Partido Novo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de NOVO)
Partido Novo
Partido Novo
Número eleitoral 30[1]
Presidente Eduardo Ribeiro
Vice-presidente Alfredo Adolfo Schnabel Fuentes
Secretário administrativo Guilherme Enck
Fundação 12 de fevereiro de 2011 (13 anos)
Registro 15 de setembro de 2015 (8 anos)[1]
Sede São Paulo, SP
Ideologia
Espectro político Direita[8][9]
Think tank Instituto Libertas[10]
Ala de juventude Juventude NOVO
Membros (2024) 40.670 filiados[11]
Governadores (2024)[12]
1 / 27
Prefeitos (2020)[13]
1 / 5 570
Senadores (2024)[14]
1 / 81
Deputados federais (2024)[15]
3 / 513
Deputados estaduais (2022)
5 / 1 024
Vereadores (2020)[16]
35 / 56 810
Cores      Laranja
     Branco
     Azul-marinho
Slogan "A Gente Respeita o Brasil."
Sigla NOVO
Bandeira do partido
Página oficial
novo.org.br
Política do Brasil

Partidos políticos

Eleições

O Partido Novo (NOVO) é um partido político brasileiro de direita fundado em 2011 e registrado oficialmente em 2015.[17][18][9] Dentre os posicionamentos do partido, recebeu destaque a não utilização de dinheiro público.[19] Após tentativas frustadas de devolução dos recursos do Fundo Partidário,[20] esses foram aplicados em renda fixa, o partido mantendo-se exclusivamente através de doações e contribuição dos filiados.[21][22] Já no final de 2023, diante de uma disputa interna, problemas de financiamento e baixo número de filiados, o Novo adotou mudanças em sua estrutura, dentre as quais inclui-se o uso dos rendimentos das aplicações de renda fixa realizadas com o Fundo Partidário, para financiamento do partido.[23] Em 2024 o partido admitiu a utilização do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) para a campanhas eleitorais, com a definição de critérios técnicos para sua respectiva distribuição.[24]

Segundo o partido, que diz rejeitar rótulos políticos,[3][25] seu principal posicionamento consiste na defesa da democracia, das liberdades civis, com incentivo ao empreendedorismo e à participação cidadã na política, com atuação do Estado nas áreas de educação básica, saúde, segurança, infraestrutura e preservação da moeda.[8][25] Segundo os fundadores, o partido tem como princípio a defesa da liberdade econômica.[3][26][27] Em janeiro de 2024 possuía 40.670 filiados.[11]

História[editar | editar código-fonte]

Fundação e registro[editar | editar código-fonte]

O partido foi fundado em 12 de fevereiro de 2011 por 181 cidadãos de 35 profissões diferentes e oriundos de dez estados da Federação.[8][28][4][29][30] Segundo João Amoêdo, fundador do NOVO, em declaração feita à InfoMoney, a ideia de formar um novo partido frente aos existentes é que nenhum deles defenderia os ideais do partido, e que "para atrair pessoas engajadas, com vontade de mudar, seria mais fácil começar do zero".[31]

Logo do partido usada de 2015 à 2023.

As despesas ligadas à criação do partido, de cerca de cinco milhões de reais,[32] receberam aporte significativo de João Amoêdo (4,5 milhões de reais), além de doações importantes de Pedro Moreira Salles (100 mil reais) e Cecília Sicupira, mulher do empresário Carlos Alberto Sicupira.[33]

Segundo a revista Valor Econômico, os principais financiadores do partido "gravitam em torno do Itaú Unibanco" e incluem, além de Amoêdo e Moreira Salles, o ex-presidente do conselho diretivo de banco, Fernão Bracher, o vice-presidente do banco, Eduardo Mazzilli de Vassimon, o presidente da Fundação Itaú Social e ex-presidente do Banco Santander Brasil, Fábio Barbosa, o fundador e acionista da Porto Seguro (empresa na qual o Itaú Unibanco tem participação), Jayme Garfinkel, e o ex-presidente do Unibanco, Israel Vainboim.[34][35]

O partido angariou 497 mil certidões reconhecidas em cartório, dando entrada em Julho de 2014 ao pedido de registro no TSE.[36] Em 26 de Junho de 2015, o TSE confirmou que não houve duplicidade nas assinaturas de apoio.[37] Em 15 de setembro de 2015, o partido teve seu registro definitivo aprovado após apresentar 492.414 assinaturas de eleitores apoiando sua criação.[38] Também comprovou a fundação de nove diretórios estaduais (em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Rio Grande do Norte), outro requisito previsto por lei.[38][39]

O escritório Pinheiro Neto foi contratado para confecção do estatuto do partido e, para colher as quinhentas mil assinaturas, foram contratadas empresas de marketing.[40]

Eleições municipais de 2016[editar | editar código-fonte]

Em sua estreia, o partido NOVO lançou 142 candidatos a Câmara de vereadores em todo o Brasil e apenas um candidato para a prefeitura na cidade do Rio de Janeiro, com a candidata Carmen Migueles que conquistou 38.512 votos com 1,27% dos votos válidos, não sendo eleita.[41]

Janaína Lima, vereadora hoje filiada ao MDB.

O NOVO elegeu quatro vereadores em quatro capitais, sendo eles, Janaína Lima em São Paulo, Leandro Lyra no Rio de Janeiro, Mateus Simões em Belo Horizonte e Felipe Camozzato em Porto Alegre,[42][43] sem a utilização de fundo partidário,[21][22] os quais tiveram como pauta a redução da verba de gabinete, obtendo economia de 1 milhão de reais por ano, em um dos casos.[8][43] No início de 2017, o partido figurava-se em primeiro na lista dos mais curtidos do Brasil no Facebook.[44][45]

Eleições gerais de 2018[editar | editar código-fonte]

Em 2018, foi anunciado o ex-presidente do partido João Amoêdo à presidência da república e de Christian Lohbauer à vice-presidência.[44][46] Em 23 de maio de 2018, o NOVO trouxe o engenheiro e CEO do Clube de Regatas do Flamengo Fred Luz para a função de marketing da campanha de Amoêdo à presidência.[47][48][49] Amoêdo ficou em quinto lugar com quase 3% dos votos válidos, atrás apenas de Ciro Gomes e Geraldo Alckmin entre os que não se classificaram para o segundo turno.

