Céline Dion

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Celine Dion
Dion em 2012
Informação geral
Nome completo Céline Marie Claudette Dion
Nascimento 30 de março de 1968 (46 anos)
Local de nascimento Charlemagne, Quebec
 Canadá
Gênero(s)
Ocupação(ões)
Instrumento(s)
Período em atividade 1980–2000, 2002–presente
Gravadora(s)
Afiliação(ões)
Página oficial celinedion.com

Céline Marie Claudette Dion CC OQ ChLD ( /ˈdɒn/;[3] Francês: [selin djɔ̃] ( ouvir); Charlemagne, 30 de março de 1968) é uma cantora, compositora e empresária canadense. Nascida numa família numerosa de Charlemagne, Quebec,[4] Dion surgiu como uma estrela adolescente no mundo francófono na década de 1980, depois que seu empresário e futuro marido, René Angélil, hipotecou sua casa para financiar o seu primeiro disco.[5] Em 1990, ela lançou o álbum em Inglês Unison, estabelecendo-se como uma grande artista pop na América do Norte e outras áreas de língua inglesa no mundo.[6]

Dion ganhou reconhecimento internacional pela primeira vez em 1980, ao ganhar o Mundial 1982 Yamaha Popular Song Festival e no Festival Eurovision da Canção em 1988.[7] [8] Após uma série de álbuns franceses no início dos anos 1980, ela assinou com a CBS Records em 1986. Durante a década de 1990, alcançou enorme fama mundial após assinar com a Epic Records e lançar vários álbuns em língua inglesa. Além disso, deu sequência aos álbuns franceses, tornando-se uma das cantoras mais bem sucedidas da história da música popular.[9] [10] No entanto, em 1999, no auge de seu sucesso, Dion anunciou um hiato de entretenimento, a fim de começar uma família e passar o tempo com seu marido, que tinha sido diagnosticado com câncer.[10] [11] Ela voltou em 2002 e assinou um contrato de três anos (mais tarde alargado a quase cinco anos, devido ao enorme sucesso) para se apresentar todas as noites em seu próprio Coliseu no Caesars Palace, em Paradise, Nevada.[12] [13] [14]

A música de Celine foi influenciada por gêneros que vão do rock e R&B ao gospel e música clássica. Suas gravações são principalmente em francês e inglês, embora ela também cante em espanhol, italiano, alemão, latim, japonês e mandarim. Embora seus lançamentos dividam a opinião dos críticos, ela é conhecida por sua voz extremamente poderosa e tecnicamente perfeita.[15] [16] [17] Dion ganhou cinco Grammy Awards, incluindo Álbum do Ano por Falling Into You e Gravação do Ano por "My Heart Will Go On".[18] Ela é a segunda artista feminina que mais vendeu nos Estados Unidos durante a era Nielsen SoundScan, com seus álbuns Falling Into You e Let's Talk About Love; ambos receberam a certificação diamante.[19] [20] Além disso, seu álbum de 1995, D'eux, é álbum francês mais vendido de todos os tempos.[21] Em 2004, após ultrapassar 175 milhões de cópias vendidas ao redor do mundo, ela foi presenteada com o Diamond Award no World Music Awards, tornando-se uma das artistas femininas que mais vendeu de todos os tempos.[22] [23] Dion continua sendo a artista canadense que mais vendeu na história e uma das artistas recordistas de vendas de discos, com mais de 200 milhões de cópias vendidas em todo o mundo.[24] [25] [26]

Carreira[editar | editar código-fonte]

1968–89: Início e primeiras gravações[editar | editar código-fonte]

