Baku

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Baku / Bacu
Bakı
Brasão de armas de Baku / Bacu
Brasão de armas
Baku / Bacu está localizado em: Azerbaijão
Baku / Bacu
Localização no Azerbaijão
40° 23' 43" N 49° 52' 56" E
País Azerbaijão
Administração
 - Prefeito Hajibala Abutalybov
Área
 - Total 260 km²
Altitude -28 m (-92 pés)
População [1] [2]
    • Densidade 900/km2 
 - Estimativa (2011) 2 045 815
Fuso horário AZT (UTC+4)
 - Horário de verão AZT (UTC+5)
Código postal AZ1000
Código de área 12
Sítio www.bakucity.az

Baku ou Bacu[3] [4] [5] [6] (em azeri: Bakı) é a capital, maior cidade, e maior porto do Azerbaijão. Localizada nas margens do Mar Cáspio, na margem sul da península de Absheron, a cidade consiste em duas partes principais: a baixa e a cidade velha, abrangendo 21,5 hectares. A 1 de janeiro de 2011 a população era de 2 045 815 habitantes[1] , dos quais 153 400 eram deslocados internos (DIs) e 93 400 refugiados.[7] Baku pertence à Organização das Cidades Património Mundial e à Sister Cities International.[8] A cidade também concorreu aos Jogos olímpicos de 2016, mas foi eliminada em 4 de junho de 2008.[9] Em 2007 os Ministros da Cultura dos estados membros da Organização da Conferência Islâmica declararam Baku como Capital da Cultura Islâmica de 2009.[10]

Baku divide-se em onze distritos administrativos, ou raions: (Azizbayov, Binagadi, Garadagh, Narimanov, Nasimi, Nizami, Sabail, Sabunchu, Khatai, Surakhany e Yasamal) e 48 municipalidades. Entre estas incluem-se as municipalidades localizadas nas ilhas da Baía de Baku e a cidade de Oil Rocks, construída sobre estacas no Mar Cáspio, distando 60 km de Baku.

Etimologia[editar | editar código-fonte]

Pensa-se que o nome Baku derive do nome da cidade em persa arcaico Bād-kube باد کوبہ, que significa "cidade fustigada pelo vento", no qual bād significa "vento" e kube radica no verbo kubidan, "fustigar", referindo-se assim a um lugar onde o vento é forte e fustigador. De facto, a cidade é conhecida pelas rigorosas tempestades de neve de Inverno e ventos severos.[11] Também se acredita que Baku possa referir-se a Baghkuh, que significa "Montanha de Deus". Baga (hoje bagh) e kaufa (hoje kuh) são as palavras em persa arcaico para "deus" e "montanha" respectivamente; o nome Baghkuh pode ser comparado com Baghdād ("Dádiva de Deus") na qual é a palavra em persa arcaico para "dar". Fontes árabes referem-se à cidade como Baku, Bakukh, Bakuya, e Bakuye, todas estas formas derivando aparentemente dum nome persa.

Várias outras hipóteses diferentes foram ainda propostas para explicar a etimologia da palavraBaku. De acordo com L.G.Lopatinski[12] e Ali Huseynzade[13] Baku deriva da palavra turca para "monte". O especialista na história do Cáucaso K.P. Patkanov também explica o nome como "monte" mas na língua lak.[13]

A Enciclopédia Islâmica turca apresenta a origem da palavra Baku como sendo derivada das palavras Bey-Kyoy, que significam "cidade principal" em turco.

História[editar | editar código-fonte]

Durante a maior parte da sua história mais remota, Baku foi parte de diferentes impérios persa.

