Metropolitano de Lisboa

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Metropolitano de Lisboa
Metro de Lisboa
Metro station Lisboa Lisbon Colegio Militar Luz Metro logo.jpg
Informações
Local Lisboa, Amadora, Odivelas
Tipo de transporte Ferroviário (metropolitano subterrâneo)
Número de linhas 4
Número de estações 55
Tráfego 450 000 por dia (em média), 165,8 milhões de passageiros em 2008
Chefe executivo José Manuel Silva Rodrigues
Website www.metrolisboa.pt
Funcionamento
Início de funcionamento 29 de Dezembro de 1959
Operadora(s) Metropolitano de Lisboa, EPE (criada a 26 de Janeiro de 1948)
Headway 4 a 5 min (hora de ponta)
5 a 8 min (fora da hora de ponta).
Dados técnicos
Extensão do sistema 43,2 km
Bitola 1435 mm (4 ft 8½ in) (bitola padrão)
Velocidade máxima 72 km/h
Custo médio de construção por km 60 milhões de €[1]
Mapa da rede

Metro Lisboa Route Map (only with routes in operation).png

O Metropolitano de Lisboa MH IH é o sistema de metropolitano da cidade de Lisboa. Foi inaugurado em 29 de Dezembro de 1959, tornando-se desta forma na primeira rede de metropolitano de Portugal. É constituído por quatro linhas com 55 estações (seis das quais são estações duplas e de correspondência), numa extensão total de 43,2 km.[2]

História[editar | editar código-fonte]

A ideia[editar | editar código-fonte]

Desde 1888 que se pensava em construir um sistema de caminhos de ferro subterrâneo na cidade de Lisboa, à semelhança das que já existiam em Londres, Budapeste e Glasgow, e da que estava a ser construída em Paris. A ideia foi apresentada pelo engenheiro militar Henrique de Lima e Cunha, que havia publicado na revista Obras Públicas e Minas o projeto de uma rede com várias linhas que poderia servir a capital portuguesa. Mais tarde, já na década de 1920, Lanoel d'Aussenac e Abel Coelho em 1923, e José Manteca Roger e Juan Luque Argenti em 1924, apresentaram os seus projetos para um sistema de metropolitano em Lisboa, mas ambos foram rejeitados.[3]

Após a Segunda Guerra Mundial, na qual o país se manteve neutro, a retoma da economia nacional e a ajuda financeira do Plano Marshall deram um forte impulso para o início da construção do metro. Foi constituída uma sociedade a 26 de janeiro de 1948, que tinha como objetivo o estudo da viabilidade técnica e económica de um sistema de transporte público subterrâneo na capital.[3]

Década de 1950[editar | editar código-fonte]

Diagrama do Metropolitano de Lisboa em Dezembro de 1959.

Em Agosto de 1955 iniciou-se a construção dos troços Sete RiosRotunda (com 2,8 quilómetros de extensão) e Entre CamposRotunda (com 2,7 quilómetros de comprimento). Ambos se intersectavam na Rotunda, onde seria criado o famoso Y da Rotunda, de onde partia um tronco comum, Rotunda – Restauradores (com 1,1 quilómetros de percurso). Em 29 de Dezembro de 1959, após mais de quatro anos de trabalhos, foi aberto ao público o ML. Todas as estações, à excepção do nó da Avenida, assinada por Rogério Ribeiro, tinham intervenções plásticas de Maria Keil.

Das 11 estações inauguradas, apenas Sete Rios, Entre Campos e Rotunda detinham um cais com setenta metros de comprimento, o que permitia acolher quatro carruagens. Todas os outros nós (Palhavã, São Sebastião e Parque no primeiro troço, Campo Pequeno, Saldanha e Picoas no segundo e Avenida e Restauradores no tronco comum) possuíam apenas um cais com 35 metros de comprimento, o suficiente para receber comboios de duas carruagens. O Parque de Materiais e Oficinas (PMO) situava-se em Sete Rios e era acedido através da estação da Palhavã. Os comboios que circulavam na rede tinham apenas duas carruagens. Nesta época, o ML tinha ao seu dispor 24 unidades da série ML7, construídas pela Sorefame, com a configuração motora-motora, e numeradas de A-1 a A-24.

Para uma melhor informação aos passageiros sobre o novo meio de transporte, foi produzida pela Tóbis, em 1959, por encomenda do ML, uma curta metragem de divulgação[nota 1] , emitida na televisão e também nos cinemas da capital, na secção de “actualidades” (antes do filme principal). O filme era narrado por Artur Agostinho e, realizado por Arthur Duarte. (realizador de clássicos como "O Leão da Estrela", "O Costa do Castelo", etc) Agostinho simulava ser um cicerone que mostrava a dois outros lisboetas todo o funcionamento do novo sistema de transporte.

Década de 1960[editar | editar código-fonte]

Diagrama do Metropolitano de Lisboa em Janeiro de 1963.
Diagrama do Metropolitano de Lisboa em Setembro de 1966.

Em Maio de 1960 arrancaram as obras de prolongamento até à estação do Rossio, inaugurada em 27 de Janeiro de 1963. A extensão inaugurada acrescentava 500 metros à rede do ML. O novo nó já vinha construído de raiz com um cais de setenta metros de comprimento, à semelhança das principais estações inaugurais.

