Marrakech

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Marrocos Marrakech
مراكش (Marrākuš)ⵎⵕⵕⴰⴽⵛ (Meṛṛakec)
Marraquexe • Marráquexe
 
—  Município  —
Imagens de Marrakech
Imagens de Marrakech
Brasão de armas de Marrakech
Brasão de armas
apelido/alcunha(s) Pérola do Sul • Porta do Sul • Cidade Vermelha • Cidade Ocre
Marrakech está localizado em: Marrocos
Marrakech
Localização de Marrakech em Marrocos
31° 38' N 8° O
Região Marrakech-Tensift-Al Haouz
Prefeitura Marrakech
Fundação 1062
Fundador Abu Bakr ibn Omar
Administração
 - Prefeito Fatima-Zahra Mansouri (2009, PAM)
Área
 - Total 230 km²
Altitude 450 m (1 476 pés)
População (2004)[1]
 - Total 801 043
    • Densidade 3 482,8/km2 
Gentílico: marraquexi
Código postal 40 000
Sítio www.ville-marrakech.ma

Marraquexe,[2] [3] [4] [5] [6] [7] Marráquexe(apenas em português europeu)[8] [9] ou Marrakech (em árabe: مراكش; transl.: Marrākuš; em berbere: ⵎⵕⵕⴰⴽⵛ; transl.: Meṛṛakec; em francês: Marrakech) é uma cidade do centro-sudoeste do Marrocos, situada perto do sopé norte da cordilheira do Alto Atlas. Conhecida como a "cidade vermelha", a "pérola do sul" ou a "porta do sul", é a capital da prefeitura homônima, a qual faz parte da região de Marrakech-Tensift-Al Haouz. Em 2004 tinha 801 043 habitantes.[1] (1 070 838 na prefeitura).

É a quarta maior cidade do país, a seguir a Casablanca, Fez e Rabat. Situa-se 580 km a sudoeste de Tânger, 327 km a sudoeste de Rabat, 240 km a sudoeste de Casablanca e 246 km a nordeste de Agadir. É provavelmente a mais importante das chamadas quatro cidades imperiais de Marrocos (as outras são Fez, Meknès e Rabat) e a que atrai mais turistas.

A zona é habitada desde o Neolítico, quando agricultores berberes ali viviam, mas a cidade só foi fundada em 1062 por Abu Bakr ibn Umar, caudilho e primo do rei almorávida Yusuf ben Tasufin. No século XII os Almorávidas construíram muitas madraças (escolas islâmicas) e mesquitas na cidade que apresentavam influências da arquitetura do al-Andalus (Ibéria muçulmana). As muralhas avermelhadas da cidade, construídas por Ali ibn Yusuf em 1122-1123 e vários edifícios construídos em pedra igualmente avermelhada durante este período estão na origem de uma das suas alcunhas — "cidade vermelha" ou "cidade ocre". Marraquexe desenvolveu-se rapidamente e tornou-se um centro cultural, relgioso e comercial para o Magrebe e para a região subsariana de África. A Praça Jemaa el-Fna ainda hoje é a mais movimentada e animada de África; em 2001 foi inscrita nas listas do Património Oral e Imaterial da Humanidade. Depois de um período de declínio, a cidade foi ultrapassada por Fez, mas no princípio do século XVI tornou-se novamente a capital de Marrocos. Marraquexe ganhou de nova a sua proeminência durante os reinado dos ricos sultões saadianos Abu Abdallah al-Qaim (r. 1509–1517) e Ahmed al-Mansur (r. 1578–1603), que a embelezaram com sumptuosos palácios como o El Badi (1578) e restauraram muitos monumentos em ruínas. A partir do século XVII, a cidade tornou-se popular entre os peregrinos sufistas devido a nel se situarem os túmulos dos chamados Sete Santos de Marraquexe. Em 1912 foi estabelecido o Protetorado Francês de Marrocos. Thami El Glaoui, um líder feudal berbere tão controverso como notório, teve o título de Paxá de Marraquexe (uma espécie de governador fantoche da administração colonial francesa para certos assuntos) ao longo de praticamente todo o período em durou o protetorado. Em 2009, Fatima Zahra Mansouri tornou-se a segunda mulher a ser eleita prefeita em Marrocos.