Nas eleições parlamentares, o partido lançou candidatos a senadores, deputados federais, deputados estaduais e deputados distritais, elegendo 11 deputados estaduais, 1 distrital, e 8 federais no primeiro turno.[12][50] Sendo os deputados federais: Adriana Ventura, Alexis Fonteyne e Vinícius Poit, de São Paulo; Tiago Mitraud e Lucas Gonzales, de Minas Gerais; Marcel Van Hattem, do Rio Grande do Sul; Paulo Ganime, do Rio de Janeiro; Gilson Marques, de Santa Catarina. Para o governo estadual, o partido lançou cinco candidatos, dentre eles Rogério Chequer no estado de São Paulo, Marcelo Trindade no Rio de Janeiro, Romeu Zema em Minas Gerais, Mateus Bandeira no Rio Grande do Sul e Alexandre Guerra no Distrito Federal.[12] Zema ficou em primeiro lugar na disputa mineira com 43% dos votos válidos,[51] e no segundo turno, foi eleito o primeiro governador da história do partido, com 71,8% dos votos válidos.[52]

Eleições municipais de 2020[editar | editar código-fonte]

Durante a campanha que antecedeu as eleições municipais de 2020, o partido apresentou um número reduzido de candidaturas,[53] fazendo-se representar por trinta candidatos a prefeito e 620 candidatos a vereador.[53] O número restrito de candidaturas foi objeto de criticas por parte de Romeu Zema e de sua equipe, que apontaram a seletividade do partido como uma barreira.[54][53][55] Essa mesma seletividade, embora considerada louvável, foi relacionada a uma dificuldade do partido em renovar-se e à sua tendência a manter-se "uma legenda de ricos, brancos e diplomados".[53] De fato, a média do valor dos bens dos candidatos do partido foi a maior dentre todos os partidos políticos do país, tanto para prefeito (4,3 milhões de reais) quanto para vereador (1,1 milhão de reais),[56] muito acima da dos partidos em segunda colocação (respectivamente 2 milhões e 324 mil reais).[56]

Durante a campanha, pesquisas de intenção indicaram dificuldades do partido em angariar suporte junto ao eleitorado, e que isso estaria relacionado a turbulências internas do partido.[57] O candidato do NOVO à prefeitura de São Paulo, Filipe Sabará, foi expulso do partido por conta de incidentes progressivos que incluíam o apoio ao governo de Jair Bolsonaro, elogios a Paulo Maluf, mentir em seu currículo e irregularidades em sua declaração de bens à Justiça Eleitoral.[57][55]

Como resultado, o partido elegeu apenas um prefeito (o empresário Adriano Silva em Joinville, em Santa Catarina) e 29 vereadores.[58][59][54] Embora o resultado tenha sido ligeiramente superior ao das eleições municipais de 2016, ele foi alvo de críticas por baixo desempenho, inclusive por Amoedo, que lamentou o baixo aproveitamento da legenda no pleito.[54][55][59]

Eleições de 2022[editar | editar código-fonte]

Em 1º de junho de 2021, o NOVO anunciou que Amoêdo tinha aceitado ser pré-candidato à Presidência da República, mas o empresário desistiu dizendo que falta unidade ao partido.[60] Em outubro de 2021, o partido formalizou convite ao cientista político Luiz Felipe d’Avila[61] e, em novembro, oficializou sua pré-candidatura para que ele disputasse a presidência em 2022 pelo partido.[62]

No começo 2022, a legenda deu início ao processo seletivo para todos que desejam se tornar postulantes às pré-candidaturas de deputados federais, estaduais e distritais. Sua prioridade era a ampliação da bancada no Congresso e no Senado.[63]

Nas disputas por governos estaduais, venceu apenas em Minas Gerais. Na eleição presidencial, d’Avila teve 0,47% dos votos, terminando em sexto lugar. Quanto a deputados federais, elegeu apenas três.[64]

Durante as eleições D’Avila demonstrou concordância com Jair Bolsonaro em assuntos de economia e afirmou que a volta do que ele classifica como esquerda seria um desastre para o país, mas também criticou o mandatário, citando o Orçamento secreto e aliança com "ex-mensaleiros".[65][66] No segundo turno o partido declarou que se mantinha contrário ao PT e ao "lulismo" mas liberou o apoio dos filiados ao candidato de sua preferência no segundo turno.[67]

Disputa interna[editar | editar código-fonte]

A disputa interna existe há anos, no ativismo de pessoas sem vida partidária, mas que defendem o ideário liberal e a aplicação de princípios do setor privado na gestão pública.[68] Uma disputa por espaço e poder na cúpula do partido ficou mais clara durante o governo Bolsonaro.[69] No final de 2021, chegou ao ponto de seus líderes chamarem o Judiciário para arbitrar divergências sobre mudanças no estatuto que poderia permitir o controle dos diretórios por Eduardo Ribeiro.[70]

No segundo turno das eleições de 2018, o NOVO declarou em nota que não apoiaria Bolsonaro, nem Haddad, mas enfatizou críticas ao PT,[71] enquanto Zema, candidato ao governo de Minas, declarou apoio a Bolsonaro.[72] Logo após o início do mandato parlamentar, o até então candidato à presidência da Câmara, o deputado Marcel Van Hattem, do NOVO, afirmou que o partido manteria a posição de independência em relação ao governo Bolsonaro.[73]

Romeu Zema, atual governador de Minas Gerais.

Em entrevista ao UOL, João Amoêdo, ex-candidato do partido à presidência da república e uma das principais lideranças do partido, também declarou ter votado em Bolsonaro como voto oposicionista ao PT, no segundo turno das eleições de 2018.[74] Em artigo escrito pelo próprio João Amoêdo no jornal Folha de S.Paulo logo após o primeiro turno das eleições de 2018, o ex-candidato afirmou "voto contra o PT, mas não em algo que acredito".[75] Já no segundo turno das eleições de 2022, Amoêdo declarou ter votado em Lula em oposição a Bolsonaro.

Após a declaração, e no contexto de uma deterioração histórica de suas relações com o partido, Amoêdo foi suspenso do Novo. Apesar de não ser citado como razão oficial da suspensão, o voto no Partido dos Trabalhadores foi duramente criticado por filiados e pelo partido, que não se posicionou a favor de nenhum dos candidatos no segundo turno.[76][77][78] Amoedo declarou-se "surpreso e indignado" com a decisão.[79]

O NOVO passou a ter um membro na equipe ministerial do governo quando Ricardo Salles foi nomeado para o Ministério do Meio Ambiente.[74] Salles foi expulso do partido em maio de 2020. Na nota do comitê de ética do partido, consta que a causa da expulsão se deve ao ministro ter aceitado ser Ministro do Meio Ambiente a convite do presidente Jair Bolsonaro, com relação ao qual o NOVO toma posição independente, sem qualquer aviso prévio ou autorização da sigla.[80]

No legislativo, até maio de 2019, votou com o governo na maioria das pautas, votando contra em apenas uma.[81] Segundo Van Hattem, líder do partido na câmara, e Amoêdo, então presidente, o alinhamento se daria pelo apoio do NOVO ao projeto econômico do governo Bolsonaro, capitaneado por Paulo Guedes. Com o alinhamento nas votações, em 2019 o partido conquistou espaço no governo, sendo até mesmo alvo de "ciúme" de alguns deputados do PSL, que apontaram que a cúpula do governo Bolsonaro tinha diálogos próximos e dava preferência aos membros do NOVO, que era "queridinho" do governo.[82] As discordâncias aparecem em pautas culturais que não são reguladas pelo partido, como aborto.[83] Entretanto, olhando-se dados mais atualizados, em setembro de 2020, o apoio do NOVO ao governo Bolsonaro caiu, sendo o 5º partido que mais votou de acordo com as pautas do governo, empatando com o PSDB.[84]

Dentro das principais lideranças do partido, há correntes de apoio e de oposição a Bolsonaro, mais notavelmente nas pessoas de Zema e Amoêdo, respectivamente. Enquanto Amoedo criticava Bolsonaro ferrenhamente, Zema o apoiava publicamente.[85][86] Seja como for, a questão sobre um racha interno na sigla[83] por conta da aproximação ao "bolsonarismo"[87] aumentou em outubro, especialmente pela suspensão de Filipe Sabará[88] da disputa à prefeitura de São Paulo.[89] Em fevereiro de 2021, a corrente ligada a Zema, em apoio ao governo, deu todos os 8 votos da bancada do NOVO na Câmara pela libertação do deputado Daniel Silveira.[90][91] Ainda 2021, o partido posicionou-se oficialmente como oposição a Bolsonaro, o que forçou membros simpatizantes ao governo a seguirem a nova diretriz ou trocar de partido.[92] Porém, continuou junto com o governo Bolsonaro em pautas que acreditava serem importantes para o país.[93][94][95]

Fernando Holiday, vereador hoje filiado ao Partido Liberal.

