Associação Portuguesa de Desportos

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Portuguesa
Portuguesa de Desportos.png
Nome Associação Portuguesa de Desportos
Alcunhas Lusa
Fabulosa
Barcelusa
Torcedor/Adepto Lusitano
Rubro-Verde
Mascote Leão (mascote atual)
Severa (primeira mascote)
Fundação 14 de agosto de 1920 (94 anos)
Estádio Canindé
Capacidade 21.004 Pessoas [1]
Localização Brasão da cidade de São Paulo.svg São Paulo, São Paulo SP, Brasil Brasil
Presidente Brasil José Ilídio da Fonseca Lico
Treinador Brasil Silas
Patrocinador Brasil DL Tablet
Brasil Lupo
Material esportivo Brasil Lupo
Competição São Paulo Campeonato Paulista
Brasil Copa do Brasil
Brasil Campeonato Brasileiro
Divisão São Paulo Série A1
Brasil Série B
São Paulo A1 2014
Brasil CB 2014
Brasil B 2014
12º Colocada
Primeira Fase
a definir
São Paulo A2 2013
Brasil CB 2013
Brasil A 2013
Flags of South American Conmebol Members.gif SA 2013
Campeã
55º Colocada
17º Colocada (rebaixada)
Segunda Fase
São Paulo A1 2012
Brasil CB 2012
Brasil A 2012
17º Colocada (rebaixada)
13º Colocada
16º Colocada
Ranking nacional 18º lugar, 1 446 pontos
Website www.portuguesa.com.br
Kit left arm portuguesa14h.png Kit body portuguesa14h.png Kit right arm portuguesa14h.png
Kit shorts portuguesa14h.png
Kit socks portuguesa14h.png
Uniforme
titular
Kit left arm portuguesa14a.png Kit body portuguesa14a.png Kit right arm portuguesa14a.png
Kit shorts portuguesa14a.png
Kit socks.png
Uniforme
alternativo
Temporada atual
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Associação Portuguesa de Desportos (CvCMHIH) é um clube poliesportivo brasileiro sediado em São Paulo que tem como modalidade esportiva principal o futebol. É um dos cinco grandes clubes do futebol paulista, sendo o quinto colocado nos diversos rankings paulistas entre as equipes de futebol em atividade.

O Campeonato Brasileiro Série B de 2011, o vice-campeonato do Campeonato Brasileiro de 1996, as conquistas dos Torneio Rio-São Paulo de 1952 e 1955, numa época em que esta competição era a mais importante do Brasil, e as 3 conquistas do Campeonato Paulista (a última em 1973), ficaram marcados como os seus mais célebres momentos.

Fundada em 1920, a Lusa, como também é conhecida, já contou com grandes jogadores da história do futebol brasileiro. Djalma Santos, Julinho Botelho, Leivinha, Marinho Peres, Enéas, Roberto Dinamite e Dener, foram só alguns dos grandes futebolistas que jogaram pela equipe paulistana.

Em 2014 disputa o Paulistão - Série A1, a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro Série B.

História[editar | editar código-fonte]

Fundação[editar | editar código-fonte]

No dia 14 de agosto de 1385, as tropas portuguesas, lideradas por D. João, mestre de Avis, derrotaram as tropas de D. João I de Castela em Aljubarrota. A batalha de Aljubarrota é um dos acontecimentos mais importantes da história de Portugal e marcou o início da dinastia de Avis, ligada aos descobrimentos que permaneceria no poder até 1580.

Quase cinco séculos mais tarde, no dia 14 de agosto de 1920, o jornal O Estado de São Paulo anunciava em sua página esportiva:

Cquote1.svg No salão nobre da Câmara Portuguesa de Commercio, à rua de São Bento, 29-B, deve realizar-se hoje às 20 e 1/2 horas a eleição e tomada de posse da diretoria da novel Associação Portuguesa de Esportes Cquote2.svg
Equipes do Palmeiras e da Portuguesa em partida do Campeonato Brasileiro de 2008 no Estádio do Pacaembu.

A Portuguesa surgia da fusão de cinco sociedades lusitanas já existentes: Luzíadas Futebol Club, Associação 5 de Outubro, Esporte Club Lusitano, Associação Atlética Marquês de Pombal e Portugal Marinhense. O pedido de filiação da Portuguesa à Associação Paulista de Esportes Atléticos (APEA) foi deferido no dia 2 de setembro de 1920, mas como não havia mais tempo para a inscrição no campeonato daquele ano, a Portuguesa fundiu-se ao Mackenzie, já inscrito, e participaram juntos do campeonato de 1920.

A Associação Atlética Mackenzie College foi o primeiro clube de futebol brasileiro para brasileiros. Fundada em 1898 por estudantes do Mackenzie College, era formada apenas por alunos do colégio. A Portuguesa-Mackenzie disputou os certames pela APEA até 1922.

Em 1923, a Associação Portuguesa de Esportes desligou-se do parceiro e passou a disputar jogos com sua antiga denominação. Em 1940 a Associação Portuguesa de Esportes alterou seu nome para Associação Portuguesa de Desportos.

Portuguesa de 1933[editar | editar código-fonte]

Principais jogadores deste ano, em que a Lusa foi a terceira colocada no Campeonato Paulista e também no Torneio Rio-São Paulo: Batatais, Neves e Machado,

No Torneio Rio-São Paulo, a competição mais acirrada do ano de 1933 no Brasil, a Lusa fez 30 pontos em 22 jogos, com 12 vitórias, 6 empates e apenas 4 derrotas, 57 gols pró e 33 contra, saldo favorável de 24 gols.

Portuguesa do biênio 1935/1936[editar | editar código-fonte]

A equipe da Portuguesa de 1935 e 1936 ficou marcada por ter sido bicampeã paulista.

