Edifício Andraus

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Edifício Andraus
30-12-2008 017.(By Felipe Mostarda).JPG
O edifício Andraus visto da Praça Júlio Mesquita
São Paulo, SP, Brasil Brasil
Status Completo
Demolição Sofreu um incêndio em 24 de fevereiro de 1972.
Inauguração 1962
Período de construção 1957 - 1962
Pedra fundamental 1957
Uso Escritórios.
Altura
Telhado 115 m
Características
Elevador 3
Andares 32

Edifício Andraus é um edifício no centro da cidade de São Paulo que está localizado no distrito da República, na esquina da avenida São João com a rua Pedro Américo. Possui 115 metros de altura e 32 andares, tendo sua construção finalizada no ano de 1962. Originalmente, o edifício chamar-se-ia "Edifício 50", por ser o quinquagésimo a ser erguido pela construtora Organização Construtora e Incoporadora Andraus (Ocian), mas esta acabou optando por mudar o nome, em homenagem a seu fundador.[1]

O edifício foi palco de um incêndio em 24 de fevereiro de 1972, com 16 mortos e 330 feridos.[carece de fontes?]

Incêndio[editar | editar código-fonte]

A possível causa do incêndio em 1972 teria sido uma sobrecarga no sistema elétrico. O fogo iniciou-se no segundo pavimento e consumiu o prédio, que reunia escritórios empresariais, entre eles os das multinacionais Henkel e Siemens. Hoje recuperado, abriga repartições públicas e é ainda conhecido como "Prédio da Pirani", por à época da tragédia abrigar em seus primeiros andares, térreo e subsolos uma popular loja hoje não mais em atividade.

Vítimas[editar | editar código-fonte]

Entre as vítimas fatais, dois executivos da Henkel: Paul Jürgen Pondorf, presidente da empresa, e Ottmar Flick. Também foi destruído seu escritório central. A maioria dos sobreviventes da tragédia, impossibilitados de utilizar as escadas de emergência, optaram por subir ao último pavimento do edifício, onde ficaram até que os bombeiros controlassem o fogo. Foram posteriormente resgatados de helicóptero pelo piloto Olendino de Souza.

Consequências[editar | editar código-fonte]

Neste incêndio, morreram 16 pessoas, porém, graças ao resgate aéreo, houve vários sobreviventes. No incêndio do Edifício Joelma, em 1974, houve 188 mortos, porque o Joelma não tinha escadas de incêndio nem uma laje no último andar capaz de suportar o pouso de um helicóptero.[2]

Referências

  1. (18 de dezembro de 1960) "A 'Ocian' entrega primeira parte do Edifício 'Andraus'". Folha de S. Paulo (11 249): Caderno "Assuntos Diversos II", p. 3 pp.. São Paulo: Empresa Folha da Manhã S.A.. ISSN 14145723.
  2. Mario Cesar Carvalho. (03 de fevereiro de 2013). "Incêndio no edifício Joelma mudou história da prevenção no Brasil". Folha de S. Paulo. São Paulo: Empresa Folha da Manhã S.A..

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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