Em junho, ainda recebeu a filiação de Fernando Holiday, vereador de São Paulo e ex-coordenador do MBL, expulso do Patriota por criticar o governo federal.[96][97] Depois, expulsou o deputado estadual, Bernardo Bartolomeo por participar de uma manifestação em apoio a Bolsonaro.[98]

No começo de junho, o partido declarou oficialmente apoio ao impeachment do presidente Bolsonaro, o que causou o desligamento de Romero Reis da sigla.[99] Em agosto, a falta de unidade partidária[100] entre a bancada do Congresso Nacional e a executiva partidária[101] se reafirmou[102] com cinco deputados votando pelo voto impresso[103][104] e a expulsão do deputado estadual Alexandre Freitas[105] e do vereador Mauricio Marcon, de Caxias do Sul, do partido.[106][107]

Em 2022, se uniu e orientou a bancada a votar a favor da iniciativa de Bolsonaro contra a distribuição pública, subsidiada pelo governo, de absorventes femininos para mulheres vulneráveis.[108][109]

Mudanças no partido[editar | editar código-fonte]

Tal disputa, juntamente com resultados frustrantes nas últimas duas eleições, dificuldades de financiamento, perda de tempo de televisão devido a baixo número de filiados, além da possibilidade de desfiliação de Zema caso o quadro não melhorasse, culminou em mudanças significativas na estrutura do partido no final de 2023.[110][111] Junto com o anúncio de um novo logotipo, foi anunciada a filiação de Deltan Dallagnol,[23] que realizou caravanas políticas visando aumentar o número de filiados.[112] As filiações baterem recorde após a chegada de Dallagnol,[113] que em 2024 foi anunciado como pré-candidato do Novo à prefeitura de Curitiba.[111] Dallagnol fora eleito deputado federal pelo Paraná em 2022, com recorde de votos,[114] mas fora afastado em uma decisão controversa do TSE por ter pedido demissão do MPF enquanto enfrentava processos administrativos, o que tecnicamente o classifica como "ficha-suja", até então vetado pelo Novo para seus candidatos.[115][116] Em nota anunciando a filiação, o partido descreve Dallagnol como "injustiçado pelo sistema".[117]

Além disso, devido a dificuldades de financiamento, o partido permitiu o uso dos rendimentos das aplicações realizadas com o Fundo Partidário - o partido mantém tais recursos aplicados em renda fixa por não poder devolvê-los. O então presidente do partido, Eduardo Ribeiro, afirmou à revista Valor que o partido poderia passar a utilizar até mesmo recursos do Fundo Eleitoral nas eleições de 2024.[23] A mudança foi apoiada por Zema, que afirmara "do jeito que está hoje, é como ir para uma guerra dizendo que não vai usar pólvora, só faca e espada".[118] Já Amoedo, afastado da direção do partido desde 2020, e que para muitos representa a crise de identidade vivida pelo partido, opina que "o Novo começou a traçar uma rota de ser igual aos partidos tradicionais [...] Dizem: “Se não fizer assim, não sobrevive”. Mas se for só para sobreviver sendo mais um entre 30 partidos, do que adianta?".[110] Amoedo criticou também a filiação de Dallagnol.[119]

Organização[editar | editar código-fonte]

Programa partidário[editar | editar código-fonte]

O programa do partido foca na defesa de um Estado democrático que preserve liberdades individuais, incentive o empreendedorismo, a concorrência, e a participação do cidadão na vida política, bem como a atuação do Estado nas áreas de educação básica, saúde, segurança, infraestrutura e preservação da moeda,[8][25] sendo suas ideias alinhadas ao liberalismo econômico.[121] O objetivo principal, segundo os fundadores, é de assegurar a liberdade econômica, bem como de "acabar com os privilégios" ao invés de "proteger uma elite".[26]

Dentre outros posicionamentos, recebeu destaque[19] a não utilização do fundo partidário em campanhas, sendo um partido mantido exclusivamente por seus filiados e doadores.[21][22]

Outros posicionamentos incluem o fim do horário eleitoral na televisão, a redução do protecionismo,[122] o fim do voto obrigatório e do fundo partidário; defendendo, portanto, o financiamento exclusivamente privado de campanhas.[123] Outras propostas incluem a contrariedade a programas de cotas nas universidades,[124] e a defesa de uma flexibilização para o porte de armas.[125] O partido não possui posição fixa sobre a descriminalização do aborto e das drogas,[126] sendo tais posicionamentos de livre escolha de seus membros.[127] Ademais, posiciona-se favoravelmente à união civil homoafetiva.[127]

João Amoêdo, fundador da sigla, afirma que não gosta das rotulações políticas, o que seria demonstrado nas propostas defendidas pela mesma.[4] Amoêdo defende a redução da carga tributária e da interferência do Estado na vida das pessoas, bem como a privatização de empresas estatais (como a Petrobrás e o Banco do Brasil).[8][38][128][4] Em entrevistas, aponta que o partido busca uma diminuição da carga tributária aliada ao corte de custos do Estado em áreas de grande impacto, mas reconhece a importância de programas sociais do governo, como o Auxílio Brasil, que possui influência mínima no orçamento comparado com outras políticas dos últimos governos.[27][129]

Financiamento público[editar | editar código-fonte]

Uma das bandeiras do partido que recebeu destaque é a não utilização de dinheiro público em campanhas.[19] Nas eleições de 2018 o partido foi o único a não utilizar o fundo eleitoral de 1,7 bilhões de reais, sendo os recursos devolvidos ao Tesouro Nacional,[130] e o mesmo nas eleições municipais de 2020, onde foi disponibilizado aos partidos um fundo de 2 bilhões de reais, e a cota de 36,5 milhões de reais do NOVO retornada ao Tesouro Nacional.[131][132]

O partido se propôs também a reduzir os custos de mandato, não utilizando o fundo partidário para financiamento das atividades regulares,[21][22] e afirma manter os recursos guardados enquanto não puderem ser devolvidos ao Tesouro - a lei permite apenas a redistribuição aos outros partidos, e uma proposta de Marcel Van Hatten, à época do NOVO, para devolução ao Tesouro, foi rejeitada pela Câmara.[20] No que tange a verba parlamentar, o partido foi o que menos gastou em 2019,[133] afirmando uma economia de 17 milhões de reais na bancada federal.[134] Nas assembleias estaduais, em 2019 apresentou economia de verba em São Paulo,[135] Minas Gerais,[136] e Rio Grande do Sul.[137] Apesar disso, alguns parlamentares do NOVO tiveram gastos mais elevados que os demais, além de utilizarem benefícios como o auxílio-moradia, ao contrário do que foi divulgado em campanha eleitoral.[138] Após cobrança de apoiadores e filiados com relação aos deputados que utilizavam benefícios parlamentares, o partido lançou uma resolução para proibir que seus deputados usufruam do auxílio-moradia, obrigando-os a renunciarem o auxílio.[139]

