Renault F1 Team

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França Renault
Renault Sport F1 logo as of 2016.png
Nome completo Renault Sport Formula One Team
Sede Enstone, Oxfordshire, Inglaterra
Chefe de equipe Carlos Ghosn
(presidente e CEO do Grupo)
Jérôme Stoll
(presidente)
Cyril Abiteboul
(diretor gerente)
Diretor técnico Bob Bell
(diretor técnico)
Nick Chester
(diretor técnico de chassis)
Rémi Taffin
(diretor técnico de motores)
Site oficial http://www.renaultsport.com
Nome anterior Lotus F1 Team
Temporada de Fórmula 1 de 2017
Pilotos 27. Alemanha Nico Hülkenberg
30. Reino Unido Jolyon Palmer
55. Espanha Carlos Sainz Jr.
Pilotos de teste Rússia Sergey Sirotkin
Chassis R.S.17
Motor Renault
Pneus Pirelli
Combustível BP
Histórico na Fórmula 1
Estreia GP da Grã-Bretanha de 1977
Último GP GP de Abu Dhabi de 2017
Grandes Prêmios 308
Campeã de construtores 2 (2005 e 2006)
Campeã de pilotos 2 (2005 e 2006)
Vitórias 35
Pole Position 51
Voltas rápidas 31
Pontos 1320
Posição no último campeonato
(2016)
9º (8 pontos)

A Renault Sport Formula One Team é uma equipe francesa de automobilismo que disputa a Fórmula 1[1] baseada em Enstone, Oxfordshire, no Reino Unido. A Renault tem estado envolvida na Fórmula 1 tanto como construtor e fornecedor de motores em vários períodos desde 1977. Em 1977, a empresa entrou nessa categoria como construtor, através da Equipe Renault Elf sob licença francesa e, com a equipe introduzindo o motor turbo na Formula 1 em seu primeiro carro, o Renault RS01. Em 1983, a Renault começou a fornecer motores para outras equipes. Embora mesmo com a equipe Renault ganhando corridas e competindo por títulos mundiais, ela se retirou da competição no final de 1985. No entanto, a Renault continuou fornecendo motores para outras equipes até 1986, depois, novamente entre 1989 e 1997.

A Renault retornou à Fórmula 1 em 2000, quando adquiriu a equipe baseada em Enstone, a Benetton Formula (anteriormente Toleman Motorsport), uma equipe que havia ganhado o mundial de pilotos em 1994 e ambos os mundiais de pilotos e construtores em 1995. Em 2002, a Renault rebatizou a equipe para Renault F1 Team e começou a usar a nomenclatura "Renault" como nome de construtor e, posteriormente, ganhou os dois mundiais de pilotos e de construtores em dois anos consecutivos, em 2005 e 2006.

A Renault vendeu 75% da equipe a Genii Capital no final de 2009[2] e, no final do ano seguinte, os 25% restantes de ações da equipe foram adquiridos pela Genii Capital, que através de um acordo com o Grupo Lotus e a Renault, a equipe competiu a temporada de 2011 sob licença britânica e com o nome comercial de Lotus Renault GP.[3][4] No final daquele ano, empresa francesa, também, anunciou a criação da Renault Sport F1 para fornecer motores e tecnologia a seus clientes a partir de 2011. A equipe foi renomeandaa para Lotus F1 Team em 2012, e deixando a Renault como fornecedora de motores. Com a venda da equipe encerrou a segunda era do time francês. Na temporada de 2016, a Renault iniciou sua terceira era como construtora na Fórmula 1, após readquirir a equipe Lotus no final do ano de 2015.[5]

História[editar | editar código-fonte]

Começo[editar | editar código-fonte]

Modelo RS01 utilizado na temporada de 1977.

