Água Viva (telenovela)

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Água Viva
Informação geral
Formato Telenovela
Duração 50 min. aproximadamente
Criador(es) Gilberto Braga

Manoel Carlos (colaboração)

País de origem  Brasil
Idioma original Português
Produção
Diretor(es) Roberto Talma
Paulo Ubiratan
Elenco Betty Faria
Reginaldo Faria
Raul Cortez
Ângela Leal
Isabela Garcia
Tônia Carrero
Beatriz Segall
Lucélia Santos
Fábio Júnior
Glória Pires
Kadu Moliterno
Maria Padilha
Tetê Medina
José Lewgoy
e grande elenco
Tema de abertura "Menino do Rio", Baby Consuelo
Tema de
encerramento
"Menino do Rio", Baby Consuelo
Transmissão original 4 de fevereiro de 19808 de agosto de 1980
N.º de episódios 160 (original)
145 (Vale a Pena Ver de Novo)
160 (Canal Viva)
Cronologia
Último
Os Gigantes
Coração Alado
Próximo

Água Viva é uma telenovela brasileira produzida pela Rede Globo e exibida de 4 de fevereiro a 8 de agosto de 1980, em 160 capítulos, substituindo Os Gigantes e sendo substituída por Coração Alado. Foi a 24ª "novela das oito" exibida pela emissora.

Escrita por Gilberto Braga com a colaboração de Manoel Carlos, foi dirigida por Roberto Talma e Paulo Ubiratan.

Apresentou Betty Faria, Reginaldo Faria, Raul Cortez, Lucélia Santos, Ângela Leal, Tônia Carrero, Beatriz Segall, José Lewgoy, Tetê Medina, Natália do Valle, Cláudio Cavalcanti, Kadu Moliterno, Isabela Garcia, Fábio Júnior e Glória Pires nos papéis principais da trama.

Em 2015, é lançada pela Globo Marcas em DVD.[1]

Enredo[editar | editar código-fonte]

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A trama gira em torno de Maria Helena (Isabela Garcia), uma pequena órfã que ligará boa parte dos personagens. Atingindo a idade de ser transferida para outro orfanato, Maria Helena sente-se insegura e amedrontada. É um mundo novo, completamente desconhecido, que a espera. A sua única amiga é Suely (Ângela Leal), que descobre que o pai biológico de Maria Helena é Nelson Fragonard (Reginaldo Faria), um boa-vida muito temperamental, apaixonado por pesca em alto-mar e irmão, por parte de pai, do famoso cirurgião plástico Miguel Fragonard (Raul Cortez).

Suely, funcionária da Estrada de Ferro Central do Brasil, procura Nelson com o objetivo de apresentar-lhe Maria Helena, mas o playboy se recusa a acreditar na paternidade da órfã. Na mesma época, Nelson aceita participar de uma negociata proposta por um amigo seu (amigo há não muito tempo, aliás), Técio (Ivan Cândido), que lhe propõe assumir formalmente a propriedade de uma empresa de automóveis, a Cris Motor, com o objetivo de levar vantagem na partilha de bens com sua esposa, de quem se separara recentemente. Porém, durante uma competição de pesca em sua lancha, Técio aparentemente morre. Logo após a pretensa tragédia, Nelson descobre que a empresa encontra-se falida e que, como novo "dono" dela, terá que assumir todo o passivo da mesma. Em pouco tempo a Justiça arresta todos os seus bens, e Nelson, que mais não fizera do que servir de "laranja" ao "amigo", cai na pobreza. Com isso, o destino de Maria Helena mantém-se incerto.

Paralelamente, Janete (Lucélia Santos) é uma moça que não se conforma em ter os pais, Evaldo (Mauro Mendonça) e Wilma (Aracy Cardoso), sustentados pela tia solteirona Irene (Eloísa Mafalda), irmã de Evaldo. Em meio aos seus conflitos familiares, Janete desperta a paixão em Bruno (Kadu Moliterno), jovem fotógrafo, filho do milionário Kléber Simpson (José Lewgoy), este último, ex-marido de Stella Fraga Simpson (Tônia Carrero), uma socialite avoada e excêntrica. Bruno faz de tudo para conquistar Janete, sem êxito.

