Mikhail Gorbatchov

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Mikhail Gorbatchov
Михаил Горбачёв
Mikhail Gorbatchov em 2012.
Secretário-Geral do Partido Comunista da União Soviética
Período 11 de março de 1985
a 24 de agosto de 1991
Vices Egor Ligatchov (1985–1990)
Vladimir Ivashko (1990–1991)
Antecessor Konstantin Chernenko
Sucessor Vladimir Ivashko
Presidente da União Soviética[nota 1]
Período 1 de outubro de 1988
a 25 de dezembro de 1991
Vice-presidente Gennady Yanayev (1990-1991)
Antecessor Andrei Gromiko
Sucessor Cargo abolido
Dados pessoais
Nome completo Mikhail Sergueievich Gorbatchov
Nascimento 2 de março de 1931 (88 anos)
Stavropol, União Soviética
Progenitores Mãe: Maria Gopkalo
Pai: Serguei Gorbatchov
Alma mater Universidade de Moscou
Prêmio(s) Nobel da Paz (1990)
Prêmio da Paz Albert Einstein (1990)
Esposa Raíssa Gorbachova (1953–1999)
Filhos 1
Partido Independente (1991–2001, 2004–2007, 2014–presente)
União dos Social Democratas (2007–2014)
PSDR (2001–2004)
PCUS (1950–1991)
Religião Ateísmo
Profissão Jurista e agrônomo
Assinatura Assinatura de Mikhail Gorbatchov
Website The Gorbatchov Foundation
Líder da União Soviética
Chernenko  · Último titular

Mikhail Sergeyevich Gorbatchov ou Gorbachev[nota 2] (em russo: Михаи́л Серге́евич Горбачёв) GLC (Stavropol, 2 de março de 1931) é um estadista e político russo. Oitavo e último líder da União Soviética, foi Secretário-Geral do Partido Comunista da União Soviética (PCUS) de 1985 a 1991. Foi chefe de Estado do país de 1988 a 1991, na posição de Presidente do Presidium do Soviete Supremo de 1988 a 1989, Presidente do Soviete Supremo de 1989 a 1990 e Presidente da União Soviética de 1990 a 1991. Ideologicamente, sua identificação inicial era com os ideais marxistas-leninistas, tendo, entretanto, no início da década de 1990, se inclinado à social democracia.

De origens russas e ucranianas, Gorbatchov nasceu em Privolnoye, Krai de Stavropol em uma família pobre camponesa. Nascido e criado durante o governo de Josef Stalin, operava colheitadeiras em uma fazenda coletiva durante sua juventude, antes de filiar-se ao Partido Comunista, que, à época, governava a União Soviética sob um regime unipartidário de orientação marxista-leninista. Durante seus estudos na Universidade Estatal de Moscou, casou-se com sua colega de faculdade Raíssa Titarenko em 1953, dois anos antes de graduar-se em direito. Ao mudar-se para Stavropol, trabalhou para a Komsomol, organização juvenil do PCUS e, após a morte de Stalin, tornou-se um forte apoiador das reformas desestalinizadoras do líder soviético Nikita Khrushchov. Foi nomeado Primeiro Secretário do Comitê Regional de Stavropol do PCUS em 1970, posição na qual supervisionou a construção do Grande Canal de Stavropol. Em 1978, retornou a Moscou para tornar-se Secretário do Comitê Central do PCUS e, em 1979, entrou para o Politburo. Após os três anos que se seguiram desde a morte do líder soviético Leonid Brezhnev, após os breves governos de Yuri Andropov e Konstantin Chernenko, o Politburo elegeu Gorbatchov Secretário-Geral, tornando-o chefe de governo de facto, em 1985.

