Geografia do Paraná

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Geografia do Paraná
Ficha técnica
Relevo baixada no litoral, planaltos a leste e oeste, depressão no centro.
Ponto mais elevado pico Paraná, na serra do Mar (1.877 m).
Rios principais Paraná, Iguaçu, Ivaí, Tibagi, Paranapanema, Itararé, Piquiri.
Vegetação mangue no litoral, mata Atlântica, floresta tropical a oeste e mata das araucárias no centro.
Municípios mais populosos Curitiba (1.788.559), Londrina (495.696), Maringá (324.397), Foz do Iguaçu (309.113), Ponta Grossa (304.973), Cascavel (284.083), São José dos Pinhais (261.125), Colombo (183.329), Guarapuava (169.007), Paranaguá (147.934).
Mapa
Parana MesoMicroMunicip.svg

A geografia do Paraná é um domínio de estudos e conhecimentos sobre os aspectos geográficos do território do estado do Paraná, no Brasil. O estado ocupa uma área de 199.880 km²,[1] estendendo-se do litoral ao interior, localiza-se a 51º00'00" de longitude oeste do Meridiano de Greenwich e a 24º00'00" de latitude sul da Linha do Equador e com fuso horário -3 horas em relação a hora mundial GMT.[2] O Paraná é uma das 27 unidades federativas do Brasil, localizado a norte da região Sul, tendo como limites fazendo fronteiras com os estados de São Paulo, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul e dois países: Paraguai e Argentina.[3] A área do estado é de 199,307 922 km²[4] (algumas fontes indicam 199 709,1 km²), equivalente a 2,34% do território brasileiro, onde 1 603,770 km² estão em perímetro urbano.[5]

O relevo do Paraná é formado por planaltos e planícies. Os planaltos ocupam a maior parte do território paranaense. Os principais planaltos são o Primeiro Planalto Paranaense no leste, o Segundo Planalto Paranaense no centro-leste e o Terceiro Planalto Paranaense no norte e no oeste. A principal planície é a Baixada Litorânea banhada pelo Atlântico.[6] As principais bacias hidrográficas do Paraná são: a bacia do rio Paraná, no oeste, a bacia do rio Paranapanema no norte, a bacia do rio Iguaçu no sul e as bacias do Atlântico Sudeste e do Atlântico sul no leste.[7]

Os principais climas do Paraná são: subtropical na porção sul planáltica e o tropical no norte, no nordeste, no noroeste, no oeste e no sudoeste.[8] O Paraná tem diferentes tipos de vegetação. Os principais são: a floresta ombrófila mista na porção sul planáltica, a vegetação litorânea na costa leste e a floresta tropical no norte, no nordeste, no noroeste, no oeste e no sudoeste, além dos campos de Curitiba, Castro, Ponta Grossa, Guarapuava, Campo Mourão e Palmas.[9]

O Estado do Paraná está localizado na mesma latitude que o litoral sul da Namíbia, a uma distância de 6 035 km entre Matinhos (Brasil) e Lüderitz (Namíbia), por via marítima.[10]

Relevo[editar | editar código-fonte]

Mapa físico do Paraná.

Cerca de 52% do território do Paraná encontram-se acima de 600m e 89% acima de 300 metros; somente três por cento ficam abaixo de 200 metros. O quadro morfológico é dominado por superfícies planas dispostas a grande altitude, compondo planaltos que formam as serras do Mar e Geral. Cinco unidades de relevo sucedem-se de leste para oeste, na seguinte ordem: baixada litorânea, serra do Mar, planalto cristalino, planalto paleozóico e planalto basáltico.[11] [12]

Baixada litorânea[editar | editar código-fonte]

A baixada litorânea forma uma faixa de terras baixas com cerca de vinte quilômetros de largura média. Compreende terrenos baixos e inundáveis (planícies aluviais e formações arenosas) e morros cristalinos com aproximadamente cinquenta metros de altura. Em sua porção setentrional, a baixada litorânea se fragmenta para dar lugar à baía de Paranaguá, cujo aspecto digitado resulta da penetração do mar através de antigos vales fluviais, isto é, da formação de rias.[11]

Serra do Mar[editar | editar código-fonte]

Conjunto do Pico Paraná, fotografado em 2006.

