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1[editar código-fonte]

O AMX International AMX, ou simplesmente AMX é um avião de ataque ar-superfície usado para missões de interdição, apoio aéreo aproximado e reconhecimento aéreo. Foi desenvolvido pelo consórcio internacional AMX Internacional. Na Força Aérea Brasileira, ele é designado A-1. Na Itália, ele tem o apelido de "Ghibli".

O AMX é capaz de operar em altas velocidades subsônicas a baixa altitude, tanto de dia quanto de noite, e se necessário, a partir de bases pouco equipadas ou com pistas danificadas. O caça conta com relativamente baixa assinatura em infravermelho e reduzida secção frontal ao radar, para melhorar seu percentual de sucesso nas missões. A auto-defesa é proporcionada por mísseis ar-ar, canhões integrados e sistemas de contramedidas eletrônicas.


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2[editar código-fonte]

F-22 Raptor

O F-22 Raptor, é uma aeronave fabricada nos Estados Unidos, um caça-bombardeiro de supremacia aérea, um avião stealth, supercruising equipado com SIGINT.


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3[editar código-fonte]

Inauguração do F-35A

O F-35 A Lightning II ou F-35 Joint Strike Fighter é um projeto para a produção de três aeronaves stealthy, multi-role fighters supersônicas, que fora desenvolvido para satisfazer a necessidade de uma transformação na nova geração de armamento dos governos do Estados Unidos e Reino Unido.

O F-35 foi concebido como projeto de três caças de 5ª geração, de relativo baixo custo, para a Marinha, Força aérea e Marines dos Estados Unidos, englobar três aeronaves em um mesmo projeto atenuou os elevados custos de desenvolvimento comparado aos três separados.


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4[editar código-fonte]

Embraer EMB-111 Bandeirante Patrulha

O Embraer EMB-111 Bandeirante Patrulha, também conhecido pelo apelido de "Bandeirulha", foi criado a partir do avião de transporte leve Embraer EMB-110 Bandeirante, e tem como função o patrulhamento marítimo.

O projeto foi apresentado à Força Aérea Brasileira no ano de 1975 como um substituto para os antigos Lockheed B-69 Neptune. Em 1976 foi feita uma encomenda de 12 unidades para a FAB, entregues entre os anos de 1977 e 1979, sendo denominados como P-95 Bandeirulha.


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5[editar código-fonte]

Cessna T-37

O O Cessna T-37 é um avião birreactor com trem de aterragem triciclo retráctil, bilugar lado-a-lado, designado pelo fabricante Cessna 318. Desenvolvido no início de 1950 como avião de instrução básica de pilotagem, para a Força Aérea dos Estados Unidos, foi exportado e usado na mesma função por diversas forças aéreas. Em algumas forças aéreas de menor dimensão, ou onde a excelência do treino não era considerada, foi usado na função de treino avançado.


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6[editar código-fonte]

McDonnell Douglas F-15 Eagle

Um caça MD F-15C Eagle da Força Aérea dos Estados Unidos do 44º Esquadrão de Caças preparando-se para reabastecimento aéreo de um KC-135 do 909º Esquadrão de Reabastecimento Aéreo como parte do exercício Beverly High 06-03 na Base Aérea de Kadena, Japão em 12 de setembro de 2006.

O Caça
O McDonnell Douglas F-15 Eagle é um caça táctico altamente manobrável, que pode operar sob todas as condições atmosféricas.

A superioridade do Eagle é conseguida na destreza e aceleração, alcance, armamento e aviónica. O F-15 dispõe de sistemas eletrónicos e armamento para detectar, focar, perseguir e atacar aviões inimigos quer em espaço aéreo aliado ou inimigo. Os sistemas de armamento e controle de voo foram desenhados para que uma única pessoa possa realizar combate ar-ar com segurança e eficácia.

A aceleração e agilidade do F-15 são conseguidas através de dois motores de elevada potência e reduzida carga alar, fatores vitais na capacidade de manobra, permitindo elevada velocidade ascensorial, alto teto operacional, e capacidade superlativa de manutenção de curva sustentada, características favoráveis em combate em altas e médias altitudes.


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7[editar código-fonte]

Airbus A330 da TAP

O Airbus A330 é a quarta aeronave comercial de passageiros de maior capacidade de operação para médias e longas distâncias fabricada pela Airbus, sendo superado pelo seu "irmão gêmeo" mais comprido e quadrimotor Airbus A340, pelo modelo A380, lançado em outubro de 2007 e pelo modelo Airbus A350, lançado em janeiro de 2015. O desenvolvimento do A330 aconteceu simultaneamente ao do A340.

A fuselagem e as asas do A330 são idênticas às das versões menores do A340, embora tenham motores diferentes. A fuselagem do A330 é basicamente herdada do Airbus A300, como a seção do nariz/cockpit, o sistema fly-by-wire e o deck do A320. O A330 e o A340 eram montados na mesma linha de montagem em Toulouse-Blagnac, França, até a paralização da fabricação do Airbus A340.


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8[editar código-fonte]

Lockheed SR-71 Blackbird

Lockheed SR-71 Tipo A, também conhecido por Blackbird, e um avião projetado secretamente na area 51 que sua função e de uma aeronave de reconhecimento (daí o "SR": Strategic Reconnaissance) de longo alcance desenvolvido pela Lockheed a partir dos projectos YF-12 e A-12.

O famoso engenheiro aeroespacial Clarence "Kelly" Johnson é o nome por detrás de muitos dos conceitos avançados da aerodinâmica desse avião. Sua fuselagem foi feita com ligas de titânio para suportar as altas temperaturas em torno de 200 a 300 graus celsius, causadas pelo atrito com o ar em virtude da alta velocidade alcançada.

À altitude operacional, o SR-71 conseguia fazer a vigilância de uma superfície de 12.000 km² por hora, o que lhe permitia operar no Vietnã do Norte, na China, na União Soviética, em Cuba ou na Coreia do Norte sem entrar no espaço aéreo respectivo. Nenhum dos 33 SR-71 fabricados foi abatido até a atualidade,no entanto 12 unidades foram perdidas em acidentes.


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9[editar código-fonte]

Supermarine Walrus

O Supermarine Walrus (trad. do inglês Morsa) originalmente conhecido como Supermarine Seagull V (trad. do inglês Gaivota) foi um hidroavião anfíbio monomotor biplano para reconhecimento da frota embarcado em porta-aviões do Reino Unido, desenvolvido pelo engenheiro aeronáutico R. J. Mitchell, e que realizou seu primeiro voo no dia 21 de junho de 1933. Ele foi operado pela Fleet Air Arm (FAA), e também serviu com a Força Aérea Real (RAF), a Força Aérea Real Australiana (RAAF), a Marinha Real da Nova Zelândia (RNZN) e a Força Aérea Real da Nova Zelândia (RNZAF). Ela foi a primeira aeronave incorporada a um esquadrão de serviço britânico que possuía trem de pouso totalmente retrátil e acomodações fechadas em uma fuselagem toda em metal.

Designado para uso com a frota local para ser lançado por catapulta de cruzadores e cruzadores de batalha. O Walrus foi depois empregado em outros tipos de missões, sendo a mais notável o emprego como aeronave de salvamento. Continuou o serviço após a Segunda Guerra Mundial.


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10[editar código-fonte]

Airbus A350 XWB

O Airbus A350 XWB é uma aeronave widebody bimotor turbofan, desenvolvida e fabricada pela Airbus. O A350 é a primeira aeronave fabricada pela Airbus com fuselagem e asas feitas principalmente com fibra de carbono e polímero. Sua capacidade de passageiros varia de 280 a 366 passageiros. No início A350 foi criado para substituir o A330 e A340, e competir com o 787 Dreamliner. Como abrange maior capacidade para passageiros seu foco mudou para o 777, que até então não tinha nenhum competidor a altura com a mesma capacidade, a não ser os grandes quadri-motores que eram muito menos eficientes. Já com foco nos Boeing 787, ficaram os Airbus A330neo, lançados em Julho de 2014, que se tornou o competidor ideal.

O A350 foi projetado em 2004, com o layout de fuselagem do A330 e novas características aerodinâmicas e motores. Em 2006, a Airbus redesenhou a aeronave, após críticas de companhias aéreas e a renomeou como A350 XWB (Xtra Wide Body). Os custos de desenvolvimento foram estimados em 11 bilhões de euros (15 bilhões de dólares, ou 9,5 bilhões de libras esterlinas). Até dezembro de 2015, a Airbus havia recebido 777 encomendas de 41 companhias aéreas. O primeiro voo foi realizado em 14 junho de 2013, partindo do Aeroporto de Toulouse-Blagnac, França.


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11[editar código-fonte]

Boeing 787 Dreamliner

O Boeing 787 Dreamliner é uma aeronave widebody bimotor turbofan desenvolvida e fabricada pela Boeing. Sua capacidade de passageiros varia de 242 a 335 passageiros. É a aeronave mais eficiente da Boeing em termos de combustível e foi a primeira na qual foram usados compósitos como o material principal na construção de sua estrutura. O 787 foi projetado para ser 20% mais eficiente do que o Boeing 767. As características do 787 incluem seu nariz distintivo, o uso total do sistema fly-by-wire, asas curvadas, e redução de ruído dos motores. Seu cockpit é semelhante ao do Boeing 777, o que permite que pilotos qualificados operem os dois tipos de aeronave.

Inicialmente, a aeronave foi designada como Boeing 7E7, até sua renomeação em janeiro de 2005. O primeiro 787 foi apresentado ao público em uma cerimônia de roll-out no dia 8 de julho de 2007, na fábrica da Boeing, em Everett. O desenvolvimento e produção do 787 envolveu uma colaboração de inúmeros fornecedores em todo o mundo. A montagem final das aeronaves acontece em Everett e em North Charleston. Originalmente planejado para entrar em serviço em maio de 2008, o projeto teve vários atrasos. O primeiro voo ocorreu em 15 de dezembro de 2009, e completou os testes de voo 2011.


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12[editar código-fonte]

Northrop Grumman RQ-4 Global Hawk

Northrop Grumman RQ-4 Global Hawk é um veículo aéreo não tripulado (VANT) de vigilância. Ele foi inicialmente desenhado pela Ryan Aeronautical (agora parte da Northrop Grumman) e era conhecido como Tier II + durante o desenvolvimento. Em papel e desenho operacional, o Global Hawk é semelhante ao Lockheed U-2. O RQ-4 fornece uma visão ampla e vigilância sistemática usando radar de abertura sintética (SAR) de alta resolução e sensores (EO/IR) eletro-ópticos/infravermelhos de longo alcance. Ele pode vigiar cerca de 100 mil quilômetros quadrados de terreno por dia.


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13[editar código-fonte]

Mitsubishi A6M Zero

O Mitsubishi A6M Zero foi o principal caça da marinha japonesa durante toda a Segunda Guerra Mundial.

Ganhou reputação de invencível no início da participação japonese no conflito, com a sua manobrabilidade, alcance e razão de subida inigualáveis por qualquer caça ocidental, tanto de terra quanto embarcado. Foi também o avião usado tanto por Hiroyoshi Nishizawa o maior piloto japonês da guerra, quanto por Saburo Sakai, o maior ás japonês que sobreviveu ao conflito.

Tinha um defeito fundamental: para que pudesse ter a leveza e o poder de manobra que tinha, era privado de blindagem em relação à cabine do piloto e ao tanque de combustível, o que a exemplo de outros aviões de guerra japoneses do início do conflito, o tornava extremamente vulnerável ao fogo inimigo, bastava por vezes dar poucos tiros de bala incendiaria na barriga do avião para o destruir ou então na fuselagem, muitos pilotos aliados reconheciam que bastava poucos tiros para destruir o frágil Zero.


