Frozen (2013)

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Ir para: navegação, pesquisa
Frozen
Frozen - O Reino do Gelo (PT)
Frozen - Uma Aventura Congelante (BR)
Pôster oficial
 Estados Unidos DJCTQ - L.svg Livre
2013 • cor • 102 min. min 
Direção Chris Buck
Jennifer Lee
Produção Peter del Vecho
Produção executiva John Lasseter
Roteiro Jennifer Lee
Baseado em The Snow Queen por Hans Christian Andersen
Elenco Kristen Bell
Idina Menzel
Jonathan Groff
Josh Gad
Santino Fontana
Alan Tudyk
Gênero animação, fantasia, comédia
Idioma inglês
Música Christophe Beck orquestral
Kristen Anderson-Lopez (canções)
Robert Lopez (canções)
Edição Jeff Draheim
Estúdio Walt Disney Animation Studios
Distribuição Walt Disney Studios Motion Pictures
Lançamento Estados Unidos 27 de novembro de 2013
Portugal 28 de novembro de 2013
Brasil 3 de janeiro de 2014
Orçamento US$ 150 milhões[1]
Receita US$ 1 274 219 009[1]
Site oficial
Página no IMDb (em inglês)

Frozen (intitulado como Frozen - Uma Aventura Congelante no Brasil e Frozen - O Reino do Gelo em Portugal) é um filme de animação musical estadunidense produzido pela Walt Disney Animation Studios. É o 53º filme animado produzido pelo estúdio. Inspirado pelo conto de fadas The Snow Queen, de Hans Christian Andersen, a história narra a história de Anna, uma princesa destemida que sai em uma jornada com Kristoff, o homem da montanha, sua leal rena de estimação e um boneco de neve que sonha em experimentar o verão, para encontrar sua irmã Elsa, cujos poderes congelantes inadvertidamente transformaram o reino onde vive em um inverno eterno. O filme apresenta vozes de Kristen Bell, Idina Menzel, Jonathan Groff, Josh Gad e Santino Fontana.

A história de Frozen esteve em desenvolvimento na Disney durante boa parte da sua história, pouco mais de 80 anos, mas nenhuma das versões idealizadas durante esse período saiu do papel, por que os roteiristas não sabiam como desenvolver a personalidade da A Rainha da Neve e fazer o público se relacionar com os personagens. Frozen saiu do papel apenas em 2011, quando Chris Buck foi escolhido para a direção e decidiu transformar a Rainha da Neve em irmã da heroína (Anna), criando uma relação real para as duas personagens principais, e Jennifer Lee assumiu o roteiro, que junto com as canções de Robert Lopez e Kristen Anderson-Lopez, seriam responsáveis por estabelecer a personalidade da Rainha da Neve, Elsa, que se transformou de vilã a anti-heroína.

Frozen estreou em 27 de novembro de 2013, e foi bem recebido pela crítica especializada, e venceu o Oscar de Melhor Animação e Melhor Canção Original (Let it Go), e arrecadou mais de um bilhão nas bilheterias, sendo a animação de maior sucesso de todos os tempos, e a quinta maior bilheteria de todos os tempos. [1]

Enredo[editar | editar código-fonte]

Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Elsa, Princesa de Arendelle, possui poderes mágicos com o qual ela é capaz de produzir gelo, geada e neve. Uma noite, enquanto estava brincando, ela fere acidentalmente sua irmã mais nova, a princesa Anna. Seus pais chocados, o Rei e a Rainha, procuram a ajuda do rei Troll, que cura Anna e remove das suas memórias a magia de Elsa. O casal real isola as crianças em seu castelo até Elsa aprender a controlar seus poderes. Com medo de ferir Anna novamente, Elsa passa a maior parte do tempo sozinha em seu quarto, causando um afastamento entre as meninas à medida que crescem. Quando as princesas são adolescentes, seus pais morrem num naufrágio durante uma tempestade.

Quando Elsa se torna de maior (21 anos), o reino se prepara para sua coroação como Rainha. Entre os convidados está o Duque de Weselton, que procura explorar Arendelle para conseguir dinheiro. Animada para sair do castelo de novo, a princesa Anna explora a cidade e conhece o príncipe Hans das Ilhas do Sul, e os dois desenvolvem rapidamente uma atração mútua. Apesar do receio de Elsa, sua coroação ocorre sem incidentes. Durante a recepção, Hans pede Anna em casamento e ela aceita apressadamente. No entanto, Elsa se recusa a conceder a sua benção e proíbe o repentino casamento. As irmãs discutem, culminando com a exposição dos poderes de Elsa durante uma explosão emocional.

Em pânico, Elsa foge do castelo, e sem querer desencadeia um inverno eterno no reino. No alto das montanhas próximas, ela liberta os seus poderes, construindo um palácio de gelo e decidindo viver solitária, e sem saber, traz à vida ao seu, e de Anna, boneco de neve da infância, Olaf. Enquanto isso, Anna sai em busca de sua irmã, determinada a leva-la de volta a Arendelle, acabar com o inverno e restaurar seu relacionamento. Quando faz uma pausa para conseguir mantimentos, ela conhece um homem da montanha chamado Kristoff e sua rena, Sven, e convence Kristoff para guiá-la até a montanha do Norte. Em sua jornada, o grupo se encontra com Olaf, que os leva ao esconderijo de Elsa.

Anna e Elsa se encontram, mas Elsa ainda teme ferir a irmã. Quando Anna insiste para Elsa voltar, está fica assustada e seus poderes saem do controle, e ela acidentalmente golpeia Anna no coração. Horrorizada, Elsa cria uma criatura de neve gigante, Marshmallow, para levar Anna, Kristoff e Olaf para longe de seu palácio. Depois que eles fogem, Kristoff percebe que o cabelo de Anna está ficando branco e deduz que algo de ruim aconteceu. Ele procura a ajuda dos trolls, sua família adotiva, que explicam que o coração de Anna foi congelado por Elsa. A menos que seja descongelado por um "ato de amor verdadeiro" ela vai se tornar gelo para sempre. Acreditando que apenas Hans pode salvá-la com um beijo do amor verdadeiro, Kristoff volta com ela para Arendelle.

Enquanto isso, Hans, indo encontrar Anna, chega no palácio de Elsa. Na batalha que se seguiu contra os homens do duque, Elsa é nocauteada e presa em Arendelle. Lá, Hans pede que ela desfaça o inverno, mas Elsa confessa que não sabe como. Quando Anna se encontra com Hans e pede que ele a beije para quebrar a maldição, Hans se recusa e revela que sua verdadeira intenção em se casar com ela é para tomar o controle do trono de Arendelle. Deixando Anna para morrer, ele acusa Elsa de traição pela aparente morte de sua irmã mais nova.

Elsa escapa e cria, sem intenção, uma tempestade de neve no fiorde. Olaf encontra Anna e revela que Kristoff é apaixonado por ela; Eles, então, fogem para o fiorde para encontrá-lo. Hans confronta Elsa, dizendo-lhe que Anna está morta por culpa dela. Em desespero, Elsa faz a tempestade cessa de repente, dando Kristoff e Anna a chance de encontrar um ao outro. No entanto, Anna, vendo que Hans está prestes a matar Elsa, joga-se entre os dois, assim quando ela congela, bloqueando o ataque de Hans.

Quando Elsa chora por sua irmã, Anna começa a derreter, uma vez que a sua decisão de se sacrificar para salvar sua irmã constituiu um "ato de amor verdadeiro". Percebendo que o amor é a chave para controlar seus poderes, Elsa descongela o reino e ajudaOlaf sobreviver no verão. Hans é deportado de volta para as Ilhas do Sul para enfrentar a punição por seus crimes contra a família real de Arendelle, enquanto Elsa corta qualquer laço comercial com Weselton. Anna e Kristoff compartilham um beijo e as duas irmãs se reconciliam. Elsa promete nunca fechar as portas do castelo novamente.

Gtk-paste.svg Aviso: Terminam aqui as revelações sobre o enredo.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Kristen Bell na estreia de Frozen, no El Capitan Theatre
  • Kristen Bell como Anna aos 18 anos.[2] Com 5 anos é dublada por Livvy Stubenbrauch e Katie Lopez e com 9 por Agatha Lee Monn.
  • Idina Menzel como Elsa aos 21 anos .[2] Com 8 anos é dublada por Eva Bella.[3] Com 12 anos enquanto fala assustada com os pais sobre seus poderes, a personagem é dublada por Spencer Lacey Ganus.[4]
  • Jonathan Groff como Kristoff aos 21 anos.[5]
  • Josh Gad como Olaf.[6]
  • Santino Fontana como Hans.[6]
  • Alan Tudyk como o Duque de Weselton.[6]
  • Chris Williams como Oaken.[7]
  • Maia Wilson como Bulda.[8]

Dublagem[editar | editar código-fonte]

Personagem Dublador  Brasil Dobrador  Portugal
Anna Alice Lieban (criança)
Eduarda Móras (adolescente)
Érika Menezes
Gabi Porto (canções) [9] [10]
Luz Fonseca (jovem)
Bárbara Lourenço
Isabel Jacobetty (canções)
Elsa Fernanda Ribas (criança)
Mafalda Móras (adolescente)
Taryn Szpilman[10] [11]
Luz Fonseca (jovem)
Maria Camões
Ana Encarnação (canções)
Kristoff Raphael Rossatto[10] Diogo Morgado
Olaf Fábio Porchat [12] Bruno Ferreira
Henrique Feist (canções)
Hans Olavo Cavalheiro [10] Paulo Vintém
Diogo Pinto (canções)
Duque de Weselton Pietro Mário [10] Ricardo Boavida
Oaken Mauro Ramos [10] Carlos Freixo
Bulda Pádua Moreira [10]

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Origens[editar | editar código-fonte]

Arte conceitual em 2D, para The Snow Queen

Perto do fim de 1937, antes de estrear o filme Snow White and the Seven Dwarfs — primeiro longa-metragem animado de todos os tempos — os estúdios da Disney consideraram pela primeira vez a concepção de um filme biográfico animado/físico baseado no autor e poeta dinamarquês Hans Christian Andersen.[13] [14] Em março de 1940, Walt Disney sugeriu uma co-produção com o produtor cinematográfico Samuel Goldwyn, cuja sugestão incluiu a filmagem das sequências físicas no estúdio de Goldwyn e a animação dos contos de fadas nos estúdios da Disney.[13] As sequências de animação seriam baseadas em alguns dos trabalhos mais conhecidos e aclamados, como The Little Mermaid, The Little Match Girl, The Steadfast Tin Soldier, The Snow Queen, Thumbelina, The Ugly Ducking, The Red Shoes e a The Emperor's New Clothes. Entretanto, o estúdio passou por certa dificuldade com a animação de The Snow Queen, já que não era encontrado uma maneira de adaptar e narrar a personagem Rainha da Neve para o público da época. Mesmo com a chegada dos anos 30 e 40, estava claro que os materiais de referências para o projeto continham boas possibilidades climáticas, mas a personagem Rainha da Neve provou ser bastante problemáticas. Com a integração dos Estados Unidos à Segunda Guerra Mundial, os estúdios da Disney focaram-se em fazer propaganda da guerra, o que causou a paralização do desenvolvimento da parceria Disney-Goldwyn em 1942.[13] Mais tarde, Goldwyn decidiu produzir seu próprio filme em 1952 intitulado Hans Christian Andersen, com Danny Kaye interpretando Andersen, Moss Hart ficando a cargo do roteiro e Frank Loesser tratando das canções. Em vez de os contos de fadas de Andersen serem narradas de forma teatral, elas foram cantadas e dançadas em balé, assim como o resto do filme. No ano seguinte, a produção venceu seis Oscars. A Disney, por sua vez, decidiu arquivar os planos de narrar The Snow Queen nos cinemas, juntamente com outros contos de Andersen — incluindo A Pequena Sereia.[15]

Tentativas Posteriores[editar | editar código-fonte]

No final de 1990, a Walt Disney Feature Animation começou a desenvolver uma nova adaptação de The Snow Queen após o enorme sucesso de seus filmes recentes durante o Renascimento da Disney, mas o projeto foi abandonado completamente no final de 2002, quando Glen Keane supostamente deixou o projeto e passou a trabalhar em outro que se tornou Enrolados (2010).[16] Mesmo antes disso, Harvey Fierstein apresentou a sua versão da história para os executivos da Disney, mas foi recusado. Paul e Gaëtan Brizzi, Dick Zondag e Dave Goetz teria todos tentando desenvolver, mas não conseguiram. Após uma série de tentativas frustradas entre 2000-2002, a Disney engavetou o projeto novamente. Durante uma dessas tentativas, Michael Eisner, então presidente da The Walt Disney Company, ofereceu seu apoio ao projeto e sugeriu fazê-lo com o diretor vencedor do Oscar, John Lasseter após a renovação do contrato com a Pixar Animation Studios, porém, o esperado contrato da Pixar com a Disney não ocorreu, porque as negociações entre a Pixar e a Disney entrou em colapso em janeiro de 2004 e o contrato não foi renovado.[17] Em vez disso, o sucessor de Eisner, Bob Iger negociou a compra da Pixar para a Disney em janeiro de 2006 por US $ 7,4 bilhões, e Lasseter foi promovido a diretor de criação da Pixar e da Disney Animation.