Em 1935, a Portuguesa tinha quinze anos de história e venceu o campeonato paulista daquele ano com certa facilidade, tendo sido líder absoluta durante toda a competição, só não sendo campeã invicta daquele ano, pois tropeçou no último jogo da competição contra o Ypiranga, na rua dos Ituanos. Por causa de seu tropeço a Portuguesa voltou a enfrentar a equipe do Ypiranga numa melhor-de-três pontos, empatando com a equipe do Ypiranga por 2 a 2, mas impondo a sua melhor categoria na segunda partida, quando impôs uma goleada por 5 a 2, se tornando campeã paulista de 1935, naquele que foi seu primeiro título estadual.

No ano seguinte veio o bicampeonato, com certa facilidade, pois a Portuguesa chegou na final contra o mesmo Ypiranga que enfrentou no ano anterior, só que desta vez não foi preciso uma melhor de três, pois a Lusa goleou a equipe do bairro do Ipiranga por 6 a 1.

Escalação: Rossetti, Fiorotti e Oswaldo; Duílio, Barros e Mandico; Arnaldo, Frederico, Paschoallino, Carioca e Adolpho.

No último ano da década de 1930, em 1940, primeiro ano da Era Pacaembu, a Lusa se sagraria ainda, vice-campeã paulista.

Portuguesa da década de 1950[editar | editar código-fonte]

Djalma Santos, bicampeão do Torneio Rio-São Paulo com a Portuguesa.

O time da década de 1950 é considerado a melhor equipe de toda a história da Portuguesa, não só por ter conquistados títulos importantes dentro e fora do País, mas também por ter levado muitos jogadores para a seleção brasileira.

A Lusa conquistou um torneio disputado na cidade de Salvador no ano de 1951, torneio este disputado contra as equipes baianas do Esporte Clube Bahia, Esporte Clube Vitória e Esporte Clube Ypiranga, este último sendo na época, um dos grandes clubes da capital baiana, como os outros dois, que formam a conhecida dupla Ba-Vi[2] e também o Torneio de Belo Horizonte neste mesmo ano, disputado contra os clubes mineiros América, Atlético e Cruzeiro.[3]

Além do Torneio San Izidro 1951, conquistado na Espanha, a Portuguesa também ganhou a Fita Azul por 3 vezes, por ter feito três expedições fora do País invictas, nos anos de 1951, 1953 e 1954.

A 17 de setembro de 1954 foi feita Dama da Ordem Militar de Cristo.[4]

A Portuguesa dos anos 1950 também foi por duas vezes campeã do Torneio Rio-São Paulo, nos anos de 1952, na final contra o Clube de Regatas Vasco da Gama e em 1955, na final contra a Sociedade Esportiva Palmeiras.[5]

No último ano da década de 1950, a Lusa foi vice campeã paulista de 1960, terminando o campeonato dois pontos atrás do Santos Futebol Clube, do Rei Pelé .

Principais jogadores da Portuguesa na década de 1950: Brandãozinho, Djalma Santos, Ipojucan, Simão, Julinho Botelho e Pinga.

Portuguesa de 1971 a 1975[editar | editar código-fonte]

Terceira colocada do Paulista em 1971, a Lusa ainda chegaria em quarto em 1974, em duas belas campanhas estaduais.

No ano de 1971, a rubro-verde conquistou o Torneio Oswaldo Teixeira Duarte, em Goiás.

Em 1972 a Portuguesa venceu o Torneio Quadrangular de Istambul,[6] , prenúncio da glória que viria a seguir.

A Portuguesa de 1973 será lembrada por um título estadual polêmico, quando foi co-campeã paulista com o Santos Futebol Clube, após um erro do árbitro Armando Marques na contagem dos pênaltis, perante cerca de 116.000 torcedores, mas poucos citam o fato de que a Lusa teve um gol anulado neste mesmo jogo, um gol legítimo de seu centro-avante Cabinho. Para se classificar para final, a Portuguesa foi campeã invicta da Taça São Paulo, com 7 vitórias e 4 empates, vindo a vencer o Palmeiras na partida decisiva disputada no Estádio do Pacaembu por 3 a 0, perante 29.600 torcedores pagantes.

Era um time jovem que jogava de maneira irregular, mas com muita qualidade, tanto na defesa, quanto no ataque, que tinha ainda o centro-avante Cabinho, que mais tarde seria ídolo no México.

Escalação: Zecão, Izidoro, Pescuma, Badeco, Calegari, Cardoso, Xaxá, Eneas, Wilsinho, Cabinho e Basílio.

A Lusa manteve a base nos anos seguintes, sagrando-se vice-campeã paulista em 1975, perdendo o título nos pênaltis para o São Paulo, após uma vitória de 1 a 0 para cada um dos oponentes nos dois jogos decisivos.

Portuguesa de 1984 a 1986[editar | editar código-fonte]

O time rubro-verde era liderado por Edu Marangon, criado nas categorias de base da Lusa, tendo estreado na equipe principal no ano de 1984, ano em que a Lusa foi sétima colocada no Campeonato Brasileiro. Edu foi o maestro do time vice-campeão paulista em 1985, assim como na quinta colocação do Paulistão 1986, vindo a deixar o clube em 1988.

Outro grande jogador neste período, foi o experiente zagueiro Luís Pereira, que comandava a defesa do time que teve apenas 4 derrotas em 36 jogos do Paulistão 1985, ano em que a Lusa não teve os seus jogos transmitidos pela TV que detinha dos direitos desse campeonato, inclusive a final, por não concordar em receber quantia menor pelos direitos de transmissão do que Corínthians, Palmeiras, Santos e São Paulo.[7]

A 23 de Abril de 1987 foi feita Membro-Honorário da Ordem do Infante D. Henrique.[8]

Portuguesa de 1996[editar | editar código-fonte]

A Portuguesa de 1996 não ganhou nenhum título de expressão, mas ficou marcada por estar entre as melhores equipes do País. Naquele ano, a Portuguesa conquistou o Torneio Início do Campeonato Paulista e foi vice-campeã brasileira.