Dion nasceu em Charlemagne, Québec, Canadá, e é a filha mais nova dos 14 filhos de Thérèse (née Tanguay), uma dona de casa, e Adhémar Dion, um açougueiro, ambos de ascendência franco-canadense.[27] [28] Dion teve uma educação católica romana e cresceu em uma casa extremamente pobre, mas, segundo ela, muito feliz, em Charlemagne.[10] [29] A música sempre fez parte da família (o nome de Dion foi originado da música "Céline" do cantor francês Hugues Aufray, gravada dois anos antes de seu nascimento[30] ). Em 13 de agosto de 1973, aos cinco anos, Céline fez sua primeira apresentação pública no casamento do seu irmão Michel, onde cantou a canção "Du fil des aiguilles et du coton" de Christine Charbonneau.[31] [32] Desde então, ela continuou se apresentando com seus irmãos no pequeno piano bar dos seus pais, chamado Le Vieux Baril. Ela sempre sonhou em se tornar uma cantora.[15] Em uma entrevista de 1994 a revista People, Dion disse: "Eu senti falta da minha família e da minha casa, mas eu não me arrependo de ter perdido minha adolescência. Eu tinha um sonho: queria me tornar uma cantora".[33]

Dion aos 18 anos

Aos 12 anos, Dion colaborou com sua mãe e seu irmão, Jacques, a compor sua primeira canção, "Ce n'était qu'un rêve".[29] Seu irmão, Michel Dondalinger, enviou a gravação de Dion a um gerente de artistas na indústria musical, René Angélil, cujo nome foi descoberto na parte de trás de um álbum da Ginette Reno.[5] Angélil foi às lágrimas pela voz de Dion e decidiu torná-la uma estrela.[29] Em 1981, ele hipotecou sua casa para financiar o seu primeiro disco, La voix du bon Dieu, que se tornou o mais vendido no mercado local e transformou Céline numa estrela instantânea em Quebec. Ela se tornou popular em outras partes do mundo quando competiu no World Popular Song Festival de 1982, que foi realizado em Tóquio, Japão, e ganhou o prêmio de "Melhor Performance" bem como a medalha de ouro de "Melhor Música" com "Tellement j'ai d'amour pour toi".[5]

Em 1983, ela se tornou a primeira artista canadense a receber um disco de ouro na França pelo single "D'amour ou d'amitié". Além disso, Dion ganhou diversos Félix Awards, incluindo "Melhor Performance Feminina" e "Descoberta do Ano".[5] [34] O sucesso na Europa, Ásia e Austrália veio quando Dion representou a Suiça no Festival Eurovisão da Canção 1988 com a música "Ne partez pas sans moi" e ganhou o concurso.[35] Porém, o reconhecimento americano ainda estava por vir, uma vez que Dion era uma artista exclusivamente francófona.[36] Aos oito anos, após ver uma apresentação do Michael Jackson, Dion disse a Angélil queria ser uma estrela como Jackson.[37] Embora confiante de seu talento, Angélil percebeu que sua imagem precisava ser mudada para que ela fizesse sucesso ao redor do mundo.[29] Dion se afastou dos holofotes e durante esse tempo passou por uma cirurgia dentária para melhorar sua aparência e foi enviada a École Berlitz em 1989 para aperfeiçoar seu inglês.[6]

Em 1989, durante uma apresentação na Incognito Tour, Dion perdeu a sua voz. Ela consultou o otorrino William Gould,[38] [39] que deu duas opções: ou ela faria uma cirurgia imediata ou não falaria nada por três semanas.[38] Dion escolheu a segunda opção e foi submetida a um treinamento vocal com William Riley.[38] [38] [39] [39]

1990–92: Unison, Dion chante Plamondon e Celine Dion[editar | editar código-fonte]

Dois anos após aprender inglês, Dion fez sua estreia no mercado anglófono com Unison (1990) e o single do mesmo nome gravado originalmente por Laura Branigan.[5] Ela teve a colaboração de Vito Luprano e o produtor canadense David Foster no seu álbum, além de muitas outras pessoas conhecidas do ramo musical.[15] O álbum foi fortemente influenciado pela música soft rock dos anos 80, rapidamente encontrando um lugar dentro das rádios de formato adult contemporary. Unison também recebeu críticas positivas: Jim Faber do Entertainment Weekly escreveu que as vocais de Dion eram "sem enfeite mas decoradas" e que ela nunca tentou "trazer estilos fora do alcance dela".[40] Stephen Erlewine do Allmusic declarou que o álbum era "bom, uma estreia americana sofisticada".[41] Os singles do álbum incluem "(If There Was) Any Other Way", "The Last to Know", "Unison" e "Where Does My Heart Beat Now". O último citado se tornou o primeiro single de Dion a alcançar o top 10 na parada Billboard Hot 100 dos Estados Unidos, ficando na quarta posição. O álbum estabeleceu Dion como uma cantora em progresso nos Estados Unidos, na Europa Continental e Ásia.

