CDS – Partido Popular

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CDS – Partido Popular
Partido do Centro Democrático Social
Partido Popular
Presidente Nuno Melo
Vice-presidente Telmo Correia;
Álvaro Castelo-Branco;
Ana Birrento;
Diogo Moura;
João Fernandes;
Maria Luísa Aldim;
Paulo Núncio.
Secretário-geral Pedro Morais Soares[1]
Porta-voz Isabel Galriça Neto[1]
Vogais António Marinho;
Catarina Araújo;
Duarte Correia;
Durval Ferreira;
Francisco Kreye.
Fundação 19 de julho de 1974
Sede Santa Maria Maior, Lisboa
Ideologia Democracia cristã[2]
Conservadorismo[2]
Liberalismo económico
Espectro político Direita[3][4]
Publicação Folha CDS[5]
Ala jovem presente: Juventude Popular (JP)
anteriormente: Juventude Centrista (JC)
Membros (2018) 38 455[6]
País Portugal
Afiliação internacional União Democrática Internacional[7]
Afiliação europeia Partido Popular Europeu[8]
Grupo no Parlamento Europeu Grupo do Partido Popular Europeu[8]
Assembleia da República
0 / 230
Parlamento Europeu
1 / 21
Assembleia Legislativa da Madeira
3 / 47
Assembleia Legislativa dos Açores
3 / 57
Presidentes de Câmaras Municipais
6 / 308
Vereadores Municipais
256 / 2 086
Cores Azul
Hino "Para a Voz de Portugal ser Maior"[9]
Símbolo eleitoral
CDS-PP (Símbolo Eleitoral).png
Bandeira do partido
Flag of the CDS – People's Party.svg
Página oficial
www.cds.pt

CDS é a sigla de Centro Democrático Social, o primeiro nome do partido.

O CDS – Partido Popular (CDS–PP)[10][11][12] é um partido político português conservador[2] inspirado pela democracia cristã,[2] aberto também a liberais. Fundado em 19 de Julho de 1974, com o nome Partido do Centro Democrático Social (CDS), por Diogo Freitas do Amaral, Adelino Amaro da Costa, Basílio Horta, Victor Sá Machado, Valentim Xavier Pintado, João Morais Leitão e João Porto.[13] Mais tarde, mudaria o nome apenas para Partido Popular (mantendo a sigla CDS–PP), e depois para a denominação utilizada presentemente.

O CDS integrou diversos governos, sempre em coligação: quando dirigido por Diogo Freitas do Amaral coligou-se com o PS de Mário Soares (II); com o PSD, de Francisco Sá Carneiro, e o PPM, de Gonçalo Ribeiro Telles, constituindo a Aliança Democrática (VI e VII); sob a liderança de Paulo Portas, novamente com o PSD, após as eleições legislativas de 2002 (XV, com José Durão Barroso, e XVI com Pedro Santana Lopes) e, mais recentemente, com o PSD de Pedro Passos Coelho, na sequência das eleições legislativas de 2011 e 2015 (XIX e XX governos, respetivamente).

O partido é membro da União Internacional Democrata[14] e do Partido Popular Europeu. O CDS–PP tem algumas organizações autónomas que perfilham os seus ideais políticos. Entre elas, a Juventude Popular e a Federação dos Trabalhadores Democratas-Cristãos (FTDC).

Nas eleições legislativas de 2005 foram eleitos pelas suas listas 12 deputados. O resultado foi considerado fraco pelo líder do partido, Paulo Portas, que apresentou a sua demissão nesse dia mas que viria depois a ser de novo o presidente. Nas eleições legislativas de 2009, foram eleitos pelas suas listas 21 deputados. Este resultado foi considerado uma grande vitória pelo CDS–PP, que se tornou assim na terceira força política na Assembleia da República (AR).[15] Com as eleições legislativas de 2011, o CDS-PP conseguiu reforçar a sua força parlamentar, passando de 21 para 24 deputados, resultado de aumento percentual dos votos de 10,4% para 11,7%. Nas eleições de 2015 o CDS-PP concorreu coligado com o PSD (coligação Portugal à Frente), tendo elegido 18 deputados. Nas eleições legislativas de 2019, o CDS-PP perdeu 13 deputados, sendo reduzido a 5 deputados e atingindo 4,25% dos votos. Nas eleições legislativas de 2022, o CDS-PP não elegeu qualquer deputado à Assembleia da República, obtendo apenas 1,61% dos votos, no que foi o pior resultado eleitoral da sua história, e perdendo assim a representação parlamentar que tinha desde 1975.[16]

Base de apoio[editar | editar código-fonte]

Largo Adelino Amaro da Costa, sede do partido.

O eleitorado do CDS-PP é bastante diverso. O partido agrega um maior apoio local no norte do país (em especial em distritos como Aveiro, Viseu e Viana do Castelo). Nas primeiras eleições legislativas em democracia, em 1976, o CDS obteve cerca de 16% dos votos, tendo registado resultados francamente melhores no norte do país, e conseguido chegar a primeira força política no distrito da Guarda (com 32% dos votos). Por outro lado, a sua expressão eleitoral é tradicionalmente mais reduzida a sul do Tejo, em particular no Alentejo.

Ao longo do tempo, o CDS sofreu muitas vezes da transferência de voto para o PSD (o chamado "voto útil"). Este fenómeno foi observável em 1987, com as eleições legislativas e europeias realizadas simultaneamente, tendo o CDS–PP registado um resultado inferior a 5% nas legislativas, e de aproximadamente 15% nas eleições europeias.

O partido, autonomamente, tem uma reduzida expressão autárquica (seis câmaras municipais), no entanto participa em coligação (usualmente com o Partido Social Democrata) na governação de dezassete autarquias. Neste momento, o partido faz também parte dos governos regionais dos Açores e da Madeira, em coligação com o PSD.

A sua base de apoio integra tanto cidadãos da direita conservadora, democratas-cristãos e liberais.

História[editar | editar código-fonte]

A fundação[editar | editar código-fonte]

O Partido do Centro Democrático Social (CDS) foi fundado em 19 de julho de 1974, fruto de uma iniciativa dos mais prudentes membros do Estado Novo, de direita, que preferiram "jogar pelo seguro usando uma identidade centrista". Estes membros eram elementos jurídicos e tecnocráticos da ditadura derrubada pela Revolução de 25 de Abril de 1974, ditadura com qual estavam menos comprometidos.[17] O partido assumiu-se "contra o Marxismo, moderado e aberto às correntes de catolicismo social e conservadorismo liberal". Apesar de estar à direita do PPD/PSD, ambos eram bem recebidos por muitos apoiantes do Estado Novo; e o partido teve como bases os católicos, conservadores, e liberais desse regime.[18]

Em relação ao posicionamento, o CDS negou sempre ser de direita, e colocavam-se, em vez disso, no centro, fixado no personalismo católico e no catolicismo social. A posição bispal, onde a Igreja Católica aprovava a participação dos seus seguidores em partidos políticos, mas não se dispunha a apoiar partidos confessionais, levou em parte à adoção do nome "social democracia" em vez de "democracia cristã", este último mais conservador.[18] Durante o Processo Revolucionário em Curso, o CDS, mantendo uma posição cautelosa, rejeitou ser um partido de direita, e, em simultâneo, demonstrou cuidado em manter o seu eleitorado conservador, incluindo o de extrema-direita, boicotando qualquer coisa que pudesse ser uma ameaça para o seu domínio sobre estes. A estratégia funcionou, e o CDS, não só evadiu a repressão das forças revolucionários, até nos momentos mais intensos, como se cimentou na direita da Assembleia da República, sem ser marginalizado na extrema-direita.[18]

Diogo Freitas do Amaral foi o primeiro líder do CDS, partido que acabou por abandonar mais tarde.

Entre os seus principais fundadores estão Diogo Freitas do Amaral, Victor Sá Machado e Adelino Amaro da Costa.

A oposição à convocação da «maioria silenciosa» planeada para 28 de Setembro contribuíram para o CDS sobreviver, ao contrário de grupos direitistas, como o Partido do Progresso (MFP/PP) e o Partido Liberal.[19] No dia 13 de Janeiro de 1975, os responsáveis do CDS entregaram no Supremo Tribunal de Justiça a documentação necessária à legalização do partido. O primeiro congresso foi a 25 de Janeiro de 1975 no Palácio de Cristal, no Porto. Foi nesse mesmo congresso que o cerco por militantes de extrema-esquerda marcou um dos episódios de maior confronto da vida política da democracia portuguesa e, apesar do qual, prosseguiu. O CDS é, juntamente com o PS e o PSD, uma das forças políticas a quem se credita o esforço da estabilização política após o PREC com obtenção de uma democracia liberal em oposição aos intentos alegadamente totalitários de parte das forças políticas revolucionárias neste conturbado período. Não obstante isto, são várias as acusações e alegadas implicações de notáveis do partido, no período do PREC, que terão contribuído para o contra-ataque às ofensas que as sedes do partido sofriam no Sul com recurso a movimentos populares, em especial no Norte, para a defesa de propriedades privadas, tendo por vezes recorrido para tal a vandalização e instigação de sedes de movimentos políticos de esquerda nesta região.

Primeiros anos de oposição[editar | editar código-fonte]

Depois de 11 de Março de 1975, o regime que então tentava dominar o país definiu como principais vetores as questões sociais, a intervenção na economia e a tutela militar. Tudo isto, somado ao COPCON (organização militar criada em 1974) e ao questionamento dos modelos democráticos ocidentais, levou o CDS a declarar-se partido de oposição. Os seus 16 deputados votaram sozinhos contra a Constituição de 1976, no dia 2 de Abril, também pelo facto de esta incluir no seu preâmbulo que Portugal é um país "a caminho do socialismo", frase que ainda contém.[20]

Nas eleições de 1976, o CDS conseguiu os seus objetivos ao ultrapassar o PCP e conseguir eleger 42 deputados.

Governo PS–CDS[editar | editar código-fonte]

O CDS chegou pela primeira vez ao poder em aliança parlamentar com o Partido Socialista. O II Governo Constitucional tomou posse a 23 de Janeiro de 1978, e incluía três ministros do CDS: Rui Pena (Reforma Administrativa), Sá Machado (Negócios Estrangeiros) e Basílio Horta (Comércio e Turismo), além de cinco secretários de Estado. Terminou o seu mandato a 29 de Agosto de 1978.