A Lusa foi valente. Terminou a fase classificatória na 8ª colocação com 36 pontos. Um a mais do que o 9º, 10º e 11º colocados (Internacional-RS, Sport Recife e São Paulo, respectivamente. A Portuguesa, seguindo o regulamento da competição, pegaria o 1º colocado, o Cruzeiro nas quartas de finais. Perguntado por jornalistas na sala de imprensa do Mineirão, logo após o jogo do Cruzeiro, o Presidente do clube ironizou: "Pegamos a Portuguesa? Então já estamos na semifinal"! Mas a Portuguesa cresceu, não se intimidou e despachou o Cruzeiro para Belo Horizonte com uma vitória convincente por 3 a 0 no estádio do Canindé. No jogo de volta a Lusa perdeu por 1 a 0, mas avançou.

Já nas semifinais a Lusa enfrentou outro time mineiro, mas o respeito era nítido. A Portuguesa fez novamente o primeiro jogo no Canindé e venceu por 1 a 0 a equipe mineira. Já no jogo da volta a Lusa conseguiu um empate por 2 a 2 e avançou pela primeira vez em sua história, a uma final de um campeonato brasileiro. O adversário, dessa vez seria um gaúcho.

O Grêmio 6º colocado na fase de classificação. E a Lusa começou muito bem. No dia 11 de Dezembro de 1996, ocorreu o primeiro jogo da grande final, no estádio do Morumbi. A Lusa venceu por 2 a 0, gols de Gallo e Rodrigo. O título estava encaminhado. Mas no 2º jogo, dia 15 de dezembro de 1996, a Lusa não se encontrou nos primeiros minutos e logo aos 3' minutos tomou gol do atacante Paulo Nunes. Depois, foi entrando no jogo gradativamente. Perdeu grandes oportunidades e o futebol puniu. Aos 39' minutos do 2º tempo, Aílton marcou o segundo gol do Grêmio, gol esse que valeu o títulos aos gaúchos, pois o regulamento previa que em caso de 2 placares iguais, não haveria um 3º jogo, e o título deveria ser dado ao time de melhor campanha na fase de classificação.

Como a Lusa ficou em 8ª e o Grêmio em 6º, o título foi parar no Sul, trazendo revolta ao torcedor lusitano. Sentimento de injustiças pelas belas atuações, são lembrados até hoje pelos lusitanos que viveram essa fase, e tiveram orgulho de ser Lusa.

Escalação: Clemer, Walmir, Emerson, Cesar e Carlos Roberto, Capitão, Gallo, Caio e Zé Roberto, Alex Alves (Tico) e Rodrigo Fabri.

Portuguesa de 2002[editar | editar código-fonte]

No Campeonato Brasileiro de Futebol de 2002, a Portuguesa de Desportos sofreu um rebaixamento pela primeira vez na sua história, inédito, em seus até então, 82 anos. Posteriormente, em 2006, a equipe sofreu o primeiro rebaixamento no Campeonato Paulista.

A Portuguesa na Série A2 paulista[editar | editar código-fonte]

O maior clube a ser campeão da série A2 até hoje, é a Portuguesa, Campeonato Paulista de Futebol de 2007 - Série A2, mostrando claramente sua grandeza na campanha realizada. Em 27 jogos disputados ao todo, somou 16 vitórias, 8 empates e apenas 3 derrotas. Foi a melhor equipe da primeira fase do campeonato, com 38 pontos em 11 vitórias e apenas 3 derrotas. Na segunda fase, no Grupo A, composto por Portuguesa, Guarani, Bandeirante e São José, foi líder absoluta de forma invicta no grupo e garantiu a vaga na série A do Paulistão na 4ª rodada, após bater o Guarani por 1 a 0 e a vaga para a final na 5ª rodada, após um empate por 2 a 2 com o São José.

O time, em 6 jogos na segunda fase, conquistou 4 vitórias e 2 empates, sendo disparada a melhor equipe da segunda fase nos dois grupos e a única invicta, com 14 pontos, somando o dobro de pontos do Guarani (7 pontos), segundo colocado no grupo e que conquistou a vaga na série A do paulistão graças à Portuguesa, pois a mesma já estava classificada para a final e jogava na última rodada de grupos no Canindé contra o Bandeirante, que precisava de uma simples vitória sobre o time luso para conquistar o segundo lugar do grupo e, consequentemente, a vaga na série A do Paulistão. Porém, a Lusa não quis saber e fez a sua parte, venceu o Bandeirante por 1 a 0, e garantiu a volta do Guarani, que teve que torcer muito pela Lusa pois sua volta à elite paulista dependia daquele jogo.

A Lusa foi para a final enfrentar o Rio Preto, 3º colocado na 1ª fase com 34 pontos e 1º colocado do Grupo B da 2ª fase com 10 pontos, quatro a menos que a Lusa no Grupo A, de onde a Lusa passou com facilidade, de forma invicta, com antecedência e com o dobro de pontos do segundo colocado (o Guarani).

O primeiro jogo, em São José do Rio Preto, terminou empatado em 1 a 1, com um público menor que 2.000 pessoas, gols de Clayton para o Rio Preto e do lateral Leonardo para a Lusa. Já no Canindé lotado em São Paulo, com um público de aproximadamente 25.000 pessoas (12.000 pagantes), a Lusa pode dar o grito de campeã e fazer a festa depois do jogo, após bater o Rio Preto por 4 a 0, com gols de Rodrigo Uchôa (contra), Diogo, Rivaldo e Marcos Paulo.

Clayton, autor do gol do Rio Preto no 1º jogo da final, foi o artilheiro do campeonato com 12 gols, e logo após o termino do mesmo, foi contratado pela campeã Portuguesa, para a disputa da Copa do Brasil e da Série B.

A Lusa fez uma belíssima campanha, com apenas 3 derrotas no campeonato todo e disparada a melhor equipe em todas as fases disputadas no campeonato. Em uma pesquisa feita pelo site "Futebol Interior" com diversos jornalistas, dentre eles alguns da ESPN Brasil e Globo.com , foi eleita a seleção do campeonato. Metade da seleção pertencia à campeã Portuguesa do técnico Vágner Benazzi, que apostou principalmente na sua base, como Bruno Rodrigo, Rai, Leonardo, Joãozinho e Diogo, os 3 últimos foram vendidos para o exterior algum tempo depois. Os jogadores lusos eleitos na seleção foram: Tiago (o goleiro artilheiro da Lusa), Wilton Goiano, Leonardo, Marcos Paulo, Preto e Diogo.

