Ir para o conteúdo

Cláudio Manuel da Costa

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Cláudio Manoel da Costa)
Cláudio Manuel da Costa
Nascimento5 de junho de 1729
Mariana
Morte4 de julho de 1789 (60 anos)
Ouro Preto
CidadaniaBrasil
Alma mater
Ocupaçãoescritor, músico, advogado, poeta
Causa da morteforca

Cláudio Manuel da Costa (Vila do Ribeirão do Carmo, 5 de junho de 1729 — Vila Rica, 4 de julho de 1789) foi um poeta, advogado e magistrado luso-brasileiro, considerado um dos introdutores do Arcadismo no Brasil e um dos principais autores da literatura brasileira do século XVIII.[1][2]

Formado em Cânones pela Universidade de Coimbra, exerceu intensa atividade jurídica e administrativa na Capitania de Minas Gerais, ao mesmo tempo em que produziu uma obra poética marcada pelo pastoralismo, pela influência clássica e pela representação da paisagem mineira.[3]

Sua participação na Inconfidência Mineira e sua morte na prisão, em circunstâncias ainda debatidas pela historiografia, contribuíram para consolidar sua imagem como uma das figuras mais emblemáticas da cultura brasileira colonial.[4]

Origem e família

[editar | editar código]

Cláudio Manuel da Costa nasceu em 5 de junho de 1729, na então Vila do Ribeirão do Carmo, atual Mariana, na Capitania de Minas Gerais.[5][6]

Era filho do português João Gonçalves da Costa, minerador e proprietário rural, e de Teresa Ribeiro de Almeida. Sua família integrava a elite econômica local, beneficiada pela exploração aurífera.[7]

A experiência da sociedade mineradora e da paisagem montanhosa de Minas Gerais exerceria influência duradoura sobre sua imaginação poética.[8]

Estudos em Coimbra

[editar | editar código]

Em 1749, seguiu para Portugal e matriculou-se na Universidade de Coimbra, onde cursou Cânones.[9][10]

Graduou-se em 1753, antes das reformas pombalinas de 1772. Durante sua permanência em Coimbra, teve contato com autores clássicos como Virgílio e Horácio, além da tradição neoclássica italiana e portuguesa.[11][12]

Também nesse período iniciou sua produção poética.[13]

Retorno a Minas Gerais

[editar | editar código]

Retornou ao Brasil em 1754, fixando-se em Vila Rica, onde passou a exercer a advocacia.[14]

Ao longo das décadas seguintes, consolidou-se como um dos mais prestigiados juristas da capitania, ao mesmo tempo em que desenvolveu intensa atividade literária.[15]

Sua poesia passou a refletir a tensão entre os modelos clássicos europeus e a realidade física e histórica da América portuguesa.[16][17]

Formação e atuação profissional

[editar | editar código]

De volta à Capitania de Minas Gerais, Cláudio Manuel da Costa consolidou-se como um dos mais respeitados advogados de Vila Rica. Sua formação jurídica em Coimbra, aliada às conexões familiares e à posição econômica que possuía, favoreceu sua rápida inserção nos círculos dirigentes da administração colonial.[18][19]

Atuou em causas envolvendo mineradores, comerciantes, irmandades religiosas e agentes da Coroa portuguesa.[20] Exerceu cargos públicos de relevo, entre os quais o de secretário do governo da capitania e procurador de instituições locais.[21] Por incumbência da Câmara de Vila Rica, elaborou em 1758 a Carta Topográfica de Vila Rica e seu Termo, documento cartográfico de grande importância para a história urbana da cidade.[22]

Sua casa em Vila Rica tornou-se ponto de encontro de intelectuais e membros da elite local. Nela realizavam-se saraus e reuniões frequentados por figuras como Tomás Antônio Gonzaga e Alvarenga Peixoto.[23]

Em 1768, participou da fundação da Arcádia Ultramarina, associação literária inspirada nas academias arcádicas europeias. Como era costume entre seus integrantes, adotou o pseudônimo pastoral Glauceste Satúrnio.[24][25]

