Eleições estaduais em São Paulo em 1990

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
Saltar para a navegação Saltar para a pesquisa
‹ 1986 Brasil 1994
Eleições estaduais em  São Paulo em 1990
3 de outubro de 1990
(Primeiro turno)
25 de novembro de 1990
(Segundo turno)
Luís Antônio Fleury Filho.jpg Paulo Maluf.jpg
Candidato Luiz Antônio Fleury Filho Paulo Maluf
Partido PMDB PDS
Natural de São José do Rio Preto, SP São Paulo, SP
Vice Aloysio Nunes José Egreja
Votos 7.368.730 6.865.157
Porcentagem 51,77% 48,23%


Brasão do estado de São Paulo.svg
Governador de São Paulo

As eleições estaduais em São Paulo em 1990 ocorreram em 3 de outubro como parte das eleições no Distrito Federal e em 26 estados. Foram eleitos nessa oportunidade o governador Luiz Antônio Fleury Filho, o vice-governador Aloysio Nunes, o senador Eduardo Suplicy, 60 deputados federais e 84 estaduais. Como nenhum candidato a governador atingiu metade mais um dos votos válidos, um segundo turno foi realizado em 25 de novembro e segundo a Constituição, o governador foi eleito para um mandato de quatro anos com início em 15 de março de 1991, sem direito a reeleição.[nota 1][1][2]

Disputaram esta eleição geral sete candidatos a governador. Este número poderia chegar a 10 candidatos, caso o TRE não anulasse as candidaturas de Antonio Martins (PAS) e Paulo Zingg (PN, extinto no mesmo ano) e Almino Affonso não desistisse da candidatura para apoiar Mário Covas. Concluída a apuração o novo governador paulista é o advogado Luiz Antônio Fleury Filho. Natural de São José do Rio Preto, em 1964 tornou-se aluno do curso de formação de oficiais da Academia Militar do Barro Branco ligada à Polícia Militar de São Paulo e oito anos mais tarde diplomou-se pelas Faculdades Metropolitanas Unidas lecionando na referida instituição.[3] Especialista em Direito Penal pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, atuou durante quatorze anos como promotor de justiça até ser nomeado secretário de Segurança por Orestes Quércia em 1987, cargo do qual se afastou para disputar o Palácio dos Bandeirantes. Foi a terceira vitória consecutiva do PMDB em disputas pelo governo de São Paulo e a primeira após a criação do PSDB.[nota 2] Ressalte-se que o percentual obtido por Fleury Filho superou o recorde vigente desde a vitória de Carvalho Pinto em 1958.[nota 3]

Advogado nascido em São José do Rio Preto, Aloysio Nunes é formado pela Universidade de São Paulo e iniciou sua carreira política no movimento estudantil. Membro do clandestino PCB, foi adversário do Regime Militar de 1964 e nisso filiou-se ao MDB. Por pertencer à Ação Libertadora Nacional, grupo liderado por Carlos Marighella, rumou para o exílio em Paris após o assalto ao trem pagador Santos-Jundiaí em 1968.[4] Na capital francesa diplomou-se em Economia Política na Universidade de Paris e obteve o mestrado Ciência Política na primeira metade da década de 1970. Membro do Partido Comunista Francês, regressou ao Brasil em 1979 graças à Lei da Anistia e entrou no PMDB. Procurador da Secretaria de Justiça do estado de São Paulo e professor da USP, elegeu-se deputado estadual em 1982 e 1986 e vice-governador de São Paulo em 1990.[5][6]

Na eleição para senador a vitória foi de Eduardo Suplicy.[7] Formado em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas, onde é professor, nasceu em São Paulo e fez Mestrado em Economia na Michigan State University.[8] Eleito deputado estadual pelo MDB em 1978, foi um dos fundadores do PT elegendo-se deputado federal em 1982.[8] Fiel à orientação partidária, votou pela Emenda Dante de Oliveira em 1984 e ausentou-se da eleição presidencial indireta no Colégio Eleitoral em 1985.[9][10] Derrotado nas eleições para prefeito de São Paulo em 1985 e governador do estado em 1986, foi eleito vereador à capital paulista em 1988 chegando mais tarde à presidência da Câmara Municipal de São Paulo e em 1990 tornou-se o primeiro senador eleito pelo voto popular na história do PT.[7][nota 4]