Três anos mais tarde, a 28 de Setembro de 1966, foi aberta ao público uma nova extensão, desta vez entre o Rossio e os Anjos. A rede era aumentada em 1,5 quilómetros com a entrada em funcionamento de três novos nós: Socorro, Intendente e Anjos. Todas as estações deste prolongamento detinham um cais com apenas 35 metros de comprimento.




Década de 1970[editar | editar código-fonte]

Diagrama do Metropolitano de Lisboa em Junho de 1972.

Em 18 de Junho de 1972 foi inaugurado o troço AnjosAlvalade, que possuía cinco novas estações: Arroios, Alameda, Areeiro, Roma e Alvalade, todas dotadas de um cais com setenta metros de comprimento. Com este troço, a rede cresceu mais 3,4 quilómetros e possuía agora 20 nós, dos quais 19 tinham intervenções plásticas de Maria Keil.

Ao longo da década de 1970 começaram a ser ampliados os nós do ML. Em 1973 o cais da estação Entre Campos foi ampliado para 105 metros. Simultaneamente, foram instituídos os “comboios rápidos”, que faziam o percurso Sete RiosRotunda e Entre CamposRotunda sem parar nas estações intermédias. Todavia, a contestação fez o ML abolir esta medida rapidamente.

Mais tarde, quando em 1 de Setembro de 1975 as estações São Sebastião, Saldanha, Restauradores e Intendente viram o seu cais ampliado para 70 metros de comprimento, o ML colocou em exploração, alternadamente, comboios de duas e quatro carruagens. Para evitar que os passageiros pudessem ficar retidos dentro do túnel nas carruagens que não podiam entrar nas estações ainda não ampliadas, por falta de espaço do cais, foram utilizadas “zebras”. Os locais marcados só serviam as estações maiores.

Também em 1975, ano em que ML obteve a sua nacionalização, ficou completa a entrega das 84 carruagens ML7 encomendadas logo na década de 1950. Desde 1963 até 1975 foram colocadas ao serviço mais 60 carruagens, numeradas de A-25 a A-84. No ano seguinte, um incêndio ocorrido num comboio de quatro carruagens na estação Arroios, fez cair a disponibilidade do parque de material circulante do ML para 80 carruagens. É de ressalvar que não se registou nenhum ferimento nem nenhuma perda humana neste incidente.

Mais tarde, em 1977 ficaram concluídos os trabalhos de alargamento para 105 metros do cais dos nós São Sebastião, Saldanha, Restauradores e Intendente. Enquanto as estações Avenida e Anjos passaram a deter um cais com setenta metros de comprimento também nesse ano, o mesmo veio a suceder com os nós Palhavã e Picoas em 1978, ano da passagem do ML a empresa pública, e com o do Campo Pequeno, em 1979. Em 1980 a Palhavã passava a poder receber comboios de seis carruagens.

Década de 1980[editar | editar código-fonte]

Diagrama do Metropolitano de Lisboa em Outubro de 1988.

Ao longo da década de 1980 foram arrancando novos prolongamentos, a começar pelo de Alvalade às Calvanas, em 1980. Mais tarde começou também a frente de obra de Sete Rios ao Colégio Militar/Luz, em 1982, e depois a das Calvanas ao Campo Grande, em 1983. Também no ano seguinte viria a arrancar a construção do prolongamento de Entre Campos ao Campo Grande, estação designada por Cruz Norte, numa época em que já se havia abandonado o projecto de construir uma estação nas Calvanas. O PMO II começava também a ser construído perto do Campo Grande.

Em 1982 concluíram-se as obras de ampliação de todos os nós da rede. Assim sendo, os cais dos nós Campo Pequeno, Picoas, Avenida e Anjos foram alargados para 105 metros depois de já terem sofrido uma intervenção alguns anos mais cedo. Por seu turno, as estações Parque e Anjos e Socorro viram o seu cais alargado dos 35 para os 105 metros, de uma só vez. Desta forma, a exploração com comboios de duas carruagens cessou definitivamente a partir de 30 de Novembro de 1982, razão pela qual agora circulavam somente comboios de quatro carruagens. Apesar de todas as estações poderem já receber comboios de quatro carruagens, os nós Sete Rios, Rotunda, Rossio, AnjosAlvalade, que possuía cinco novas estações: Arroios, Alameda, Areeiro, Roma e Alvalade ainda não tinham um cais com 105 metros de comprimento, razão pela qual seriam alvo de futuras intervenções.

Em 1984 entraram em circulação 12 novas carruagens, agora da série ML79. A ventilação forçada foi introduzida e o indicador de destino melhorado.

Nesse mesmo ano verificaram-se alguns incidentes nos troços Sete RiosColégio Militar/Luz e AlvaladeCampo Grande, o que levou ao adiamento das datas de conclusão. Enquanto que no primeiro caso a caracterização geológica do local foi deficiente, tanto que na estação das Laranjeiras acabou por se registar uma inundação, no segundo, o conflito gerou-se entre o Sporting e o ML, uma vez que a empresa de transporte acabou por construir a estação em terrenos do clube desportivo.