O primeiro registo escrito sobre Baku remonta ao século VI.[14]

Pix.gif Cidade murada de Baku
com o Palácio dos Shirvanshahs e
Torre da Donzela
 *
Welterbe.svg
Património Mundial da UNESCO
A Torre Maiden na cidade velha Baku
País  Azerbaijão
Tipo Cultural
Critérios iv
Referência 958
Região** Oriente Médio
Histórico de inscrição
Inscrição 2000  (24th sessão)
Ameaçado 2003-
* Nome como inscrito na lista do Património Mundial.
** Região, segundo a classificação pela UNESCO.

A cidade ganhou importância após um sismo ter destruído Shamakhy e, no século XII, o regente Shirvanshah Ahsitan I ter tornado Baku a nova capital. Em 1501, o Safávida Ismail I cercou Baku. Nesta época a cidade estava, no entanto, rodeada por linhas de forte muralhas, que eram banhadas pelo mar de um dos lados, e protegidas por um largo fosso em terra. Em 1540 Baku foi novamente capturada pelas tropas Safávidas. Em 1604 a fortaleza de Baku foi destruída pelo xá iraniano Abas I.

A 26 de junho de 1723, depois de um cerco final em que foram usados canhões, Baku rendeu-se aos russos. De acordo com o decretado por Pedro o Grande, os soldados de dois regimentos (2382 pessoas) foram deixados na guarnição de Baku sob o comando do Príncipe Baryatyanski, o comandante da cidade. Em 1795, Baku foi invadida por Agha Muhammad Khan Qajar, como defesa contra a política iniciada pela Rússia czarista de submeter o Cáucaso meridional ao seu domínio. Na Primavera de 1796, por ordem de Catarina II, as tropas do General Zubov deram início a uma grande campanha na Transcaucásia. Baku rendeu-se após o primeiro pedido de Zubov, o qual tinha enviado 6000 militantes para capturar a cidade. A 13 de junho de 1796 a frota russa entrou na baía de Baku, e uma guarnição de tropas russas foi colocada na cidade, sendo o General Pavel Tsitsianov designado comandante de Baku. Posteriormente, no entanto, o Czar Paulo I ordenou-lhe que suspendesse a campanha e retirasse as forças russas. Em março de 1797 as tropas czaristas deixaram Baku, mas um novo czar, Alexandre I, começou a demonstrar um interesse especial pela captura de Baku. Em 1803 Tsitsianov chegou a um acordo com o khan de Baku sobre um compromisso, mas esse acordo foi rapidamente anulado. A 8 de fevereiro de 1806, após a rendição de Baku, o khan de Baku Huseyngulu apunhalou e matou Tsitsianov às portas da cidade. Em 1813 a Rússia assinou o Tratado de Gulistan com a Pérsia, obtendo a cedência de Baku e da maior parte do Cáucaso pelo Irão e a sua anexação pela Rússia.

Boom petrolífero[editar | editar código-fonte]

Baku conheceu grande desenvolvimento a partir de meados do século XIX graças à indústria petrolífera. O primeiro poço de petróleo foi construído no subúrbio de Bibi-Heybat em 1846. No entanto, o desenvolvimento petrolífero em larga escala apenas ocorreu em 1872, quando as autoridades da Rússia imperial leiloaram as parcelas de terra rica em petróleo em volta de Baku a investidores privados. Num curto período de tempo, investidores suíços, britânicos, franceses, belgas, alemães, suecos e americanos surgiram em Baku, contando-se entre eles as firmas dos irmãos Nobel, junto com a família von Börtzell-Szuch[15] e a família Rothschild, e a cintura industrial petrolífera, mais conhecida como Cidade Negra, foi estabelecida perto de Baku. No início do século XX quase metade das reservas petrolíferas mundiais haviam sido extraídas em Baku.[16]

Em 1917, depois da Revolução de Outubro, em meio ao tumulto da I Guerra Mundial e da dissolução do Império Russo, Baku ficou sob controle da Comuna de Baku, liderada por um veterano bolchevique, Stepan Shaumyan. Buscando tirar proveito dos conflitos inter-étnicos existentes durante a primavera 1918, os bolcheviques inspiraram e toleraram uma guerra civil em Baku e seus arredores. Durante o famoso Dias de Março, com o apoio da milícia Dashnak armênia na cidade, e sob o pretexto de suprimir o partido Musavat, os bolcheviques atacaram e massacraram milhares de azeris e outros muçulmanos em Baku.[17]