Sua trajetória exemplifica a figura do homem de letras do século XVIII: um intelectual que conciliava erudição clássica, atividade burocrática, exercício profissional e participação na vida política colonial.[26]

A posição de destaque que alcançou na sociedade mineira também o aproximou das tensões políticas e fiscais que marcaram o final do período aurífero e culminaram na Inconfidência Mineira.[27][28]

Obra literária

[editar | editar código]

A obra de Cláudio Manuel da Costa é considerada um marco fundador do Arcadismo no Brasil e uma das expressões mais importantes da literatura produzida na América portuguesa no século XVIII.[1][2] Sua poesia incorporou os princípios do Neoclassicismo, como o equilíbrio formal, a imitação dos autores da Antiguidade e a idealização da vida pastoril, ao mesmo tempo em que registrou a experiência histórica e geográfica das Minas setecentistas.[29]

Embora tenha iniciado sua produção ainda nos anos de Coimbra, foi em Minas Gerais que elaborou a maior parte de sua obra e consolidou sua reputação como poeta.[30]

Obras poéticas

[editar | editar código]

Publicada em Lisboa, em 1768, Obras poéticas foi a única coletânea organizada pelo autor em vida.[31] O volume reúne sonetos, éclogas, epístolas e canções, compondo um conjunto representativo da estética arcádica.[29]

Nos poemas, o repertório bucólico tradicional convive com imagens inspiradas na paisagem de Minas Gerais. Essa fusão entre convenções clássicas e experiência colonial é um dos traços distintivos de sua poesia.[17]

Vila Rica

[editar | editar código]

O poema épico Vila Rica, provavelmente composto entre as décadas de 1770 e 1780 e publicado postumamente, narra a ocupação do território mineiro e a fundação da cidade de Vila Rica.[32][33]

Inspirado em modelos como a Eneida, de Virgílio, o poema busca conferir dimensão heroica à história de Minas Gerais e à expansão do domínio português no interior da América.[34]

Temas e características

[editar | editar código]

Entre os temas mais recorrentes de sua poesia destacam-se:

  • a idealização da natureza;
  • o amor pastoril;
  • a melancolia;
  • o sentimento de exílio;
  • a passagem do tempo;
  • a reflexão sobre a morte;
  • a tensão entre natureza e civilização.

Antonio Candido e Alfredo Bosi ressaltaram que, em Cláudio Manuel, a paisagem mineira rompe frequentemente a harmonia convencional do pastoralismo europeu, introduzindo um sentimento de inadequação e estranhamento.[16][35]

Laura de Mello e Souza interpreta sua obra como um espaço de diálogo entre a tradição clássica e as experiências modernas da sociedade mineradora setecentista.[17]

Pseudônimo arcádico

[editar | editar código]

Como integrante da Arcádia Ultramarina, Cláudio Manuel da Costa adotou o pseudônimo pastoral Glauceste Satúrnio, nome pelo qual passou a ser referido em ambientes literários e em algumas de suas composições.[36][37]

Participação na Inconfidência Mineira

[editar | editar código]

Cláudio Manuel da Costa participou da Inconfidência Mineira, conspiração articulada entre 1788 e 1789 por membros da elite da Capitania de Minas Gerais que pretendiam proclamar a independência da região em relação a Portugal.[38][39]

Entre os envolvidos encontravam-se Tomás Antônio Gonzaga, Alvarenga Peixoto, o cônego Luís Vieira da Silva e Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes.[40]

Em razão de seu prestígio como jurista e de sua posição entre os letrados mineiros, Cláudio Manuel ocupou lugar de destaque no grupo. A historiografia sugere que sua contribuição esteve associada sobretudo à formulação de argumentos jurídicos e políticos favoráveis à emancipação da capitania.[41][42]

Alguns autores indicam ainda que sua residência em Vila Rica teria servido como espaço de reunião para os conspiradores.[43]

O movimento foi denunciado por Joaquim Silvério dos Reis em março de 1789, levando à instauração de uma devassa e à prisão de diversos envolvidos.[44]

Cláudio Manuel da Costa foi preso em 23 de maio de 1789 e recolhido à Casa dos Contos, onde prestou depoimentos às autoridades coloniais.[45]

Sua morte, ocorrida poucas semanas depois, interrompeu o processo e contribuiu para associar sua trajetória literária à memória política da Inconfidência Mineira.[46]

Prisão e morte

[editar | editar código]
A Casa dos Contos, em Ouro Preto, onde Cláudio Manuel da Costa esteve preso e morreu em 1789.