Em 1991, Dion foi uma das solista no álbum Voices That Care, uma homenagem às tropas americanas que lutaram na Operação Tempestade no Deserto. O verdadeiro auge internacional de Dion veio quando ela fez um dueto com Peabo Bryson na faixa-título do filme animado da Disney Beauty and the Beast (1991).[42] A música transmitiu o estilo musical que Dion usaria no futuro: abrangente e clássico, influenciado por baladas com instrumentos leves. "Beauty and the Beast" se tornou um hit da crítica e do comércio, tornando-se o segundo single no top 10 dos Estados Unidos, ganhando o Academy Award por Melhor Canção Original e o Grammy Award por Melhor Performance Pop por um Duo ou Grupo com Vocais.[15]

"Beauty and the Beast" esteve presente no álbum auto-intitulado de Dion de 1992, que tinha um forte influência pop-rock com elementos de música soul e clássica. Devido ao sucesso do single líder das paradas e das colaborações com David Foster e Diane Warren, o álbum foi mais bem recebido comercialmente do que Unison. Os outros singles tiveram um sucesso moderado, incluindo "If You Asked Me To" (um cover da música de Patti LaBelle do filme de 1989 Licence to Kill), que alcançou a quarta posição no Billboard Hot 100, além de "Love Can Move Mountains" e "Nothing Broken but My Heart".

Nesse tempo, Dion também lançou o álbum francês Dion chante Plamondon. O álbum consistia em muitos covers e quatro novas canções: "Des mots qui sonnent", "Je danse dans ma tête", "Quelqu'un que j'aime, quelqu'un qui m'aime" e "L'amour existe encore". Foi originalmente lançado no Canadá e França entre 1991–1992, mais tarde sendo lançado internacionalmente em 1994. "Un garçon pas comme les autres (Ziggy)" se tornou um hit na França, ficando na segundo posição nas paradas e recebendo o certificado de ouro. Em Quebec, o álbum recebeu o certificado de ouro no dia em que foi lançado.

Em 1992, Unison, Céline Dion e inúmerias aparições na mídia levaram Dion ao estrelato na América do Norte. Ela tinha alcançando um dos seus principais objetivos: traçar seu caminho no mercado anglófono e, consequentemente, ser reconhecida.[36] No entanto, enquanto ela estava experimentando seu crescente sucesso nos Estados Unidos, seus fãs franceses do Canadá a criticaram por negligenciá-los.[15] [43] Ela rebateu as críticas no Félix Awards de 1991, onde, após receber o prêmio de "Artista Inglesa do Ano", ela se recusou a receber o prêmio. Ela afirmou que ela sempre seria um artista francesa e não inglesa.[6] [44] Nessa época, Angélil, empresário de Dion e 26 anos mais velho que ela, começaram a namorar. No entanto, a relação foi mantida em segredo, pois ambos tinham medo da reação do público.[45]

1993–95: The Colour of My Love e D'eux[editar | editar código-fonte]

Em 1993, Dion anunciou seus sentimentos por seu empresário, declarando que ele era "a cor do [seu] amor" na parte dedicatório do seu terceiro álbum em inglês The Colour of My Love. No entanto, em vez de receber críticas como Dion temia, os fãs apoiaram o casal.[15] Um tempo depois, Angélil e Dion se casaram em uma cerimônia extravagante em dezembro de 1994, que foi transmitida ao vivo pela televisão canadense.