Em 28 de maio de 1918, a parte correspondente ao Azerbaijão na Sejm Transcaucasiana proclamou a independência da República Democrática do Azerbaijão (ADR) em Ganja. Pouco depois, forças azeris, com o apoio do Exército Otomano do Islão liderado por Nuru Paşa, iniciaram seu avanço para Baku, capturando a cidade da frouxa coalizão dos bolcheviques, Esers, Dashnaks, Mencheviques e forças britânicas sob o comando do general Lionel Dunsterville, em 15 de Setembro de 1918. Milhares de armênios foram massacrados na cidade em vingança ao ocorrido nos Dias de Março.[18] Baku tornou-se a capital da ADR e, dois anos mais tarde - quando em 28 de abril de 1920 o 11° exército vermelho invadiu Baku e reinstalou o poder bolchevique - a capital da República Socialista Soviética do Azerbaijão.

A sua conquista foi o grande objetivo da campanha alemã no Cáucaso durante a Segunda Guerra Mundial. Até o desenvolvimento da exploração de hidrocarbonetos na Sibéria, Baku foi o principal centro petrolífero da URSS. Após a independência do Azerbaijão a cidade sofreu o impacto indireto, mas negativo, da guerra do Nagorno-Karabakh (Alto Karabakh), vindo a recuperar-se lentamente. A recente inauguração do oleoduto Baku-Ceyhan tem criado muitas esperanças de um renascimento, quer de Baku, quer do Azerbaijão na sua totalidade.

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima de Baku é temperado e semiárido (Classificação climática de Köppen-Geiger: BSk). Durante a era soviética, Baku era um destino de férias onde os turistas podiam desfrutar das praias ou relaxar no complexo de spas (atualmente dilapidados) com vista para o Mar Cáspio. O clima é quente e úmido no verão, e frio e úmido no inverno. Durante o inverno ventos fortes sopram de vez em quando impulsionados por massas de ar polar (ventos fortes do norte Khazri e do sul Gilavar são típicos aqui); a neve é comum, e a temperatura na costa freqüentemente cai abaixo de zero. A temperatura média anual de Baku, 14,2 °C (57,6 °F), difere da média do planeta em menos de 0,1 °C (32,2 °F).[19] A parte sudoeste da Grande Baku é a parte mais árida do Azerbaijão (a precipitação aqui é inferior a 200 mm (8 in) ao ano). Nos Arredores da cidade existe um grande número de vulcões de lama (Keyraki, Bogkh-bogkha, Lokbatan e outros) e lagos de sal (Boyukshor, Khodasan, etc.).

Nuvola apps kweather.svg Médias meteorológicas para Baku  Azerbaijão Weather-rain-thunderstorm.svg
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Média alta °C (°F) 6
(43)
6
(43)
9
(48)
16
(61)
22
(72)
27
(81)
31
(88)
29
(84)
26
(79)
19
(66)
13
(55)
9
(48)
18,1
(65)
Média diária °C (°F) 4.2
(40)
4.0
(39)
6.3
(43)
12.3
(54)
18.0
(64)
22.8
(73)
26.4
(80)
25.6
(78)
21.8
(71)
16.0
(61)
10.8
(51)
6.6
(44)
14,6
(58)
Média baixa °C (°F) 2
(36)
2
(36)
4
(39)
9
(48)
14
(57)
19
(66)
22
(72)
23
(73)
19
(66)
13
(55)
8
(46)
4
(39)
12,0
(54)
Precipitação mm (polegadas) 20
(0.79)
20
(0.79)
20
(0.79)
17
(0.67)
17
(0.67)
7
(0.28)
2
(0.08)
5
(0.2)
15
(0.59)
25
(0.98)
30
(1.18)
25
(0.98)
198
(7,8)
Fonte: Weather.com[20] 2008