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14[editar código-fonte]

Hughes H-4 Hercules

O Hughes H4 Hercules, conhecido como Spruce Goose, é um hidroavião de casco o maior da história da aeronáutica e a aeronave de maior envergadura do mundo, projetado e construído por Howard Hughes, cujo desenvolvimento iniciou-se em 1942 com verbas do governo americano com o objetivo de ser empregado na Segunda Guerra Mundial. Produto de um projeto controvertido, Hughes não conseguiu terminá-lo antes do fim do conflito, o que fez com que sofresse ataques e fosse investigado pelo Senado dos Estados Unidos. Ele pode ser visitado no museu de Aviação Evergreen, em McMinnville, Oregon.


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15[editar código-fonte]

Boeing Vertol CH-46 Sea Knight

O CH-46D Sea Knight é um helicóptero médio de assalto com rotores em tandem, foi usado pela Marinha dos EUA para transporte de cargas, pessoal e busca e salvamento.

O CH-46E é usado pelos Fuzileiros Navais dos EUA para prover transporte de assalto em qualquer tempo, dia e noite, para tropas, suprimentos e equipamento.

O CH-46 Sea Knight foi adquirido pela primeira vez em 1960 sob a antiga designação HRB-1 para preencher o requerimento de transporte médio dos Fuzileiros Navais dos EUA para os ambientes de combate da época. A versão final de produção foi o CH-46F.

No total, 524 H-46s foram produzidos para as Forças Armadas dos EUA, sendo que o último Sea Knight saiu da linha de produção em Fevereiro de 1971. O CH-46 Sea Knight foi retirado de serviço em 2004, sendo substituído pelo MH-60S.


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16[editar código-fonte]

Boeing Vertol CH-46 Sea Knight

O Sukhoi Su-34 (Russo: Сухой Су-34); (OTAN: Fullback) (também designado como Su-32) é um caça-bombardeiro russo avançado de dois lugares. Possui o propósito de substituição do Sukhoi Su-24.

Baseado no Sukhoi Su-27 'Flanker', o Su-34 foi desenhado primariamente para engajamento contra alvos terrestres e navais(bombardeio tático e interdictor), em alvos individuais e grupos; podendo ser usado em missões diurnas quanto noturnas, condições favoráveis ou desfavoráveis de tempo, ambientes hostis sobre fogo inimigo e guerra eletrónica, assim como para reconhecimento aéreo.

Desenvolvimento
O Su-34 teve seu inicio de desenvolvimento prolongado. Em meados dos anos de 1980, a Sukhoi começou o desenvolvimento de um novo caça multiuso tático para substituir o Sukhoi Su-24 de asas de geometria variável o qual apresentava uma série de requisitos problemáticos. Assim, a Sukhoi escolheu o Su-27, que se destacava pela manobrabilidade e alcance, podendo carregar uma larga quantidade de armamentos, como base para o novo caça-bombardeiro. Mas especificamente, a aeronave foi desenvolvida do T10KM-2, o avião de treinamento derivado do Sukhoi Su-33. O desenvolvimento, conhecido internamente como T-10V, foi interrompido nos anos de 1980 com o fim do projeto do porta-aviões soviético Ulyanovsk; o qual foi parado devido a agitação política devido a dissolução da União Soviética.


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17[editar código-fonte]

McDonnell Douglas F-4 Phantom II

O F-4 Phantom II é um caça-bombardeiro de alto desempenho, capacitado para operar em todas as condições meteorológicas e de luminosidade. Desenvolvido originalmente durante a segunda metade da década de 1950 pela McDonell Douglas Corporation, mais tarde McDonnell Douglas e a atual Boeing, entrou ao serviço da Marinha dos Estados Unidos no final de 1960.

Inicialmente desenvolvido para uso a bordo dos porta-aviões, como interceptador de longo alcance, providenciando a defesa aérea da frota, veio a demonstrar uma grande flexibilidade de desempenho, sendo também adotado pela Força Aérea dos Estados Unidos, pelo Corpo de Fuzileiros e ainda por uma dezena de países aliados, revelando-se uma aeronave capaz de executar uma ampla gama de funções, desde a interseção até ao bombardeamento, passando pelo reconhecimento e pela guerra eletrónica, para o que foram desenvolvidas versões especificas.

Em finais de 1979, quando a sua produção terminou, tinham sido construídos 5.195 exemplares de todas as variantes, das quais 2.874 para a USAF, 1.264 para a Marinha e Marines e 1.057 para exportação, mantendo-se na atualidade ainda em atividade em algumas nações, após uma extensiva atualização.

Algumas aeronaves são relembradas pela enorme quantidade de unidades construídas, outras pelo elevado tempo de utilização em serviço, outras ainda pela fiabilidade no cumprimentos das suas missões. Mas quando um avião é reconhecido e lidera as três categorias referidas destaca-se entre os seus pares.


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18[editar código-fonte]

Mil Mi-12

O helicóptero soviético Mil Mi-12, também conhecido como V-12 (NATO: Homer), é o maior helicóptero já construído.

O MI-12 utiliza um esquema de dois rotores transversais contrarrotativos. Foram também construídos pela empresa Mil e eliminaram o uso do rotor traseiro. Estes rotores são os mesmos utilizados no Mil Mi-6 e aqui duplicados (Mi-12).

A produção do protótipo do Mi-12 começou em 1965 conseguindo no primeiro teste levantar não menos que 35.000 kg, em 10 de julho de 1968 iniciaram-se vôos operacionais. Em fevereiro de 1969, o protótipo levantou uma carga de 31.030 kg a uma altura de 3,91 m. Em agosto do mesmo ano, o Mi-12 ergueu 54 205 kg (88 636 lb) a uma altura de 2255 m (7398 pés), um recorde mundial.

Outro Mi-12 com registro CCCP-21142 / H-833 foi construído e demonstrado na Europa inclusive no show de Le Bourget, Paris, em 1971. Apesar disto o helicóptero não alcançou suas especificações de projeto e o programa foi cancelado com apenas três aeronaves produzidas.


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19[editar código-fonte]

Ilyushin Il-2

O Ilyushin Il-2 (Cirílico Илью́шин Ил-2) foi uma aeronave de ataque ao solo (Sturmovik) na Segunda Guerra Mundial, produzido pela extinta União Soviética em grande escala. Em combinação com seu sucessor, o Ilyushin Il-10, um total de 42.330 foram construídos, sendo desta forma a aeronave militar mais produzida de toda a história, estando entre as aeronaves mais produzidas do mundo, junto com o avião civil Cessna 172 e o biplano soviético Polikarpov Po-2, visto algumas vezes lado a lado com o Il-2 nas linhas de frente. O Shturmovik é considerado o melhor avião de ataque ao solo da Segunda Guerra Mundial. Era excelente contra tanques de guerra com sua precisão quando bombardeava em mergulho, além da possibilidade de penetração de seus projéteis na fina blindagem na parte de cima do tanque.

Para os pilotos do Il-2, a aeronave era conhecido como o diminutivo "Ilyusha". Para os soldados em solo, era conhecido como "Corcunda", "Tanque voador" ou ainda "Soldado de infantaria voador". Entretanto, ficou conhecido após a guerra como "Bark". O Il-2 teve participação crucial na Frente Oriental. Joseph Stalin também reconheceu o Il-2 de sua própria e inimitável maneira: quando a produção de uma fábrica em particular estava atrasada em suas entregas, Stalin enviou um telégrafo com palavras duras ao gerente da fábrica, declarando que "Essas aeronaves são tão essenciais para o Exército Vermelho quanto o ar e pão."

Desenvolvimento
A ideia de uma aeronave de ataque ao solo blindada já vinha do começo dos anos 1930, quando Dmitry Pavlovich Grigorovich projetou os biplanos blindados TSh-1 e TSh-2. Entretanto, os motores soviéticos da época não tinham potência suficiente para prover energia suficiente para aeronaves pesadas, para se alcançar uma boa performance. O Il-2 foi projetado por Sergey Ilyushin e sua equipe em 1938. O protótipo, TsKB-55 foi uma aeronave de dois assentos com uma blindagem pesando 700 kg, protegendo a tripulação, o motor, radiadores, e o tanque de combustível.


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20[editar código-fonte]

Aérospatiale Alouette II

O Alouette II é um helicóptero ligeiro, produzido, sob diversas versões, pelo construtor aeronáutico francês, SNCASE, que em 1957 deu origem à Sud Aviation, em 1970 à Aérospatiale, em 1992 à Eurocopter e que em 2000 passou a integrar a EADS.

Foi o primeiro helicóptero do mundo, motorizado com turbina a gás a ser certificado para voo.

As versões militares eram usadas essencialmente em, fotografia aérea, observação, salvamento marítimo. ligação e treino. Na parte civil era usado essencialmente na evacuação médica principalmente em grande altitude, tirando partido do seu motor de turbina.

Desenvolvimento
Origem

  • 1947: Sud Est SE 3000
  • 1947: Sud Ouest SO 1100 Ariel
  • Junho 1948: Sud Est SE 3101 / 3110
  • 23 de Março 1949: Sud Ouest SO 1110 Ariel II
  • 1951: Sud Ouest SO 1120 Ariel III
  • 31 de Julho 1952: Sud Est SE 3120 Alouette
  • 2 de Janeiro 1953: Sud-Ouest SO 1220
  • 16 de Dezembro 1953: Sud Ouest SO 1221 Djinn
  • 12 de Março 1955: Sud-Est SE 3130 Alouette II

Em 31 de janeiro de 1961 voou o protótipo SA-3180-01 (ex SE 3130 n°2), tinha uma nova turbina Turbomeca Astazou II de 530cv que substituiu o propulsor inicial, dando origem à última versão SA-318C, construída em números consideráveis, aumentou o total de aeronaves produzidas para 1 303.

O segundo protótipo SA-3180-02, que voou pela primeira vez em 24 de janeiro de 1966 serviu de plataforma de ensaio para um novo rotor. Elaborado com o apoio do construtor Alemão Bolkow, este rotor tinha as pás simplificadas em resina estratificada e embraiagens de ligação reforçadas e a sua principal inovação, a utilização de apenas 70 peças de reduzida lubrificação, em lugar das 377 do rotor original, veio a ser mais tarde utilizado no SA 340 Gazelle.

O SA-318C teve o seu certificado de voo atribuído em frança no final de 1964 e uns meses mais tarde nos Estados Unidos, terminou a sua produção em 1975 e é um dos helicópteros com maior longevidade em todo o mundo.


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21[editar código-fonte]

Embraer KC-390

O Embraer KC-390 é uma aeronave para transporte tático/logístico e reabastecimento em voo desenvolvido e fabricado pela Embraer Defesa e Segurança, subsidiária do grupo brasileiro Embraer.

A aeronave estabelece um novo padrão para o transporte militar médio, visando atender os requisitos operacionais da Força Aérea Brasileira, em substituição ao C-130 Hercules.

A fabricante pretende ainda alçá-lo como substituto para as demais Forças Aéreas que possuem em sua frota essa classe de cargueiro militar. É também o maior avião produzido na América Latina.