The Colour of my Love conta na maior parte com músicas sobre o tema amor e romance.[46] Tornou-se o álbum mais bem sucedido de Dion naquele época, vendendo mais de seis milhões de cópias nos Estados Unidos, dois milhões no Canadá e alcançando a 1ª posição nas paradas em muitos países. O álbum também gerou o primeiro single de Dion, "The Power of Love" (um remake do hit de Jennifer Rush de 1985), que ficou na 1ª colocação nos Estados Unidos, Canadá e Austrália, e o qual se tornou a canção assinatura da cantora.[36] O single "When I Fall in Love", um dueto com Clive Griffin, teve um sucesso moderado nos Estados Unidos e nas paradas do Canadá, e foi nomeado para dois Grammy Awards, ganhando um deles. The Colour of My Love se tornou o primeiro grande sucesso de Dion na Europa, especialmente no Reino Unido. O álbum e o single "Think Twice" simultaneamente ocuparam o top das paradas britânicas por cinco semanas consecutivas. "Think Twice", que ficou na 1ª posição durante sete semanas, tornou-se o quarto single de uma artista feminina a vender mais de um milhão de cópias no Reino Unido,[47] enquanto o álbum recebeu o certificado cinco vezes platina por dois milhões de cópias vendidas.[48]

Dion manteve sua origem francesa, lançado muitas gravações francófonos entre seus álbuns ingleses.[49] Geralmente, essas gravações tinham mais credibilidade do que seus trabalhos na língua inglesa.[43] Ela lançou À l'Olympia, um álbum ao vivo gravado durante um dos seus concertos no Paris Olympia em 1994. O single promocional, uma versão ao vivo de "Calling You", alcançou a 65ª posição no French Singles Chart. Ela também gravou uma versão bilíngue para a canção "Petit Papa Noël" com Alvin and the Chipmunks para o álbum de de 1994 A Very Merry Chipmunk.

D'eux foi lançado em 1995 e se tornou o álbum mais vendido na língua francesa de todos os tempos.[49] Ele foi escrito e produzido em grande parte por Jean-Jacques Goldman e teve vários singles de sucesso, como "Pour que tu m'aimes encore" e "Je sais pas". "Pour que tu m'aimes encore" ficou na 1ª posição na França e permaneceu no top durante vinte semanas, ganhando o certificado de platina no país.[50] O single também alcançou o top 10 no Reino Unido e Irlanda, um feito raro para uma canção francesa. O segundo single do álbum, "Je sais pas", ficou na 1ª posição do French Singles Chart e ganhou o certificado de prata.[51] Essas músicas mais tarde se tornaram "If That's What It Takes" e "I Don't Know" no álbum seguinte em inglês de Dion, Falling into You.

Em meados da década de 1990 em diante, os álbuns de Dion começaram a ser elaborados tendo como base baladas melodramáticas contemporâneas para adultos.[52] Ela colaborou com muitos compositores e produtores renomados, como Jim Steinman e David Foster, que a ajudaram a desenvolver um som assinatura.[15] [53] Embora os comentários dos críticos fossem variáveis, os lançamentos de Dion estavam cada vez melhores nas paradas internacionais e, em 1996, ela ganhou o World Music Award por "Melhor Artista Feminina Recordista de Vendas do Ano" pela terceira vez. Nessa época, ela se estabeleceu como uma das artistas que mais venderam no mundo.[54]

Reconhecimento mundial[editar | editar código-fonte]

Estrela de Céline Dion na Calçada da Fama.

Céline fez uma muito bem sucedida entrada no mercado estadounidense e britânico. Ela trabalhou com músicos estabelecidos como David Foster e Vito Luprano. O álbum "Unison" foi fortemente influenciado pelo soft rock dos anos 1980 e servia propriamente para ser executado nas rádios de música mais adulta; esse estilo permaneceria em vários álbuns futuros. Aclamado pela crítica quando lançado, o álbum teve excelentes vendas nos países anglófonos. O single "Where Does My Heart Beat Now" foi 4º. no Hot 100 e 2º. no Hot Adult Contemporary Tracks da Revista Billboard nos Estados Unidos. "Unison" vendeu 3 milhões de cópias[56] e foi o início de Céline como uma grande estrela musical em ascensão em vários lugares do mundo.

Em 1991, é lançado "Dion chante Plamondon", em que Céline canta clássicos do famoso compositor de língua francesa Luc Plamondon, conseguindo vários hits na França, como "L'Amour existe encore" e "Ziggy".