Demografia[editar | editar código-fonte]

Até 1988, em Baku havia grande quantidade de armênios, russos e judeus, que contribuíram para a diversidade cultural, acrescentando de várias formas (música, literatura, arquitetura) a cidade. Sob o comunismo, os soviéticos assumiram a maioria das propriedades judaicas em Baku e Kuba. Desde o colapso da União Soviética, o e presidente do Azerbaijão Heydar Aliev reformou várias sinagogas e um reabriu um colégio judaico nacionalizado pelos soviéticos Ele incentivou a reeurbanização destes edifícios e era bem-visto pelos judeus do Azerbaijão. A renovação já começou em sete das onze sinagogas originais, incluindo o sinagoga Gilah, construída em 1896, e a grande sinagoga Kruei..[21] A nova Constituição do Azerbaijão concede a liberdade religiosa e afirma que não existe uma religião estatal.

No início do século XXI, a grande maioria da população de etnia Baku era composta de azeris (mais de 90%). O intenso crescimento da população começou em meados do século XIX, quando Baku era uma pequena cidade com a população de cerca de 7 mil pessoas no seu conjunto. A população aumentou novamente, passando de cerca de 13 000 nos anos 1860 para 112 000 em 1897 e 215 000 em 1913, tornando Baku a maior cidade da região do Cáucaso.[22]

Baku tem sido uma cidade cosmopolita e em certos momentos de sua história os azeris, não constituíam a maioria da população.[23]

Ano Azerbaijanos Russos Armênios Cidadãos Iranianos Alemães Judeus Georgianos Total
1897 40.148 37.399 19.060 9.426 2.460 2.341 971 111.904
1903 44.257 56.955 26.151 11.132 3.749 n/a n/a 155.876
1913 45.962 76.288 41.680 25.096 3.274 9.690 4.073 214.672

Religião[editar | editar código-fonte]

Mais de 94% dos residentes de Baku pratica diversas formas de Islão. Uma pequena minoria da população (cerca de 4%) são cristãos (maioria Igreja Ortodoxa Russa, Igreja Ortodoxa da Geórgia e Molokans). Baku também possui três comunidades judaicas, a saber, os Judeus Ashkenazim, os Judeus das Montanhas e os Judeus Georgianos.

Infra-estrutura[editar | editar código-fonte]

O abastecimento de Baku é prestado por cinco linhas 110 kV. Em 8 de Fevereiro de 2008 três delas (total de comprimento 23,6 km/15 miPredefinição:Convert/und) foram totalmente reequipadas e modernizadas com a sua capacidade de carga a ser duplicada.[24] Três 110 kV e 35 kV doze subestações foram encomendadas recentemente.[24] O abastecimento de água é assegurado por várias linhas, a mais pura água vem de linhas Khachmaz e Shollar.[25]

Baku foi chamada a mais suja das cidades no mundo por revista Forbes citando "a capital sofre com risco de morte pelos níveis de poluição do ar emitida a partir de perfuração de petróleo e marítimo.".[26]

Transporte e comunicação[editar | editar código-fonte]

Baku taxi

Baku é servido pelo Aeroporto Internacional Heydar Aliyev e o Metropolitano de Baku. Houve também uma vez bondes elétricos. Existem duas companhias de táxi oficial na cidade: O yellow Star cabs e os táxis brancos com sinal azul da Azerq Táxis. Os ônibus van param em qualquer ponto ao longo do percurso sinalizando para baixo ou quando dizer para parar. Os serviços de transporte marítimo regular de Baku operam em todo o Mar Cáspio para Turkmenbashi (anteriormente Krasnovodsk) no Turcomenistão e para Bandar Anzali e Bandar Nowshar no Irã.