À semelhança de muitas cidades marroquinas, Marraquexe tem uma parte antiga (ou almedina), correspondente à cidade primitiva, cercada de muralhas, fortificada, com ruas pejadas de lojas e vendedores de rua, rodeada por bairros modernos, nomeadamente Gueliz, o mais elegante deles, situado junto ao centro. Atualmente é uma das cidades mais movimentadas em África e é simultaneamente um importante centro económico e um destino turístico de fama mundial. O desenvolvimento turístico é uma das prioridades de Mohammed VI, o monarca reinante de Marrocos, que tem como objetivo duplicar o número de turistas estrangeiros que visitam Marrocos anualmente, cujo número se espera chegar aos 20 milhões em 2020. Apesar da recessão económica, o setor imobiliário e a abertura de hotéis subiu acentuadamente em Marraquexe nos primeiros anos do século XXI. A cidade é particularmente popular entre os franceses e muitas celebridades francesas têm lá propriedades. Marraquexe tem também o maior maior zoco (suq, mercado tradicional) berbere, com os 18 zocos especializados que se concentram na almedina, onde se vendem e por vezes também se fabricam os mais variados produtos, que vão desde os tapetes tradicionais berberes até à elteónica de consumo moderna. O artesanato ocupa uma parte signficativa da população, e a sua produção destina-se principalmente aos turistas.

Marraquexe é servida pelo Aeroporto Marrakech-Menara (IATA: RAK, ICAO: GMMX) e por uma ligação ferroviária com Casablanca e o norte do país. Na cidade há várias escolas e universidades, nomeadamente a Universidade Cadi Ayyad. Há igualmente vários clubes de futebol, como KAC Marrakech, o Najm de Marrakech, o Mouloudia e o Chez Ali Club. O circuito urbano Moulay el Hassan acolhe o provas de automobilismo do WTCC, o Auto GP e Fórmula 2 FIA.

Etimologia e uso[editar | editar código-fonte]

Uma possível origem apontada para o topônimo é a expressão berbere mur (n) akuch, que significa "Terra de Deus". Dessa forma original, via a adaptação árabe Marrakuch ter-se-iam originado as formas francesa, Marrakech, e inglesa, Marrakesh.

Em português, a forma vernácula é Marraquexe, cuja prosódia se alterou historicamente. Em obras históricas, como o DOELP de José Pedro Machado, o Vocabulário da Língua Portuguesa de Rebelo Gonçalves e as do brasileiro Antenor Nascentes, a palavra aparecia grafada como proparoxítona[9] . Por sua vez, a Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira e a Enciclopédia Larousse grafam unicamente "Marraquexe" para o nome português da cidade.

"Marraquexe" é igualmente a forma consagrada na seção toponímica do Grande Dicionário da Porto Editora,[4] bem como a forma oficialmente adotada atualmente pela União Europeia[10] , pelo Vocabulário Onomástico da Academia Brasileira de Letras (com força de lei no Brasil), e pelos Ministério das Relações Exteriores do Brasil[7] e Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal.[11] [12]

Estudiosos condenam a grafia "Marrakech", amplamente usada no Brasil, por influência do francês; e ainda menos recomendada é a forma "Marrakesh", copiada diretamente do inglês.

Nos antigos textos portugueses, a cidade era chamada Marrocos, dando o nome ao Reino de Marrocos, para distingui-lo do Reino de Fez, e foi a unificação destes dois reinos que deu origem ao nome "Marrocos" para todo o país.