A Aliança Democrática (AD)[editar | editar código-fonte]

Adelino Amaro da Costa, um dos fundadores do CDS e Ministro da Defesa da AD, faleceu no desastre de Camarate

Em 1979 o partido propôs a criação de uma frente eleitoral ao Partido Social-Democrata e ao Partido Popular Monárquico. Essa proposta deu origem à Aliança Democrática, conhecida por AD, que, liderada por Francisco Sá Carneiro (PSD), venceu as eleições legislativas de 1979 e de 1980.

Nos governos da AD o CDS foi representado por cinco ministros e dez secretários de estado, tendo o presidente do partido, Diogo Freitas do Amaral, sido nomeado vice-primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros (mais tarde, vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa Nacional).

Na noite de 4 de Dezembro de 1980, o primeiro-ministro de Portugal, Francisco Sá Carneiro, o ministro da Defesa, Adelino Amaro da Costa, Snu Abecassis, Maria Manuel Amaro da Costa, António Patrício Gouveia e os pilotos Jorge Albuquerque e Alfredo de Sousa morreram num trágico despenhamento de avião em Camarate. Oficialmente tratou-se de um acidente, no entanto há muitos que ainda hoje suspeitam de atentado, tendo o assunto ficado conhecido como Caso Camarate.

Assim, o presidente do CDS, Freitas do Amaral, foi chefe de governo interino (como vice-primeiro-ministro) até à nomeação de um novo governo, desta vez, liderado por Francisco Pinto Balsemão. O VII Governo Constitucional tomou posse a 9 de Janeiro de 1981 e terminou o seu mandato a 4 de Setembro do mesmo ano, seguindo-se o VIII Governo Constitucional, liderado novamente por Pinto Balsemão, e que terminou o seu mandato a 9 de Junho de 1983, após Freitas do Amaral, depois de desentendimentos no seio da AD, se ter demitido do Governo e da presidência do partido, acabando assim com a coligação.

Uma oposição de vinte anos: 1982–2002[editar | editar código-fonte]

Francisco Lucas Pires liderou o CDS entre 1983 e 1985

Após a desintegração da AD, no fim de 1982, e depois da demissão de Freitas do Amaral, o partido procurava novo líder e novas estratégias. No V Congresso do partido, em Fevereiro de 1983, Francisco Lucas Pires saiu vitorioso, concorrendo contra Luís Barbosa.

Face aos fracos resultados eleitorais de 6 de Outubro de 1985, o líder do partido, Lucas Pires, apresentou a sua demissão. O seu sucessor foi o professor Adriano Moreira, que, confrontado com novos resultados negativos, decidiu não se recandidatar. Assim, o fundador Freitas do Amaral voltou à presidência em plena era cavaquista, em que o partido estava reduzido a 4 (mais tarde 5) deputados. Manter-se-ia no cargo até 1992.

Em 1992 uma nova geração tomou conta do CDS. Em Março, no X Congresso do partido, foi eleito o ex-presidente da Juventude Centrista, Manuel Monteiro. Um ano depois, um congresso extraordinário adiciona a expressão "Partido Popular" ao nome do partido.[21] A denominação atual foi fixada no XIII Congresso, em Fevereiro de 1995.[22]

Nas legislativas de 1995 o CDS–PP apresenta uma recuperação eleitoral, conseguindo eleger 15 deputados. No entanto, em 1997, após fracasso eleitoral nas autárquicas, Manuel Monteiro apresenta a sua demissão, sendo convocado o XVI Congresso em Braga, em que Paulo Portas sai vencedor após derrotar Maria José Nogueira Pinto. Paulo Portas propôs a reconciliação dentro do partido e um regresso à matriz democrata-cristã. Nas legislativas de 1999, o CDS–PP consegue manter o seu grupo parlamentar de 15 deputados.

Após grande derrota eleitoral nas autárquicas de 2001, o então primeiro-ministro socialista António Guterres apresentou a sua demissão, dando lugar a novas eleições.

Paulo Portas foi o líder de maior longevidade no CDS-PP

A Coligação Democrática[editar | editar código-fonte]

O PSD venceu as eleições legislativas de 2002 com maioria relativa. Dadas as circunstâncias, vinte anos depois voltou a celebrar um acordo de coligação para governar Portugal. No novo governo, o CDS–PP teve direito a três ministérios: Paulo Portas na Defesa Nacional, Bagão Félix como ministro do Trabalho e Celeste Cardona sobraçando a pasta da Justiça.

No Verão de 2004, Durão Barroso foi presidir à Comissão Europeia, tendo o presidente da República Jorge Sampaio nomeado um novo governo PSD/CDS–PP, agora liderado por Pedro Santana Lopes. O novo governo gozou de fraca popularidade e, após quatro meses, o presidente da República dissolveu a Assembleia da República que apoiava em maioria o governo. Novas eleições foram convocadas para fevereiro de 2005.

Legislativas de 2005[editar | editar código-fonte]

O CDS-PP partia sozinho e com grandes expectativas para as eleições legislativas. Esperando beneficiar do resultado da governação dos seus ministros e da sua participação nos governos de coligação, o partido lançou-se para metas ambiciosas: Manter-se como terceira força política, impedir a maioria absoluta do PS e atingir os 10% dos votos expressos. Todos os objetivos falharam, tendo o CDS-PP perdido dois deputados. Isto, aliado à grande derrota do PSD, levou Paulo Portas a demitir-se e a convocar novo congresso.

"Portugal 2009"[editar | editar código-fonte]

Convocado novo congresso, os candidatos tardaram em aparecer. Surgiram então dois candidatos: Telmo Correia e José Ribeiro e Castro. O primeiro era visto como claro favorito,[carece de fontes?] representando a linha da continuidade de Paulo Portas. Apesar do favoritismo inicial, Ribeiro e Castro conquistou surpreendentemente o congresso, tendo a sua moção, "2009", saído eleita. No dia seguinte Ribeiro e Castro foi eleito presidente do CDS.

Oposição e instabilidade interna: 2005–2007[editar | editar código-fonte]

Comício do CDS–PP em Janeiro de 2005, no Europarque, Santa Maria da Feira, com mais de 5 000 pessoas.

A surpreendente vitória de José Ribeiro e Castro, após a saída de Paulo Portas, não agradou a muitos elementos do partido, levando a um período de crescente instabilidade interna. José Ribeiro e Castro foi reeleito nas primeiras eleições diretas do partido, e, mais tarde, reeleito em Congresso, contra João Pinho de Almeida, então presidente da Juventude Popular.

O facto de o grupo parlamentar, escolhido pelo anterior presidente, Paulo Portas, não integrar o novo presidente do partido (então eurodeputado) nem elementos da nova direção, conduziu a que Ribeiro e Castro não tivesse condições de visibilidade pública no combate ao governo semelhantes às dos outros líderes da oposição. A articulação da maioria dos deputados com Paulo Portas, que revelava a vontade de regressar à liderança do partido, foi tornando cada vez mais difícil a tarefa da direção de Ribeiro e Castro e agravando uma imagem permanente de instabilidade interna. Ribeiro e Castro ainda vence um novo Congresso (extraordinário) em Maio de 2006, mas o clima de desacerto e confronto entre o grupo parlamentar e a direção do partido tornou claro que haveria novo embate a seguir ao referendo à despenalização do aborto, em 2007.

A relação com o grupo parlamentar atingiu um ponto de rutura em inícios de 2007, com a demissão do seu presidente, Nuno Melo, após novo ataque contra a direção do partido no Natal de 2006. Passado o referendo à despenalização do aborto, em fevereiro de 2007, com a vitória do "Sim", o ex-presidente do Partido, Paulo Portas, lança de imediato o movimento para reaver a liderança do partido e anuncia que era candidato à presidência do CDS–PP, desafiando Ribeiro e Castro para eleições diretas. Contudo, Ribeiro e Castro e os seus apoiantes viam na eleição por Congresso a única solução para esta disputa da liderança. Este diferendo evoluiu para sucessivos confrontos políticos e estatutários, que culminaram num lamentável episódio de agressões físicas e injúrias entre os membros do Conselho Nacional, reunido em Óbidos, fazendo com que Maria José Nogueira Pinto abandonasse o partido. Maria José Nogueira Pinto ainda acusou Paulo Portas de deslealdade e de estar por detrás da instabilidade no partido, bem como disse ter sido alvo de agressões físicas da parte do deputado Hélder Amaral.

As eleições acabaram por ser diretas e Paulo Portas saiu vencedor com 72% dos votos. Uma situação que foi seguida de grande mediatismo pelas constantes acusações dentro e fora do partido de irregularidade e eventual ilegalidade, segundo os estatutos do próprio partido, para a realização de eleições diretas.

Segunda liderança de Paulo Portas[editar | editar código-fonte]

A segunda liderança de Paulo Portas, iniciada em 2007, acabou por levar o partido a subir na Assembleia Regional dos Açores, nas eleições regionais, tendo o CDS sido o partido que mais subiu.

Nas eleições europeias de 2009, apesar de todas as sondagens apontarem para uma perda significativa do CDS, este subiu em quase todos os distritos.

Nas eleições legislativas de 2009, realizadas no dia 27 de Setembro de 2009, o CDS–PP conseguiu ser a terceira força política na Assembleia da República (AR), ao conquistar 592 997 votos (10,43% dos votos expressos) e 21 assentos parlamentares.[15] Foi considerada uma grande vitória para o CDS–PP e, particularmente, para o seu líder, Paulo Portas, sobretudo face às projeções negras que muitas sondagens preconizavam para o partido e que terão sido evocadas pelo próprio como prejudiciais à campanha, apesar de vários politólogos de esquerda e direita terem atribuído um efeito positivo às más sondagens dada a diminuição do chamado "efeito do voto útil", no qual existe uma habitual transferência de votos dos eleitores habituais do CDS para o PSD, mobilizando o eleitorado típico do CDS para o voto neste invés de no PSD para a criação de uma maioria absoluta favorável aos sociais-democratas.

Este aumento do número de deputados do CDS permitiu trazer ao Parlamento "novas caras" como sejam Assunção Cristas, Filipe Lobo d'Ávila, João Pinho de Almeida, Cecília Meireles e Michael Seufert.