A serra do Mar constitui o rebordo oriental do planalto cristalino e domina com suas enérgicas escarpas a planície litorânea.[13] [14] Formada por terrenos pré-cambrianos, pertence ao complexo cristalino brasileiro, sendo constituída essencialmente por gnaisses e granitos, que foram intensamente desgastados.[15] No Estado do Paraná, ao contrário do que ocorre em São Paulo, a serra apresenta-se fragmentada em maciços isolados, entre os quais se insinua o nível do planalto cristalino (900m), até alcançar a borda oriental. Em geral, os maciços ultrapassam em cem metros essa cota. Isso faz com que no Paraná a serra do Mar, além da escarpa que se volta para leste com um desnível de mil metros, também apresente uma escarpa interior, voltada para oeste. No entanto, esta mostra um desnível de apenas cem metros.[11] Escrevendo um imenso arco desde São Paulo até Santa Catarina, a serra recebe várias denominações locais, como Capivari Grande, Virgem Maria, Ibitiraquire, Morena, Graciosa (onde se localiza a Estrada da Graciosa), Marumbi (onde se localiza o Parque Estadual Pico Marumbi), Prata, entre outras.[11] Na serra do Mar, se encontram as mais elevadas altitudes do estado.[16] O ponto mais alto do estado é o pico Paraná, com 1.877m, na serra do Mar.[2]

Planalto cristalino[editar | editar código-fonte]

O planalto cristalino, também chamado de primeiro planalto do Paraná, apresenta uma faixa de terrenos cristalinos, que se estende em sentido norte-sul, a oeste da serra do Mar e a leste da escarpa devoniana. É constituído por terrenos cristalinos pré-cambrianos, apresentando, em algumas porções, rochas sedimentares paleozóicas como o calcário. Essa faixa de terrenos cristalinos, propriamente dita, possui uma largura média de 100km e cerca de 900m de altura. A topografia varia de acidentada, ao norte, a suavemente ondulada, ao sul. Um antigo lago, hoje atulhado de sedimentos, forma a bacia sedimentar de Curitiba. Em partes da Região Metropolitana de Curitiba, a base cristalina foi recoberta por terrenos sedimentares do período quaternário.[11]

Planalto paleozoico[editar | editar código-fonte]

Arenito de Vila Velha.

O planalto paleozoico, também chamado de segundo planalto do Paraná ou planalto dos Campos Gerais, desenvolve-se em terrenos da Era Paleozóica, sendo constituído principalmente por rochas sedimentares da Bacia do Paraná, com destaque para os arenitos (Vila Velha e Furnas), folhelhos, betuminosos e o carvão mineral. É limitado, a leste, pela escarpa devoniana, a Serrinha, que cai para o planalto cristalino e, a oeste, pelo paredão da serra Geral, que sobe para o planalto basáltico. O planalto paleozóico apresenta topografia suave e ligeira inclinação para oeste: em sua extremidade oriental alcança 1.200m de altura, e, na base da serra Geral, a oeste, registra apenas 500m. Forma uma faixa de terras de aproximadamente cem quilômetros de largura e descreve uma gigantesca meia-lua, cuja concavidade se volta para leste.[11] Na transição do segundo para o terceiro planalto entre Guarapuava e Prudentópolis há vários desníveis que formam várias quedas d'água como o Salto São Francisco em Guarapuava.[11]

Planalto basáltico[editar | editar código-fonte]