A Renault estreou-se na Fórmula 1 no GP da Grã-Bretanha de 1977 com o piloto francês Jean-Pierre Jabouille. A empresa francesa marcou seus primeiros e únicos quatro pontos em 1978 com Jabouille no GP dos Estados Unidos. No campeonato de 1979, além de Jabouille, a equipe contou com o piloto René Arnoux. Nesta temporada, a equipe conquistou a primeira vitória na Fórmula 1 no GP da França com Jabouille e para completar a festa com Arnoux em 3º lugar. Em 1981, a equipe contou com o piloto Alain Prost. Na temporada de 1982 no GP da França. a Renault obteve a primeira vitória com dobradinha: Arnoux (vencedor) e Prost (2º colocado). A temporada de 1983, tanto Prost e a Renault ficaram com o vices no campeonato de pilotos e de equipes respectivamente. Também no campeonato de 1983, a empresa francesa forneceu motores para a equipe Lotus, Ligier em 1984 e Tyrrell em 1985 e que marcou a despedida da empresa francesa como equipe, porém continuou fornecendo motores para as três equipes citadas até 1986. Ainda em 1985, a equipe de Viry-Châtillon obteve a primeira vitória como fornecedora e foi no GP de Portugal com Ayrton Senna.

Fornecedora de Motores[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Motores Renault na Fórmula 1
Johnny Herbert pilotando modelo da Benetton Formula durante o Grande Prêmio do Canadá de 1995. A Renault forneceu motores para equipe neste ano.

Retornou a Fórmula 1 em 1989, fornecendo motores para a equipe Williams. Dessa união conquistaram 5 títulos de construtores (1992, 1993, 1994, 1996 e 1997) e 4 títulos de pilotos, com Nigel Mansell (92), Alain Prost (93), Damon Hill (96) e Jacques Villeneuve (97). A Renault forneceu motores também para as equipes Ligier (1992 a 1994) e Benetton (1995 a 1997), conquistando o mundial de pilotos com Michael Schumacher e o de construtores no ano de 95, ambos com a Benetton. Retirou-se mais uma vez das pistas no final de 1997.

A volta como equipe[editar | editar código-fonte]

Modelo R202 da temporada 2002.

No início de 2000, a Renault anuncia a sua volta para a Fórmula 1, através da compra da equipe Benetton, mas mantendo o nome da equipe por mais uma temporada. 17 anos depois, na temporada de 2002, a Renault volta a ter uma equipe oficial na Fórmula 1 e tendo como pilotos: Jarno Trulli e Jenson Button. Em 2003, contrata o piloto Fernando Alonso para o lugar de Button. Alonso conquista a primeira vitória na carreira e duas poles da equipe após seu retorno a Fórmula 1, tornando o mais jovem piloto a obter uma vitória e uma pole na história da categoria até então.

Os anos de ouro da equipe francesa começaram no campeonato de 2005 obtendo 8 vitórias e 7 poles e a conquista do desejado primeiro título de construtores na sua história como equipe oficial e o de pilotos com Fernando Alonso. Em 2006 a equipe repetiu o feito apesar da grande dificuldade de superar os carros da equipe Ferrari que recuperaram desempenho comparado a 2005.

A partir de 2007, a equipe Renault perdeu o patrocínio da fabricante japonesa de cigarros Mild Seven, em parte pelas leis de proibição de patrocínio de cigarros, passando a ser o grupo financeiro holandês ING, que é avaliado em 71,3 bilhões de euros, o principal investidor da equipe. A equipe perdeu a clássica cor amarelo azul passando para as azul e laranja nesta temporada.

Após a decepcionante temporada anterior, a Renault traz para 2008, o bicampeão Fernando Alonso, retornando a equipe, e o estreante Nelson Ângelo Piquet. O R28, modelo preparado para temporada, enfrentou muitos problemas aerodinâmicos e no motor, parecidos com o R27 na primeira metade do campeonato. Mas na 2ª fase do campeonato, a equipe não só melhorou, como conseguiu duas vitórias e um 2º lugar com Alonso e um 2º com Nelsinho Piquet.