Desta forma, só em 14 de Outubro de 1988 teve lugar a inauguração do prolongamento que ligaria Sete Rios ao Colégio Militar/Luz, com três novas estações: Laranjeiras, com intervenções artísticas de Sá Nogueira, Alto dos Moinhos, assinada por Júlio Pomar, e Colégio Militar/Luz, na qual interveio Manuel Cargaleiro. Também nesse mesmo dia abriu ao público a estação da Cidade Universitária, com intervenções artísticas da autoria de Vieira da Silva, e inserida no prolongamento que ligaria Entre Campos ao Campo Grande. Estas novas quatro estações foram as primeiras a ser construídas de raiz com um cais com 105 metros de extensão, tal como todos os futuros nós, e obedeciam também a uma filosofia que levava as intervenções plásticas até ao seu cais. A rede aumentava assim 3,8 quilómetros.

No ano seguinte ficava concluída a entrega das ML79. No total, dessa série, o ML recebeu mais 56 carruagens, que eram agora numeradas de M-101 a M-156.

Década de 1990[editar | editar código-fonte]

Diagrama do sistema de metropolitano em Abril de 1993.
Diagrama do Metropolitano de Lisboa em Julho de 1995.
Diagrama do Metropolitano de Lisboa em Dezembro de 1997.
Diagrama do Metropolitano de Lisboa em Novembro de 1998.

Em 1990 foi apresentado o Plano de Expansão da Rede (PER), que previa os prolongamentos RossioCais do Sodré e Cais do Sodré e RestauradoresBaixa-Chiado. Era também contemplada a desconexão do Y da Rotunda e a extensão ao Rato, bem como o alargamento à Pontinha e a construção do PMO III nesse local.

No ano de 1991, foram apresentado os protótipos da série ML90, numerados de M-201 a M-206. Eram então construídas as duas primeiras unidades triplas do ML, com a configuração motora-reboque-motora, tal como todas as seguintes, o que acrescentava em seis o futuro número de carruagens disponível. Note-se que apenas estas motoras possuem uma porta frontal à cabine de condução.

Em 3 de Abril de 1993 abriu ao público a estação Campo Grande, na qual interveio plasticamente Eduardo Nery, juntamente com os troços AlvaladeCampo Grande e Cidade UniversitáriaCampo Grande. Com este prolongamento a rede do metropolitano cresceu em 3,1 quilómetros. Nesse mesmo mês, entraram em exploração as duas unidades triplas ML90. Estas novas composições foram construídas pela Sorefame/Bombardier e já podem circular com ou sem o reboque.

Também em 1993 foi apresentado o PER II, destinado a servir a futura Expo’98. Previa-se que, até 1999, o ML deveria circular nas linhas:

O ano seguinte marcou a inauguração do PMO II, após mais de uma década de terraplanagens e construção. No dia 15 de Julho de 1995, o sonho da desconexão do Y da Rotunda tornou-se realidade. Assim, o ML passava a explorar duas linhas autónomas: a Linha Azul, entre o Colégio Militar/Luz e o Campo Grande, via Rossio, e a Linha Amarela, entre o Campo Grande e a Rotunda, agora designada por Rotunda I, foi alargada para 105 metros.

Alguns dias mais tarde, abriu também ao público a renovada estação de Sete Rios, agora com um cais já de 105 metros. Em 1996 ficou concluída a entrega das ML90, com a recepção de mais 17 unidades triplas, ou 51 carruagens, numeradas de M-207 a M-257, com cores e materiais ligeiramente diferentes dos utilizados nos protótipos. Em 18 de Outubro de 1997 foi inaugurado o troço Colégio Militar/LuzPontinha, que adicionou à rede duas 1,6 quilómetros de extensão e duas novas estações: Carnide e Pontinha. Em 29 de Dezembro do mesmo ano foi inaugurada a estação Rato. Entretanto, em 1997 foi recebido um novo lote de material circulante, agora denominado ML95, que acrescentou mais 19 unidades triplas, ou 57 carruagens, ao parque do ML. Embora exteriormente estas novas carruagens tivessem um aspecto muito semelhante às ML90, no interior foram introduzidas algumas diferenças técnicas, como uma motorização diferente e um controlo eléctrico de abertura e fecho das portas, ao invés do pneumático.

1998 marcou a conclusão de muitos dos projectos do ML. Logo em Março os nomes de quatro estações foram alterados:

Em 18 de Abril de 1998 foi inaugurado o troço RossioCais do Sodré. Com este prolongamento, que trouxe também a ampliação do cais da estação Rossio para 105 metros, a rede cresceu 1,4 quilómetros. Sete dias mais tarde, foi aberta ao público a estação Baixa-Chiado I.

A Linha Vermelha foi inaugurada em 19 de Maio de 1998, três dias antes da abertura da Expo’98. O troço detinha uma extensão de cinco quilómetros e incluía sete novas estações: Alameda II, Olaias, Bela Vista, Chelas, Olivais, Cabo Ruivo e Oriente. Juntamente com a inauguração do nó da Alameda II, a estação Alameda I viu também o seu cais ser alargado para 105 metros de comprimento. Em Junho de 1998, nesta linha, que contava com um mecanismo automático de condução, circularam pela primeira vez composições de seis carruagens. Todavia, com o final da Expo’98, a Linha Vermelha passou a ser explorada com comboios de três carruagens. De forma a disponibilizar uma oferta que assegurasse o transporte de milhares de turistas à Expo’98 foram nessa época entregues mais 19 unidades triplas, ou 57 carruagens, da série ML95. A nova série era numerada de M-301 a M-414. Com a abertura das estações Cabo Ruivo, em 18 de Julho, Baixa-Chiado II, em 8 de Agosto, e Olivais, em 7 de Novembro, a rede comportava agora 40 estações.