História[editar | editar código-fonte]

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A região de Marraquexe foi habitada por agricultores desde o Neolítico, conforme é atestado por vários artefactos de pedra desenterrados na área. A cidade foi fundada em 1062 (454 da Hégira) por Abu Bakr ibn Omar, caudilho dos Almorávidas e primo em segundo grau do fundador da dinastia almorávida, Yusuf ben Tasufin (r. 1061–1106). Sob o regime dos Almorávidas, guerreiros piedosos e eruditos do deserto, foram construídas em Marraquexe numerosas mesquitas e madraças (escolas corânicas). O crescimento muito rápido fez com que a cidade se tornasse uma cidade um centro cultural e religioso, suplantando Aghmat, que há muito era a capital do Al Haouz, e se constituísse como um importante centro de comércio entre o Magrebe e a África subsariana. Artesãos andaluzes de Córdova e de Sevilha construíram e decoraram vários palácios na cidade, desenvolvendo o estilo Omíada, caracterizado por cúpulas esculpidas e arcos apontados. Esta influência ibérica misturou-se com os desenhos do Sara e da África Ocidental, criando um estilo arquitetónico único, que estava plenamente adaptado ao ambiente de Marraquexe.

Yusuf ben Tasufin completou a Mesquita Ben Youssef, a primeira da cidade e batizada com o nome do seu filho, construiu casas, cunhou moeda e levou para a cidade ouro e prata em caravanas. Marraquexe tornou-se a capital do Emirado Almorávida, que se estendi desde as costas do Senegal até ao centro da península Ibérica e da costa atlântica até até Argel.

Marraquexe é uma das mais importantes cidadelas do mundo muçulmano. A cidade foi fortificada pelo filho de ben Tasufin, Ali ibn Yusuf (ben Youssef), que em 1122–1123 mandou construir as muralhas que ainda hoje existem, além de construir mais mesquitas e palácios. Também desenvolveu um sistema hídrico subterrâneo conhecido como a rhettara para irrigar o seu novo jardim e horta. Em 1125, o pregador ibn Tumart, fundador do movimento religioso almóada instalou-se em Tinmel, nas montanhas a sul de Marraquexe, após ter sido expulso da cidade. Pregou contra os Almorávidas e influenciou uma revolta que chegou a tomar Aghmat, depois de ter cercado Marraquexe sem sucesso em 1130.

O Almóadas, membros da tribo berbere dos Masmudas, originários das montanhas Alto Atlas e muçulmanos ortodoxos, tomaram Marraquexe em 1147, liderados por Abd al-Mu'min. Depois de um longo cerco e da morte de cerca de 7 000 pessoas, os últimos almorávidas foram exterminados, à exceção dos que lograram fugir para as ilhas Baleares. Em resultado disso, quase todos os monumentos da cidade foram destruídos. Os almóadas construíram vários palácios e edifícios religiosos, dentre os quais se destaca a famosa Cutubia (1184–1199), erigida sobre as ruínas de um palácio almorávida, cujo minarete é gémeo da Giralda de Sevilha e da Torre Hassan de Rabat, desenhadas pelo mesmo arquiteto. A casbá era a residência do califa, um título ostentado pelos governantes almóadas a partir do reinado de Abd al-Mu'min, que rivalizava com o Califado Abássida do Oriente. A casbá recebeu o nome do califa Almançor. O sistema de irrigação foi aperfeiçoado para abastecer de água os novos palmeirais e jardins, incluindo os da Menara. Graças à sua reputação cultural, Marraquexe atraiu muitos escritores e artistas, especialmente da Andaluzia, entre eles o célebre filósofo e polímata Averróis de Córdova.

A morte de Yusuf II em 1224 deu início a um período de instabilidade. Marraquexe tornou-se um reduto dos xeques tribais almóadas e dos ahl ad-dar (descendentes de ibn Tumart), que procuraram tomar de volta o poder do clã governante almóada. A cidade foi tomada, perdida e retomada pela força várias vezes por uma série de califas e pretendentes. Uma dessas disputas foi a brutal conquista de pelo califa sevilhano Idris al-Ma'mun, a que se seguiu um massacre dos xeques tribais almóadas e das suas famílias, além do repúdio público das doutrinas de ibn Tumart feita pelo califa no púlpito da mesquita da casbá. A seguir à morte de al-Ma'mun em 1232, a sua viúva tentou instalar no trono o seu filho, com o apoio dos chefes do exército almóada e mercenários espanhóis, a quem foi prometido entregar Marraquexe para que fosse saqueada. Ao saber disso, a população de Marraquexe procurou fazer um acordo com os comendantes militares e salvou a cidade da destruição pagando a avultada soma de 500 000 dinares.

