Diego Ribas da Cunha

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Diego
Informações pessoais
Nome completo Diego Ribas da Cunha
Data de nasc. 28 de Fevereiro de 1985(28-02-1985) (24 anos)
Local de nasc. Ribeirão Preto, Brasil
Altura 1,75 m
Peso 76 Kg
Informações profissionais
Clube atual Juventus
Número 28
Posição Meio-campo
Clubes de juventude
19911994
19941996
19962001
Bandeira do Brasil Comercial
Bandeira do Brasil Paulistinha
Bandeira do Brasil Santos
Clubes profissionais1
Anos Clubes Jogos (golos)
20012004
20042006
20062009
2009
Bandeira do Brasil Santos
Bandeira de Portugal Porto
Bandeira da Alemanha Werder Bremen
Juventus
64 (21)
48 0(4)
84 (38)
00 0(0)
Seleção nacional3
2003 Brasil Brasil 28 0(2)


1 Partidas e gols pelo clube profissional
contam apenas partidas do campeonato nacional,
atualizados até 26 de Maio de 2009.


3 Partidas e gols da seleção nacional estão atualizados
até 10 de Setembro de 2008.

Medalhas
Jogos Olímpicos
Bronze Pequim 2008 Futebol

Diego Ribas da Cunha (Ribeirão Preto, 28 de fevereiro de 1985), conhecido apenas como Diego, é um futebolista brasileiro.

Iniciou sua carreira em 2001 pelo Santos, com a conquista de dois campeonatos brasileiros. Transferiu-se em 2004 para o Porto, em 2006 para o Werder Bremen e, atualmente, defende a Juventus.

Índice

[editar] Biografia

[editar] Categorias de base

Desde cedo, Diego mostrou que tinha talento para o futebol. Aos seis anos, começou a treinar nas equipes de base do Comercial, de Ribeirão Preto, e comandado pelo seu primeiro técnico, Pedro Cardelli.

Quando tinha nove anos, foi convidado pela equipe do Paulistinha, de São Carlos, para participar de torneios na Argentina e no Chile, iniciando assim, sua carreira internacional.

Aos onze anos, Diego foi convidado pelo técnico das categorias de base do Santos, para participar de testes, onde foi aprovado.

[editar] Como Profissional

Em 2001, Diego foi promovido ao elenco profissional do Santos, pelo técnico Celso Roth e dando continuidade, após sua saída, com o técnico Émerson Leão. A reformulação no time principal prestigiava as pratas da casa, e, de todas elas, a mais reluzente era o meia de Ribeirão Preto. E, logo que participou de seu primeiro campeonato como profissional, Diego faturou o troféu de Campeão Brasileiro. Em apenas 27 partidas o líder da equipe marcou 10 gols. O menino formado na Vila Belmiro começava a encantar o país.

No ano seguinte, o camisa 10 santista teria novos desafios e decerto passaria a sofrer maior carga de cobrança. Afinal de contas, já ostentava, aos dezessete anos, um título nacional. Jogando a Libertadores, Diego colaborou para que a equipe da Vila Belmiro chegasse à final ao anotar quatro gols em 14 jogos, além de dar aos companheiros inúmeras assistências, as quais lhe renderam o prêmio de jogador mais criativo da competição.

Corria à época o Campeonato Brasileiro e depois de um início instável na competição, o Santos foi aos poucos se recuperando, apoiado em seu camisa 10. Embora na metade da competição o bi-brasileiro parecesse um desejo inatingível, o Santos conseguiu reduzir a diferença em relação ao líder a ponto de chegar com chances reais de título nas últimas rodadas, mas acabou terminando em segundo. Diego, naquele momento, já era presença certa nas listas de convocação da Seleção Brasileira.

Em 2004, Diego participou novamente de uma edição da Libertadores. Marcou quatro gols em nove jogos e ajudou o Santos a atingir as quartas-de-final. No Campeonato Brasileiro, sob orientação do técnico Vanderlei Luxemburgo, foi elevado ao posto de capitão da equipe. Disputou nove jogos e balançou as redes em quatro oportunidades antes de, em agosto, transferir-se para o Porto, de Portugal.