Para a temporada de 2009, a dupla foi mantida, mas os resultados não foram melhores, Alonso obteve apenas o 3º lugar em Singapura como melhor resultado da equipe no ano. Piquet não pontuou, e foi substituído na décima primeira etapa, pelo piloto de testes da equipe, o francês Romain Grosjean, que até o momento disputava o campeonato de GP2 Series. Sem poder testar antes de correr, Grosjean também foi mal e não pontuou em nenhuma das provas restantes, deixando os pontos da equipe a cargo de Fernando Alonso.

Polêmica[editar | editar código-fonte]

Em setembro de 2009, o piloto Nelson Angelo Piquet, após ser demitido da Renault, trouxe a público a denúncia de que a batida que deu com seu carro durante o GP de Singapura de 2008, ocorreu a pedido da direção da equipe, de maneira a que a entrada do pace-car na pista e da bandeira amarela no circuito favorecessem o primeiro piloto da equipe e bicampeão mundial, Fernando Alonso, que acabou vencendo a prova.[6]

Em 21 de setembro de 2009, após confirmar as denúncias, a FIA baniu o diretor da equipe, Flavio Briatore, da Fórmula 1 indefinidamente, e aplicou uma restrição sob condicional de dois anos à Renault, podendo a suspensão ser aplicada imediatamente caso ela cometa qualquer outra infração até a temporada de 2011.[7][8]

No dia 24 de setembro, o banco holandês ING, principal patrocinador da equipe, anunciou a rescisão do contrato com a Renault. A empresa considerou que a conduta dos dirigentes foi muito grave e poderia afetar a imagem dos patrocinadores.[9]

A venda e a nova fase da equipe[editar | editar código-fonte]

Ao fim de 2009, a Renault vendeu a parte majoritária de sua equipe para um grupo de investimentos de Luxemburgo, a Genii Capital.[10] Entretanto, a montadora ainda permaneceu com 25% da equipe e com o fornecimento de motores para a categoria, que foi confirmando quando a Red Bull Racing anunciou que permaneceria utilizando os motores Renault para 2010.

Robert Kubica foi contratado para o lugar de Alonso em 7 de outubro de 2009,[11] porém com o acordo sobre a venda da equipe, Kubica e seu agente, Daniel Morelli, pediram esclarecimentos sobre os planos da equipe, agora sob uma nova gestão, para confirmar se o piloto permaneceria na mesma.[12] Após os esclarecimentos, o agente de Kubica confirmou que o piloto permaneceria na Renault para 2010.[13]

Em 5 de janeiro de 2010, Eric Boullier foi anunciado como novo chefe de equipe da Renault, susbstituindo Bob Bell, que retorna à sua antiga função de diretor técnico.

No dia 31 de janeiro de 2010, foi apresentada a nova pintura do carro da equipe, em um Renault F1 de 2009. O carro de 2010 foi apresentado apenas em 1 de fevereiro de 2010.[14] Juntamente com as cores, foram apresentados pilotos: Vitaly Petrov, como piloto titular, ao lado de Robert Kubica; Ho-Pin Tung, como piloto de reserva; Jérôme d'Ambrosio e Jan Charouz como pilotos de testes.[15]

Lotus Renault[editar | editar código-fonte]

No dia 8 de dezembro de 2010, foi anunciado um acordo entre a Renault, o Grupo Lotus e a Genii Capital, que comprou as ações restantes da equipe,[3] no qual a equipe passou a se chamar Lotus Renault GP Team e, também, a competir sob uma licença inglesa a partir da temporada de 2011.[16] O uso do nome Lotus gerou uma disputa jurídica entre esta equipe com a Lotus Racing que usava o nome Lotus desde o início da temporada de 2010 (e que foi renomeada para Team Lotus para disputar a temporada de 2011), diante do impasse, ambas as equipes acabaram participaram da temporada de 2011 com o nome Lotus.[17] A questão só foi resolvida em novembro de 2011 quando a Team Lotus decidiu que iria usar o nome Caterham a partir da temporada de 2012.[18]

Lotus[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Lotus F1 Team

A partir da temporada 2012, a equipe passou a se chamar Lotus F1 Team, contando com uma nova dupla de pilotos formada por Kimi Räikkönen e Romain Grosjean.