A próxima tentativa começou em 2008, quando Lasseter foi capaz de convencer Chris Buck (que tinha co-dirigido Tarzan para o estúdio) a voltar para Disney Animation; em setembro daquele ano, Buck apresentou várias idéias para Lasseter, uma das quais era The Snow Queen. Buck mais tarde revelou que sua inspiração inicial para The Snow Queen não foi o próprio conto de fadas de Andersen, mas que ele queria "fazer algo diferente na definição de amor verdadeiro".[18] "Disney já tinha feito o 'beijada por um príncipe', então eu pensei que era hora de algo novo", lembrou. Lasseter tinha sido interessado em The Snow Queen por um longo tempo; quando estava trabalhando com a Disney em Toy Story na década de 1990, ele viu e ficou "surpreendido" com uma arte de pré-produção das tentativas anteriores da Disney para o conto. O desenvolvimento começou com o título de Anna e A Rainha da Neve, que foi planejado para ser tradicionalmente animado. De acordo com Josh Gad, ele se tornou o primeiro envolvido com o filme, nessa fase inicial, quando a trama ainda era relativamente perto de conto original de Andersen e Megan Mullally ia jogar Elsa. No início de 2010, o projeto entrou no "inferno" do desenvolvimento mais uma vez, quando o estúdio não conseguiu encontrar uma maneira de fazer a história e o caráter da Snow Queen.[17]  

Revitalização[editar | editar código-fonte]

"A versão original de Hans Christian Andersen, A Rainha da Neve, é um conto muito escuro e não se traduz facilmente em um filme. Para nós, a descoberta veio quando tentamos dar qualidades realmente humanas para a Rainha da Neve. Quando decidimos fazer a Rainha Elsa e Anna irmãs,isso deu um jeito de fazer os personagens transmitir o que cada um estava passando, sentido e que se relacionava com o público de hoje. Este filme tem um monte de personagens com relações complexas e complicadas. Há momentos em que Elsa faz coisas de vilã, mas porque você entende o porquê a partir deste desejo de defender-se, você sempre pode se relacionar com ela. 'Inspirado' significa exatamente isso. Há neve, há gelo e há uma Rainha, mas nós nos desviamos do conto um pouco. Nós tentamos trazer escopo e a grandeza que você pode esperar para o filme, mas fazê-lo de uma forma que possamos entender os personagens e se relacionar com eles".

- Peter Del Vecho, produtor de Frozen fala sobre a adaptação de The Snow Queen [19]

Em 22 de dezembro de 2011, após o sucesso de Enrolados, a Disney anunciou um novo título para o filme, Frozen, e uma data de lançamento de 27 de novembro de 2013.[20] Um mês depois, foi confirmado que o filme seria uma animação computadorizada, em vez de animação desenhada à mão.[21] Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez se juntaram ao projeto e começaram a escrever canções para Frozen em janeiro de 2012.[22]

Em 5 de março de 2012, foi anunciado que Buck estaria dirigindo, com Lasseter e Peter Del Vecho produzindo.[23] Após a Disney decidir antecipar o desenvolvimento de The Snow Queen de novo, um dos principais desafios enfrentados para Buck e Del Vecho foi a personagem da Snow Queen, que era então uma vilã em seus rascunhos.[23] O estúdio tem uma tradição de exibição de filmes de animação em desenvolvimento a cada 12 semanas, e em seguida, em uma sessão, seus diretores e roteiristas de diferentes projetos fornecem amplas "notas" sobre o trabalho um do outro.[23]

Buck e Del Vecho apresentaram seus storyboards para Lasseter, e toda a equipe de produção tinha sido interrompida para uma conferência em que seria ouvido as opiniões de Lasseter sobre o projeto.[19] O diretor de arte, Michael Giaimo, reconheceu mais tarde o discurso de Lasseter como a "virada de jogo" do filme: "Eu me lembro de John dizendo que a versão mais recente da história Snow Queen que Chris Buck e sua equipe estavam fazendo era divertido, muito alegre, mas os personagens não ressoam. Eles não são multi-facetados, é por isso que John sentiu que o público não seria capaz de se conectar com eles".[19]

A equipe de produção se dirigiu então aos problemas do filme, elaborando diversas variações diferentes sobre o roteiro da Snow Queen até que os personagens e a história fossem relevantes. Nessa fase, o primeiro grande avanço foi a decisão de reescrever a protagonista do filme Anna (que foi baseado na personagem Gerda do conto), como a irmã mais nova de Elsa, assim, efetivamente estabelecer uma dinâmica familiar entre os personagens. Isso era incomum, já que as relações entre irmãs raramente são utilizadas como um elemento importante na trama de filmes de animação norte-americanos, com a notável exceção de Lilo & Stitch da Disney.[24] [25] Para explorar plenamente as dinâmicas únicas desse tipo de relação, Disney Animation convocou uma "Cúpula da irmã", em que as mulheres de toda Disney Animation que cresceu com suas irmãs foram convidadas para discutir suas relações com elas.[25]

Roteiro[editar | editar código-fonte]

Em março de 2012, Jennifer Lee, roteirista de Detona Ralph, foi contratada como roteirista do filme.[26] Lee explicou mais tarde que, quando Detona Ralph estava terminando, ela estava dando notas sobre outros projetos, e "nós meio que realmente se conectamos com as ideias sobre o filme"[27]

De acordo com Lee, vários conceitos fundamentais já estavam no local desde os primeiros trabalhos de Buck e Del Vecho, como o conceito de "coração congelado" do filme: "Foi um conceito e a frase ... um ato de amor verdadeiro vai descongelar um coração congelado ". [27] Eles já sabiam o final com o verdadeiro amor envolvido, no sentido de o vínculo emocional entre irmãs, não romance, em que "Anna ia salvar Elsa. Nós ainda não sabemos como ou por quê." Lee disse que Edwin Catmull, presidente da Disney Animation, disse a ela logo no início sobre o fim do filme.:. "Em primeiro lugar, não importa o que você tem que fazer com a história, faça, mas você tem que ganhar o fim, se o fizer, vai ser ótimo. Se não, ele vai ser podre".[28]

Antes de Lee ser trazida para equipe, outro roteirista tinha feito um primeiro trabalho para o roteiro, e Anderson-Lopez e Lopez tentaram escrever canções para esse roteiro, mas nenhuma funcionou e todas foram cortadas.[22] Em seguida, "todo o roteiro implodiu", que deu aos compositores a oportunidade "para colocar um monte de [seu] DNA" para o novo roteiro que Lee estava escrevendo. A equipe de produção "essencialmente começou tudo de novo com o prazo de 17 meses"[22] , o que resultou em uma "agenda intensa" e implicava "em um monte de escolhas tiveram que ser feitas rapidamente."[27]

As versões anteriores são nitidamente diferente da versão final. No roteiro original que os compositores viram pela primeira vez, Elsa era má desde o início; ela sequestrou Anna de seu próprio casamento para congelar intencionalmente seu coração, e depois desceu sobre a cidade com um exército de bonecos de neve, com o objetivo de recapturar Anna para congelar seu coração adequadamente.[22] No momento em que Lee entrou, o primeiro ato foi incluído em que Elsa deliberadamente golpea Anna no coração com seus poderes de gelo; em seguida, "todo o segundo ato foi de cerca de Anna tentando chegar a Hans e beijá-lo e, em seguida, Elsa tentando impedi-la." Buck revelou que o enredo original tentou fazer Anna simpática, focando sua frustração como sendo percebida como a "reserva" em relação a "herdeira", Elsa. O enredo original também tinha ritmo diferente, em que era "muito mais uma aventura de ação" do que um musical ou comédia.[26]

Um grande avanço foi a composição da música "Let It Go", dos compositores Robert e Kristen Anderson-Lopez, o que obrigou a equipe de produção a reconceituar e reescrever Elsa como um personagem muito mais complexo, vulnerável e simpático.[22] Nas palavras de The Daily Telegraph, em vez da vilã imaginada pelos produtores, os compositores viram Elsa como "uma menina com medo lutando para controlar e equilibrar o seu dom." Lee lembrou.:.. "Bobby e Kristen disseram que eles estavam andando no Prospect Park e eles começaram a falar sobre o que seria a sensação de ser Elsa, esqueça a vilã apenas o que seria a sensação, e este conceito de ela ser ela mesma, que ela manteve guardada por muito tempo, e ela está sozinha e livre, mas, em seguida, a tristeza pelo fato de que ela está sozinha, não é uma coisa perfeita, mas é poderoso. "[29] Del Vecho explicou que "Let It Go" mudou o caráter de Elsa "para controlada pelo medo e Anna era controlada pelo seu amor pelas pessoas e sua família", que por sua vez fez Lee "reescrever o primeiro ato e, em seguida, todo o filme. Foi assim que realmente encontramos o filme e o que esses personagens eram ".[30]

Outro grande avanço foi o desenvolvimento da reviravolta na história em que o príncipe Hans seria revelado como verdadeiro vilão do filme apenas perto do fim. Hans não estava mesmo nos primeiros rascunhos, e em seguida, no início não era um vilão, e depois de se tornar um, foi revelado para ser mal desde cedo na trama.[28] Del Vecho disse: "Nós percebemos que era mais importante era se íamos fazer o final tão surpreendente, você tinha que acreditar em um ponto que Hans era a resposta ... quando não é a resposta, é Kristoff .... Se você pode levar o público a saltar à frente e achar que eles não percebem isso, você pode surpreendê-los, transformá-lo para o outro lado."[28] Lee reconheceu que Hans estava escrito como "sociopata" e "imitador" em toda a versão final. Por exemplo, Hans espelha o comportamento dos outros personagens:[27] "Ele espelha Anna e ele é pateta com ela ... O Duque de Weselton é um idiota, e Hans é um idiota com ele, e com Elsa ele é um herói." Foi difícil estabelecer as bases para a volta tardia de Anna para Kristoff sem também fazer a traição de Hans muito previsível, em que o público teve de "sentir ... sentir algo, mas sem entender ... porque no minuto em que se entende, fica previsível ".[27]

Lee teve que trabalhar com a questão de como escrever a personalidade de Anna, já que alguns de seus colegas sentiram que Anna devia ser mais disfuncional e co-dependentes, como Vanellope em Denota Ralph. Lee discordou dessa posição, mas ela levou quase um ano para descobrir como articular de forma convincente[27] . No final, Lee defendeu com sucesso a jornada de Anna deve ser apresentada como uma simples história de amadurecimento, "onde ela vai de ter uma visão ingênua da vida e do amor, porque ela está sozinha, e cresce ao longo do filme com uma visão mais sofisticada e madura do amor, onde ela é capaz do amor supremo, que é o sacrifício."[27] Lee também teve que deixar algumas idéias que ela gostava, como uma cena em que retrata o relacionamento de Anna e Elsa adolescentes, que não se encaixava porque eles precisavam manter a separação constante entre elas.[27]

