Marcos Pereira (político)

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Marcos Pereira
GCRB
Deputado federal por São Paulo
Período 1 de fevereiro de 2019
a atualidade
Vice-presidente da Câmara dos Deputados do Brasil
Período 1 de fevereiro de 2019
a atualidade
Antecessor Fábio Ramalho
37.º Ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços do Brasil
Período 12 de maio de 2016
a 3 de janeiro de 2018
Presidente Michel Temer
Antecessor Armando Monteiro
Sucessor Marcos Jorge de Lima
Dados pessoais
Nome completo Marcos Antonio Pereira
Nascimento 4 de abril de 1972 (48 anos)
Linhares, ES, Brasil
Alma mater Universidade Presbiteriana Mackenzie
Prêmio(s) Ordem de Rio Branco[1]
Cônjuge Margareth Pereira
Partido PSB (2005-2010)
Republicanos (2010-presente)
Religião neopentecostalismo
Profissão advogado e presidente nacional do Republicanos
Website www.marcospereira.com

Marcos Antônio Pereira GCRB (Linhares, 4 de abril de 1972) é um advogado, bispo licenciado da Igreja Universal do Reino de Deus, professor e político brasileiro, filiado ao Republicanos.

É o atual 1º vice-presidente da Câmara dos Deputados e do Congresso Nacional do Brasil.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Formado em Direito pela Universidade Paulista e especialista em Direito e Processo Penal pela Faculdade de Direito da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Exerce, entre outras atividades, a docência em Direito Penal no Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP) e é membro fundador da Comunidade de Juristas de Língua Portuguesa, uma comissão informal criada em 2009. Iniciou sua carreira política em 2005, quando filiou-se ao Partido Socialista Brasileiro (PSB), porém não exerceu função pública. Filiou-se ao Republicanos em 2010.

Ministro da Indústria e Comércio Exterior e Serviços[editar | editar código-fonte]

Em 12 de maio de 2016 foi nomeado, no governo interino de Michel Temer, para o cargo de Ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, e a nomeação foi publicada na edição de 13 de maio do Diário Oficial da União (DOU).[2] Pediu demissão em 3 de janeiro de 2018 após ser mencionado na Operação Lava Jato, como beneficiário de propina da empresa Odebrecht; logo após houve renúncia do cargo para “tratar” de questões pessoais e partidárias.[3]

Referências

  1. «Decreto presidencial de 19 de abril de 2017». Imprensa Nacional (pdf). Consultado em 29 de setembro de 2020 
  2. «Imprensa Nacional - Visualização dos Jornais Oficiais». pesquisa.in.gov.br. Consultado em 9 de janeiro de 2017 
  3. Arbex, Thais (3 de janeiro de 2018). «Ministro da Indústria e Comércio pede demissão; governo Temer tem terceira baixa em um mês». Folha de S. Paulo. Consultado em 3 de janeiro de 2018 
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