Barcelusa: A Campeã Brasileira da Série B de 2011[editar | editar código-fonte]

Na disputa do Campeonato Brasileiro Série B de 2011, a Portuguesa jogou um futebol envolvente, de toque de bola refinado e ofensivo, que ganhou por isso mesmo o apelido de Barcelusa, numa comparação com o Futbol Club Barcelona, time europeu que disputa as partidas com essas características de jogo. A comparação feita entre a Portuguesa e o Barcelona foi tão grande que as notícias se espalharam pelo mundo, e fizeram com que repercutissem notícias da Portuguesa em grandes jornais da Espanha, comparando o estilo de jogo da Lusa com o do Barça. [9]

A Lusa garantiu o seu retorno ao Campeonato Brasileiro Série A, ao vencer o Americana Futebol em 22 de outubro de 2011 por 3 a 2, em partida disputada no interior paulista, com 7 rodadas de antecedência, vindo a conquistar o título do Campeonato Brasileiro Série B de 2011 após empatar com o Sport Recife por 2 a 2, na noite do dia 8 de novembro de 2011, faltando ainda 3 rodadas para o fim desse campeonato, partida esta com um público que lotava as arquibancadas do Estádio do Canindé.

Em 38 jogos, a Portuguesa teve 23 vitórias, 13 empates e apenas 3 derrotas, marcando 82 gols e sofrendo apenas 32, tendo ainda ficado invicta por 21 jogos durante essa competição. A excelente campanha da Portuguesa na Série B de 2011 é considerada a segunda melhor campanha da História do Campeonato Brasileiro da Série B, e além disso, a Portuguesa, com seus 82 gols marcados, obteve a marca de melhor ataque de toda a História da Série B, marca esta que outros grandes clubes assim como a Lusa que disputaram a Série B jamais chegaram perto, como por exemplo Palmeiras, Botafogo, Grêmio, Atlético-MG, Corinthians e Vasco.

2012: Frustração e rebaixamento inesperado no Campeonato Paulista[editar | editar código-fonte]

A Portuguesa, empolgada com a grande campanha da Série B pintava como uma das favoritas a conseguir uma vaga no G-8 do Estadual ou até mesmo ao título, mas foi uma decepção.

Começou perdendo do Paulista dentro do Canindé por 2 a 0, não conseguindo crescer na competição e muito menos chegou ameaçar chegar ao G-8. A Lusa chegou a última rodada na 15ª colocação com risco de rebaixamento somando 18 pontos, apenas 4 vitórias, 6 empates e 8 derrotas, dependendo de uma vitória contra o Mirassol fora de casa, mas não fez sua parte e foi goleada por 4 a 2.

O XV de Piracicaba com o empate em 2 a 2 com o Mogi Mirim ultrapassou a Lusa e tinha ainda como concorrente o Botafogo de Ribeirão Preto, que enfrentou o Guarani em casa, com o resultado de 1 a 1 até aos 43 minutos do 2º Tempo esse empate estava salvando a Lusa e rebaixando o time de Ribeirão, mas aos 43 o Botafogo fez 2 a 1 e rebaixou a Portuguesa a Série A-2 de 2013, causando uma grande decepção para a diretoria, jogadores e principalmente para a torcida, principalmente pelo fato do time estar na primeira divisão do Campeonato Brasileiro.

2013: O Retorno à elite do futebol paulista e eliminação precoce da Copa do Brasil[editar | editar código-fonte]

Retornando à Série A1 do futebol Paulista em 2014 após ganhar do Capivariano. no Quadrangular Final do Campeonato Paulista de Futebol - Série A2, espantando a 'zebra' do rebaixamento para o Campeonato Paulista de Futebol - Série A2.

Porém o início da história da Lusa em 2013 foi marcada por outro fato, este negativo, a eliminação na 1ª fase da Copa do Brasil de 2013 para o modesto Naviraiense-MS.

Após a eliminação na Copa do Brasil, a Portuguesa só poderia ser campeã da Série A2, fato ocorrido no dia 12 de maio, após ganhar a primeira partida por 2 a 1 do Rio Claro, com gols de Corrêa e Matheus, a Portuguesa perdeu por 1 a 0 a segunda partida, mas mesmo com a derrota, a Lusa sagrou-se campeã da Série A2 de 2013. [10]

Patrimônio[editar | editar código-fonte]

Quando da sua fundação, a Portuguesa herdou a sede da Rua Domingos Paiva (sede do 5 de Outubro e do Lusíadas) e o campo da Rua Conselheiro Lafayette, Brás, que eram ambos alugados.

Em outubro de 1920, a Câmara Portuguesa de Comércio cedeu o 3º andar da Rua São Bento, nº 29-B, para que servisse como sede social. Em 1921, o Campo da Companhia Predial Álvares Penteado, situado na Rua 25 de Março, foi reformado e passou a ser utilizado para os treinos da equipe de futebol. Durante as obras de terraplenagem, os jogadores da Portuguesa treinavam às quartas-feiras e aos sábados no antigo campo do Corinthians, na Ponte Grande. Aliás, nesse ano de 1921, os jogadores da Portuguesa eram convocados por anúncios nos jornais, e o clube pagava as passagens de bonde.

Em 1922, a Portuguesa adquiriu o campo de futebol da União Artística e Recreativa Cambuci, situado na Rua Cesário Ramalho, nº 25, Lavapés, e que havia sido construído em terreno da prefeitura. No local já havia muros, pavilhões, cercas, campo gramado e arquibancada, mas foi apenas em 1925 que a APEA oficializou o estádio, permitindo o uso público.

Na inauguração, em 25 de janeiro de 1925, houve dois jogos: Corinthians 4 a 0 no Brás Atlética e a derrota da Portuguesa para o Germânia por 5 a 0.