Cláudio Manuel da Costa foi preso em 23 de maio de 1789, em decorrência da devassa instaurada para investigar a Inconfidência Mineira.[45] Após os primeiros interrogatórios, foi recolhido à Casa dos Contos, em Vila Rica.[47]

Na madrugada de 4 de julho de 1789, foi encontrado morto em sua cela. O registro oficial atribuiu a morte a suicídio por enforcamento, hipótese aceita por parte da historiografia.[48][49]

Joaquim Norberto de Souza e Silva (1820-1891), pesquisador e colaborador do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro, assim escreve em sua obra "História da Conjuração Mineira" (1860), no capítulo XVII - "Ainda os interrogatórios":

Na manhã de 4 de julho de 1789, o desembargador Pedro José Araújo de Saldanha e o doutor José Caetano César Manitti, acompanha­dos do tabelião Antônio Joaquim de Macedo e do escrivão da ouvidoria José Veríssimo da Fon­seca se dirigiram à casa do Real Contrato das Entradas e aí deferiram juramento aos cirurgiões aprovados Caetano José Cardoso e Manuel Fernandes Santiago, e parando ante um dos segre­dos[nota 1] ordenaram a sua abertura a Joaquim José Ferreira, alferes do esquadrão de cavalaria da guarda do vice-rei, que ali estava aquartelado com a sua companhia, e fazia a guarda dos presos. Aberta a porta, uma cena lúgubre se apresentou aos olhos dos ministros e de sua comitiva. Um cadáver pendia de uma espécie de armário que não pudera ser removido daquele segredo. Era o dr. Cláudio Manuel da Costa! Lavrou a justiça com as formalidades do es­tilo o auto do corpo de delito e exame, e mandou sepultar o cadáver, sem as formalidades religiosas e em chão profano. Motivou a notícia deste acontecimento mil boatos, e ninguém ­acreditou que a morte do ilustre poeta fosse voluntária. Até aqui também a história sem os documentos oficiais, parando ante o cadáver do dr. Cláudio Manuel da Costa, encontrado em seu cárcere pendente de um baraço,[nota 2] hesitava entre a ideia de um suicídio ou de uma premeditação criminosa dos ministros do governo colonial. Sabe-se hoje, segundo as peças do longo processo, que espontânea fora sua morte. Ah! e que longa agonia não sofreu ele, como indicava a posição de seu cadáver tendo uma liga por baraço, pendente de um armário, com um dos joelhos firmado sobre uma das prateleiras e o braço direito forcejando debaixo para cima contra a tábua na qual prendera o baraço, como procurando estreitar o fatal laço que zombara da gravidade de seu corpo, já tão debilitado pelos anos e trabalhos!...[48]

Debate historiográfico

[editar | editar código]

Desde o século XIX, as circunstâncias da morte do poeta são objeto de controvérsia. Alguns autores consideram improvável a hipótese de suicídio e sugerem que ele possa ter sido assassinado para impedir novas revelações durante o processo.[50][51]

Kenneth Maxwell observa que a documentação disponível não permite uma conclusão definitiva, embora considere plausível o suicídio diante da pressão psicológica e do isolamento a que o poeta estava submetido.[52]

Ivo Porto de Menezes, por sua vez, aponta inconsistências nos relatos oficiais e sustenta que a questão permanece em aberto.[50]

Sepultamento

[editar | editar código]

Seus restos mortais encontram-se sepultados na Igreja de São Francisco de Assis, em Ouro Preto.[53]

