Who Framed Roger Rabbit

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Who Framed Roger Rabbit
Quem Tramou Roger Rabbit? (PT)
Uma Cilada para Roger Rabbit (BR)
 Estados Unidos
1988 •  cor •  104 min 
Direção Robert Zemeckis
Produção Frank Marshall
Robert Watts
Produção executiva Steven Spielberg
Kathleen Kennedy
Roteiro Jeffrey Price e
Peter S. Seaman
Baseado em Who Censored Roger Rabbit? de Gary K. Wolf
Elenco Bob Hoskins
Charles Fleischer
Christopher Lloyd
Kathleen Turner
Joanna Cassidy
Género Comédia
Animação
Live action
Fantasia
Aventura
Mistério
Crime
Música Alan Silvestri
Direção de fotografia Dean Cundey
Edição Arthur Schmidt
Companhia(s) produtora(s) Touchstone Pictures
Amblin Entertainment
Distribuição Buena Vista International
Lançamento Estados Unidos 22 de junho de 1988
Portugal 24 de novembro de 1988
Brasil 22 de dezembro de 1988[1]
Idioma inglês
Orçamento US$70 milhões[2]
Receita US$ 329,8 milhões
Página no IMDb (em inglês)

Who Framed Roger Rabbit (br: Uma Cilada para Roger Rabbit / pt: Quem Tramou Roger Rabbit?) é um filme de comédia e fantasia estadunidense de 1988, dirigido por Robert Zemeckis, produzido por Steven Spielberg e baseado no romance Who Censored Roger Rabbit?, de Gary K. Wolf. O filme combina o uso de live-action e animação tradicional com elementos de um filme noir.

O enredo do filme se passa em Hollywood, em 1947, onde os personagens de desenho animado (chamados simplesmente de "desenhos") coexistem e interagem naturalmente com os seres humanos. O filme conta a história de Eddie Valiant, um detetive particular capturado em um mistério que envolve Roger Rabbit, um famoso astro dos desenhos animados acusado de homicídio.

Walt Disney Pictures comprou os direitos de filmagem de Who Censored Roger Rabbit? em 1981. Jeffrey Price e Peter S. Seaman já haviam escrito dois esboços do roteiro antes da Disney trazer Spielberg e a Amblin Entertainment para ajudarem a financiar o filme. Zemeckis foi contratado para dirigir as cenas em live-action, com Richard Williams supervisionando as seqüências de animação. Para inspiração, Price e Seaman estudaram os trabalhos de Walt Disney e da Warner Bros. Cartoons, da Era de Ouro da animação americana, especialmente os desenhos de Tex Avery e Bob Clampett. A produção foi transferida de Los Angeles para Elstree Studios, na Inglaterra, com o objetivo de acomodar Williams e seu grupo de animadores.

Durante a filmagem, o orçamento da produção começou a aumentar rapidamente, e o calendário de filmagens tornou-se mais longo do que o esperado. Em compensação, Who Framed Roger Rabbit foi um grande sucesso de bilheteria e recebeu grande aclamação da crítica. O filme causou um interesse renovado na era de ouro da animação americana e tornou-se a vanguarda da era moderna. Who Framed Roger Rabbit deixou como legado um grande impacto que inclui uma franquia midiática e a prequela não-produzida Who Discovered Roger Rabbit.

Enredo[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Em 1947, Los Angeles, Califórnia, os personagens de desenho animado (chamados simplesmente de "Desenhos") são uma espécie de criaturas sapientes que coexistem naturalmente com os seres humanos, e vivem em uma seção da cidade conhecida como "Desenholândia". Roger Rabbit é a estrela dos curta-metragens de animação produzidos pelo estúdio Maroon Desenhos, mas ele está tendo problemas em seguir os comandos do diretor, atrasando a produção. Estão sendo espalhados rumores de que Jessica Rabbit, a esposa de Roger, possui um cafetão e R.K. Maroon, o dono da Maroon Desenhos, contrata o detetive particular Eddie Valiant para investigar a situação. Eddie, cujo irmão Teddy foi morto por um Desenho há 5 anos atrás, relutantemente aceita o trabalho. Ele descobre que a atraente Jessica "traiu" Roger por, literalmente, brincar de "pirulito que bate-bate" com Marvin Acme, o dono da Corporação ACME e da Desenholândia. Eddie revela provas fotográficas para Roger Rabbit, que afunda em depressão. Marvin Acme é encontrado morto no dia seguinte e Roger torna-se o principal suspeito do assassinato.