O planalto basáltico, ou terceiro planalto do Paraná, também chamado de planalto de Guarapuava, é a mais extensa das unidades de relevo do estado e também é representado por rochas da Bacia do Paraná, mas da Era Mesozóica. É constituído por rochas ígneas eruptivas, principalmente basaltos, cuja alteração formou as famosas "terras roxas", como por rochas sedimentares, que recobrem os basaltos na porção noroeste do Estado. Limita-o, a leste, a serra Geral, que, com um desnível de 750m, domina o planalto paleozóico. A oeste, o limite é assinalado pelo rio Paraná, que a jusante do ponto onde ficavam os saltos de Sete Quedas forma impressionante desfiladeiro (na verdade, o planalto prolonga-se para além dos limites do estado do Paraná e constitui parte dos territórios de Mato Grosso do Sul, do Paraguai e da Argentina).[11]

Tal como o planalto paleozóico, o planalto basáltico descamba suavemente para o ocidente: cai de 1.250m, a leste, para 300m nas margens do rio Paraná (a montante de Sete Quedas). Formado por uma sucessão de derrames de basalto, empilhados uns sobre os outros, esse planalto ocupa toda a metade ocidental do estado. Seus solos, desenvolvidos a partir dos produtos da decomposição do basalto, constituem a "terra roxa", famosa pela fertilidade.[11]

Essas unidades de relevo são partes integrantes do planalto Meridional, localizado no sul do planalto Brasileiro.[17]

Clima[editar | editar código-fonte]

Mapa climático do Paraná.

Três tipos climáticos caracterizam o estado do Paraná: os climas Cfa, Cfb e Cwa da classificação de Köppen.[18] O clima Cfa, subtropical com chuvas bem distribuídas durante o ano[19] e verões quentes,[20] [21] ocorre em duas partes distintas do estado, na planície litorânea e nas porções mais baixas do planalto, isto é, em sua porção ocidental.[18] Registra temperaturas médias anuais de 19 °C e pluviosidade de 1.500mm anuais,[22] [23] algo mais elevada na costa que no interior.[18]

A capital do Paraná é a mais fria do Brasil, a mínima média em julho é 8,4°C, a máxima média é 26,2°C em fevereiro. A média anual é 16,5°C.

O clima Cfb, subtropical com chuvas bem distribuídas durante o ano[24] e verões amenos,[25] ocorre na porção mais elevada do estado e envolve o planalto cristalino, o planalto paleozóico e a parte oriental do planalto basáltico.[18] As temperaturas médias anuais oscilam em torno de 17 °C[26] e a pluviosidade alcança cerca de 1.200mm anuais.[27]

O clima Cwa, subtropical com verões quentes[28] e invernos secos, ocorre no extremo noroeste do estado.[18] É o chamado clima tropical de altitude, pois ao contrário dos climas Cfa e Cfb que registram chuvas bem distribuídas no decorrer do ano, este apresenta pluviosidade típica dos regimes tropicais com invernos secos e verões chuvosos,[29] porém, no Paraná, esse período de seca só se registra por dois meses no máximo. A temperatura anual varia em torno de 20°C e a pluviosidade alcança 1.300mm anuais.[30] Quase todo o estado está sujeito a mais de cinco dias de geada por ano, mas na porção meridional e nas partes mais elevadas dos planaltos registram-se mais de dez dias.[30] A neve aparece esporadicamente na área de Curitiba.[31]

Clima Cfa, o verão costuma ser quente e chuvoso em todo o estado. As áreas baixas do oeste e a Baixada Litorânea têm verões extremamente quentes, registrando facilmente temperaturas levemente acima de 35 °C. Os termômetros chegam comumente a valores superiores a 40 °C no vale do Rio Paraná, acima dos 35 °C no oeste e noroeste e acima dos 30 °C no sudoeste. Até mesmo Curitiba pode registrar temperaturas em torno dos 30 °C.[32]