Baku teve o seu primeiro link de internet permanente apenas em 1995, através da Academia de Ciências. A linha discada de acesso à Internet está disponível desde 1991. O serviço ADSL foi amplamente divulgado em 2007.

Educação[editar | editar código-fonte]

Como centro da educação do Azerbaijão, Baku possui muitas universidades e escolas profissionais. Após a independência do Azerbaijão, a queda do comunismo levou ao desenvolvimento de um número de instituições privadas. Baku também abriga a Academia de Ciências do Azerbaijão fundada aqui em 1945.

A prefeitura de Baku.

Universidades públicas[editar | editar código-fonte]

Universidades privadas[editar | editar código-fonte]

Entretenimento[editar | editar código-fonte]

Baku tem uma vida vibrante no teatro, ópera e ballet, tirando proveito do rico repertório dramático local e também do repertório internacional. A principal sala de cinema é o Azerbaijan Cinema. O "Teatro de Ópera e Ballet da Academia Estatal do Azerbaijão", projetado pelo arquiteto N. G. Bayev, é uma das mais ornamentadas salas de música da cidade. A Sala Filarmônica Estatal do Azerbaijão, com condições acústicas excelentes, frequentemente faz apresentações a céu aberto, em um agradável parque. O Museu de Arte do Tapete exibe tapetes de todos os períodos e estilos, do Azerbaijão e das províncias Azeris do Irã. Baku também abriga o maior museu de artes do país - O Museu de Arte Estatal do Azerbaijão, um depositário de obras de arte domésticas e estrangeiras, ocidental e oriental - e o Nizami Museu de Literatura do Azerbaijão.

O Palácio Heydar Aliyev, um dos principais locais para grandes apresentações (por exemplo, a de Coolio), foi reaberto recentemente após uma grande reforma. As discotecas e boates mais populares incluem: X-site', Le Chevalier no Hotel Europa, Zagulba Disco Club e Le Mirage. A maioria delas ficam abertos até as primeiras horas da manhã.

A maioria dos pubs e bares estão localizados perto da "Praça da Fonte" e geralmente ficam abertas até as primeiras horas da manhã. Existem vários pubs no estilo inglês, escocês e irlandês, entre eles: The Clansman, "The Caledonia", "Corner Bar", "Shakespeares", "Finnigans", "Rig Bar", "O'Malley's" e o "Phoenix Bar". Há também um clube de jazz na cidade. O Festival Internacional de Jazz de Baku é organizado anualmente.

Entre as praias mais famosas estão Shikhovo, Amburan em Bilgah e Mil e Uma Noites.

Cidades gêmeas - Cidades irmãs[editar | editar código-fonte]

Baku é geminada com:

Parceria e relações em diferentes níveis foram estabelecidos com Berlim, Paris, Aberdeen, Viena, Stavanger, Tbilisi, Astana, Minsk, Moscou, Volgogrado, Kizlyar, Tashkent e Chengdu.[29]


Pessoas famosas de Baku[editar | editar código-fonte]

Para obter mais detalhes sobre este tópico, veja Categoria:Pessoas de Baku.

Devido aos intermitentes períodos de grande prosperidade e como a maior cidade da região do Cáucaso e uma das mais diversificadas etnicamente e culturalmente na União Soviética, Baku se orgulha de ter produzido um número desproporcionado de figuras notáveis nas ciências, artes e outros campos. Algumas das casas em que residiam exibem placas comemorativas.

Ciência[editar | editar código-fonte]

Música[editar | editar código-fonte]

Literatura e artes[editar | editar código-fonte]

Xadrez[editar | editar código-fonte]

O Incêndio no Templo Suraxany perto de Baku, Baku e os seus arredores são famosos por incêndios naturais, devido ao petróleo, gases escorrem por baixo da terra.