Para construir o relacionamento Anna e Elsa, Lee encontrou inspiração em seu próprio relacionamento com sua irmã mais velha. Lee disse que sua irmã mais velha era "uma grande inspiração para Elsa",[27] a chamava de "minha Elsa", em um editorial no jornal Los Angeles Times, e andou no tapete vermelho com sua irmã no Oscar 2014.[31] Lee explicou, "ter que ... perder uns aos outros e, em seguida, redescobrir-se como adultos, foi uma grande experiência da minha vida."[27]

A equipe de produção também transformou Olaf de rabugento e detestável companheiro de Elsa em cômico e inocente companheiro Anna. A resposta inicial de Lee com a versão original de Olaf tinha sido, "boneco de neve depressivo", e ela encontrou Olaf, de longe, "o personagem mais difícil de lidar".[27]

O problema de como exatamente Anna iria salvar Elsa no clímax do filme foi resolvido pelo artista de storyboard, John Ripa. Na reunião da história onde Ripa apresentou sua opinião sobre a história, a resposta foi o silêncio até que Lasseter disse: "Eu nunca vi nada como isso antes", que foi seguida por uma ovação de pé.[25]

Ao longo da produção, o primeiro ato foi incluído muito mais detalhes do que acabou tendo na versão final, como um troll com um sotaque do Brooklyn, que teria explicado a história de fundo por trás dos poderes mágicos de Elsa, e um personagem de Lee que seria interpretado pelo comediante Louis CK.[27] Depois desses detalhes foram cuidadosamente analisados, eles foram retirados porque equivalia a uma "história muito mais complexa do que realmente poderia caber neste filme de 90 minutos," Como Del Vecho colocou, "quanto mais tentamos explicar as coisas no início, mais complicadas se tornaram."[32]

Produção[editar | editar código-fonte]

A atriz Kristen Bell foi escalada como a voz de Anna em 5 de março de 2012.[2] Lee admitiu que a seleção de elenco de Bell foi influenciada após os cineastas ouviu uma série de faixas vocais que Bell havia gravado quando ela era jovem, onde a atriz executou várias músicas de A Pequena Sereia, incluindo "Part of Your World". [33] Bell completou as sessões de gravação, enquanto ela estava grávida, e, posteriormente regravado algumas das linhas de sua personagem após a gravidez, porque sua voz tinha sido aprofundada.[34] Bell foi chamada para regravar diálogos do filme "provavelmente 20 vezes", o que é normal para papéis principais em filmes de animação da Disney, cujo o roteiro ainda estão em evolução[35] . Quanto a sua abordagem para o papel de Anna, Bell estava entusiasmada por que ela havia "sonhado em estar em um filme de animação da Disney desde que tinha quatro anos de idade", [36] dizendo: "Eu sempre gostei de animações da Disney, mas havia algo sobre as princesas que era inatingível para mim. Sua postura era perfeita e elas foram muito bem comportadas, e eu sinto que com - Anna - essa garota eu pude ser uma princesa muito mais compreensível, mais estranha, excêntrica ​​e desajeitada. Estou muito orgulhosa disso". [34]

"Frozen é um filme um pouco feminista da Disney. Estou muito orgulhosa de que ele tem tudo, mas eu acho que o filme é essencialmente sobre irmandade, que essas duas mulheres são competitivas umas com as outras, mas sempre tentando proteger uma a outra... irmãs são tão complicadas, é um ótimo relacionamento, e é importante esse tipo de filme, especialmente para crianças e jovens". 

Idina Menzel, sua opinião sobre Frozen [33]  

Idina Menzel, um veterana da Broadway, foi escalada como Elsa. Menzel tinha anteriormente feito teste para Enrolados, mas não conseguiu o papel. No entanto, o diretor de elenco de Enrolados, Jamie Sparer Roberts, preservou a gravação da performance de Menzel em seu iPhone, e com base nisso, pediu-lhe para fazer um teste junto com Bell para Frozen.[37] Antes de serem oficialmente lançadas, Menzel e Bell impressionou profundamente os diretores e produtores em uma leitura antecipada do roteiro; depois de ler o roteiro inteiro em voz alta, e terem cantado "Wind Beneath My Wings" juntas, como um dueto, uma vez que nenhuma música havia sido composta ainda.[37] Bell havia sugerido essa ideia quando visitou Menzel em sua casa na Califórnia para se prepararem juntas para a leitura.[37] Os compositores também estavam presentes na mesa de leitura; Anderson-Lopez disse que "Lasseter estava no céu" ao ouvir Menzel e Bell cantarem em harmonia, e daquele momento em diante, ele insistiu,[22] "Kristen Bell e Idina Menzel tem que estar no filme!", Lee disse, "elas cantaram como irmãs e não havia um olho seco na mesa depois que elas cantaram".[22] Entre dezembro de 2012 e junho de 2013, o elenco para os pápeis adicionais foram anunciados, incluindo Jonathan Groff como Kristoff,[38] Alan Tudyk como o Duque de Weselton, Santino Fontana como o príncipe Hans, e Josh Gad como Olaf. [39]

Após a ampla participação de Lee no processo de desenvolvimento de Frozen e seu trabalho próximo com o diretor Buck e os compositores Lopez e Anderson-Lopez, os chefes do estúdio, Lasseter e Catmull, a promoveram a co-diretora do filme ao lado de Buck, em agosto de 2012, sua promoção foi anunciado oficialmente em 29 de novembro de 2012, [40] fazendo Lee a primeira mulher a dirigir um filme de animação de longa-metragem produzido pela Walt Disney Animation Studios.[26] Ela trabalhou principalmente na história enquanto Buck focou na animação.[41] Lee indicou mais tarde que ela estava "muito emocionada com muito do que Chris tinha feito" e que eles tinham "uma visão compartilhada" da história, tendo "sensibilidades muito semelhantes".[28]

Em novembro de 2012, a equipe de produção pensou que tinha finalmente "desvendado" o enigma de como fazer a animação da história do filme,[25] mas de acordo com Del Vecho, no final de fevereiro de 2013, percebeu-se que o filme ainda "não era completamente pronto", o que exigiu ainda mais a regravação de cenas e músicas de fevereiro a junho de 2013. [32] [42] Ele explicou, "nós reescrevemos as músicas, eu tirei personagens e mudamos tudo, e de repente o filme estagnou, mas isso foi por pouco. Em retrospectiva, foi fácil, mas durante o processo, foi uma grande luta ".[32] Olhando para trás, Anderson-Lopez, brincou que ela e Lopez pensaram no momento em que "eles iriam ser palhaços em festas de aniversários, se a versão final acabar com suas carreiras"[43]  e lembrou que "nós realmente escrevermos até o último minuto". Em junho (cinco meses antes da data de lançamento já anunciada), os compositores finalmente terminaram o trabalho no filme quando compôs a música "For First Time in Forever", que, nas palavras de Lopez, [22] "tornou-se o pivô de todo o filme." 

Naquele mês, a Disney realizou sessões de teste do filme concluído, a metade com dois públicos (um composto de famílias e outro formado por adultos)[44] , em Phoenix, Arizona, em que Lasseter e Catmull estavam presentes. [27] [45] Lee lembrou que foi o momento em que eles perceberam que "tinha alguma coisa de especial, porque a reação foi enorme." [45] Catmull, que havia instruído Lee no início para "fazer o filme com sucesso", disse a ela depois, "você conseguiu". [27]  

Animação[editar | editar código-fonte]

A Escandinávia , especificamente a Noruega (na imagem), serviu de inspiração visual e cultural para Frozen.

Semelhante á Enrolados, Frozen empregou um estilo artístico único, misturando características de ambas imagens geradas por computador (CGI) e animação tradicional desenhada à mão.[46] Desde o início, Buck sabia que Giaimo era o melhor candidato para desenvolver o estilo que ele tinha em mente; Ele queria misturar o estilo dos animados clássicos da Disney da década de 1950 com o design moderno, e Buck convenceu Giamo a voltar a Disney para trabalhar como diretor de arte para Frozen.[21] Buck, Lasseter e Giaimo eram todos velhos amigos que se conheceram na Calrts,[13] e Giaimo já havia servido como o diretor de arte para Disney em Pocahontas (1995), que Buck havia trabalhado como supervisor de animação. [47]

Para criar o visual de Frozen, Giaimo leu muito sobre toda a região da Escandinávia e visitou a cidade temática dinamarquesa de Solvang, perto de Los Angeles, mas, eventualmente,se focou na Noruega, em particular, porque "80 por cento" do visuais que o atraía eram provenientes da Noruega.[48] Assim, a Disney patrocinou três viagens de pesquisa para Noruega. [49] Os animadores e especialistas em efeitos especiais foram enviados para Jackson Hole, Wyoming para experimentar o andar, correr, e cair na neve profunda em uma variedade de tipos de vestuário, incluindo saias longas (os membros da equipe tanto homens e mulheres se vestiram);[48] [49] enquanto equipes de iluminação visitaram um Hotel de Gelo em Quebec City, Quebec para estudar como a luz é refletida e refrata em neve e gelo.[17] Finalmente, Giaimo e vários artistas viajaran para a Noruega para se inspirar nas montanhas, fiordes, arquitetura e cultura. "Nós tínhamos uma programação de tempo muito curto para este filme, por isso o nosso foco principal era realmente obter o melhor para a história, mas sabíamos que John Lasseter estava interessado no material de verdade e criar um mundo crível e, novamente, isso não significa que é um mundo realista - mas um crível. Foi importante para ver o escopo e a escala da Noruega, e importante para os nossos animadores saber como é ", disse Del Vecho.[50] "Há um sentimento real de escopo e escala na classe de Lawrence da Arábia", completou. [50]

Durante 2012, enquanto Giaimo, animadores e artistas realizavam uma pesquisa preparatória e desenvolviam a aparência geral do filme, a equipe de produção ainda estava lutando para desenvolver um roteiro convincente, como explicado acima. Esse problema não foi resolvido adequadamente até novembro de 2012, e o roteiro mais tarde iria exigir uma revisão ainda mais significativa após esse ponto. Como resultado, o desafio "mais difícil" para a equipe de animação foi um curto cronograma de menos de 12 meses para transformar o ainda em evolução roteiro de Lee em um filme real[13] . Outros filmes como Toy Story 2 da Pixar, tinha sido concluído com êxito em horários mais curtos, mas um cronograma curto necessariamente significava "madrugadas, horas extras, e estresse."[13] Lee estimou o tamanho total de toda a equipe de Frozen ser cerca de 600 a 650 pessoas, incluindo cerca de 70 pessoas na iluminação, 70 animadores extras, e 20 artistas de storyboard. [51]

Del Vecho explicou como a equipe de animação do filme foi organizada: "Para este filme temos animadores lideres, supervisionando a animação de personagens específicos. Os animadores podem trabalhar em vários personagens, mas é sempre sob uma liderança, o que que foi diferente de Enrolados, por exemplo, mas optamos por fazê-lo desta maneira porque queríamos uma pessoa para compreender e desenvolver a sua própria personalidade no personagem e, em seguida, ser capaz de transmitir isso para a equipe. Hyrum Osmond, o animador de Olaf, é tranquilo, mas também engraçado, meio maluco, por isso eu sabia que ele ia trazer bastante comédia para Olaf;[52] A animadora de Anna, Becky Bresee, é a primeira vez em que ela supervisiona um personagem e eu queria que ela levasse sua jovialidade a Anna" [53] O professor de atuação, Warner Loughlin, foi trazido para ajudar os animadores do filme entender os personagens que estavam criando. [54] A fim de obter a sensação geral de cada cena, alguns animadores fizeram a sua própria atuação. "Eu realmente me filmei atuando, o que foi muito útil", disse a supervisora de animação, Rebecca Wilson Bresee. Isso a ajudou a descobrir elementos que fizeram a cena parecer real e crível.[55] O supervisor de animação de Elsa foi Wayne Unten, que pediu o cargo porque ele era fascinado pela complexidade da personagem.[56] Unten cuidadosamente desenvolviu as expressões faciais de Elsa a fim de trazer para fora o seu medo em contraste contra o destemor de Anna[56] . Ele também estudou vídeos das sessões de gravação de Menzel e animou a respiração de Elsa para coincidir com a respiração de Menzel. [54]