No inverno a maritimidade evita o frio excessivo no leste. Por isso temperaturas negativas são muito mais comuns no lado ocidental do estado, até mesmo em municípios de baixa altitude como Foz do Iguaçu. As geadas são frequentes, principalmente nas áreas elevadas nos arredores de Guarapuava, Palmas e União da Vitória. Pequenas nevadas ocorrem uma ou outra vez. Em eventos extremos (como julho de 1975) pode nevar em praticamente todo a área meridional do estado. Todavia o inverno não é frio sempre e até mesmo tende a ter mais períodos amenos que frios propriamente dito, intercalados por alguns dias de, aí sim, frio intenso, principalmente após as frentes frias que são massas de ar vindas do Polo Sul. As menores temperaturas do estado costumam ocorrer no interior do município de Palmas, que além de ser o ponto mais ao sul do estado (26°S), é uma das áreas mais elevadas também (entre 1200m e 1400m).[32] Nesta região as temperaturas são estimadas para já terem alcançado patamares inferiores a até -12 °C, visto que a estação do INMET na cidade (que fica a 1100 m de altitude) registrou -11,5 °C em julho de 1975 no município de Palmas e o recorde de temperatura mínima do estado.[33]

Vegetação[editar | editar código-fonte]

As Florestas de Araucárias são típicas da região Sul do Brasil e principalmente do Paraná.

Dois tipos de vegetação ocorrem no Paraná: florestas e campos.[34] As florestas subdividem-se em tropicais e subtropicais. Os campos, em limpos e cerrados.[34] A floresta tropical é parte da mata atlântica, que recobria toda a fachada oriental do país com suas formações latifoliadas. No Paraná, ocupava primitivamente uma área equivalente a 46% do estado, aí incluídas as porções mais baixas (baixada litorânea, encostas da serra do Mar, vales do Paraná, Iguaçu, Piquiri e Ivaí) ou de menor latitude (toda a parte setentrional do estado).[35]

A floresta subtropical é uma floresta mista, composta por formações de latifoliadas e de coníferas. Estas últimas são representadas pelo pinheiro-do-paraná (Araucaria angustifolia), que não aparece em agrupamentos puros. A floresta mista ou mata dos pinheiros recobria as porções mais elevadas do estado, isto é, a maior parte do planalto cristalino, a porção mais oriental do planalto basáltico e pequena parte do planalto paleozóico. Essa formação ocupava 44% do território paranaense e ainda parte dos estados de São Paulo, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Atualmente, das florestas do país é a que sofre maior exploração econômica, por ser a única que apresenta grande número de indivíduos da mesma espécie (pinheiros) em agrupamentos suficientemente densos (embora não puros) para permitir fácil extração.[35]

Ilex paraguariensis.

Além do pinheiro, a floresta mista oferece também espécies latifoliadas de valor econômico, como a imbuia, o cedro e a erva-mate. No final do século XX, apenas pequena parte das formações florestais subsistiam no estado. A derrubada para exploração de madeira e formação de campo para agricultura ou pastagens foi responsável por sua quase completa eliminação. As últimas reservas florestais do Paraná acham-se na planície litorânea, na encosta da serra do Mar e nos vales dos rios Iguaçu, Piquiri e Ivaí.[35]

Os campos limpos ocorrem sob a forma de manchas esparsas através dos planaltos paranaenses. A mais extensa dessas manchas é a dos chamados campos gerais, que recobrem toda a porção oriental do planalto paleozóico e descrevem imensa meia-lua no mapa de vegetação do estado. Outras manchas de campo limpo são as de Curitiba e Castro, no planalto cristalino, as de Guarapuava, Palmas e outras, menores, no planalto basáltico. Os campos limpos ocupam cerca de nove por cento do território paranaense. Os campos cerrados têm pouca expressão no Paraná, onde ocupam área muito reduzida — menos de um por cento da superfície estadual. Formam pequenas manchas no planalto paleozóico e no planalto basáltico.[35]

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Salto São Francisco, a maior queda d'água do sul do Brasil, com 196 metros.