Governo de coligação PSD–CDS (2011-15)[editar | editar código-fonte]

Em 2011, o CDS voltou a registar franco crescimento eleitoral, tendo subido de 10,4% para 11,7% e elegido 24 deputados nas legislativas. Face aos resultados eleitorais do PSD, que não conseguiu maioria absoluta, foi celebrada nova coligação com o CDS, formando assim o XIX Governo Constitucional.

Nas eleições legislativas regionais na Madeira de 2011, o CDS subiu de 5% e 2 deputados para 17,6% e 9 deputados, tendo ainda sido o partido que registou a maior subida e passando a ser a segunda força política nesta mesma região. Em 2015 verificou-se uma ligeira queda no arquipélago para 13,7% e 7 deputados, mantendo-se como a segunda força política da Madeira.

Nas eleições autárquicas de 2013, o partido obteve também resultados positivos, conseguindo dezenas de autarquias em coligações com o PSD, e concorrendo individualmente conseguiu subir o número de uma para cinco autarquias, num total de 47 mandatos.

Em 25 de abril de 2015, no decorrer das comemorações dos 41 anos da Revolução dos Cravos, o líder do Partido Social Democrata, Pedro Passos Coelho e o líder do CDS, Paulo Portas anunciaram uma coligação pré-eleitoral entre os partidos para as eleições legislativas de 2015.[23] No início de Junho de 2015 foi anunciado o nome da coligação, Portugal à Frente.[24]

Após a vitória da coligação PSD/CDS nas eleições legislativas de 2015, o secretário-geral do PS, António Costa, formou governo com apoio do PCP e do BE, não tendo Pedro Passos Coelho e Paulo Portas formado novo governo. Em consequência, Paulo Portas anunciou, ao fim de 16 anos, que não se recandidataria à presidência do CDS-PP no congresso a realizar em março de 2016. Renunciou também ao mandato de deputado em junho de 2016.[25]

Regresso à oposição - Assunção Cristas e Francisco Rodrigues dos Santos[editar | editar código-fonte]

Estando aberto o período de candidaturas à presidência do CDS-PP, potenciais candidatos como Nuno Melo, João Almeida e Pedro Mota Soares abdicaram de se candidatar a favor de Assunção Cristas, que se apresentou como candidata única.[26] Foi eleita para a presidência do partido no congresso realizado a 12 e 13 de março de 2016, realizado em Gondomar, com 95% dos votos[27] sendo a primeira mulher a dirigir o CDS-PP. A sua liderança ficou marcada por divergência com o tradicional parceiro de coligação, o PSD, então liderado por Pedro Passos Coelho[28][29] e pela candidatura da própria a presidente da Câmara Municipal de Lisboa, em 2017, tendo obtido, após recusar uma coligação com o PSD, obteve 20,6% dos votos e coligçaão com o MPT e o PPM, contra os 11% da candidata do PSD, Teresa Leal Coelho. Ao nível nacional, o CDS-PP passou de 5 para 6 presidências de câmaras municipais nas eleições autárquicas de 2017. Assunção Cristas revelou estar pronta para assumir a liderança da oposição, pretendendo retirar esse estatuto ao PSD, e para se afirmar como candidata a primeira-ministra.[30] Foi reeleita para o cargo no congresso de Lamego, a 10 e 11 de março de 2018, com 89% dos votos.[31] Enfrentou contestação das correntes mais conservadoras do partido ao assumir posições favoráveis em algumas matérias de costumes, como a lei das quotas para mulheres em cargo de representação política.[32] Nas eleições europeias de 2019, o partido elegeu apenas Nuno Melo, com 6,1% dos votos. Nas eleições regionais da Madeira, em setembro de 2019, o partido passou de 7 para 3 deputados, com 5,8% dos votos, mas passou a integrar o XIII Governo Regional da Madeira, presidido por Miguel Albuquerque, em coligação com o PSD, passando José Manuel Rodrigues a assumir a presidência da Assembleia Legislativa da Madeira. Para as eleições legislativas de 2019, recusou estabelecer uma coligação pré-eleitoral com o PSD, então liderado por Rui Rio, levando o CDS a um dos piores resultados da história - 4,25% dos votos e 5 deputados.[33] Anunciou, na sequência das eleições legislativas de 2019, que não se recandidataria à presidência do CDS-PP. Renunciou ao mandato de deputada em janeiro de 2020.[34] Em setembro de 2019, o antigo presidente do partido, Manuel Monteiro, solicitou a refiliação no CDS-PP, tendo Assunção Cristas recusado decidir sobre o pedido de refiliação, optando por deixar a decisão para a direção seguinte.[35] Poucos dias antes das eleições legislativas de 2019, morreu o fundador do CDS-PP, Diogo Freitas do Amaral.

No congresso realizado em Aveiro, a 26 e 27 de janeiro de 2020, concorreram à sucessão de Assunção Cristas Francisco Rodrigues dos Santos (46,4% dos votos), João Almeida (38,9% dos votos) e Filipe Lobo d'Ávila (14,45% dos votos). Acabou por ser eleito presidente do CDS-PP Francisco Rodrigues dos Santos, com uma votação de 66% dos votos para a Comissão Política Nacional, após estabelecer acordo com a candidatura de Filipe Lobo d'Ávila.[36] Nascido em Coimbra, o ex-aluno do Colégio Militar foi até dezembro de 2019 membro da direção do Sporting Clube de Portugal, presidida por Frederico Varandas. Frequentou igualmente a FDUL.[37][38] Francisco Rodrigues dos Santos defendeu o regresso à criminalização do aborto em Portugal. Recusa pertencer à Opus Dei. Defendeu também que a designação de "casamento entre pessoas do mesmo sexo" fosse outra, sem especificar a designação que defende. É contra o retorno ao serviço militar obrigatório.[39]

Durante a presidência de Francisco Rodrigues dos Santos, o partido apresentou um pendor conservador nos costumes. Francisco Rodrigues dos Santos enfrentou forte contestação interna dos antigos apoiantes de Paulo Portas, tendo sido agendadas reuniões do conselho nacional do partido em 2021, com vista a decidir a eventual destituição da direção de Francisco Rodrigues dos Santos - em fevereiro - e a eventual antecipação do congresso do partido com vista a eleger uma nova direção antes das eleições legislativas de 2022 - em outubro, tendo ambas as propostas sido rejeitadas, a favor de Francisco Rodrigues dos Santos.[40][41] Muitos militantes destacados do partido desfiliaram-se em protesto contra Francisco Rodrigues dos Santos, como António Pires de Lima e Adolfo Mesquita Nunes. Nas eleições regionais dos Açores, em 2020, o partido diminuiu de 4 para 3 deputados, com 5,5% dos votos, mas passou a integrar o XIII Governo Regional dos Açores, liderado por José Manuel Bolieiro, em coligação com o PSD e o PPM. Nas eleições autárquicas de 2021, manteve as seis presidências de câmaras municipais que já detinha.

Perda da representação parlamentar[editar | editar código-fonte]

Nas eleições legislativas de 2022, Francisco Rodrigues dos Santos apresentou a demissão do cargo de presidente do CDS-PP na sequência da perda de representação parlamentar do CDS-PP, que obteve apenas 1,61% dos votos, e não elegeu qualquer deputado à Assembleia da República, no que foi o pior resultado eleitoral da história do partido. O acontecimento espoletou um debate interno e externo acerca da viabilidade da existência do CDS-PP no futuro, que se encontra em curso.[16]

Ao congresso do partido, realizado em Guimarães a 2 e 3 de abril de 2022, apresentaram-se como candidatos Nuno Melo, Nuno Correia da Silva, Miguel Matos Chaves e Bruno Filipe Costa, tendo o primeiro saído vencedor com 73% dos votos de apoio à sua moção e 75% dos votos de apoio à sua comissão política nacional. Nuno Melo sucede, assim, a Francisco Rodrigues dos Santos, sendo o atual presidente do CDS-PP.[1]

Órgãos Nacionais[editar | editar código-fonte]

Comissão Executiva[editar | editar código-fonte]

Presidente: Nuno Melo

Vice-Presidentes:

1º VP: Telmo Correia

2º VP: Álvaro Castelo-Branco

3º VP: Ana Clara Birrento

4º VP: Diogo Moura

5º VP: João Varandas Fernandes

6º VP: Maria Luísa Aldim

7º VP: Paulo Núncio

Secretário-Geral: Pedro Morais Soares

Vogais:

1º Vogal: António Marinho

2º Vogal: Catarina Araújo

3º Vogal: Duarte Nuno Correia

4º Vogal: Durval Tiago Ferreira

5º Vogal: Francisco Kreye

Membros com lugar por inerência dos seus cargos:

Presidente CDS-Madeira: Rui Barreto

Presidente CDS-Açores: Artur Lima

Porta-Voz: Isabel Galriça Neto

Coordenador Autárquico Nacional: Mário Araújo e Silva

Mesa do Congresso Nacional[editar | editar código-fonte]

Presidente: José Manuel Rodrigues

Vice-Presidentes:

1º VP: Vitor Mendes

2º VP: Miguel Paiva

3º VP: João Pinheira da Silva

Secretários:

1º secretário: Isaías Afonso

2º secretário: Maria do Céu Marques

3º secretário: Maria da Conceição Pinho

4º secretário: Vitor Matos Pereira

5º secretário: Pedro Castelo

Mesa do Conselho Nacional[editar | editar código-fonte]

Presidente: Luís Pedro Mota Soares

Vice-Presidentes:

1º VP: José Bourbon Ribeiro

2º VP: Sandra Melo de Almeida

Secretários:

1º secretário: Gonçalo Pimenta Castro

2º secretário: Diogo Lencastre

3º secretário: Ilda Araújo Novo

4º secretário: Ricardo Mendes

Conselho Nacional de Jurisdição[editar | editar código-fonte]

Presidente: António José Baptista

Vice-Presidente: António Velez

Vogais:

  • Vasco Moura Ramos
  • Paulo Rebelo
  • Maria José França
  • Rui Pedrosa Moura
  • Gonçalo Carneiro

Conselho Nacional de Fiscalização[editar | editar código-fonte]

Presidente: Pedro Moutinho

Vice-Presidente: Luís Mesquita

Vogais:

  • Frutuoso Tomé
  • Mário Praça
  • Miguel Ascensão
  • Pedro Teixeira Luís
  • Manuel Leite da Costa

Juventude Popular[editar | editar código-fonte]