Apesar de seu compromisso de preservar o estado soviético e seus ideais socialistas, Gorbatchov acreditava que reformas políticas significativas eram necessárias, especialmente após o acidente nuclear de Chernobyl de 1986. Ordenou a retirada soviética da Guerra do Afeganistão e participou de diversos encontros com o presidente dos Estados Unidos Ronald Reagan para limitar a proliferação de armas nucleares e acabar com a Guerra Fria. No que diz respeito à política interna, implementou a glasnost ("publicidade"), política que aumentava as liberdades de expressão e imprensa, e a perestroika ("reestruturação"), política que objetivava descentralizar a tomada de decisões no âmbito econômico, com o propósito de aumentar a eficiência econômica. Suas medidas democratizantes e a formação do Congresso dos Deputados do Povo enfraqueceram o sistema estatal unipartidário. Gorbatchov recusou-se a intervir militarmente nos vários países do Bloco do Leste que abandonaram suas orientações marxistas-leninistas nos anos de 1989 e 1990. Um sentimento nacionalista crescente ameaçava o colapso da União Soviética, levando partidários marxistas-leninistas a tentarem um golpe de Estado contra o governo de Gorbatchov em agosto de 1991. Subsequentemente, houve a dissolução da União Soviética contra os desejos de Gorbatchov, levando-o a renunciar em dezembro. Após deixar o cargo, criou a Fundação Gorbatchov, tornou-se crítico dos governos dos presidentes russos Boris Yeltsin e Vladimir Putin, e fez campanha pelo movimento social-democrata russo.

Considerado uma das figuras mais importantes da segunda metade do século XX, Gorbatchov continua uma figura controversa. Galardoado com um grande número de prémios, incluindo o Prêmio Nobel da Paz, foi amplamente elogiado por seu papel pelo fim da Guerra Fria, pela redução dos abusos de direitos humanos na União Soviética e por sua tolerância tanto à queda dos governos socialistas do leste europeu quanto à reunificação da Alemanha. Por outro lado, na Rússia, é constantemente escarnecido por não ter impedido o colapso soviético, evento que resultou em um declínio da influência russa no mundo e precedeu uma crise econômica.

Infância e juventude[editar | editar código-fonte]

Mikhail Sergueievitch Gorbatchov (em russo: Loudspeaker.svg? Михаи́л Серге́евич Горбачёв, IPA: mʲɪxɐˈil sʲɪrˈgʲeɪvʲɪʨ gərbɐˈʨof) nasceu em 2 de março de 1931, no território de Stavropol. Filho de cristãos, seu pai, Serguei Gorbatchov (1909-1976), era russo, e sua mãe, Maria Gopkalo (1911-1993), era ucraniana.

Durante a guerra, quando o jovem Gorbatchov ainda tinha dez anos, o território onde sua família morava foi ocupado por tropas alemãs, e seu pai partiu à frente de batalha. Após a libertação da cidade, chegou à família a notícia de que o pai havia perecido entre os heróis.

Aos 13 anos, passou a dividir a escola com o trabalho de campesino, em um kolkhoz. A partir dos 15, começou a trabalhar de auxiliar de eletricista em uma maquinaria. Em 1948, foi laureado com a Ordem do Estandarte Vermelho do Trabalho, como eletricista exemplar. Aos 19 anos, candidatou-se a uma vaga no PCUS, mas seria aceito somente dois anos mais tarde, com recomendações do diretor e dos professores de sua escola. Ainda em 1950, ingressou na faculdade de Direito da Universidade Federal de Moscou, onde graduou-se em 1955. Em setembro de 1953, casou-se com Raíssa Titarenko, que conhecera na universidade. Já licenciado, trabalhou na promotoria de Stavropol, enquanto na vida política ficou encarregado da direção do departamento de agitação e propaganda do Komsomol da região, até 1962.

Carreira[editar | editar código-fonte]

Em 1961, Gorbatchov foi um dos delegados do XXII Congresso do Partido Comunista que, entre outros assuntos, definiu a ruptura sino-soviética. Em 1966, então com 35 anos, completou os estudos no Instituto Agrícola como economista-agrónomo. Começou, então, a progredir rapidamente na sua carreira política. Em 1970, foi nomeado ministro da Agricultura e, no ano seguinte, membro do Comitê Central. Em 1972, dirigiu uma delegação soviética à Bélgica e, dois anos mais tarde, em 1974, tornou-se representante do Soviete Supremo. Passou a fazer parte do Politburo em 1979. Lá recebeu a protecção de Iuri Andropov, chefe do KGB, também natural de Stavropol, e foi promovido durante o breve período em que Andropov fora líder da União Soviética, antes da sua morte, em 1984.