Ela acaba por se apaixonar por Marcos (Fábio Jr.), um jovem médico, e o sentimento será recíproco, para desespero e decepção do fotógrafo. Contudo, o amor entre os jovens terá que enfrentar a ferrenha oposição da megera Lourdes Mesquita (Beatriz Segall), uma aristocrata falida e mãe de Marcos. Lourdes deseja ver o filho casado com Sandra (Glória Pires), filha de Miguel Fragonard. A vilã também detesta seu genro, Edir (Cláudio Cavalcanti), professor esquerdista de história, marido de sua filha, Márcia (Natália do Valle), a qual não se conforma, apesar de morar no Leblon, com a vida de classe média baixa que leva. O casal acaba assumindo a guarda provisória de Maria Helena.

Em meio a tudo isso, desenrola-se também o drama de Lígia (Betty Faria), uma alpinista social recém-separada de Heitor (Carlos Eduardo Dolabella), que a traíra com sua melhor amiga, Selma (Tamara Taxman). Após o divórcio, Lígia se envolve com Nelson. Ela não sabe que este é irmão de Miguel, mas encanta-se com sua aparência e simplicidade de caráter. Ambos iniciam um relacionamento, em meio à luta de Nelson para sobreviver em sua nova condição social. Ele, no entanto, esconde de Lígia o seu passado, esperando que ela baseie seus sentimentos apenas na sua pessoa.

Nelson e Miguel passaram a maior parte de suas vidas formalmente rompidos. Para Nelson, seu irmão teria tirado partido da morte do pai de ambos para o lesar na partilha da herança, o que o próprio Miguel acabaria confessando a Nelson em conversa privada, pouco antes do fim da novela. Todavia, enquanto o jovem Miguel lutava para se tornar um cirurgião plástico mundialmente conhecido, Nelson apenas vivia de acordo com a renda obtida de sua parte. Foi a queda do padrão de vida de Nelson, em paralelo com a morte de Lucy (Tetê Medina), esposa de Miguel, que reaproximou a ambos.

Mas o caso de amor entre Nelson e Lígia é abaladíssimo após a prisão deste, envolvido injustamente em um caso de contrabando de joias comandado por Evaldo, que havia sido demitido de uma agência de turismo e era agora sócio do ex-playboy. Lígia, então, se envolve amorosamente com Miguel, recentemente viúvo de Lucy, morta em uma explosão acidental de lancha. E aí recomeça a disputa entre os dois irmãos, agora envolvendo o amor de Lígia.

Voltando, porém, a Técio, Nelson o reencontra numa viagem a Miami, mas Técio não chega a contar-lhe a verdade toda, pois é morto por um matador de aluguel que dispara, a distância, um tiro de rifle. Detalhe importante: Kléber estava por trás de tudo.