Em 1269, a cidade foi conquistada por tribos de Zenetas nómadas, que derrotaram o último governante almóada. A cidade entrou então em declínio, que a breve trecho levaria a que perdesse o seu estatuto de capital para a rival Fez.

No início do século XVI Marraquexe voltou a ser novamente a capital do reino, depois de um período em que foi a capital dos emires Hintata. A cidade restabeleceu rapidamente o seu estatuto, sobretudo durante os reinados dos sultões saadianos Muhammad al-Mahdi al-Qaim (r. 1509–1517) e Ahmed al-Mansur (r. 1578–1603). Graças às riquezas acumuladas pelos sultões saadianos, Marraquexe foi emeblezada com palácios sumptuosos e os seus monumentos arruinados foram restaurados. O Palácio el Badi, erigido em 1578, era quase uma réplica da Alhambra, o palácio dos reis nasridas de Granada, que foi construído com materiais caros e raros, incluindo mármores de Itália, pó de ouro do Sudão, pórfiro da Índia e jade da China. O palácio destinava-se principalmente à realização de receções faustosas a embaixadores da Espanha, Inglaterra e do Império Otomano, mostrando o Marrocos saadiano como uma nação cujo poder e influência chegavam a paragens tão distantes como as fronteiras do Níger e do Mali. Durante a dinastia saadiana, Marraquexe retomou a sua anterior posição como ponto de contacto entre as rotas das caravanas do Magrebe, do Mediterrâneo e da África subsariana.

Desde há vários séculos que Marraquexe é conhecida por ser o local onde se encontram os túmulos dos sete padroeiros de Marrocos (Sebaatou Rizjel ou Sete Santos de Marraquexe). Quando o sufismo se encontrava no seu auge de popularidade, no final do século XVII, durante o reinado de Mulai Ismail, foi criado o festival desses santos pelo académico e escritor Abu Ali al-Hassan al-Yusi, a pedido do sultão.[13] Os túmulos dos santos foram então trasladados para Marraquexe para atrair peregrinos e a peregrinação associada aos Sete Santos é atualmente uma instituição firmemente estabelecida. Devido ao seu carácter sagrado, até 1867 os cristãos europeus só podiam entrar na cidade se tivessem uma autorização especial do sultão;[carece de fontes?] os judeus da Europa Oriental estavam autorizados a entrar na cidade.

Durante o início do século XX, Marraquexe passou alguns anos agitados. Depois da morte prematura do grão-vizir Bahmad, que tinha sido nomeado regente até que o sultão Abdel Aziz atingisse a maioridade, o país foi atormentado por anarquia, revoltas tribais, conspiraçõpes de senhores feudais e intrigas das potências europeias. Em 1907, Abd al-Hafid, irmão de Abdel Aziz, apoiado pelo poderoso paxá de Marraquexe e "senhor do Atlas" Thami El Glaoui, é proclamado sultão pelas tribos do Alto Atlas e pelos académicos da Ulemá, que negavam a legitimidade do irmão. Ainda em 1907, o Dr. Mauchamp, um médico francês, foi assassinado em Marraquexe, sendo suspeito de ser espião ao serviço do seu país. A França usou este evento como pretexto para enviar tropas da cidade oriental de Oujda para o importante centro urbano de Casablanca, na costa ocidental. O exército colonial francês deparou com forte resitência da parte de Ahmed al-Hiba (o "Sultão Azul"), um filho do xeque Ma al-'Aynayn, que veio do Sara à frente dos seus guerreiros da tribo nómada dos Reguibat.