Em agosto de 1929, foi comprado um terreno na Avenida Teresa Cristina, Ipiranga, que teve sua área ampliada ao longo dos anos. Em 1938, foram adquiridos 11 mil m² em volta do terreno original.

Em 1933, a sede social transferiu-se para o Edifício Martinelli, na Rua São Bento, 8º andar, onde permaneceu até 35, quando mudou-se para a Rua XV de Novembro, nº 18, 2º andar. A sede social mudou-se ainda para a Rua Onze de Agosto, nº 29, no ano de 1938. Esta foi a última sede social da Portuguesa de Esportes.

Em 1940, mudou-se para a Rua do Carmo, 177, 2º andar. O 1º andar do prédio era alugado e contribuía para o orçamento do clube. Nesse mesmo ano começaram as obras de construção do Estádio Municipal do Pacaembu e o lançamento da pedra fundamental do futuro Estádio Dr. Ricardo Severo, que seria construído no terreno da Avenida Teresa Cristina. O nome do estádio seria uma homenagem ao português Ricardo Severo, sócio do arquiteto Ramos de Azevedo. A "Gazeta Esportiva", na sua edição de 10 de junho de 1940, noticiou o fato:

Cquote1.svg No bairro da colina histórica, a Associação Portuguesa de Esportes registrou ontem um acontecimento histórico para seu progresso e seu futuro, ao lança, em bela cerimônia, a pedra fundamental do Estádio Ricardo Severo, que ali se erguerá concretizando o máximo ideal do clube representativo da laboriosa colônia lusa de São Paulo. Cquote2.svg

Entretanto, o estádio nunca seria construído. A Portuguesa passou a disputar suas partidas no Pacaembu e a treinar no Parque do Ibirapuera. No ano de 1942, aconteceu outra mudança de sede social, agora para o Largo de São Bento, nº 25, 1º andar. Foi ainda no ano de 1942 que a Portuguesa vendeu o terreno do Ipiranga por 800 mil réis.

Fatos históricos[editar | editar código-fonte]

Maior Goleada

A maior goleada da história da Portuguesa aconteceu longe da torcida. Foi na Bolívia, no dia 2 de fevereiro de 1970 e o adversário era o Ferroviário, da cidade de Oruro. O time da Lusa com sua reputação de tri-fita azul, acabou fazendo uma média de três gols para cada mil metros de altitude de Oruro. O jogo terminou 12 a 0, gols de Milano 3, Basílio 2, Ratinho, Leivinha, Ulisses, Élcio, Luís Américo, Rodrigues e Tatá.

Nenhum jogador do elenco rubro-verde poderia reclamar do técnico Aimoré Moreira, pois todos aqueles que viajaram, jogaram: Orlando (Rogério); Zé Maria (Deodoro), Marinho Perez, Guaraci e Américo (Ulisses); Lorico (Luís Américo), Leivinha (Basílio) e Paes (Élcio); Ratinho, Tatá e Rodrigues (Milano).

Rivellino na Lusa

Rivellino jogou na Portuguesa. É verdade que ele atuou menos de um tempo inteiro com a camisa da Portuguesa, mas foi o suficiente para registrar de forma enfática sua "passagem" pela Lusa.

Ele vestiu o manto rubro-verde por apenas 40 minutos, num jogo contra o Zeljeznicar, da Bósnia-Herzegovina, no dia 6 de janeiro de 1972, na época da inauguração do Canindé. A Portuguesa venceu o time da antiga Iugoslávia por 2 a 0 e, por incrível que pareça, Rivellino fez um dos gols da vitória com o pé direito, fato raro na carreira do jogador, seja com a camisa da Seleção Brasileira, do Corinthians ou do Fluminense, já que a canhota é que era o seu "pé bom".

Um acordo entre Lusa e Corinthians permitiu que o atleta participasse somente desse jogo, um dos que marcaram uma série de amistosos internacionais que ocorreram para celebrar a abertura do estádio.

Maradona na Lusa?

Muito antes de desfilar sua genialidade nos campos do mundo afora, Diego Armando Maradona esteve perto de ser jogador da Portuguesa. Em 1975, Diego Armando Maradona foi oferecido por seu empresário, Juan Figger, por US$ 300 mil. A diretoria da Lusa não quis, pois na época o jogador ainda era um jovem menino de 15 anos.

Roberto Dinamite na Lusa

No fim de sua carreira, Roberto Dinamite recebeu um convite para jogar pela Portuguesa. O jogador aceitou o desafio e participou do Brasileirão de 1989 pela equipe do Canindé.

Treinado por Antônio Lopes, Dinamite transformou-se rapidamente na grande estrela da Lusa. O atacante marcou nove gols nos seis meses em São Paulo, que o ajudaram a atingir a histórica marca de 190 gols em torneios nacionais, tornando-se o maior artilheiro da competição.

A campanha da Portuguesa foi boa, e o time paulista terminou na sétima colocação com 20 pontos, apenas seis a menos que o campeão Vasco da Gama, fez com que a diretoria tentasse a renovação com Dinamite. Em vão. O artilheiro cruzmaltino voltava ao Vasco da Gama novamente.

O Garoto de Ouro

Depois do título de 1973, a torcida da Portuguesa só voltou a sentir o gosto de um título na decisão da Copa São Paulo de Juniores em 1991. Na ocasião o time da Lusa foi a sensação. Foram revelados os atacantes Sinval, Tico, e especialmente, Dener.

A final da Copa foi contra o Grêmio, e a vitória foi por 4 a 0, com um dos gols tendo sido marcado por Dener. Dener é considerado o maior craque revelado pelo clube em sua história, tendo falecido em 1994, no Rio de Janeiro, após um acidente automobilístico.

Zagallo na Lusa
Zagallo

A notícia pegou todos de surpresa. “Zagallo é o novo técnico da Portuguesa” foi manchete em vários veículos de comunicação, inclusive internacionais. O ano era 1999 e a Lusa parecia estar reencontrando o caminho da grandeza.

