Preservação de imagens

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Ambox rewrite.svg
Esta página precisa ser reciclada de acordo com o livro de estilo (desde fevereiro de 2016).
Sinta-se livre para editá-la para que esta possa atingir um nível de qualidade superior.

Preservação das imagens na televisão brasileira é sobre películas, videotapes e fitas U-matic que ainda existem no Brasil. Também se define como as coisas que se conseguir preservar nos arquivos da televisão brasileira.

TV Rio[editar | editar código-fonte]

A TV Rio dos anos 50 funcionava no final da praia de Copacabana. Eram gravados programas com J. Silvestre, Moacyr Franco e até mesmo programas infantis como o Pullman Junior.

TV Tupi e afiliadas[editar | editar código-fonte]

Restam alguns registros dos anos 50, já que, por não existir ainda o videotape nos anos 50, 90% dos programas eram ao vivo e o resto era gravado em filme, tais como a inauguração (programa TV na Taba), o musical de Hebe Camargo e Ivon Curi cantando "Meu Pé de Manacá", diversos filmes de reportagens (disponíveis no site da Cinemateca), além de fragmentos de "Alô, Doçura", "TV de Vanguarda", "Falcão Negro" e outros. Dos anos 60, restaram algumas cenas de novelas como "O Direito de Nascer", "Antônio Maria", "Beto Rockfeller" e "Nino, o Italianinho" que estão na Cinemateca Brasileira. Aliás, as novelas foram o material que mais se preservou nos arquivos remanescentes da TV Tupi (SP). Corresponde à metade das 3850 fitas, inclusive tem algumas novelas que estão completas ou em compacto, como "A Viagem", "Éramos Seis", "O Direito de Nascer (1978)" e "O Profeta", enquanto que de outras como "Simplesmente Maria", "Mulheres de Areia", "A Barba Azul", "Ídolo de Pano" e muitas outras, há só alguns capítulos e cenas avulsas. Dos outros programas, há cenas do "Almoço com as Estrelas", "Clube dos Artistas", "Capitão Aza", "Estúdio A", "Hebe" e "Chacrinha". Muitas fitas da sede paulista apodreceram depois da falência em um galpão de Cotia e foram resgatados pela Cinemateca em 1985 e quatro anos depois, passaram a ser recuperados com a ajuda da TV Cultura. Algumas fitas foram descobertas de uma forma espetacular, como o programa "Mais Cor em Sua Vida" (primeira transmissão em cores da emissora) e o histórico Pinga-Fogo, com Chico Xavier, foi lançado em DVD (com muitas partes deterioradas). Na TV Tupi do Rio, foi mais tenebroso, porque no antigo Cassino da Urca não tinha nenhuma condição de preservação e os filmes de reportagens foram achados na sala de refeitório extremamente deteriorados (devido à síndrome de vinagre). Foi feito então um acordo entre o Arquivo Nacional e a Globo para se tentar preservar mais alguma coisa. Prova disso é 536 fitas de videotape encontradas numa sala do prédio da Rádio Tupi no Rio de Janeiro com cenas de Chacrinha. Da TV Itacolomi de Belo Horizonte, possui algumas fitas com a TV Alterosa e os Diários Associados em Minas Gerais. Quanto à TV Piratini de Porto Alegre, a história é mais triste: em 1981, o prédio da emissora passou a ser ocupado pela TVE/RS e em 1983, grande parte do material se perdeu em um incêndio. O pouco que sobrou está se deteriorando em um museu em Porto Alegre. Da TV Rádio Clube de Recife e TV Itapoan de Salvador, os arquivos se perderam em 1978 e 1974, respectivamente. Não há registro da existência em outras afiliadas.