A Juventude Popular (JP) é a organização política e autónoma de juventude do CDS-PP. Criada em 4 de Novembro de 1974, com o nome de Juventude Centrista (JC), destacou-se no "Verão Quente" de 1975 como intenso opositor aos movimentos de esquerda que tentavam construir em Portugal um projeto de inspiração progressista e eram na maioria contra a propriedade privada.[42] Adotou o nome Juventude Popular (JP) em 1998.[43]

Correntes e tendências[editar | editar código-fonte]

Resultados eleitorais[editar | editar código-fonte]

Eleições legislativas[editar | editar código-fonte]

Data Líder Cl. Votos % +/- Deputados +/- Status Notas
1975 Diogo Freitas do Amaral 4.º 434 879
7,61 / 100,00
16 / 250
Assembleia Constituinte
1976 3.º 876 007
15,98 / 100,00
Aumento8,37
42 / 263
Aumento26 Oposição (1976-1978)
Governo (1978)
Oposição (1978-1980)
1979 Aliança Democrática
43 / 250
Aumento1 Governo
1980
46 / 250
Aumento3 Governo
1983 Francisco Lucas Pires 4.º 716 705
12,56 / 100,00
30 / 250
Baixa16 Oposição
1985 5.º 577 580
9,96 / 100,00
Baixa2,60
22 / 250
Baixa8 Apoio parlamentar
1987 Adriano Moreira 5.º 251 987
4,44 / 100,00
Baixa5,52
4 / 250
Baixa18 Oposição
1991 Diogo Freitas do Amaral 4.º 254 317
4,43 / 100,00
Baixa0,01
5 / 230
Aumento1 Oposição
1995 Manuel Monteiro 3.º 534 470
9,05 / 100,00
Aumento4,62
15 / 230
Aumento10 Oposição
1999 Paulo Portas 4.º 451 453
8,34 / 100,00
Baixa0,71
15 / 230
Estável Oposição
2002 3.º 477 350
8,72 / 100,00
Aumento0,38
14 / 230
Baixa1 Governo
2005 4.º 416 415
7,24 / 100,00
Baixa1,48
12 / 230
Baixa2 Oposição
2009 3.º 592 997
10,43 / 100,00
Aumento3,19
21 / 230
Aumento9 Oposição
2011 3.º 653 987
11,70 / 100,00
Aumento1,27
24 / 230
Aumento3 Governo
2015 Portugal à Frente
18 / 230
Baixa6 Governo (outubro-novembro de 2015)
Oposição (novembro de 2015-2019)
2019 Assunção Cristas 5.º 216 448
4,25 / 100,00
5 / 230
Baixa13 Oposição
2022 Francisco Rodrigues dos Santos 8.º 90 539
1,60 / 100,00
Baixa2,62
0 / 230
Baixa5 Extra-parlamentar

Resultados por círculos eleitorais[editar | editar código-fonte]

