Estação Ferroviária de Aveiro

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Aveiro
Lado Este da Estação de Aveiro, em 2008.
Inauguração 10 de Abril de 1864
Linha(s) Linha do Norte (Pk 272,676)
Ramal de Aveiro (Pk 34,600)
Coordenadas 40° 38′ N 8° 38′ W
Concelho Aveiro
Serviços Ferroviários Urbano, Intercidades, Alfa Pendular e Regional
Serviços Ligação a autocarros Serviço de táxis Parque de estacionamento Informações - Gabinete de Apoio ao Cliente Bilheteiras e/ou máquinas de venda de bilhetes Acesso para pessoas de mobilidade reduzida Lavabos adaptados Pessoal de apoio na estação Lavabos Sala de espera Telefones públicos Caixas Multibanco Bar ou cafetaria Zona Comercial Elevadores Escadas rolantes Quiosque multimédia REFER Aluguer de automóveis Estacionamento para bicicletas

A Estação Ferroviária de Aveiro é uma interface ferroviária da Linha do Norte, que funciona como entroncamento com o Ramal de Aveiro, e que serve a localidade de Aveiro, em Portugal.

Caracterização[editar | editar código-fonte]

Feixe de vias na Estação de Aveiro

Localização e acessos[editar | editar código-fonte]

Situa-se na localidade de Aveiro, em frente do Largo da Estação dos Caminhos de Ferro.[1]

Descrição física e classificação[editar | editar código-fonte]

Em Janeiro de 2011, possuía 5 vias de circulação, com 440 a 760 m de comprimento; todas as gares tinham 321 m de extensão, e 90 cm de altura.[2] Em Outubro de 2004, ostentava a classificação B da Rede Ferroviária Nacional.[3]

Azulejos e arquitectura[editar | editar código-fonte]

O antigo edifício apresenta uma fachada totalmente decorada de azulejos policromados, em tons azuis e amarelos, que representam várias cenas ferroviárias, naturais e de cultura e actividades tradicionais.[4] O edifício é composto por três secções; uma parte central, de três pisos, que inclui três portas amplas ao nível do solo, e dois laterais simétricos, com dois pisos, contendo uma porta e dois postigos de secção rectangular.[5] Foi construída no estilo tradicional português[6], assumindo-se como um exemplo, a nível regional, do estilo denominado de Casa Portuguesa.[5]

Painéis de azulejos[editar | editar código-fonte]

Fachada Oeste da antiga estação.

Fachada Oeste (rua)[5]:

Painel "Trecho da cidade - Aveiro".

Fachada Este (gare)[5]:

Fachada Este da estação.

Fachada dos Sanitários[5]:

  • Canal Central da Ria de Aveiro;
  • Palheiros da Costa Nova do Prado.
Antigo edifício da Estação de Aveiro, do lado da gare.

História[editar | editar código-fonte]

Século XIX[editar | editar código-fonte]

Antecedentes e primeiros projectos[editar | editar código-fonte]

Antes da chegada dos caminhos de ferro, a cidade de Aveiro tinha grandes problemas de comunicações, especialmente em termos de vias terrestres; só existia uma estrada, construída nos finais do reinado de D. Maria I, enquanto que as restantes vias não passavam de carreiros.[7]

Numa carta de 10 de Outubro de 1844, Benjamim de Oliveira propôs ao seu primo, o Conde de Tojal, então Ministro da Fazenda, a construção de uma linha férrea entre Lisboa e o Porto, com passagem por Santarém, Leiria, Coimbra e Aveiro.[8] As tentativas de Benjamim de Oliveira para trazer o comboio para Portugal foram anuladas com a formação em 1844 da Companhia das Obras Públicas, que também tinha entre os seus objectivos a construção de caminhos de ferro, mas esta empresa foi posteriormente dissolvida na sequência da instabilidade política.[8]

Horários das Linhas do Norte e do Leste em 1876.