Rede Globo[editar | editar código-fonte]

A emissora passou por três incêndios, em 1969, na sede paulista e nos anos de 1971 e 1976 no Rio de Janeiro (neste último estima-se que se perderam entre 920 e 1500 fitas). Por causa disso, só restaram alguns fragmentos e filmes da década de 60, como o filme da construção e inauguração da emissora, pequeno registro da primeira transmissão esportiva, do jogo de futebol entre o Brasil e a União Soviética, imagens da enchente ocorrida no Rio de Janeiro de 1966, filmes com cenas de programas "Sempre Mulher" (há uma entrevista de Edna Savaget e Zélia Gattai), vinhetas como "No ar, mais um campeão de audiência do seu canal 4!" e "O que é bom está na Globo". Sobraram filmes raríssimos, como o de Pelé cantando no 1º aniversário da emissora, uma entrevista do jornalista Sérgio Porto e a da doença do presidente militar Costa e Silva. Porém do primeiro Jornal Nacional, restam só os filmes de reportagens, já que a parte de estúdio se perdeu para sempre. De novelas mais antigas, restam cinejornais das novelas "O Sheik de Agadir", "Anastácia, a Mulher Sem Destino", "A Rainha Louca" e "Véu de Noiva". Dos anos 70, só há 12 novelas completas e em compactos, tais como: "Irmãos Coragem", "Carinhoso", "Selva de Pedra", "O Bem-Amado", "O Espigão", "O Rebu", "Gabriela", "Escrava Isaura", "O Casarão", "Saramandaia", "Dancin'Days", "O Astro", "Pai Herói" e mais outras. No caso de Irmãos Coragem e Selva de Pedra, resta um compacto com 138 e 80 capítulos, respectivamente. Outras novelas, como "Bandeira 2", "O Cafona", "Uma Rosa com Amor", "O Semideus", "Os Ossos do Barão", "Escalada", restam algumas cenas e pouquíssimos capítulos preservados. E já de "A Patota", "O Primeiro Amor", "O Bofe", "Cuca Legal", "Bicho do Mato" e "Cavalo de Aço" restaram chamadas. No ramo da teledramaturgia, todos os Casos Especiais de 1971 a 1995 foram preservados, tais como: "Nº 1", "Meu Primeiro Baile", "O Médico e o Monstro", "O Crime de Zé Bigorna", "Dibuk, o Demônio", "O Matador" e outros tantos. Quanto à preservação das novelas, só passaram a ser interessar nos anos 80, por causa do quesito exportação. Mesmo assim, a novela "O Amor é Nosso" foi apagada dos arquivos, segundo funcionários do arquivo da emissora, restando só as chamadas de estreia. De musicais, resta o "Festival Internacional da Canção", apesar de não haver registros de Milton Nascimento cantando "Travessia" e Geraldo Vandré cantando "Pra Não Dizer Que Não Falei das Flores". Do Som Livre Exportação, sobraram só alguns fragmentos, como o de Elis Regina e Ivan Lins cantando "Madalena" e Os Mutantes ao som de "Ando Meio Desligado". Por outros lado, há os programas "Elis Especial" e "Viva Marília" catalogados, além de registros do "Hello Crazy People" (Big Boy) e de "Sandra e Miele". Dos humorísticos, foram guardados somente 9 programas do Chico City e poucos episódios da 1ª versão da Grande Família, além de muitas esquetes do "Faça Humor, Não Faça Guerra", "Satiricom" e boa parte dos programas do "Planeta dos Homens", assim como diversos dos "Trapalhões". Dos programas infantis, sobrou pouca coisa de "Vila Sésamo" principalmente devido ao incêndio de 1976, "Shazan, Xerife e Cia.", "Globinho", restando diversos musicais infantis como "A Arca de Noé", "Pirlimpimpim" e "Casa de Brinquedos", além de muitos registros do Amaral Netto, o Repórter (cujo acervo foi comprado pela Fundação Pró-Memória), Jornal Nacional, muitos segmentos do Fantástico, Globo Repórter e Globo Shell Especial, além das retrospectivas de 1975 em diante. Milagrosamente, todos os especiais de Roberto Carlos conseguiram se salvar, só que dos programas de Chacrinha na emissora não restou nada pré-1972 e só há cerca de 12 programas do Cassino do Chacrinha da década de 80. Dos programas "Telecatch", "Casamento na TV", "Sílvio Santos", "Tevefone", "Dercy Espetacular", "Dercy de Verdade" e "Moacyr Franco" restaram pouquíssimos registros ou mesmo nada. O CEDOC (Centro de Documentação da Rede Globo) foi inaugurado em 1976 e hoje uma parte está lá e o restante no Projac. Cada fita tem um código de consulta e o acesso é feito por meio de um robô gigante.