A morte de Cláudio Manuel da Costa consolidou a imagem do poeta como figura trágica da cultura brasileira, associando sua trajetória literária ao desfecho dramático da Inconfidência Mineira.[46][54]

Recepção crítica

[editar | editar código]

A obra de Cláudio Manuel da Costa é considerada um marco na formação da literatura brasileira e, em geral, apontada como a manifestação inaugural do Arcadismo no Brasil.[55][1][2]

Século XIX

[editar | editar código]

A crítica oitocentista enfatizou sobretudo o caráter pioneiro de sua produção. José Veríssimo identificou em Cláudio Manuel o primeiro poeta brasileiro a assimilar de forma sistemática os modelos clássicos e a adaptá-los à realidade da América portuguesa.[55]

Em 1896, o próprio Veríssimo publicou a Notícia biográfica de Cláudio Manoel da Costa na Revista do Arquivo Público Mineiro, contribuindo para consolidar sua imagem como figura central da história literária e política de Minas Gerais.[56]

Século XX

[editar | editar código]

Ao longo do século XX, a crítica passou a valorizar a complexidade estética e histórica de sua obra.

Antonio Candido interpretou sua poesia como expressão da tensão entre o ideal arcádico e a experiência concreta do mundo colonial mineiro.[2]

Alfredo Bosi destacou o sentimento de inadequação e melancolia que atravessa seus versos, nos quais a aspereza da paisagem mineira rompe a serenidade convencional do pastoralismo europeu.[35]

Massaud Moisés enfatizou o rigor formal de sua produção e o papel desempenhado pelo poeta na consolidação do Neoclassicismo na literatura brasileira.[29]

Ivo Porto de Menezes, em estudo biográfico de referência, analisou as relações entre trajetória pessoal, atividade pública e produção poética.[57]

Interpretações contemporâneas

[editar | editar código]

Estudos mais recentes têm destacado o caráter híbrido de sua obra.

Laura de Mello e Souza argumenta que a poesia de Cláudio Manuel articula, de maneira singular, elementos da tradição clássica e experiências modernas associadas à sociedade mineradora setecentista.[17]

Ivan Teixeira ressalta sua capacidade de adaptar convenções literárias europeias ao contexto da América portuguesa, conferindo originalidade à representação da paisagem mineira.[58]

A crítica contemporânea tende a reconhecer em Cláudio Manuel da Costa não apenas um introdutor do Arcadismo, mas um autor cuja obra expressa as tensões entre colônia e metrópole, tradição e modernidade, natureza e civilização.[59]

Edifício que abrigou a Casa de Câmara e Cadeia de Vila Rica, hoje Museu da Inconfidência.

Cláudio Manuel da Costa é considerado um dos fundadores da literatura brasileira e um dos mais importantes representantes do Arcadismo no Brasil.[1][2] Sua obra desempenhou papel decisivo na adaptação do Neoclassicismo europeu à realidade cultural e paisagística da América portuguesa.[17]

Sua participação na Inconfidência Mineira e a morte na prisão contribuíram para transformar sua trajetória em símbolo da cultura letrada e da memória política do Brasil colonial.[60]

É o patrono da cadeira n.º 8 da Academia Brasileira de Letras, escolhida por Alberto de Oliveira no momento da fundação da instituição.

Seu nome foi atribuído a escolas, bibliotecas, ruas e instituições culturais em várias cidades brasileiras, especialmente em Minas Gerais.[61]

Em Mariana e Ouro Preto, sua memória é preservada em monumentos, placas comemorativas e roteiros históricos relacionados à literatura e à Inconfidência Mineira.[62]

Sua obra permanece presente em antologias, programas escolares e estudos acadêmicos nas áreas de Letras, História e Estudos Literários.[29][59]

A edição crítica de sua produção em A poesia dos inconfidentes, organizada por Domício Proença Filho, contribuiu para renovar o interesse pela leitura e interpretação de seus textos.[63]

Obras principais

[editar | editar código]

A produção literária de Cláudio Manuel da Costa compreende poesia lírica, épica e textos ocasionais. Parte significativa de sua obra foi preservada em manuscritos e publicada apenas postumamente.[63][33]