Resultados por círculo eleitoral
Açores[editar | editar código-fonte]
Data Cl. Votos % +/- Deputados +/-
1975 3.º 5 118
3,5 / 100,0
0 / 6
1976 3.º 13 537
10,7 / 100,0
Aumento7,2
0 / 6
Estável
1979 3.º 9 518
7,3 / 100,0
Baixa3,4
0 / 5
Estável
1980 3.º 5 467
4,5 / 100,0
Baixa2,8
0 / 5
Estável
1983 3.º 5 020
4,7 / 100,0
Aumento0,2
0 / 5
Estável
1985 4.º 6 710
6,5 / 100,0
Aumento1,8
0 / 5
Estável
1987 3.º 3 129
3,3 / 100,0
Baixa3,2
0 / 5
Estável
1991 3.º 3 591
3,4 / 100,0
Aumento0,1
0 / 5
Estável
1995 3.º 9 971
9,4 / 100,0
Aumento6,0
0 / 5
Estável
1999 3.º 5 219
5,6 / 100,0
Baixa3,8
0 / 5
Estável
2002 3.º 7 521
8,4 / 100,0
Aumento2,8
0 / 5
Estável
2005 3.º 3 675
4,0 / 100,0
Baixa4,4
0 / 5
Estável
2009 3.º 9 798
10,3 / 100,0
Aumento6,3
0 / 5
Estável
2011 3.º 10 944
12,1 / 100,0
Aumento1,8
0 / 5
Estável
2015 4.º 3 654
3,9 / 100,0
Baixa8,2
0 / 5
Estável
2019 4.º 4 014
4,8 / 100,0
Aumento0,9
0 / 5
Estável
Aveiro[editar | editar código-fonte]
Data Cl. Votos % +/- Deputados +/-
1975 3.º 36 602
11,1 / 100,0
2 / 14
1976 3.º 72 638
22,5 / 100,0
Aumento11,4
4 / 15
Aumento2
1979 Aliança Democrática
1980
1983 3.º 56 115
16,4 / 100,0
2 / 15
1985 3.º 47 501
13,5 / 100,0
Baixa2,9
2 / 15
Estável
1987 3.º 18 794
5,3 / 100,0
Baixa8,2
0 / 15
Baixa2
1991 3.º 22 624
6,1 / 100,0
Aumento0,8
1 / 14
Aumento1
1995 3.º 48 383
12,6 / 100,0
Aumento6,5
2 / 14
Aumento1
1999 3.º 49 196
13,6 / 100,0
Aumento1,0
2 / 15
Estável
2002 3.º 47 131
12,9 / 100,0
Baixa0,7
2 / 15
Estável
2005 3.º 38 001
9,8 / 100,0
Baixa3,1
1 / 15
Baixa1
2009 3.º 50 687
13,0 / 100,0
Aumento3,2
2 / 16
Aumento1
2011 3.º 49 523
12,9 / 100,0
Baixa0,1
2 / 16
Estável
2015 Portugal à Frente
2019 4.º 20 045
5,7 / 100,0
1 / 16
Beja[editar | editar código-fonte]
Data Cl. Votos % +/- Deputados +/-
1975 6.º 2 821
2,2 / 100,0
0 / 6
1976 4.º 5 004
4,2 / 100,0
Aumento2,0
0 / 6
Estável
1979 Aliança Democrática
1980
1983 4.º 4 719
4,1 / 100,0
0 / 5
1985 5.º 2 471
2,2 / 100,0
Baixa1,9
0 / 5
Estável
1987 5.º 2 011
2,0 / 100,0
Baixa0,2
0 / 5
Estável
1991 5.º 2 245
2,3 / 100,0
Aumento0,3
0 / 4
Estável
1995 4.º 3 495
3,6 / 100,0
Aumento1,3
0 / 4
Estável
1999 4.º 3 313
3,9 / 100,0
Aumento0,3
0 / 3
Estável
2002 4.º 3 063
3,7 / 100,0
Baixa0,2
0 / 3
Estável
2005 5.º 2 562
2,9 / 100,0
Baixa0,8
0 / 3
Estável
2009 5.º 4 696
5,7 / 100,0
Aumento2,8
0 / 3
Estável
2011 4.º 5 462
7,3 / 100,0
Aumento1,6
0 / 3
Estável
2015 Portugal à Frente
2019 5.º 1 480
2,3 / 100,0
0 / 3
Braga[editar | editar código-fonte]
Data Cl. Votos % +/- Deputados +/-
1975 3.º 60 754
18,0 / 100,0
3 / 15
1976 3.º 86 148
25,2 / 100,0
Aumento7,2
4 / 15
Aumento1
1979 Aliança Democrática
1980
1983 3.º 69 051
18,3 / 100,0
3 / 16
1985 4.º 55 331
14,0 / 100,0
Baixa4,3
2 / 16
Baixa1
1987 4.º 23 854
5,9 / 100,0
Baixa8,1
1 / 17
Baixa1
1991 3.º 23 715
5,6 / 100,0
Baixa0,3
1 / 16
Estável
1995 3.º 48 430
10,7 / 100,0
Aumento5,1
1 / 16
Estável
1999 3.º 38 973
8,9 / 100,0
Baixa1,8
1 / 17
Estável
2002 3.º 42 074
9,3 / 100,0
Aumento0,4
1 / 18
Estável
2005 3.º 37 618
7,8 / 100,0
Baixa1,5
1 / 18
Estável
2009 3.º 48 158
9,7 / 100,0
Aumento1,9
2 / 19
Aumento1
2011 3.º 50 456
10,4 / 100,0
Aumento0,7
2 / 19
Estável
2015 Portugal à Frente
2019 4.º 19 127
4,1 / 100,0
1 / 19
Bragança[editar | editar código-fonte]
Data Cl. Votos % +/- Deputados +/-
1975 3.º 13 533
13,5 / 100,0
0 / 4
1976 2.º 26 927
28,3 / 100,0
Aumento14,8
2 / 5
Aumento2
1979 Aliança Democrática
1980
1983 3.º 19 382
20,9 / 100,0
1 / 4
1985 3.º 15 773
17,1 / 100,0
Baixa3,8
1 / 4
Estável
1987 3.º 7 041
7,6 / 100,0
Baixa9,5
0 / 4
Baixa1
1991 3.º 7 452
8,2 / 100,0
Aumento0,6
0 / 4
Estável
1995 3.º 8 493
9,4 / 100,0
Aumento1,2
0 / 4
Estável
1999 3.º 7 131
8,7 / 100,0
Baixa0,7
0 / 4
Estável
2002 3.º 9 213
10,9 / 100,0
Aumento2,2
0 / 4
Estável
2005 3.º 7 964
9,7 / 100,0
Baixa1,2
0 / 4
Estável
2009 3.º 10 541
12,6 / 100,0
Aumento2,9
0 / 3
Estável
2011 3.º 8 380
11,1 / 100,0
Baixa1,5
0 / 3
Estável
2015 Portugal à Frente
2019 4.º 2 831
4,5 / 100,0
0 / 3
Castelo Branco[editar | editar código-fonte]
Data Cl. Votos % +/- Deputados +/-
1975 3.º 9 743
6,4 / 100,0
0 / 6
1976 3.º 28 257
19,9 / 100,0
Aumento13,5
2 / 7
Aumento2
1979 Aliança Democrática
1980
1983 3.º 18 264
13,2 / 100,0
1 / 6
1985 4.º 13 555
9,6 / 100,0
Baixa3,6
0 / 6
Baixa1
1987 5.º 6 396
4,7 / 100,0
Baixa4,9
0 / 6
Estável
1991 4.º 5 269
3,9 / 100,0
Baixa0,8
0 / 5
Estável
1995 3.º 9 863
7,2 / 100,0
Aumento3,3
0 / 5
Estável
1999 3.º 7 660
6,3 / 100,0
Baixa0,9
0 / 5
Estável
2002 3.º 8 491
7,1 / 100,0
Aumento0,8
0 / 5
Estável
2005 3.º 6 590
5,3 / 100,0
Baixa1,8
0 / 5
Estável
2009 4.º 9 839
8,4 / 100,0
Aumento3,1
0 / 4
Estável
2011 3.º 10 535
9,6 / 100,0
Aumento1,2
0 / 4
Estável
2015 Portugal à Frente
2019 5.º 3 479
3,7 / 100,0
0 / 3
Coimbra[editar | editar código-fonte]
Data Cl. Votos % +/- Deputados +/-
1975 4.º 12 187
4,6 / 100,0
0 / 12
1976 3.º 29 967
12,5 / 100,0
Aumento7,9
1 / 12
Aumento1
1979 Aliança Democrática
1980
1983 4.º 25 375
10,2 / 100,0
1 / 11
1985 5.º 21 208
8,6 / 100,0
Baixa1,6
1 / 11
Estável
1987 4.º 11 025
4,5 / 100,0
Baixa4,1
0 / 11
Baixa1
1991 4.º 8 715
3,5 / 100,0
Baixa1,0
0 / 10
Estável
1995 3.º 17 976
7,1 / 100,0
Aumento3,6
0 / 10
Estável
1999 4.º 13 875
6,0 / 100,0
Baixa1,1
0 / 10
Estável
2002 3.º 15 629
6,7 / 100,0
Aumento0,7
0 / 10
Estável
2005 5.º 13 365
5,5 / 100,0
Baixa1,2
0 / 10
Estável
2009 4.º 20 711
8,7 / 100,0
Aumento3,2
1 / 10
Aumento1
2011 3.º 22 389
9,9 / 100,0
Aumento1,2
1 / 9
Estável
2015 Portugal à Frente
2019 5.º 3 654
3,5 / 100,0
0 / 9
Évora[editar | editar código-fonte]
Data Cl. Votos % +/- Deputados +/-
1975 5.º 3 586
2,8 / 100,0
0 / 5
1976 4.º 9 645
8,0 / 100,0
Aumento5,2
0 / 6
Estável
1979 Aliança Democrática
1980
1983 4.º 5 395
4,5 / 100,0
0 / 5
1985 5.º 3 890
3,3 / 100,0
Baixa1,2
0 / 5
Estável
1987 5.º 2 316
2,1 / 100,0
Baixa1,2
0 / 4
Estável
1991 4.º 2 953
2,8 / 100,0
Aumento0,7
0 / 4
Estável
1995 4.º 5 453
5,2 / 100,0
Aumento2,4
0 / 4
Estável
1999 4.º 4 683
5,1 / 100,0
Baixa0,1
0 / 4
Estável
2002 4.º 4 171
4,6 / 100,0
Baixa0,5
0 / 3
Estável
2005 5.º 3 594
3,7 / 100,0
Baixa0,9
0 / 3
Estável
2009 5.º 5 858
6,4 / 100,0
Aumento2,7
0 / 3
Estável
2011 4.º 7 513
8,7 / 100,0
Aumento2,3
0 / 3
Estável
2015 Portugal à Frente
2019 5.º 2 535
3,4 / 100,0
0 / 3
Faro[editar | editar código-fonte]
Data Cl. Votos % +/- Deputados +/-
1975 5.º 6 889
3,4 / 100,0
0 / 9
1976 4.º 13 010
6,8 / 100,0
Aumento3,4
0 / 9
Estável
1979 Aliança Democrática
1980
1983 4.º 14 428
7,4 / 100,0
0 / 9
1985 5.º 12 146
6,1 / 100,0
Baixa1,3
0 / 9
Estável
1987 5.º 5 910
3,1 / 100,0
Baixa3,0
0 / 9
Estável
1991 4.º 5 435
2,8 / 100,0
Baixa0,3
0 / 8
Estável
1995 3.º 16 497
8,3 / 100,0
Aumento5,5
0 / 8
Estável
1999 4.º 13 091
7,3 / 100,0
Baixa1,0
0 / 8
Estável
2002 3.º 15 539
8,3 / 100,0
Aumento1,0
0 / 8
Estável
2005 5.º 11 537
5,8 / 100,0
Baixa2,5
0 / 8
Estável
2009 4.º 21 596
10,7 / 100,0
Aumento4,9
1 / 8
Aumento1
2011 3.º 25 561
12,7 / 100,0
Aumento2,0
1 / 9
Estável
2015 Portugal à Frente
2019 6.º 6 578
3,8 / 100,0
0 / 9
Guarda[editar | editar código-fonte]
Data Cl. Votos % +/- Deputados +/-
1975 3.º 24 731
19,5 / 100,0
1 / 6
1976 1.º 39 120
32,1 / 100,0
Aumento12,6
2 / 6
Aumento1
1979 Aliança Democrática
1980
1983 3.º 28 135
23,8 / 100,0
1 / 5
1985 3.º 23 139
19,5 / 100,0
Baixa4,1
1 / 5
Estável
1987 3.º 7 827
6,6 / 100,0
Baixa12,9
0 / 5
Baixa1
1991 3.º 6 676
5,9 / 100,0
Baixa0,7
0 / 4
Estável
1995 3.º 11 265
9,9 / 100,0
Aumento4,0
0 / 4
Estável
1999 3.º 10 014
9,8 / 100,0
Baixa0,1
0 / 4
Estável
2002 3.º 9 657
9,6 / 100,0
Baixa0,2
0 / 4
Estável
2005 3.º 7 035
7,0 / 100,0
Baixa2,6
0 / 4
Estável
2009 3.º 11 433
11,2 / 100,0
Aumento4,2
0 / 4
Estável
2011 3.º 10 436
11,2 / 100,0
Estável
0 / 4
Estável
2015 Portugal à Frente
2019 4.º 3 823
5,0 / 100,0
0 / 3
Leiria[editar | editar código-fonte]
Data Cl. Votos % +/- Deputados +/-
1975 3.º 16 322
6,8 / 100,0
1 / 11
1976 3.º 43 213
19,4 / 100,0
Aumento12,6
2 / 11
Aumento1
1979 Aliança Democrática
1980
1983 3.º 38 556
16,2 / 100,0
2 / 11
1985 4.º 29 332
12,2 / 100,0
Baixa4,0
1 / 11
Baixa1
1987 3.º 14 608
6,0 / 100,0
Baixa6,2
0 / 11
Baixa1
1991 3.º 11 527
4,8 / 100,0
Baixa1,2
0 / 10
Estável
1995 3.º 27 863
11,4 / 100,0
Aumento6,6
1 / 10
Aumento1
1999 3.º 23 099
9,9 / 100,0
Baixa1,5
1 / 10
Estável
2002 3.º 23 460
9,8 / 100,0
Baixa0,1
1 / 10
Estável
2005 3.º 22 043
8,9 / 100,0
Baixa0,9
1 / 10
Estável
2009 3.º 31 260
12,6 / 100,0
Aumento3,7
1 / 10
Estável
2011 3.º 31 819
12,8 / 100,0
Aumento0,1
1 / 10
Estável