No GP de Abu Dhabi, Raikkonen venceu e levou a Lotus a sua primeira vitória na temporada, e sua primeira após retornar à categoria.

Havia 25 anos que um carro da Lotus não vencia na Fórmula 1 desde o GP dos Estados Unidos de 1987.[19]

O novo retorno como equipe[editar | editar código-fonte]

Após a Lotus F1 Team sofrer uma grave crise financeira, em 28 de setembro de 2015, a Renault Sport F1 anunciou a assinatura de uma carta de intenções entre o Grupo Renault e a Gravity Motorsports, de propriedade da Genii Capital, e, durante as semanas seguintes, uma operação de aquisição seria discutida para a equipe Lotus (que anteriormente era de propriedade da Renault até 2010), na esperança de que a equipe competisse na temporada de Fórmula 1 de 2016 como Renault Sport Formula One Team.[20]

Em 3 de dezembro de 2015, a Renault anunciou que havia comprado a escuderia de volta para a disputa da temporada de 2016.[21][22][23]

Em dezembro de 2015, um porta voz da Renault havia confirmado que a equipe iria manter Pastor Maldonado e Jolyon Palmer, contratados pela Lotus,[24][25] como sua dupla de pilotos para a temporada de 2016.[26][27] Porém, problemas com o patrocinador de Maldonado a PDVSA que levaram a equipe a dispensar os serviços de Maldonado, contratando para seu lugar o dinamarquês Kevin Magnussen, ex-McLaren.[28][29]

Pilotos[editar | editar código-fonte]

Renault Sport Academy[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Renault Sport Academy

Como parte do retorno da empresa à Fórmula 1, foi criado uma academia de jovens pilotos, que é encarregada de encontrar futuros campeões mundiais de Fórmula 1 para a Renault Sport.[30]

Galeria[editar | editar código-fonte]

Títulos Mundiais de Pilotos[editar | editar código-fonte]

Campeonatos Pilotos Temporadas
2 Espanha Fernando Alonso 2005, 2006

Títulos Mundiais de Construtores[editar | editar código-fonte]

Campeonatos Pilotos Temporadas
2 Espanha Fernando Alonso 2005, 2006
Itália Giancarlo Fisichella

Resumo da Equipe[editar | editar código-fonte]

  • 2017: 20 GPs; 57 pontos, 6º no mundial
  • 2016: 21 GPs; 8 pontos, 9º no mundial
  • 2011: 19 GPs; 73 pontos, 5º no mundial
  • 2010: 19 GPs; 163 pontos, 5º no mundial
  • 2009: 17 GPs; 26 pontos, 8° no mundial
  • 2008: 18 GPs; 2 vitórias; 80 pontos, 4° no mundial
  • 2007: 17 GPs; 1 pódio; 51 pontos, 3° no mundial
  • 2006: 18 GPs; 8 vitórias; 7 poles; 206 pontos, Campeã Mundial
  • 2005: 19 GPs; 8 vitórias; 7 poles; 191 pontos, Campeã Mundial
  • 2004: 18 GPs; 1 vitória; 3 poles; 105 pontos, 3º no mundial.
  • 2003: 16 GPs; 1 vitória; 1 pole; 88 pontos, 4º no mundial.
  • 2002: 17 GPs; 23 pontos, 4º no mundial
  • 1985: 15 GPs; 16 pontos, 7º no mundial
  • 1984: 16 GPs; 1 pole; 34 pontos, 5º no mundial
  • 1983: 15 GPs; 4 vitórias; 3 poles; 79 pontos, 2º no mundial
  • 1982: 16 GPs; 4 vitórias; 10 poles; 62 pontos, 3º no mundial
  • 1981: 15 GPs; 3 vitórias; 6 poles; 54 pontos, 3º no mundial
  • 1980: 14 GPs; 3 vitórias; 5 poles; 38 pontos, 4º no mundial
  • 1979: 15 GPs; 1 vitória; 6 poles; 26 pontos, 6º no mundial
  • 1978: 14 GPs; 3 pontos, 12º no mundial
  • 1977: 5 GPs; Não pontuou