Na cena do crime, Eddie conhece o Juiz Doom da Corte Superior Distrital de Desenholândia e sua Patrulha Desenho, composta por doninhas. Doom está ansioso para usar "O Caldo", uma mistura de produtos químicos capaz de dissolver qualquer Desenho em contato, em Roger Rabbit, assim que ele for encontrado. Ao voltar para seu escritório, Eddie encontra Baby Herman, o coadjuvante de Roger nos curta-metragens da Maroon Desenhos, que jura que Roger é inocente e que o testamento de Marvin Acme, o qual teria deixado a Desenholândia para os Desenhos, desapareceu, sendo que se o testamento não for encontrado até a meia-noite, a Desenholândia poderia ser vendida em um leilão público. Roger aparece no escritório de Eddie e alega sua inocência. Eddie então começa a investigar o caso mais profundamente, juntamente com sua ex-namorada Dolores e com Benny, um táxi antropomórfico que também é um Desenho, enquanto tenta ao mesmo tempo manter Roger escondido das doninhas. Valiant descobre que Jessica foi forçada por Maroon a se relacionar com Acme, senão ele arruinaria a carreira de Roger. No estúdio Maroon Desenhos, Maroon confessa que foi forçado por uma outra pessoa a fazer esta chantagem, mas antes que pudesse revelar a Eddie quem foi, ele é mortalmente baleado por um atirador desconhecido.

Eddie vê Jessica fugindo do estúdio e, superando o seu medo, ele a segue até dentro da Desenholândia. Ele recupera a arma que matou Maroon, a qual Jessica alega que foi na verdade utilizada pelo Juiz Doom. Ao tentarem denunciar Doom às autoridades, Eddie, Jessica e Roger são capturados pela Patrulha Desenho e levados para o armazém da ACME. Doom revela seus planos: como o único acionista das Indústrias Cloverleaf, ele pretende comprar a Desenholândia, a Companhia ACME e a Maroon Desenhos, e depois acabar com todos eles para poder construir uma autoestrada em Los Angeles. Para destruir a Desenholândia, Doom construiu um enorme veículo, capaz de expelir jatos de Caldo por um canhão hidráulico pressurizado, com o qual ele planeja pulverizar todo o distrito, eliminando todos os Desenhos. Enquanto Roger e Jessica lutam para evitarem serem atingidos pelo jato de Caldo, Eddie consegue se libertar e faz com que as doninhas da Patrulha Desenho morram de hilaridade fatal através de várias atitudes cômicas, deixando o veículo expelidor de Caldo funcionando automaticamente.

Eddie e Doom começam a brigar, utilizando produtos encontrados aleatoriamente no interior da fábrica, até que Eddie consegue esmagar Doom com um rolo compressor. O rolo não mata Doom; naquele momento, Doom revela-se ser um Desenho, o mesmo que matou o irmão de Eddie por vingança. Eddie consegue abrir a válvula de drenagem do veículo expelidor de Caldo, banhando Doom com um forte jato da mistura e dissolvendo-o instantaneamente. Enquanto Eddie liberta Roger e Jessica, o veículo continua andando automaticamente, até que se choca contra a parede da fábrica, atravessando a fronteira entre a fábrica ACME e a Desenholândia, e sendo imediatamente esmagado por um trem. Enquanto vários Desenhos entram no armazém para ver o que aconteceu, Eddie descobre que o testamento de Marvin Acme foi escrito com tinta que desaparece/reaparece em um pedaço de papel aparentemente em branco que Acme havia dado à Jessica e onde Roger posteriormente escreveu um poema de amor para sua esposa. Com o testamento em mãos, os Desenhos comemoram a posse da Desenholândia e cantam a música "Smile, Darn Ya, Smile", enquanto Roger e Jessica, assim como Eddie e Dolores, revitalizam seus relacionamentos amorosos.