Resultado da eleição para governador[editar | editar código-fonte]

Primeiro turno[editar | editar código-fonte]

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral houve 13.499.022 votos nominais (78,80%), 1.698.983 votos em branco (9,92%) e 1.932.885 votos nulos (11,28%) calculados sobre um total de 17.130.890 eleitores.[1]

Candidatos a governador do estado
Candidatos a vice-governador Número Coligação Votação Percentual
Paulo Maluf
PDS
José Egreja
PTB
11
União por São Paulo
(PDS, PTB, PDC, PRN)
5.872.473
43,50%
Luiz Antônio Fleury Filho
PMDB
Aloysio Nunes
PMDB
15
Novo Tempo
(PMDB, PFL, PL, PSD)
3.803.159
28,17%
Mário Covas
PSDB
Zulaiê Cobra
PSDB
45
PSDB (sem coligação[nota 5])
2.050.665
15,19%
Plínio de Arruda Sampaio
PT
João Herrmann
PSB
13
União Democrática Popular
(PT, PSB, PCB, PCdoB)
1.636.119
12,12%
Ademar de Barros Filho
PRP
Faustino Jarruche
PRP
44
Renovação Democrata
(PRP, PCN, PD)
63.117
0,47%
Sônia Ishikawa
PLH
Antônio Lopes
PLH
69
PLH (sem coligação)
45.916
0,34%
Miguel Mendonça
PST
Flávio Augusto Schröder
PST
52
PST (sem coligação)
27.573
0,21%
Almino Affonso[nota 6]
PDT
Júlio César Caligiuri
PDT
12
Avanço Popular
(PDT, PMN)
Zero
Zero
  Segundo turno

Segundo turno[editar | editar código-fonte]

Segundo o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo houve 14.233.887 votos nominais.[1]

Candidatos a governador do estado
Candidatos a vice-governador Número Coligação Votação Percentual
Luiz Antônio Fleury Filho
PMDB
Aloysio Nunes
PMDB
15
Novo Tempo
(PMDB, PFL, PL, PSD)
7.368.730
51,77%
Paulo Maluf
PDS
José Egreja
PTB
11
União por São Paulo
(PDS, PTB, PDC, PRN)
6.865.157
48,23%
  Eleito

Resultado da eleição para senador[editar | editar código-fonte]

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral houve 11.928.231 votos nominais (69,63%), 3.411.087 votos em branco (19,91%) e 1.791.572 votos nulos (10,46%) calculados sobre um total de 17.130.890 eleitores.[1][nota 7]

Candidatos a senador da República
Primeiro suplente de senador Número Coligação Votação Percentual
Eduardo Suplicy
PT
João Felício
PT
131
União Democrática Popular
(PT, PCB, PSB, PCdoB)
4.229.867
35,46%
Ferreira Neto
PDS
Ciro Moura
PRN
111
União por São Paulo
(PDS, PTB, PDC, PRN)
3.806.787
31,91%
Afif Domingos
PL
Nelson Nicolau
PMDB
221
Novo Tempo
(PMDB, PFL, PL, PSD)
2.491.656
20,89%
Franco Montoro
PSDB
Paulo Renato Souza
PSDB
451
PSDB (Sem coligação)
1.065.420
8,93%
João Cunha
PMN
Carlos Fernandes
PMN
331
Avanço Popular
(PDT, PMN)
141.575
1,19%
Lúcia Varela
PLH
Terezinha de Aguiar Viana
PLH
691
PLH (sem coligação)
97.799
0,82%
Elias Jorge
PRP
Kleber da Cunha Leme
PRP
441
Renovação Democrata
(PRP, PCN, PD)
95.127
0,80%
  Eleito(a)