Ocorre também o assassinato de Miguel, com Kléber por autor, pois o empresário, ex-tutor de Nelson, estava falido, tendo maquinado a perda do patrimônio deste. Resultado: Miguel descobre tudo através do detetive Milton Sarpo (Ivan Mesquita), paga com a vida, Kléber é preso e escreve na cadeia um livro de memórias.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Gloria Pires interpretou a doce Sandra Fragonard.
Raul Cortez interpretou o milionário Miguel Fragonard.
Lucélia Santos interpretou a determinada Janete.
Betty Faria interpretou a elegante Lígia.
Fábio Júnior interpretou o sedutor Marcos Mesquita.
Maria Padilha interpretou a jovem Beth.
Ator Personagem
Reginaldo Faria Nelson Fragonard
Raul Cortez Miguel Fragonard
Betty Faria Lígia Prado Fragonard
Lucélia Santos Janete Fragoso Neves
Fábio Júnior Marcos Soares Mesquita
Ângela Leal Suely Bandeira (Su)
Tônia Carrero Stella Maria Fraga Simpson
Beatriz Segall Lourdes Soares Mesquita
Kadu Moliterno Bruno Fraga Simpson
Glória Pires Sandra Fragonard (Sandrinha)
Isabela Garcia Maria Helena Pedrosa Fragonard
Cláudio Cavalcanti Edir da Cunha Santos
Natália do Vale Márcia Soares Mesquita da Cunha Santos
José Lewgoy Kléber Fraga Simpson
Tetê Medina Lucy Fragonard
Mauro Mendonça Evaldo Fragoso Neves
Eloísa Mafalda Irene Fragoso Neves
Arlete Salles Celeste Lima
Carlos Eduardo Dolabella Heitor Sampaio
Aracy Cardoso Wilma Fragoso Neves
Grande Otelo Canivete
Maria Helena Dias Clara
John Herbert Jaime Alves Cardoso
Tamara Taxman Selma Sampaio
Jorge Fernando Jáder Bandeira
Milton Moraes Sérgio Lima
Fernando Eiras Alfredo Santana
Maria Padilha Elisabeth Pires da Mota (Beth)
Maria Helena Pader Mary
Jacqueline Laurence Clarice
Maria Zilda Bethlem Gilda Sarpo
Terezinha Sodré Marinete
Francisco Dantas Marciano Laranjeira
Clementino Kelé Tinhorão
Ilva Niño Antônia
Jardel Mello Carlos
Ricardo Petraglia Max
Edson Silva Lafayette
Lícia Magna Edith
Ísis Koschdoski Cíntia
Cleyde Blota Marlene
Lucy Mafra Rosa
Nildo Parente Fonseca
Ivan Cândido Técio
Dary Reis Joel
Ricardo Blat Jofre
Álvaro Aguiar Turíbio
Danton Jardim Edson
Ênio Santos Delegado de polícia Rômulo Siqueira
Hemílcio Fróes Armando
Henriette Morineau Jojô Besançon
Ivan Mesquita Detetive Milton Sarpo
José Carlos Sanches Lúcio
Tony Ferreira Valdir
Waldyr Sant'anna Jornaleiro
Luiz Armando Queiroz Bicheiro

Elenco de apoio[editar | editar código-fonte]

Reprises[editar | editar código-fonte]

Reapresentada no Vale a Pena Ver de Novo de 13 de fevereiro a 31 de agosto de 1984, em 145 capítulos, foi a primeira novela das oito reprisada à tarde, quebrando o padrão de que apenas novelas das seis ou sete horas eram reprisadas nesta faixa. A sua liberação foi conseguida em cima da hora, já que, em janeiro de 1984, a Rede Globo tinha exibido chamadas do retorno de Elas por Elas.[2] [3]

Foi reexibida na íntegra pelo Canal Viva de 30 de setembro de 2013 a 5 de abril de 2014, substituindo Rainha da Sucata e sendo substituída por Dancin' Days, em 159 capítulos. A reprise da trama foi escolhida pelo público por meio de uma votação. Concorrendo com Fera Ferida, O Dono do Mundo e A indomada, a trama venceu a enquete com 41.7% dos votos. [4]

Produção, críticas e curiosidades[editar | editar código-fonte]