A rede de drenagem compreende rios que correm diretamente para o litoral e rios que correm para oeste, tributários do Paraná.[36] Os primeiros têm cursos pouco extensos, pois nascem a pequena distância da costa.[37] Os mais longos são os que se dirigem para o estado de São Paulo, onde vão engrossar as águas do rio Ribeira de Iguape. A maior parte da superfície estadual fica, assim, sob domínio dos tributários do rio Paraná,[36] dos quais os mais extensos são o Paranapanema, que faz o limite com São Paulo, e o Iguaçu, que faz, em parte, o limite com Santa Catarina e Argentina.[36] O rio Paraná assinala os limites ocidentais do estado, a separá-lo de Mato Grosso do Sul e do Paraguai.[36]

No ponto de convergência das linhas divisórias de Mato Grosso do Sul-Paraguai, Paraná-Mato Grosso do Sul e Paraná-Paraguai encontravam-se os saltos de Sete Quedas, formados pelo rio Paraná ao descer do planalto basáltico para a garganta que o conduzia à planície platina.[36] Em 1982 dois saltos foram submersos, sob protesto dos ambientalistas, pelo lago da represa de Itaipu.[38] Mais ao sul, o rio Iguaçu desce também do planalto basáltico em direção à mesma garganta.[36] Forma então os saltos do Iguaçu, que não foram afetados pela construção da barragem, por situar-se Itaipu a montante da confluência dos dois rios.[36]

A hidrografia do Paraná pode ser classificada em seis bacias hidrográficas:[39]

  • Bacia do Rio Paraná, cujos afluentes mais importantes são os rios Piquiri e Ivaí;[39]
  • Bacia do Rio Paranapanema, drenada pelos rios Pirapó, Tibagi, das Cinzas e Itararé;[39]
  • Bacia do Rio Iguaçu, que tem como principais afluentes os rios Chopim, no sul do estado, e Negro, no limite com Santa Catarina.[39]
  • Bacia do Rio Ribeira do Iguape, cujas águas drenam para o rio Ribeira do Iguape.[39]
  • Bacia do Litoral Paranaense, cujas águas drenam direto para o Oceano Atlântico.[39]
  • Bacia do Rio Tibagi, cujo principal rio é o Tibagi, com 550 km de extensão.[39]

Ecologia[editar | editar código-fonte]

Panorama aérea das cataratas do Iguaçu, fronteira Argentina-Brasil.

No Paraná, segundo o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade existem 29 unidades de conservação, sendo 5 parques nacionais, 2 estações ecológicas, 3 florestas nacionais, 2 áreas de proteção ambiental, 1 refúgio de vida silvestre e 14 reservas biológicas.[40]

Quinze das vinte e nove unidades de conservação administradas pelo governo brasileiro, através do IBAMA, órgão vinculado pelo Ministério do Meio Ambiente, são o Parque Nacional do Iguaçu, (em Foz do Iguaçu, São Miguel do Iguaçu, Serranópolis do Iguaçu, Matelândia e Céu Azul),[41] o Parque Nacional de Ilha Grande (em Altônia, São Jorge do Patrocínio, Vila Alta e Icaraíma),[42] o Parque Nacional do Superagui (em Guaraqueçaba, Paranaguá e Antonina),[43] o Parque Nacional dos Campos Gerais (em Ponta Grossa, Castro e Carambeí),[44] o Parque Nacional de Saint-Hilaire/Lange (em Matinhos, Guaratuba, Paranaguá e Morretes),[45] a Floresta Nacional de Açungui (em Campo Largo),[46] a Floresta Nacional de Irati, (em Teixeira Soares e Fernandes Pinheiro),[47] a Floresta Nacional de Piraí do Sul (em Piraí do Sul),[48] a Área de Proteção Ambiental de Guaraqueçaba (em Guaraqueçaba, Antonina e Paranaguá),[49] a Área de Proteção Ambiental das Ilhas e Várzeas do Rio Paraná, (em Diamante do Norte, Marilena, Nova Londrina, Porto Rico, Querência do Norte e São Pedro do Paraná),[50] a Estação Ecológica de Guaraqueçaba (em Guaraqueçaba),[51] a Estação Ecológica da Mata Preta (em Clevelândia e Palmas)[52] a Reserva Biológica das Perobas (em Tuneiras do Oeste e Cianorte),[53] a Reserva Biológica das Araucárias (em Imbituva, Ipiranga e Teixeira Soares)[54] e o Refúgio de Vida Silvestre dos Campos de Palmas (em Palmas e General Carneiro).[55]