As posições que tomou no partido deram-lhe a oportunidade de realizar viagens a diversas partes do mundo, o que terá influenciado o seu ponto de vista político e social, como líder do seu país. Em 1975, dirige uma delegação à República Federal da Alemanha e em 1983 lidera outra ao Canadá, onde se encontra com o primeiro-ministro Pierre Trudeau, com os membros da Câmara dos Comuns e do Senado.

Governo[editar | editar código-fonte]

Gorbatchov presidindo sessão do Soviete Supremo da URSS.

Com a morte de Konstantin Chernenko, Mikhail Gorbatchov é eleito pelo Politburo como líder da União Soviética, a 11 de março de 1985.

No posto, inaugura diversas reformas e campanhas, que a longo prazo conduziriam o país a uma economia de mercado, ao fim do monopólio do poder central do PCUS e, posteriormente, à desintegração da União Soviética.

Uma de suas primeiras atividades políticas foi a contraditória campanha contra o alcoolismo, criada em 1985, que levou a um aumento de 45% nos preços das bebidas alcoólicas,[2] e consequentemente a uma redução na produção de álcool e vinhos e à escassez de açúcar nos mercados por conta da produção clandestina de bebidas alcoólicas. Por outro lado, a sociedade percebeu um aumento na expectativa de vida e uma considerável redução no número de crimes cometido sob efeito do álcool.

Em 1986, Gorbatchov teria de lidar com o acidente nuclear de Chernobil, após a explosão do reator da usina da cidade, localizada na Ucrânia, que provocou uma onda de radiação por toda a Europa.

Economia[editar | editar código-fonte]

A máxima econômica do governo de Gorbatchov era a aceleração, frequentemente associada ao aumento da produção industrial e consequente melhora no bem-estar da população em um rápido período. A campanha acabou contribuindo para as primeiras cooperativas e iniciativas de reforma. A transformação das companhias financiadas pelo estado em companhias autossuficientes, junto da retirada das restrições ao mercado externo, representou a introdução dos primeiros elementos de uma economia de mercado dentro da União Soviética, até então um país socialista. A introdução de sistemas de cartão de crédito para o comércio de alimentos culminaria na hiperinflação, resultando no baixo poder de compra e posterior desaparecimento de produtos alimentícios dos estoques. Sob Gorbatchov, a dívida externa da União Soviética só crescia. Em 1985, a dívida externa era de 31,3 bilhões, enquanto em 1991, o valor era de 70,3 bilhões. [3]

Índice 1985 1991
Reservas de ouro 2500 t. 240 t.
Dívida externa US$ 31,3 bilhões US$ 70,3 bilhões
Rublo/dólar 0,64 rublos/dólar 90 rublos/dólar
Crescimento econômico +2,3% -11%

Política[editar | editar código-fonte]

As reformas políticas de Gorbatchov introduziram eleições para o Soviete Supremo e comitês regionais, a anistia ao cientista e crítico Andrei Sakharov, seguida do término da perseguição a dissidentes, a remoção da censura na mídia e em trabalhos culturais e a supressão de conflitos locais, com destaque à manifestação dos jovens em Alma-Ata, à intervenção no Azerbaijão e à repressão aos movimentos nacionalistas das repúblicas do Báltico. Eventos importantes marcaram o modelo político de Gorbatchov, incluindo:

  • A reforma interna no PCUS, resultando na formação de diversas plataformas políticas e na consequente abolição do sistema unipartidário, com a remoção constitucional do artigo que definia o Partido como a força motriz e guia da nação.
  • A reabilitação das vítimas do regime de Stálin, após décadas de silêncio.
  • O fim da Guerra do Afeganistão e a retirada das tropas soviéticas.
  • A intervenção do exército em Baku, na madrugada de 20 de janeiro de 1990, contra a Frente Popular do Azerbaijão. Mais de 130 pessoas morreram, incluindo mulheres e crianças.