Deputados federais eleitos[editar | editar código-fonte]

São relacionados os candidatos eleitos com informações complementares da Câmara dos Deputados.[11] Ressalte-se que os votos em branco eram considerados válidos para fins de cálculo do quociente eleitoral nas disputas proporcionais até 1997, quando essa anomalia foi banida de nossa legislação. [12]

Deputados federais eleitos Partido Votação Percentual Cidade onde nasceu Unidade federativa
4520 José Serra[nota 8] PSDB 338.747 1,98% São Paulo  São Paulo
2290 João Melão Neto[nota 9] PL 260.319 1,52% São Paulo  São Paulo
3651 Arnaldo Faria de Sá[nota 10] PRN 231.808 1,35% São Paulo  São Paulo
1191 Delfim Neto PDS 142.141 0,83% São Paulo  São Paulo
4546 Magalhães Teixeira[nota 11] PSDB 136.522 0,80% Andradas  Minas Gerais
1390 Aloizio Mercadante PT 119.765 0,70% Santos  São Paulo
1528 Luiz Carlos Santos[nota 12] PMDB 100.482 0,59% Araxá  Minas Gerais
1335 Hélio Bicudo PT 96.705 0,56% Santos  São Paulo
4593 Fábio Feldmann PSDB 93.989 0,55% São Paulo  São Paulo
3666 Vadão Gomes PRN 83.175 0,49% Populina  São Paulo
3611 Euclides de Melo PRN 82.344 0,48% Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
2222 Robson Tuma PL 81.491 0,41% São Paulo  São Paulo
1588 Jorge Tadeu Mudalen PMDB 79.110 0,46% Guarulhos  São Paulo
1161 Cunha Bueno PDS 76.644 0,45% São Paulo  São Paulo
1313 José Genoino PT 71.621 0,42% Quixeramobim  Ceará
2229 Valdemar Costa Neto PL 70.886 0,41% São Paulo  São Paulo
1535 Wagner Rossi[nota 13] PMDB 69.997 0,41% São Paulo  São Paulo
1220 Beto Mansur PDT 69.812 0,41% São Vicente  São Paulo
1110 Edevaldo Alves da Silva (Prof. Edevaldo)[nota 14] PDS 64.648 0,38% Cosmópolis  São Paulo
1523 Ary Kara PMDB 62.475 0,36% Neves Paulista  São Paulo
1516 Tidei de Lima[nota 11] PMDB 60.965 0,36% Bauru  São Paulo
3650 Fausto Rocha PRN 60.278 0,35% São Paulo  São Paulo
1315 Luiz Gushiken PT 57.988 0,34% Osvaldo Cruz  São Paulo
1144 Marcelino Romano Machado PDS 57.903 0,34% Ribeirão Preto  São Paulo
1415 Tadashi Kuriki PTB 57.610 0,34% General Salgado  São Paulo
4599 Geraldo Alckmin[nota 15] PSDB 55.639 0,32% Pindamonhangaba  São Paulo