Fauna[editar | editar código-fonte]

De acordo com o ambiente geográfico distingue-se, na fauna paranaense, animais de vida:[56]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Área Territorial Oficial - Consulta por Unidade da Federação (em português) Site Oficial do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Visitado em 8 de fevereiro de 2011.
  2. a b Toscano, Fernando. Paraná (em português) Portal Brasil. Visitado em 8 de fevereiro de 2011.
  3. Paraná Só Geografia. Visitado em 19 de maio de 2011.
  4. Erro de citação: Tag <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs chamadas IBGE_.C3.81rea
  5. Paraná Embrapa Monitoramento por Satélite. Visitado em 19 de maio de 2011.
  6. WONS, Iaroslaw. Geografia do Paraná: com fundamentos de geografia geral. 6. ed. Curitiba: Ensino Renovado, 1994. p. 32-40
  7. Mapa hidrográfico do Paraná (em português) Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (IPARDES).
  8. WONS, Iaroslaw. Geografia do Paraná: com fundamentos de geografia geral. 6. ed. Curitiba: Ensino Renovado, 1994. p. 72-74
  9. Wons, Iaroslaw. Geografia do Paraná (em português). 6ª. ed. Curitiba: Ensino Renovado, 1994. p. 77-81.
  10. Mapa-Múndi (em inglês) Atlas of the World. Visitado em 21 de julho de 2011.
  11. a b c d e f g h i Paraná Cola da Web. Visitado em 8 de fevereiro de 2011.
  12. Resumo de Geografia do Paraná (em português) Professor Paulinho. Visitado em 8 de fevereiro de 2011.
  13. A Serra do Mar Paranaense (em português).
  14. Serra do Mar - Montanhas no Paraná (em português).
  15. WONS, Iaroslaw. As eras geológicas e o Paraná: Pré-cambriana. In: ___. Geografia do Paraná. Curitiba: Ensino Renovado, 1985. p. 29.
  16. Alan Yukio Mocochinski (2006). Campo de altitude na Serra do Mar: aspectos florísticos e estruturais (em português) Site Oficial da Universidade Federal do Paraná. Visitado em 8 de fevereiro de 2011.
  17. Classificação do relevo brasileiro (em português) Klick Educação. Visitado em 8 de fevereiro de 2011.
  18. a b c d e "Paraná: Geografia". (em português) Nova Enciclopédia Barsa (volume 11). (1998). São Paulo: Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda. pp.133. 
  19. Chuvas em Londrina, no Paraná, deixam um morto e 88 mil sem energia - Jornal O Globo
  20. Semana começa com muito calor em Maringá
  21. Tempo nublado não afasta o calor em Londrina
  22. Motorista enfrenta neblina e chuva no retorno do Litoral
  23. VALLE, Dimitri do (11 de março de 2011). Temporal provoca estragos em cidades do litoral do Paraná (em português) Folha de São Paulo. Visitado em 5 de janeiro de 2012.
  24. Chuva causa transtornos em Curitiba e região :: Gazeta do Povo Online
  25. Fim de semana de calor e instabilidade no Paraná :: Gazeta do Povo Online
  26. Mapa da temperatura média anual no Paraná (em português) Instituto Agrônomico do Paraná. Visitado em 9 de fevereiro de 2011.
  27. Chuva causa estragos em várias regiões :: Gazeta do Povo Online
  28. Calor intenso faz asfalto derreter em Paranavaí
  29. No noroeste do Paraná chove muito no verão, causando fortes prejuízos à produção de energia elétrica e ao funcionamento da Internet na região
  30. a b "Paraná: Geografia". (em português) Nova Enciclopédia Barsa (volume 11). (1998). São Paulo: Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda. pp.134. 
  31. Vinicius Borecki (17 de julho de 2011). 35 anos da neve em Curitiba (em português) Jornal Gazeta do Povo. Visitado em 1º de setembro de 2011.