A política da Glasnost foi um dos pontos principais do governo de Gorbatchov. Apresentado em 1986, em meio a conflitos nacionalistas e à insatisfação social, o projeto consistia na abertura política, que tinha por objetivo trazer ao país a transparência e a liberdade de expressão.

Política externa[editar | editar código-fonte]

Em 1985, Gorbatchov viajou ao Reino Unido, onde encontrou-se com Margaret Thatcher, após um período de tensas relações entre a primeira-ministra britânica e os antecessores de Gorbatchov no Kremlin. Em 1988, o presidente soviético anuncia que a o país abandonava oficialmente a Doutrina da Soberania Limitada, ao admitir que a Europa de Leste tinham o direito de adotar regimes democráticos, se desejassem. Seu porta-voz, Guennadi Guerassimov, em tom cômico, denominou esta disposição como Doutrina Sinatra. Isto levou à corrente de revoluções ocorridas nos países do Pacto de Varsóvia, através das quais o socialismo entrou em colapso. Essas revoluções ocorreram de forma pacífica e diplomática, como na Alemanha, com a queda do muro de Berlim, sendo a única exceção a Romênia, cujo recém-instalado governo revolucionário julgou e executou o ditador Nicolae Ceausescu. Terminava assim a Guerra Fria, o que justificou a atribuição do Nobel da Paz a Gorbatchov, em 15 de Outubro de 1990

A crise[editar | editar código-fonte]

Ver artigo principal: Queda da União Soviética

A gradual democratização da União Soviética levou à perda de poder por parte do Partido Comunista, resultando na divisão do Partido entre as alas liberal, moderada e conservadora. A ala liberal, chefiada por Boris Iéltsin e Anatoli Sobtchak, defendia uma abertura completa do país para o capitalismo e a independência de todas as repúblicas que estavam sob domínio soviético. A ala moderada, liderada pelo próprio Gorbatchov, defendia a manutenção do Estado soviético e a continuação das reformas políticas e econômicas, enquanto a ala conservadora, liderada por Egor Ligatchov e Guennadi Ianaiev e composta dos políticos conhecidos como linhas-duras, era partidária da instalação de um novo regime que desse fim às reformas neoliberais e iniciassem um novo período político e econômico para a URSS. Em poucos dias, um impasse político se instauraria na União Soviética.

Em agosto de 1991, os conservadores se aliaram ao KGB para derrubar Gorbatchov e dar fim às suas reformas. Os liberais, porém, com o comando de Boris Iéltsin, enfrentaram os golpistas para manter Gorbatchov no poder. Entre 19 e 21 de agosto, o presidente soviético foi encarcerado em uma dacha na Crimeia. Enquanto isso, em Moscou, os liberais detinham os golpistas, e passados os três dias, Gorbatchov retornou ao poder.

Os planos de Iéltsin, contudo, não eram favoráveis a Gorbatchov. Conforme o líder liberal ganhava cada vez mais partidários, a popularidade de Gorbatchov abaixava constantemente. O presidente demitiu e encomendou a prisão dos membros do Politburo que tomaram a iniciativa do golpe e que mais tarde ficariam conhecidos como a Gangue dos Oito.

Boris Iéltsin, que antes defendera Gorbatchov, agora tomava o poder de suas mãos. Declarando a Rússia uma república independente da União Soviética, Iéltsin proíbe a atividade do PCUS em solo russo, e em 8 de dezembro alia-se aos presidentes de Ucrânia e Bielorrússia para apresentar a soberania destes países sobre o poder central soviético. Neste momento, os dois poderes se conflitavam. Sem qualquer domínio ou autoridade, Gorbatchov, representando a URSS, reconhece a vitória de Iéltsin e a independência das ex-repúblicas soviéticas, e então resigna ao cargo, sem antes declarar a União Soviética oficialmente extinta. Toda a estrutura governamental soviética tornava-se nula, bem como o posto de Gorbatchov. Na noite de 25 de dezembro de 1991, a bandeira soviética foi retirada do mastro do Kremlin, o mais alto símbolo de poder na Rússia.