Já ao fim de 2023, passou a financiar-se também através dos rendimentos das aplicações realizadas com o Fundo Partidário.[23]

Filiação e candidatura[editar | editar código-fonte]

Segundo o partido, o processo de filiação e candidatura incorpora:[140]

  • Ficha limpa: candidatos devem preencher os pré-requisitos da lei Ficha Limpa;
  • Limitação ao "carreirismo político": é vedado ao filiado eleito para cargo no Poder Legislativo que se candidate a mais de uma reeleição consecutiva para o mesmo cargo;
  • Gestão independente: a gestão partidária não pode ser feita por candidato ou por ocupante de cargo eletivo;
  • Compromisso de cumprimento do mandato parlamentar: a renúncia a mandato eletivo para concorrer a cargo diverso ou ocupar cargo no Executivo, sem o aval do Diretório, é considerado ato de indisciplina partidária;
  • Vinculação do candidato às suas propostas: definição prévia do Compromisso de Gestão e do Compromisso de Atuação Legislativa prevendo metas a serem cumpridas;
  • Inexistência de cobrança percentual do salário do mandatário: a contribuição partidária mínima é igual para filiados e candidatos eleitos.

O partido pretendeu estabelecer um processo seletivo como requisito à candidatura, que incluía prova online e entrevista presencial para testar os conhecimentos do candidato.[25][141][44] Todavia, esse dispositivo foi negado pelo TSE, pelo mesmo entender que a candidatura deve ser definida em convenção partidária, e não por comissões.[142]

O NOVO perdeu mais de 35,5 mil filiados desde a sua fundação, em 2011. Em maio de 2021 o partido possuía 36.698 filiados.[11] A baixa corresponde a mais da metade dos integrantes em 2021 e superou os 33,8 mil filiados em setembro. O recorde de desfiliação ocorreu em julho de 2021, quando mais de mil pessoas deixaram o partido. O NOVO integra a lista do Tribunal Superior Eleitoral de agremiações partidárias com o menor número de filiados do país.[147]

Instituto Libertas[editar | editar código-fonte]

O Instituto Libertas é uma think tank ligada ao partido que tem como princípios conduzir atividades de educação política, elaborar propostas para programas de estado; desenvolver estudos de políticas públicas, e realizar convênios e parcerias com outras instituições no Brasil e no exterior. Atualmente é gerido pela executiva nacional do partido.[148]

Desempenho eleitoral[editar | editar código-fonte]

Eleições municipais[149][editar | editar código-fonte]

Eleições estaduais e federais[editar | editar código-fonte]

Participação e desempenho do NOVO nas eleições estaduais de 2022[157]
  Candidato majoritário eleito.
Com exceção do Estado de Minas Gerais, o partido não realizou coligações majoritárias nem proporcionais.
O partido não apoiou formalmente candidatos a governador nem a senador nos estados não listados abaixo.
UF Candidatos(as) a Governador(a) e a Vice Candidatos(as) a Senadores(as) Coligação majoritária
(governo e senado)
Deputados(as) federais eleitos(as) — 3 Deputados(as) estaduais eleitos(as) — 5
ES Aridelmo Teixeira ninguém nenhuma ninguém ninguém
Camila Domingues
GO Edigar Diniz Leonardo Rizzo nenhuma ninguém ninguém
Jamil Said
MG Romeu Zema Marcelo Aro (PP) NOVO / PP / MDB / Avante / Solidariedade / PODE / Patriota / Agir / DC / PMN ninguém Dr Maurício[158]

Zé Laviola[159]

Professor Mateus
MT ninguém Feliciano Azuaga nenhuma ninguém ninguém
RJ Paulo Ganime ninguém nenhuma ninguém ninguém
Hélio Secco
RS Ricardo Jobim ninguém nenhuma Marcel van Hattem Felipe Camozzato
Rafael Dresch
SC Odair Tramontin Luiz Barboza Neto nenhuma Gilson Marques Matheus Cadorin
Ricardo Althoff
SP Vinicius Poit Ricardo Mellão nenhuma Adriana Ventura Leo Siqueira
Doris Alves
Participação e desempenho do NOVO nas eleições estaduais de 2018[157]
  Candidato majoritário eleito (1 governador).
O partido não realizou coligações majoritárias nem proporcionais.
O partido não apoiou formalmente candidatos a governador nem a senador nos estados não listados abaixo.
UF Candidatos(as) a Governador(a) e a Vice Candidatos(as) a Senadores(as) Deputados(as) federais eleitos(as) — 8 Deputados(as) estaduais eleitos(as) — 12
DF Alexandre Guerra Paulo Roque ninguém Júlia Lucy
Erickson Blun
ES ninguém Ulisses Pincelli ninguém ninguém
MG Romeu Zema Rodrigo Paiva Lucas Gonzalez,
Tiago Mitraud
Bartô do Novo,
Guilherme da Cunha,
Laura Serrano
Paulo Brant
MT ninguém Waldir Caldas ninguém ninguém
RJ Marcelo Trindade ninguém Paulo Ganime Alexandre Freitas,
Chicão Bulhões
Carmen Migueles
RO ninguém Fabrício Jurado ninguém ninguém
RS Mateus Bandeira ninguém Marcel Van Hattem Fábio Ostermann,
Giuseppe Riesgo
Bruno Miragem
SC ninguém ninguém Gilson Marques ninguém
SP Rogério Chequer Diogo da Luz Adriana Ventura,
Alexis Fonteyne,
Vinicius Poit
Daniel José,
Heni Ozi Cukier,
Ricardo Mellão,
Sérgio Victor
Andrea Menezes

Eleições presidenciais[editar | editar código-fonte]

Ano Imagem Candidato a presidente Candidato a vice-presidente Coligação Votos Posição
2018 João Amoêdo
(NOVO)
Christian Lohbauer
(NOVO)
Sem coligação 2.679.596 (2,50%)
2022 Felipe d'Avila
(NOVO)
Tiago Mitraud
(NOVO)
Sem coligação 559.680

(0,47%)