Em 1999 foi inaugurado o PMO III, na Pontinha. Nesse ano foi entraram em circulação mais 54 carruagens de um novo lote de material circulante, denominado ML97 e composto por 18 unidades triplas articuladas. Esta nova série possibilitava a livre circulação entre carruagens, o que permitia um ligeiro incremento da capacidade de transporte de uma unidade tripla. Segundo o ML, nestas unidades triplas, o reboque pode ser removido, ainda que tal nunca tenha sido presenciado em circulação. O parque do ML ficava, no virar do milénio, com 361 carruagens, 80 ML7, 54 ML79, 57 ML90 e 114 ML95 e 54 ML97, o maior número atingido até hoje.

Década de 2000[editar | editar código-fonte]

Diagrama do sistema de metropolitano em Novembro de 2002.
Diagrama do sistema de metropolitano em Maio de 2004.
Diagrama do Metropolitano de Lisboa em Dezembro de 2007.
Diagrama do Metropolitano de Lisboa em Agosto de 2009.

No ano seguinte iniciou-se a exploração com composições de seis carruagens na Linha Azul e na Linha Amarela, o que originou o afastamento das ML7, dado que só comportavam quatro carruagens atreladas. Depois de 40 anos ao serviço, as duas primeiras carruagens desta série viriam a ser preservadas e restauradas. A quebra de oferta que se seguiu foi complementada com a entrada em circulação de um novo lote, denominado ML99, composto por 20 unidades triplas, ou seja, por 60 carruagens, numeradas de M-601 a M-660. Face à série anterior, os novos comboios possuem baterias que asseguram a iluminação e ventilação no caso de a corrente falhar e uma melhor insonorização. Entretanto, uma vez que em 2001 se começaram a verificar avarias constantes nas ML79, foi encomendado um segundo lote das ML99, constituído agora por 18 unidades triplas, ou por 54 carruagens, tendo em vista o afastamento das ML79. Assim sendo, em 2002, com a recepção do segundo lote das ML99, numerado de M-661 a M-714, e com a saída de circulação de todas as ML79, o número de carruagens do ML ficou estabilizado nas 339: 57 ML90, 114 ML95, 54 ML97 e 114 ML99. Todavia, uma vez que, ainda nesse ano, uma ML99 galgou uma protecção no PMO II, a sua inutilização fez cair a disponibilidade do parque para 338 carruagens.

A extensão Campo GrandeTelheiras foi inaugurada em 2 de Novembro de 2002. A entrada em funcionamento da estação Telheiras ampliou a rede em 600 metros.

Em 27 de Março de 2004 foi inaugurado o troço Campo GrandeOdivelas, o que permitiu ao ML ultrapassar, pela primeira vez, as fronteiras de Lisboa. No total, a rede foi aumentada em cinco quilómetros e acrescentaram-se-lhe cinco novas estações: Quinta das Conchas, Lumiar, Ameixoeira, Senhor Roubado e Odivelas.

Quase dois meses mais tarde, em 15 de Maio de 2004, foi inaugurado um novo troço, desta vez compreendido entre a Pontinha e a Amadora Este, com duas novas estações: Alfornelos e Amadora Este. A rede do ML cresceu mais 2,1 quilómetros e ficou com, aproximadamente, 38,5 quilómetros de extensão e 48 estações, quatro das quais duplas.

Enquanto em finais de 2004 passou a ser disponibilizado o tempo de espera para o próximo comboio na Linha Vermelha, em Junho de 2006 o ML instalou rede telefónica em todas as estações. É justo salientar-se que foi um dos metropolitanos pioneiros no mundo nessa matéria. Esse ano ficou ainda marcado pelo alargamento do cais das estações Roma e Alvalade para 105 metros de comprimento.

Em 19 de Dezembro de 2007 foram acrescentados 2,2 quilómetros à Linha Azul. O empreendimento Baixa-Chiado - Santa Apolónia permitiu a criação de mais duas estações: Terreiro do Paço e Santa Apolónia.

Mais tarde, em 29 de Agosto de 2009 foi inaugurado o troço AlamedaSão Sebastião, com duas novas estações: Saldanha II e São Sebastião II. Desta forma, a rede do ML aumentou 2,2 quilómetros e a Linha Vermelha passou a cruzar todas as restantes. Por essa ocasião, passaram a circular nessa linha definitivamente comboios de seis carruagens e foi também desactivado o sistema de condução automático.

Década de 2010[editar | editar código-fonte]

Diagrama do sistema de metropolitano em Julho de 2012.

Depois de ter deslocado cerca de 182 milhões de passageiros, em 2010, o ML transportou 180 milhões, no ano seguinte,[4] e apenas 154 milhões em 2012.[5] Calcula-se que esta redução se encontre relacionada com o decréscimo dos movimentos pendulares, em função do aumento do desemprego.[4] Assim sendo, em inícios de 2012, o ML reduziu o tamanho das composições e a sua frequência.[4] [5] Devido às crescentes restrições orçamentais, a Linha Verde passou também a ter em circulação comboios de três carruagens.