Parcerias
Para o desenvolvimento e produção da aeronave, a Embraer firmou parcerias com a Argentina, Portugal e República Tcheca. A empresa brasileira fornece a seção dianteira da fuselagem com a cabine de pilotagem, asas, seção intermediária da fuselagem e estabilizadores vertical e horizontal. Executa também a integração dos comandos de voo, softwares, aviônica e equipamentos como os trens de pouso, que também produz, através de sua subsidiária Eleb. A Argentina fornece as portas do trem de pouso dianteiro, porta dianteira direita, parte da rampa de acesso traseira, flaps e cone de cauda. Portugal fornece a seção central da fuselagem, sponson e portas do trem de pouso principal e leme de profundidade. A República Tcheca fornece a porta dianteira esquerda, portas traseiras, parte da rampa de acesso traseira e seção traseira da fuselagem.


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22[editar código-fonte]

Sukhoi Su-27

O Sukhoi Su-27 (Russo: Сухой Су-27); (OTAN: Flanker) é um caça russo de motores duplos de supermanobrabilidade desenvolvido pela Sukhoi. Foi desenvolvido como competidor direto dos caças de quarta geração dos Estados Unidos como o Grumman F-14 Tomcat e F-15 Eagle, possuindo alcance de ação de 3,530 km, sofisticada aviônica e supermanobrabilidade. Foi desenhado para superioridade aérea, mas suas variantes mais modernas tem capacidade e eficiência para quase todos os tipos de operações aéreas bélicas. Complementando o menor Mig-29, o Su-27 é a aeronave rival mais direta ao F-15 Eagle norte americano.

O Su-27 entrou em serviço na Força Aérea Soviética em 1985. Seu principal objetivo era a defesa aérea contra bombardeios americanos como o SAC B-1B e B-52G/H, na proteção da costa soviética de porta-aviões e escolta de bombardeios estratégicos como o Tu-95 "Bear", Tu-22M "Backfire" e Tu-160 "Blackjack".

Várias aeronaves foram desenvolvidas com base do design do Su-27, caso do Su-30, Su-33, Su-34, Su-35 e Su-37. Foi exportado para vários países, sendo o Shenyang J-11 uma versão chinesa construída sobre licença do Su-27.


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23[editar código-fonte]

Blohm & Voss BV 141

O Blohm & Voss BV 141 foi uma aeronave alemã durante a Segunda Guerra Mundial, desenhada para realizar missões tácticas de reconhecimento aéreo e bombardeamento ligeiro para a Luftwaffe. O BV 141 tornou-se notável pelo seu design pouco convencional e assimetria estrutural.


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24[editar código-fonte]

Caudron G.3

O Caudron G.3 foi um biplano monomotor construído pelos irmãos Gaston e René Caudron, tendo sido amplamente utilizado na Primeira Guerra Mundial como uma aeronave de treinamento e reconhecimento.

Foi o primeiro avião a realizar um loop em acrobacia aérea, em 1913 e a cruzar os Andes, em 1921. No Brasil se destacou por ter sido utilizado pela aviadora Anésia Pinheiro Machado no voo São Paulo/Rio de Janeiro em 9 de setembro de 1922.

Desenvolvimento
O Caudron G.3 foi projetado como um aperfeiçoamento do Caudron G.2 que o antecedeu. Essa aeronave fez seu primeiro vôo em maio de 1914, no aeródromo Crotoy Le.

Esse aeroplano possuía uma fuselagem bem característica: biplano; cockpit curto, com o motor fixo ao nariz da nacele; e empenagens múltiplas.

Com a eclosão da Primeira Guerra Mundial ele foi produzido em grandes quantidades: 2.450 exemplares na França, 233 na Inglaterra, e 166 na Itália. Por ato de patriotismo, os irmãos Caudron não cobraram seus direitos de licenciamento para a fabricação.

Posteriormente foi substituído Caudron G.4, na versão bimotor.


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25[editar código-fonte]

Saab JAS 39 Gripen

Saab JAS 39 Gripen, também designado como F-39 Gripen, é um caça multiuso leve monomotor fabricado pela empresa aeroespacial Saab, da Suécia. Ele foi projetado para substituir o Saab 35 Draken e o 37 Viggen na Força Aérea Sueca (Flygvapnet). O Gripen tem uma configuração de asas em delta e canard, além de controles de voo fly-by-wire. Ele é alimentado por um Volvo RM12 e tem uma velocidade máxima de Mach 2. Tais aeronaves mais tarde foram modificadas para os padrões de interoperabilidade da OTAN e para o reabastecimento aéreo. "JAS" é a abreviatura de "Jakt, Attack, Spaning" (em português Caça, Ataque, Reconhecimento), e "Gripen" (do grego Γρύπας, em latim Gryphus e em português, Grifo) é o nome da criatura mitológica da antiguidade, meio leão, meio águia, cuja imagem também está presente no logotipo da própria marca Saab.

Em 1979, o governo sueco iniciou estudos de desenvolvimento para uma aeronave capaz de missões de caça, ataque e reconhecimento para substituir o Saab 35 Draken e o 37 Viggen. Um novo projeto da Saab foi selecionado e desenvolvido como o JAS 39, voando pela primeira vez em 1988. Após dois acidentes durante o desenvolvimento do voo e subsequentes alterações ao software de controle de voo da aeronave, o Gripen entrou em serviço com a Força Aérea Sueca em 1997. Variantes atualizadas, com aviônicos mais avançados e adaptações para tempos de missão mais longos, começaram a entrar em serviço em 2003.


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26[editar código-fonte]

Fokker Eindecker

Fokker Eindecker (ou Fokker Monoplano), foi a designação de uma série de aviões de caça monoplanos, monomotores, monopostos em configuração de tração, desenvolvidos e utilizados pelo Império Alemão a partir de 1915 até meados de 1916, durante a Primeira Guerra Mundial.

Histórico
O Eindecker ("Monoplano") foi o primeiro avião alemão projetado e construído especificamente como avião de caça, e também o primeiro avião a ser equipado com uma metralhadora sincronizada, permitindo ao piloto disparar através do arco formado pelas lâminas da hélice em movimento sem atingi-las.

Projetado pelo engenheiro holandês Anthony Fokker, o Eindecker ("Monoplano") foi baseado num modelo anterior sem armamento, o Fokker M.5K (cuja designação militar era Fokker A.III), que por sua vez era baseado num projeto francês, o também monoplano, Morane-Saulnier H, só que o projeto de Fokker usava tubos de aço na estrutura da fuselagem ao invés de madeira. Ele era equipado com um mecanismo de sincronização para a metralhadora também desenvolvido por Fokker, controlando uma única metralhadora Parabellum MG14. Anthony Fokker em pessoa demonstrou o sistema em 23 de Maio de 1915, tendo levado o avião a reboque do seu carro de passeio a um campo militar próximo a Berlim.


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27[editar código-fonte]

Messerschmitt Bf 109

O Messerschmitt Bf 109, por muitas vezes referido de Me 109, (Na maioria das vezes pela tripulação aliada e até mesmo entre os ases alemães em si), foi um caça multifunções alemão projetado por Willy Messerschmitt e por Robert Lusser durante a década de 1930. A designação "Bf 109" foi emitida pelo Ministério da Aviação do Reich e representa a empresa de desenvolvimento Bayerische Flugzeugwerke (em que o engenheiro Willy Messerschmitt posteriormente se tornaria dono e por conseguinte mudaria o nome da empresa para Messerschmitt). Foi um dos primeiros caças verdadeiramente modernos, incluindo características como a fuselagem toda de metal, cabine de voo fechada e trem de aterragem retráctil, sendo alimentado por um motor V12 invertido com refrigeração líquida.

O Bf 109 viu pela primeira vez o serviço operacional durante a Guerra Civil Espanhola e continuou em serviço no alvorecer da era dos jatos, no fim da Segunda Guerra Mundial, durante a qual foi a espinha dorsal da força de combate da Luftwaffe, sendo a partir de 1941 constantemente complementado com o Focke-Wulf Fw 190. Após a guerra, continuou a prestar serviço pelas forças aéreas espanhola, israelita, checoslovaca, iugoslava e suíça.


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28[editar código-fonte]

Beriev A-40

O Beriev A-40 Albatros (conhecido também como Be-42 ou Mermaid) foi um avião anfíbio à jato projetado pela Beriev Aircraft Company para missões anti-submarino. Com o objetivo de substituir o Beriev Be-12 e o Ilyushin Il-38, o projeto foi suspenso após apenas uma aeronave ser completamente fabricada, e o segundo protótipo com 70% já construído, devido à queda da União Soviética. Relatórios recentes sugerem que o projeto foi reativado e que um pedido foi feito pela Marinha Russa.

Desenvolvimento
O voo de estréia foi realizado sem planejamento; durante um teste de taxi em alta velocidade, a aeronave decolou e varou a pista, e a tripulação foi forçada a continuar a decolagem. O voo subsequente e o pouso ocorreram sem qualquer incidente, mas a tripulação foi rebaixada de seus postos, apesar de ter salvo a aeronave.


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29[editar código-fonte]

Messerschmitt Me 262

Messerschmitt Me 262 Schwalbe ("Andorinha") foi o primeiro caça a jato a entrar em uso operacional. Estava anos à frente em termos de projeto e desempenho, porém, não teve a devida prioridade, chegando tarde demais para mudar o curso da guerra. Os motores a jato, razão do elevado desempenho, apresentavam pouca confiabilidade, causando muitas baixas. As primeiras unidades a utilizá-lo operacionalmente foram de bombardeiro (por ordem de Hitler, os aviões foram modificados para carregar bombas), apresentando resultados sofríveis, devido à alta velocidade de aproximação.

Somente em 1944 foram utilizados na sua função natural de interceptador, com alguns sucessos frente aos numerosos bombardeiros e caças aliados.


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30[editar código-fonte]

Boeing AH-64 Apache

O helicóptero AH-64 Apache da Boeing IDS é o helicóptero principal do Exército dos Estados Unidos, sucessor do AH-1 Cobra. Este é considerado o melhor helicóptero de ataque do mundo, sendo empregado em diversos ambientes hostis e com elevadas taxas de sucesso em suas missões

O Exército americano emitiu um pedido de propostas (RFP) em 1972 para um helicóptero avançado de ataque (Advanced Attack Helicopter, abreviadamente AAH). De uma lista inicial de 5 fabricantes, apenas a divisão de aeronáutica Toolco Aircraft Division da Hughes Aircraft (mais tarde Hughes Helicopters) e a Bell foram seleccionadas como finalistas. O modelo 97/YAH-64 da Hughes foi preferido em detrimento do modelo 409/YAH-63 da Bell, em 1976. O primeiro vôo pelo protótipo ocorreu em 1977 embora só em 1982 tenha sido assinado o contrato. Em 1983 o primeiro helicóptero de produção foi construído nos hangares da Hughes em Mesa, Arizona. Em 1984 a Hughes Helicopters foi adquirida pela McDonnell Douglas por US$500.000.000. Esta tornou-se da Boeing Helicopters após a fusão da McDonnel Douglas e a Boeing em 1996.

Dois modelos do AH-64 destacam-se no Exército dos Estados Unidos: o AH-64A e o AH-64D. As variantes B e C chegaram a ser produzidas mas nunca entraram ao serviço. Várias variantes foram concebidas a partir dos modelos A e D para exportação. O Westland WAH-64 britânico é baseado no AH-64D, inserindo bastantes melhorias.


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31[editar código-fonte]

AgustaWestland EH101 da Marinha Portuguesa

O AgustaWestland EH101 é um helicóptero originalmente desenvolvido num esforço conjunto entre a Westland Helicopters no Reino Unido e Agusta na Itália para aplicações militares, embora também possar ser utilizado no contexto civil. Desde 2007, o EH101 teve sua designação oficial modificada para AgustaWestland AW101.