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas e referências

Notas

  1. Candidatos do Partido Novo ao Senado em 2022:[152]

Referências

  1. a b «Partidos políticos registrados no TSE». TSE. Consultado em 24 de abril de 2021 
  2. a b Fucs, José (3 de novembro de 2015). «Partido Novo, o intruso liberal na política brasileira». O Globo. Consultado em 24 de setembro de 2021 
  3. a b c «Pró-liberalismo e privatizações, partido Novo rejeita rótulo de direita». Folha de S.Paulo. Consultado em 28 de março de 2017 
  4. a b c d Pinheiro, Joel (26 de setembro de 2014). «Conversamos com João Amoedo, fundador do partido Novo». Spotniks (revista online). Arquivado do original em 12 de novembro de 2014 [fonte confiável?]
  5. a b c «Posicionamentos». novo.org.br 
  6. Favaro, Cristian (22 de maio de 2018). «João Amoêdo se diz 'liberal na economia', mas 'conservador nos costumes'». Estadão. Consultado em 23 de maio de 2019. Cópia arquivada em 23 de maio de 2019 
  7. Kawaguti, Luis. «Conheça o deputado que defende no Brasil as ideias libertárias do novo presidente da Argentina». Gazeta do Povo. Consultado em 5 de dezembro de 2023 
  8. a b c d e f Kroehn, Márcio (15 de dezembro de 2017). «O que João Amoêdo pode fazer no Planalto». ISTOÉ DINHEIRO 
  9. a b Maretti, Eduardo (24 de setembro de 2015). «Partido Novo assume eleitorado de direita e Rede, de Marina, é a 34ª legenda no país». Rede Brasil Atual. “O Partido Novo é uma legenda que não só representa a direita, como não esconde sua posição. Enquanto outras agremiações conservadoras não assumem claramente o espectro em que atuam, se posicionando como uma direita envergonhada, o Novo não nega o que é.” – Prof. Maria do Socorro Sousa Braga, da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) 
  10. Dolny, Miguel (10 de outubro de 2023). «Vagas Abertas: Instituto Libertas busca profissionais para diversas funções». NOVO. Consultado em 5 de dezembro de 2023 
  11. a b c d TSE. «Estatísticas do eleitorado – Eleitores filiados». Consultado em 14 de fevereiro de 2024 
  12. a b c d EBC (28 de outubro de 2018). «Eleições 2018: Confira lista completa dos candidatos eleitos». Consultado em 24 de abril de 2021 
  13. Mali, Letícia Pille, Tiago (27 de novembro de 2023). «Saiba quantos prefeitos cada partido tem em cada Estado». Poder360. Consultado em 30 de novembro de 2023 
  14. «Senadores em Exercício 55ª Legislatura (2019 - 2023)». Senado Federal. Consultado em 24 de abril de 2021 
  15. a b Câmara dos Deputados. «Bancada dos partidos». Consultado em 24 de abril de 2021 
  16. a b G1 (17 de novembro de 2020). «DEM, PP e PSD aumentam número de vereadores no Brasil; MDB, PT, PSDB, PDT e PSB registram redução». Consultado em 24 de abril de 2021 
  17. Ramalho, Renan (15 de setembro de 2015). «TSE aprova registro do Partido Novo, 33ª legenda no país». G1 
  18. J. P. (3 de abril de 2014). «The loneliness of the right-wing legislator» (em inglês). The Economist. ...Ronaldo Caiado, a member of the Democrats, one of two right-wing parties in Congress (the other disguises itself under the name the Progressive Party). Mr Caiado bashes government bloat, talks tough on crime and preaches traditional morals. His is a lonely lot in Brazil’s legislature. Reinforcements may be on the way. João Amoêdo is founder and chairman of a freshly minted political outfit called Novo (“New”). Its platform of free markets, a minimal state, low taxes and individual liberties (including the right to bear arms) looks outlandish in comparison with the Brazilian political ideal of “tropical Sweden”, to use Mr Unger’s phrase. Mr Amoêdo, a financier in his day job, even dares utter the word “privatisation” in the context of national champions such of Petrobras, the state-controlled oil giant.(...) 
  19. a b c * Alcântara, Manoela (16 de dezembro de 2017). «Partido Novo quer devolver ao Tesouro R$ 3 milhões do Fundo Partidário». Metrópoles 
  20. a b «Câmara rejeita autorização para Novo devolver dinheiro do Fundo Partidário». Veja. Abril de 2019 
  21. a b c d Godoy, Marcelo (19 de março de 2017). «'O atual Congresso deseja se perpetuar'» (entrevista com João Amoêdo). Estadão. Quanto o Novo já recebeu do Fundo Partidário? Cerca de R$ 1,9 milhão. Quanto desse dinheiro o Novo gastou? Absolutamente nada. 
  22. a b c d Rodrigues, Renan (21 de setembro de 2015). «Partido Novo é contra Fundo Partidário e planeja se financiar só com doações de pessoas físicas». O Globo. Consultado em 5 de outubro de 2016 
  23. a b c d Ricardo Mendonça (2 de outubro de 2023). «Novo passa a admitir uso do Fundo Eleitoral e derruba outros princípios». Valor 
  24. «Painel: Partido Novo decide usar recursos do fundo eleitoral no pleito municipal». Folha de S.Paulo. 22 de fevereiro de 2024. Consultado em 23 de fevereiro de 2024 
  25. a b c d «Gestão e Cidadania». novo.org.br. Consultado em 12 de novembro de 2015. Cópia arquivada em 21 de Abril de 2017 
  26. a b Fucs, José (25 de maio de 2014). «João Dionísio Amoedo: "A gente quer acabar com os privilégios"». Revista Época 
  27. a b Aragão, Alexandre. «Desilusão com a política pode ajudar Novo a crescer, diz presidente da sigla». Folha de S.Paulo. Consultado em 28 de outubro de 2015. O país não cresce porque a carga tributária é tão grande, que ninguém consegue investir, ninguém consegue produzir... O governo teria que pensar numa reforma realmente estrutural, teria que dizer o seguinte: eu parto do pressuposto de que não dá para aumentar mais nenhum imposto. Se essa é a realidade, vou olhar para dentro de casa –o que dá para fazer? O que a gente pode cortar? O que a gente pode rever? E aí fazer realmente cortes estruturais... Nós achamos que alguns programas são importantes e válidos, como o Bolsa Família 
  28. «Quem Somos: NOVO». novo.org.br. Consultado em 21 de setembro de 2017. Arquivado do original em 22 de setembro de 2017 
  29. «Fundadores do Partido Novo - Origens, ideais e objetivos». novo.org.br. PARTIDO NOVO 
  30. Krakovics, Fernanda (21 de abril de 2017). «Bernardinho troca PSDB pelo Partido Novo». O Globo 
  31. Ueller, Leonardo Pires (13 de junho de 2014). «Com a cara do mercado? Partido Novo surge para dar voz aos liberais do Brasil». InfoMoney. Arquivado do original em 16 de junho de 2014 
  32. Kroehn, Márcio (15 de dezembro de 2017). «Uma face nova na política». ISTOÉ Dinheiro. IstoÉ. Consultado em 19 de agosto de 2018 
  33. «Candidato do Novo, João Amoêdo defende privatização de todos os serviços públicos do país». BBC Brasil. 27 de abril de 2018. Consultado em 19 de agosto de 2018 