Quando Céline gravou em dueto com Peabo Brysona canção "Beauty and the Beast" do filme da Disney ("A bela e a fera"), acabou se tornando uma grande estrela. O single não só entrou no topo da lista dos mais vendidos da Billboard, como também ganhou o Oscar de Melhor Canção Original e 3 Grammys, incluindo de Dueto do Ano. "Beauty and the Beast" foi lançado como single do segundo álbum de língua inglesa da cantora, o "Céline Dion", que se tornou um sucesso instantâneo de vendas do ano de 1992, vendendo mais de 5 milhões de cópias[57] e trazendo grandes hits além de "Beauty and The Beast": "If You Asked Me To" (topo nas rádios norte-americanas), "Love Can Move Mountains", "Nothing broken but my Heart" e "Water from the Moon".

No fim do ano de 1992, as aparições de Céline na televisão e os seus dois bem sucedidos álbuns a transformaram na maior estrela do ano, nos Estados Unidos e no Reino Unido. Ela conseguiu o que havia pensado: cantar para todos, entrar no mercado musical norte-americano e estabelecer grande fama.

Naquele momento, certo segredo da vida pessoal de Céline era escondido, já que ela se encontrava apaixonada pelo seu agente, Rene Angélil. O relacionamento foi mantido em segredo do público, já que René era 26 anos mais velho e a cantora temia que seus fãs pudessem ser contra o casal, porém, quando o relacionamento dos dois foi descoberto, os seus fãs acolheram muito bem os dois.

No fim do ano de 1993, é lançado o álbum "The Colour of my Love", em que Céline, declara seu amor até então escondido pelo seu empresário, no interior da capa do álbum. Nessa altura, tornara-se numa das maiores cantoras populares de todos os tempos . "The Colour of my Love" vendeu mais de 16 milhões de cópias[58] e nele se encontra grandes sucessos , como , número 1 na Billboard "The Power of Love" e "Think Twice" (número 1 no Reino Unido). Céline ganhou diversos prémios durante esse ano, como American Music Awards, World Music Awards, várias nomeações para Grammys, e a nomeação para 2 Oscar com "When I Fall in Love" (tema do filme "Sintonia de Amor") .

Em 1995, Céline dedicou-se aos seus fãs de língua francesa, lançando "D'eux/The French álbum", que se tornou o álbum mais vendido de toda história da música francesa.

Em 1996, Céline é convidada a cantar o tema dos Jogos Olímpicos de Verão de 1996, em Atlanta, "The Power of the Dream".

Falling into You[editar | editar código-fonte]

Lançado em meio ao seu auge, o álbum "Falling into You", que inclui vários mega-hits mundiais como "Because You Loved Me" (número 1 na Billboard), "It's all Coming Back to me Now", "All by Myself"… "Falling into You" vendeu 32 milhões de cópias. Ganhando vários prémios como 2 Grammys, 4 American Music Awards, 3 World Music Awards e uma indicação ao Oscar por Melhor Canção Original por "Because you Loved Me",(tema do filme "Íntimo e Pessoal").

Em 1997, Céline é convidada para cantar o tema do filme "Titanic" "My Heart Will Go On", 1°. lugar na Billboard e também vencedora do Oscar pela em 1997. No álbum "Let's Talk About Love", que contém a canção-tema de "Titanic", também se encontram outras pérolas, como os duetos com Barbra Streisand ("Tell Him"), Luciano Pavarotti ("I Hate you then I Love you") e com o Bee Gees ("Immortality"). Vários outros sucessos foram atingidos em 1998 como "Immortality", "The Reason", "To Love You More" que fizeram o álbum vender mais de 31 milhões de cópias e colecionar 2 Grammys, 3 American Music Awards, 4 World Music Awards, 1 Globo de Ouro e muitos outros prémios.

A partir de 1996, Céline só se apresenta em grandes estádios com uma média de 45 a 200 mil pessoas por apresentação. No mesmo ano, é lançado o álbum francês "S'il suffisait d'aimer", de grande sucesso de crítica e de vendas, mantendo Céline Dion a maior estrela de língua francesa. No fim de 1998, Céline gravou o seu álbum natalino, "These are Special Times", cheio de composições inéditas e clássicos; contendo "The Prayer" (dueto com Andrea Bocelli), nomeada ao Oscar e vencedora de 1 Globo de Ouro, e "I'm Your Angel" (dueto com R. Kelly), número 1 na Billboard. "These are Special Times" vendeu 12 milhões de copias[59] .