Desenvolvimento
Em 1977, o Ministério da Defesa do Reino Unido expediu uma requisição para a compra de um novo helicóptero (ASW) anti-submarino de guerra para substituir o Westland Sea Kings da Royal Navy. A Westland respondeu com um desenho chamado WG.34, que foi aprovado para desenvolvimento. Enquanto isto, a Marinha Militar Italiana também estava procurando por um substituto para o seus Sea Kings fabricados pela Agusta, o que levou a Agusta a uma série de discussões com a Westland sobre a possibilidade de um desenvolvimento conjunto. Isto culminou na finalização de uma joint venture em Novembro de 1979 e na formaçcão de uma nova empresa (EH Industries) para gerenciar o projeto no ano seguinte.


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32[editar código-fonte]

Mikoyan MiG-35

O Mikoyan MiG-35 (Nome de código da OTAN Fulcrum-F) é um caça desenvolvido a partir do caça de elevado custo de manutenção MIG 29M/M2. É classificado como um caça a jato geração 4++ pela Mikoyan-Gurevich. O primeiro protótipo foi uma modificação da aeronave, que anteriormente serviu como o modelo de demonstração MIG 29M/M2. 10 protótipos foram construídos até agora e estão atualmente sujeitos a extensivos testes de campo. A MIG Corporation apresentou oficialmente o MIG 35 na Aéro Índia 2007. Foi relatado que o MiG-35 fez o seu caminho de Moscou para Bangalore, em menos de três horas, assistido de um reabastecimento em voo no caminho e voando a velocidades supersónicas. O MiG-35 foi apresentado oficialmente quando o ministro russo da Defesa, Sergei Ivanov, visitou Lukhovitsky Machine Building Plant "MAPO-MIG". A versão monoposto é designado MiG-35, e da versão de dois lugares é MiG-35D. O caça melhorou muito seus aviônicos, sistemas de armas, o novo radar AESA, Sistema Localizador Ótico que inclusive foi exclusivamente projetado e que livra a aeronave de precisar de interceptação controlada pelo solo (GCI),o que permite realizar missões multi-tarefas de forma independente.


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33[editar código-fonte]

B-2A Spirit

O Northrop (mais tarde Northrop Grumman) B-2 Spirit, também conhecido como Stealth Bomber, é um bombardeiro estratégico furtivo dos Estados Unidos, projetado para penetrar densas defesas antiaéreas; é um projeto no formato "asa voadora". O bombardeiro pode lançar armas convencionais e termonucleares, tais como bombas Mark 82 JDAM guiadas pelo Sistema de posicionamento global ou dezesseis bombas nucleares B83 de 1.100 kg. O B-2 é a única aeronave reconhecida que pode transportar mísseis ar-terra em uma configuração furtiva.

Foi desenvolvido originalmente sob o projeto "Advanced Technology Bomber" (ATB) durante a administração de Jimmy Carter; seu desempenho foi uma das razões para o cancelamento do bombardeiro supersônico B1-A. O projeto ATB continuou durante o governo de Ronald Reagan, mas as preocupações com atrasos na sua introdução levaram ao restabelecimento do programa B-1 também. Os custos do programa aumentaram ao longo do desenvolvimento. Projetado e fabricado pela Northrop, mais tarde Northrop Grumman, o custo de cada aeronave era de 737 milhões de dólares (em valores de 1997). Os custos totais de aquisição em média eram de 929 milhões de dólares por aeronave, o que inclui peças sobressalentes, equipamentos e suporte de software. O custo total do programa, incluindo desenvolvimento, engenharia e testes, foi de cerca de 2,1 bilhões de dólares por aeronave em 1997.


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34[editar código-fonte]

Mikoyan-Gurevich MiG-31

O Mikoyan-Gurevich MiG-31 (designação NATO: Foxhound) é um caça de alta performance, capacitado para interceptar e destruir múltiplos alvos aéreos a altitudes entre os 50 e os 28 000 metros, em todas as condições atmosféricas de dia e de noite.

O desenvolvimento deste interceptor começou em 1970, baseado na célula do MIG-25 Foxbat, voou pela primeira vez em 16 de Setembro de 1975 e terão sido construídos desde 1979 505 exemplares nas suas várias versões.

Fez a sua apresentação mundial, quando apareceu em público pela primeira vez, no Salão Aeronáutico de Paris em Julho de 1991 participando tanto na exibição estática como na aérea.

Origens do projecto / Desenvolvimento
A génese do MIG-25 e do seu derivado MIG-31, têm origem num memorando secreto, que o então Presidente dos Estados Unidos, Dwight D. Eisenhower assinou em Novembro de 1954 autorizando voos de reconhecimento a grande altitude, sobre o território da ex-União Soviética dirigidos pela CIA. Inicialmente executados por aeronaves de reconhecimento Lockheed U-2 mas interrompidos pelo abate da aeronave pilotada por Francis Gary Powers no dia 1 de Maio de 1960 por acção de um míssil terra-ar, e continuados com o uso de balões estratosféricos, até ao aparecimento do avião de reconhecimento estratégico de alta altitude e velocidade mach 3 Lockheed SR-71, que nem sequer necessitava de sobrevoar o território alvo para executar a missão, devido a elevada altitude a que operava e a sofisticação dos meios ao dispor.

Nasce assim o projecto de um caça interceptor de elevadas performances destinado a manter invioladas as fronteiras domésticas. Designado Ye-155, voa pela primeira em 6 de Março de 1964 na versão de reconhecimento Ye-155R-1, devido a problemas de desenvolvimento no armamento especifico da versão de intercepção Ye-155P-1, a qual só faz o primeiro voo seis meses depois a 9 de Setembro de 1964.


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35[editar código-fonte]

Boeing 747 Large Cargo Freighter

O Boeing 747 Dreamlifter também conhecido como Boeing 747 Large Cargo Freighter (LCF) é uma versão do Boeing 747-400, especialmente modificado para o transporte de carga. Foi construído com o principal objetivo de transportar as peças que constituem o Boeing 787. É um dos aviões de carga com maior volume do mundo.

A modificação do LCF foi parcialmente efetuada na delegação da Boeing em Moscovo, e na Boeing Rocketdyne; o sistema de abertura da cauda foi desenhada em parceria com a empresa espanhola Gamesa Aeronáutica. As modificações tiveram lugar em Taiwan pela Evergreen Aviation Technologies Corporation, uma joint-venture do grupo da Evergreen, EVA Air e General Electric.


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36[editar código-fonte]

Boeing A160 Hummingbird

O Boeing A160 Hummingbird (designado como YMQ-18A pelas USAF) é um veículo aéreo não tripulado (VANT) de asas rotativas. Seu design incorpora muitas novas tecnologias nunca antes utilizadas em helicópteros, permitindo maior resistência e altitude do que qualquer helicóptero atualmente em operação.

Desenvolvimento

O desenvolvimento do Hummingbird foi iniciado pela DARPA pela Frontier Aircraft em 1998. A partir de 2003, tanto o Exército dos EUA e da Marinha dos EUA também participaram no financiamento do projeto. Em maio de 2004, a empresa foi adquirida pela Boeing e integrou-se à Boeing Phantom Works, sendo mais tarde integrada ao grupo Advanced Systems da Boeing Integrated Defense Systems.

Versões iniciais do A160 foram equipados com motores automotrizes modificados da Subaru, mas versões posteriores utilizaram motores turboshaft Pratt & Whitney PW207D.


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37[editar código-fonte]

SuperGuppy-F-BPPA.jpg

O Aero Spacelines 377-SG/SGT Super Guppy é um avião cargueiro fabricado pela Aero Spacelines até meados dos anos 90.

Foi utilizado também pela fabricante européia de aviões Airbus, para transportar peças e partes de outros aviões. Utilizava 4 motores turboélice, e tinha uma envergadura extremamente frágil e pouco aerodinâmica, tendo assim um grande número de acidentes.

A partir de 1994 a Airbus substituiu o Super Guppy pelo Airbus A300-600ST "Beluga", finalmente interrompendo sua fabricação.

Atualmente o Super Guppy é utilizado pela NASA, no transporte de componentes e pequenos veículos espaciais.


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38[editar código-fonte]

Dornier Do X

O Dornier Do X, em língua alemã também referido como "Flugschiff" ("Barco Voador") foi um hidroavião alemão. Foi o maior, mais pesado e poderoso de seu tipo fabricado, tendo sido produzidas apenas 3 unidades.

História
Foi concebido pelo projetista alemão Claudius Dornier, que já havia projetado o bem-sucedido Dornier J Wal. Principiado no início da década de 1920, o primeiro exemplar foi concluído em meados de 1929, tendo realizado o primeiro voo em 12 de julho, com sucesso.

A sua fabricação foi financiada pelo governo alemão. Para contornar as imposições do Tratado de Versalhes (1919) que proibia a Alemanha de fabricar aeronaves, foi fabricado no lago de Constança na Suíça.

Esteve nos Açores, onde amerissou na baía da Horta (1929) e no Brasil (1931), país que visitou numa estratégia de propaganda do fabricante.

Embora popular com o público, a falta de interesse comercial, o grande consumo de combustível, algumas deficiências no projeto e uma série de acidentes não fatais, levaram à descontinuidade da produção.

Das três unidades produzidas, duas (X2 e X3) foram vendidos para a Itália, onde foram batizados como "Umberto Maddalena" (X2) e "Alessandro Guidoni" (X3). Nesse país tiveram uso militar pela Regia Aeronautica e, mais tarde, cogitou-se a possibilidade de a "Societá Anonima Navigazione Aerea" (SANA) utilizá-los para o transporte de passageiros. Não se conhece ao certo qual o destino final destas aeronaves.


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39[editar código-fonte]

Fokker Dr.I

O Fokker Dr.I (Dreidecker, "triplano" em alemão) foi um avião militar, utilizado durante a Primeira Guerra Mundial. Foi projetado por Reinhold Platz e construído pela Fokker-Flugzeugwerke. O modelo ganhou notoriedade quando foi pilotado pelo "Barão Vermelho" Manfred von Richthofen, que o usou nas suas últimas 19 vitórias até sua morte.

Design e desenvolvimento
Em Abril de 1917, a Royal Naval Air Service (RNAS) introduziu o Sopwith Triplane. O Sopwith depressa provou ser superior ao Albatros e ao Halberstadt scouts usado pelos Serviços aéreos alemães.

Nenhum dos 11 fabricantes de aviões alemães (Albatros, Pfalz, AEG, DFW, Schütte-Lanz e Euler), respondeu com protótipos de triplanos.

Os trabalhos de Fokker responderam às necessidades com o V.3, um triplano equipado com um pequeno motor-rotativo, fuselagem em aço e asas muito grossas. Testes iniciais revelaram deficiências no V.3, particularmente no controle das forças.

Fokker produziu o V.4, um protótipo melhorado, o substituto do V.3. O V.4 provou ser superior aos protótipos do triplano construídos por outros fabricantes. Depois de um teste, Idflieg emitiu uma ordem para a produção imediata dos aviões.

Alguns especialistas consideram o Dr.1 um quadriplano, pois a sessão do aerofólio presente entre as rodas do avião, por possuir um perfil assimétrico, também gera sustentação ao avião.

História Operacional
Foram pré-produzidos dois triplanos, designados por F.I. Estes aviões, da série 102/17 e 103/17, foram os únicos a receber o nome de F.I. Chegaram a Markebeeke, Bélgica no dia 28 de Agosto de 1917. Richthofen, voou no 102/17, pela primeira vez a 1 de Setembro de 1917 e abateu dois aviões inimigos nos dois dias seguintes. Disse a Kogenluft (Kommandierenden der General Luftstreitkräfte) que o F.I era muito satisfatório.