Planeamento e construção[editar | editar código-fonte]

Com o advento da Regeneração, em 1851, Fontes Pereira de Melo retomou os projectos das ligações ferroviárias que ligassem a capital a Espanha e ao Porto.[8]

Quando o traçado da Linha do Norte foi planeado pelo engenheiro Wattier em 1856, o projecto não contemplava a passagem por Aveiro; foi graças à insistência do deputado José Estevão que os planos foram modificados, de forma a servir a cidade.[5] Em Agosto de 1861, principiaram as obras de via, e em princípios de 1862, começou-se a construir o edifício.[5] A estação foi inaugurada junto com o troço entre Estarreja e Taveiro da Linha do Norte, em 10 de Abril de 1864, pela Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses.[5][9] Em 16 de Maio do mesmo ano, os restos mortais de José Estêvão foram transportados de caminho de ferro até ao cemitério de Aveiro.[5]

Década de 1890[editar | editar código-fonte]

Em 1891, a Companhia Real vendia bilhetes especiais para banhos no mercado espanhol, sendo Aveiro um dos destinos promovidos.[10]

Em 1893, previa-se que fosse pedida a concessão para um caminho de ferro do tipo americano, ligando a estação de Aveiro à cidade.[11]

Século XX[editar | editar código-fonte]

Comboio de mercadorias a passar pela Estação de Aveiro, em 1993.

Remodelação do edifício da estação[editar | editar código-fonte]

Originalmente, a estação estava instalada num edifício pequeno e simples; em princípios do Século XX, tornou-se insuficiente para o crescimento que se verificou no movimento ferroviário, o que forçou à modificação e alargamento do edifício, entre 1915 e 1916.[5] Em Fevereiro de 1916, as obras estavam muito adiantadas, e em Abril podiam-se considerar quase terminadas.[12] O novo edifício foi construído no estilo tradicional português[6], tendo sido enfeitado em 1916 com vários painéis de azulejos, seguindo a tendência que se verificava nessa altura para decorar as gares ferroviárias.[5] Esta intervenção foi levada a cabo por Licínio Pinto e Francisco Pereira, utilizando azulejos da Fábrica Fonte Nova.[13] Esta remodelação foi envolta em polémica, devido ao facto do plano original incluir, lado a lado, retratos de José Estevão e Manuel Firmino; assim, decidiu-se retratar apenas este último e D. José de Salamanca y Mayol, que possuía a concessão das obras na Linha do Norte.[5]

Mapa da Rede Complementar ao Norte do Mondego, decretada em 1900, onde se pode ver o projecto da rede ferroviária do Vouga, que nessa altura tinha o seu ponto de bifurcação no Carvoeiro.

Ligação à rede do Vouga[editar | editar código-fonte]

Por alvarás de 11 de Julho de 1889 e 23 de Maio de 1901, Francisco Pereira Palha foi autorizado a construir um caminho de ferro de via estreita entre Torredeita, na Linha do Dão, e Espinho, na Linha do Norte, com um ramal para Aveiro; o projecto foi aprovado em 30 de Outubro de 1903, e a concessão foi passada para a Compagnie Française pour la Construction et Exploitation des Chemins de Fer à l'Étranger por um decreto de 17 de Março de 1906.[14] O traçado foi posteriormente alterado, e em 8 de Setembro de 1911 entrou ao serviço o troço de Albergaria-a-Velha a Aveiro.[14] Quando foi planeado o troço da rede ferroviária do Vouga até Aveiro, ficou programado que a estação já existente iria ficar comum a ambas as linhas, não estando previstos quaisquer ramais até à Ria de Aveiro.[15]

Após a inauguração do Ramal de Aveiro, verificou-se que o transporte de sal e outras mercadorias desde a margem até à estação se fazia com muita dificuldade, num percurso de quase 2 quilómetros em carros de bois, pelo que em 1912 entrou ao serviço um ramal até à ria.[15] O Decreto 12.682, de 15 de Novembro de 1926, adicionou ao plano ferroviário do Norte do Mondego duas vias férreas a sair da estação de Aveiro; a primeira seria até Cantanhede, constituindo a continuação do Ramal de Aveiro, e a segunda iria até ao Canal de São Roque.[14][16]