Em relação à aparência e natureza da cinematografia do filme, Giaimo foi muito influenciado pela obra de Jack Cardiff em Black Narcissus. De acordo com ele, emprestou uma hiper-realidade ao filme: "Porque este é um filme com tal escala e temos os fiordes noruegueses para desenhar, e eu realmente queria explorar a profundidade de uma perspectiva de design. Os aspectos horizontais e verticais, e que os fiordes fornece, foi perfeito. Nós criamos o envolto do filme das irmãs em escala". O trabalho de Ted D. McCord em The Sound of Music foi outra grande influência para Giaimo. Também foi ideia de Giaimo que Frozen fosse filmado em CinemaScope, que foi aprovado por Lasseter.[53] Giaimo também queria garantir que os fiordes da Noruega, arquitetura e arte popular, fossem fatores críticos para projetar o ambiente de Arendelle. Giaimo, cuja formação é em animação tradicional, disse que o ambiente de design de arte representa uma unidade de ambiente em que ele originalmente queria incorporar cores saturadas, que normalmente são mal aconselhadas em animação por computador.[53] Para mais autenticidade, renas foram trazidas ao estúdio para os animadores estudarem seus movimentos e trejeitos para o personagem Sven. [57]

Outra questão importante que Giaimo insistiu foi na abordagem das fantasias, em que ele "sabia desde o início que seria um filme de fantasia".[56] Para realizar essa visão, ele trouxe o design de personagens, Jean Gillmore, para atuar como um dedicado "figurinista".[58] Apesar da animação tradicional simplesmente integrar o projeto de traje com design dos personagens e tratar as roupas como parte dos personagens, a animação gerada por computador respeita o traje quase como uma entidade separada, com suas próprias propriedades e comportamentos. [58] Frozen exigiu um nível de detalhe ainda inexperiente, com as minúcias dos tecidos, botões, ornamento e costura.[13] Gillmore explicou que sua "abordagem geral foi de fundir as silhuetas históricas da Europa Ocidental de 1840, com as formas e as relações de vestuário e detalhes do traje popular da Noruega, por volta do inicio do século 19".[58] Isto significava principalmente usar tecido de lã com toques de veludo, linho e seda.[13] Durante a produção, Giaimo e Gillmore buscaram o fornecimento de vários departamentos com amostras reais para usar como referência; eles foram capazes de recorrer as amostras de tecidos presentes no estúdio, bem como os recursos da divisão de traje do Disney Parks em Fullerton, Califórnia. [58] Criou a simulação digital pintada da aparência das superfícies, enquanto que outros departamentos trataram do movimento, peso, espessura e iluminação da animação têxtil.[58]

Durante a produção, o título do filme foi mudado de The Snow Queen para Frozen, uma decisão que atraiu comparações com outro filme da Disney, Enrolados. Peter Del Vecho explicou que "o título Frozen surgiu independentemente do título Enrolados. É porque, para nós, representa o filme. Frozen no nível de gelo e neve, mas também em relação ao coração congelado que tem que ser descongelado. Nós não pensamos em comparações com Enrolados". Ele também mencionou que o filme ainda vai manter seu título original, The Snow Queen, em alguns países: "Porque isso só ressoou forte como Frozen em alguns países. Talvez haja uma riqueza para The Snow Queen em outros lugares e nós só queremos enfatizar isso." [52]

Música[editar | editar código-fonte]

Christophe Beck, compositor da trilha de Frozen

As músicas de Frozen foram escritas e compostas pela dupla de compositores casados, Robert Lopez e Kristen Anderson-Lopez, de quem já haviam trabalhado na Disney em Winnie the Pooh (2011) (também produzido por Del Vecho, que em seguida, os contratou para Frozen [59] ) e, antes disso, com nos parques da Disney em Procurando Nemo - The Musical (2007)[60] . Cerca de 23 minutos do filme são dedicados a seus números musicais.[61] Porque o casal vive em Nova York, a colaboração estreita com a equipe de produção em Burbank, foi necessária duas horas de videoconferências transcontinentais quase todos os dias úteis durante cerca de 14 meses.[62] Para cada canção que compôs, eles gravaram um demo em seu estúdio em casa (com os dois cantando e Lopez acompanhando no piano), depois enviado para Burbank para discussão na próxima videoconferência. [63] Lopez e Anderson-Lopez estavam cientes do fato de que seu trabalho iria ser comparada com os de Alan Menken e Howard Ashman da era do Renascimento da Disney, e sempre que eles se sentiam perdido, se perguntavam: "O que Ashman faria?"; [64] no final, eles escreveram 25 canções para o filme, das quais oito aparecem na versão final. [64] Uma canção ("For First Time in Forever") teve um reprise e outra ("Let it Go") foi cantada por Demi Lovato durante os créditos finais, num total de dez músicas. Sete das 17 que não estiveram no filme, mais tarde foram liberadas na trilha sonora da edição de luxo.

Em fevereiro de 2013, Christophe Beck foi contratado para fazer a parte orquestral do filme, após seu trabalho em Paperman, um curta-metragem de animação da Disney lançado no ano anterior à Frozen.[65] Foi revelado em 14 de setembro de 2013, que o músico norueguês, Frode Fjellheim, teria composto o Vuelie a música de abertura do filme, uma vez que contém elementos do Sami, estilo de música tradicional. [66] Os produtores da trilha sonora recrutaram um linguista em norueguês para ajudar com as letras para uma canção nórdica antiga escrita para a coroação de Elsa, [67] e viajaram para Trondheim, Noruega [64] para gravar um coro só de mulheres Cantus, para uma peça inspirada pela música tradicional Sami. [67]

Sob a supervisão do engenheiro de som, David Boucher, os membros do elenco principal começaram a gravar as faixas vocais do filme em outubro de 2012, no estúdio de gravação Sunset Sound em Hollywood, antes de as músicas terem sido orquestradas, o que significa que só ouviram a demonstração no piano de Lopez em seus fones de ouvido quando eles cantaram. [68] A maior parte do diálogo foi gravado no Roy E. Disney Animation Building, em Burbank, sob a supervisão do mixador de diálogos, Gabriel Guy, que também mixou os efeitos sonoros do filme.[35] Alguns diálogos foram gravados após a gravação das músicas, tanto no Sunset Sound Studios e Capitólio; para as cenas envolvendo Anna e Elsa, ambos estúdios ofereceram cabines de isolamento vocais, onde Menzel e Bell podiam ler os diálogos uma com a outra, evitando "falhas" entre suas respectivas faixas.[35] O diálogo adicional foi gravado em um no lote da Walt Disney Studios, em Burbank (do outro lado da rua do edifício da Disney Animation) e no estúdio em Nova York, porque a equipe de produção teve de contornar as agendas lotadas de membro do elenco como Fontana, que vive em Nova York. [69]

Lopez e Anderson-Lopez, enviaram as partituras e demos das músicas para Dave Metzger fazer o arranjo e orquestração;[68] Metzger também orquestrou uma parcela significativa da pontuação de Beck.[70]

Para a trilha sonora orquestral, Beck homenageou a música norueguesa, empregando instrumentos regionais, como o bukkehorn e técnicas vocais tradicionais, como kulning.[67] Beck trabalhou com Lopez e Anderson-Lopez na incorporação de suas canções em arranjos na partitura. O objetivo do trio "foi a de criar uma viagem musical coesa do início ao fim." [67] Da mesma forma, o mixador da trilha de Beck, Casey Stone (que também supervisionou a gravação), trabalhou com Boucher para alinhar suas configurações de microfone, e garantir a transições entre as músicas e orquestra fossem "costuradas", apesar de terem sido gravados em datas diferentes w separadamente .[68] As orquestrações finais de ambas as músicas e orquestral foram todas gravadas no Eastwood Scoring Stage [68] da Warner Bros., um estúdio em Burbank com uma orquestra de 80 peças, com 32 vocalistas, incluindo cantores noruegueses.[67] Boucher supervisionou a gravação das canções de Anderson-Lopez e Lopez, entre 22-24 julho de 2013, depois Stones supervisionou a gravação da trilha orquestral de Beck entre 03-06 setembro e 9 a 10. Boucher fez a mixagem das músicas no Eastwood, enquanto Stone mixou a orquestral no estúdio pessoal de Beck em Santa Monica, Califórnia. [68]

Quanto ao som de Frozen, a diretora Jennifer Lee afirmou que o som teve um papel enorme em fazer o filme "visceral" e "transportador"; Ela explicou: "[ele] conta a história emocionalmente, o som do gelo quando está em sua forma mais perigosa faz você estremecer".[71] O silêncio completo no clímax do filme logo após congelação de Anna foi ideia de Lasseter, que foi o que ele "realmente queria".[71] Nessa cena, até mesmo o som ambiente, que normalmente estaria lá foi retirado, a fim de fazer sentisse incomum.[71] Lee explicou "que foi um momento em que nós queríamos que todos se sentisse suspensos". [71]

Para obter determinados efeitos de som de neve e gelo, o designer de som, Odin Benitez, viajou para Mammoth Mountain, Califórnia, para gravá-las em um lago congelado.[72] No entanto, o trabalho de foley (criação de sons na pós-produção de um filme) para o filme foi gravado no estúdio da Warner Bros. [73] Os artistas de Foley receberam entregas diárias de 50 libras (22,6 kg) de neve e gelo durante o seu trabalho, para ajudá-los a gravar toda a neve e gelo necessária para o filme.[35] Porque os visuais do filme foram finalizados muito tarde, foram registrados cinco versões separadas de cada passo na neve (correspondente a cinco tipos diferentes de neve), então mais tarde foram selecionado durante a mixação para combinar com a neve apresentada na versão final de cada cena.[35] Uma questão que a equipe de produção foi "particular" em relação ao som, foi os passos de Elsa no palácio de gelo, o que exigiu oito tentativas, incluindo taças de vinho no gelo e facas de metais no gelo; eles acabaram usando uma mistura de três sons.[35]

Embora os vocais, música, efeitos sonoros, e quase todo o diálogo foram gravados em outros lugares, a mixação fez uma re-gravação final no formato Dolby Atmos realizada no por Casey E. Fluhr, no Disney Digital Studio Services. [35]

Lançamento[editar | editar código-fonte]

Peter Del Vecho, Jennifer Lee e Chris Buck, na estreia de Frozen

Frozen foi lançado nos cinemas dos Estados Unidos em 27 de novembro de 2013, e foi acompanhado pelo novo curta-metragem de Mickey Mouse, Hora de Viajar.[74] A estreia do filme foi no Capitan Theatre El em Hollywood, Califórnia, em 19 de novembro de 2013,[75] e teve um lançamento limitado de cinco dias lá, a partir de 22 de novembro, antes de entrar em grande lançamento. [76]

Antes do lançamento do filme, as canções de Lopez e Anderson-Lopez, "Let It Go" e "In Summer", foram apresentadas na D23 Expo 2013, com Idina Menzel cantando a primeira.[77] Um teaser trailer foi lançado em 18 de junho de 2013,[78] seguido pelo lançamento do trailer oficial em 26 de setembro de 2013.[79] Frozen também foi promovido fortemente em vários parques temáticos da Disney, incluindo Disneyland, World of Color na Noruega, Epcot da Disney California Adventure e Disneyland Paris.[80] Disneyland e Epcot ofereceram sessões meet-and-greet envolvendo os dois personagens principais do filme, Anna e Elsa.[81] Em 06 de novembro de 2013, a Disney Consumer Products começou a lançar uma linha de brinquedos e outras mercadorias relacionadas ao filme na Disney Store e outras lojas. [82]