  32. a b Preciso saber o clima e vegetação do paraná? (em português) Yahoo! Respostas (17 de junho de 2008). Visitado em 8 de fevereiro de 2011.
  33. Temperatura chegou a - 3,8 °C em Palmas e 1,3 °C em Curitiba :: Gazeta do Povo Online
  34. a b Carlos Vellozo Roderjan. A Vegetação do Paraná (em português) Site Pessoal do Autor. Visitado em 7 de fevereiro de 2011.
  35. a b c d Cobertura vegetal nativa - Paraná (em português) Site Oficial do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (2010). Visitado em 9 de fevereiro de 2011.
  36. a b c d e f g Mapa hidrográfico do Paraná (em português) Ambiente Brasil. Visitado em 8 de fevereiro de 2011.
  37. A hidrografia paranaense (em português) Trabalho de Complementação de Carga Horária dos alunos do Colégio Estadual São Cristovão. Visitado em 8 de fevereiro de [011.
  38. GATTERMANN, Beatriz. Itaipu, a pedra que canta o desespero e o desencanto dos agricultores atingidos pela barragem (em português) Site Oficial da Universidade Estadual do Oeste do Paraná. Visitado em 7 de fevereiro de 2011.
  39. a b c d e f g Mapa hidrográfico do Paraná (em português) Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (IPARDES).
  40. MMA (2012). Cadastro Nacional de Unidades de Conservação (em português) Ministério do Meio Ambiente. Visitado em 20 de abril de 2012.
  41. Parque Nacional do Iguaçu (em português) Site Oficial do Institito Chico Mendes do Ministério do Meio Ambiente. Visitado em 14 de abril de 2011.
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  44. Parna dos Campos Gerais (em português) Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. Visitado em 20 de abril de 2012.
  45. PARNA Saint-Hilaire/Lange (em português) Site Oficial do Institito Chico Mendes do Ministério do Meio Ambiente. Visitado em 14 de abril de 2011.
  46. FLONA de Açungui (em português) Site Oficial do Institito Chico Mendes do Ministério do Meio Ambiente. Visitado em 26 de julho de 2011.
  47. FLONA de Irati (em português) Site Oficial do Institito Chico Mendes do Ministério do Meio Ambiente. Visitado em 14 de abril de 2011.
  48. FLONA de Piraí do Sul (em português) Site Oficial do Institito Chico Mendes do Ministério do Meio Ambiente.
  49. APA de Guaraqueçaba (em português) Site Oficial do Institito Chico Mendes do Ministério do Meio Ambiente. Visitado em 14 de abril de 2011.
  50. APA Ilhas e Várzeas do Rio Paraná (em português) Site Oficial do Institito Chico Mendes do Ministério do Meio Ambiente. Visitado em 14 de abril de 2011.
  51. ESEC de Guaraqueçaba (em português) Site Oficial do Institito Chico Mendes do Ministério do Meio Ambiente. Visitado em 14 de abril de 2011.
  52. Esec da Mata Preta (em português) Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. Visitado em 20 de abril de 2012.
  53. Rebio das Perobas (em português) Site Oficial do Institito Chico Mendes do Ministério do Meio Ambiente. Visitado em 14 de abril de 2011.
  54. Rebio das Araucárias (em português) Site Oficial do Institito Chico Mendes do Ministério do Meio Ambiente. Visitado em 14 de abril de 2011.
  55. Revis dos Campos de Palmas (em português) Site Oficial do Institito Chico Mendes do Ministério do Meio Ambiente. Visitado em 8 de fevereiro de 2011.
  56. a b c WONS, Iaroslaw. Geografia do Paraná. Curitiba: Ensino Renovado, 1994. p. 84.
  57. WONS, Iaroslaw. Geografia do Paraná. Curitiba: Ensino Renovado, 1994. p. 85.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


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