Poemas notáveis

[editar | editar código]

Entre as composições mais estudadas do autor destacam-se:

  • Fábula do Ribeirão do Carmo
  • Leia a posteridade, ó pátrio Rio
  • Éclogas assinadas sob o pseudônimo Glauceste Satúrnio

Obras poéticas e Vila Rica são geralmente consideradas as realizações centrais do autor, por sintetizarem a adaptação dos modelos neoclássicos europeus ao contexto histórico e geográfico da América portuguesa.[1][2]

Representações na cultura

[editar | editar código]

Cláudio Manuel da Costa foi retratado em produções cinematográficas e televisivas, entre as quais:

Ver também

[editar | editar código]

Notas

  1. ↑ Prisão rigorosa, incomunicável, segundo o Dicionário Michaelis
  2. ↑ Corda ou laço para enforcamento, segundo o Dicionário Aulete
  3. ↑ A bibliografia completa do autor surge em A Poesia dos Inconfidentes, Obra completa de Cláudio Manuel da Costa, Editora Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2002

Referências

  1. 1 2 3 4 5 Bosi 2006, pp. 89-95.
  2. 1 2 3 4 5 6 Candido 2009, pp. 77-98.
  3. ↑ Teixeira 2005, pp. 15-54.
  4. ↑ Maxwell 2010, pp. 193-198.
  5. ↑ Teixeira 2005, p. 11.
  6. ↑ Resende 1983, p. 7.
  7. ↑ Menezes 1998, pp. 19-24.
  8. ↑ Souza 2010, pp. 103-105.
  9. ↑ Teixeira 2005, pp. 17-24.
  10. ↑ Veríssimo 1896, pp. 645-647.
  11. ↑ Bosi 2006, pp. 89-91.
  12. ↑ Moisés 2001, pp. 123-126.
  13. ↑ Resende 1983, pp. 15-18.
  14. ↑ Teixeira 2005, p. 29.
  15. ↑ Menezes 1998, pp. 43-60.
  16. 1 2 Candido 2009, pp. 85-88.
  17. 1 2 3 4 5 Souza 2010, pp. 101-114.
  18. ↑ Teixeira 2005, pp. 29-35.
  19. ↑ Menezes 1998, pp. 43-67.
  20. ↑ Resende 1983, pp. 23-27.
  21. ↑ Veríssimo 1896, pp. 648-650.
  22. ↑ Menezes 1998, pp. 71-74.
  23. ↑ Menezes 1998, pp. 181-184.
  24. ↑ Bosi 2006, p. 90.
  25. ↑ Candido 2009, p. 83.
  26. ↑ Souza 2010, pp. 102-104.
  27. ↑ Souza 2006, pp. 247-259.
  28. ↑ Maxwell 2010, pp. 81-92.
  29. 1 2 3 4 Moisés 2001, pp. 123-131.
  30. ↑ Teixeira 2005, pp. 37-54.
  31. ↑ Resende 1983, pp. 31-38.
  32. ↑ Menezes 1998, pp. 165-184.
  33. 1 2 Teixeira 2005, pp. 81-89.
  34. ↑ Castello 1960, pp. 207-214.
  35. 1 2 Bosi 2006, pp. 92-94.
  36. ↑ Resende 1983, p. 22.
  37. ↑ Teixeira 2005, p. 48.
  38. ↑ Maxwell 2010, pp. 109-168.
  39. ↑ Chiavenato 1989, pp. 73-118.
  40. ↑ Autos da Devassa da Inconfidência Mineira 1976, pp. 45-58.
  41. ↑ Teixeira 2005, pp. 93-98.
  42. ↑ Menezes 1998, pp. 185-212.
  43. ↑ Souza e Silva 1873, pp. 112-118.
  44. ↑ Maxwell 2010, pp. 171-188.
  45. 1 2 Autos da Devassa da Inconfidência Mineira 1976, pp. 89-96.
  46. 1 2 Bosi 2006, p. 94.
  47. ↑ Maxwell 2010, pp. 188-194.
  48. 1 2 Souza e Silva 1873, pp. 193-197.
  49. ↑ Veríssimo 1896, pp. 651-653.
  50. 1 2 Menezes 1998, pp. 223-230.
  51. ↑ Silva 2005.
  52. ↑ Maxwell 2010, p. 194.
  53. ↑ Teixeira 2005, p. 103.
  54. ↑ Candido 2009, p. 96.
  55. 1 2 Veríssimo 1998, pp. 117-124.
  56. ↑ Veríssimo 1896, pp. 641-653.
  57. ↑ Menezes 1998, pp. 9-15.
  58. ↑ Teixeira 2005, pp. 71-90.
  59. 1 2 Roncari 2002, pp. 153-161.
  60. ↑ Teixeira 2005, pp. 99-105.
  61. ↑ Resende 1983, pp. 57-60.
  62. ↑ Menezes 1998, pp. 231-236.
  63. 1 2 Costa 2002, pp. 3-28.