Em 31 de janeiro de 2014, uma versão sing-along de Frozen foi lançada em 2.057 cinemas nos Estados Unidos. Ele apresentava letras na tela, e os espectadores foram convidados a cantar junto com as músicas do filme.[83] Depois de seu grande lançamento no Japão em 14 de março de 2014, uma versão sing-along semelhante foi lançada no país em 26 de abril em versões dubladas japonesas.[84]

Home media[editar | editar código-fonte]

Frozen foi lançado para download digital em 25 de fevereiro de 2014, no Google Play, iTunes e Amazon.[85] Posteriormente, foi lançado pela Walt Disney Studios Home Entertainment em Blu-Ray e DVD em 18 de março de 2014.[86] Os bônus para o lançamento em Blu-ray incluem [87] "The Making of Frozen", uma produção musical de três minutos sobre como o filme foi feito,[88] "D'fosco", um olhar sobre como a Disney tentou adaptar o conto de fadas original em um filme de animação, quatro cenas deletadas com introdução pelos diretores, o curta Hora de Viajar, o teaser trailer do filme, e os videos originas de "Let It Go" de Demi Lovato, Martina Stoessel, e Marsha Milan Londoh;[89] enquanto o lançamento do DVD inclui apenas o curta Hora de Viajar, os videos musicais de "Let It Go" e o teaser trailer do filme. [87]

Em seu primeiro dia de lançamento em Blu-ray e DVD, Frozen vendeu 3,2 milhões de unidades, tornando-se um dos maiores vendedores de home media na última década, bem como o mais vendido filmes infantil da Amazon em todos os tempos.[90] O download digital do filme também estabeleceu um recorde como o lançamento digital mais vendido de todos os tempos.[91] Frozen terminou sua primeira semana como número 1 em vendas de unidades nos Estados Unidos, vendendo mais de três vezes que os outros 19 títulos títulos nos gráficos combinados, de acordo com o gráfico de vendas da Nielsen.[92] O filme vendeu 3.969.270 Blu-ray unidades (o equivalente a 79.266.322 dólares) durante sua primeira semana, que foi responsável por 50 por cento de sua abertura de vendas em home media.[92] Ele chegou ao topo das tabelas de vendas americanas de home vídeo, em seis semanas não-consecutivas, a partir de 04 de maio de 2014.[93] No Reino Unido, Frozen estreou como número 1 nas vendas em Blu-ray e DVD no Oficial Vídeo Chart [94] de acordo com a Official Charts Company, mais de 500 mil cópias do filme foram vendidas em sua abertura de dois dias (31 de março - 01 de abril de 2014).[95] Durante suas três primeiras semanas de lançamento no Reino Unido, Frozen vendeu mais de 1,45 milhões de unidades, tornando-se o maior filme em vídeo em números de vendas de 2014, até agora [96] no Reino Unido. Frozen já vendeu 2.025.000 de discos Blu-ray/DVD no Japão em 4 semanas, tornando-se o home video mais vendido, batendo o recorde anterior de 11 semanas para A Viagem de Chihiro. Frozen também detém os recordes de maior número de unidades de vídeos caseiros vendidos no primeiro dia oficial de vendas e na primeira semana oficial de vendas no Japão. [97]

Vídeo-games[editar | editar código-fonte]

Um jogo de vídeo intitulado Frozen: Olaf's Quest foi lançado em 19 de novembro de 2013, para Nintendo DS e Nintendo 3DS.[98] Desenvolvido pela 1st Playable Productions e publicado pela GameMill Entertainment, que tem lugar após os acontecimentos do filme. No jogo, Olaf deve usar suas habilidades únicas de boneco de neve, para tentar ficar em pé numa peça ao longo de 60 níveis.[98] Anna e Elsa foram lançadas como estatuetas de brinquedo para o vídeo game Disney Infinity, lançado em 26 de novembro de 2013,[99] e ambos os brinquedos foram lançados separadamente em 11 de março de 2014.[100] Além disso, a Disney lançou três jogos para celular de intitulado Frozen: Free Fall para iOS, Android e Windows Phone. O jogo tem lugar no reino de Arendelle e segue de perto a história original do filme, em que os jogadores podem juntar-se com Anna, Elsa, Kristoff, Hans, Olaf, Pabbie e Sven para coincidir com quebra-cabeças que ajudam nos poderes individuas de cada personagem.[101] Seis mini-jogos podem ser jogado no site da Disney.[102] A Sony lançou uma edição limitada de Frozen para Playstation 4 no Japão, no momento em que o filme foi lançado no mercado de home media japonês.[103] A versão de Demi Lovato de "Let It Go" aparecerá como uma música jogável em Fantasia: Music Evolved.

Processo de violação da marca[editar | editar código-fonte]

No final de dezembro de 2013, a The Walt Disney Company entrou com um processo por violação de marca registrada em um tribunal federal da Califórnia, buscando uma liminar contra a distribuição contínua do filme francês The Legend of Sarila produzido pela 10th Ave Productions e CarpeDiem Film & TV, distribuído pela Phase 4 Films, que tinha mudado seu titulo para Frozen Land;[104] a Disney alegou que menos de três semanas antes do lançamento do Frozen, a Phase 4 lançou The Legend of Sarila, que recebeu "as receitas mínimas de bilheteria e recebeu nenhuma atenção significativa"; e depois do sucesso da animação da Disney, a Phase 4 tinha "redesenhado a obra de arte, embalagem, logotipo e outros materiais promocionais para o o filme, (com intenção de enganar) imitando aqueles usados para [pela Disney] Frozen e mercadorias relacionadas"[105] . Embora os títulos de filmes não podem serem registrados por lei, a Disney citou uma série de supostas semelhanças entre o logotipo de Frozen e o filme da Phase 4.[106] No final de Janeiro de 2014, as duas empresas tinham resolvido o caso; a justiça afirmou que a distribuição e promoção de The Legend of Sarila e mercadorias relacionadas devem usar seu título original e Phase 4 não deve usar marcas, logos e outros projetos que tragam confusões ou semelhanças com a animação da Disney.[106] Phase 4 também foi obrigado a pagar a Disney $100,000 antes de 27 de janeiro de 2014 e fazer "todos os esforços possíveis" para remover as cópias do Frozen Land das lojas e distribuidoras on-line antes de 03 de março de 2014.[106]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Bilheterias[editar | editar código-fonte]

Frozen arrecadou $ 400.738.009 na América do Norte, e uma estimativa de 873.481 mil dólares em outros países, para um total mundial de $ 1.274.219.009.[1] É a quinta maior bilheteria, e a animação de maior bilheteria,[1] o filme de maior bilheteria em 2013,[107] a maior bilheteria da Walt Disney Pictures, e o segundo filme de maior bilheteria distribuído pela Disney.[108] O filme arrecadou $ 110.600.000 mundialmente em sua semana de estréia.[107] Em 2 de março de 2014, no seu dia 101 do seu lançamento, Frozen superou a marca de US $ 1 bilhão, entrando para o seleto grupo de: décimo-oitavo filme na história do cinema á alcançar a marca, o sétimo filme distribuído pela Disney, o quinto filme á não ser uma sequência, [107] o segundo filme da Disney em 2013 (depois de Homem de Ferro 3), e o primeiro filme de animação desde Toy Story 3 a alcançar um bilhão. [109]

A revista Bloomberg Businessweek informou em março de 2014 que os analistas externos tinham projetado o custo total do filme em algo em torno de 323 milhões dólares á US$ 350 milhões na produção, comercialização e distribuição, e também havia projetado que o filme iria gerar US $ 1,3 bilhões em receitas de vendas em ingressos nas bilheterias, downloads digitais, discos e direitos para televisão. [110]

América do Norte[editar | editar código-fonte]

Frozen se tornou top seller nos ingresso vendidos de antemão entre os filmes originais animados, à frente do recordista anterior Valente,[111] e se tornou o filme de animação mais vendido na história da empresa no final de janeiro de 2014.[112] A versão sing-along do filme, mais tarde, ficou no topo da lista de best-seller do serviço de ticketing por três dias. [112] Frozen estrou na sexta-feira, 22 de novembro de 2013, exclusivamente no El Capitan Theatre, em Hollywood para um lançamento limitado de cinco dias e ganhou $ 342.839 antes de sua abertura ampla na quarta-feira de 27 de novembro de 2013.[113] Durante o fim de semana ganhou 243.390 dólares, marcando a sétimo maior média de uma pré-estreia.[114] No dia de seu grande lançamento, o filme ganhou 15.200 mil dólares [115] , incluindo 1,2 milhões de dólares na programação noturna de terça,[116] e estabeleceu um novo recorde, como a maior abertura de Ação de Graças em uma quarta-feira, à frente de Enrolados (11,9 milhões dólares).[116] Foi também o segundo maior estreia de Ação de Graças na quarta-feira entre todos os filmes, atrás de Catching Fire ($ 208.000.00). O filme terminou em segundo lugar no fim de semana com 67.400 mil dólares, estabelecendo um recorde de abertura nos fins de semana entre os filmes da Walt Disney Animation Studios.[117] Ele também marcou a segunda maior abertura em fim de semana á não estrear em 1º lugar.[118] O público feminino foi responsável por 57% do público total no primeiro fim de semana, enquanto as famílias representou uma proporção de 81%.[118] Entre os filmes que abriram durante a Ação de Graças, ele estabeleceu novos recordes; de três dias (67.4 milhões dólares de sexta a domingo) [119] e de cinco dias (93.600.000 dólares de quarta a domingo).[120] Ele também e a segunda maior abertura bruta geral no dia de Ação de Graças, atrás de Catching Fire. [121]

Durante seu segundo fim de semana de lançamento, Frozen declinou de 53% para 31,6 milhões dólares, mas saltou para o primeiro lugar, estabelecendo um recorde para o maior fim de semana pós-Ação de Graças, à frente de Toy Story 2 (27.8 milhões dólares).[122] Frozen tornou-se o primeiro filme desde Avatar para alcançar o primeiro lugar em seu sexto fim de semana de lançamento.[123] Ele permaneceu no top 10 na bilheteria por dezesseis fins de semana consecutivos [124] (o lançamento mais tempo em cartaz para qualquer filme desde 2002 [125] ) e se manteve no auge das bilheterias do fim de semana em sua quinta [126] até a sua décima segunda semana, em comparação com outros filmes lançados.[127] Em 25 de abril de 2014, Frozen tornou-se o 11º filme á lucrar $ 400 milhões na América do Norte e o décimo quinto a fazê-lo sem uma grande re-lançamento. [128]

Na América do Norte, Frozen é o décimo nono filme de maior bilheteria,[129] a terceira maior bilheteria dos filmes lançados em 2013,[130] a quarta maior bilheteria de animação,[131] a maior bilheteria de uma animação em 2013, a quinta maior de um filme em 3D,[132] e a segunda maior bilheteria de um filme da Walt Disney Animation Studios.[133] Excluindo relançamentos, tem a maior bilheteria inicial entre as animações que não são sequelas (um recorde anteriormente detido por Procurando Nemo) [134] e entre os filmes da Walt Disney Animation Studios (um recorde anteriormente detido por O Rei Leão). [135]

Mundial[editar | editar código-fonte]

Frozen é o quinto filme de maior bilheteria, o filme de animação de maior bilheteria e a maior bilheteria de 2013.[136] É a maior bilheteria de um filme animado na Coréia do Sul, Dinamarca, e Venezuela.[137] [138] [139] É também a maior bilheteria de um filme da Walt Disney Animation Studios em mais de 45 territórios, [140] incluindo a região da América Latina (especialmente no México e no Brasil), o Reino Unido, a Irlanda e, em Malta, na Rússia, Cis, Ucrânia, Noruega, Malásia, Singapura, Austrália e China. [141] [140]