A 30 de março de 1912, foi estabelecido o Protetorado Francês em Marrocos. Depois da Batalha de Sidi Bu Othman, na qual a coluna francesa de Mangin derrotou as forças de al-Hiba, em setembro de 1912. A conquista foi facilitada pela reunião das tribos Imzwarn e dos seus líderes com a poderosa família Glaoui, que conduziu a um massacre de cidadãos de Marraquexe nos tumultos que se seguiram. Na primeira metade do século XX, a cidade foi controlada por Thami El Glaoui, senhor do Atlas e paxá de Marraquexe. A instauração do Protetorado Francês do Marrocos em 1912 pôs termo a um período de guerras civis.

Clima[editar | editar código-fonte]

O clima é mediterrânico seco. A temperatura média anual é de 19,2°C e oscila entre os 11,6°C, em janeiro, e os 27,6°C, em julho. As precipitações são de 247 mm anuais, concentradas de outubro a maio, muitas vezes de forma torrencial.

Nuvola apps kweather.svg Dados climatológicos para Marraquexe Weather-rain-thunderstorm.svg
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima média (°C) 18,4 19,9 22,3 23,7 27,5 31,3 36,8 36,5 32,5 27,5 22,2 18,7 26,7
Temperatura mínima média (°C) 5,9 7,6 9,4 11,0 13,8 16,3 19,9 20,1 18,2 14,7 10,4 6,5 12,8
Precipitação (mm) 32,2 37,9 37,8 38,8 23,7 4,5 1,2 3,4 5,9 23,9 40,6 31,4 281,3
Dias com chuva 7,6 6,8 7,5 7,7 4,8 1,2 0,6 1,2 2,8 5,5 6,6 6,5 58,8
Horas de sol 220,1 211,8 248,0 255,0 288,3 315,0 334,8 316,2 264,0 244,9 213,0 220,1 3 131,2
Fonte: Hong Kong Observatory [14]

Cultura[editar | editar código-fonte]

A cidade conta com numerosos monumentos considerados Património da Humanidade, o que a converte na principal atracção turística do país

Cidades irmãs[editar | editar código-fonte]

Galeria de fotografias[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b Royaume du Maroc - Haut-Comissariat au Plan. Recensement général de la population et de l'habitat 2004 (em francês) www.lavieeco.com Jornal La Vie éco. Visitado em 28 de dezembro de 2011.
  2. Enciclopédia Delta-Larousse
  3. Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira
  4. a b Almorávidas Dicionários Porto Editora www.infopedia.pt.
  5. Única forma aceita segundo o Vocabulário Onomástico da Língua Portuguesa da Academia Brasileira de Letras (1999), com força de lei em todo o território brasileiro (Lei nº 5.765).
  6. ABIN - Agência Brasileira de Inteligência.
  7. a b Itamaraty - Tratado de Marraquexe.
  8. Fernandes, Ivo Xavier. Topónimos e Gentílicos. Porto: Editora Educação Nacional, Lda., 1941. vol. I.
  9. a b Antenor Nascentes, Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa, verbete "Marráquexe".
  10. Código de Redacção Interinstitucional
  11. Relações bilaterais Portugal e Marrocos.
  12. Comunicado do Conselho de Ministros (1994).
  13. The Patron Saints of Marrakech (em inglês) www.dar-sirr.com Morocco Travel Guide - Sufi Tourist. Visitado em 18 de julho de 2012. Cópia arquivada em 24 de janeiro de 2012.
  14. Climatological Information for Marrakech, Morocco (1961–1990) (em inglês) www.hko.gov.hk Hong Kong Observatory (2003). Visitado em 30 de novembro de 2013. Cópia arquivada em 5 de outubro de 2013.
  15. Search on for Timbuktu's twin" (em inglês) BBC News (18 de outubro de 2006). Visitado em 10 de novembro de 2008.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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Imagem: Almedina de Marraquexe A cidade de Marraquexe inclui o sítio Almedina de Marraquexe, Património Mundial da UNESCO. Welterbe.svg