Pausa na carreira[editar | editar código-fonte]

Em 1999, o seu marido René Angelil foi diagnosticado com câncer de laringe e a artista toma a difícil decisão de parar por um tempo indeterminado a sua carreira para cuidar do seu marido e também ter seu primeiro filho. Nesse espaço de tempo é lançada uma pequena coletânea dos seus maiores sucessos em inglês, "All The Way ... A Decade Of Song", que inclui o mega-sucesso "That's The Way It Is" e o tema do filme "O Homem Bicentenário" "Then You Look At Me". "All The Way ... A Decade of Song" se tornou uma das coletâneas mais vendidas da história com 20 milhões de cópias vendidas.

Em Setembro de 2001, a artista é convidada para cantar "God Bless America" no espetáculo de beneficência em homenagem às vítimas do ataque terrorista do World Trade Center. Céline foi a última a cantar, fechando a homenagem.

Regresso ao cenário mundial[editar | editar código-fonte]

Céline Dion durante a Taking Chances Tour concerto em Bell Centre, Montreal, em 19 de agosto de 2008.

Em 2002, Céline volta aos palcos em grande estilo com o álbum "A New Day Has Come" dedicado ao nascimento de seu primeiro filho, René Charles. "A New Day Has Come" estreou como número 1 na Billboard e em mais de 27 países e vendeu cerca de 10 milhões de copias mundialmente[60] . Em março de 2003, estréia em Las Vegas, o espetáculo "A New Day...", onde uma réplica do Coliseu de Roma foi construída especialmente para Dion cantar as suas canções em conjunto com dezenas de dançarinos, e vários efeitos especiais. O multimilionário espetáculo, que fez Céline lucrar apenas em contrato inicial mais de 100 milhões de dólares, ficou em cartaz por 5 anos - o contrato inícial era de três anos e foi prolongado por mais dois anos, devido ao enorme sucesso junto ao público, ficando em cartaz até 15 de Dezembro de 2007. "A New Day..." foi visto por mais de três milhões de espectadores. Céline Dion encerrou as apresentações do concerto "A New Day" em 15 de dezembro de 2007.

Ainda em 2003, é lançado o álbum "One Heart", que inclui "I Drove All Night", "One Heart" e "Have you Ever Been in Love". Mundialmente o álbum vendeu 5 milhões de cópias[61] . "I Drove All Night" tornou-se o tema das propagandas da Chrysler, e Céline a figura principal da promoção da tão famosa fábrica de automóveis, com um contrato de 180 milhões de dólares. No fim de 2003, foi lançado o álbum em francês "1 Fille & 4 Types", que inclui canções dos maiores compositores da língua francesa, tornando-se um grande sucesso comercial. Em 2004, em parceria com uma famosa fotógrafa Anne Geddes, a cantora lança um trabalho em homenagem aos recém-nascidos, com o título de "Miracle - A celebração de uma nova vida", no qual contém um livro com 180 fotos, um CD com canções interpretadas por Céline e um DVD com todo making of. O álbum vendeu mais de 2,5 milhões de cópias em todo o mundo[62] . Em 2005 é lançado o álbum "On ne change pas", com os grandes sucessos em francês da artista, com destaque para uma canção inédita, "Je ne vous oublie pas".

Em maio de 2007, Céline Dion lançou um novo CD em francês com título "D'elles" (700.000 cópias vendidas).

No dia 12 de novembro de 2007, Céline Dion lançou o seu novo e aguardado álbum em inglês, "Taking Chances", que vendeu mais de 3 milhões de cópias[63] . No dia 12 de dezembro de 2007, o aguardado DVD "A New Day… Live In Las Vegas" foi lançado mundialmente, que vendeu mais de 1 milhão de cópias[64] .

Céline Dion começou sua turnê mundial "Taking Chances" na África do Sul, com um espetáculo em comemoração ao aniversário de Nelson Mandela. A "Taking Chances World Tour", ao todo, passou por mais de 29 países, e 132 apresentações. Encerrou em 26 de Fevereiro de 2009, com uma apresentação em Omaha, nos Estados Unidos.