Num artigo na Gazeta dos Caminhos de Ferro em 1956, o jornalista José da Guerra Maio criticou a forma como as gares de via estreita foram integradas na estação de Aveiro, uma vez que ficaram demasiado longe das plataformas de via larga, pelo que os passageiros que quisessem mudar de comboio tinham de atravessar várias vias de resguardo.[17]

Décadas de 1920 e 1930[editar | editar código-fonte]

Em Dezembro de 1928, já se tinham iniciadas as obras de duplicação da via entre Oliveira do Bairro e Aveiro.[18]

Em 3 de Outubro de 1932, iniciaram-se oficialmente as obras de construção da barra de Aveiro, tendo sido instalado um ramal para o transporte de pedra, especificamente grés vermelho de Eirol e granito de Vila Chã; este ramal tinha o seu princípio na Estação de Aveiro, curvando depois na direcção do Canal de São Roque, onde a pedra era transferida para barcos.[15] Nesse ano, a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses instalou um dormitório para o pessoal de serviço, com capacidade para 12 camas; por seu turno, a Companhia do Vouga ampliou as suas vias, de forma a facilitar o serviço no Ramal do Canal de São Roque.[19] Em 1936, esta empresa construiu um novo cais, para transbordo entre as Linhas do Vouga e do Norte.[20] Em Abril de 1932, estava a ser pedida com urgência a construção da linha entre Aveiro e Cantanhede.[21]

Em 1934, a Companhia dos Caminhos de Ferro Portugueses construiu um dormitório nesta estação.[22]

Décadas de 1950 e 1960[editar | editar código-fonte]

Em 1953, a estação de Aveiro fazia parte do horário dos comboios Foguete, que ligavam Lisboa ao Porto.[23]

No final da Década de 1930, já se previa que, caso o projecto de electrificação das linhas suburbanas de Lisboa fosse bem sucedido, posteriormente também se adaptaria à tracção eléctrica a rede suburbana do Porto, de Aveiro até Braga.[24] Em Junho de 1955, a Gazeta dos Caminhos de Ferro noticiou que já se tinham iniciado as obras para a electrificação do lanço de Lisboa até ao Entroncamento, e que posteriormente se iniciariam as segunda e terceira fases da electrificação, correspondentes aos troços do Entroncamento até Aveiro e deste ponto até ao Porto.[25] O troço entre Quintans e Esmoriz foi electrificado em Novembro de 1964.[26]

Num artigo na Gazeta dos Caminhos de Ferro de 1 de Outubro de 1955, reportou-se que a estação de Aveiro era uma das que tinha mais ramais particulares em território nacional, contando com seis ramais, que receberam mais de 1000 vagões, totalizando 26 188 toneladas.[27]

Décadas de 1970 e 1980[editar | editar código-fonte]

Em 1972, foi encerrado o troço entre Sernada do Vouga e Viseu[28], tendo uma linha de autocarros sido criada em 1975 no percurso de Aveiro a Viseu.[29]

Em 1986, a estação foi novamente remodelada, na ocasião das comemorações do 75º aniversário do Ramal de Aveiro; foi, assim, colocado um novo painel de azulejos, assinado por Breda.[5] A origem dos azulejos foi a Fábrica Viçorzette, em Águeda.[5]

Década de 1990[editar | editar código-fonte]

Em 1995, a Estalagem da Pateira organizava viagens de comboio entre Aveiro e Macinhata do Vouga, com visita ao núcleo museológico daquela estação.[30]

No ano de 2000, foram colocados mais dois painéis de azulejos, nas instalações sanitárias; o autor foi F. Lista, e os azulejos vieram da Fábrica Artecer, de Vila Nova de Gaia.[5]

Século XXI[editar | editar código-fonte]

Novo edifício da estação de Aveiro.