2015 Portugal à Frente
2019 4.º 11 905
5,3 / 100,0
0 / 10
Lisboa[editar | editar código-fonte]
Data Cl. Votos % +/- Deputados +/-
1975 4.º 60 691
4,8 / 100,0
3 / 55
1976 4.º 157 554
13,2 / 100,0
Aumento8,4
8 / 58
Aumento5
1979 Aliança Democrática
1980
1983 4.º 148 379
11,7 / 100,0
7 / 56
1985 5.º 104 010
8,1 / 100,0
Baixa3,6
4 / 56
Baixa3
1987 5.º 45 465
3,7 / 100,0
Baixa4,4
2 / 56
Baixa2
1991 4.º 49 194
4,0 / 100,0
Aumento0,3
2 / 50
Estável
1995 4.º 118 547
9,4 / 100,0
Aumento5,4
5 / 50
Aumento3
1999 4.º 97 028
8,5 / 100,0
Baixa0,9
4 / 49
Baixa1
2002 4.º 96 543
8,5 / 100,0
Estável
4 / 48
Estável
2005 5.º 97 659
8,2 / 100,0
Baixa0,3
4 / 48
Estável
2009 3.º 126 088
11,0 / 100,0
Aumento2,8
5 / 47
Aumento1
2011 3.º 161 227
13,8 / 100,0
Aumento2,8
7 / 47
Aumento2
2015 Portugal à Frente
2019 6.º 48 502
4,4 / 100,0
2 / 48
Madeira[editar | editar código-fonte]
Data Cl. Votos % +/- Deputados +/-
1975 3.º 12 669
10,0 / 100,0
0 / 6
1976 3.º 15 310
13,3 / 100,0
Aumento3,3
1 / 6
Aumento1
1979 3.º 14 005
11,0 / 100,0
Baixa2,3
0 / 5
Estável
1980 3.º 8 298
6,7 / 100,0
Baixa4,3
0 / 5
Estável
1983 3.º 9 734
8,2 / 100,0
Aumento1,5
0 / 5
Estável
1985 4.º 9 463
7,8 / 100,0
Baixa0,4
0 / 5
Estável
1987 3.º 6 200
5,2 / 100,0
Baixa2,6
0 / 5
Estável
1991 3.º 7 602
6,1 / 100,0
Aumento0,9
0 / 5
Estável
1995 3.º 17 157
12,9 / 100,0
Aumento6,8
0 / 5
Estável
1999 3.º 13 209
10,9 / 100,0
Baixa2,0
0 / 5
Estável
2002 3.º 15 185
12,1 / 100,0
Aumento2,2
0 / 5
Estável
2005 3.º 9 215
6,6 / 100,0
Baixa5,5
0 / 6
Estável
2009 3.º 15 244
11,1 / 100,0
Aumento4,5
1 / 6
Aumento1
2011 3.º 19 101
13,7 / 100,0
Aumento2,6
1 / 6
Estável
2015 5.º 7 536
6,0 / 100,0
Baixa7,7
0 / 6
Baixa1
2019 3.º 7 852
6,1 / 100,0
Aumento0,1
0 / 6
Estável
Portalegre[editar | editar código-fonte]
Data Cl. Votos % +/- Deputados +/-
1975 5.º 4 040
4,0 / 100,0
0 / 4
1976 3.º 13 375
13,9 / 100,0
Aumento9,9
0 / 4
Estável
1979 Aliança Democrática
1980
1983 4.º 6 715
7,5 / 100,0
0 / 4
1985 5.º 4 603
4,9 / 100,0
Baixa2,6
0 / 3
Estável
1987 5.º 2 652
3,1 / 100,0
Baixa1,8
0 / 3
Estável
1991 4.º 2 734
3,3 / 100,0
Aumento0,2
0 / 3
Estável
1995 4.º 5 182
6,3 / 100,0
Aumento3,0
0 / 3
Estável
1999 4.º 4 180
5,9 / 100,0
Baixa0,4
0 / 3
Estável
2002 4.º 4 419
6,5 / 100,0
Aumento0,6
0 / 3
Estável
2005 5.º 2 988
4,2 / 100,0
Baixa2,3
0 / 2
Estável
2009 5.º 5 286
8,0 / 100,0
Aumento3,8
0 / 2
Estável
2011 4.º 6 247
10,1 / 100,0
Aumento2,1
0 / 2
Estável
2015 Portugal à Frente
2019 5.º 1 961
3,8 / 100,0
0 / 2
Porto[editar | editar código-fonte]
Data Cl. Votos % +/- Deputados +/-
1975 3.º 74 685
8,9 / 100,0
3 / 36
1976 3.º 129 732
15,7 / 100,0
Aumento6,8
6 / 38
Aumento3
1979 Aliança Democrática
1980
1983 4.º 111 007
12,5 / 100,0
5 / 38
1985 5.º 89 976
9,8 / 100,0
Baixa2,7
4 / 39
Baixa1
1987 5.º 36 997
4,0 / 100,0
Baixa5,8
1 / 39
Baixa3
1991 4.º 38 882
4,1 / 100,0
Aumento0,1
1 / 37
Estável
1995 3.º 77 602
7,8 / 100,0
Aumento3,7
3 / 37
Aumento2
1999 3.º 68 951
7,5 / 100,0
Baixa0,3
3 / 37
Estável
2002 3.º 79 034
8,4 / 100,0
Aumento0,9
3 / 38
Estável
2005 3.º 68 824
6,9 / 100,0
Baixa1,5
2 / 38
Baixa1
2009 3.º 93 831
9,3 / 100,0
Aumento2,4
4 / 39
Aumento2
2011 3.º 99 338
10,0 / 100,0
Aumento0,7
4 / 39
Estável
2015 Portugal à Frente
2019 6.º 31 181
3,3 / 100,0
1 / 40
Santarém[editar | editar código-fonte]
Data Cl. Votos % +/- Deputados +/-
1975 4.º 12 748
4,3 / 100,0
0 / 13
1976 4.º 37 699
13,9 / 100,0
Aumento9,6
2 / 13
Aumento2
1979 Aliança Democrática
1980
1983 4.º 27 310
10,0 / 100,0
1 / 12
1985 5.º 21 369
7,7 / 100,0
Baixa2,3
1 / 12
Estável
1987 5.º 9 674
3,6 / 100,0
Baixa4,1
0 / 12
Baixa1
1991 4.º 8 823
3,3 / 100,0
Baixa0,3
0 / 10
Estável
1995 4.º 23 466
8,7 / 100,0
Aumento5,4
1 / 10
Aumento1
1999 4.º 19 560
8,1 / 100,0
Baixa0,6
1 / 10
Estável
2002 4.º 20 410
8,4 / 100,0
Aumento0,3
1 / 10
Estável
2005 4.º 17 607
6,9 / 100,0
Baixa1,5
0 / 10
Baixa1
2009 4.º 27 660
11,2 / 100,0
Aumento4,3
1 / 10
Aumento1
2011 3.º 29 196
12,3 / 100,0
Aumento1,1
1 / 10
Estável
2015 Portugal à Frente
2019 5.º 9 793
4,7 / 100,0
0 / 9
Setúbal[editar | editar código-fonte]
Data Cl. Votos % +/- Deputados +/-
1975 6.º 5 853
1,6 / 100,0
0 / 16
1976 4.º 15 724
4,4 / 100,0
Aumento2,8
0 / 17
Estável
1979 Aliança Democrática
1980
1983 4.º 20 578
5,1 / 100,0
1 / 17
1985 5.º 16 140
3,8 / 100,0
Baixa1,3
0 / 17
Baixa1
1987 5.º 7 401
1,9 / 100,0
Baixa1,9
0 / 17
Estável
1991 4.º 10 903
2,7 / 100,0
Aumento0,8
0 / 16
Estável
1995 4.º 31 261
7,2 / 100,0
Aumento4,5
1 / 17
Aumento1
1999 4.º 21 983
5,6 / 100,0
Baixa1,6
1 / 17
Estável
2002 4.º 27 216
6,9 / 100,0
Aumento1,3
1 / 17
Estável
2005 5.º 21 683
5,1 / 100,0
Baixa1,8
1 / 17
Estável
2009 5.º 38 378
9,2 / 100,0
Aumento4,1
1 / 17
Estável
2011 4.º 50 660
12,0 / 100,0
Aumento2,8
2 / 17
Aumento
2015 Portugal à Frente
2019 6.º 11 703
3,0 / 100,0
0 / 18
Viana do Castelo[editar | editar código-fonte]
Data Cl. Votos % +/- Deputados +/-
1975 3.º 20 313
14,5 / 100,0
1 / 6
1976 3.º 30 437
23,5 / 100,0
Aumento9,0
2 / 7
Aumento1
1979 Aliança Democrática
1980
1983 3.º 25 291
18,4 / 100,0
1 / 6
1985 3.º 23 368
16,6 / 100,0
Baixa1,8
1 / 6
Estável
1987 3.º 10 727
7,7 / 100,0
Baixa8,9
0 / 6
Baixa1
1991 3.º 10 081
7,2 / 100,0
Baixa0,5
0 / 6
Estável
1995 3.º 16 328
11,3 / 100,0
Aumento4,1
0 / 6
Estável
1999 3.º 19 249
14,0 / 100,0
Aumento2,7
1 / 6
Aumento1
2002 3.º 14 283
10,3 / 100,0
Baixa3,7
0 / 6
Baixa1
2005 3.º 16 205
11,4 / 100,0
Aumento1,1
1 / 6
Aumento1
2009 3.º 19 246
13,6 / 100,0
Aumento2,2
1 / 6
Estável
2011 3.º 18 129
13,4 / 100,0
Baixa0,2
1 / 6
Estável
2015 Portugal à Frente
2019 4.º 7 576
6,2 / 100,0
0 / 6
Vila Real[editar | editar código-fonte]
Data Cl. Votos % +/- Deputados +/-
1975 3.º 10 065
7,2 / 100,0
0 / 6
1976 3.º 23 808
18,3 / 100,0
Aumento11,1
1 / 7
Aumento1
1979 Aliança Democrática
1980
1983 3.º 25 291
18,4 / 100,0
1 / 6
1985 3.º 16 375
12,5 / 100,0
Baixa5,9
1 / 6
Estável
1987 3.º 6 741
5,0 / 100,0
Baixa7,5
0 / 6
Baixa1
1991 3.º 6 692
5,1 / 100,0
Aumento0,1
0 / 6
Estável
1995 3.º 10 420
7,8 / 100,0
Aumento2,7
0 / 5
Estável
1999 3.º 8 507
6,8 / 100,0
Baixa1,0
0 / 5
Estável
2002 3.º 10 225
8,1 / 100,0
Aumento1,3
0 / 5
Estável
2005 3.º 8 509
6,8 / 100,0
Baixa1,3
0 / 5
Estável
2009 3.º 12 761
10,1 / 100,0
Aumento3,3
0 / 5
Estável
2011 3.º 10 373
8,7 / 100,0
Baixa1,4
0 / 5
Estável
2015 Portugal à Frente
2019 4.º 4 510
4,5 / 100,0
0 / 5
Viseu[editar | editar código-fonte]
Data Cl. Votos % +/- Deputados +/-
1975 3.º 40 422
17,2 / 100,0
2 / 10
1976 2.º 67 864
31,2 / 100,0
Aumento14,0
4 / 11
Aumento2
1979 Aliança Democrática
1980
1983 3.º 46 015
20,7 / 100,0
2 / 10
1985 3.º 44 257
19,9 / 100,0
Baixa0,8
2 / 10
Estável
1987 3.º 15 852
7,0 / 100,0
Baixa12,9
0 / 10
Baixa2
1991 3.º 13 697
6,3 / 100,0
Baixa0,7
0 / 9
Estável
1995 3.º 24 904
11,5 / 100,0
Aumento5,2
1 / 9
Aumento1
1999 3.º 21 300
10,5 / 100,0
Baixa1,0
1 / 9
Estável
2002 3.º 22 374
10,6 / 100,0
Aumento0,1
1 / 9
Estável
2005 3.º 18 477
8,6 / 100,0
Baixa2,0
1 / 9
Estável
2009 3.º 28 867
13,4 / 100,0
Aumento4,8
1 / 9
Estável
2011 3.º 25 090
12,4 / 100,0
Baixa1,0
1 / 9
Estável
2015 Portugal à Frente
2019 4.º 10 462
5,9 / 100,0
0 / 8
Europa[editar | editar código-fonte]
Data Cl. Votos % +/- Deputados +/-
1976 4.º 3 555
6,9 / 100,0
0 / 2
1979 Aliança Democrática
1980
1983 4.º 3 955
11,1 / 100,0
0 / 2
1985 4.º 4 074
17,3 / 100,0
Aumento6,2
0 / 2
Estável
1987 4.º 1 278
6,6 / 100,0
Baixa10,7
0 / 2
Estável
1991 4.º 894
3,0 / 100,0
Baixa3,6
0 / 2
Estável
1995 4.º 1 143
4,4 / 100,0
Aumento1,4
0 / 2
Estável
1999 4.º 829
3,2 / 100,0
Baixa1,2
0 / 2
Estável
2002 3.º 1 179
5,0 / 100,0
Aumento1,8
0 / 2
Estável
2005 4.º 794
3,4 / 100,0
Baixa1,6
0 / 2
Estável
2009 4.º 785
4,7 / 100,0
Aumento1,3
0 / 2
Estável
2011 3.º 993
5,5 / 100,0
Aumento0,8
0 / 2
Estável
2015 Portugal à Frente
2019 5.º 5 296
3,0 / 100,0
0 / 2
Fora da Europa[editar | editar código-fonte]
Data Cl. Votos % +/- Deputados +/-
1976 2.º 13 483
33,7 / 100,0
1 / 2
1979 Aliança Democrática
1980
1983 2.º 16 511
34,1 / 100,0
1 / 2
1985 2.º 12 829
37,9 / 100,0
Aumento3,8
1 / 2
Estável
1987 2.º 6 089
19,9 / 100,0
Baixa18,0
0 / 2
Baixa1
1991 2.º 4 613
14,6 / 100,0
Baixa5,3
0 / 2
Estável
1995 3.º 771
3,8 / 100,0
Baixa10,8
0 / 2
Estável
1999 3.º 593
3,5 / 100,0
Baixa0,3
0 / 2
Estável
2002 3.º 533
3,4 / 100,0
Baixa0,1
0 / 2
Estável
2005 3.º 470
3,5 / 100,0
Aumento0,1
0 / 2
Estável
2009 3.º 274
3,2 / 100,0
Baixa0,3
0 / 2
Estável
2011 3.º 615
4,1 / 100,0
Aumento0,9
0 / 2
Estável
2015 Portugal à Frente
2019 4.º 2 141
4,3 / 100,0
0 / 2