O filme fez sua estréia fora da América do Norte no mesmo fim de semana do seu grande lançamento norte-americano e ganhou 16.7 milhões dólares em dezesseis países.[118] Ele liderou as bilheterias na América do Norte durante dois fins de semana em 2014; de 10-12 janeiro (27,8 milhões dólares) [142] e de 7-9 fevereiro ($ 24 milhões).[143] Em geral, seus maiores fins de semana de abertura ocorreu na China (14.3 milhões dólares em cinco dias),[144] na Rússia e no Cis (11,9 milhões dólares, incluindo anteriores prévias), onde o filme estabeleceu um recorde de abertura no fim de semana entre os filmes animados da Disney (à frente de Enrolados), e no Japão[145] (9.730 mil dólares em três dias).[146] Ele estabeleceu um recorde de abertura no fim de semana entre os filmes de animação na Suécia.[147] No total ganho, os maiores mercados do filme depois da América do Norte é o Japão (247.600 mil dólares), seguido pela Coreia do Sul (76.6 milhões dólares) e no Reino Unido, Irlanda e Malta (65.700 mil dólares).[148] Na Coréia do Sul, Frozen é o segundo maior filme estrangeiro, tanto em termos de recepção e renda, [149] o maior lançamento da Disney e o primeiro filme de animação a ganhar mais de dez milhões.[149] No Japão, é o terceiro filme de maior bilheteria de todos os tempos, o segundo filme estrangeiro de maior bilheteria (atrás de Titanic) e o filme de maior bilheteria da Disney.[150] Ele liderou as bilheterias do país por dezesseis consecutivo fins de semana [151] até ser ultrapassado por outro lançamento Disney, Malévola.[152]

Análise comercial[editar | editar código-fonte]

Ray Subers, que escreve para o Box Office Mojo, comparou o filme a Enrolados de 2010, dizendo que a história, como este, não foi de "interesse imediato do público" e sua comercialização teve como objetivo os meninos (semelhante á Enrolados).[153] Observando que a temporada de férias americanas de 2013 (Ação de Graças e Natal) faltou conteúdo atraente para as famílias, Subers previu que o filme iria "sair bem durante todo o período de Natal" e acabar arrecadando US$185 milhões na América do Norte (semelhante a Detona Ralph).[153] Boxoffice.com observou o sucesso das animações anteriores da Disney lançadas durante a temporada de férias (Enrolados e Detona Ralph), mas argumentou que o elenco pode não atrair o público, devido à falta de grandes estrelas.[154] Eles especularam que o filme arrecadaria em torno de $ 170.000.000 milhões bilheterias da América do Norte.[154] Chris Agar do ScreenRant expressou uma opinião similar; ele citou uma série de recentes sucessos de bilheteria do estúdio, e pensou que Frozen iria suprir a falta de filmes infantis no mercado, mas não esperava que superasse Catching Fire em termos de bilheteria bruta. [155]

Clayton Dillard do Slant Magazine comentou que, enquanto os trailers fez o filme parecer "fraco", as críticas positivas poderia atrair o interesse de ambos os "público-alvo" e o público adulto, e, portanto, ele acreditava que Frozen tinha uma boa chance de superar o recorde de Enrolados no dia de Ação de Graças.[156] Brad Brevet do Ropeofsilicon.com descreveu a comercialização do filme como uma campanha "severamente problemática", o que poderia afetar seu desempenho nas bilheterias.[157] Depois de Frozen ter terminado o seu primeiro fim de semana com um recorde de 93,6 milhões dólares durante a Ação de Graças, a maioria dos observadores de bilheteria especulou que o filme iria encerra com as bilheterias entre US$ 250 e US$ 300 milhões na América do Norte.[158] Breitbart.com sugeriu que com "o boca-boca forte" e "grande apoio do público familiar", Frozen iria "quebrar facilmente a marca de 130 milhões na América do Norte".[159] Na época, o Box Office Mojo mudou sua suposição inicial para de uma bilheteria bruta de $ 250 milhões na América do Norte.[118] Box Office Mojo observou que o filme seria "a escolha exclusiva para o público familiar" e atribuiu a abertura de sucesso ao forte boca-a-boca e o marketing do estúdio, que destacou a conexão entre Frozen e os lançamentos sucedidos anteriores da Disney como Enrolados e Detona Ralph, bem como os elementos de humor.[118] Em uma entrevista realizada em início de dezembro de 2013, Dave Hollis, executivo de distribuição da Disney, elogiou os esforços dos cineastas e a equipe de marketing do estúdio: "Para uma empresa cuja fundação foi construído em cima da animação, uma abertura, como esta, é realmente grande".[160] Ele ainda comentou que o público poderia ter sido "muito tocado pela mensagem", e que Frozen se destina a um público geral, em vez de qualquer um em particular.[160]

Quando Frozen tornou-se um enorme e inesperado sucesso, Bilge Ebiri do Vulture analisou os elementos do filme e apontou oito fatores que levaram ao seu sucesso. Ele explicou que Frozen conseguiu capturar o espírito dos clássico da Disney, como Branca de Neve e os Sete Anões e Cinderela. Ele também escreveu que o filme tem em Olaf, um "doce, irreverente" personagem com humor leve, que é "uma exigência para filmes animados focados em criança", e suas canções "espirituosa, atrativa", e observou que o filme foi "revisionista" não "tendo um vilão típico "; Elsa, a pessoa que deve ser a vilã não veem a ser um vilão, mas "uma menina que está com problemas". Ela era a pessoa que "cria a maioria dos desafios para os heróis mais típicos do filme como Princesa Anna", a história de duas irmãs que foram separadas enquanto cresceram, é uma conotação da vida real que muitos telespectadores tinham com seus irmãos, e a luta de Elsa para superar a vergonha e medo de seus poderes era também relacionável com o público.[161] Finalmente, ele identificou vários fatores que atraíram o público feminino: duas personagens femininas fortes; uma mudança na subtrama romântica de costume, quando o tradicional "Príncipe Encantado" - Hans - acabou por ser um vilão surpresa; e o "ato de amor verdadeiro", que salvou Anna era seu próprio sacrifício para salvar Elsa.[161] Scott Davis da Forbes creditou o sucesso comercial do filme para o marketing destinado a ambos os sexos, bem como o sucesso de sua trilha sonora. [162]

O sucesso comercial de Frozen no Japão foi considerado um "fenômeno",[163] que recebeu ampla cobertura da mídia. Lançado nesse mercado como Anna and the Snow Queen,[164] o filme foi apenas aumentando seu lucro nas suas três primeiras semanas de lançamento, e só começou a cair na quarta; enquanto outros filmes geralmente crescem na semana de abertura e declinam nas últimas.[165] Frozen recebeu um público de mais de 7 milhões de pessoas no Japão até 16 de abril,[164] e cerca de 18,7 milhões em 23 de junho.[163] Muitos telespectadores foram relatados ter visto as duas versões: original e a japonesa dublada.[166] Japan Today também relatou que a versão dublada local ficou "particularmente popular" no país.[164] Gavin J. Blair do The Hollywood Reporter comentou sobre lucros do filme no Japão: "Mesmo depois de seu 9,6 milhões de dólares (¥ 986.400.000) em três dias de abertura, um recorde para uma animação da Disney no Japão, poucos teriam previsto os números já terem acumulado".[163] O chefe de distribuição da Disney, Dave Hollis, disse em uma entrevista que "Tornou-se muito claro que os temas e as emoções de Frozen transcendem a geografia, mas o que está acontecendo no Japão é extraordinário". [167]

"O sucesso de Frozen não abre o público japonês para os filmes americanos" (como relatado pela International Business Times),[168] mas de acordo com Akira Lippit da USC School of Cinematic Arts, houve vários fatores que constituíram este fenômeno: além do fato de que filmes de animação "são realizados com grande frequência no Japão, e o nome da marca Disney, com toda a sua herança é extremamente valioso", "o maior motivo é o público principal ... meninas de 13 a 17 anos".[167] Ele explicou ainda que o público dessa faixa etária têm um papel vital na formação da cultura pop japonesa e "Frozen tem tantos elementos que recorrer a eles, com a sua história de uma menina jovem, com poder e mística, que encontra a sua própria bondade em si mesma".[167] Ele comparou a situação atual do filme com um fenômeno semelhante que ocorreu com Titanic, em 1997, "quando milhões de meninas japonesas foram assistir Leonardo Di Caprio várias vezes", e pensou que o mesmo aconteceu com Frozen.[167] Outro motivo que contribuiu para o sucesso do filme no mercado, foi que a Disney teve um grande cuidado na escolha de "alta qualidade" [168] dos dubladores para a versão japonesa, desde nomes música pop do Japão que teve um papel importante, particularmente com o público adolescente.[167] Orika Hiromura, líder do projeto de marketing da Disney Japão para Frozen, disse em uma entrevista para o Wall Street Journal: "Nós realmente colocamos esforços em encontrar atores que não só poderiam interepretar o papel, mas também expressar as músicas. Nós encontramos o par ideal em Takako Matsu e Sayaka Kanda, e elas realmente acrescentaram uma nova dimensão para a narrativa".[84]

Quando perguntado sobre o sucesso fenomenal de Frozen, o diretor Chris Buck afirmou: "Nós nunca esperamos nada parecido com isso nós só esperavamos fazer um filme que fosse bem como Enrolados. Eu esperava que o público iria abraçá-lo e responder a ela, mas não há de qualquer forma, que poderíamos ter previsto isso".[169] Ele citou uma série de razões para a popularidade do filme: "há personagens que as pessoas se relacionam, as músicas são tão fortes e memoráveis e temos também alguns defeitos de carácter, que é o que a Jennifer Lee e eu gostamos de fazer - e que, essencialmente, cria duas princesas imperfeitas".[169] Quando Frozen aproximou-se do seu primeiro aniversário de lançamento, Menzel mencionou que o filme continua com a popularidade alta em uma entrevista de outubro de 2014: ".. é uma coisa notável, geralmente você faz um projeto e tem o seu momento com ele. Mas isso, [Frozen] eu sinto como se ele continua crescendo". [170]

Diretor Chris Buck, escritora e diretora Jennifer Lee, e produtor Peter Del Vecho, no 2014 Annie Awards, onde o filme conquistou 5 prêmios, entre eles o de melhor filme de animação

Prêmios[editar | editar código-fonte]

Frozen conquistou inúmeros prêmios, incluindo duas vitórias durante o Oscar de 2014, nomeadamente Melhor Animação e Canção Original, sendo que este último prêmio foi entregue a "Let It Go", interpretada por Idina Menzel.[171] Além disso, recebeu o Globo de Ouro de Melhor Animação [172] , um BAFTA Award de Melhor Animação[173] , cinco Annie Awards (incluindo o de Melhor Animação)[174] e dois Critics' Choice Awards, nomeadamente Melhor Animação e Canção Original, sendo que esta última condecoração também foi entregue a "Let It Go". [175]