Em 24 de outubro de 2008 Céline Dion lançou terceira coletânea em inglês, "My Love: Essential Collection", vendido a mais de 2 milhões de cópias[65] .

Depois de uma turnê mundial que rendeu mais de 300 milhões de dólares em um ano, Céline está aproveitando uma nova pausa em sua carreira, de dezoito meses, que vai aproveitar para tentar ter o seu segundo filho. Celine teve um aborto espontâneo nos primeiros meses de gestação. Após este aborto, Dion engravidou, dando à luz os gêmeos Nelson e Eddy no dia 23 de outubro de 2010.[66]

No dia 27 de Fevereiro de 2011, Céline participou pela 7ª vez da festa do Óscar, tornando-se a artista que mais se apresentou nos Prêmios da Academia. Ela cantou a música "Smile", de Charles Chaplin, durante o 'In Memorian' (momento no qual há uma homenagem às pessoas ligadas ao cinema que faleceram no ano anterior). Além disso, Céline também tornou-se a pessoa que mais participou do famoso programa da Oprah, o Oprah Winfrey Show.

Céline voltou ao Caesar's Palace, em Las Vegas, para residir por mais 3 anos no Coliseum, onde ela se apresentou com o show "A New Day... Live in Las Vegas". Ela atualmente apresenta o novo espetáculo, que se chama "Céline", junto a uma orquestra de 31 músicos. A nova temporada de shows teve início no dia 15 de Março de 2011 e conta com vários efeitos, incluindo a holografia, luzes laser centrais, situações em 4D e uma queda d'água durante a música My Heart Will Go On ('Titanic' Theme), que encerra o concerto.

O espetáculo já é sucesso de crítica e arrecadou 89 milhões de dólares somente nas primeiras 50 apresentações. O repertório está recheado de vários sucessos de Céline, incluindo "Where Does My Heart Beat Now", uma de suas primeiras músicas em inglês. Também há homenagens a outros artistas, como nas músicas "Ne Me Quitte Pas" (Jacques Brél), "You'll Have To Swing It (Mr. Paganini)" (Ella Fitzgerald), dentre outras. Há também um medley de músicas-tema de filmes do James Bond.

Céline atualmente está voltando ao cenário musical em grande estilo. Depois de uma polêmica envolvendo Daniel Merriweather sobre a música "Water And A Flame", que seria a música título do novo álbum de Céline em inglês, Celine lançou no dia 05 de novembro de 2013 "Loved Me Back To Life", que vendeu 1,5 milhões de cópias[67] .

Em 13 de agosto de 2014, a cantora confirma em seu site oficial o cancelamento de todos os shows de seu show "Céline" em Las Vegas, assim como a prevista turnê na Ásia previamente anunciada, para cuidar da saúde de seu marido, operado em dezembro de 2013 para remover um tumor cancerígeno na garganta. A decisão pôs a carreira de Céline em hiato, assim como aconteceu antes de "A New Day Has Come".[68]

Banda de Apoio[editar | editar código-fonte]

Instrumento Integrantes
Piano Claude 'Mégo' Lemay
Guitarra André Coutu
Baixo Marc Langis
Percussão Paul Picard
Bateria Dominique Messier
Teclado Yves Frulla
Violino Jean Sebastien Carré

Vozes Ornamentais[editar | editar código-fonte]

Integrantes
Barnev Valsaint
Élise Duguay
Julie Leblanc

Discografia de álbuns[editar | editar código-fonte]

Álbuns de estúdio[editar | editar código-fonte]

Em francês

Em inglês

Coletâneas[editar | editar código-fonte]

Em francês

Coletâneas em inglês

Álbuns ao vivo[editar | editar código-fonte]

  1. Céline Dion en concert (1985)
  2. Live Unison (1991)
  3. The Concert Of My Love (1993)
  4. L'Olympia (1994)
  5. Live à Asia (1995)
  6. Live à Paris (1996)
  7. Live In TVC (1997)
  8. Live In Brunei (1997)
  9. Live In Memphis (1998)
  10. Au Cœur Du Stade (1999)
  11. A New Day... Live in Las Vegas (2004)
  12. Taking Chances World Tour: The Concert (2010)
  13. Tournée Mondiale Taking Chances - Le Spectacle (2010)