Eleições europeias[editar | editar código-fonte]

Data Cabeça de Lista Cl. Votos % +/- Deputados +/-
1987 Francisco Lucas Pires 3.º 868 718
15,40 / 100,00
4 / 24
1989 4.º 587 497
14,16 / 100,00
Baixa1,24
3 / 24
Baixa1
1994 Manuel Monteiro 3.º 379 044
12,45 / 100,00
Baixa1,71
3 / 25
Estável
1999 Paulo Portas 4.º 283 067
8,16 / 100,00
Baixa4,29
2 / 24
Baixa1
2004 João de Deus Pinheiro Força Portugal
2 / 24
Estável
2009 Nuno Melo 5.º 298 423
8,36 / 100,00
2 / 21
Estável
2014 Aliança Portugal
1 / 21
Baixa1
2019 5.º 205 048
6,19 / 100,00
1 / 21
Estável

Eleições presidenciais[editar | editar código-fonte]

Data Candidato
apoiado
1.ª Volta 2.ª Volta
Cl. Votos % Cl. Votos %
1976 Ramalho Eanes 1.º 2 967 137
61,59 / 100,00
1980 Soares Carneiro 2.º 2 325 481
40,23 / 100,00
1986 Freitas do Amaral 1.º 2 629 597
46,31 / 100,00
2.º 2 872 064
48,82 / 100,00
1991 Basílio Horta 2.º 696 379
14,16 / 100,00
1996 Cavaco Silva 2.º 2 595 131
46,09 / 100,00
2001 Ferreira do Amaral 2.º 1 498 948
34,68 / 100,00
2006 Cavaco Silva 1.º 2 773 431
50,54 / 100,00
2011 1.º 2 231 956
52,95 / 100,00
2016 Marcelo Rebelo de Sousa 1.º 2 410 286
52,00 / 100,00
2021 1.º 2 533 799
60,70 / 100,00

Eleições autárquicas (os resultados apresentados excluem os resultados de coligações que envolvem o partido)[editar | editar código-fonte]

Câmaras e Vereadores Municipais[editar | editar código-fonte]

Data Cl. Votos % +/- Presidente CM +/- Vereadores +/-
1976 4.º 692 869
16,61 / 100,00
36 / 304
317 / 1 908
1979 5.º 344 902
6,92 / 100,00
Baixa9,69
20 / 305
Baixa16
156 / 1 900
Baixa161
1982 5.º 386 527
7,53 / 100,00
Aumento0,61
27 / 305
Aumento7
185 / 1 913
Aumento29
1985 4.º 471 591
9,72 / 100,00
Aumento2,19
27 / 305
Estável
222 / 1 975
Aumento37
1989 4.º 451 163
9,12 / 100,00
Baixa0,60
20 / 305
Baixa7
179 / 1 997
Baixa43
1993 4.º 455 357
8,42 / 100,00
Baixa0,70
13 / 305
Baixa7
133 / 2 006
Baixa46
1997 4.º 302 763
5,65 / 100,00
Baixa2,77
8 / 305
Baixa5
83 / 2 021
Baixa50
2001 5.º 195 994
3,73 / 100,00
Baixa1,92
3 / 308
Baixa5
39 / 2 044
Baixa44
2005 5.º 165 697
3,07 / 100,00
Baixa0,66
1 / 308
Baixa2
30 / 2 046
Baixa9
2009 6.º 171 049
3,09 / 100,00
Aumento0,02
1 / 308
Estável
31 / 2 078
Aumento1
2013 6.º 152 073
3,04 / 100,00
Baixa0,05
5 / 308
Aumento4
47 / 2 086
Aumento16
2017 7.º 134 311
2,59 / 100,00
Baixa0,45
6 / 308
Aumento1
41 / 2 074
Baixa6
2021 10.º 77069
1,50 / 100,00
Baixa1,09
6 / 308
Estável
31 / 2 074
Baixa10

Assembleias Municipais[editar | editar código-fonte]

Data Cl. Votos % +/- Deputados +/-
1976 4.º 685 574
17,24 / 100,00
1 053 / 5 135
1979 5.º 308 721
7,04 / 100,00
Baixa10,20
832 / 9 703
Baixa221
1982 5.º 379 833
7,81 / 100,00
Aumento0,77
1 003 / 9 897
Aumento171
1985 4.º 761 855
16,73 / 100,00
Aumento8,92
1 015 / 6 672
Aumento12
1989 4.º 443 731
9,35 / 100,00
Baixa7,38
712 / 6 753
Baixa303
1993 4.º 445 065
8,23 / 100,00
Baixa1,12
556 / 6 769
Baixa156
1997 4.º 395 209
7,37 / 100,00
Baixa0,86
437 / 6 807
Baixa119
2001 5.º 226 774
4,32 / 100,00
Baixa3,05
253 / 6 876
Baixa184
2005 6.º 175 943
3,26 / 100,00
Baixa1,06
190 / 6 695
Baixa63
2009 7.º 195 365
3,54 / 100,00
Aumento0,28
253 / 6 946
Aumento63
2013 6.º 159 921
3,20 / 100,00
Baixa0,34
224 / 6 487
Baixa29
2017 7.º 138 720
2,68 / 100,00
Baixa0,52
184 / 6 461
Baixa40
2021 9.º 77 069
1,54 / 100,00
Baixa1,14
118 / 6 461
Baixa66

Assembleias de Freguesia[editar | editar código-fonte]

Data Cl. Votos % +/- Deputados +/-
1976 4.º 617 690
15,07 / 100,00
5 077 / 26 135
1979 5.º 306 332
7,18 / 100,00
Baixa7,89
4 661 / 40 110
Baixa416
1982 5.º 381 150
7,74 / 100,00
Aumento0,56
4 837 / 41 636
Aumento176
1985 4.º 507 499
10,52 / 100,00
Aumento2,78
4 531 / 31 941
Baixa306
1989 4.º 397 164
8,39 / 100,00
Baixa2,13
3 444 / 33 000
Baixa1 087
1993 4.º 418 998
7,78 / 100,00
Baixa0,61
2 719 / 33 458
Baixa725
1997 4.º 287 724
5,39 / 100,00
Baixa2,39
1 840 / 33 953
Baixa339
2001 6.º 189 838
3,62 / 100,00
Baixa1,77
970 / 34 569
Baixa870
2005 7.º 144 328
2,68 / 100,00
Baixa0,94
822 / 34 498
Baixa148
2009 7.º 128 947
2,33 / 100,00
Baixa0,35
693 / 34 672
Baixa129
2013 6.º 139 304
2,79 / 100,00
Aumento0,46
725 / 27 167
Aumento32
2017 7.º 122 679
2,37 / 100,00
Baixa0,42
628 / 27 019
Baixa97
2021 11.º 68 133
1,36 / 100,00
Baixa1,01
416 / 26 790
Baixa212

Eleições regionais[editar | editar código-fonte]

Região Autónoma dos Açores[editar | editar código-fonte]

Data Cl. Votos % +/- Deputados +/- Status Notas
1976 3.º 8 291
7,6 / 100,0
2 / 43
Oposição
1980 3.º 5 379
4,5 / 100,0
Baixa3,1
1 / 43
Baixa1 Oposição
1984 3.º 8 442
7,9 / 100,0
Aumento3,4
2 / 44
Aumento1 Oposição
1988 3.º 7 472
7,9 / 100,0
Baixa0,8
2 / 51
Estável Oposição
1992 3.º 5 217
4,6 / 100,0
Baixa2,5
1 / 51
Baixa1 Oposição Aliança com PPM
1996 3.º 8 346
7,4 / 100,0
Aumento2,8
3 / 52
Aumento2 Apoio parlamentar
2000 3.º 9 605
9,6 / 100,0
Aumento2,2
2 / 52
Baixa1 Oposição
2004 Coligação Açores
2 / 52
Estável Oposição
2008 3.º 7 857
8,7 / 100,0
5 / 57
Aumento3 Oposição
2012 3.º 6 110
5,7 / 100,0
Baixa3,0
3 / 57
Baixa2 Oposição
2016 3.º 6 674
7,2 / 100,0
Aumento1,5
4 / 57
Aumento1 Oposição
2020 3.º 5 734
5,5 / 100,0
Baixa1,7
3 / 57
Baixa1 Governo

Região Autónoma da Madeira[editar | editar código-fonte]