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Bob Hoskins interpretou o papel de Eddie Valiant. Esta se tornaria uma de suas interpretações mais notáveis.
  • Bob Hoskins interpreta Eddie Valiant, um detetive particular alcoólatra que não gosta de Desenhos, pois há 5 anos atrás um Desenho matou seu irmão ao jogar um piano na sua cabeça. A primeira escolha do produtor Steven Spielberg para o papel de Eddie Valiant foi Harrison Ford, mas ele estava pedindo muito dinheiro.[3]
  • Charles Fleischer faz a voz de Roger Rabbit, um famoso astro dos desenhos animados que trabalha no estúdio "Maroon Desenhos". Roger é acusado como o principal suspeito do assassinato de Marvin Acme. Para facilitar a atuação de Hoskins, Fleischer vestiu uma fantasia de coelho e a "incorporou" atrás da câmera, na maioria das cenas.[4] O diretor de animação Richard Williams explicou que Roger Rabbit foi uma combinação da "cabeça em forma de castanha de caju de Pernalonga, o ramo de cabelo ruivo… como o de Droopy, o macacão do Coelho Osvaldo, a gravata-borboleta do Gaguinho e as luvas do Mickey Mouse".[2] Fleischer também faz as vozes de Benny, o Táxi e de duas das doninhas da Patrulha Desenho: Psycho e Greasy. Lou Hirsch, que faz a voz do Baby Herman, foi a escolha inicial para a voz de Benny, mas foi substituído por Fleischer.[4]
  • Christopher Lloyd interpreta Juiz Doom, o sádico juiz da Corte Superior Distrital de Desenholândia. Eventualmente, Doom revela-se ser na verdade um Desenho, e também o responsável pelas mortes do irmão de Eddie, Marvin Acme e R.K. Maroon. Doom é morto quando Eddie abre a válvula de drenagem do veículo expelidor de Caldo, banhando Doom com um forte jato da mistura e dissolvendo-o instantaneamente. Lloyd foi escalado para o elenco porque ele já trabalhara com o diretor Robert Zemeckis e a Amblin Entertainment no filme Back to the Future. Lloyd decidiu que era melhor não piscar os olhos durante as cenas, para poder interpretar perfeitamente o personagem.[5]
  • Kathleen Turner faz a voz de Jessica Rabbit, a esposa fisicamente atraente de Roger Rabbit. Amy Irving dublou Jessica nas cenas em que ela canta, enquanto Kathleen Turner faz a voz normal.
  • Joanna Cassidy interpreta Dolores, a namorada de Eddie que ajuda ele e Roger a resolverem o caso contra o Juiz Doom. Dolores é também uma garçonete.
  • Alan Tilvern interpreta R.K. Maroon, o mal-humorado dono do estúdio "Maroon Desenhos". Maroon contrata Eddie para descobrir o que está atrapalhando Roger em se concentrar na sua atuação nos curta-metragens. Ele acaba sendo assassinado pelo Juiz Doom.
  • Stubby Kaye interpreta Marvin Acme, o proprietário brincalhão da Corporação ACME. O escândalo de Acme brincando de "pirulito que bate-bate" com Jessica Rabbit.e é morto por doom,porque doom derrubou um cofre em cima dele.
  • Lou Hirsch faz a voz de Baby Herman, o coadjuvante de Roger Rabbit nos curta-metragens da Maroon Desenhos. Williams disse que Baby Herman foi uma mistura de "Hortelino Troca-Letras e Piu-Piu colididos juntos".[2] Abril Winchell faz a voz da Sra. Herman e os "sons de bebê".
Outros

Produção[editar | editar código-fonte]

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

A Walt Disney Productions comprou os direitos cinematográficos para o romance Who Censored Roger Rabbit?, de Gary K. Wolf, pouco tempo após sua publicação em 1981. Ron W. Miller, então presidente da Walt Disney Company, viu o livro como uma oportunidade perfeita de produzir um grande sucesso comercial.[6] Jeffrey Price e Peter S. Seaman foram contratados para escrever o roteiro, finalizando dois esboços. Robert Zemeckis ofereceu seus serviços como diretor em 1982,[2] mas a Disney considerava seus filmes anteriores (I Wanna Hold Your Hand e Used Cars) dois fracassos comerciais, e dispensou o diretor.[5] Entre 1981 e 1983, a empresa produziu imagens de teste com Darrell Van Citters como diretor de animação, Paul Reubens na voz de Roger Rabbit, Peter Renaday como Eddie Valiant e Russi Taylor como Jessica Rabbit.[7] O projeto teve um novo início em 1985, graças a Michael Eisner, o recém-chegado novo executivo-chefe da Disney. A Amblin Entertainment, composta por Steven Spielberg, Frank Marshall e Kathleen Kennedy, foi procurada para produzir Who Framed Roger Rabbit junto com a Disney. O orçamento original foi estimado em 50 milhões de dólares, o que a Disney considerou muito caro.[3]