Na primeira vez que o triplano esteve em combate durou pouco tempo. Kurt Wolff, Staffelführer da Jasta 11, foi atingido no 102/17 a 15 de Setembro e Werner Voss, Staffelführer da Jasta 10, foi morto no 103/17 a 23 de Setembro. A produção das máquinas, designadas por Dr.I, começaram em Outubro. Estes aviões eram idênticos ao F.I. Todos os aviões foram entregues a esquadrões como o Richthofen's Jagdgeschwader 1.


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40[editar código-fonte]

Bell 206 Jet Ranger

O Bell 206 Jet Ranger é uma aeronave de asas rotativas desenvolvida e fabricada pela empresa norte-americana Bell Aircraft Corporation.

Histórico
O Bell 206 Jet Ranger originou-se no início da década de 60 para participar de uma licitação do exército dos EUA para um helicóptero leve de observação. Apesar de inicialmente perder o contrato, a aeronave entrou no mercado civil em 1967. Posteriormente, acabou entrando em serviço no exército, na marinha e no corpo de fuzileiros americanos, onde obteve destaque como treinador e utilitário. O desenho básico permaneceu o mesmo, mas a aeronave já sofreu atualizações como o 206B Jet Ranger II em 1971 e o 206B-3 JetRanger III em 1977, com um novo rotor de cauda e um motor mais potente.

O 206A e o 206B são helicópteros de cinco assentos, enquanto o 206L Long Ranger é uma versão alongada com sete assentos. Tanto a versão de cinco, quanto a versão de sete, possuem dois lugares a frente e três na traseira, mas a versão de sete lugares possui uma fileira de dois assentos entre as anteriores. O Long Ranger é comulmente usado como ambulância aérea, já a versão padrão é muito pequena para esta função.


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41[editar código-fonte]

Sikorsky UH-19 Chicksaw exposto no Museu do Ar Portugal

O Sikorsky H-19 Chickasaw. possui a distinção de ter sido o primeiro verdadeiro helicóptero de uso militar, desempenhando um papel importante na formulação inicial da doutrina do exército Americano (US Army), para a mobilidade e emprego do heli-transporte no campo de batalha.

A sua principal característica é a colocação do motor no nariz do aparelho, obrigando a colocar a cabine no centro de gravidade o que permitia uma considerável variação na carga transportada, sem afectar a estabilidade do voo. Especial atenção foi também dada à questão da manutenção. Todo o aparelho podia ser desmontado em 12 a 15 horas. O motor podia ser trocado em 2 horas, mesmo sem equipamento especializado. As inspecções diárias eram feitas em 15 a 20 minutos.

Desenvolvimento
Desenvolvido nos finais dos anos 40 do século XX, voou pela primeira vez em Novembrom de 1949. Foram construídos 5 protótipos YH-19, para testes e avaliação. E em 1951 a Força Aérea Americana (USAF) encomendou 50 unidades do modelo H-19A, com motor R-1340-57 de 550cv, o mesmo dos protótipos. Já no final de 1951 foi colocada uma encomenda, para 270 novos unidades, com motor R-1300-3 de 700cv, versão H-19B, alguns dos quais foram equipados com um guincho lateral de salvamento e designados de SH-19.

A Marinha Americana (US Navy) fez a sua primeira encomenda em 28 de abril de 1950 para 10 unidades HO4S-1 (iguais aos H-19A), logo seguida de outra de 61 unidades HO4S-3 (similares aos H-19B). A Guarda Costeira (US Coast Guard) utilizou a versão HO4S-3G. As versões de transporte de tropas e assalto, para os Fuzileiros Americanos (US marine Corps) foram designadas HRS-1 e HRS-2 idênticas à versão HO4S-1, foram encomendadas 151 unidades e entregues a partir de Abril de 1952. O Exército Americano (US Army) no final de 1951 encomendou 72 H-19C (51-14242 a 51-14313) e 301 em 1952 H-19D, destes muitos foram transferidos para países amigos ao abrigo de vários programas de assistência militar.


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42[editar código-fonte]

Kawanishi H8K

Kawanishi H8K (japonês: 二式大型飛行艇, Tipo 2 hidroavião pesado. 二式大艇, Nishiki Daitei, Nishiki Taitei) — foi um hidroavião quadrimotor usado pela Marinha Imperial do Japão na II Guerra Mundial. Era conhecido pelos aliados como Emily. Dos aviões desta categoria usados no conflito, é considerado um dos melhores.

Projeto
Em 1938 quando seu antecessor o Kawanishi H6K entrava em serviço, a Marinha japonesa determinou o desenvolvimento de um hidroavião de patrulha maior e com mais alcance. O resultado foi este hidroavião, inspirado no britânico Short Sunderland, e considerado por alguns como o melhor da guerra. Apesar disso, seu desenvolvimento foi problemático. O protótipo apresentou deficiência de flutuação na água. Outros protótipos corrigiram o desenho de seu casco.

Era um hidroavião com grande resistência a danos. Foi dotado de blindagem pesada e seus tanques de combustível eram bem protegidos.

As melhorias na versão H8K2 logo apareceram e por seu armamento defensivo extremamente pesado mereceu o respeito das tripulações aliadas que aparentemente apelidaram-no de porco-espinho voador. O H8K2 era um aperfeiçoamento do H8K1, com motores mais potentes, armamento ligeiramente melhor e um aumento na capacidade dos tanques de combustível. Foi idealizado para ser a versão definitiva e teve 112 aeronaves construídas.


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43[editar código-fonte]

Rockwell B-1 Lancer

O Rockwell B-1 Lancer é um bombardeiro estratégico norte-americano quadrimotor de geometria variável. Concebido na década de 1960 como um bombardeiro supersônico com carga e alcance suficientes para substituir o Boeing B-52 Stratofortress, evoluiu como um penetrador de baixa altitude e longo alcance, com capacidade de velocidade supersônica a grande altitudes.

O desenvolvimento do B-1 foi longo, dificultado pelas mudanças nas doutrinas de balanço estratégico entre as superpotências, variando entre respostas flexíveis e destruição mútua assegurada. A versão inicial B-1A foi desenvolvida no início da década de 1970, mas foi cancelada após a construção de apenas quatro protótipos. Com o surgimento da demanda por uma nova plataforma no início da década de 1980, a aeronave ressurgiu como versão B-1B, priorizando a missão de bombardeio por penetração a baixa altitude. O B-1B entrou em serviço em 1986 com o Comando Aéreo Estratégico da USAF, com a função de bombardeiro nuclear.

Na década de 1990 o B-1B foi convertido para bombardeiro com munição convencional, tendo seu primeiro uso em combate na Operação Desert Fox em 1998 e novamente durante a operação da OTAN no Kosovo, no seguinte. O B-1B tem participado em missões de combate em apoio às forças dos EUA e da OTAN no Afeganistão e Iraque. O Lancer é o componente supersônico da força de bombardeiros de longo alcance da USAF, ao lado dos subsônicos B-52 and Northrop Grumman B-2 Spirit. Com a retirada de serviço do General Dynamics/Grumman EF-111A Raven em 1998 do Grumman F-14 Tomcat em 2006, o B-1B é a única aeronave militar norte-americana de geometria variável que se encontra em serviço ativo. Há planos do B-1B permanecer em atividade até a década de 2020, quando será suplementado pelo projeto Next Generation Bomber.

Antecedentes
Em dezembro de 1957, a USAF começou a desenvolver um novo bombardeiro pesado para substituir o venerável B-52, concedendo à North American Aviation Inc. um contrato para projetar e construir dois protótipos XB-70. Mas quatro anos antes da entrega do primeiro protótipo, o XB-70 já estava condenado. Quando o Lockheed U-2B de Francis Gary Powers foi derrubado pelos primeiros mísseis terra-ar soviéticos SA-2 Guideline, ficou claro que os dias dos bombardeiros que voavam a grande altitude estavam contados.


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44[editar código-fonte]

Heinkel He 177

O Heinkel He 177 foi um bombardeiro pesado desenvolvido e produzido pela Heinkel, na Alemanha, durante a Segunda Guerra Mundial. Encontrou diversas falhas técnicas e motoras durante o seu desenvolvimento, tendo a sua produção passado para a Arado para que a Heinkel se concentrasse no He 111. Continha uma inovação nos seus motores, pois aparentemente um bimotor, era na realidade um quadrimotor; cada asa tinha dois motores que trabalhavam juntos para gerar maior potência num único grupo de hélices. Várias versões foram construídas, porém nenhum alcançou os resultados esperados pela Luftwaffe. Uma versão posterior, o Heinkel He 277, viria a ser um forte candidato para um possível Amerika Bomber.

Design e Desenvolvimento
Em 1936, a empresa de Heinkel Flugzeugwerke recebeu do governo alemão detalhes para uma nova especificação para um bombardeiro puramente estratégico que seria destinado a apoiar uma campanha de bombardeio de longo prazo contra a indústria soviética. Esta especificação, proposta pela primeira vez pelo RLM em 3 de junho de 1936 (ironicamente, no mesmo dia em que o principal defensor da Luftwaffe como uma força de bombardeiro estratégico, o general Walther Wever , perdeu a vida) pedia uma aeronave mais avançada do que o Dornier Do 19 Ou Junkers Ju 89 , baseados nos protótipos do "Bombardeio Ural" que o general Wever havia defendido. A especificação do avião exigia que o avião carregasse uma carga de bomba de pelo menos 1.000 kg (2.200 lb) em uma distância de 5.000 km (3.100 mi), com uma velocidade máxima não inferior a 500 km/h (311 mph) em altitude.


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45[editar código-fonte]

Boeing A160 Hummingbird

O Boeing A160 Hummingbird (designado como YMQ-18A pelas USAF) é um veículo aéreo não tripulado (VANT) de asas rotativas. Seu design incorpora muitas novas tecnologias nunca antes utilizadas em helicópteros, permitindo maior resistência e altitude do que qualquer helicóptero atualmente em operação.

Desenvolvimento
O desenvolvimento do Hummingbird foi iniciado pela DARPA pela Frontier Aircraft em 1998. A partir de 2003, tanto o Exército dos EUA e da Marinha dos EUA também participaram no financiamento do projeto. Em maio de 2004, a empresa foi adquirida pela Boeing e integrou-se à Boeing Phantom Works, sendo mais tarde integrada ao grupo Advanced Systems da Boeing Integrated Defense Systems.

Versões iniciais do A160 foram equipados com motores automotrizes modificados da Subaru, mas versões posteriores utilizaram motores turboshaft Pratt & Whitney PW207D.

O A160 continuou com testes de voo de desenvolvimento em 2010, e os voos de teste já haviam demonstrado maior resistência, altitudes mais altas, autonomia mais ampla e maior carga útil. O programa tinha metas ambiciosas de um alcance máximo de 4.000 km, 24 horas de autonomia e teto máximo de 9.100 metros. Os voos eram em grande parte autônomos, com a aeronave a tomar suas próprias decisões sobre como voar em si para cumprir determinados objetivos, ao invés de confiar no controle humano em tempo real.

O A160 alcançou velocidades máximas de mais de 258 km/h, embora a autonomia e o teto máximo fossem seus objetivos, e não a velocidade.