Rede Record[editar | editar código-fonte]

Foi uma das que mais se preocuparam em preservar os arquivos, mesmo com diversos incêndios que sofreu em sua trajetória. Existem muitas cenas da década de 50, como cenas da inauguração da emissora em 1953, filmetes de shows internacionais como Bill Halley e seus cometas, Louis Armstrong e Marlene Dietrich, inauguração da Avenida 23 de Maio, carregamento dos equipamentos do porto de Santos, uma entrevista com Juscelino Kubitstchek e outros. Muitos registros em videotape ainda existem, como as finais dos Festivais da Música Popular Brasileira de 1966 a 1969, cenas do Troféu Roquette Pinto, Jovem Guarda, Show do Dia 7, três episódios da Família Trapo, pouquíssimos fragmentos de O Fino da Bossa e Astros do Disco, o programa da Hebe Camargo, alguns programas do Dia D (inclusive há a reportagem da repórter Cidinha Campos entrevistando Pelé antes do mesmo fazer o milésimo gol da sua carreira), várias edições do programa Sambão, a primeira Bienal do Samba de 1968 (a segunda foi apagada), "Quem tem Medo da Verdade?", algumas cenas de Os Insociáveis (precursor dos Trapalhões). Mais recentemente, há cenas do talk show Noites Cariocas, uns registros do Perdidos na Noite, comandado por Fausto Silva (antes da chegada dele à Bandeirantes). Por incrível que pareça, não resta cenas do primeiro ano do Note e Anote, restando algumas registros gravados por colecionadores e cenas de novelas antigas, como O Vendaval, Meu Adorável Mendigo e cenas do encerramento da primeira versão de As Pupilas do Senhor Reitor. Só foi a partir de 1997 que a emissora passou a não apagar mais os programas. Além disso, muitos rolos de filme e videotapes antigos (um lote com 600 registros raríssimos) foram descobertos quando a emissora estava organizando e recuperando o seu acervo graças à ajuda do Instituto Ressoar.

TV Excelsior[editar | editar código-fonte]

Realmente, a maioria dos registros se perderam com o incêndio que acabou com a emissora em 1969/70. Porém a Globo e a Gazeta já haviam pegado vários fitas. Prova disso é que no final dos anos 90 foi descoberto cerca de 100 fitas da emissora, que foram restauradas em poder da Faculdade Cásper Líbero até serem doadas para a Cinemateca Brasileira em 2001, restando cenas de novelas como Redenção (um capítulo está nos arquivos da Globo), A Muralha, A Pequena Órfã, Sangue do Meu Sangue e Dez Vidas. Além disso, há a apresentação do cantor norte-americano Ray Charles de 1963 (que foi lançada em DVD) e uma série de vinhetas com as mascotes Ritinha e Paulinho, além de haver cenas de alguns musicais. Há o único registro do humorístico Times Square (gravado em super-8) e a uma série de fitas com programas antigos na TV Vila Rica (atual TV Record Minas) e algumas poucas cópias nas TV's Paranaense (atual RPC TV Curitiba) e Gaúcha (atual RBS TV Porto Alegre). O ex-diretor do canal, Álvaro de Moya, em seu livro "Glória In Excelsior" afirma que assistiu a uma cópia da série "Caminhos da Medicina", exibida em 1962 na antiga TV Morada do Sol em Araraquara (SP).

Rede Bandeirantes[editar | editar código-fonte]

Possui um dos arquivos mais completos entre as emissoras, mesmo após um incêndio que destruiu a emissora em 1969, apenas dois anos depois de sua inauguração. Possui toda a série de 80 teleteatros da atriz Cacilda Becker, cenas e a abertura da novela "Nunca É Tarde Demais" e a inauguração da emissora também está documentada. Muitos musicais foram preservados e lançados em DVD mais tarde. Existem também vinhetas, inclusive a primeira em cores, os seis jogos do Brasil na Copa de 1970 estão preservados, além de mais quatro horas de gols que Pelé fez entre 1967 e 1973. A partir de Cara a Cara, a emissora possui todas as suas novelas preservadas. E muitos programas infantis, como A Turma do Lambe-Lambe, Tutti Frutti, ZYB Bom e TV Fofão estão conservados nos arquivos da emissora, assim como jornalísticos, o programa de Silvia Poppovic e edições do programa Perdidos na Noite (entre 1986 e 1989). Porém, a Band conserva suas fitas em um cubículo, úmido e cheio de mofo. Dos programas de Chacrinha, não resta quase nada. Apenas dois especiais e o Clube do Bolinha encontram-se completos, e quase todos do clássico da emissora foram apagados para gravar outros materiais por cima ou se perderam. O curioso é que o Clube do Bolinha foi o programa mais longo da emissora e durava horas no ar.