Roger Rabbit apenas recebeu o sinal verde quando o orçamento foi reduzido para 30 milhões de dólares, o que na época ainda o tornava o filme animado mais caro já autorizado.[3] O presidente da Walt Disney Studios, Jeffrey Katzenberg, argumentou que o híbrido de animação e live action iria "salvar" o departamento de animação da Disney. O contrato de Spielberg incluía um grande poder de controle criativo e uma porção grande dos lucros de bilheteria. A Disney manteve todos os direitos de licenciamento de produtos.[3] Spielberg convenceu a Warner Bros., Fleischer Studios, King Features Syndicate, Felix the Cat Productions, Turner Entertainment e a Universal Studios/Walter Lantz Productions a "emprestar" seus personagens para aparecerem no filme com, em alguns casos, determinadas regras para a forma como seriam representados no filme. Por exemplo, Donald Duck (Pato Donald) e Daffy Duck (Patolino) apareceriam como pianistas igualmente talentosos. Mickey Mouse e Bugs Bunny (Pernalonga) também compartilham uma cena. Fora este acordo, a Warner Bros. e as outras empresas não tiveram nenhum envolvimento com a produção de Roger Rabbit. No entanto, os produtores não tiveram tempo de adquirir os direitos para utilizar Popeye, Tom and Jerry, Little Lulu (Luluzinha), Casper the Friendly Ghost (Gasparzinho) ou os Terrytoons de seus respectivos donos.[5][2]

Foi oferecida a Terry Gilliam a oportunidade de dirigir o filme, mas ele concluiu que o projeto era tecnicamente complicado. ("Pura preguiça de minha parte", ele admitiu posteriormente. "Eu me arrependo completamente dessa decisão.")[8] Robert Zemeckis, então, foi finalmente contratado em 1985 para dirigir, baseado no sucesso de Romancing the Stone e Back to the Future. Os executivos da Disney continuavam a sugerir Darrell Van Citters para a direção das sequências animadas, mas Spielberg e Zemeckis não queriam muita influência da empresa. Eles eventualmente contrataram Richard Williams para dirigir a parte animada.[3][9]

Roteiro[editar | editar código-fonte]

Price e Seaman foram convidados para continuar a escrever o roteiro quando Spielberg e Zemeckis foram contratados. Como inspiração, os dois roteiristas estudaram o trabalho de Walt Disney e dos desenhos animados da Warner Bros. da Era de Ouro da animação americana, em especial os desenhos de Tex Avery e Bob Clampett. A subtrama do bonde foi inspirada pelo filme Chinatown.[2] Price e Seaman disseram que "a trama do Red Car, a expansão dos subúrbios e a corrupção política e urbana realmente aconteceram". "Em Los Angeles, durante a década de 1940, as empresas de carros e pneus se uniram contra o sistema ferroviário da Pacific Electric e fizeram com que o negócio fechasse. Onde hoje está a rodovia expressa em Los Angeles, é onde o Red Car costumava estar."[5] No romance de Wolf, Who Censored Roger Rabbit?, os desenhos eram personagens de tirinhas (banda desenhada) em vez de artistas cinematográficos.[2]

Durante o processo de escrita do roteiro, Price e Seaman não tinham certeza de quem deveria ser o vilão. Eles escreveram versões em que Jessica Rabbit ou Baby Herman eram os vilões, mas eles decidiram escolher o recém-criado personagem Judge Doom. Doom deveria ter um urubu animado sentado em seu ombro, mas a ideia foi descartada devido aos desafios técnicos que gerava,[5] assim como o júri de 12 pequenos cangurus animados que Doom possuía dentro de uma mala.[10] A "Weasel Gang" de Judge Doom, composta pelas doninhas Stupid, Smart Ass, Greasy, Wheezy e Psycho, é uma sátira aos sete anões que aparecem em Snow White and the Seven Dwarfs, de 1937. Originalmente, também seria sete o número de doninhas, mas duas foram cortadas do roteiro final.[5]

Entre outras referências à realidade, o Ink and Paint Club que aparece no filme é baseado no Cotton Club do Harlem, assim como os planos de Judge Doom de eliminar todos os desenhos se assemelham à Solução Final de Hitler.[2] Doom também era para ser o caçador que matou a mãe de Bambi, mas a Disney rejeitou a ideia.[10] O personagem Benny the Cab era para ser um Fusca, antes de ser substituído por um táxi. Entre outras ideias concebidas para a história, estavam o funeral de Marvin Acme, que teria a presença de diversos desenhos famosos, como Mickey e Minnie Mouse, Tom e Jerry, Foghorn Leghorn (Frangolino), Mighty Mouse (Super Mouse), Popeye, Olive Oyl (Olívia Palito), entre outros. No entanto, a cena foi cortada por questões de ritmo da história e nunca passou da fase de storyboard.[10] Antes de Who Framed Roger Rabbit ser definido como título final do filme, foram utilizados Murder in Toontown, Toons, Dead Toons Don't Pay Bills, The Toontown Trial, Trouble in Toontown e Eddie Goes to Towntown como títulos de produção.[11]