Nem bem havia chegado à terrinha assumiu a condição de titular do Porto, então campeão nacional e europeu. Recebido como a grande contratação da temporada, era o meia jovem, talentoso e decisivo que chegaria para ocupar o lugar de Deco, ídolo portista de outrora.

Em um de seus primeiros jogos com a nova camisa, na partida em que seu time venceu o arqui-rival Benfica, conquistou a Supertaça de Portugal. Por conta de suas boas atuações no Português e na Liga dos Campeões foi agraciado pelos torcedores do Porto com o "Troféu Dragão".

Ainda em 2004, Diego disputou a partida que definiu o Mundial de Clubes, que reuniu o campeão europeu, o Porto, e o campeão da América do Sul, representado pelo Once Caldas, da Colômbia, sagrando-se Campeão pelo Mundial Interclubes. No Campeonato Português, o meia ajudou ao clube conquistar o vice-campeonato em 2005 e torna-se campeão em 2006. Neste mesmo ano, Diego foi homenageado pelo clube que o revelou, o Santos, inaugurando o CT Meninos da Vila, destinado às categorias de base. Um dos dois campos de treinamento recebeu seu nome.

Em apenas duas temporadas do Português, Diego marcou sete vezes pelo Porto, já sendo alvo de interesse de outros clubes da Europa, como o Werder Bremen, no qual fechou contrato para atuar durante quatro anos.

Em sua primeira temporada no Werder Bremen, Diego mostrou a que veio. Foi campeão da Copa da Liga Alemã, ganhou o título de melhor jogador do primeiro turno e melhor jogador da Bundesliga da temporada 2006/2007.

Na temporada 2007/2008, Diego continua sendo destaque nos gramados alemães e seu nome já figura nas listas de pretensão dos principais clubes europeus, como a Juventus de Turim[1].

Diego levou o Bremen na temporada 2008-09, a uma inédita final de Copa da UEFA (sendo a última edição do torneio), mas acabou ficando de fora da final, pois estava suspenso por acumulo de cartões amarelos. Na final, o Werder acabou perdendo o título para o clube ucraniano Shakhtar Donetsk.[2] Apesar disso, foi campeão da Copa da Alemanha, após vencer o Bayer Leverkusen na final por 1 a 0, sendo seu o passe para o gol do título.[3]

Após duas temporadas de muita especulação, em 26 de maio de 2009, a Juventus anunciou a sua contratação por cinco temporadas, em vigor a partir de 1 de julho de 2009.[4]

[editar] Seleção Brasileira

Na Seleção Brasileira, Diego foi convocado pela primeira vez para um amistoso contra o México no dia 30 de abril de 2003. A partir de então, o meia passou a ser sempre cotado para integrar a lista de relacionados para servir o Brasil.

Na final da Copa América de 2004, Diego iniciou a jogada que resultou no gol de empate do Brasil e levou a partida para a decisão nos pênaltis contra a Argentina. Diego converteu a terceira cobrança da seleção, que venceu a disputa por 4 a 2, conquistando assim a Copa América de 2004.

No amistoso da Seleção Brasileira contra a Seleção Inglesa, Diego marcou o gol de empate no final do jogo, evitando a derrota brasileira na inauguração do novo Estádio de Wembley.

Em 2007, na Copa América, Diego atuou apenas um jogo como títular, sendo pouco aproveitado pelo técnico Dunga. Diego também foi convocado pelo técnico Dunga para ajudar a Seleção Brasileira a se classificar para a Copa do Mundo de 2010, mas está sendo pouco aproveitado.

[editar] Títulos

Seleção Brasileira
Santos
Porto
Werder Bremen

[editar] Individuais

Notas e referências

[editar] Ligações externas

Ferramentas pessoais
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