SBT[editar | editar código-fonte]

Algumas fitas se perderam na enchente de 1991 que a emissora sofreu. A maior parte das fitas que se perderam na enchente foram as passagens de Sílvio Santos pelas TV's Tupi, Paulista, Globo e Record. No entanto, há poucos registros de alguns programas, já que era comum o SBT apagar a maior parte das suas fitas. Em 2011, no Festival de 30 anos da emissora foram mostradas algumas cenas como a Parada do Dia das Crianças (1986/1987/1988), Programa Silvio Santos e os "episódios perdidos" dos seriados mexicanos Chaves e Chapolin que foram encontrados nos corredores da emissora. Dos programas Viva a Noite até 1988, há apenas 4 programas e 30 depois da curta passagem de Gugu Liberato pela Globo (tendo algumas fitas VHS do programa com a produção do apresentador). Do Show Maravilha, houve apenas 20 programas arquivados, sendo a maioria de 1991, mas de 1987, só está arquivado o programa de estreia. Do programa do Bozo, há apenas 7 programas de 1980 a 1982, algumas esquetes de 1984 até 1987, e 15 programas de 1988 a 1991. Alguns programas como Teleteatro da Vida, Sessão Premiada (com Gugu, Mara Maravilha e Christina Rocha), Show Sem Limite com Sérgio Chapelin, Sessão Sorteio, Jornal da Cidade, Perfil (1988 a 1990), restaram pouquíssimos registros ou até mesmo nada. Outros como Dó Ré Mi Fá Sol Lá Simony, A Verdade de Cada Um, Casos de Divórcio, Pensão da Inocência, Feira do Riso, e Show Sem Limite, com J. Silvestre, restaram apenas a estreia. Novelas como Solar Paraíso e Pecado de Amor se perderam, restando uns minutos com colecionadores, além de quadros do programa "Qual é a Música?". Mesmo assim, foi por pouco que os primeiros programas do "Jô Soares Onze e Meia" não foram apagados, já que um lote do programa no ano de estréia (1988) continha o carimbo "apagar" e está com a própria produção do apresentador. Há também arquivado na íntegra o primeiro programa da Praça é Nossa e além disso possui alguns registros de quadros de 1975 de Sílvio Santos e a assinatura da concessão da TVS Rio, a primeira emissora própria de Silvio.

TV Cultura/TVE Brasil[editar | editar código-fonte]

A TV Cultura também preservou muitos programas antigos, mesmo sofrendo um incêndio em 1986. Restam filmes com a primeira emissão da emissora, vários programas Ensaio do diretor Fernando Faro. Dos programas Vila Sésamo, há apenas 4 programas na íntegra nos arquivos da emissora. Quase todos os registros de 1969 a 1980 foram passados para filme. A primeira novela educativa (exibida em parceria com a Globo), Meu Pedacinho de Chão teve alguns capítulos preservados, bem como o programa Panorama com o único depoimento televisivo da escritora Clarice Lispector, alguns programas do Jardim Zoológico, Bambaleão e Silvana e Bambalalão estão nos arquivos do canal, assim como musicais da TVE, entrevistas, óperas, especiais poéticos e seriados educativos, como João de Silva e Márcia e Seus Problemas. Os capítulos dos seriados Mundo da Lua e Castelo Rá-Tim-Bum estão quase que completos. Da TVE Brasil, restam musicais de Isaurinha Garcia, Jackson do Pandeiro, Dino 7 Cordas, Raphael Rabello, Elizeth Cardoso, Sidney Miller, diversos outros artistas e várias cenas de Elis Regina no festival de Montreux, bem como trechos de A Turma do Lambe Lambe. Os capítulos que restaram das Aventuras do Tio Maneco foram completamente digitalizados e repassadas ao ator e diretor Flávio Migliaccio. Infelizmente, as fitas de Patati Patatá foram apagadas, restando alguns escassos com colecionadores.

