Hulu

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Hulu
Joint venture
Slogan Anywhere, Anytime
Fundação 29 de outubro de 2007 (10 anos)
Sede Los Angeles, Califórnia
Área(s) servida(s) Estados Unidos, Territórios dos Estados Unidos e Japão
Proprietário(s) The Walt Disney Company (60%)
Comcast (30%)[1]
AT&T (10%)[2]
Pessoas-chave Jason Kilar[3] (CEO)
Produtos Streaming
Vídeo sob demanda
Televisão sob demanda
Serviços Produção de televisão
Distribuição digital
Provedor de serviços de mídia
Distribuição da Web
Receita Aumento US$ 1 bilhão (2013)[4]
Website oficial www.hulu.com (EUA), www.happyon.jp (Japão)

Hulu (estilizado como hulu) é um serviço de vídeo sob demanda que também oferece serviços de hospedagem de arquivos. É uma joint venture com The Walt Disney Company (60%), Comcast (NBCUniversal) (30%) e AT&T (WarnerMedia) (10%).

Providence Equity Partners investiu 100 milhões de dólares para uma participação de 10% na empresa.[5] A parceria foi anunciada em março de 2007 e o nome "Hulu" foi escolhido no final de agosto de 2007, quando o serviço foi lançado.

Sobre a Hulu[editar | editar código-fonte]

Hulu foi lançada pela primeira vez no ano de 2007, esta companhia tem vários escritórios que incluem Los Angeles, Nova York, Chicago, Seattle e Pequim.

Em abril de 2009, a 21st Century Fox (através do antigo grupo News Corporation), NBC Universal e The Walt Disney Company tornaram-se sócios de capital e direitos de propriedade foram estabelecidos envolvendo a Hulu. Hulu é uma página web de vídeo online, onde os usuários podem escolher entre uma grande variedade de shows, videoclipes, filmes e etc.

Hulu reuniu 260 vídeos de outras empresas, que incluem: 21st Century Fox, NBCUniversal, ABC, A&E, Lionsgate, Endemol Shine Group, MGM, MTV Networks, Comedy Central, National Geographic, Digital Rights Group, Paramount Pictures, Sony Pictures, Warner Bros, TED etc.. Além de filmes de ficção, também estão disponíveis alguns documentários.

Disponibilidade[editar | editar código-fonte]

Em junho de 2015, o acesso ao Hulu não está disponível internacionalmente fora dos Estados Unidos e do Japão.[6]

Expansão internacional[editar | editar código-fonte]

Em julho de 2010, o Financial Times revelou que o Hulu trabalhava nos planos para um lançamento internacional do Hulu Plus há vários meses e identificou o Reino Unido e o Japão como mercados em que seu website e modelo de assinatura gratuitos poderiam funcionar de maneira viável. O executivo-chefe do Hulu, Jason Kilar, expressou sua crença de que o modelo dos EUA poderia ser replicado em outros lugares, dizendo que "não ficaremos satisfeitos até que este seja um serviço global". A primeira expansão do Hulu em um mercado internacional ocorreu com o lançamento de um serviço no Japão em 1º de setembro de 2011.

Aquisição Nippon TV do serviço Hulu Japão[editar | editar código-fonte]

Em 27 de fevereiro de 2014, a Nippon Television Network Corporation (Nippon TV) adquiriu os negócios do Hulu no Japão. A transação, que está sujeita a certas condições regulatórias, marcou a entrada da Nippon TV no negócio SVOD (Subscription Video On Demand). Através da aquisição, o serviço Hulu continua a oferecer conteúdo premium aos consumidores japoneses, incluindo filmes e dramas de Hollywood e do Japão e programas de televisão populares. Além disso, os populares programas e conteúdos exclusivos originais da Nippon TV são lançados no serviço Hulu no Japão, expandindo sua oferta de conteúdo. Usuários japoneses têm acesso a uma biblioteca de programas de televisão populares, como a franquia CSI, Grey's Anatomy, Prison Break e Ugly Betty, e também filmes como Armageddon, Men in Black e Pirates of the Caribbean.

Ausência no mercado canadense[editar | editar código-fonte]

O Hulu não pode lançar no Canadá devido ao tamanho relativamente pequeno do mercado de publicidade on-line do Canadá[7] e porque as redes de televisão do Canadá já têm os direitos de transmissão on-line exclusivos no Canadá para vários títulos oferecidos no Hulu, incluindo muitos programas de redes de televisão americanas tradicionais. A ausência do Hulu no mercado canadense levantou preocupações por parte dos fãs do seriado The Mindy Project, quando foi cancelado pela Fox na primavera de 2015 e, posteriormente, recebido pelo Hulu; a emissora canadense da série, City, anunciou que continuaria a transmitir a série no Canadá. No momento, os consumidores canadenses têm acesso a vários outros sistemas de streaming, incluindo uma versão canadense do Netflix, Amazon Video, CraveTV, Shomi e Crackle, mas com o CraveTV transmitindo algumas programações de plataformas inacessíveis para canadenses como o Hulu.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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