Carole King

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Carole King
Informação geral
Nome completo Carole Klein
Nascimento 9 de Fevereiro de 1942 (72 anos)
Local de nascimento cidade de Nova York, Nova York
 Estados Unidos
Gênero(s) Rock
Pop
jazz
Instrumento(s) Vocal
piano
guitarra
Período em atividade 1958 - atualmente
Gravadora(s) Rockingale
Ode/Epic/CBS Records

Priority/EMI Records

Afiliação(ões) James Taylor
Página oficial CaroleKing.com

Carole King, pseudônimo de Carole Klein (9 de Fevereiro de 1942, Brooklyn, Nova Iorque) é uma cantora e compositora dos Estados Unidos da América. Seu disco, Tapestry, de 1971, ficou por quinze semanas no 1º lugar da parada dos EUA. Ganhou quatro prêmios Grammy, sendo eles: Álbum do Ano; Melhor Performance Vocal Pop; Gravação do Ano (It's Too Late); e, Canção do Ano (You've Got a Friend).

História[editar | editar código-fonte]

A Carole King deve-se, em parte, a instituição e a criação de raízes no estilo hoje definido como singer/songwriter, então baseado em escolhas de melodias simples e levemente adornadas de pop/rock.[1]

Nascida a 9 de Fevereiro de 1942 com o nome de Carole Klein, Carole King iniciou a sua aprendizagem na música ainda criança. Apenas com quatro anos já aprendia piano, e, alguns anos mais tarde, já adolescente, formou o seu primeiro grupo. Contudo, foi já na faculdade que Carole conheceu alguns dos nomes que mais influenciaram a sua música, como Paul Simon, Neil Sedaka ou Gerry Goffin, com quem acabou por casar. A parceria com Goffin foi, contudo, bem mais além do matrimónio, já que a dupla começou a escrever em conjunto uma série de canções que acabaram por conquistar lugares de destaque nos tops. Entre estas, destacam-se "Will You Love Me Tomorrow" cantada pelas The Shirelles, ou "The Locomotion", levada a palco por Little Eva.[1] É dessa época a composição, também em parceria com o marido, "Chains". Esta é famosa também por ter sido das poucas composições de outros autores gravadas pelos Beatles. Isso aconteceu no primeiro álbum inglês da banda, Please Please Me.

Ainda assim, e apesar dos êxitos como compositora, a carreira de King a solo teimava em não singrar. No meio dos anos 60 decidiu fundar a Tomorrow Records, uma vez mais ao lado do marido e do crítico Al Aronowitz. O casamento com Goffin terminou pouco depois, antes de um novo matrimónio, então com Charles Larkey, baixista dos Myddle Class, que integravam o catálogo da Tomorrow[1] .

Em 1968, juntamente com Danny Kortchmar, funda os The City, que lançaram um único álbum, Now That's Everything Been Said, mas que acabou por ser um verdadeiro fracasso de vendas dada a recusa de King em actuar ao vivo, por ter medo de entrar em palco. Contudo, e a partir desse ano, King investiu definitivamente na sustentação e lançamento da sua carreira a solo, e lança "Writer" em 1970. Apesar dos resultados não terem sido os esperados, o ímpeto ficou para a edição de um novo conjunto de originais. Tapestry, editado em 1971, mostrou-se como o grande triunfo de Carole King. O disco acabou por ficar nos tops durante mais de seis anos e conseguiu bater sucessivos recordes de vendas. Ainda em 71, King lança Music, um digno sucessor do disco vencedor, e que trouxe consigo um novo single número 1 - "Sweet Seasons". Os êxitos prolongaram-se depois em álbuns como Rhymes and Reasons de 1972 e Wrap Around Joy de 1974.[2]

Um ano mais tarde, e ao lado de James Taylor, David Crosby e Graham Nash, a dupla King/Goffin voltou a entrar em acção para a elaboração do álbum Thoroughbred. Mais tarde, o lançamento de "Simple Things" proporcionou a partida para a primeira digressão em pleno, ao lado dos Navarro. Ainda nesse mesmo ano, King casou-se novamente, então com Rick Evers, que acabou por falecer um ano mais tarde devido a uma overdose de heroína.[2]

O início da década de 80 ficou marcado pelo abandono de King de grande parte da sua actividade no mundo do espectáculo, preferindo desde então viver numa pequena localidade no estado do Idaho, onde iniciou uma colaboração frutuosa com movimentos ambientalistas. "Speeding Time" de 1983 marcou o início do hiato de mais de seis anos, até à edição de City Streets de 1989, álbum que contou com a participação de Eric Clapton.[2]

Colour Of Your Dreams de 1993 incluiu até a participação de Slash dos Guns n' Roses, antes de em 1994 Carole King aparecer pela primeira vez no musical Bloodbrothers da Broadway. Em 1996 foi a vez de lançar o álbum Time Gone By, antes de Goin' Back de 1997 e Breaking Up Is Hard To e Love Makes the World, igualmente em 2001.[2]

Discografia[editar | editar código-fonte]

  • 1970: Writer (EUA#84)
  • 1971: Tapestry (EUA#1, UK #4)
  • 1971: Music (EUA#1, UK #18)
  • 1972: Rhymes and Reasons (EUA#2, UK #40)
  • 1973: Fantasy (EUA#6)
  • 1974: Wrap Around Joy (EUA#1)
  • 1975: Really Rosie (EUA#20)
  • 1976: Thoroughbred (EUA#3)
  • 1977: Simple Things (EUA#17)
  • 1978: Welcome Home (EUA#104)
  • 1979: Touch the Sky (EUA#104)
  • 1980: Pearls: Songs of Goffin and King (EUA#44)
  • 1982: One to One (EUA#119)
  • 1983: Speeding Time
  • 1989: City Streets (EUA#111)
  • 1993: Color of Your Dreams
  • 1994: In Concert (EUA#160)
  • 1994: Time Gone By
  • 1996: Carnegie Hall Concert: June 18, 1971
  • 1997: Time Heals All Wounds
  • 2001: Love Makes the World (EUA#158)
  • 2005: The Living Room Tour (EUA#17)
  • 2007: Love Makes the World (EUA#18)

Coletâneas[editar | editar código-fonte]

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

Oficiais
Informações
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