Em finais de 2004, foi anunciado que o título intermodal Andante, gerido por várias empresas de transportes na região do Porto, incluindo o operador Comboios de Portugal, iria ser prolongado até à Estação de Aveiro; esta medida teve como objectivo facilitar as deslocações nesta região, e impulsionar o uso do transporte público.[31]

Em Agosto de 2005, presidente da Câmara Municipal de Aveiro, Alberto Souto, declarou que a nova estação ferroviária de Aveiro iria entrar em funcionamento na primeira semana de Outubro, passando o antigo edifício a pertencer à Autarquia.[32] No entanto, as bilheteiras continuaram a funcionar na antiga estação, e, até Abril do ano seguinte, não existiam lojas a funcionar na nova gare.[33]

Ainda em 2005, foi adjudicada a construção de uma avenida, a ligar a estação à zona da Esgueira; esta obra, cuja execução esteve prevista para Setembro teve um orçamento de 100 mil euros.[32] Um túnel rodoviário sob a estação foi inaugurado a 6 de Outubro, mas o tráfego automóvel só se fez num sentido até 19 de Dezembro, quando abriu em ambos os sentidos.[34]

Em Maio de 2006, o presidente da Câmara de Aveiro, Élio Maia, anunciou que se iria instalar uma Colecção de Arte Contemporânea no antigo edifício da Estação de Aveiro.[35] No entanto, em Abril de 2010 este processo ainda se encontrava na fase de negociações, estando nesta altura previsto um acordo para breve.[36]

A antiga estação fez parte do circuíto turístico City Tour, organizado pela Região de Turismo de Aveiro em Julho de 2006.[37]

A ligação ferroviária de Alta Velocidade a Aveiro foi discutida em Outubro de 2006, tendo-se previsto uma decisão sobre este assunto apenas no final desse ano; foi, no entanto, demonstrado que era exequível utilizar a estação ferroviária já existente como interface para os serviços de alta velocidade.[38]

Movimento de mercadorias[editar | editar código-fonte]