  34. Fernandes, Maria Cristina (26 de setembro de 2016). «Maiores financiadores do partido Novo têm origem no Itaú Unibanco». Valor Econômico. Consultado em 28 de agosto de 2018 
  35. Fernandes, Maria Cristina (30 de setembro de 2016). «Maiores financiadores do partido Novo têm origem no Itaú Unibanco». Federação dos Bancários do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Consultado em 1 de setembro de 2018 
  36. Batista, Renata (28 de julho de 2014). «'Partido Novo' pede registro no TSE e terá diretórios em nove Estados». Revista Valor 
  37. «TSE aprova registro do Partido Novo, legenda fundada em 2011 por empresários, médicos e advogados». Justiça em Foco. 15 de setembro de 2015. Arquivado do original em 28 de setembro de 2015 
  38. a b c Ramalho, Renan (15 de setembro de 2015). «TSE aprova registro do Partido Novo, 33ª legenda no país». G1. Consultado em 16 de setembro de 2015 
  39. «Plenário do TSE aprova pedido de registro do Partido Novo». TSE. 15 de setembro de 2015. Consultado em 16 de setembro de 2015 
  40. Ricardo Mendonça (9 de Junho de 2011). «João Dionísio Amoedo: "Nossos candidatos terão metas de gestão"». Epoca. João Dionísio Amoedo começou sua carreira como estagiário do Citibank, em 1988 
  41. a b «Perfil dos prefeitos eleitos - Eleições de 2016». Patri. Consultado em 24 de abril de 2021 
  42. Ramos, Murilo (3 de outubro de 2016). «Partido Novo elege vereadores em quatro capitais». Época. Globo. Consultado em 5 de outubro de 2016 
  43. a b Haddad, Naief (6 de novembro de 2016). «Vereadores eleitos pelo Novo prometem enxugar estrutura de gabinete». Folha de S.Paulo 
  44. a b c Alcântara, Manoela (16 de dezembro de 2017). «Partido Novo quer devolver ao Tesouro R$ 3 milhões do Fundo Partidário». Metrópoles 
  45. «Top Likes - Partidos». toplikes.com.br. Consultado em 12 de agosto de 2016. Cópia arquivada em 21 de Abril de 2017 
  46. «Candidato do Novo, João Amoêdo defende privatização de todos os serviços públicos do país». BBC Brasil. 27 de abril de 2018. Consultado em 23 de maio de 2018 
  47. Amanda Kestelman e Raphael Zarko (23 de maio de 2018). «Fred Luz deixa cargo de CEO do Flamengo e diretor de marketing assume». Globo Esporte. Globo. Consultado em 23 de maio de 2018 
  48. «Braço-direito de Bandeira de Mello, Fred Luz deixa diretoria do Flamengo». UOL. 23 de maio de 2018. Consultado em 23 de maio de 2018 
  49. «Flamengo anuncia a saída de Fred Luz». Terra. 23 de maio de 2018. Consultado em 23 de maio de 2018 
  50. «'Nosso desempenho foi sensacional', diz Amoêdo sobre resultados do partido Novo» 
  51. «Zema e Anastasia disputam 2º turno para o governo de MG». G1. 7 de outubro de 2018. Consultado em 12 de outubro de 2022 
  52. «Resultado da apuração do 2º turno das Eleições 2018 - Minas Gerais (MG) para governador, senador, deputado federal e deputado estadual.». G1. 28 de outubro de 2018 
  53. a b c d Campos, João Pedroso de. «As dificuldades do Partido Novo depois do surpreendente desempenho em 2018». VEJA. Consultado em 17 de novembro de 2020 
  54. a b c Peixoto, Guilherme (16 de novembro de 2020). «Novo não consegue eleger prefeitos; Amoedo admite desempenho aquem do esperado». Estado de Minas. Consultado em 17 de novembro de 2020 
  55. a b c «Novo rejeita candidaturas e disputa o 2º turno em apenas uma cidade no Brasil». Último Segundo. iG. 17 de novembro de 2020. Consultado em 18 de novembro de 2020 
  56. a b Marchesini, Lucas (9 de outubro de 2020). «Em média, candidatos mais ricos nas Eleições 2020 são do Partido Novo». Metrópoles. Consultado em 17 de novembro de 2020 
  57. a b Siqueira, André; Chechia, Giullia (1 de novembro de 2020). «Acusações, expulsão e desempenho pífio nas pesquisas: o que acontece com o Partido Novo?». Jovem Pan. Consultado em 17 de novembro de 2020 
  58. Vidon, Filipe (29 de novembro de 2020). «Saiba quem é o único prefeito eleito pelo Novo». O Globo. Consultado em 3 de dezembro de 2020 
  59. a b «Após sucesso em 2018, desempenho do Novo frustra Amoêdo, que cobra reflexão». Congresso em Foco. 18 de novembro de 2020 
  60. «Amoêdo desiste de candidatura e critica falta de unidade no Novo». Congresso em Foco. 11 de junho de 2021. Consultado em 13 de agosto de 2021. Ao justificar sua desistência, o quinto candidato mais votado na eleição de 2018 reclamou da falta de unidade e transparência da legenda. 
  61. «Partido Novo quer lançar Luiz Felipe D'Ávila a presidente em 2022». Metrópoles. 4 de outubro de 2021. Consultado em 6 de outubro de 2021 
  62. «Partido Novo anuncia Felipe d'Avila como pré-candidato à Presidência após racha interno». Folha de S.Paulo. 3 de novembro de 2021. Consultado em 9 de fevereiro de 2022 
  63. «Confira o edital para o processo de seleção e formação de futuros pré-candidatos a Deputados do NOVO para as eleições de 2022.». novo.org.br. Consultado em 19 de fevereiro de 2022 
  64. Grandi, Guilherme. «Partido Novo culpa Lula e Bolsonaro por não avançar para o segundo turno». Gazeta do Povo. Consultado em 4 de outubro de 2022 
  65. «Site do Novo caiu após intensa procura durante o debate». Política Livre. Consultado em 2 de outubro de 2022 
  66. Soares, Ingrid (30 de setembro de 2022). «D'Ávila diz que orçamento secreto é moeda de troca e Bolsonaro se aliou a mensaleiros». Correio Braziliense. Consultado em 10 de outubro de 2022 
  67. Landim, Lucyenne (3 de outubro de 2022). «Novo se diz contra o PT, mas libera voto de filiados no segundo turno». O Tempo. Consultado em 4 de outubro de 2022 
  68. Casado, José (7 de dezembro de 2021). «Partido Novo, reduto do liberalismo, leva sua crise ao Judiciário». VEJA. Consultado em 28 de dezembro de 2021 
  69. «Em crise, o Partido Novo já perdeu metade dos filiados». CartaCapital. 3 de setembro de 2021. Consultado em 28 de dezembro de 2021 
  70. Vianna, Patricia (5 de dezembro de 2021). «OPINIÃO: Por que estou levando o NOVO à Justiça». Brazil Journal. Consultado em 28 de dezembro de 2021 
  71. «Saiba quais partidos definiram apoio no segundo turno da eleição presidencial». G1. 9 de outubro de 2018 
  72. Goeking, Weruska (6 de outubro de 2018). «"Efeito Bolsonaro": candidato do Novo em Minas dispara após declarar apoio ao presidenciável». InfoMoney 
  73. Ribeiro, Marcelo; Freitas, Carolina (22 de janeiro de 2019). «Candidato do Novo à Câmara diz que partido será independente». Valor Econômico. Globo. Consultado em 30 de setembro de 2020 
  74. a b Ramalhoso, Wellington (12 de novembro de 2018). «Amoêdo declara voto em Bolsonaro e diz que Novo será "independente e vigilante"». UOL. Consultado em 13 de setembro de 2020 