Discografia de singles[editar | editar código-fonte]

  • Ce n'était qu'un rêve (1981)
  • D'amour ou d'amitié (1982)
  • Mon ami m'a quittée (1983)
  • Une colombe (1984)
  • C'est pour vivre (1985)
  • C'est pour toi (1985)
  • Mélanie (1986)
  • Ne partez pas sans moi(1988)
  • Where Does My Heart Beat Now (1990)
  • L'Amour Existe Encore (1991)
  • Des mots qui sonnent (1991)
  • Le blues du businessman (1991)
  • Un garçon pas comme les autres (1991)
  • Beauty And The Beast (com Peabo Bryson) (1991)
  • If You Asked Me To (1992)
  • Love Can Move Mountains (1992)
  • Nothing Broken But My Heart (1992)
  • Water From The Moon (1992)
  • When I Fall In Love (with Clive Griffin) (1993)
  • The Power Of Love (1993)
  • Misled (1993)
  • Think Twice (1993)
  • Only One Road (1993)
  • The Colour Of My Love (1993)
  • Pour que tu m'aimes encore (1995)
  • Je sais pas (1995)
  • Destin (1995)
  • J'irai où tu iras (1995)
  • J'attendais (1995)
  • Prière païenne (1995)
  • Vole (1995)
  • The Power of the Dream (1996)
  • Because You Loved Me (1996)
  • Falling Into You (1996)
  • Make You Happy (1996)
  • It's All Coming Back To Me Now (1996)
  • Dreamin'Of You (1996)
  • All by Myself (1996)
  • Sola Otra Vez (1996)
  • Tell Him (com Barbra Streisand) (1997)
  • My Heart Will Go On (1997)
  • [Immortality] (1997)
  • The Reason (1997)
  • Love Is On The Way (1997)
  • Love Is On The Way (1997)
  • To Love You More (1995/97)
  • Be The Man (1997)
  • S'il suffisait d'aimer (1998)
  • Zora sourit (1998)
  • On ne change pas (1998)
  • Dans un autre monde (1998)
  • I'm Your Angel (com R. Kelly) (1998)
  • The Prayer (com Andrea Bocelli) (1998)
  • That's The Way It Is (1999)
  • All The Way (com Frank Sinatra) (1999)
  • Then You Look At Me (1999)
  • I Want You To Need Me (1999)
  • Sous le vent (com Garou) (2001)
  • God Bless America (2001)
  • A New Day Has Come (2002)
  • I'm Alive (2002)
  • Goodbye's (2002)
  • I Drove All Night (2003)
  • Have You Ever Been In Love (2003)
  • One Heart (2003)
  • Tout l'or des hommes (2003)
  • Je t'aime encore (2004)
  • Contre nature (2004)
  • You And I (2004)
  • Je lui dirai (2004)
  • Je ne vous oublie pas (2005)
  • Et s'il n'en restait qu'une (2007)
  • Immensité (2007)
  • A cause (2007)
  • On s'est aimé à causé (2007)
  • Taking Chances (2007)
  • Eyes On Me (2007)
  • A World to Believe In (2008)
  • Alone (2008)
  • There Comes A Time (Let Me Be Your Soldier) (2008)
  • Parler À Mon Père (2012)
  • Le Miracle (2012)
  • Qui Peut Vivre Sans Amour (2013)
  • Loved Me Back To Life (2013)

Videografia[editar | editar código-fonte]

  • Unison (1991)
  • The Colour of My Love Concert (1995)
  • Live à Paris (1996)
  • Live In Memphis (1997)
  • Au coeur du stad (1999)
  • All the Way ... A Decade Of Song & Video (2000)
  • On Ne Change Pas (2005)
  • Live In Las Vegas: A New Day (2007)
  • Sur les plains (2008)
  • Taking Chances World Tour: The Concert (2010)
  • Tournée Mondiale Taking Chances - Le Spectacle (2010)
  • Through The Eyes Of The World (2010)

Referências[editar | editar código-fonte]

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Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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