Premiações[editar | editar código-fonte]

Oscar

Ano Categoria Notas Resultado
1989 Melhor Direção de Arte Who Framed Roger Rabbit Indicado
Melhor Fotografia Who Framed Roger Rabbit Indicado
Melhor Efeitos Visuais Who Framed Roger Rabbit Venceu
Melhor Som Who Framed Roger Rabbit Venceu
Melhor Efeitos Sonoros Who Framed Roger Rabbit Venceu
Melhor edição Who Framed Roger Rabbit Venceu

Globo de Ouro

Ano Categoria Notas Resultado
1989 Melhor filme - comédia ou musical Who Framed Roger Rabbit Indicado
Melhor Ator - Comédia/Musical Bob Hoskin Indicado

BAFTA

Ano Categoria Notas Resultado
1989 Melhor Roteiro Adaptado Who Framed Roger Rabbit Indicado
Melhor Desenho de Produção Who Framed Roger Rabbit Indicado
Melhor Fotografia Who Framed Roger Rabbit Indicado
Melhor Efeitos Visuais Who Framed Roger Rabbit Venceu
Melhor Edição Who Framed Roger Rabbit Indicado

César

Ano Categoria Notas Resultado
1989 Melhor Filme Estrangeiro Who Framed Roger Rabbit Indicado

Prêmio Saturno

Ano Categoria Notas Resultado
1989 Melhor Filme de Fantasia Who Framed Roger Rabbit Venceu
Melhor Diretor Robert Zemeckis Venceu
Melhor Efeitos Sonoros Who Framed Roger Rabbit Venceu

Prêmio David

Ano Categoria Notas Resultado
1989 Melhor Filme Estrangeiro Who Framed Roger Rabbit Venceu

Diferenças entre o livro e o filme[editar | editar código-fonte]

Recepção[editar | editar código-fonte]

De todos os live-actions baseados em desenhos animados esse é o mais bem criticado com 97% das criticas tendo Looney Tunes: Back in Action em segundo lugar com 57% das criticas positivas, e Space Jam em terceiro lugar com 35%.

O filme possui duas dublagens diferentes: uma feita para VHS, no estúdio SC, em São Paulo, e outra para TV e DVD, da Herbert Richers no Rio de Janeiro.[carece de fontes?]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Kagan, Norman (2003). The Cinema of Robert Zemeckis (em inglês) (Lanham, Maryland: Rowman & Littlefield). p. 254. ISBN 9780878332939. 
  • Stewart, James B (2005). DisneyWar (em inglês) (Nova York: Simon & Schuster). ISBN 0-684-80993-1. 
  • Stewart, James B (2006). Disney War. a guerra pelo controle da maior empresa de entretenimento do mundo (Rio de Janeiro: Ediouro). p. 624. ISBN 9788500017957. 

Referências

  1. Labaki, Amir. (19 de dezembro de 1988). "Roger Rabbit dá a largada para temporada de verão". Folha de S. Paulo 68 (21810): E3. ISSN 1414-5723. Visitado em 26 de dezembro de 2015.
  2. a b c d e f g h Kagan 2003, pp. 93—117
  3. a b c d e Stewart 2005, p. 86
  4. a b Robert Zemeckis, Richard Williams, Bob Hoskins, Charles Fleischer, Frank Marshall, Alan Silvestri, Ken Ralston, Behind the Ears: The True Story of Roger Rabbit, 2003, Walt Disney Studios Home Entertainment.
  5. a b c d e f Robert Zemeckis, Jeffrey Price e Peter S. Seaman, Ken Ralston, Frank Marshall, Steve Starkey, comentário em áudio do DVD, 2003, Walt Disney Studios Home Entertainment.
  6. Stewart 2005, p. 72
  7. Roger Rabbit Test Footage (MPEG) (Documentário) (em inglês). Disney. 1983. Consultado em 26 de dezembro de 2015. 
  8. Nathan, Ian. (maio 1996). "Dreams: Terry Gilliam's Unresolved Projects" (em inglês). Empire: 37—40.
  9. Don Hahn e Peter Schneider nos comentários em áudio do DVD de Waking Sleeping Beauty, 2010, Walt Disney Studios Home Entertainment.
  10. a b c Jeffrey Price e Peter S. Seaman, roteiro de Who Framed Roger Rabbit (1986)
  11. Notas da produção no DVD de Who Framed Roger Rabbit

Ligações externas[editar | editar código-fonte]