Não era para menos, nas quatro temporadas anteriores a equipe havia feito campanhas excelentes, chegando à final do Campeonato Brasileiro de 1996 e sendo eliminada na semifinal do Campeonato Paulista de 1998, após arbitragem desastrosa do argentino Javier Castrilli, na partida contra o Corinthians.

Ao assumir o comando técnico da Lusa, Zagallo também chegava pela primeira vez a um clube de São Paulo. Na bagagem, ele trazia um currículo respeitável: o de maior vencedor pela Seleção Brasileira. Ele esteve presente em quatro conquistas mundiais: 1958 e 1962 como jogador; 1970 como técnico e 1994 como coordenador-técnico. O velho lobo também esteve presente em 1998 quando o Brasil foi vice-campeão.

A sorte, fiel escudeira da Zagallo, devia estar de férias. A Lusa tinha perdido Evair, o jogador mais importante do elenco, que voltou ao Palmeiras e contratado Pintado, Didi e Marcio Goiano. As campanhas da Portuguesa daquele ano foram péssimas.

O time foi eliminado na terceira fase da Copa do Brasil, pelo Atlético-PR, não chegou às semifinais do Paulistão e no Brasileiro só não foi rebaixado devido ao regulamento contestado. Ficou na penúltima colocação e só não jogou a Segundona porque os resultados dos dois campeonatos anteriores eram considerados como critério de descenso.

Se dentro de campo o time foi um fiasco, a ação garantiu grande exposição da Lusa na mídia. Dezenas de jornalistas foram ao Canindé cobrir a apresentação do técnico, além de o clube receber repórteres setoristas, aqueles que acompanham diariamente um clube, de quase todos os grandes jornais de São Paulo durante o ano todo.

Na Revista Placar, edição 1148, de fevereiro de 1999, Zagallo disse: “Tenho que me adaptar às característica dos jogadores que estão aí. Aqui não é como a Seleção, em que eu chamava quem bem eu entendia."

Títulos[editar | editar código-fonte]

Ao longo de sua história, além dos 3 títulos paulistas conquistados, a Lusa foi vice-campeã em 4 ocasiões, terceira em 13 e quarta colocada em 11 edições. Na história do Campeonato Brasileiro, a Portuguesa é a 17ª colocada no Ranking de Mérito da Revista Placar e a 18ª no Ranking de Pontos da mais importante competição brasileira.

De acordo com o Ranking de títulos do futebol brasileiro, organizado pelo estudioso do futebol Marcondes Dornelas, a Portuguesa ocupa o 6° lugar entre os clubes paulistas, atrás de São Paulo, Santos, Palmeiras, Corinthians e Paulistano, este último, inativo.[11]

HONORÁRIOS
Competição Títulos Temporadas

Flag of the United Nations.svg

Fita Azul Internacional 3 1951Cscr-featured.png, 1953Cscr-featured.png e 1954
NACIONAIS
Competição Títulos Temporadas
B Series Brazilian Championship Trophy.png Campeonato Brasileiro - Série B 1 2011
INTERESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Rio-SãoPaulo.png Torneio Rio-São Paulo 2 1952 e 1955
ESTADUAIS
Competição Títulos Temporadas
Paulista Championship Trophy.png Campeonato Paulista 3 1935, 1936 e 1973
Paulista Championship Trophy.png Campeonato Paulista - Série A2 2 2007 e 2013
Outras conquistas
Torneios Internacionais
  • Espanha Taça San Izidro: 1951.
  • Turquia Torneio Quadrangular de Istambul: 1972
  • Brasil Torneio Internacional do Estádio do Canindé (Torneio dos Refletores): 1981.
Torneios nacionais
  • Bahia Torneio Quadrangular de Salvador: 1951.
  • Minas Gerais Torneio de Belo Horizonte: 1951.
  • Goiás Torneio Oswaldo Texeira Duarte (Goiás): 1971.
Torneios estaduais
Categorias de base
Futebol Feminino

Campanhas de destaque[editar | editar código-fonte]

(1996)
(1940, 1960 , 1975 e 1985)
(1965)

Estatísticas[editar | editar código-fonte]

Últimas dez temporadas
  • Para visualizar todas as temporadas, clique em anexo.
Associação Portuguesa de Desportos
Ano Campeonato Brasileiro Copa do Brasil Campeonato Paulista
Div. Pos. J V E D GP GC Fase Máxima Pos.
2003 B 12º 23 7 9 7 39 33 12º
2004 B 11º 23 8 7 8 31 31 14º
2005 B 33 14 7 12 51 45 10º
2006 B 14º 38 11 12 15 47 58 18º
2007 B 38 17 12 9 63 46 2ª Fase (A2)
2008 A 19º 38 9 11 18 48 70 Oitavas-de-final 11º
2009 B 38 18 8 12 53 45 1ª Fase
2010 B 38 19 5 14 68 53 Oitavas-de-final
2011 B 38 23 12 3 82 38 1ª Fase
2012 A 16º 38 10 15 13 39 41 Oitavas-de-final 17º
2013 A 17º ¹ 38 12 12 14 50 46 Primeira fase (A2)
2014 B A disputar 38 Primeira fase 12º


Legenda:
     Campeão
     Vice-campeão
     Classificado à Copa Libertadores da América
     Classificado à Copa Sul-Americana
     Rebaixamento
     Acesso

¹ Portuguesa foi punida pelo STJD por escalar jogador irregular e perdeu 4 pontos.