Em 1972, esta estação recebia sal, expedido de Vila Real de Santo António, Fuseta, Castro Marim e de Tavira, em regime de grandes volumes (vagões completos).[39]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. «Aveiro - Linha do Norte». Infraestruturas de Portugal. Consultado em 9 de Setembro de 2017 
  2. «Linhas de Circulação e Plataformas de Embarque». Directório da Rede 2012. Rede Ferroviária Nacional. 6 de Janeiro de 2011. p. 71-85 
  3. «Classificação de Estações e Apeadeiros de acordo com a sua utilização». Directório da Rede Ferroviária Portuguesa 2005. Rede Ferroviária Nacional. 13 de Outubro de 2004. p. 81-83 
  4. «Estação ferroviária de Aveiro». Lifecooler. Consultado em 21 de Maio de 2010 
  5. a b c d e f g h i j k l m n o «Painéis Azulejares da Estação de Caminhos de Ferro de Aveiro». Câmara Municipal de Aveiro. Consultado em 4 de Abril de 2014 
  6. a b NUNES, José (16 de Junho de 1949). «A Via e Obras nos Caminhos de Ferro em Portugal» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 62 (1476). p. 418-422. Consultado em 14 de Novembro de 2014 
  7. ABRAGÃO, Frederico de Quadros (16 de Fevereiro de 1956). «No Centenário dos Caminhos de Ferro em Portugal» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 68 (1636). p. 99-102. Consultado em 28 de Março de 2017 
  8. a b c ABRAGÃO, Frederico de Quadros (1 de Janeiro de 1953). «A ligação de Lisboa com o Porto por Caminho de Ferro» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 65 (1561). p. 393-400. Consultado em 17 de Maio de 2015 
  9. TORRES, Carlos Manitto (1 de Janeiro de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 70 (1681). p. 9-12. Consultado em 4 de Abril de 2014 
  10. «Avisos de Serviço» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro de Portugal e Hespanha. 4 (89). 3 de Setembro de 1891. p. 272. Consultado em 27 de Agosto de 2015. Arquivado do original (PDF) em 27 de Setembro de 2015 
  11. «Efemérides» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 51 (1226). 16 de Janeiro de 1939. p. 81-85. Consultado em 4 de Abril de 2014 
  12. «Efemérides» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 51 (1231). 1 de Abril de 1939. p. 202-204. Consultado em 8 de Março de 2014 
  13. PEREIRA, 1995:418-419
  14. a b c TORRES, Carlos Manitto (16 de Março de 1958). «A evolução das linhas portuguesas e o seu significado ferroviário» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 71 (1686). p. 133-140. Consultado em 4 de Abril de 2014 
  15. a b c SOUSA, José Fernando de (16 de Agosto de 1935). «As Obras da Barra de Aveiro» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 47 (1144). p. 347-349. Consultado em 8 de Agosto de 2013 
  16. PORTUGAL. Decreto n.º 12:682, de 15 de Novembro de 1926. Ministério do Comércio e Comunicações - Direcção Geral de Caminhos de Ferro - Divisão Central e de Estudos, Paços do Governo da República. Publicado no Diário da República n.º 258, Série I, de 18 de Novembro de 1926.
  17. MAIO, Guerra (1 de Março de 1956). «Anomalias Ferroviárias» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 68 (1637). p. 122-123. Consultado em 28 de Março de 2017 
  18. «Efemérides» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 51 (1236). 16 de Junho de 1939. p. 299-300. Consultado em 4 de Abril de 2014 
  19. «O que se fez nos Caminhos de Ferro em Portugal no Ano de 1932» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 46 (1081). 1 de Janeiro de 1933. p. 10-14. Consultado em 20 de Maio de 2010 
  20. «O que se fez em Caminhos de Ferro durante o ano de 1936» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 49 (1180). 16 de Fevereiro de 1937. p. 98. Consultado em 8 de Agosto de 2013 
  21. «Efemérides» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 51 (1238). 16 de Julho de 1939. p. 345. Consultado em 4 de Abril de 2014 
  22. «Efemérides» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 51 (1239). 1 de Agosto de 1939. p. 356-357. Consultado em 4 de Abril de 2014 
  23. «As alterações nos horários do "rápido" do Porto e do "Sud-Express"» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 66 (1571). 1 de Junho de 1953. p. 132. Consultado em 28 de Março de 2017 
  24. SOUSA, José Fernando de (16 de Março de 1939). «Uma grande obra que se impôe: A electrificação das linhas suburbanas de Lisboa» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 51 (1230). p. 165-166. Consultado em 27 de Agosto de 2015 
  25. «O Centenário dos Caminhos de Ferro Portugueses» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 68 (1619). 1 de Junho de 1955. p. 173-174. Consultado em 23 de Dezembro de 2016 
  26. «Otros países, otras noticias». Via Libre (em espanhol). 2 (24). 1 de Dezembro de 1965. p. 23-24 
  27. VALENTE, Rogério Torroais (1 de Outubro de 1955). «Os ramais particulares da rede ferroviária portuguesa» (PDF). Gazeta dos Caminhos de Ferro. 68 (1627). p. 341-344. Consultado em 28 de Março de 2017 
  28. SILVA e RIBEIRO, 2007:47
  29. REIS et al, 2006:144
  30. ORDÓÑEZ, José (Julho de 1995). «Turismo ferroviario en los valles portugueses del Duero y Vouga». Via Libre (em espanhol). 32 (378). Madrid: Fundación de los Ferrocarriles Españoles. p. 75-76. ISSN 1134-1416 
  31. FONSECA, Margarida (11 de Dezembro de 2004). «Andante dará para viajar de comboio até Aveiro e Braga». Jornal de Notícias. Consultado em 21 de Maio de 2010 [ligação inativa] 
  32. a b «Nova estação da CP de Aveiro pronta em Outubro». Portugalmail. 31 de Agosto de 2005. Consultado em 21 de Maio de 2010 [ligação inativa] 
  33. «Lojas na estação em Abril». On Line News. 2 de Março de 2006. Consultado em 21 de Maio de 2010 
  34. «Abertura total do túnel na segunda-feira». On Line News. 13 de Dezembro de 2005. Consultado em 21 de Maio de 2010 
  35. «Estação recebe Colecção de Arte Contemporânea». On Line News. 12 de Maio de 2006. Consultado em 21 de Maio de 2010 
  36. ALMEIDA, Júlio (11 de Abril de 2010). «Avenida da arte está à espera de cedência da estação da cp». Diário de Notícias. Consultado em 21 de Maio de 2010 
  37. MAXIMINO, José (3 de Agosto de 2006). «City tour procurado por 2500 turistas em Julho». Jornal de Notícias. Consultado em 21 de Maio de 2010 [ligação inativa] 
  38. «TGV: terceira travessia do Tejo poderá vir a ser também rodoviária». Público. 28 de Outubro de 2006. Consultado em 21 de Maio de 2010 
  39. CAVACO, 1976:438
Unidade de Suburbanos do Grande Porto