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46[editar código-fonte]

Fairey Rotodyne

O Fairey Rotodyne foi um helicóptero composto ou Girodino designado e desenvolvido pela Fairey Aviation e intencionado para a aviação comercial e militar. Um desenvolvimento do anterior Fairey Jet Gyrodyne que estabeleceu o recorde mundial de velocidade para um helicóptero, o Rotodyne possuía jato-rotores nas pontas de seu rotor principal, que queimavam uma mistura de combustível com ar comprimido para a realização da rotação, possuía também em pequenas asas dois motores turboélices Napier Eland para a propulsão à frente. O rotor fazia como os voos de helicópteros comuns com decolagem e pouso vertical, além de voo pairado, bem como voo transicional de baixa velocidade, e auto rotacionado durante o voo de cruzeiro com toda a força dos motores aplicadas nos propulsores das asas.

Somente um protótipo foi construído, contudo mostrou-se muito promissor em seu conceito e em seus teste de voo, mas o programa foi eventualmente cancelado. Sua terminação foi devida a uma rejeição de encomendas por parte de empresas de aviação comercial, uma das causas prováveis foi pelo fato de o rotor produzir muito ruído causado pelos propulsores das asas. Causas políticas, o projeto foi fundeado pelo governo - que teve também um papel na falta de encomendas, o que acabou condenando o projeto.

Design
O Rotodyne possuía um rotor largo com quatro pás e mais dois motores turboélices propulsores Napier Eland N.E.L 3 montados um em cada ponta das pequenas asas. Para a decolagem e aterrissagem o rotor era provido de quatro jato-rotores nas pontas de suas pás. Estes eram alimentados através de uma canalização dos bordos de ataque das asas que iam até o topo rotor. Cada motor fornecia ar para o par de rotores opostos; o ar comprimido era misturado com combustível e queimado. Como um sistema de torque mínimo de rotor, não necessitou de um sistema anti-torque, sendo o seu giro controlado por pedais que direcionavam dois lemes na cauda em conjunto com o torque dos propulsores em velocidades baixas. Os propulsores fornecem empuxo para o voo translacional enquanto o rotor auto rotaciona. O cockpit incluí um cíclico e um elevador coletivo como em um helicóptero.


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47[editar código-fonte]

O Flyer I avariado na tentativa de
14 de Dezembro de 1903.

O Wright Flyer (também frequentemente referenciado como Flyer I ou 1903 Flyer) foi a primeira aeronave construída pelos Irmãos Wright. Eles voaram com ele por quatro vezes em 17 de Dezembro de 1903, próximo à Kill Devil Hills, Carolina do Norte, cerca de 6,4 km ao Sul de Kitty Hawk, Estados Unidos. Hoje a aeronave está em exibição no Museu do Ar e Espaço em Washington, D.C.

A Smithsonian Institution, descreve a aeronave como: "...a primeira máquina motorizada, mais pesada que o ar a conseguir um voo sustentado e controlado com um piloto a bordo." A Fédération Aéronautique Internationale descreveu o voo de 1903 durante o 100º aniversário em 2003 como "o primeiro voo motorizado, sustentado, controlado e motorizado de uma máquina mais pesada que o ar."

Projeto e construção
O Flyer era baseado na experiência adquirida pelos irmão Wright testando planadores entre 1900 e 1902. O seu último planador, o planador de 1902, inspirou diretamente o desenho do Flyer.

Os Wright construíram a aeronave em 1903 usando madeira de Picea como matéria prima. As asas foram desenhadas com um arqueamento de 1-em-20. Como eles não encontraram um motor de automóvel leve o suficiente para a tarefa, eles atribuíram ao seu empregado Charlie Taylor a tarefa de construir um completamente novo. Uma corrente semelhante às de bicicletas, acionava as duas hélices que também foram projetadas e construídas por eles, à mão.


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48[editar código-fonte]

XR222 TSR-2 com acabamento branco, anti-flash, fotografado em Duxford, na Inglaterra, em 2006

O British Aircraft Corporation TSR-2 (em inglês:Tactical Strike and Reconnaisance, Mach 2; traduzido em português: Bombardeiro Tático e de Reconhecimento, Mach 2) foi um projeto desenvolvido pela British Aircraft Corporation, de bombardeiro tático e avião de reconhecimento para a Força Aérea Real Britânica, cancelado em meados da década de 1960.

O TSR-2 estava desenhado para poder entrar no campo de batalha, a baixa altitude e alta velocidade, para posteriormente atacar objetivos primários como armamento nuclear ou convencional. Ele também foi criado para realizar reconhecimento fotográfico a grande altitude e altas velocidades. Estes requerimentos de desenho faziam do TSR-2 um avião de alta tecnologia para a época em que se estava desenvolvendo, sendo considerado um dos mais avançados para desempenhar estes papéis. Apesar de só um dos dois protótipos chegou a voar, as provas do voo demostraram que a aeronave estava preparada para alcançar estas estritas especificações em seu desenho.

O TSR-2 foi vítima de decisões políticas que, junto com as disputas entre os distintos ramos das Forças Armadas do Reino Unido sobre as futuras necessidades de defesa do país, levaram a controvérsia decisão de abandonar o programa em 1965. Depois da eleição do novo governo, o TSR-2 foi cancelado devido ao aumento dos custos de desenvolvimento, favorecendo em seu lugar a aquisição do General Dynamics F-111K, uma decisão que posteriormente foi também descartada devido ao fato de custos e tempo de desenvolvimento dispararem. O programa TSR-2 foi substituído com a aquisição de mais aviões lackburn Buccaneer e McDonnell Douglas F-4 Phantom II.


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49[editar código-fonte]

O Concorde G-BOAC da British Airways.

O Concorde é um avião comercial supersônico de passageiros, que foi produzido entre abril de 1965 (fabricação da primeira peça) e o final de 1978, pelo consórcio formado pela britânica British Aircraft Corporation (BAC) e a francesa Aérospatiale. Seus voos comerciais começaram em 21 de janeiro de 1976 e terminaram em 24 de outubro de 2003, tendo sido operado apenas pelas companhias British Airways e Air France.

Histórico
No final da década de 1950, era de interesse das agências americana, francesa, inglesa e soviética, a criação de uma aeronave supersônica de transporte de passageiros. Cada um desses países possuía seu próprio projeto, porém, no começo da década de 1960, devido aos enormes custos demandados, os governos da Inglaterra e França decidiram juntar forças, e em 25 de outubro de 1962, assinaram um tratado que criou o consórcio franco-britânico e tornou possível o desenvolvimento do projeto e produção da aeronave.

No início, o Concorde tinha cerca de 100 pedidos das companhias mais importantes do mundo, além da Air France, Pan Am e BOAC, atual British Airways, que eram as companhias lançadoras do tipo, a Japan Airlines, Lufthansa, American Airlines, Qantas e TWA também manifestaram interesse de compra.

A construção do primeiro protótipo francês (nº 001) começou em abril de 1965 pela Aérospatiale em Toulouse, França e foi concluída em 11 de dezembro de 1967. Após quinze meses de testes em solo, decolou para seu primeiro voo em 2 de março de 1969. O segundo protótipo (nº 002) foi construído pela BAC em Filton (en), Inglaterra e decolou para seu primeiro voo um mês depois, em 9 de abril de 1969.


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50[editar código-fonte]

Aeronave A-12, número de serial 06932

O Lockheed A-12 foi uma aeronave de reconhecimento construída pela Lockheed para a Agência Central de Inteligência - CIA, baseado nos projetos de Clarence “Kelly” Johnson. O A-12 foi produzido de 1962 a 1964 e esteve em operação de 1963 até 1968. O modelo de assento único, que primeiro voou em 1962, foi o precursor do interceptador da Força Aérea Americana YF-12 e da famosa aeronave de reconhecimento SR-71 Blackbird. A última missão com o A-12 foi realizada em maio 1968 e o programa e a aeronave deixaram de serem operados em junho de 2009.

O trabalho preliminar iniciou-se no interior da Lockheed no final da década de 1950, com a finalidade de desenvolver o sucessor do U-2, os projetos receberam o codinome de "Archangel" (Arcanjo), uma vez que o programa do U-2, havia sido conhecido por "Angel" (Anjo). Com as mudanças constantes acontecidas no modelo e configurações da aeronave, as designações internas da Lockheed para o projeto mudaram de Archangel-1 para Archangel-2, e assim sucessivamente. Esses codinomes, ao longo do tempo, logo tornaram-se mais simplificados e passaram a serem conhecidos apenas por "A-1", "A-2", etc.

O A-12 foi o décimo-segundo projeto da Lockheed neste desenvolvimento de uma aeronave que substituiria o U-2. Porém, muitos documentos e referências ao projeto, utilizam o nome preferido por Johnson para a aeronave, "the Article" (o Artigo).

Após o projeto ser selecionado pela CIA em 1959, o projeto e a produção do A-12 aconteceram sob o codinome OXCART.

O primeiro voo do A-12, uma aeronave identificada como 'Article 121', ocorreu em Groom Lake, Nevada, em 25 de abril de 1962.


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51[editar código-fonte]

Kamov Ka-31 em 2005

O Kamov Ka-31 (OTAN: 'Helix') é um helicóptero militar desenvolvido para a Marinha Soviética e atualmente em serviço na Rússia, China e Índia como Sistema Aéreo de Alerta e Controle.

Como todos os helicópteros Kamov, exceção para a família Ka-60/62, o Ka-31 possui dois rotores coaxiais dispostos que eliminam a necessidade de um rotor na cauda. A fuselagem do Ka-31 é baseada no Kamov Ka-27. Uma característica distintiva do Ka-31 é a sua larga antena para aviso de radar. A segunda é que o sensor de redução elétrico-optico fica embaixo do cockpit. O trem de pouso retrai em ordem de prevenir interferência com o radar.

Design e desenvolvimento

A equipe de desenvolvimento da Kamov começou a desenvolver o helicóptero médio naval em 1980 e seu primeiro voo ocorreu em 1987. O desenvolvimento esteve direto resultado no cancelamento do AWACS Antonov An-71. O An-72 era proposto para ser disposto no primeiro porta-aviões pesado soviético, o Almirante Kuznetsov, sendo cancelado em favor do Yakovlev Yak-44. O Yak-44 estava em desenvolvimento na época, a marinha soviética queria uma medida melhor e começou a investigar outras plataformas viáveis para agir como AEW, no mar.


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52[editar código-fonte]

Douglas SBD

O Douglas SBD Dauntless foi um caça-bombardeiro naval e bombardeiro de mergulho fabricado pela Douglas Aircraft de 1940 até 1944. O SBD ("Scout Bomber Douglas") foi principal caça de escolta e bombardeiro de mergulho embarcado em porta-aviões da Marinha dos EUA durante o período da Segunda Guerra Mundial entre 1940 e 1944. Ele também foi operado pelos Fuzileiros Navais dos EUA, tanto a partir de bases terrestres como de porta-aviões. Seu primeiro uso em combate significativo foi durante a Batalha do Mar de Coral, mas o SBD Dauntless é famoso por ter sido o caça-bombardeiro que desferiu os golpes fatais contra os porta-aviões japoneses durante a Batalha de Midway, em junho de 1942. A aeronave foi uma das mais importantes na Frente do Pacífico na Segunda Guerra, afundando mais embarcações inimigas nesse teatro do que qualquer outro bombardeiro aliado.


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53[editar código-fonte]

Sikorsky UH-60

O Sikorsky UH-60 Black Hawk, designado pelo fabricante como S-70, é um helicóptero médio bimotor de transporte utilitário e assalto. O modelo foi o vencedor de uma competição do Exército dos Estados Unidos no final da década de 1970 para a substituição da família UH-1 Huey. Sua variante naval desenvolvida para a US Navy é o Sea Hawk. O fato de ser considerado o melhor em sua categoria tem influenciado suas vendas para as forças armadas de dezenas de países, inclusive o Brasil. Sendo que, sua implementação e emprego têm permitido o emprego de novas estratégias e táticas de combate.