Recordes[editar | editar código-fonte]

Maiores públicos
  • Aonde não estiverem especificados os públicos presente e pagante, a referência é apenas aos pagantes.
No Campeonato Paulista
  1. Portuguesa 0 a 0 Santos, 116.568, 26 de agosto de 1973 (116.156 pagantes)
  2. Portuguesa 1 a 2 São Paulo, 106.315, 22 de dezembro de 1985 (99.025 pagantes)
  3. Portuguesa 1 a 3 São Paulo, 87.602, 15 de dezembro de 1985
  4. Portuguesa 1 a 1 Corinthians, 77.808, 3 de agosto de 1975 (77.656 pagantes, rodada dupla)
  5. Portuguesa 1 a 1 Corinthians, 75.000, 18 de abril de 1998
  6. Portuguesa 0 a 0 Corinthians, 64.589, 31 de outubro de 1976 (59.758 pagantes)
  7. Portuguesa 2 a 2 Corinthians, 61.428, 26 de abril de 1998
  8. Portuguesa 1 a 0 São Paulo, 57.137, 17 de agosto de 1975
  9. Portuguesa 0 a 1 Santos, 57.133, 3 de agosto de 1980 (57.093 pagantes)
  10. Portuguesa 0 a 2 Corinthians, 55.738, 9 de setembro de 1979 (51.143 pagantes).
  11. Portuguesa 2 a 2 Corinthians, 54.864, 25 de abril de 1976
  12. Portuguesa 1 a 2 Palmeiras, 53.363, 2 de novembro de 1947
  13. Portuguesa 1 a 2 Santos, 53.355, 7 de agosto de 1980 (53.337 pagantes)
  14. Portuguesa 3 a 3 Santos, 52.558, 27 de fevereiro de 1977
  15. Portuguesa 1 a 2 São Paulo, 50.802, 2 de novembro de 2013
  16. Portuguesa 3 a 0 Palmeiras, 50.717, 31 de julho de 1975 (50.585 pagantes, rodada dupla)
  17. Portuguesa 0 a 0 Corinthians, 50.332, 1 de setembro de 1974
  18. Portuguesa 1 a 0 Corinthians, 49.070, 10 de julho de 1977
  19. Portuguesa 0 a 3 Palmeiras, 48.321, 15 de julho de 1984
No Campeonato Brasileiro
  • Considerando os jogos em São Paulo:
  1. Portuguesa 0 a 0 Corinthians, 64.589, 31 de outubro de 1976, Estádio do Pacaembu (59.758 pagantes)
  2. Portuguesa 2 a 5 Vasco, 47.572, 1º de maio de 1984, Estádio do Pacaembu (43.646 pagantes)
  3. Portuguesa 2 a 3 Santos, 40.248, , 4 de novembro de 1973, Estádio do Pacaembu
  4. Portuguesa 0 a 2 Corinthians, 38.685, 24 de fevereiro de 1985, Estádio do Pacaembu
  5. Portuguesa 0 a 0 Ponte Preta, 32.221, 17 de novembro de 1977, Estádio do Pacaembu (29.660 pagantes)
  6. Portuguesa 2 a 0 Grêmio, 29.355, 11 de dezembro de 1996, Estádio do Morumbi
No Estádio do Canindé
  1. Portuguesa 1 a 3 Corinthians, 25.662, 10 de outubro de 1982 (23.858 pagantes)
  2. Portuguesa 3 a 1 Coritiba, 25.491, 15 de novembro de 1998
  3. Portuguesa 0 a 1 Cruzeiro, 25.312, 9 de dezembro de 1998
  4. Portuguesa 2 a 2 Palmeiras, 25.050, 1 de maio de 1982
  5. Portuguesa 0 a 1 Flamengo (RJ), 23.570, 15 de março de 1984
  6. Portuguesa 2 a 1 Palmeiras, 23.534, 15 de agosto de 1982 (21.989 pagantes)
  7. Portuguesa 2 a 1 Cruzeiro, 22.973, 5 de dezembro de 1998
  8. Portuguesa 1 a 1 São Paulo, 22.606, 23 de abril de 1989
  9. Portuguesa 1 a 4 São Paulo, 21.980, 13 de março de 1988
  10. Portuguesa 1 a 0 São Paulo, 21.965, 22 de abril de 2001
  11. Portuguesa 1 a 2 Palmeiras, 21.690, 1 de maio de 1996
  12. Portuguesa 0 a 0 Palmeiras, 20.968, 10 de abril de 1994
  13. Portuguesa 2 a 0 Ferroviária, 20.429, 11 de dezembro de 1985
  14. Portuguesa 0 a 0 Santos, 20.305, 8 de novembro de 2001
  15. Portuguesa 0 a 1 Santos, 20.192, 21 de maio de 1989
  16. Portuguesa 2 a 3 São Paulo, 19.744, 9 de novembro de 2008
  17. Portuguesa 0 a 2 Flamengo, 19.633, 7 de outubro de 1990
Maiores artilheiros
Goleadores
Atleta Gols
Pinga 190 Gol marcado (*)
Eneas 179 Gol marcado
Nininho 133 Gol marcado
Servílio 131 Gol marcado
Sílvio 120 Gol marcado


(*) Algumas listas contabilizam 222 gols, atribuindo tentos marcados pelo irmão de Pinga a seu favor.

Elenco atual[editar | editar código-fonte]

  • Atualizado em 12 de agosto de 2014.[12]
Goleiros
Jogador
1 Brasil Glédson
22 Brasil Tom Prata da casa
12 Brasil Douglas Lima
' Brasil Rafael Santos
Defensores
Jogador Pos.
4 Brasil Valdomiro Capitão Z
13 Brasil Diego Augusto Prata da casa Z
14 Brasil Gustavo Prata da casa Z
26 Brasil Wagner Luiz Z
33 Brasil Brinner Z
34 Brasil Luciano Castan Z
3 Colômbia Rafael Pérez Z
2 Brasil Régis LD
23 Brasil Alê Prata da casa LD
42 Brasil Arnaldo LD
6 Brasil Jussandro LE
Meio-campistas
Jogador Pos.
5 Brasil Jocinei V
- Brasil Dejair V
TBA Brasil Diego Silva V
40 Brasil Rondinelly V
8 Brasil Willian Magrão V
18 Brasil Rudnei V
15 Brasil Maycon V
20 Brasil Coutinho V
TBA Brasil Marcos Assunção V
21 Brasil Allan M
7 Brasil Jean Mota Prata da casa M
10 Brasil Gabriel Xavier Prata da casa M
38 Brasil Marcelo Henrique M
11 Brasil Giovanni M
43 Brasil Felipe Nunes M
TBA Brasil Dinélson M
Atacantes
Jogador
19 Brasil Romão
- Uruguai Bryan Aldave
99 Brasil Luan Prata da casa Seleção Brasileira Sub-20
29 Brasil Caio Mancha
9 Brasil Laércio
- Brasil Caion
- Brasil Serginho
- Brasil Pedro Oldoni
- Brasil Alemão
Legenda