Referências

  1. a b c d e Frozen (2013) - Box Office Mojo (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 13 de fevereiro de 2014.
  2. a b c Disneys frozen kristen bell and idina menzel to voice new animated tale (em inglês) Insidemovies.ew.com.
  3. [1] (em inglês) Internet Movie Database Imdb.com.
  4. [2] (em inglês) Internet Movie Database Imdb.com.
  5. Com 8 anos é dublado por Tyree Brown.[3] Comingsoon.net.
  6. a b c [4] Comingsoon.net.
  7. [5] (em inglês) Internet Movie Database Imdb.com.
  8. [6] (em inglês) Internet Movie Database Imdb.com.
  9. [7] Instagram.com.
  10. a b c d e f g Trilha sonora de Frozen em pré-venda no Brasil Disneymania.com.br.
  11. [8] Taryn.com.br.
  12. [9] Vejasp.abril.com.br.
  13. a b c d e f g h Solomon, Charles (2013). The Art of Frozen. San Francisco: Chronicle Books. ISBN 978-1-4521-1716-4.
  14. [10] (em inglês) Jimhillmedia.com.
  15. Hill, Jim (18 de outubro de 2013). Countdown to Disney "Frozen" : How one simple suggestion broke the ice on the "Snow Queen"'s decades-long story problems (em inglês) Jim Hill Media. Visitado em 14 de setembro de 2014.
  16. Disneys frozen the snow queen cg handdrawn (em inglês) Slashfilm.com.
  17. a b c The story behind the story of Frozen (em inglês) Blogs.disney.com.
  18. Into the research behind Disneys Frozen (em inglês) Desireeeaglin.net.
  19. a b c Como uma simples sugestão resolveu décadas de problemas sobre a produção de Frozen da Disney (em inglês).
  20. Disney muda o nome de The Snow Queen para Frozen (em inglês).
  21. a b Frozen da Disney será animação em CGI (em inglês).
  22. a b c d e f g h Explorando as canções de Frozen com Kristen-Anderson Lopez (em inglês).
  23. a b c Connelly, Brendon (25 de Dezembro de 2013). "Inside The Research, Design, And Animation Of Walt Disney's Frozen With Producer Peter Del Vecho" (em inglês).
  24. Frozen novo contos de fadas em 3D da Disney (em inglês).
  25. a b c d Solomon, Charles (2013). The Art of Frozen. San Francisco: Chronicle Books.
  26. a b c Como a diretora Jennifer Lee revitalizou a história da Snow Queen (em inglês).
  27. a b c d e f g h i j k l m n Frozen com Jennifer Lee (em inglês).
  28. a b c d Diretores Chris Buck e Jennifer Lee falam sobre Frozen (em inglês).
  29. Por dentro de Frozen, sucesso bilionário da Disney (em inglês) Telegraph.
  30. Descongelado Frozen: O making do novo contos de fadas em 3D da Disney (em inglês).
  31. Diretor de Frozen,Jennifer Lee, no tapete do Oscar (em inglês) Los Angeles Times.
  32. a b c A real história do hotel de gelo que inspirou Frozen (em inglês).
  33. a b Kristen Bell personagem em Frozen da Disney (em inglês).
  34. a b Um olhar por trás da noiva Kristen Bell (em inglês) Telegraph.
  35. a b c d e f g CAS SPRING 2014 - Frozen Winner (em inglês) Cinema Audio Society.
  36. Frozen é a realização dos sonhos de Kristen Bell (em inglês) USA Today.
  37. a b c Secreta gravação em Iphone ajuda Idina Menzel ganhar papel principal em novo filme daDisney (em inglês).
  38. Jonathan Kristoff se junta ao elenco de Frozen (em inglês).
  39. Santino Fontana, Josh Gad se juntam ao elenco de Frozen estrelado por Jonathan Groff e Idina Menzel (em inglês) Broadway.com.
  40. Jennifer Lee será co-diretora da animação da Disney Frozen (em inglês) Deadline.
  41. Por dentro do design e animaçao de Frozen da Disney com o produtor Peter Del Vecho (em inglês).
  42. Jennifer Lee to co-direct Disney animated film Frozen (em inglês) Deadline.com.
  43. Compositores de Frozen veem versão de fãs das canções (em inglês).
  44. Produtores de Frozen com as mãos no Oscar (em inglês).
  45. a b Entrevista com a diretora de Frozen, Jennifer Lee, a mulher do filme (em inglês).
  46. Schaefer, Sandy (29 de Novembro de 2013). Frozen - Crítica (em inglês).
  47. Grant, John (1998). Encyclopedia of Walt Disney's Animated Characters (3rd ed.). Hyperion Books. p. 400.ISBN 9780786863365.
  48. a b Emanuel Levy (26 de Dezembro de 2013). Frozen Visual (em inglês).
  49. a b A História por trás de Frozen (em inglês) blog.disney.com (30 de Julho de 2013).
  50. a b Pape, Stefan (10 de Agosto de 2013). Disney apresenta footage de Frozen (em inglês).
  51. Cousineau, Michael (29 de Março de 2014). Por trás do vencedor do Oscar (em inglês).
  52. a b Kristen Bell fala sobre Frozen (em inglês) Hollywood Reporter.
  53. a b c Desowitz, Bil (07 de Outubro de 2013). Prévia do design de Arendelle (em inglês).
  54. a b Burbank, Kyle (24 de Fevereiro de 2014). Semana do Oscar: A arte da animação de Frozen (em inglês).
  55. 21 Fatos de Frozen (em inglês) Yahoo.
  56. a b c Marcos, Angie (26 de Março de 2014). Animadores falam do grande de sucesso de Frozen (em inglês).
  57. Animação de Frozen utiliza captura e atuação (em inglês).
  58. a b c d e Kucharski, Joe (07 de Janeiro de 2014). Costume design na animação: Frozen (em inglês).
  59. Laskowski, Amy (28 de Fevereiro de 2014). Produtores de Frozen com a mão no Oscar (em inglês). Visitado em 12 de Novembro de 2014.
  60. Keegan, Rebecca (01 de Novembro de 2014). Casal de compositores jorram emoções de neve em Frozen (em inglês) Los Angeles Times. Visitado em 12 de Novembro de 2014.
  61. Adams, Sam (17 de Fevereiro de 2014). A sexualidade de Frozen em Let it Go (em inglês). Visitado em 12 de Novembro de 2014.
  62. Ziemba, Christine (03 de Março de 2014). Frozen vence o Oscar de Melhor Animação (em inglês). Visitado em 12 de Novembro de 2014.
  63. Kit, Zorianna (26 de Novembro de 2013). Robert Lopez e Kristen Anderson-Lopez fazem um belo trabalho em Frozen (em inglês). Visitado em 12 de Novembro de 2014.
  64. a b c Burlingame, Jon (06 de Novembro de 2013). Frozen' Aims for Watermark notched by 'Mermaid,' 'Beauty & Beast' (em inglês) Variety. Visitado em 12 de Novembro de 2014.
  65. Christophe Beck faz a pontuação de Frozen da Disney (em inglês) (19 de Fevereiro de 2013). Visitado em 12 de Novembro de 2014.
  66. Trøndersk joik åpner Disney-film (em norueguês) (15 de Setembro de 2013). Visitado em 12 de Novembro de 2014.
  67. a b c d e Frozen da Disney vem com trilha sonora dinâmica (em inglês) The Wall Street Journal (22 de Outubro de 2013). Visitado em 12 de Novembro de 2014.
  68. a b c d e Tingen, Paul (Abril de 2014). Por trás das faixas: Frozen (em inglês). Visitado em 12 de Novembro de 2014.
  69. Gordon, David (27 de Novembro de 2013). Cinderella Star Santino Fontana Gets Frozen for Disney — and His Own Action Figure (em inglês). Visitado em 12 de Novembro de 2014.
  70. Jackson, Truax (27 de Novembro de 2013). Compositores de Frozen (em inglês). Visitado em 12 de Novembro de 2014.
  71. a b c d Brew, Simon (04 de Abril de 2014). Entrevista de Jennifer Lee e Chris Buck: Frozen,Statham e Frozen 2 (em inglês). Visitado em 12 de Novembro de 2014.
  72. Hogg, Trevor (26 de Março de 2014). Snowed Under: Chris Buck talks about Frozen (em inglês). Visitado em 12 de Novembro de 2014.
  73. Lambert, Mel (03 de Março de 2014). CAS Launches 'Gravity' into Oscar's Orbit (em inglês). Visitado em 12 de Novembro de 2014.
  74. Disney comemora 85 anos de Mickey Mouse como novo curta-metragem G1. Visitado em 18 de Novembro de 2014.
  75. Graser, Marc (19 de Novembro de 2013). Disney's "Frozen" Premiere Warms Up Audience in Hollywood (em inglês) Variety. Visitado em 18 de Novembro de 2014.
  76. Disney's Frozen to Open Five Days Early at the El Capitan Theatre (em inglês) comingsoon.net. Visitado em 18 de Novembro de 2014.
  77. Graser, Marc (09 de Agosto de 2013). D23 Expo: Disney Fanfest Starts Off Strong with Animation Lineup (em inglês) Variety. Visitado em 18 de Novembro de 2014.
  78. Nilles, Billy. Frozen" teaser trailer: Disney releases first look at new animated film (em inglês) 18 de Junho de 2013. Visitado em 18 de Novembro de 2014.
  79. Graeve, Nikki. Walt Disney's Frozen – Official Trailer (em inglês) Entertainment Outlook. Visitado em 18 de Novembro de 2014.
  80. Bevil, Dewayne (07 de Outubro de 2013). Frozen characters set to visit Epcot's Norway, be seen in Magic Kingdom show (em inglês) Orlando Sentinel. Visitado em 18 de Novembro de 2014.
  81. Tully, Sarah (20 de Fevereiro de 2014). Frozen characters draw unprecedented lines at Disneyland (em inglês). Visitado em 18 de Novembro de 2014.
  82. Press release: Disney Celebrates Family Bonds and Epic Storytelling in New Frozen Product Collection Available at Retail Now (em inglês) Disney Consumer Products (06 de Novembro de 2013). Visitado em 18 de Novembro de 2014.
  83. Bryan, Alexander (22 de Janeiro de 2014). Sing-along "Frozen" coming to theaters (em inglês) Usa Today. Visitado em 18 de Novembro de 2014.
  84. a b Hongo, Jun (17 de Abril de 2014). Q&A: Disney Executive Tells of ‘Frozen’ Success in Japan (em inglês) Wall Street Journal. Visitado em 18 de Novembro de 2014.
  85. Sims, Andrew (25 de Fevereiro de 2014). Frozen now available for digital download – win a copy! (em inglês). Visitado em 18 de Novembro de 2014.
  86. Murray, Noel (15 de Março de 2014). New releases: Disney's Oscar-winning heartwarmer 'Frozen' (em inglês) Los Angeles Times. Visitado em 18 de Novembro de 2014.
  87. a b New releases: Disney's Oscar-winning heartwarmer 'Frozen' (em inglês) movies.disney.com. Visitado em 18 de Novembro de 2014.
  88. Sims, Andrew (28 de Fevereiro de 2014). Kristen Bell, Jonathan Groff, and Josh Gad sing about the making of 'Frozen' in epic new song (em inglês). Visitado em 18 de Novembro de 2014.
  89. Frozen (Two-Disc Blu-ray / DVD + Digital Copy) (2013) (em inglês) Amazon. Visitado em 18 de Novembro de 2014.
  90. Lang, Brent (19 de Março de 2014). Frozen Sells Massive 3.2 Million Discs in One Day (em inglês) The wrap. Visitado em 19 de Novembro de 2014.
  91. J. McLean, Thomas (19 de Março de 2014). Frozen Makes Huge Debut on Disc (em inglês). Visitado em 19 de Novembro de 2014.
  92. a b Arnold, Thomas K. (26 de Março de 2014). 'Frozen' Easily Tops Home Video Sales Charts (em inglês) Variety. Visitado em 19 de Novembro de 2014.
  93. Thomas K, Arnold (07 de Maio de 2014). Frozen' Barely Beats 'Legend of Hercules' to Stay on Top of Home Video Sales Charts (em inglês) Variety. Visitado em 19 de Novembro de 2014.
  94. Lane, Daniel (14 de Abril de 2014). The Desolation Of Smaug knocks Frozen off Number 1 (em inglês) Official Charts. Visitado em 19 de Novembro de 2014.
  95. Lane, Daniel. Disney's Frozen smashes though half-a-million DVD and Blu-ray sales (em inglês) Official Charts. Visitado em 19 de Novembro de 2014.
  96. Lane, Daniel (02 de Abril de 2014). Disney's Frozen smashes though half-a-million DVD and Blu-ray sales (em inglês) Official Charts. Visitado em 19 de Novembro de 2014.
  97. Frozen Home Video Tops Spirited Away as Fastest to Sell 2 Million Copies in Japan (em inglês) Anime News Network (14 de Agosto de 2014). Visitado em 19 de Novembro de 2014.
  98. a b GameMill Publishing's "Disney Frozen: Olaf's Quest" is Available Today for Nintendo DS and Nintendo 3DS (em inglês) Gamasutra (19 de Novembro de 2013). Visitado em 19 de Novembro de 2014.
  99. Prell, Sam. Disney Infinity to add Wreck-It Ralph, Tangled, Frozen characters (em inglês) Joysitq. Visitado em 19 de Novembro de 2014.
  100. Disney Infinity Figure (Elsa) – PlayStation 3, Xbox 360, Nintendo Wii, Wii U, 3DS (em inglês) Best Buy (05 de Março de 2014). Visitado em 19 de Novembro de 2014.
  101. Frozen Free Fall – Disney Games (em inglês) games.disney.com. Visitado em 19 de Novembro de 2014.
  102. Frozen (2013): Games & Apps (em inglês) Disney.com.uk. Visitado em 19 de Novembro de 2014.