  75. Amoêdo, João (21 de outubro de 2018). «Estamos ainda distantes do Brasil que queremos». Folha de S.Paulo. Consultado em 29 de setembro de 2020 
  76. «Partido Novo suspende filiação de João Amoêdo após ele apoiar Lula no 2º turno». G1. 27 de outubro de 2022 
  77. Davi Medeiros (27 de outubro de 2022). «João Amoêdo é suspenso do Novo após declarar voto em Lula». Estadão 
  78. Caíque Alencar (27 de outubro de 2022). «Novo suspende filiação de Amoêdo, que reiteira voto em Lula». UOL 
  79. Taísa Medeiros (27 de outubro de 2022). «'Surpresa e indignação', diz Amoedo sobre expulsão do Novo por apoiar Lula». Correio Braziliense 
  80. Schelp, Diogo (8 de maio de 2020). «Novo analisou 4 denúncias, mas expulsou Salles por ter aceitado ministério.». UOL. Consultado em 30 de setembro de 2020 
  81. «Contrariando governo apenas uma vez, Novo é tão fiel quanto PSL na Câmara». Exame. 30 de maio de 2019 
  82. Soares, Olavo (10 de junho de 2019). «Como o Partido Novo virou o queridinho do presidente Bolsonaro». Gazeta do Povo 
  83. a b «Apoio a Bolsonaro cria um racha no Partido Novo em SP». Último Segundo. iG. 24 de setembro de 2020. Consultado em 1 de outubro de 2020 
  84. Frey, João (30 de setembro de 2020). «Exclusivo: os 12 partidos que formam a base fiel do governo na Câmara». Congresso em Foco. Consultado em 1 de outubro de 2020 
  85. «Partido Novo tenta evitar rótulo de oposição ao governo». Exame. 4 de maio de 2020 
  86. Zanini, Fábio (20 de abril de 2020). «Classe política bate em Bolsonaro porque perdeu privilégios, diz Zema». Folha de S.Paulo 
  87. Pamplona, Vitor (27 de setembro de 2020). «Dividido e ampliado, bolsonarismo se espalha por 19 partidos nas eleições». UOL. Consultado em 1 de outubro de 2020 
  88. «Folha Tópicos: João Amoêdo». Folha de S.Paulo. Consultado em 1 de outubro de 2020 
  89. Venceslau, Pedro (24 de setembro de 2020). «Com a candidatura suspensa, Sabará diz ser alvo de perseguição por 'ala esquerdista' do Novo». Estadão. Consultado em 1 de outubro de 2020 
  90. «Briga no Novo». ISTOÉ Independente. IstoÉ. 19 de março de 2021. Consultado em 4 de abril de 2021 
  91. «Amoedo critica bancada do NOVO por votos contrários à prisão de Daniel Silveira». O Tempo. 20 de fevereiro de 2021. Consultado em 4 de abril de 2021 
  92. Samor, Geraldo (8 de março de 2021). «BREAKING: Novo se declara oposição a Bolsonaro». Brazil Journal. Zema, que evita criticar Bolsonaro e na semana passada almoçou pururuca no Planalto com o Presidente, terá que decidir se segue as diretrizes partidárias ou se muda para outro partido. 
  93. «Partido Novo declara oposição ao governo Bolsonaro». Poder360. 9 de março de 2021. Consultado em 12 de março de 2021 
  94. Turtelli, Camila (9 de março de 2021). «Partido Novo decide fazer oposição ao governo Bolsonaro». Terra. Consultado em 12 de março de 2021. Vamos nos opor ao governo como já vínhamos fazendo, quando não concordarmos com o que é proposto. Porém, votaremos a favor das pautas que acreditamos importantes para o País, ainda que isso signifique votar com o governo 
  95. Almeida, Iago (9 de março de 2021). «Partido Novo anuncia oposição a Bolsonaro e pode complicar Romeu Zema em Minas Gerais». Varginha Online. Consultado em 12 de março de 2021. votaremos a favor das pautas que acreditamos importantes para o País, ainda que isso signifique votar com o governo 
  96. «Fernando Holiday». fernandoholiday. Consultado em 5 de junho de 2018 
  97. Dall'Agnol, Laísa (25 de maio de 2021). «Após expulsão do Patriota, Fernando Holiday vai para o Novo». VEJA. Consultado em 26 de maio de 2021 
  98. Bellinello, Lucas (27 de julho de 2021). «Partido Novo expulsa deputado que participou de manifestação em apoio a Bolsonaro». O Livre. Consultado em 28 de julho de 2021 
  99. «Favorável a Bolsonaro, Romero Reis se desfilia do Novo». Em Tempo. 26 de julho de 2021. Consultado em 28 de julho de 2021. Arquivado do original em 27 de julho de 2021 
  100. Oliveira, Wesley (15 de agosto de 2021). «Novo tenta reduzir tensões internas em busca de alinhamento para 2022». Gazeta do Povo. Consultado em 26 de agosto de 2021 
  101. Oliveira, Wesley (15 de agosto de 2021). «Novo tenta reduzir tensões internas em busca de alinhamento para 2022». Gazeta do Povo. Consultado em 16 de agosto de 2021. Novo também está dividido sobre o apoio formal ao impeachment... atualmente existe divisão entre o grupo. 
  102. Grillo, Brenno; Ortega, Rogério (11 de junho de 2021). «Amoêdo: "Falta de Unidade do Novo Quanto ao Propósito Para 2022"». O Antagonista. Consultado em 13 de agosto de 2021 
  103. «PEC do voto impresso mostra terceira via desorganizada e com tendência bolsonarista». O TEMPO. 11 de agosto de 2021. Consultado em 12 de agosto de 2021 
  104. «Marcel van Hattem anuncia voto sobre PEC do voto impresso». Boletim da Liberdade. 9 de agosto de 2021. Consultado em 12 de agosto de 2021 
  105. Sleman, Gustavo (18 de agosto de 2021). «Alexandre Freitas é expulso do Partido Novo». BandNews FM. Consultado em 19 de agosto de 2021. Arquivado do original em 19 de agosto de 2021 
  106. Antonello, Lizie (12 de agosto de 2021). «Novo expulsa vereador Mauricio Marcon, de Caxias do Sul». GZH. Consultado em 19 de agosto de 2021 
  107. Matos, Kelly (24 de agosto de 2021). «Vereador expulso do Novo diz que partido "perdeu o rumo" e ficou "velho" rápido demais». GZH. Consultado em 26 de agosto de 2021 
  108. Durão Coelho, Rodrigo, ed. (10 de março de 2022). «Por ampla maioria, Congresso derruba veto de Bolsonaro à distribuição gratuita de absorventes». Brasil de Fato. Consultado em 31 de março de 2022 
  109. «Congresso derruba veto de Bolsonaro ao projeto que prevê distribuição de absorventes». Gazeta do Povo. 10 de março de 2022. Consultado em 31 de março de 2022 
  110. a b «Após debandada e derrotas, partido Novo flexibiliza regras para sobreviver e tenta manter Zema, seu principal quadro». Estadão. 13 de agosto de 2023 
  111. a b «Mesmo cassado e ameaçado de inelegibilidade, Deltan Dallagnol será o nome do Novo em Curitiba». O Globo. 19 de janeiro de 2024 
  112. «'Caravana Deltan Dallagnol': ex-procurador vira garoto-propaganda do Novo e vai a 16 cidades em quatro semanas». Estadão. 23 de novembro de 2023 
  113. «Partido Novo bate recorde de filiações após chegada de Deltan Dallagnol à legenda». Estadão. 10 de novembro de 2023 
  114. «Mais votado no Paraná, Deltan Dallagnol é eleito deputado federal». G1. 2 de outubro de 2022 
  115. «Entenda a controvérsia sobre a decisão do TSE que cassou Dallagnol». Poder360. 6 de junho de 2023 
