Ateísmo forte e ateísmo cético

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O ateísmo forte, também conhecido como ateísmo ativo, ateísmo positivo, ateísmo explícito ou ateísmo militante é uma variedade do ateísmo que afirma e milita a favor da não existência de Deus,[1] em contraste com o ateísmo cético, que apenas se abstém de afirmar que deuses existem. Adeptos dessa vertente podem achar que a ideia de deus, da maneira como é apresentada pela maioria das religiões, é essencialmente autocontraditória, e que é logicamente impossível que tal deus exista. O ateísmo forte é, portanto, a descrença total na existência de deus ou deuses. Muitas pessoas alegam que o termo ateísmo deve ser usado somente para essa vertente "forte", sendo correto designar o ateísmo fraco por outros meios como "ceticismo" ou "agnosticismo".

Já o ateísmo cético (ou ateísmo fraco) é uma variedade de ateísmo na qual se afirma que a existência de um ou mais deuses é duvidosa, improvável ou insuficientemente demonstrada. Essa vertente corresponde à ausência de crença na existência de divindades e é melhor compreendida quando comparada com o ateísmo forte. Ela também pode ser chamada de ateísmo fraco, ateísmo negativo, ou ateísmo implícito.

Ao ver teístas afirmando que um deus ou deuses existem, o ateu fraco não afirma o contrário, mas nega-se a aderir à afirmação do teísta.

Alguns dos ateus fracos não têm uma opinião formada sobre o tema, seja porque eles não pensaram muito a respeito, seja porque provas e argumentos fornecidos tanto a favor quanto contra a existência de deuses foram por ele considerados igualmente pouco persuasivos.

Outros, depois de refletir sobre as provas e argumentos, podem até achar improvável que existam divindades, mas não estão dispostos a afirmar que elas com certeza não existem. Eles podem achar que é impossível provar uma negação, ou que os adeptos do ateísmo forte não estão livres do ônus da prova, ou seja, precisam provar seu ponto de vista tanto quanto precisariam os teístas.

Os usuários do termo ateísmo cético geralmente usam uma definição bastante abrangente do ateísmo, algo como "ausência de crença em deuses", isso incluiria na definição uma série de visões que passam por: não-crença, descrença, dúvida, ou negação do teísmo. Num outro ponto de vista, é também muito comum uma definição mais restrita que conceitua o ateísmo como "negação da existência de deuses", ou seja: consideram que apenas os ateus fortes poderiam ser chamados de ateus. Os que adotam essa definição mais restrita preferem usar outros termos, como agnosticismo ou ceticismo, para aqueles que são céticos em relação ao teísmo, mas não o negam cabalmente.

Referências

  1. SOUSA, Rainer. Sobre o ateísmo. Brasil Escola. Página visitada em 12 de agosto de 2012.
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