2211 Ricardo Izar[nota 16] PL 54.570 0,32% São Paulo  São Paulo
4577 Mendes Thame[nota 11] PSDB 54.508 0,32% Piracicaba  São Paulo
2511 Maluly Neto PFL 49.474 0,29% Fartura  São Paulo
1248 Liberato Caboclo PDT 49.364 0,29% Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
1521 Ulysses Guimarães[nota 17] PMDB 46.635 0,27% Itirapina  São Paulo
1543 Walter Nory PMDB 45.368 0,26% Penápolis  São Paulo
1542 Manuel Moreira[nota 18] PMDB 42.041 0,25% Vitorino Freire  Maranhão
1569 Marcelo Barbieri PMDB 41.845 0,24% Araraquara  São Paulo
1421 Gastone Righi PTB 41.286 0,24% Santos  São Paulo
1314 José Cicote PT 40.224 0,23% Poloni  São Paulo
1506 Hélio Rosas PMDB 39.399 0,23% Pindamonhangaba  São Paulo
2270 Diogo Nomura PL 39.239 0,23% Registro  São Paulo
1554 Jurandir Paixão[nota 11] PMDB 39.041 0,23% Limeira  São Paulo
3699 Alberto Haddad PRN 38.987 0,23% São Luís  Maranhão
1321 Eduardo Jorge PT 38.261 0.22% Salvador Bahia Bahia
4547 André Benassi[nota 11] PSDB 37.984 0,22% Jundiaí  São Paulo
1544 Alberto Goldman PMDB 37.873 0,22% São Paulo  São Paulo
1106 Pedro Pavão PDS 36.977 0,22% Marília  São Paulo
1368 José Dirceu PT 35.329 0,21% Passa Quatro  Minas Gerais
3690 Maurici Mariano PRN 34.805 0,20% Santos  São Paulo
1444 Roberto Cardoso Alves PTB 34.589 0,20% Aparecida  São Paulo
1717 José Maria Eymael PDC 34.191 0,20% Porto Alegre  Rio Grande do Sul
1434 Nelson Marquezelli PTB 31.533 0,18% Pirassununga  São Paulo
1483 Mendes Botelho PTB 31.214 0,18% Brasília de Minas  Minas Gerais
6565 Aldo Rebelo PCdoB 29.554 0,17% Viçosa  Alagoas
4509 Osvaldo Stecca PSDB 28.813 0,17% Campinas  São Paulo
1116 Heitor Franco (Dr. Heitor) PDS 28.593 0,17% Aguaí  São Paulo
1413 Solon Borges dos Reis[nota 19] PTB 28.142 0,16% Casa Branca  São Paulo
1350 Florestan Fernandes PT 27.676 0,16% São Paulo  São Paulo
1122 Fábio Meireles PDS 26.916 0,16% Cajuru  São Paulo
4508 Tuga Angerami PSDB 26.814 0,16% Mococa  São Paulo
4539 Koyu Iha PSDB 24.252 0,14% Santos  São Paulo
1333 Irma Passoni PT 21.194 0,12% Concórdia  Santa Catarina
1317 Ernesto Gradella PT 19.723 0,12% Ribeirão Preto  São Paulo