(Serviços ferroviários suburbanos de passageiros no Grande Porto)
Serviços: BSicon BHFq yellow.svg AveiroBSicon fBHFq.svg Braga
BSicon uBHFq.svg Caíde/MarcoBSicon BHFq.svg Guimarães


(g) Covas 
Unknown route-map component "STR+l" Station on transverse track Unknown route-map component "KBHFeq"
 Guimarães (g)
(g) Nespereira 
Station on track
 
(g) Vizela 
Station on track Urban head station
 Caíde (d)
(b) Braga 
Unknown route-map component "fKBHFa" Station on track Urban straight track
 Pereirinhas (g)
(b) Ferreiros 
Unknown route-map component "fBHF" Straight track Urban station on track
 Meinedo (d)
(b) Mazagão 
Unknown route-map component "fBHF" Station on track Urban straight track
 Cuca (g)
(b) Aveleda 
Unknown route-map component "fBHF" Straight track Urban station on track
 Bustelo (d)
(b) Tadim 
Unknown route-map component "fBHF" Station on track Urban straight track
 Lordelo (g)
(b) Ruilhe 
Unknown route-map component "fBHF" Straight track Urban station on track
 Penafiel (d)
(b) Arentim 
Unknown route-map component "fBHF" Station on track Urban straight track
 Giesteira (g)
(b) Couto de Cambeses 
Unknown route-map component "fBHF" Straight track Urban station on track
 Paredes (d)
(m)(b) Nine 
Unknown route-map component "fBHF" Station on track Urban straight track
 Vila das Aves (g)
(m) Louro 
Unknown route-map component "fBHF" Straight track Urban station on track
 Oleiros (d)
(m) Mouquim 
Unknown route-map component "fBHF" Station on track Urban straight track
 Caniços (g)
(m) Famalicão 
Unknown route-map component "fBHF" Straight track Urban station on track
 Irivo (d)
(m) Barrimau 
Unknown route-map component "fBHF" Station on track Urban straight track
 Santo Tirso (g)
(m) Esmeriz 
Unknown route-map component "fBHF" Unknown route-map component "KRW+l" Unknown route-map component "KRWr" Urban station on track
 Cête (d)
(m)(g) Lousado 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-R" Urban station on track
 Parada (d)
(m) Trofa 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-R" Urban station on track
 Recarei-Sobreira (d)
(m) Portela 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-R" Urban station on track
 Trancoso (d)
(m) São Romão 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-R" Urban station on track
 Terronhas (d)
(m) São Frutuoso 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-R" Urban station on track
 S. Martinho do Campo (d)
(m) Leandro 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-R" Urban station on track
 Valongo (d)
(m) Travagem 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-R" Unknown route-map component "uSTR+l" Unknown route-map component "uSTR+r" Urban station on track
 Suzão (d)
(m)(d) Ermesinde 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-M" Unknown route-map component "uBHF-R" Urban straight track Urban station on track
 Cabeda (d)
(m) Ág. Santas / Palm.ª 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-M" Unknown route-map component "uBHF-R" Unknown route-map component "uSTRl" Unknown route-map component "uSTRr"
 
