dos comboios, e que para já não iriam anunciar um aumento nos preços dos bilhetes.[17] Este empreendimento envolveu outras dez empresas portuguesas numa parceria com a CP, que seriam responsáveis por cerca de 90% da operação.[17] Durante a renovação, previa-se que a empresa teria de alugar comboios à operadora espanhola Renfe até ao final do projecto, em 2019.[17]

Porém, este programa veio criar graves problemas à gestão dos comboios Alfa Pendular, uma vez que cada uma das composições tem que ficar durante meses nas oficinas para a sua remodelação, ao contrário da situação normal, onde estavam oito composições a circular e duas em manutenção.[18] Desta forma, cada vez que uma automotora avariar, não existem composições de reserva que a possam substituir, gerando atrasos nos serviços Alfa Pendular.[18] Esta situação ocorreu por exemplo em 6 de Julho de 2017, quando um dos comboios Alfa Pendular avariou perto de Santarém, tendo-se ainda assim deslocado pelos próprios meios até Contumil[18] (264 km).

Em 2017, os comboios Alfa Pendular já tinham transportado mais 26 milhões de clientes, tendo percorrido uma distância superior a 45 milhões de quilómetros.[17]

Acidentes[editar | editar código-fonte]

Em Setembro de 2016, , um homem morreu após ter sido colhido por uma composição do Alfa Pendular na Estação de Oiã.[19] No mesmo mês, uma senhora foi apanhada pela deslocação de ar de um comboio Alfa Pendular quando tentava atravessar a via férrea em Alfarelos, tendo ficado gravemente ferida.[20]

Em Dezembro desse ano, uma pessoa morreu após ter sido atropelada por um comboio Alfa Pendular junto ao Apeadeiro de Miramar, interrompendo a circulação naquele troço da Linha do Norte.[21]

Ficha técnica[editar | editar código-fonte]

Bogie de uma automotora da Série 4000.
  • Tipo de tracção: Eléctrica[6]
  • Número de unidades construídas: 10 (4001-4010 e 4051-4060)[7][6]
  • Ano de entrada ao serviço: 1999[7][6]
  • Potência: 4000 kW[6][4]
  • Esforço de tracção: 210 kN[6][4]
  • Velocidade máxima: 220 km/h[7][6][4]
  • Tensão: 25 kV, 50 Hz[6]
  • Lotação: 299[4]
  • Transmissão
    • Tipo: Eléctrica assíncrona[7]

Ver também[editar | editar código-fonte]

O Commons possui uma categoria contendo imagens e outros ficheiros sobre a Série 4000

Referências

  1. Alfa Pendular : EstaçõesComboios de Portugal, visitado em 2014.03.13
  2. Serviços Alfa Pendular e IntercidadesComboios de Portugal, visitado em 2018.04.04
  3. a b c PIRES, Paulo (Fevereiro de 2003). «Noticias». Maquetren (em espanhol). 11 (119). Madrid: Revistas Profesionales. p. 90. ISSN 1132-2036 Verifique |issn= (ajuda) 
  4. a b c d e f g h i j k l m CONCEIÇÃO, Marcos (Abril de 2001). «Trenes Rápidos Lisboa/Oporto: Nuevos Alfa Pendular». Maquetren (em espanhol). 11 (97). Madrid: Revistas Profesionales. p. 50-51 
  5. a b c d e REIS et al, 2006:213
  6. a b c d e f g h i j «CP-UVIR locomotives and shunters» (em inglês). Railfaneurope. 20 de Janeiro de 2012. Consultado em 10 de Fevereiro de 2012 
  7. a b c d e f «Série: 4001-4010 e 4051-4060». Comboios de Portugal. Consultado em 4 de Novembro de 2014 
  8. a b c d e f g MARTINS et al, 1996:114-115
  9. a b c d REIS et al, 2006:202-203
  10. «CP class 4000 "Alfa Pendular"». Trainspo. Consultado em 10 de Fevereiro de 2012 
  11. a b MARTINS et al, 1996:194
  12. BOTELHO, Leonete; FONSECA, Francisco; SOARES, Andreia (9 de Dezembro de 2000). «Dois milhões às escuras». Público. 11 (3919). Lisboa: Público, Comunicação Social, S. A. p. 21 
  13. a b c d J. C. R. (27 de Novembro de 2016). «Atriz a 221 km/h sai impune». Correio da Manhã. Consultado em 31 de Julho de 2017 
  14. a b c MARTINS, Joaquim (28 de Março de 2013). «Internet gratuita chega ao serviço Alfa Pendular da CP». Transportes XXI. Consultado em 31 de Julho de 2017 
  15. a b c MOURA, Carlos (24 de Maio de 2016). «Alfa Pendular da CP regista novo recorde diário». Transportes em Revista. Consultado em 31 de Julho de 2017 
  16. «As novas cores do alfa pendular levantam questoes de seguranca» 
  17. a b c d e f NUNES, Diogo Ferreira (24 de Março de 2017). «Primeiro Alfa Pendular renovado sai às 16h de Santa Apolónia». Dinheiro Vivo. Consultado em 31 de Julho de 2017 
  18. a b c CIPRIANO, Carlos; REIS, Catarina (6 de Julho de 2017). «Socorro a passageira grávida atrasou reboque de comboio pendular avariado». Público. Consultado em 31 de Julho de 2017 
  19. ZULAY, Costa (19 de Setembro de 2016). «Homem morreu colhido pelo Alfa ao atravessar linha de comboio». Jornal de Notícias. Consultado em 31 de Julho de 2017 
  20. «Idosa colhida por comboio fica em estado grave». Correio da Manhã. 27 de Setembro de 2016. Consultado em 31 de Julho de 2017 
  21. «Circulação reaberta na linha do Norte depois de atropelamento mortal». Observador. 25 de Dezembro de 2016. Consultado em 31 de Julho de 2017 

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • MARTINS, João; BRION, Madalena; SOUSA, Miguel; et al. (1996). O Caminho de Ferro Revisitado: O Caminho de Ferro em Portugal de 1856 a 1996. Lisboa: Caminhos de Ferro Portugueses. 446 páginas 
  • REIS, Francisco; GOMES, Rosa; GOMES, Gilberto; et al. (2006). Os Caminhos de Ferro Portugueses 1856-2006. Lisboa: CP-Comboios de Portugal e Público-Comunicação Social S. A. 238 páginas. ISBN 989-619-078-X 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]



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