Deputados estaduais eleitos[editar | editar código-fonte]

Foram escolhidos 84 deputados estaduais para a Assembleia Legislativa de São Paulo.[1][12]

Deputados estaduais eleitos Partido Votação Percentual Cidade onde nasceu Unidade federativa
52111 Afanásio Jazadji PST 153.334 0,91% São Paulo  São Paulo
15152 João Leiva PMDB 102.908 0,60% São Paulo  São Paulo
15219 Roseli Thomeu PMDB 92.190 0,54% Guarulhos  São Paulo
15141 Rubens Furlan PMDB 87.383 0,51% Sorocaba  São Paulo
17111 Osvaldo Bettio PDC 65.907 0,38% Promissão  São Paulo
14180 Newton Brandão PTB 60.418 0,35% Borda da Mata  Minas Gerais
45141 Bernardo Ortiz PSDB 58.784 0,34% Rio de Janeiro  Rio de Janeiro
15125 Mauro Bragato PMDB 55.647 0,32% Promissão  São Paulo
25103 Antônio Carlos Mendonça (Toninho da Pamonha) PFL 54.414 0,32% Araras  São Paulo
25155 Corauci Sobrinho PFL 53.406 0,31% Ribeirão Preto  São Paulo
11166 Hélio Ansaldo PDS 53.270 0,31% Santos  São Paulo
25118 Nabi Abi Chedid PFL 50.050 0,29% Ramarith Líbano
11211 Erasmo Dias PDS 49.958 0,29% Paraguaçu Paulista  São Paulo
11111 Antônio Salim Curiati PDS 48.559 0,28% Avaré  São Paulo
14169 Barros Munhoz PTB 46.548 0,27% São Paulo  São Paulo
15191 Osvaldo Justo PMDB 46.188 0,27% Santos  São Paulo
40240 Gilson Menezes PSB 45.349 0,26% Miguel Calmon Bahia Bahia
36180 Léo Oliveira PRN 45.123 0,26% Barrinha  São Paulo
25277 Waldemar Mattos Silveira (Memau) PFL 44.177 0,26% Limeira  São Paulo
15132 Carlos Apolinário PMDB 43.925 0,26% São Paulo  São Paulo
11138 Conte Lopes PDS 43.726 0,26% São Paulo  São Paulo
45176 Getúlio Hanashiro PSDB 43.456 0,25% Itariri  São Paulo
25125 Artur Alves Pinto PFL 43.084 0,25% São Paulo  São Paulo
45143 Vanderlei Simionatto Doenha PSDB 41.793 0,24% São Paulo  São Paulo
15269 Abelardo Camarinha PMDB 41.220 0,24% Santa Cruz do Rio Pardo  São Paulo
15157 Uebe Rezeck PMDB 40.802 0,24% Colina  São Paulo
13147 Pedro Dallari PT 39.264 0,23% São Paulo  São Paulo
11110 Edson Elias Alves da Silva PDS 38.754 0,23% São Paulo  São Paulo
15116 Arnaldo Jardim PMDB 37.730 0,22% Altinópolis  São Paulo
15124 Roberto Purini PMDB 37.589 0,22% Poloni  São Paulo
45190 Clemente de Almeida PSDB 36.599 0,21% Borda da Mata  Minas Gerais
25235 Edson Ferrarini PFL 36.517 0,21% São Paulo  São Paulo
14232 Francisco Ribeiro Nogueira PTB 35.649 0,21% Nipoã  São Paulo
45156 Roberto Engler PSDB 35.434 0,21% São Paulo  São Paulo
13288 Roberto Gouveia PT 34.202 0,20% Ituiutaba  Minas Gerais
25113 João do Pulo PFL 33.166 0,19% Pindamonhangaba  São Paulo
11250 Roberto Bérgamo PDS 32.045 0,19% Tupã  São Paulo
25200 Luiz Lauro Ferreira PFL 32.009 0,19% Monte Belo  Minas Gerais
14140 Campos Machado PTB 31.874 0,19% Cerqueira César  São Paulo
45153 Célia Leão PSDB 31.852 0,19% São Paulo  São Paulo