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  • Teve o título provisório de Vento Norte.[2]
  • Também houve em Louco Amor, outra novela de Gilberto Braga, uma explosão de lancha, porém proposital. Nessa ocorrência, morreu Márcio (Carlos Alberto Riccelli). O alvo da explosão era Edgar (José Lewgoy). Tudo havia sido tramado por seu sócio, Fernando (Carlos Eduardo Dolabella).
  • Água Viva foi uma novela charmosa e recheada de bons atores como Beatriz Segall, que se destacou interpretando sua primeira grande vilã. Tônia Carrero, que inicialmente havia sido escalada para interpretar a megera, conquistou o público como a excêntrica Stella Fraga Simpson.[2]
  • Glória Menezes foi a primeira atriz cotada para viver Lucy Fragonard, mas recusou por achar a personagem pequena e inexpressiva. Pepita Rodrigues foi chamada, mas declinou do convite, por se achar nova demais para ser mãe de Glória Pires (à época com 16 anos). Tetê Medina brilhou como a suave mulher de Miguel (Raul Cortez), que morreu no capítulo 21 da trama, que foi ao ar em 27 de fevereiro de 1980. Na época, o público mandava cartas para a emissora implorando para que Lucy não morresse; ela era considerada uma personagem "carismática, leve, amiga e carinhosa"[5] . 33 anos depois, na reprise da novela no Canal Viva, os internautas nas redes sociais reclamavam da trágica morte dela. Ou seja, Glória se precipitou ao recusar a personagem.
  • As atrizes Tônia Carrero, Glória Pires, Maria Zilda (creditada em produções atuais como Maria Zilda Bethlem) e Maria Padilha (creditada na abertura da novela como Maria Padilha Gonçalves) iriam gravar uma cena no Posto 9 da praia de Ipanema, na zona sul do Rio de Janeiro, onde simulariam um topless, utilizando apenas um par de adesivos para cobrirem os seios. Algumas pessoas protestaram e chegaram a agredir a equipe da novela, nas palavras de Maria Padilha: "Quando os curiosos perceberam que faríamos topless, nos expulsaram da praia jogando latas e areia".[2] A cena teve que ser gravada na praia de São Conrado.[6]
  • Também criança, Carla Marins teve uma aparição na novela, na festa de aniversário de Paulo Roberto (João Cláudio Mello), filho de Lígia (Betty Faria) e Sérgio (Milton Moraes), em que Stella (Tônia Carrero) se veste de palhaço. Izabella Bicalho foi outra a fazer figuração, mas no orfanato.
  • A então atriz e modelo Maria Eugênia Villarta (hoje empresária e artista plástica) fez uma participação na novela como Cristina, amiga de Sandra, papel de Glória Pires. Foi a última vez em que ela apareceu em uma novela, só depois seria convidada a participar, com o ator Breno Moroni, da abertura da novela Champagne, em 1983, de Cassiano Gabus Mendes (a qual, aliás, substituiria outra novela de Gilberto, Louco Amor).
  • O assassinato de Miguel por Kléber rendeu o primeiro "quem matou?" das novelas de Gilberto Braga. Aliás, o detetive Milton (Ivan Mesquita), que descobrira tudo para o médico, seria morto pouco antes.
  • Teve média geral de 62 pontos. Seu último capítulo marcou 75 pontos.
  • Durante sua exibição no Canal Viva, Água Viva foi eleita por voto popular como Melhor Reprise, no Prêmio Melhores do Ano, promovido pelo site Tele Dossiê. E também como Melhor Novela Reprisada Pelo Canal Viva, pelo blog Navegando Pelas Novelas.
  • Suely (Ângela Leal) era completamente apaixonada por Nelson, mas ele foi o último a saber, através de uma conversa de ambos.
  • Em Portugal, a novela foi exibida na RTP1 entre 2ª feira, dia 16 de Fevereiro de 1981, até 5ª feira, dia 8 de Outubro de 1981, inicialmente entre as 19h30m e as 19h45m, antes do "Telejornal", sendo a 1ª novela brasileira exibida antes do "Telejornal". Após o capítulo de estreia, que excepcionalmente foi exibido às 21 horas, a RTP transmitiu um debate sobre telenovelas.
  • Mas com o início da exibição da novela, surgiram graves reclamações dos telespectadores da RTP1, que ficaram completamente revoltados contra a exibição da novela antes do "Telejornal", principalmente da parte dos espectadores do meio rural, que não podiam assistir à novela de maneira nenhuma. Para solucionar a questão, a RTP decidiu emitir semanalmente, pela primeira vez, um compacto dos episódios emitidos durante toda a semana, na RTP2. Os episódios de 2ª e 3ª eram repetidos às 18 e 30 de Sábado, e os episódios de 4ª, 5ª e 6ª feira eram repetidos ao Domingo às 18 horas. Mas mesmo assim, de nada valeu, pois eram largas as zonas do país em que a RTP2 não emitia em lugar nenhum.
  • Mas, a partir do episódio nº 91, exibido na 4ª feira, dia 1 de Julho de 1981, devido a estas reclamações, a RTP decidiu começar a exibir a telenovela a um horário bem tardio, a partir das 22 e 15, passando a ser a 1ª novela da noite a ser exibida em Portugal depois das 22 horas. E o compacto da novela na RTP2 acabou. Mas houveram graves conflitos: os telespectadores da zona rural ficaram contentes com a mudança, o mesmo não se pode dizer dos telespectadores das grandes cidades, que ficaram completamente revoltados e escreveram uma carta à revista "Água Viva", fascículo semanal da TV Guia sobre as novidades da telenovela.
  • A alteração do horário foi alvo de chacota e gozação na revista "Pão Comanteiga", afirmando eles que a novela passaria a ser exibida às 3 e tal da madrugada, mentirosamente. Mas apesar da polémica que originou devido aos horários, a novela foi um verdadeiro fenómeno de sucesso, dando a conhecer aos telespectadores da RTP actores como Raul Cortez, Tônia Carrero ou Betty Faria. A atriz Tônia Carrero chegou a ser convidada para a emissão especial de fim de ano do programa de variedades «Sabadabadu».
  • A partir daí, a RTP fez uma pausa na exibição de novelas, chegando a noticiar a exibição da telenovela «O Bem Amado», mas a estreia foi adiada, sem explicação nenhuma da parte da Direcção da estação. Existem rumores de que o Governo da Aliança Democrática deu ordens para proibir a exibição da mesma em Portugal. Assim, a RTP escolheu como substituta, digamos assim, a telenovela de 1980 «Olhai os Lírios do Campo», que foi exibida no horário antecedente ao "Telejornal", ironicamente. E não foi um fracasso completo, por causa de só haver uma estação televisiva em Portugal.