Vida pós-soviética[editar | editar código-fonte]

Em termos gerais, Gorbatchov é bem visto no mundo Ocidental graças à sua contribuição para o fim da Guerra Fria. Contudo, na Rússia, a sua reputação não é tão favorável devido à crise económica e social que se instalou logo após a queda da URSS.

Criou a Fundação Gorbatchov em 1992. Em 1993, fundou também a Cruz Verde Internacional. Foi um dos principais promotores da Carta da Terra, em 1994. Tornou-se, igualmente, membro do Clube de Roma.

A 17 de Junho de 1995 foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem da Liberdade de Portugal.[4]

Obteve menos de um por cento dos votos na eleição presidencial de 1996.[5]

Gorbatchov encontra-se com o presidente Vladimir Putin.

Em 1997, Gorbatchov entrou num anúncio da Pizza Hut, que passou na televisão norte-americana.

A 26 de Novembro de 2001, Gorbatchov fundou, igualmente, o Partido Social Democrata Russo, como resultado da união de vários partidos que partilhavam esta ideologia. Demitiu-se como líder partidário em Maio de 2004 em consequência de desacordos com o presidente do partido em relação às opções tomadas durante as eleições de Dezembro de 2003.

No início de 2004, Gorbatchov registrou a sua marca de nascença, na testa, devido à sua utilização por uma marca de vodka que lhe fazia referência. O caso é tanto mais curioso quanto Gorbatchov implementou algumas leis de combate ao alcoolismo enquanto líder da União Soviética. A referida marca de vodka entretanto mudou de rótulo.

Em 8 de Fevereiro de 2004, foi galardoado com um Grammy, juntamente com Bill Clinton e Sophia Loren pela narração conjunta do disco Prokofiev: Peter and the Wolf/Beintus: Wolf Tracks sobre Pedro e o lobo, de Prokofiev, uma versão moderna da história, com intuitos ecológicos - o que vai ao encontro das preocupações ambientais que têm marcado os últimos anos.

É considerado crítico do presidente Vladimir Putin. Em 2011, vinte anos após sua renúncia, Gorbatchov aconselhou que Putin deixasse a presidência, por conta da onda de protestos em massa que tomaram conta do país após as eleições legislativas daquele ano, afirmando que para salvar tudo o que o presidente já fez de positivo, ele teria de renunciar. Putin respondeu às críticas de Gorbatchov através de seu porta-voz, enfatizando que um ex-líder que conseguiu quebrar o país hoje pede a renúncia de outro líder que salvou a Rússia do mesmo destino.[6]

Notas

  1. Cargo denominado Presidente do Presidium do Soviete Supremo entre 1 de outubro de 1988 e 25 de maio de 1989, Presidente do Soviete Supremo de 25 de maio de 1989 a 15 de março de 1990 e Presidente da União Soviética de 15 de março de 1990 a 25 de dezembro de 1991.
  2. Devido à falta de convenções para a transcrição do alfabeto cirílico ao latino, seu nome é corriqueiramente grafado como Gorbatchev, Gorbachev, Gorbatchof, Gorbatchov, entre outras variações. Uma possível transcrição fonética para o português seria Mihaíl Sirguiêivitch Garbatchóf. O nome da introdução está de acordo com as regras específicas da comunidade.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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Precedido por
Konstantin Chernenko
Secretário-Geral do
Partido Comunista da União Soviética

1985 — 1991
Sucedido por
Cargo exinto
Presidente da Federação Russa
Boris Iéltsin
Precedido por
Tenzin Gyatso
Nobel da Paz
1990
Sucedido por
Aung San Suu Kyi