Bibliografia

[editar | editar código]
  • Autos da Devassa da Inconfidência Mineira. Belo Horizonte: Imprensa Oficial de Minas Gerais. 1976 
  • Bosi, Alfredo (2006). História concisa da literatura brasileira 43 ed. São Paulo: Cultrix. ISBN 978-85-316-0189-7 
  • Candido, Antonio (2009). Formação da literatura brasileira: momentos decisivos, 1750-1880. 1 12 ed. Rio de Janeiro: Ouro sobre Azul 
  • Carvalho, Jarbas Sertório. «Cláudio Manuel da Costa». Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo (51) 
  • Castello, José Aderaldo (1960). Manifestações literárias da era colonial. São Paulo: Cultrix 
  • Chiavenato, Júlio José (1989). Inconfidência Mineira: as várias faces 2 ed. São Paulo: Contexto 
  • Iglésias, Francisco (1990). Minas Gerais. Rio de Janeiro: Nova Fronteira 
  • Maxwell, Kenneth (2010). A devassa da devassa: a Inconfidência Mineira, Brasil e Portugal, 1750-1808 8 ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra 
  • Menezes, Ivo Porto de (1998). Cláudio Manuel da Costa: o letrado dividido. Belo Horizonte: Itatiaia. ISBN 978-85-319-0467-7 
  • Moisés, Massaud (2001). História da literatura brasileira. 1. São Paulo: Cultrix. ISBN 978-85-316-0240-5 
  • Resende, Vânia Maria (1983). Cláudio Manuel da Costa. São Paulo: Ática 
  • Roncari, Luiz (2002). Literatura brasileira: dos primeiros cronistas aos últimos românticos 2 ed. São Paulo: Edusp. ISBN 978-85-314-0672-0 
  • Souza, Laura de Mello e (2006). O sol e a sombra: política e administração na América portuguesa do século XVIII. São Paulo: Companhia das Letras. ISBN 978-85-359-0891-6 
  • Teixeira, Ivan (2005). Cláudio Manuel da Costa. São Paulo: Publifolha 
  • Veríssimo, José (1998). História da literatura brasileira 8 ed. Rio de Janeiro: Topbooks 
  • Veríssimo, José (1896). «Cláudio Manoel da Costa: notícia biográfica». Ouro Preto: Imprensa Oficial de Minas Gerais. Revista do Arquivo Público Mineiro. 1 (2) 

Leituras complementares

[editar | editar código]
  • Costa, Cláudio Manuel da (2002). Domício Proença Filho, ed. A poesia dos inconfidentes: obra completa de Cláudio Manuel da Costa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar. ISBN 978-85-209-1307-9 
  • Holanda, Sérgio Buarque de (1991). Antonio Candido, ed. Capítulos de literatura colonial. São Paulo: Brasiliense 
  • Menezes, Ivo Porto de (1978). Cláudio Manuel da Costa e a Inconfidência Mineira. Belo Horizonte: Itatiaia 

Ligações externas

[editar | editar código]
Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Wikiquote Citações no Wikiquote
Wikisource Textos originais no Wikisource