Data Cl. Votos % +/- Deputados +/- Status
1976 3.º 10 185
9,5 / 100,0
2 / 41
Oposição
1980 3.º 8 016
6,5 / 100,0
Baixa3,0
1 / 44
Baixa1 Oposição
1984 3.º 7 420
6,1 / 100,0
Baixa0,4
1 / 50
Estável Oposição
1988 3.º 10 263
8,2 / 100,0
Aumento2,1
2 / 53
Aumento1 Oposição
1992 3.º 10 582
8,1 / 100,0
Baixa0,1
2 / 57
Estável Oposição
1996 3.º 9 950
7,3 / 100,0
Baixa0,8
2 / 59
Estável Oposição
2000 3.º 12 612
9,7 / 100,0
Aumento2,4
3 / 59
Aumento1 Oposição
2004 3.º 9 691
7,0 / 100,0
Baixa2,7
2 / 68
Baixa1 Oposição
2007 4.º 7 519
5,3 / 100,0
Baixa1,7
2 / 47
Estável Oposição
2011 2.º 25 974
17,6 / 100,0
Aumento12,3
9 / 47
Aumento7 Oposição
2015 2.º 17 514
13,7 / 100,0
Baixa3,9
7 / 47
Baixa2 Oposição
2019 3.º 8 246
5,8 / 100,0
Baixa7,9
3 / 47
Baixa4 Governo

Presidentes[editar | editar código-fonte]

Adriano Moreira liderou o CDS entre 1986 e 1988

Militantes eleitos para altos cargos do Estado[editar | editar código-fonte]

Presidentes da Assembleia da República[editar | editar código-fonte]

Primeiros-Ministros[editar | editar código-fonte]

Denominações[editar | editar código-fonte]

Desde a sua constituição em 1974 o partido alterou a sua denominação, conforme o quadro a seguir:

Quadro Cronológico das Denominações
Congresso Acordão Diário da República Denominação Sígla Símbolo Obs.
Constituição
19 de julho de 1974
Supremo Tribunal de Justiça
13 de janeiro de 1975
Partido do Centro Democrático Social
CDS preto  a)
XI Congresso Extra.º
23 de janeiro de 1993
N.º 282/93, Tribunal Constitucional
30 de março de 1993
N.º 100/93, II Série
9 de abril de 1993
Partido do Centro Democrático
Social – Partido Popular
CDS-PP preto c/ "CDS" e
"Partido Popular"
 b)
XIII Congresso
11 de fevereiro de 1995
N.º 131/95, Tribunal Constitucional
15 de março de 1995
N.º 83/95, II Série
7 de abril de 1995
Partido Popular
CDS–PP azul e amarelo c/
"Partido Popular"
 c)
Conselho Nacional
17 de junho de 2009
N.º 343/09, Tribunal Constitucional
8 de julho de 2009
N.º 159/09, II Série
18 de agosto de 2009
CDS – Partido Popular
CDS–PP azul e branco  d)

Notas:

  • a) Dados dos Estatutos[51] e da História do Partido[52] na página oficial do CDS–PP, e Diário da República da posterior alteração de 1993.[53]
  • b) O pedido de registo da denominação "Centro Democrático Social – Partido Popular" e sigla "CDS – Partido Popular" foi inicialmente indeferido,[54] sendo posteriormente aprovada a denominação "Partido do Centro Democrático Social – Partido Popular" e a sigla "CDS–PP".[53]
  • c) Mudança de denominação para apenas "Partido Popular", mas mantendo a mesma sigla.[55][56]
  • d) Alteração da designação e do símbolo do Partido, para efeitos de boletim de voto nas Eleições Nacionais.[57][58]

Símbolos do partido[editar | editar código-fonte]

Símbolos normalmente com variantes contendo as palavras CDS, CDS-PP ou Partido Popular.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b c Nuno Melo vence Comissão Política com 75% dos votos, DN/Lusa 03.04.2022
  2. a b c d Parties and Elections in Europe - 2019 Arquivado em 16 de setembro de 2018, no Wayback Machine. (em inglês)
  3. Lisi, Sanches & Maia 2020, p. 195: "[...] the right-wing parties - PSD and CDS-PP [...]"
  4. Jalali, Moniz & Silva 2020, p. 233: "[...] the two right-wing opposition parties, the PSD and the CDS-PP [...]"
  5. Pagina web "Folha CDS" Arquivado em 29 de junho de 2015, no Wayback Machine.. cds.pt. Recuperado em 27 de junho 2015
  6. «CDS de Assunção conquistou mais de 4000 novos militantes». Diário de Notícias. 10 de março de 2018. Consultado em 10 de março de 2018. Cópia arquivada em 11 de março de 2018 
  7. «Member Parties». International Democratic Union|. Consultado em 24 de setembro de 2021. CDS- Partido Popular 
  8. a b «Parties and Partners» (em inglês). Consultado em 8 de setembro de 2021. Centro Democrático e Social - Partido Popular - CDS-PP" "[...] Date of Entry in the EPP: 2009" "[...] Membership status: Ordinary Member Party 
  9. «Cópia arquivada». Consultado em 30 de abril de 2019. Cópia arquivada em 30 de abril de 2019 
  10. «Acórdão N.º 343/2009». TC - Tribunal Constitucional. 8 de Julho de 2009. Consultado em 22 de Setembro de 2009 
  11. CDS – Partido Popular (CDS–PP) é o nome oficial, registado no Tribunal Constitucional Arquivado em 9 de janeiro de 2016, no Wayback Machine.
  12. Estatutos do Partido Arquivado em 5 de junho de 2009, no Wayback Machine., no artigo 1.º: "… denomina-se Partido Popular, usará a sigla CDS–PP…
  13. Conforme consta da "História do CDS-PP" publicada na página oficial do partido na Internet Arquivado em 2 de maio de 2015, no Wayback Machine.
  14. «Membros da União Internacional Democrata». Arquivado do original em 24 de fevereiro de 2017 
  15. a b «Legislativas 2009 - Resultados Globais». Site do Ministério da Justiça de Portugal. Consultado em 7 de outubro de 2009. Arquivado do original em 3 de setembro de 2011 
  16. a b CDS corre risco de extinção. "Até hoje foi gerido ao estilo da Coreia do Norte", TSF 31.01.2022
  17. Marchi 2018, pp. 76-77.
  18. a b c Marchi 2018, p. 77.
  19. «Do CDS ao CDS-PP: o Partido do Centro Democrático Social e o seu papel na política portuguesa, por Richard A. H. Robinson* Análise Social, vol.xxxi, (138), 1996, 958» (PDF). Consultado em 14 de dezembro de 2016. Cópia arquivada (PDF) em 23 de abril de 2018 
  20. «Constituição da República Portuguesa». parlamento.pt. Consultado em 21 de maio de 2010. Cópia arquivada em 14 de agosto de 2011 
  21. Ver acórdão do Tribunal Constitucional Arquivado em 12 de setembro de 2017, no Wayback Machine. aceitando a alteração e fixando os dados relativos ao partido assim: "Denominação: Centro Democrático Social — Partido Popular; Sigla: CDS — Partido Popular".
  22. Conforme consta do acórdão do Tribunal Constitucional em que este aceita a alteração para: "Denominação: Partido Popular; Sigla: CDS-PP".
  23. «Acordo fechado. PSD e CDS vão juntos às legislativas». Diário de Notícias. Cópia arquivada em 19 de agosto de 2015 
  24. «Coligação para as Legislativas chama-se "Portugal à Frente"». Expresso (Portugal). Cópia arquivada em 11 de setembro de 2015 
  25. Paulo Portas não se recandidata à liderança do CDS-PP, JN 28.12.2015
  26. Cristas única candidata no CDS mas com conselhos internos sob forma de moções, RTP 26.02.2016
  27. Assunção Cristas aclamada em Gondomar
  28. PSD desvaloriza candidatura de Cristas e ironiza com lugar de vereadora, DN 12.09.2016
  29. Direita desafina e só alinha na hora de atacar coligação de esquerda, DN 05.09.2016
  30. Assunção Cristas diz estar pronta para ser primeira-ministra, ECO 28.11.2017
  31. Cristas reeleita líder do CDS por quase 90%, DN 11.03.2018
  32. Cristas e a lei das quotas: conservadores e liberais não gostam, SOL 26.06.2017
  33. Assunção Cristas disse a empresários que PSD não está disponível para coligação pré-eleitoral, DN 15.07.2019
  34. Assunção Cristas assume derrota e anuncia saída da liderança do CDS-PP, JN 06.10.2019
  35. Refiliação de Manuel Monteiro no CDS adiada para futura liderança, DN 01.11.2019
  36. Filipe Lobo d'Ávila vai integrar direção de Rodrigues dos Santos, Sábado 26.01.2020
  37. Rodrigues, Sofia (26 de janeiro de 2020). «Novo líder do CDS: "Seremos um partido que se tornará sexy"». Público. Em cena em 16:38. Consultado em 1 de fevereiro de 2020. Cópia arquivada em 1 de fevereiro de 2020 
  38. Rodrigues, Sofia (26 de janeiro de 2020). «Francisco Rodrigues dos Santos, o jovem que também agrada aos antigos». Público. Em cena em 12:15. Consultado em 1 de fevereiro de 2020. Cópia arquivada em 1 de fevereiro de 2020 
  39. Antunes, Pedro; Santos, Catarina; Fernandes, Luís (24 de fevereiro de 2020). «Chicão: "Não estamos a propor uma alteração à lei do aborto"» (Entrevista). Observador. Observador. Em cena em 10:19. Consultado em 1 de fevereiro de 2020. Cópia arquivada em 1 de fevereiro de 2020 
  40. CDS-PP: Adolfo Mesquita Nunes regressa ao Conselho Nacional, Jornal de Negócios 06.02.2021
  41. CDS-PP: conselho nacional aprova adiamento do congresso para depois das legislativas, Lusa 30.10.2021
  42. Falcão, Catarina. «40 anos do assalto ao comício da Juventude Centrista e da tomada da sede do CDS». Observador. Consultado em 13 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 21 de julho de 2017 
  43. «Associações Juvenis | Lista de Associações | JP - Juventude Popular». juventude.cm-braga.pt. Consultado em 13 de setembro de 2017. Cópia arquivada em 13 de setembro de 2017 
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  47. «O que é a TEM? – TEM/CDS». Consultado em 18 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 21 de setembro de 2020 
  48. «CDS-PP/Congresso: Tendência Esperança em Movimento apela à ″reconciliação interna″». www.dn.pt. Consultado em 9 de junho de 2021 
  49. «Abel Matos Santos, o porta-voz da minoria mais conservadora». Jornal Expresso. Consultado em 18 de agosto de 2020. Cópia arquivada em 18 de janeiro de 2020 
  50. «Presidentes do Partido». CDS - Partido Popular. Consultado em 20 de setembro de 2010. Arquivado do original em 7 de setembro de 2013 
  51. «Estatutos do Partido Popular» (PDF). CDS–PP. Consultado em 12 de maio de 2009 
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Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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