Trilha sonora[editar | editar código-fonte]

Água Viva também teve excelente trilha sonora nacional e internacional. Várias canções marcaram a novela e personagens: "Realce" de Gilberto Gil, "Amor, meu grande amor" de Ângela Rô Rô, "20 e poucos anos" de Fábio Jr, "Altos e baixos" de Elis Regina, "Grito de Alerta" de Maria Bethânia, "Cais" de Milton Nascimento, "Wave" de João Gilberto, "Love I Need" de Jimmy Cliff, "Cruisin'" de Smokey Robinson, "Ships" de Barry Manilow, "Babe" de Styx, entre outras. Mas sem dúvida a música que melhor representou a novela é a canção de abertura "Menino do Rio" de Baby Consuelo. A música casava perfeitamente com a bela abertura que exibia a prática do windsurfe.

Nacional[editar | editar código-fonte]

A trilha sonora nacional foi remasterizada e lançada em CD em 2001, pela Som Livre.

Capa: logotipo da novela

Internacional[editar | editar código-fonte]

Capa: logotipo da novela

  • "Lead Me On" - Maxine Nightingale - (tema de Suely)
  • "Love I Need" - Jimmy Cliff
  • "Do That To Me One More Time" - Susan Case & Sound Around (tema de Lourdes)
  • "Ships" - Barry Manilow - (tema de Nelson)
  • "D.I.S.C.O." - Ottawan - (tema de Stella Simpson)
  • "Just When I Needed You Most" - Tony Wilson (tema de Nelson e Lígia)
  • "Memories" - Bianchi - (tema de Maria Helena)
  • "Babe" - Styx - (tema de Edir e Márcia)
  • "Just Like You Do" - Carly Simon (tema de Miguel e Lígia)
  • "I Don't Want To Fall In Love Again" - Voyage
  • "Cruisin' " - Smokey Robinson (tema de Marcos e Janete)
  • "The Second Time Around" - Shalamar
  • "Never (Gonna Let You Go)" - Charme - (tema de Sandra)
  • "Mandolay" - La Flavour

Referências

  1. DVD Água Viva - 11 Discos Globo Marcas
  2. a b c d e f g Bastidores de Água Viva Teledramaturgia
  3. Bastidores de Elas por Elas Teledramaturgia
  4. ""Água Viva" vence reprise no Canal Viva". Estadão. 6 de agosto de 2013. Consult. 2 de junho de 2015. 
  5. O Globo, de 1º de março de 1980
  6. a b c Curiosidades de Água Viva Memória Globo


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