Referências

  1. «Renault compra Lotus e volta a correr na Fórmula 1 após quatro anos». Gazeta Esportiva. Consultado em 9 de dezembro de 2015 
  2. «Boullier: "Pertenecemos a Genii, no al grupo Lotus» (em espanhol). F1 al día. Consultado em 9 de dezembro de 2015 
  3. a b «Grupo Lotus anuncia compra da Renault. F1 terá dois times com mesmo nome». Portal Race. Consultado em 24 de junho de 2017 
  4. «A Lotus-RENAULT de 2011». Consultado em 9 de dezembro de 2015 
  5. «Renault confirma compra da Lotus e volta à Fórmula 1 em 2016». Consultado em 7 de dezembro de 2015 
  6. Em depoimento à FIA publicado por site inglês, Nelsinho Piquet admite 'armação'
  7. «Renault handed suspended F1 ban». BBC. 21 de setembro de 2009. Consultado em 21 de setembro de 2009. Renault have been given a two-year suspended ban from Formula 1 for their role in fixing last year's Singapore Grand Prix. 
  8. BBC Brasil
  9. Após seguradora espanhola, principal patrocinador da Renault rescinde contrato
  10. «Através de "parceria estratégica", Renault anuncia sua permanência». F1 Mania. Consultado em 24 de junho de 2017 
  11. Robert Kubica vai substituir Fernando Alonso na Renault na temporada 2010
  12. Kubica não sabe se vai correr pela Renault, diz agente
  13. Kubica vai correr pela Renault em 2010 -- mídia
  14. f1.gpupdate.net/es/ (31 de janeiro de 2010). «Petrov se une a Kubica en Renault». f1.gpupdate.net/es/. f1.gpupdate.net/es/. Consultado em 31 de janeiro de 2010 
  15. Warm Up (31 de janeiro de 2010). «Renault terá Tung como 3º piloto. D'Ambrosio e Charouz serão reservas». esporte.ig.com.br. Consultado em 31 de janeiro de 2010 
  16. Grupo Lotus anuncia acordo com a Renault e dará nome ao time em 2011 Globoesporte.com
  17. «Grupo Lotus anuncia compra da Renault. F1 terá dois times com mesmo nome». Consultado em 7 de dezembro de 2015 
  18. «Lotus vira Caterham e encerra polêmica com Renault». Consultado em 7 de dezembro de 2015 
  19. «Kimi Raikkonen vence em Abu Dhabi». carros e corridas - Um espaço sobre carros, motos e corridas. 4 de novembro de 2012 
  20. «Renault assina Carta de Intenção para compra da equipe Lotus de Fórmula 1». Globoesporte.com. Consultado em 23 de julho de 2017 
  21. «Renault compra Lotus e volta à F-1 em 2016». Consultado em 7 de dezembro de 2015 
  22. «Renault anuncia finalização do processo de compra da Lotus». ESPN. Consultado em 23 de dezembro de 2015 
  23. «Em evento, Renault é primeira equipe da F1 a revelar pintura». Motorsport. Consultado em 3 de fevereiro de 2016 
  24. «Futura equipe da Renault, Lotus confirma permanência de Maldonado como titular para temporada 2016». Consultado em 23 de dezembro de 2015 
  25. «Lotus confirma Jolyon Palmer como piloto para 2016». Consultado em 23 de dezembro de 2015 
  26. «F1 – Renault confirma que vai manter Maldonado e Palmer em 2016». Autoracing. Consultado em 23 de dezembro de 2015 
  27. «Un portavoz de Renault confirma a Maldonado y a Palmer para 2016» (em espanhol). Consultado em 23 de dezembro de 2015 
  28. «Magnussen é confirmado como piloto da Renault para 2016». Motorsport. Consultado em 3 de fevereiro de 2016 
  29. «Renault deverá confirmar contratação de Magnussen na quarta-feira». Autoracing. Consultado em 1 de fevereiro de 2016 
  30. «Introduction». renaultsport.com. Consultado em 25 de setembro de 2017 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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