15185 Edinho Araújo PMDB 31.073 0,18% Santa Fé do Sul  São Paulo
11143 Junji Abe PDS 30.844 0,18% Mogi das Cruzes  São Paulo
15195 Joel Freire da Costa PMDB 30.609 0,18% São Paulo  São Paulo
14133 Walter José Dermachi PTB 30.024 0,18% São Bernardo do Campo  São Paulo
11120 Wadih Helu PDS 29.198 0,17% Tatuí  São Paulo
15172 Vergílio Dalla Pria PMDB 29.084 0,17% Quatá  São Paulo
45167 Luiz Carlos Neves PSDB 29.057 0,17% Pirapora do Bom Jesus  São Paulo
15252 Adilson Monteiro Alves PMDB 28.721 0,17% São Paulo  São Paulo
15112 Lobbe Neto PMDB 28.429 0,17% São Paulo  São Paulo
15179 Jayme Gimenez PMDB 28.368 0,17% Matão  São Paulo
14171 Daniel Marins Alessi PTB 28.260 0,16% São Paulo  São Paulo
22292 Nelson Fernandes PL 27.521 0,16% Tabuaço Portugal Portugal
14113 Israel Zekcer PTB 27.337 0,16% São Paulo  São Paulo
14229 Celso Giglio PTB 26.891 0,16% Campinas  São Paulo
45139 Ricardo Tripoli PSDB 26.748 0,16% São Paulo  São Paulo
45152 José Maria de Araújo Júnior PSDB 26.594 0,16% Santa Bárbara d'Oeste  São Paulo
52160 Roque Barbiere PST 26.378 0,15% Coroados  São Paulo
15121 Tonico Ramos PMDB 26.284 0,15% Mococa  São Paulo
14250 Osvaldo Sbeghen PTB 26.152 0,15% Mineiros do Tietê  São Paulo
11101 Sylvio Martini PDS 24.792 0,14% Araraquara  São Paulo
22101 Chico Bezerra PL 24.751 0,14% Crateús  Ceará
14111 Fernando Silveira PTB 24.614 0,14% Amargosa Bahia Bahia
13115 João Paulo Cunha PT 24.452 0,14% Caraguatatuba  São Paulo
15181 Rosmary Corrêa (Delegada Rose) PMDB 24.432 0,14% São Paulo  São Paulo
11186 Nelson Salomé[nota 20] PDS 24.350 0,14% Araras  São Paulo
11204 Hatiro Shimomoto PDS 24.023 0,14% São Paulo  São Paulo
36108 Paulo César de Velasco PRN 23.538 0,14% Curvelo  Minas Gerais
14222 Vicente Botta PTB 22.973 0,13% São Carlos  São Paulo
15223 Milton Monti PMDB 22.895 0,13% São Manuel  São Paulo
12293 João Marcelo Gonçalves PDT 21.960 0,13% São José do Rio Preto  São Paulo
12216 Ruy Gonzalez PDT 21.355 0,12% Guarujá  São Paulo
12236 Júlio Marcondes (Julinho) PDT 20.383 0,12% São Carlos  São Paulo
13150 Antonio Palocci PT 20.290 0,12% Ribeirão Preto  São Paulo
13130 Ivan Valente PT 19.885 0,12% São Paulo  São Paulo
13255 Luiz Carlos Pedro (Luizão) PT 19.181 0,11% São Vicente  São Paulo
13147 Beatriz Pardi PT 18.919 0,11% Campinas  São Paulo
13154 Professor Luizinho PT 18.062 0,10% Cândido Mota  São Paulo
13155 Antônio Lucas Buzato PT 17.120 0,10% José Bonifácio  São Paulo
13215 Luiz Antonio Azevedo (Luizinho Azevedo) PT 16.457 0,10% Araraquara  São Paulo
13160 Antenor Chicarino PT 16.304 0,10% Guaratinguetá  São Paulo
65111 Jamil Murad PCdoB 15.155 0,09% José Bonifácio  São Paulo
13123 José Zico Prado PT 13.941 0,08% Macaubal  São Paulo
13187 Eloi Pietá PT 13.838 0,08% Gaurama  Rio Grande do Sul
13101 Arlindo Chinaglia PT 13.143 0,08% Serra Azul  São Paulo