Foram também disponibilizados os tempos de espera na Linha Azul e na Linha Verde em meados de 2012.

Em 17 de Julho de 2012, depois de mais de cinco anos de obras, foi aberto ao público o empreendimento OrienteAeroporto, que comporta três novas estações: Moscavide, Encarnação e Aeroporto. A rede cresceu mais 3,3 quilómetros e detém agora 55 nós, seis dos quais duplos.

No final de 2012 a estação Terreiro do Paço foi distinguida com o Prémio Valmor 2007. Por seu turno, a estação Cais do Sodré recebeu o Prémio Valmor 2008. Mais tarde, em Março de 2013, entrou novamente em circulação o primeiro protótipo da série ML90, numerado de M-201 a M-203, depois de sofrer uma profunda transformação.

Enquanto em 17 de Novembro de 2013 foi aberto ao público o átrio sul da estação Areeiro, em 17 de Dezembro de 2013 entrou em funcionamento um sistema de wi-fi gratuito nos nós Alameda, Campo Grande, Colégio Militar/Luz e Marquês de Pombal. Prevê-se que todas as estações e carruagens estejam equipadas com este serviço até ao final do primeiro trimestre de 2014.[6]

Em inícios de 2014 foram disponibilizados os tempos de espera na Linha Amarela.

Encontra-se em construção o prolongamento da Linha Azul entre Amadora Este e Reboleira.[7]

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Via[editar | editar código-fonte]

Vista superior da via (na Estação Ameixoeira): Duplo trilho, cada um equipado com terceiro carril, oposto ao cais.

A circulação das composições que fazem serviço ao Metropolitano de Lisboa é feita exclusivamente em ferrovia pesada em canal exclusivo (i.e., sem partilha de via com outros serviços) e rigorosamente isolado (i.e., sem passagens de nível nem qualquer acesso pedonal), maioritariamente subterrâneo. A maior parte dos túneis albergam via dupla, sendo que alguns segmentos apresentam as duas vias em galerias separadas.

A via é de carril clássico em bitola internacional (1435 mm), contando com um terceiro carril para alimentação ao material circulante, feita por contacto simples na sua face superior, que corre paralelo ao binário, exterior a este, e em qualquer dos lados. Este está presente ao longo de toda a rede (já que o material circulante não tem autonomia para arranque[carece de fontes?]), sendo nas estações, para segurança, oposto ao lado do respetivo cais.

Linhas e estações[editar | editar código-fonte]

Linhas do Metropolitano de Lisboa
Nome​/​
/Símbolo
Nome​/
/​Cor
Nome
anterior
Terminais Primeira
operação
Extensão Estações Frota (2014)
ML90 ML95 ML97 ML99
Gaivota MetroLisboa-linha-azul.svg Azul Linha A Amadora Este - Santa Apolónia 1959 12,9 km 17
Girassol MetroLisboa-linha-amarela.png Amarela Linha B Odivelas- Rato 1959 11,1 km 13
Caravela MetroLisboa-linha-verde.png Verde Linha C Telheiras - Cais do Sodré 1963 08,9 km 13
Oriente MetroLisboa-linha-vermelha.png Vermelha Linha D São Sebastião - Aeroporto 1998 10,5 km 12

Material circulante[editar | editar código-fonte]

Interior de uma carruagem do Metropolitano de Lisboa (série ML99).
Composição da série ML90.

Desde a sua inauguração já foram utilizados pelo Metropolitano de Lisboa diversos tipos de composições:

Série ML7
Entrada em serviço: 1959/1975
Retirada: 31 de Janeiro de 2000
Série ML79
Entrada em serviço: 1984/1989
Retirada: 11 de Julho de 2002
Série ML90
Entrada em serviço: 1993/1996
Série ML95
Entrada em serviço: 1997/1998
Série ML97
Entrada em serviço: 1999
Série ML99
Entrada em serviço: 2000/2002


Segurança da infraestrutura ferroviária[editar | editar código-fonte]

Polémica dos travões de emergência[editar | editar código-fonte]

No dia 29 de maio de 2014, o jornal "i" noticiou que as composições do Metro de Lisboa circulam há dois anos sem os travões de emergência.[8] Segundo a mesma fonte, esta situação deve-se a uma falha nos freios eletromagnéticos que foi detetada em 2012 e que obrigou a empresa a desativar o sistema. Este problema afetou todo o material circulante em funcionamento, tendo sido imposta uma limitação de velocidade em toda a rede de 60 para 45 km/h. Na reação a esta notícia, o diretor de manutenção do Metro afirma que viajar no Metro de Lisboa é «totalmente seguro». [9] No dia 5 de junho de 2014, soube-se que a Procuradoria Geral da República (PGR) está a ponderar a abertura de um inquérito.[10] A 19 de novembro de 2014, o inquérito foi arquivado pelo Ministério Público, por inexistência de "indícios suficientes do crime de atentado contra a segurança dos transportes".[11]

Expansão da rede[editar | editar código-fonte]

Mapa do Metropolitano de Lisboa, em 2020, depois das expansões previstas estarem concluídas.