No Brasil
Exército
O Exército Brasileiro adquiriu quatro aeronaves em 1997 para operar na MOMEP (Missão de Observação Militar Equador-Peru) pelas características da região do conflito (grande altitude e sem infraestrutura aeroportuária).

Atualmente, estes helicópteros estão integrados a 4º Batalhão de Aviação do Exército na cidade de Manaus.

Força Aérea
Em 2006, a Força adquiriu 6 helicópteros dos estoques dos Estados Unidos. Os H-60L foram adquiridos pela FAB objetivando atender, especificamente, a missão de Combate SAR na região amazônica, sendo distribuídos no Esquadrão Hárpia 7º/8º GAV e o Pantera 5º/8º GAV. Em 2009 a FAB teria feito o pedido de mais 15 unidades do UH-60L ao Congresso Americano.


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54[editar código-fonte]

Frank Erickson, comandante da Guarda Costeira dos Estados Unidos e Igor Sikorsky, num R-4 em 1944.

O Sikorsky R-4 foi um dos primeiros helicópteros e o primeiro a ser produzido em larga escala. Foi projetado por Igor Sikorsky em 1942, e produzido no mesmo ano para a Força Aérea Americana, e mais tarde foi utilizado também pela RAF e pela Marinha Real.

Desenvolvimento
O VS-316 foi desenvolvido a partir do famoso helicóptero experimental VS-300, inventado por Igor Sikorsky, que o demonstrou publicamente em 1940. O VS-316 foi designado XR-4.

O XR-4 fez seu voo inicial em 13 de Janeiro de 1942 e foi aceito pelo Exército em 30 de maio de 1942. O XR-4 completou 761 milhas (1.225 km) em voo de Connecticut para Ohio, em uma altitude de 12.000 pés (3.700m), 100 horas de serviço em voo sem nenhum incidente grave e uma velocidade no ar de aproximadamente 90 mph (140 km/h).

Na USAF, era designado "Rotorcraft", e na RAF era "Hoverfly".


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55[editar código-fonte]

Breguet 14 polonês durante a Ofensiva de Kiev

O Breguet 14 foi um biplano francês, aeronave bombardeiro e de reconhecimento da Primeira Guerra Mundial.

História
Foi construído em larga escala e com produção contínua por muitos anos após o final da guerra. Apesar de seu extenso uso, foi a primeira aeronave de produção em massa a utilizar grande quantidade de metal ao invés de madeira em sua estrutura. Isto possibilitou que ela fosse mais leve do que as de estrutura de madeira comparadas com o mesmo comprimento, tornando a aeronave mais veloz e ágil para o seu tamanho, capaz de superar muitos dos caças de sua época. Sua construção forte foi capaz de aguentar muitas avarias, de fácil comércio e boa performance. Breguet 14 é considerado uma das melhores aeronaves da Primeira Guerra.

Este biplano iniciou a carreira no domínio militar, como aeronave de reconhecimento e bombardeamento. O protótipo, que foi posto a voar pelo seu criador, Louis Breguet, em Novembro de 1916, deu origem a uma série de cerca de 4.000 aviões de observação e 1.600 bombardeiros, iniciando o serviço no Verão de 1917. A aeronave era propulsionada por um motor Renault de 12 cilindros em V, desenvolvendo 300 cavalos. Esta potência permitia transportar 300 kg de bombas, para além de uma metralhadora sincronizada, na parte dianteira da fuselagem, e um par de metralhadoras na parte traseira, que são utilizadas pelo segundo membro da tripulação.


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56[editar código-fonte]

Let Aero Ae-145 Super

O Aero 45 foi um avião civil utilitário bimotor produzido na Checoslováquia após a Segunda Guerra Mundial. Este foi o primeiro produto da indústria aeronáutica da nação pós-guerra e provou ser um grande sucesso, com muitos dos 590 produzidos tendo sido exportados.

Projeto e desenvolvimento
O desenvolvimento se iniciou em 1946 e foi realizado pelos projetistas técnicos Jiři Bouzek, Ondřej Němec e František Vik. O desenho traz uma superficial lembrança, se visto a partir do nariz, do avião alemão Siebel Si-204, que junto com outras aeronaves alemãs como o Bf 109, foram produzidos na Chechoslováquia durante sua ocupação. O protótipo (matrícula OK-BCA) voou pela primeira vez em 21 de Julho de 1947 e o segundo, matriculado OK-CDA, um ano depois. Os testes de voo foram realizados sem incidentes e foi liberada a produção em série no ano de 1948. O número de modelo "45" não foi uma continuação da numeração que a Aero Vodochody utilizava antes da guerra, mas como uma referência aos 4/5 assentos da aeronave.


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57[editar código-fonte]

Ilyushin Il-78M em voo c.2013

O Ilyushin Il-78 (Nome na OTAN: Midas) é um avião para reabastecimento em voo quadrimotor baseado em seu "irmão" Il-76.

Projeto e Desenvolvimento
O Il-76 para carregamento de combustível foi concebido em 1968, mas a quantidade de combustível transferível na versão inicial era de apenas 10 toneladas, o que era insuficiente, então seu projeto foi arquivado. Quando o Il-76 teve sua performance melhorada, tornou-se interessante o projeto do tanker e o mesmo foi reiniciado em 1982, e foi chamado de IL-78.

Além do aumento no combustível transferível neste último modelo do IL-76, o IL-78 possui dois tanques de combustíveis removíveis com capacidade de 18.230 litros instalado no porão de carga, permitindo a transferência de 85.720 kg (com os tanques adicionais) ou 57.720 kg (sem os tanques). Controlado da posição do atirador, retirando-se o equipamento militar, três aeronaves podem ser reabastecidas simultaneamente das estações de reabastecimento UPAZ-1A (IL-78) / UPAZ-1M (IL-78M) de 26m equipados nos bordos de fuga das asas e na fuselagem traseira.


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58[editar código-fonte]

Um Sud Aviation Caravelle da Aero Jet no Aeroporto da Portela c.1995.

O SE 210 Caravelle (designado Caravela em Portugal) foi o primeiro avião comercial a jato de curto/médio curso, produzido pela empresa francesa Sud Aviation a partir 23 de junho de 1955 (quando a mesma ainda era conhecida por SNCASE daí a sigla do modelo da aeronave ser "SE"). É geralmente considerado um dos primeiros projectos de jato comercial com sucesso, já que o, mais antigo, De Havilland Comet, apesar de chegar a ter entrado ao serviço, sofreu uma série de acidentes que obrigaram à sua retirada prematura. Durante vários anos, o Caravelle tornar-se-ia um dos jactos comerciais com mais sucesso, sendo utilizado por vários países europeus e americanos. Historicamente, o Caravelle foi importante ao ser a primeira aeronave com todos os motores montados na fuselagem traseira, deixando as asas completamente livres. Esta disposição foi depois seguida por vários projectos de aeronaves, entre os quais o DC-9 e o Boeing 727.

Desenvolvimento
Em 12 de Outubro de 1951 o Comité du Matériel Civil (Comissão de Aeronaves Civis da França) publicou uma especificação para um avião de médio curso, que fosse, posteriormente enviado para a indústria pela Direction Technique et Industrielle. Esta definia uma aeronave com capacidade para entre 55 e 65 passageiros e 1.000 kg de carga, em percursos de até 2.000 km, com uma velocidade de cruzeiro de aproximadamente 600 km/h.


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59[editar código-fonte]

F/A-18 da Marinha dos Estados Unidos

O F/A-18 Hornet é um moderno avião, do tipo caça de dominação aérea, criado pelos Estados Unidos. Pode carregar até 8.000 kg de mísseis e pode alcançar uma velocidade de 1.915 Km/h, graças ao seu motor de 97,8 KN de potência.

História
Seu desenvolvimento começou em meados dos anos 70, quando a US Navy (Marinha dos EUA) pediu aos fabricantes de aviões que criassem um caça de baixo custo de fabricação, que fosse multifuncional e capaz de operar em porta-aviões, para substituir o ultrapassado A-4 SkyHawk. O F-18 nasceu a partir do YF-17 que perdeu a concorrência de avião de baixo custo operacional da USAF para o F-16 que saiu vitorioso. No entanto o F-16 não era robusto o suficiente para operar em condições marítimas e também de péssima operação a partir de porta-aviões, então o projeto do YF-17 foi retomado, aprimorado e desenvolvido, dando origem então a um dos melhores jatos navais de todos os tempos, o F/A-18 Hornet.

Características
Podendo levar uma enorme variedades de armas, o F-18 logo se tornou o principal vetor da US Navy enquanto os F-14 garantem a interceptação de longo alcance, o Hornet dispõe da versatilidade de interceptações de curto alcance, defesa, ataque marítimo-terrestre e reconhecimento. Sua excelente manobrabilidade conferiu ao F/A 18 a fama de um dos melhores caças de combates a curta distância (dogfight).


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60[editar código-fonte]

Canadair CL-415 a caminho de combate à incêndio próximo de Dryden Canadá.

O Canadair CL-415, inicialmente conhecido como Bombardier 415, é um avião anfíbio e cisterna do Canadá, construído como um avião cortafogos. É um avião projetado e construído especificamente para aéreos de combate a incêndios e baseia-se no modelo CL-215. Ele é comercializado nos Estados Unidos como o "Super Scooper".

Histórico operacional
O CL-415 voou pela primeira vez em 6 de dezembro de 1993, com as primeiras entregas em novembro de 1994. Recebeu encomendas de vários países logo em seguida. Derivado de seu antecessor apelido, ele adquiriu o nome de "Super Scooper" na luz da sua muito desempenho avançado e uma água bombardeiro e fogo suppresser. Em reconhecimento das suas capacidades, a aeronave foi premiado com o Batefuegos de oro (ouro extintor de incêndio) pela Asociación para la Promocion de Actividades Socioculturales. O prêmio de menção na parte de leitura "Esta é a ferramenta mais eficiente para o combate aéreo a incêndios florestais, a chave para a organização de combate a incêndios em um grande número de países. As melhorias contínuas para atender as necessidades de floresta de combate a incêndios de ter feito estas aeronaves aérea significa mais demanda de mais de 30 anos."


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61[editar código-fonte]

[[Imagem:|thumb|right|220px|Um Go 244 em 2 de fevereiro de 1941.]] O Gotha Go.244 foi um avião de transporte aéreo usado pela Luftwaffe durante a Segunda Guerra Mundial. Era uma versão motorizada do planador Go 242.

Desenvolvimento.
O Go 244 foi a versão motorizada do Gotha Go 242 que era um planador de transporte. Os estudos para a versão motorizada do Go 242 começou no início do próprio projeto do planador, com uma proposta inicial de o mesmo ser modificado para permitir que um único motor Argus As 10C seria temporariamente ligado ao nariz do planador para assim permitir a recuperação para à base após o uso do planador. Esta ideia foi rejeitada, mas como alternativa uma versão com dois motores permanente foi levada adiante.

Três Go 242s foram modificados como protótipos motorizados Go 244, equipado então com diferentes motores radiais. O primeiro protótipo, o Go 244 V1, foi alimentado por dois BMW 132 de 660 hp (492 kW) , enquanto o segundo protótipo teve como motores um par de Gnome-Rhône 14Ms de 700 cv (522 kW) capturados dos franceses e no terceiro protótipo foram testados os motores Shvetsov M-25 de 750 hp (560 kW), sendo o modelo Shvetsov era na realidade motores adaptados pelos soviéticos dos modelos Wright Cyclone, que nada mais eram que motores de origem americana com nove cilindros radiais.