Comissão técnica[editar | editar código-fonte]

  • Atualizado em 12 de agosto de 2014.[13]
Comissão técnica
Nome Função
Brasil Silas Treinador
Brasil Auxiliar Técnico
Brasil Gérson Sodré Auxiliar Técnico
Brasil José Roberto Rivelino Preparador físico
Brasil Renê Carlos Preparador físico
Brasil Luiz Andrade Aux. Preparador físico
Brasil Gléguer Zorzin Preparador de goleiros
Brasil Gustavo Borges Fisioterapeuta
Brasil Alberto Alvarez Fisioterapeuta
Brasil Daniel Portella Fisiologista
Comissão técnica
Nome Função
Brasil Claudio Lepera Médico
Brasil Michel Youssef Muniz Médico
Brasil Daniela Neves Nutricionista
Brasil Dirceu Massagista
Brasil Antonio Vaz Massagista
Brasil Jose Maria Roupeiro
Brasil Anselmo Roupeiro


Referências

</noinclude>

Ídolos[editar | editar código-fonte]

Basílio
Roberto Dinamite

Ao longo de sua história, a Portuguesa contou com jogadores e técnicos de grande expressão nacional, que contribuíram para as conquistas da equipe no futebol do Brasil.

Treinadores de destaque[editar | editar código-fonte]

Uniformes[editar | editar código-fonte]

Jogadores
  • 1º - Camisa com listras horizontais em vermelho e verde, calção e meias brancas;
  • 2º - Camisa branca com detalhes verdes e vermelhos, calção e meias verdes.
  • 3º - Camisa cinza com detalhes de diferentes tons, calção e meias cinzas.
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
1º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
2º Uniforme
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
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3º Uniforme
Goleiros
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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'
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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'
Anteriores
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1
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2
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1
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1
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
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2
Cores do Time Cores do Time Cores do Time
Cores do Time
Cores do Time
3

Estádio[editar | editar código-fonte]

Em 1956, a Associação Portuguesa de Desportos fez a compra de um terreno que tinha o São Paulo como dono. Nessa época, o local abrigava uma pequena estrutura com campo para treinos, um pequeno salão, vestiários e outras dependências para treinamento.

Para a Portuguesa usar o terreno como seu campo, oficialmente teria que estar nas normas da Federação Paulista de Futebol, de modo que na época foram feitas várias reformas, erguidos alambrados e uma arquibancada de madeira. O estádio recebeu então o apelido de Ilha da Madeira.

Em 11 de janeiro de 1956 a Portuguesa fez a sua estreia na nova casa vencendo um combinado entre os rivais, Palmeiras e São Paulo, por 3 a 2.

Esta construção de madeira foi provisória, pois em 9 de janeiro de 1972 o Estádio do Canindé foi inaugurado com a partida Portuguesa 1 a 3 Benfica, sendo que nesse momento inicial o Canindé tinha capacidade para receber apenas dez mil torcedores.

Em 1979, o Canindé foi ampliado com capacidade para receber 27.500 torcedores e rebatizado com o nome de Estádio Dr. Oswaldo Teixeira Duarte, pelo então presidente, Manuel Mendes Gregório.

Torcida[editar | editar código-fonte]

Torcedores da Lusa no Canindé.
Leão, símbolo da torcida Leões da Fabulosa e mascote da Lusa.
Leões da Fabulosa

A Leões da Fabulosa é a mais antiga e tradicional torcida organizada da Portuguesa, fundada em 26 de fevereiro de 1972, a Leões da Fabulosa foi a primeira torcida organizada do clube do Canindé. O nome surgiu de uma frase marcante para narrar a entrada da Portuguesa no gramado:"Entram em campos os leões da Portuguesa com a sua fabulosa torcida."

Na época o que chamava atenção era a emoção com o que a Torcida se comportava nas arquibancadas, pelo fanatismo e pelos belos uniformes que o grupo de torcedores vestia, calças brancas e camisas vermelhas com um leão bordado nas costas.

O tempo passou e a Leões foi se tornando cada vez mais conhecida nacionalmente, e hoje o Grêmio Recreativo Esportivo Cultural Leões da Fabulosa tem uma sede moderna e organiza reuniões, festas e confraternizações.

Segundo pesquisas do Instituto DATAFOLHA realizadas em 2007 e 2008, a Portuguesa possuía 0,3% da torcida dos paulistas, atrás dos quatro times tradicionais do Estado (Corinthians, Palmeiras, Santos e São Paulo), assim como do Flamengo.

Em 2000 e 2001, a Lusa aparecia com 1,25% e 0,77% dos torcedores, como aparece com mais de 1% em vários momentos da década de 1990, valores significativos considerando os mais de 41 milhões de população do Estado de São Paulo, lembrando que a margem de erro dessas pesquisas costuma ser de cerca de 2%, o que afeta bastante a Portuguesa nos resultados finais, muitas não espelhando a realidade dos números, em função destas margens de erro.

Pesquisa DATAFOLHA de 2012 identificou que 0,51% dos brasileiros torceriam pela Lusa, quase um milhão de torcedores.[1]

Ranking da CBF[editar | editar código-fonte]

Ranking atualizado e publicado em 26 de janeiro de 2011.[2]

  • Posição: 17º
  • Pontuação: 1.405 pontos

Ranking criado pela Confederação Brasileira de Futebol que pontua todos os times do Brasil.

Rivalidades[editar | editar código-fonte]

Os maiores rivais da Portuguesa são os principais clubes da cidade de São Paulo: Corinthians, São Paulo, Palmeiras e Juventus. Além disso, o clube mantém rivalidade com o Santos, da cidade homônima, e vem crescendo a contra a Ponte Preta, de Campinas.

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]