Prolongamentos em construção[editar | editar código-fonte]

Após os prolongamenos da Linha Vermelha inaugurados em 2012, manteve-se em fase final de construção apenas o segmento da Linha Azul entre Amadora Este e Reboleira[12] [13] . No início de 2012 a sua inauguração estava prevista para 2014[14] , e em finais de 2013 para o final de 2015.[15] Com a conclusão desta extensão, o Metro passa a ter uma rede de cerca de 44,2 km de via dupla, e 56 estações, das quais 6 são duplas.[16]

Projetos oficialmente apresentados[editar | editar código-fonte]

A 17 de julho de 2009, foi apresentado, em Lisboa, o projeto de expansão das linhas Amarela e Vermelha para servir os concelhos de Odivelas e Loures:[17] esta expansão contará com sete novas estações, cinco na Linha Amarela (Codivel, Torres da Bela Vista/Frielas, Santo António, Loures e Infantado) e duas na Linha Vermelha (Portela e Sacavém).

Estas duas extensões para norte e nordeste da Cidade de Lisboa têm um custo aproximado de 565 milhões de euros[18] e deverão estar prontas em 2014 e 2015.[19]

A 30 de julho de 2009, uma nova apresentação expôs o projeto de expansão da Linha Azul para o interior do concelho da Amadora.[12] Esta extensão representa um investimento de 214 milhões de euros, e consiste no prolongamento da linha em 2,5 km, com três novas estações: Atalaia, Amadora-Centro e Hospital Amadora-Sintra.

No entanto, em 2011, foi anunciada a suspensão de todos os projetos que contemplam a expansão do Metropolitano de Lisboa para fora dos limites da cidade.[20]

A somar a estes projetos, encontra-se o Plano de Expansão do Metropolitano de Lisboa 2010/2020[21] , apresentado a 2 de setembro de 2009 pela então Secretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino. Deste plano consta o alargamento do metropolitano quer no interior quer no exterior da cidade de Lisboa. Ao todo, o Metro irá contar com 33 novas estações, sendo duas delas construídas em linhas já existentes (Estações Alfândega, na Linha Azul, entre Terreiro do Paço e Santa Apolónia, e Estação Madrid, na Linha Verde, entre Areeiro e Roma[22] [23] ). Ao todo, o sistema de Metropolitano de Lisboa em 2020, passará a contar com 89 estações, sendo 7 duplas e uma tripla. Continuará a dispor de quatro linhas, com uma extensão total de 102 km.

Uma das novidades do plano é a futura Linha Verde se tornar numa linha circular,[24] integrando parte do traçado atual da Linha Amarela, entre Campo Grande e Rato.

O plano inclui:

A Linha das Colinas (projeto abandonado)[editar | editar código-fonte]

Estudou-se também para execução a muito longo prazo a criação da "Linha das Colinas", uma linha construída de raiz que uniria os bairros históricos, desde Campo de Ourique a Santa Apolónia. Ligando entre si os bairros históricos da cidade que ainda não estão servidos pela rede de metropolitano, pretendia-se dotar de uma linha de metropolitano várias zonas carenciadas em estacionamento e onde o acesso em transporte individual é insuficiente e sem capacidade. A Linha das Colinas teria 8,5 km e 16 estações, atravessando as quatro linhas de metropolitano já existentes: Campo de Ourique (Linha Vermelha), Estrela (Linha Amarela), São Bento, Academia das Ciências, Príncipe Real, Avenida (Linha Azul), Campo Mártires da Pátria, Gomes Freire, Estefânia, Arroios (Linha Verde), Paiva Couceiro, Penha de França, Sapadores, Graça, Cerca Moura e Santa Apolónia (Linha Azul). Segundo o Presidente do Metro, este projeto "não é neste momento prioritário".[27]

Viagem[editar | editar código-fonte]

Bilhetes[editar | editar código-fonte]

MLx6$25.tifBilhetes Metro Lisboa.JPG
Bilhetes do Metropolitano de Lisboa, na fase pré-eletrónica; à esquerda o mais antigo.

Em 2004 a rede do Metropolitano de Lisboa saiu dos limites geográficos da cidade; esse facto fez com que se criasse um novo tarifário que dependia de zonas, até então desnecessário. Foi estabelecido um sistema de coroas urbanas sendo que a cidade fica na Coroa L e uma primeira coroa, fora da primeira, Coroa 1 na qual ficam as novas estações do Metro.

Desta forma, um passageiro que viaje na Linha Azul na direção Santa ApolóniaAmadora Este, ou vice-versa, tem de comprar um bilhete de 2 Zonas se passar para além da estação da Pontinha. O mesmo sucede na Linha Amarela, no sentido RatoOdivelas, ou vice-versa, se passar pela estação de Senhor Roubado.

A rede de metropolitano de Lisboa dispõe de uma vasta gama de títulos de transporte que permitem várias modalidades de transporte de passageiros.[28] Para clientes que utilizam com pouca frequência os serviços prestados pelo Metropolitano de Lisboa, estão disponíveis os cartões 7 colinas ou Viva Viagem.