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62[editar código-fonte]

O California Arrow em manobras c.1904

O California Arrow, foi o primeiro dirigível Norte americano, projetado e construído por Thomas Scott Baldwin em 1904.

Histórico
Pouco se sabe sobre os dirigíveis de Baldwin em termos de construção, mas o que se pode observar nas fotos disponíveis, é que eles eram modelos extremamente básicos. Uma estrutura de madeira de seção triangular servia como "cabine de pilotagem" (aberta), sob um conjunto de redes de trama retangular feitas de cordões fortes, as quais, quando a bolsa de gás era inflada, a mantinham presa.

Baldwin estava procurando por algo que revigorasse o interesse do público no uso de balões, visto que os balões estáticos já não atraíam a atenção como antes. Baldwin havia lido a respeito do sucesso de Santos Dumont e seu "dirigível N-1", que fazia as manchetes em 1898. Tão interessado ele estava, que viajou para a França para estudar o "estado da arte" em dirigíveis. De volta aos Estados Unidos, ele despendeu o quatro anos seguintes tentando encontrar um motor adequado, leve o suficiente para o seu projeto, o que acabou conseguindo com Glenn Curtiss, na época um fabricante de motocicletas de Hammondsport. Apenas Curtiss, naquela época, fabricava motores de dois cilindros leves o suficiente para uso em dirigíveis.

De acordo com o que se pode ver nas fotos, o California Arrow, se assemelhava bastante com os "dirigíveis N-5 e N-6" de Santos Dumont, porém mais curto.


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63[editar código-fonte]

Um AS332 Super Puma da Força Aérea Francesa

O Eurocopter AS332 Super Puma (também chamado Caracal), originalmente fabricado pela Aérospatiale, hoje Eurocopter, é um helicóptero médio para o mercado civil e militar. É uma versão maior e remotorizada do original Aérospatiale SA-330 Puma.

No Brasil
É operado pelas três forças armadas como helicóptero de transporte médio com missões específicas de cada força.

Força Aérea Brasileira
Em 1986, a FAB recebeu 10 aeronaves AS-332M, devolvendo como parte da negociação os helicópteros Puma que operava anteriormente. As aeronaves foram integradas ao 3º/8º GAv que as utiliza em transporte aéreo, ou ainda, aproveitando sua longa autonomia, em missões de busca e salvamento.

Marinha do Brasil
A partir de 1987, foram recebidos seis helicópteros Eurocopter AS-332 F1 pela Marinha do Brasil. Em 1994, foram adquiridos dois AS 532 Mk1, similares aos anteriores. Todas as aeronaves estão integradas ao 2º Esquadrão de Emprego Geral (HU-2).

Exército Brasileiro
O Exército Brasileiro adquiriu oito unidades AS-532UE entregues a partir de 2002. É o helicóptero com maior autonomia e capacidade de carga da força. Encontram-se integrados ao e ao 4º Batalhão de Aviação do Exército.


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64[editar código-fonte]

Myasischev 3MD (em russo: 3МД) no Museu da Força Aérea Monino Central (Moscou)

O Myasishchev M-4 Molot (em russo: Молот (Hammer), nome dado pela Força Aérea dos Estados Unidos como "Type 37", e nome pela OTAN: 'Bison'.) é um bombardeiro estratégico quadri-motor projetado por Vladimir Mikhailovich Myasishchev e fabricado pela União Soviética nos anos de 1950 para suprir a necessidade de um bombardeiro capaz de atacar alvos na América do Norte. A empresa Myasishchev foi então formada para construir tal bombardeiro.

História
Vladimir M. Myasishchev cooperou desde 1924 no desenvolvimento e design, de muitos modelos de aviões de combate, pero é mais conhecido por um em especial, o Myasishchev M-4, sendo este o primeiro bombardeiro pesado de largo alcance e quadri-motor, operativo.

O primeiro voo de testes ocorreu a finais de 1953, pouco depois do primeiro voo do Boeing B-52 Stratofortress. O M-4 foi mostrado pola primeira vez ao público na Praça Vermelha de Moscovo, quando efetuou uma voo de baixa altitude durante a celebração do Dia do Trabalhador de 1954 e foi filmado por meios de comunicação de todo o mundo.


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65[editar código-fonte]

Um par de CR.32 do grupo X Gruppo "Baleari" (c.1936)

O Fiat CR.32 foi um caça biplano italiano, utilizado durante a Guerra Civil Espanhola e a Segunda Guerra Mundial.

Uma característica notável deste avião é que a asa baixa é mais curta que a asa mais alta. Isto foi bem apreciado pelos pilotos, tornava o avião facilmente manobrável e deixava a fuselagem mais forte e resistente. Ele foi utilizado extensivamente na Guerra Civil Espanhola e na Segunda Guerra Mundial.

Em 1942 foi aproveitado para missões noturnas e ataque ao solo com novos aviões sendo colocados em serviço. Foi a base para o Fiat CR.42, que entrou em serviço em 1939. Apesar de ser um excelente caça para a década de 30, quando a Itália entrou na guerra em 1940, esses, incluindo o CR.42, já eram modelos ultrapassados se comparados aos alemães Messerschmitt Bf-109, franceses Morane-Saulnier M.S.406, britânicos Hawker Hurricane e americanos Curtiss P-40.


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66[editar código-fonte]

Reims F406 Caravan II

O Reims-Cessna F406 Caravan II é uma aeronave utilitária bimotora turboélice fabricado e projetado pela Reims Aviation em cooperação com a Cessna.

Projeto e desenvolvimento
O F406 Caravan II é uma aeronave monoplana de asa baixa com 14 assentos de construção convencional de alumínio e aço. É um desenvolvimento do Cessna 404 motorizados com dois turboélices Pratt & Whitney PT6. A aeronave voou pela primeira vez em 22 de Setembro de 1983, e foi produzida pela Reims Aviation até o encerramento da empresa em 2013. Em 2014, a fabricante de motores aeronáuticos Continental Motors, Inc., subsidiária americana da Aviation Industry Corporation of China e em conjunto com a empresa de marketing francesa ASI Innovation, demonstraram interesse em comprar os direitos do F406; A Continental Motors tem a intenção de produzir novamente a aeonave, incluindo uma versão com motor a diesel, sendo o marketing feito pela ASI.

O F406 atua no transporte de passageiros e cargas pequenas, além de vigilância civil e militar. Para uma capacidade extra de carga, um porão pode ser instalado na fuselagem da aeronave. O Surmar é uma versão nova de vigilância marítima com equipamentos extras, tais como um radar 360º.

Apesar do F406 ser mais caro de operar em relação a uma aeronave monomotora com a mesma capacidade de passageiros, tal como o Cessna 208 Caravan, o fato de ter dois motores o faz cumprir com regulamentos europeus acerca de operações comerciais, que apenas permitem aeronaves multi-motoras para voos comerciais por instrumentos.


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67[editar código-fonte]

S-64E Erickson Air-Crane helicóptero pesado de combate à incêndio

O Sikorsky S-64 Skycrane é um helicóptero guindaste norte-americano de dois motores, projetado para o transporte de cargas pesadas e combate de incêndios. Trata-se da versão civil do helicóptero das Forças Armadas dos Estados Unidos CH-54 Tarhe. O S-64 Aircrane é a versão que é produzida atualmente pela empresa Erickson Air-Crane.

Desenvolvimento
Em 1992 a empresa Erickson Air-Crane comprou as certificações e direitos de fabricação do S-64 que pertenciam à Sikorsky Aircraft. Desde então, a Erickson Air-Crane se tornou o fabricante e maior operador mundial do S-64 Aircrane, tendo realizado mais de 1.350 mudanças na fuselagem, na instrumentação e nas capacidades de carga do helicóptero.

O S-64 Aircrane pode ser equipado com um depósito fixo de 10.000 litros, que pode ser completado com líquidos retardantes de chamas, que são empregados na luta aérea contra os incêndios florestais. O helicóptero é capaz de recarregar 10.000 litros de água em 45 segundos, a partir de uma lâmina de água de somente 46 cm ou 18 polegadas de espessura. Outros usos habituais é nas atividades florestais e nos campos petrolíferos.

Os helicópteros S-64 Aircrane, se mostraram muito eficientes no combate aos incêndios florestais. Alguns S-64 foram vendidos aos serviços florestais italianos e sul-coreanos, para serviços de combate de incêndios e emergências. Alguns aparelhos da Erickson Air-Crane são alugados à organizações, empresas e governos do mundo inteiro por diferentes períodos para serem utilizados na extinção de incêndios, emergências, obras e corte de árvores.


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68[editar código-fonte]

Albatros C.III c.1916

O Albatros C.III foi um biplano de uso geral alemão da Primeira Guerra Mundial, construído pela Albatros-Flugzeugwerke. O C.III foi uma versão refinada do bem sucedido Albatros C.I e foi eventualmente produzido em maior número do que qualquer outro Albatros tipo C.

Uso
O C.III foi usado em uma grande variedade de funções, incluindo observação, foto-reconhecimento, bombardeio leve e escolta de bombardeiros. Os primeiros doze aviões foram à frente em dezembro de 1915. O maior número estava disponível na frente em agosto de 1916 - 354. Eles foram principalmente retirados do serviço de linha de frente em meados de 1917, embora a produção continuasse para treinamento. Pedidos de 2271 aeronaves no total são conhecidos.

Construção
Como o Albatros C.I, o C.III era uma aeronave popular com construção robusta e manipulação sem vítimas. A diferença mais proeminente entre os dois foi o estabilizador vertical revisado. O motor era um Benz Bz de 110 kW (150 hp) ou um Mercedes D.III de 120 kW (160 hp).


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Westland Lynx com torpedo Mk46

O Westland Lynx é um helicóptero construído pela fábrica britânica GKN Westland Aircraft, na sua fábrica de Yeovil. O seu primeiro voo data de 21 de Março de 1971 como Westland WG.31. Inicialmente projectado para uso utilitário para fins quer civis quer militares, o interesse militar nesta máquina provocou o desenvolvimento da versão de Marinha e Exército, que estaria operacional em 1977, sendo posteriormente adotada por várias forças armadas pelo mundo.

Sabe-se que a construtora francesa Aérospatiale foi licenciada para a produção de algumas unidades, para permanecerem no país.

Este helicóptero quebrou o recorde mundial no alcance de 15 e 25 km, voando a 321.74 km/h. Mais tarde estabeleceria novo recorde de 100 km em circuito-fechado, voando a uma velocidade de 400.87 km/h.

Uso no Brasil
A Marinha do Brasil foi pioneira ao usar helicópteros embarcados em duas escoltas na década de 1960. As aeronaves usadas eram o Westland Wasp Mk1 que pousavam nas pequenas plataformas dos contratorpedeiros de origem americana da Esquadra. Estas plataformas foram projetadas apenas para o uso de drones.

Nesta época, a Marinha Real Britânica começava a introduzir novos conceitos na aviação embarcada e lançou o helicóptero Lynx como aeronave padrão do sistema de armas de seus novos navios. Como o Brasil havia selecionado um projeto britânico para as suas novas fragatas, a Classe Niterói, decidiu-se optar também por um novo helicóptero de mesma procedência, evitando a necessidade de adaptações. O Brasil foi o primeiro cliente externo do Lynx.


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