  103. King, Channing (11 de Jullho de 2014). Frozen-themed PlayStation 4 hits next week...in Japan (em inglês) Indystar. Visitado em 19 de Novembro de 2014.
  104. Amidi, Amid (29 de Dezembro de 2013). Disney Files Trademark Lawsuit Over Frozen Land (em inglês) cartoonbrew.com. Visitado em 19 de Novembro de 2014.
  105. Gardner, Eriq (24 de Dezembro de 2013). Disney Files Trademark Lawsuit Over 'Frozen Land' Film (em inglês) Hollywood Reporter. Visitado em 19 de Novembro de 2014.
  106. a b c Burgin, Jack (WDW Info). Walt Disney Settles Trademark Lawsuit over Frozen (em inglês) 18 de Janeiro de 2014. Visitado em 19 de Novembro de 2014.
  107. a b c All Time Worldwide Opening Records (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  108. Bacle, Ariana (03 de Março de 2014). Frozen hits $1 billion mark at worldwide box office Entertainment Weekly. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  109. McClintock, Pamela (02 de Março de 2014). Box Office Milestone: "Frozen" Crosses $1 Billion Worldwide (em inglês) Hollywood Reporter. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  110. Disney's 'Frozen' Passing $1 Billion Cements Rebound (em inglês) Bloomberg Businessweek (14 de Março de 2014). Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  111. Catching Fire" and "Frozen" Heat Up Fandango's Fanticipation with Brisk Advance Ticket Sales for Thanksgiving Weekend (em inglês) Box Office Mojo (26 de Novembro de 2013). Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  112. a b McClintock, Pamela (31 de Janeiro de 2014). Box Office: "Frozen" Sing-Along Hits High Note in Friday Matinee Sales (em inglês) The Hollywood Reporter. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  113. Weekend Report: "Catching Fire" Burns Bright, Sets November Record (em inglês) Box Office Mojo (24 de Novembro de 2013). Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  114. TOP WEEKEND THEATER AVERAGES (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  115. Frozen (2013) – Daily Box Office Results (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  116. a b Box Office: 'Interstellar,' 'Big Hero 6' Blast Off to Big Thursday Night Numbers (em inglês) The Hollywood Reporter (07 de Novembro de 2014). Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  117. Amidi, Amid (03 de Dezembro de 2013). Frozen Smashes Disney Animation Opening Weekend Records (em inglês) Cartoon Brew. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  118. a b c d e Subers, Ray (01 de Dezembro de 2013). Weekend Report: "Catching Fire", "Frozen" Set Thanksgiving Records (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  119. Biggest 3-day Thanksgiving Openings at the Box Office (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  120. Biggest 3-day Thanksgiving Openings at the Box Office (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  121. NORTH AMERICA: Studio Weekend Estimates: "The Hunger Games: Catching Fire" Sets New Five-Day Thanksgiving Weekend Record With $110.2M; "Frozen" Ices Expectations With $93.0M Five-Day Start (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  122. Subers, Ray (08 de Dezembro de 2013). Weekend Report: "Frozen" Beats "Fire," "Furnace" Melts (em inglês) Box Offi ce Mojo. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  123. Subers, Ray (05 de Janeiro de 2014). Título não preenchido, favor adicionar (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  124. Tipton, Janelle (31 de Março de 2014). Disney's 'Frozen' and Marvel's 'Captain America: The Winter Soldier' Heat Up Box Offices Around the World (em inglês) Walt Disney Company. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  125. GLOBAL: 'Captain America' Takes $75.2M Debut Ahead of North American Release; 'Noah' on the Verge of Hitting $100M; 'Frozen' is the Top Animated Film of All Time; 'Rio 2' Takes Record Breaking Brazilian Debut to Climb to $29.7M (em inglês) Box Office Mojo (30 de Março de 2014). Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  126. Subers, Ray (29 de Dezembro de 2013). Weekend Report: "Hobbit," "Frozen" Top "Wolf," "Mitty" on Final Weekend of 2013 (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  127. Top Grossing Movies in Their 12th Weekend at the Box Office (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  128. Friday Report: 'Other Woman' On Pace for $25 Million Debut (em inglês) Box Office Mojo (16 de Abril de 2014). Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  129. All Time Domestic Box Office Results (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  130. 2013 Domestic Grosses, 2013 Yearly Box Office Results – Box Office Mojo (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  131. Animation Movies at the Box Office (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  132. Animation Movies at the Box Office (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  133. Walt Disney Animation Studios Movies at the Box Office (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  134. Kay, Jeremy (09 de Fevereiro de 2014). Frozen leads int'l BO on $24m (em inglês) Screen Daily. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  135. Fritz, Ben (12 de Janeiro de 2014). A Charmed Life for Disney's 'Frozen' (em inglês) Wall Street Journal. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  136. 2013 Yearly Box Office Results (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  137. Hyo-won, Lee (02 de Março de 2014). "Frozen" Crosses $75 Million in South Korea, Breaks Local Records (em inglês) Hollywood Reporter. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  138. Subers, Ray (02 de Fevereiro de 2014). Weekend Report: "Ride Along" Avoids "Awkward Moment," Three-peats Over Super Bowl Weekend (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  139. 2013 Venezuela Yearly Box Office (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  140. a b GLOBAL: "Frozen" Breaks $800M; "I, Frankenstein" Opens Strong In Russia (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  141. UPDATED GLOBAL: "Frozen" Breaks "Hobbit" Streak, Crosses $700M; Big China Debut For "Despicable Me 2"; "12 Years A Slave" #1 In The UK (em inglês) Box Office Mojo (12 de Janeiro de 2014). Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  142. Subers, Ray (12 de Janeiro de 2014). Weekend Report: Audiences Flock to "Lone Survivor," Avoid "Hercules," "Her" (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  143. Subers, Ray (09 de Fevereiro de 2014). Weekend Report: Everything Is Awesome For The LEGO Movie (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  144. Weekly box office (em inglês) Entgroup. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  145. RUSSIA: "Frozen" Off To A Hot Start (em inglês) Box Office Mojo (18 de Novembro de 2013). Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  146. Frozen' Sets Disney Opening Weekend Record in Japan (em inglês) Hollywood Reporter. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  147. GLOBAL: "Frozen" Continues To Dominate, Passes $500M Overseas (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  148. Transformers: Age of Extinction' Crushes the Competition with $301.3M Global Bow (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  149. a b Hyo-won, Lee. "Frozen" Crosses $75 Million in South Korea, Breaks Local Records (em inglês) Hollywood Reporter. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  150. GLOBAL: Strong Brazil Bow Sends 'How to Train Your Dragon 2' to $43.5 Million Overseas Weekend; 'Maleficent' Takes $20.3 Million in China (em inglês) Box Office Mojo (22 de Junho de 2014). Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  151. Frozen' Tops Japanese Box Office for 10th Consecutive Weekend (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  152. Frozen’ Gives Up Top Spot in Japan to 'Maleficent' After 16 Consecutive Frames (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  153. a b Subers, Ray (06 de Novembro de 2013). Holiday 2013 Forecast (em inglês) Box Office Mojo. Visitado em 25 de Novembro de 2014.
  154. a b Long Range Forecast: 'Black Nativity', 'Frozen', 'Homefront', & 'Oldboy' (em inglês) Box Office Mojo (04 de outubro de 2014). Visitado em 25 de Novembro de 2014.
  155. Agar, Chris (27 de Novembro de 2013). Box Office Prediction: ‘Frozen’ vs. ‘The Hunger Games: Catching Fire (em inglês) screenrant.com. Visitado em 25 de Novembro de 2014.
  156. Dillard, Clayton (26 de Novembro de 2013). Box Office Rap: Frozen and the Frost-y Showdown (em inglês) Slant Magazine. Visitado em 25 de Novembro de 2014.
  157. Brevet, Brad. Box Office Predictions: 'Hunger Games: Catching Fire' to Top 'Frozen' for Second Weekend Win (em inglês) Rope of Silicon. Visitado em 25 de Novembro de 2014.
  158. Ebiri, Bilge (10 de Janeiro de 2014). The Eight Reasons Frozen Is Unstoppable (em inglês) Vulture. Visitado em 25 de Novembro de 2014.
  159. Movie Critic Assassins (06 de Dezembro de 2013). Box Office Predictions: 'Frozen,' 'Hunger Games' Re-Team for Blockbuster Tix Sales" (em inglês) Breitbart.com. Visitado em 25 de Novembro de 2014.
  160. a b Stewart, Andrew (01 de Dezembro de 2013). Thanksgiving Box Office: "Catching Fire," "Frozen" Serve Up Holiday Records (em inglês) Variety. Visitado em 25 de Novembro de 2014.
  161. a b Ebiri, Bilge (10 de Janeiro de 2014). The Eight Reass Frozen Is Unstoppable (em inglês) Vulture. Visitado em 25 de Novembro de 2014.
  162. Davis, Scott (15 de Janeiro de 2014). What Marketers Should Learn From Disney's 'Frozen' (em inglês) Forbes. Visitado em 25 de Novembro de 2014.
  163. a b c Blair, Gavin J (23 de Junho de 2014). Japan Box Office: 'Frozen' Tops For 15th Week, '300' Bows in 5th (em inglês) Hollywood Reporter. Visitado em 25 de Novembro de 2014.
  164. a b c Frozen' tops box office in Japan for 5th consecutive week (em inglês) Japan Today (16 de Abril de 2014). Visitado em 25 de Novembro de 2014.
  165. Williams, Mike P (10 de Abril de 2014). Frozen Remains Top Of Japanese Box Office (em inglês) Yahoo. Visitado em 25 de Novembro de 2014.
  166. Blair, Gavin J. (25 de Maio de 2014). Japan Box Office: 'Frozen' Edges Toward $200 Million, Enters All-Time Top 5 (em inglês) Hollywood Reporter. Visitado em 25 de Novembro de 2014.
  167. a b c d e Cunningham, Todd (29 de Maio de 2014). Frozen’ Riding ‘Perfect Storm’ to $200 Million at Japan Box Office (em inglês) The Wrap. Visitado em 25 de Novembro de 2014.
  168. a b Brown, Eric (30 de Maio de 2014). Frozen' On Track To Become Japan's Second Biggest Movie Ever Next Week (em inglês) International Business Times. Visitado em 26 de Novembro de 2014.
  169. a b Williams, Mike P. (08 de Abril de 2014). Chris Buck reveals true inspiration behind Disney's Frozen (exclusive) (em inglês) Yahoo. Visitado em 26 de Novembro de 2014.
  170. Feeney, Nolan (14 de Outubro de 2014). Idina Menzel Doesn’t Understand Why Her Christmas Album Is Out in October (em inglês) Time. Visitado em 26 de Novembro de 2014.
  171. Oscar 2014- vencedores Omelete. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  172. 'Trapaça' e '12 anos de escravidão' vencem o Globo de Ouro 2014 G1 (12 de Janeiro de 2014). Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  173. Castro, Míriam (16 de Fevereiro de 2014). BAFTA 2014 (em inglês) Omelete. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  174. Resende, Thiago (02 de Fevereiro de 2014). Annie Awards 2014: Vencedores cinema7arte.com. Visitado em 23 de Novembro de 2014.
  175. Vencedores do Critic´s Choice Awards (em inglês) G1 (17 de Janeiro de 2014). Visitado em 23 de Novembro de 2014.