  116. «Dallagnol, 'ficha suja' e cassado, se filia ao partido Novo, de Zema». Estado de Minas. 30 de setembro de 2023. Tecnicamente, Deltan foi considerado “ficha suja” pela Justiça Eleitoral, contrariando uma das diretrizes da fundação do Novo. 
  117. «NOVO anuncia a filiação de Deltan Dallagnol». NOVO. 2 de outubro de 2023 
  118. «Zema aprova uso de dinheiro do fundo partidário pelo Partido Novo». Estado de Minas. 1 de Março de 2023 
  119. «Cassado, Deltan se filia ao Novo ao lado de Zema e com provocações a Lula». Folha de S.Paulo. 6 de setembro de 2023 
  120. https://novo.org.br/nossos-eleitos/
  121. «Desilusão com a política pode ajudar Novo a crescer, diz presidente da sigla». Folha de S.Paulo. 17 de setembro de 2015. Consultado em 12 de novembro de 2015 
  122. Costa, Rafael (15 de fevereiro de 2017). «Em Cuiabá, empresários organizam partido NOVO». MidiaNews. Consultado em 4 de fevereiro de 2017 
  123. «Partido Novo». Brasília Capital. 26 de julho de 2014. Consultado em 19 de novembro de 2014 
  124. «João Dionísio Amoêdo, presidente do Partido Novo (entrevista)». É Notícia (RedeTV!). 1 de outubro de 2016. Sobre cotas em universidades e Fundo Partidário, ele diz que a legenda é contra 
  125. Medeiros, Luiz Guilherme. «TSE aprova registro do Partido NOVO». Brasil Post. Consultado em 28 de outubro de 2015. Arquivado do original em 18 de setembro de 2015 
  126. Germano, Paulo (10 de outubro de 2015). «Novos partidos chegam ao cenário político prometendo bandeiras mais claras». GZH. Consultado em 28 de outubro de 2015 
  127. a b «João Amoêdo se diz 'liberal na economia', mas 'conservador nos costumes'». Estadão. 22 de maio de 2018. O pré-candidato disse, entretanto, que temas polêmicos não estão fechados dentro do partido e que os filiados podem expressar suas opiniões livremente. "A união homoafetiva no Novo é uma definição do partido, como instituição. Somos todos favoráveis. A questão do aborto, até porque é um tema polêmico, nós deixamos isso a cada mandatário definir o que vai fazer. Teremos candidatos que são contra e candidatos que são a favor 
  128. Fucs, José. «João Dionísio Amoedo: "A gente quer acabar com os privilégios"». Revista Época. Consultado em 21 de maio de 2017. Para o presidente e fundador do Partido Novo, o país deve privatizar as empresas estatais, como Petrobras e Banco do Brasil, para melhorar a gestão do setor público 
  129. «Entrevista com João Dionísio do NOVO na Band News - 21/09/2017». BandNews – via YouTube 
  130. «Dos 35 partidos registrados no TSE, 34 receberão recursos do Fundo Eleitoral». TSE. Agosto de 2018 
  131. «Partido Novo abre mão de recursos do Fundo Eleitoral para as Eleições Municipais de 2020». TSE. Junho de 2020 
  132. «Vinte e um partidos já estão aptos a obter recursos do Fundo Eleitoral para as Eleições 2020». TSE. Setembro de 2020 
  133. «Bancada do NOVO economiza mais de R$ 17 milhões em um ano e meio». Novo. 3 de setembro de 2020 
  134. «A economia da bancada do Novo em São Paulo». VEJA. 7 de janeiro de 2020 
  135. «Deputados do Novo abrem mão de benefícios na Assembleia de Minas». O Tempo. 22 de janeiro de 2019 
  136. «Deputados do Novo economizam R$ 5 milhões em verbas da Câmara». GZH. 19 de junho de 2019 
  137. «Crítico da velha política, Novo adota prática alvo de discurso eleitoral do partido». Folha de S.Paulo. 6 de junho de 2019 
  138. «NOVO lança resolução que proíbe mandatários de usar auxílio-moradia». Boletim da Liberdade. 9 de junho de 2019. Consultado em 30 de setembro de 2020 
  139. «Estatuto» (PDF). novo.org.br. 28 de junho de 2017. Consultado em 5 de outubro de 2023. Cópia arquivada (PDF) em 1 de outubro de 2023 
  140. Cesar, Julio (15 de setembro de 2016). «Partido NOVO completa um ano e participa de sua primeira eleição». O Diario. Arquivado do original em 17 de setembro de 2016 
  141. «Ministros excluem seleção do Partido Novo». Tribuna do Norte. 27 de abril de 2018 
  142. a b Mauricio Lima (5 de Julho de 2017). «Partido Novo anuncia troca na presidência». Veja. Assume a presidência Ricardo Taboaço 
  143. «Diretórios». novo.org.br. 21 de setembro de 2017. Assume a presidência Moisés Jardim 
  144. Jan 2019 - 18h13, Silvio Mauricio Alves Martins 30. «João Amoedo reassume a presidência do Novo | Radar». VEJA.com. Consultado em 31 de janeiro de 2019 
  145. «João Amoêdo deixa presidência do Partido Novo e Eduardo Ribeiro assume». G1. 6 de março de 2020. Consultado em 19 de abril de 2020 
  146. Setor de Administração Federal Sul, Justiça Eleitoral (14 de julho de 2023). «Mais de 15,7 milhões de eleitores brasileiros são filiados a algum partido». Tribunal Superior Eleitoral 
  147. Dolny, Miguel (1 de dezembro de 2023). «Libertas lança curso para ajudar candidatos a ter sucesso na campanha de 2024». NOVO. Consultado em 5 de dezembro de 2023 
  148. IBGE (ed.). «Municipios novos». CNAE. Consultado em 18 de Julho de 2021 
  149. «Resultados da eleição municipal de 2020 para as prefeituras». PATRI/Datapedia. Consultado em 21 de abril de 2021 
  150. a b Grandi, Guilherme (3 de outubro de 2022). «Partido Novo culpa Lula e Bolsonaro por não avançar para o segundo turno». Gazeta do Povo. Consultado em 10 de outubro de 2022 
  151. Bento, Emannuel (2 de outubro de 2022). «CANDIDATOS PARTIDO NOVO: Confira candidatos do Novo para Presidência, Senado e Câmara de Deputados nessas eleições». JC. Consultado em 10 de outubro de 2022 
  152. «Resultados – São Paulo – Senador». resultados.tse.jus.br. Tribunal Superior Eleitoral. 2 de outubro de 2022. Consultado em 10 de outubro de 2022. Cópia arquivada em 10 de outubro de 2022 
  153. «Resultados – Mato Grosso – Senador». resultados.tse.jus.br. Tribunal Superior Eleitoral. 2 de outubro de 2022. Consultado em 10 de outubro de 2022. Cópia arquivada em 10 de outubro de 2022 
  154. «Resultados – Goiás – Senador». resultados.tse.jus.br. Tribunal Superior Eleitoral. 2 de outubro de 2022. Consultado em 10 de outubro de 2022. Cópia arquivada em 10 de outubro de 2022 
  155. «Resultados – Santa Catarina – Senador». resultados.tse.jus.br. Tribunal Superior Eleitoral. 2 de outubro de 2022. Consultado em 10 de outubro de 2022. Cópia arquivada em 10 de outubro de 2022 
  156. a b TSE. «Repositório de Dados Eleitorais». Consultado em 24 de abril de 2021 
  157. Mendonça, Ana (3 de outubro de 2022). «Ex-prefeito de Ouro Fino, Dr. Mauricio eleito deputado estadual». Estado de Minas. Consultado em 10 de outubro de 2022 
  158. Lage, Mariana (4 de outubro de 2022). «Filho de Celise Laviola, Zé Laviola eleito deputado estadual pelo Novo». Estado de Minas. Consultado em 10 de outubro de 2022 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]