(m) Rio Tinto 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-M" Unknown route-map component "uBHF-R" Unknown route-map component "BS2+l_yellow" Unknown route-map component "BS2+r_yellow"
 
(m) Contumil 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-M" Unknown route-map component "uBHF-R" Unknown route-map component "STR yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 General Torres (n)
(n)(m) Porto (Campanhã) 
Unknown route-map component "fBHF-L" Unknown route-map component "BHF-M" Unknown route-map component "uBHF-M" Unknown route-map component "BHF-R yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Vila Nova de Gaia (n)
(m) Porto (São Bento) 
Unknown route-map component "fKBHF-Le" Unknown route-map component "KBHF-Me" Unknown route-map component "uKBHF-Me" Unknown route-map component "KBHF-Re yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Coimbrões (n)
(n) Aveiro 
Unknown route-map component "KBHFa yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Madalena (n)
(n) Cacia 
Unknown route-map component "BHF yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Valadares (n)
(n) Canelas 
Unknown route-map component "BHF yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Francelos (n)
(n) Salreu 
Unknown route-map component "BHF yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Miramar (n)
(n) Estarreja 
Unknown route-map component "BHF yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Aguda (n)
(n) Avanca 
Unknown route-map component "BHF yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Granja (n)
(n) Válega 
Unknown route-map component "BHF yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Espinho (n)
(n) Ovar 
Unknown route-map component "BHF yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Silvalde (n)
(n) Carvalheira-Maceda 
Unknown route-map component "BHF yellow" Unknown route-map component "BHF yellow"
 Paramos (n)
(n) Cortegaça 
Unknown route-map component "STRl yellow" Unknown route-map component "cSTRq yellow" Unknown route-map component "BHFq yellow" Unknown route-map component "dSTRq yellow" Unknown route-map component "BHFq yellow" Unknown route-map component "cSTRq yellow" Unknown route-map component "STRr yellow"
 Esmoriz (n)

Linhas: d Linha do Dourog Linha de Guimarães
b Ramal de Bragam Linha do Minhon Linha do Norte
Fonte: Página oficial, 2010.04

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • CAVACO, Carminda (1976). O Algarve Oriental. As Vilas, O Campo e o Mar. II. Faro: Gabinete de Planeamento da Região do Algarve. 204 páginas 
  • PEREIRA, Paulo (1995). História da Arte Portuguesa. III. Barcelona: Círculo de Leitores. 695 páginas. ISBN 972-42-1225-4 
  • REIS, Francisco; GOMES, Rosa; GOMES, Gilberto; et al. (2006). Os Caminhos de Ferro Portugueses 1856-2006. Lisboa: CP-Comboios de Portugal e Público-Comunicação Social S. A. 238 páginas. ISBN 989-619-078-X 
  • SILVA, José Ribeiro da; RIBEIRO, Manuel (2007). Os Comboios em Portugal. III 1.ª ed. Lisboa: Terramar - Editores, Distribuidores e Livreiros, Lda. 203 páginas. ISBN 978-972-710-408-6 

Leitura recomendada[editar | editar código-fonte]

  • CERVEIRA, Augusto; CASTRO, Francisco Almeida e (2006). Material e tracção: os caminhos de ferro portugueses nos anos 1940-70. Col: Para a História do Caminho de Ferro em Portugal. 5. Lisboa: CP-Comboios de Portugal. 270 páginas. ISBN 989-95182-0-4 
  • DAHLSTRÖM, Marc (1989). Vapeur Au Portugal (em francês). [S.l.]: Edição do autor. 176 páginas. ISBN 2950249930 
  • QUEIRÓS, Amílcar (1976). Os Primeiros Caminhos de Ferro de Portugal: As Linhas Férreas do Leste e do Norte. Coimbra: Coimbra Editora. 45 páginas 
  • SALGUEIRO, Ângela (2008). A Companhia Real dos Caminhos de Ferro Portugueses: 1859-1891. Lisboa: Universidade Nova de Lisboa. 145 páginas 
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Ligações externas[editar | editar código-fonte]