A 1 de fevereiro de 2012 as "Coroas" passaram a aplicar-se apenas nos passes urbanos, tendo a sua aplicação sido abandonada nos bilhetes simples, passando a cobrar-se um único valor, independentemente se o utilizador vá além da "Coroa L" ou não.

7 Colinas / Viva Viagem[editar | editar código-fonte]

Cartão “7 Colinas”.
Cartão “Viva Viagem”.

O Cartão “7 Colinas” ou “Viva Viagem” é um suporte sem contacto para carregamento de títulos das empresas transportadoras aderentes. Para a sua utilização, os passageiros, têm de carregar este cartão com o título de transporte pretendido, em qualquer ponto de venda do Metropolitano de Lisboa. Este cartão têm um custo de 0,50€ e pode ser utilizado para carregar títulos da Carris, Metropolitano de Lisboa, Fertagus, CP, Transtejo e Soflusa. Os títulos que podem ser carregados neste cartão, tanto podem ser intermodais (modalidade zapping, em que se carrega um valor monetário em Euros), isto é, que abrangem mais quem uma operadora, como podem ser exclusivos, como será o caso de um bilhete simples do Metro que terá de ser carregado neste cartão. Este cartão tem a validade de um ano após o carregamento do primeiro título, e deixará de poder ser carregado findo este prazo. Os títulos entretanto no cartão poderão ser utilizados, para além deste prazo.[29] [30]

Lisboa Viva[editar | editar código-fonte]

O cartão Lisboa Viva é um suporte de bilhetes sem contacto, que permite o carregamento de títulos mensais, que podem ser em exclusivo do Metro de Lisboa ou podem ser articulados com outras operadores como a Carris, Fertagus, Transtejo, Soflusa ou CP.[31]

Preços[editar | editar código-fonte]

Os preços dos bilhetes do Metropolitano de Lisboa são simples, independentemente do trajeto escolhido, a tarifa (1 viagem) tem o valor de 1,40 €, os quais têm de ser carregados num cartão Viva Viagem ou 7 Colinas. O bilhete é válido durante 1 hora em toda a rede do Metro e da Carris, podendo ser feitos os transbordos necessários entre estes dois operadores.[31] [32]

Horas de operação[editar | editar código-fonte]

O Metro de Lisboa, encontra-se em operação, todos os dias das 06h30m (o primeiro comboio parte das estações terminais às 06h30) às 01h00m (o último comboio parte das estações terminais às 01h00m).

Há algumas excepções, de átrios secundários de algumas estações (Anjos Norte, Arroios Sul, Avenida Sul, Campo Pequeno Sul, Intendente Norte, Marquês de Pombal I Sul, Picoas Sul, Praça de Espanha Norte, Restauradores Norte, Rossio Nascente, Saldanha Norte) que têm horários mais reduzidos.[33]

Acessibilidade[editar | editar código-fonte]

Toda a rede do Metropolitano de Lisboa está dotada de sistemas de auxílio às pessoas com deficiência motora, ou audiovisual. Existem na maioria das estações mecanismos como escadas mecânicas (escadas rolantes), elevadores, e tapetes rolantes, sendo que existem já 27 estações que permitem uma mobilidade plena. Para portadores de deficiência auditiva, existem avisos informativos, como os painéis de destino, e o aviso luminoso de fecho das portas das carruagens. Para portadores de deficiências visuais, o Metro tem também diversos mecanismos que permitem facilitar a viagem destas pessoas na rede, como por exemplo, avisos sonoros, incluindo o fecho das portas e a indicação da chegada do comboio, e ainda esferas em relevo no chão, junto ao fim da plataforma, atrás da linha de segurança (linha amarela que indica aos passageiros a zona onde devem permanecer, antes do comboio chegar). Encontram-se também em fase de estudo, e em articulação com a ACAPO (Associação de Cegos e Ambliopes de Portugal) e com o Instituto para a Reabilitação (na dependência do Ministério da Segurança Social e do Trabalho), diversos projetos a desenvolver na rede do Metro para melhorar a mobilidade de cidadãos portadores de deficiências motoras ou audiovisuais, como por exemplo, a instalação de suportes para cadeiras de rodas nas carruagens do Metro de Lisboa, a instalação de uma Linha-Guia desde o fim da escada de um dos acessos à superfície até à linha de segurança ao longo do bordo dos cais (para as estações existentes), sob a forma de pavimentos coláveis, e ainda a instalação de painéis com indicações de orientação em relevo e em Braille.[34]

Imagem[editar | editar código-fonte]

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Arte no Metro[editar | editar código-fonte]

Decoração do cais da estação do Parque, na Linha Azul.

