Julian Schwinger

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Julian Schwinger Medalha Nobel
Nascimento 12 de fevereiro de 1918
Nova Iorque
Morte 16 de julho de 1994 (76 anos)
Los Angeles
Sepultamento Cemitério de Mount Auburn
Nacionalidade Estadunidense
Cidadania Estados Unidos
Alma mater Colégio da Cidade de Nova Iorque, Universidade Columbia
Ocupação professor universitário, escritor de não ficção, matemático, físico teórico, físico nuclear,
Prêmios Gibbs Lecture (1960), Medalha Nacional de Ciências (1964), Nobel prize medal.svg Nobel de Física (1965)
Empregador Universidade da Califórnia em Los Angeles, Universidade Harvard, Universidade Purdue, Universidade da Califórnia em Berkeley, Instituto de Tecnologia de Massachusetts
Orientador(es) Isidor Isaac Rabi[1]
Orientado(s) Jeremy Bernstein, Roy Glauber, Ben Roy Mottelson, Sheldon Lee Glashow, Walter Kohn, Bryce DeWitt, Daniel Kleitman, Samuel Edwards, Gordon Baym, Alain Phares, Kenneth A. Johnson, Jack Ng, Raymond Stora, Eugen Merzbacher
Instituições Universidade da Califórnia em Berkeley, Universidade Purdue, Instituto de Tecnologia de Massachusetts, Universidade Harvard, Universidade da Califórnia em Los Angeles
Campo(s) Física
Tese 1939: On the Magnetic Scattering of Neutrons (physics)
Obras destacadas eletrodinâmica quântica
Causa da morte cancro do pâncreas

Julian Schwinger (Nova Iorque, 12 de fevereiro de 1918Los Angeles, 16 de julho de 1994) foi um físico estadunidense.

Foi laureado com o Nobel de Física de 1965, por trabalhos fundamentais em eletrodinâmica quântica, com implicações fundamentais na física de partículas.

Vida[editar | editar código-fonte]

Ele é mais conhecido por seu trabalho em eletrodinâmica quântica (QED), em particular por desenvolver uma teoria de perturbação relativisticamente invariante. Schwinger foi professor de física em várias universidades.[2]

Schwinger é reconhecido como um dos maiores físicos do século XX, responsável por grande parte da moderna teoria de campos quânticos, incluindo uma abordagem variacional e as equações de movimento para campos quânticos. Ele desenvolveu o primeiro modelo eletrofraco e o primeiro exemplo de confinamento em 1 + 1 dimensões. Ele é responsável pela teoria dos neutrinos múltiplos, termos de Schwinger e pela teoria do campo spin-3/2.[3][4]

Publicações selecionadas[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Julian Schwinger (em inglês) no Mathematics Genealogy Project
  2. Schweber, Silvan S. (1994). QED and the Men Who Made It: Dyson, Feynman, Schwinger, and Tomonaga. Princeton University Press. ISBN 978-0-691-03327-3
  3. Jagdish Mehra, K. A. Milton, Julian Seymour Schwinger (2000), Oxford University Press (ed.), Climbing the Mountain: The Scientific Biography of Julian Schwinger (illustrated ed.), New York: Oxford University Press, p. 550, ISBN 978-0-19-850658-4
  4. Schwinger, J.S. Particles, Sources, and Fields. Vol. 1 (1970) ISBN 9780738200538, Vol. 2 (1973) ISBN 9780738200545

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


Precedido por
Charles Hard Townes, Nicolay Gennadiyevich Basov e Aleksandr Mikhailovich Prokhorov
Nobel de Física
1965
com Sin-Itiro Tomonaga e Richard Feynman
Sucedido por
Alfred Kastler


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