Notas

  1. A posse dos governadores eleitos em 1990 foi fixada no Art. 4º, § 3º do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, enquanto os governadores do Amapá, Distrito Federal e Roraima tomariam posse em 1º de janeiro de 1991 conforme o Art. 28 da Carta de 1988.
  2. Anteriormente o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo certificou uma renúncia e dois indeferimentos dentre os candidatos a governador, negou duas candidaturas ao Senado Federal e registrou 630 candidatos a deputado federal e 1.216 candidatos à Assembleia Legislativa.
  3. Conforme o banco de dados da Justiça Eleitoral, Carvalho Pinto somou 50,70% dos votos válidos em 1958.
  4. Henrique Santillo chegou a integrar a bancada petista em 1980, entretanto o representante goiano deixou o partido por conta de divergências políticas e dois anos depois o amazonense Evandro Carreira filiou-se à legenda.
  5. A candidatura de Mário Covas teve apoio não-oficial do PV, que teve seu registro provisório cassado pelo TRE-SP.
  6. Renunciou em 20/09/1990, para apoiar a candidatura de Mário Covas.
  7. Embora a Constituição afirme que cada senador deva ser eleito com dois suplentes (Art. 46 § 3º), mencionamos apenas o primeiro sem prejuízo de citar o outro quando necessário.
  8. Eleito senador em 1994, afastou-se do mandato de deputado federal no último mês da legislatura em favor de Humberto Parro e assumiu o cargo de ministro do Planejamento após um convite do presidente Fernando Henrique Cardoso.
  9. Foi ministro do Trabalho nos últimos meses do Governo Collor e a seguir ocupou o cargo de secretário de Habitação e Desenvolvimento Urbano do município de São Paulo. Nessas ocasiões foi convocado Paulo Lima.
  10. Afastou-se do mandato para ocupar o cargo de secretário de Esportes, Lazer e Recreação do município de São Paulo e assim foi convocado Chafic Farhat.
  11. a b c d e Em 1992 os seguintes deputados federais elegeram-se prefeitos: Magalhães Teixeira em Campinas, Tidei de Lima em Bauru, Mendes Thame em Piracicaba, Jurandir Paixão em Limeira e André Benassi em Jundiaí, Foram efetivados Luiz Máximo, Carlos Nelson, José Aníbal, Michel Temer e José Abrão,
  12. Afastou-se do mandato para ocupar o cargo de secretário de Energia e Saneamento do estado de São Paulo e assim foi convocado Adilson Maluf.
  13. Afastou-se do mandato para ocupar o cargo de secretário de Transportes do estado de São Paulo e assim foi convocado Roberto Rollemberg.
  14. Afastou-se do mandato para ocupar o cargo de secretário de Governo do município de São Paulo e assim foi convocado Armando Pinheiro.
  15. Eleito vice-governador na chapa de Mário Covas em 1994, renunciou ao mandato de deputado federal no último mês da legislatura em favor de Makoto Iguchi.
  16. Afastou-se do mandato para ocupar o cargo de secretário das Administrações Regionais das Prefeituras do estado de São Paulo.
  17. Faleceu vítima de acidente aéreo em 12 de outubro de 1992 na cidade de Angra dos Reis e por isso foi efetivado Roberto Rollemberg.
  18. Renunciou à 23/03/1994 em favor de Paulo Dias Novaes devido ao escândalo dos Anões do Orçamento.
  19. Eleito vice-prefeito de São Paulo na chapa de Paulo Maluf em 1992, renunciou à cadeira de deputado federal em favor de Jayme Paliarin, todavia este renunciou à condição de suplente e a vaga foi entregue a Maurício Najar.
  20. Homônimo do pianista e compositor Nelson Salomé.

Referências

  1. a b c d e «Banco de dados do Tribunal Superior Eleitoral». Consultado em 22 de outubro de 2017. 
  2. «Banco de dados do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo». Consultado em 10 de julho de 2014. 
  3. «Câmara dos Deputados do Brasil: deputado Luiz Antônio Fleury Filho». Consultado em 11 de julho de 2014. 
  4. «Quem é Aloysio Nunes, novo ministro das Relações Exteriores (oglobo.globo.com)». Consultado em 23 de outubro de 2017. 
  5. «Câmara dos Deputados do Brasil: deputado Aloysio Nunes». Consultado em 23 de outubro de 2017. 
  6. «Aloysio Nunes é líder do governo e presidiu comissão de Relações Exteriores no Senado (g1.globo.com)». Consultado em 23 de outubro de 2017. 
  7. a b «Senado Federal do Brasil: senador Eduardo Suplicy». Consultado em 22 de outubro de 2017. 
  8. a b «Câmara dos Deputados do Brasil: deputado Eduardo Suplicy». Consultado em 11 de julho de 2014. 
  9. A nação frustrada! Apesar da maioria de 298 votos, faltaram 22 para aprovar diretas (online). [[Folha de S.Paulo|Folha de S. Paulo São Paulo (SP), 26/04/1984. Capa. Página visitada em 31 de outubro de 2017.
  10. Sai de São Paulo o voto para a vitória da Aliança (online). Folha de S. Paulo, São Paulo (SP), 16/01/1985. Primeiro caderno, p. 06. Página visitada em 31 de outubro de 2017.
  11. «Página oficial da Câmara dos Deputados». Consultado em 22 de outubro de 2017. 
  12. a b «BRASIL. Presidência da República: Lei nº 9.504 de 30/09/1997». Consultado em 22 de outubro de 2017.