A arquitetura e decoração de uma estação de metropolitano é um elemento fundamental para o bem estar dos passageiros, e funciona de certa forma como um apelo para se viajar de metro. O Metropolitano de Lisboa é um dos sistemas de metro no mundo onde a arte está melhor representada. A preocupação de atenuar nas estações a transição entre a superfície e o subterrâneo começou desde o início. O arquiteto Francisco Keil do Amaral desenhou o modelo de uma estação tipo, que serviu de molde para todas as estações construídas até 1972. A decoração era muito moderada, as linhas eram suaves, mas firmes, muito ao gosto do regime vigente na época em Portugal. As onze estações iniciais, com excepção da Avenida, tinham revestimentos em azulejos da autoria da pintora Maria Keil, criados pela artista nas oficinas da Fábrica Viúva Lamego.[35]

Em 1988, quando se retomou a expansão do metro, com a inauguração novas ligações entre as estações de Sete Rios e Colégio Militar/Luz, e entre as de Entre Campos e a Cidade Universitária, continuou presente a necessidade de organizar e decorar as estações; nessa medida, dotaram-se essas novas estações de intervenções de quatro artistas contemporâneos portugueses: Rolando Sá Nogueira nas Laranjeiras, Júlio Pomar no Alto dos Moinhos, Manuel Cargaleiro no Colégio Militar/Luz e Vieira da Silva na estação da Cidade Universitária, deram o seu contributo no enriquecimento das estações do metro.[35]

Daí em diante a arte passou a ser uma constante nas estações. A iluminação joga com o brilho da azulejaria, presente em quase todas as estações. Nos últimos anos as estações mais antigas têm sido remodeladas, não só para melhorar a decoração e aspeto estético, mas também para melhorar as acessibilidades para passageiros de mobilidade reduzida.

Notas

Referências

  1. Nuno Manuel Sessarego Marques da Costa. Mobilidade e Transporte em Áreas Urbanas, o caso da Área Metropolitana de Lisboa. [S.l.]: Universidade de Lisboa, Faculdade de Letras de Lisboa, Departamento de Geografia, 2007. 607 pp.
  2. Evolução da rede - Metropolitano de Lisboa.
  3. a b Um pouco de História - Metropolitano de Lisboa.
  4. a b c Metro de Lisboa com novas carruagens à americanaSol (2013.03.21)
  5. a b Marisa SOARES: “Metro de Lisboa adopta carruagens que permitem transportar mais passageirosPúblico (2013.03.25)
  6. "Projecto ON-FI traz Wi-Fi gratuito ao Metropolitano de Lisboa" Jornal i (2013.12.24)
  7. Obras em curso
  8. ionline. Metro de Lisboa há dois anos sem travões de emergência. Visitado em 05-06-2014.
  9. ionline. Responsável do Metro diz que falta de travão de emergência não compromete segurança. Visitado em 05-06-2014.
  10. ionline. Metro de Lisboa. PGR pode investigar falta de segurança. Visitado em 05-06-2014.
  11. Observador. Ministério Público arquiva inquérito à falta de segurança do Metro de Lisboa. Visitado em 19-11-2014.
  12. a b Diário de Notícias. Metro chega ao Hospital Amadora-Sintra em 2015. Visitado em 30 de julho de 2009.
  13. Projecto de expansão da Linha Azul: Amadora Este-Reboleira - Metropolitano de Lisboa.
  14. Estação da Reboleira do Metropolitano de Lisboa pronta em 2014 (31 de janeiro de 2012).
  15. Extensão do Metro de Lisboa até à Reboleira só no final de 2015 (10 de outubro de 2013).
  16. Obras em curso Metropolitano de Lisboa. Visitado em 17 de julho de 2012.
  17. Público. Metro de Lisboa ganha sete novas estações e chega a Loures através das linhas Vermelha e Amarela. Visitado em 17 de julho de 2009.
  18. a b Diário Digital. Expansão do Metro até Loures vai custar 565 milhões. Visitado em 17-7-2009.
  19. Diário de Notícias. Novas ligações dentro de Lisboa em estudo. Visitado em 30 de julho de 2009.
  20. Transportes em Revista. Metropolitano de Lisboa suspende alargamento à periferia. Visitado em 14 de junho de 2011.
  21. Económico. Expansão do metro pode sofrer atrasos por falta de dinheiro. Visitado em 8-9-2011.
  22. jornal Sol. Plano de expansão da rede metropolitana de Lisboa para 2020.
  23. ionline. Governo propõe mais 29 quilómetros de metro.
  24. a b Diário Digital. Metropolitano de Lisboa vai ganhar 30 estações até 2020. Visitado em 2-9-2009.
  25. Projecto de expansão da Linha vermelha: São Sebastião–Campolide — Metropolitano de Lisboa.
  26. Projecto de expansão da Linha Amarela: Rato–Estrela — Metropolitano de Lisboa.
  27. Metro para a Portela avança com aeroporto em fim de vida.
  28. Tipos de bilhete - Metropolitano de Lisboa.
  29. Cartão 7 Colinas.
  30. Cartão 7 Colinas OTLIS.
  31. a b Informação tarifária. Visitado em 14/02/2012.
  32. [1]
  33. Horários de funcionamento.
  34. Acessibilidade no Metro de Lisboa.
  35. a b A arte no Metro - Metropolitano de Lisboa.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • (anónimo): Metro mais belo em Lisboa. Metropolitano de Lisboa, Lisboa: s/d (aprox. 1988.10). 16 p.; 210×295×3 mm³
  • (vários): A arte no Metro. Metropolitano de Lisboa, Clube 50; Lisboa: 1991.04. 91 p.; 295×180×7 mm³
  • João Castel-Branco PEREIRA: Os azulejos do Metropolitano de Lisboa. Metropolitano de Lisboa, Museu Nacional do Azulejo; Lisboa: s/d. Catálogo de exposição. 20 p.; 140×140×2 mm³ (desdobr.)

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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