Entretenimento[editar | editar código-fonte]

Negócios[editar | editar código-fonte]

Política[editar | editar código-fonte]

Forças armadas[editar | editar código-fonte]

Desporto[editar | editar código-fonte]

Galeria[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Abbasov, Mazakhir. Baku Durante a Grande Guerra Patriotica.
  • Madatov, G. Azerbaijão Durante a Grande Guerra Patriotica. Baku, 1975.
  • Baku no GEOnet Names Server

Referências

  1. a b Bakı şəhəri - Azərbaycan Dövlət Statistika Komitəsi. Página visitada em 2011-01-01.
  2. População estimada para Baku, Azerbaijão, 1950-2015. Página visitada em 2007-07-15.
  3. Versão confirmada no Dicionário Onomástico Etimológico da Língua Portuguesa, de José Pedro Machado. Esta versão existe pelo menos desde o século XVII.
  4. Porto Editora. Bacu. Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa da Infopédia – Enciclopédia e Dicionários Porto Editora. Página visitada em 18 de janeiro de 2012.
  5. Serviço das Publicações da União Europeia. Anexo A5: Lista dos Estados, territórios e moedas. Código de Redacção Interinstitucional. Página visitada em 1 de maio de 2012.
  6. Macedo, Vítor. (Primavera de 2013). "Lista de capitais do Código de Redação Interinstitucional". A Folha — Boletim da língua portuguesa nas instituições europeias (n.º 41): 13; 15. Sítio web da Direcção-Geral da Tradução da Comissão Europeia no portal da União Europeia. ISSN 1830-7809. Página visitada em 23 de maio de 2013.
  7. Баку (em russo). Página visitada em 2007-07-15.
  8. The main directions of foreign relations of the executive authorities of Baku. Página visitada em 2007-07-15. (em inglês)
  9. ESPN - Chicago among four finalists to host 2016 Olympics - Olympics (em inglês).
  10. APA Azeri Press Agency (em inglês).
  11. (em inglês)
  12. Ган К.Ф. Oпыть объяснения кавказских географических названий. Тифлис, 1909
  13. a b The Name "Baku" (em inglês).
  14. Azerbaijan - Walled City of Baku with the Shirvanshah's Palace…. Página visitada em 2007-10-14. (em inglês)
  15. Carl Knut Börtzell sueco/finlandês/polaco/húngaro, que também possuía o Palácio Livadia
  16. Window2Baku.com.
  17. Michael Smith. "Anatomy of Rumor: Murder Scandal, the Musavat Party e Narrativa da Revolução Russa em Baku, 1917-1920", Journal of Contemporary History, Vol 36, No. 2, (Apr. 2001), p. 228 (em inglês)
  18. Furuz Kazemzadeh, Struggle For Transcaucasia (1917 - 1921), New York Philosophical Library, 1951, p. 143-144 (em inglês)
  19. Window to Baku.
  20. Médias mensais para Baku, Azerbaijão. Weather.com.
  21. JewishVirtualLibrary.org.
  22. Country-data.com.
  23. Audrey Altstadt, Conflito, Cleavage, e Mudança na Ásia Central e no Cáucaso, Cambridge University Press, 1997, p. 112, table 4.1, Composição étnica de Baku, 1897, 1903,1913
  24. a b Выполненные ОАО "Бакыэлекрикшебеке" обеспечивают стабильность электроснабжения Баку. Página visitada em 2008-03-07. (em russo)
  25. Институциональные аспекты управления и охраны водных ресурсов в Азербайджане. Página visitada em 07-03-2008. (em russo)
  26. - Em Imagens: As 25 cidades sujas do mundo.
  27. Saint Petersburg in figures - International and Interregional Ties. Saint Petersburg City Government. Página visitada em 2008-11-23.
  28. Fraternity cities on Sarajevo site oficial
  29. Executive Power of the Baku City. Azerbaijan.az. Página visitada em 08-04-2008. (em russo)

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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