Rede Manchete[editar | editar código-fonte]

A maioria se perdeu depois da falência da emissora, restando alguns títulos de novelas que seriam reprisadas pelo SBT e pela Band, que foram Dona Beija, Pantanal, A História de Ana Raio e Zé Trovão e Xica da Silva. Outros títulos já foram negociados pela JPO Produções, que ficou com a massa falida da emissora, sendo negociados. Na TV Cultura (SP), teve uma pessoa que arrematou num leilão equipamentos com cerca de 200 fitas da emissora, contendo vinhetas, jogos de futebol e musicais. O programa Documento Especial, de Nelson Hoineff, foi reprisado no Canal Brasil a partir de cópias feitas em VHS pela produtora e apesar do sumiço dos arquivos da emissora, existem vários registros com colecionadores com vários momentos da emissora, pois a mesma teve a sorte de existir na época do vídeo-cassete doméstico. A RedeTV! pegou algumas fitas da Manchete e fez cópias para o seu acervo. Restam também uns registros da Manchete nos arquivos da Globo, como é o caso do programa Clube da Criança na fase apresentada por Xuxa e Angélica. Alguns documentários da emissora foram lançados em vídeo e no DVD "Nossas Câmeras são Seus Olhos", há cenas de programas feitas pela produtora do falecido Fernando Barbosa Lima como Conexão Internacional, Xingu, a primeira temporada do Programa de Domingo e a novela censurada O Marajá.

RedeTV![editar | editar código-fonte]

Mantém os arquivos desde sua inauguração até hoje gravados em DVD.

Rede Gazeta[editar | editar código-fonte]

Não manteve arquivos, só foram alguns programas especiais e cenas da inauguração da emissora.

Referências[editar | editar código-fonte]

  • Televisão apaga a sua memória - www.tvmemoria.com.br.hpg.ig.com.br - acesso em 10 de outubro de 2002.
  • O Estado de S. Paulo - Especial - TV apaga a sua memória - 10 de janeiro de 1999.
  • Folha de S.Paulo - Caderno TV Folha - Memória da TV está fora do ar - 27 de agosto de 2000.
  • Folha de S.Paulo - Acervo da TV Manchete está se perdendo - 4 de agosto de 2002.
  • Veja - O descaso com os arquivos - edição de 30 de janeiro de 1980.
  • Resgate do Acervo Audiovisual Jornalístico da TV Tupi - http://www.cinemateca.gov.br/cgi-bin/wxis.exe/iah/?IsisScript=iah/iah.xis&base=TUPI&lang=p - acesso em 2 de novembro de 2011.
  • O Globo - Rede Globo e Arquivo Nacional vão recuperar imagens raras da TV Tupi - 19 de setembro de 2007.
  • Tele História - Em busca do acervo perdido - http://www.telehistoria.com.br/colunas/index.asp?id=2572 - acesso em 31 de março de 2008.
  • Nos tempos do canal 9 - coluna sobre a TV Excelsior na qual aparece um texto sobre a redescoberta de parte do acervo da emissora - http://www.sampaonline.com.br/colunas/elmo/coluna2001ago10.htm - acesso em 10 de agosto de 2001.
  • ALVES, Vida. TV Tupi, Uma linda história de Amor - Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2007.
  • BARBOSA LIMA, Fernando. Nossas câmeras são seus olhos (com DVD) - Ediouro, 2007.
  • FRANKFORT, Elmo. Rede Manchete - Aconteceu, virou história. - Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2008.
  • MOYA, Álvaro de. Glória In Excelsior - Ascensão, apogeu e queda do maior sucesso da TV brasileira - Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, 2004.
  • XAVIER, Ricardo (Rixa). Almanaque da TV - 50 anos de memória e informação - Ediouro, 2000.
  • XAVIER, Ricardo (Rixa) e BRAUNE, Bia. Almanaque da TV - Ediouro, 2007.
  • http://rd1.ig.com.br/band-despreza-sua-historia-e-mantem-arquivos-e-fitas-em-um-cubiculo