Museu da Imagem e do Som de São Paulo

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Museu da Imagem e do Som
de São Paulo
Tipo Audiovisual
Inauguração 29 de maio de 1970
Visitantes 184.205 (2012)[1]
Diretor André Sturm
Curador André Sturm
Website www.mis-sp.org.br/
Geografia
País  Brasil
Cidade São Paulo

O Museu da Imagem e do Som de São Paulo (MIS) é um museu público estadual, vinculado à Secretaria da Cultura, inaugurado em 1970[2] . É fruto de um projeto iniciado alguns anos antes por intelectuais e produtores culturais, como Ricardo Cravo Albin, Paulo Emílio Salles Gomes, Rudá de Andrade, Francisco Luiz de Almeida Salles e Luiz Ernesto Machado Kawall.[3] [4]

Localizado no Jardim Europa, distrito de Pinheiros, tem como filosofia de ação registrar e preservar a imagem e o som do passado e do presente, para um levantamento de um painel da vida brasileira nos seus aspectos humanos, sociais e culturais.[2] Nas décadas de 70 e 80, destacou-se como importante núcleo de difusão artística e educativa, convertendo-se em um centro de referência para a pesquisa audiovisual brasileira.[5]

Seu acervo conta com mais de 200 mil itens e, atualmente, possui uma programação cultural diversificada, voltada a diversos públicos. Tem ganhado destaque na crítica e na mídia por suas exposições bem elaboradas e sobre grandes nomes da arte contemporânea, do cinema, da música, além de dar espaço a novos artistas.

Histórico[editar | editar código-fonte]

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Em 1965, foi inaugurado no Rio de Janeiro o Museu da Imagem e do Som, instituição cultural pioneira no Brasil, que se tornaria um importante centro de referência da vanguarda audiovisual brasileira.[6] Com um projeto até então inovador no campo museológico, o MIS-RJ é criado durante o governo de Carlos Lacerda, na época das comemorações do IV Centenário da cidade do Rio de Janeiro.

Essa idéia seria, em seguida, encampada por diversos outros governos estaduais, que formaram comissões para instalar MIS regionais. O musicólogo Ricardo Cravo Albin, fundador e diretor do MIS carioca até 1971, integrou as comissões organizadoras responsáveis por criar Museus da Imagem e do Som. Atualmente (2013) existem em torno de 23 pelo Brasil.

No começo, como relata Rudá de Andrade em entrevista ao MIS-SP[7] , o museu carioca dedicava-se sistematicamente em recolher depoimentos de grandes personalidades da época, o que gerava grande repercussão na imprensa nacional, por conta dos entrevistados.

A ideia de criar um Museu da Imagem e do Som em São Paulo foi do então governador, Roberto Costa de Abreu Sodré, atraído pela publicidade que a produção de entrevistas com célebres nomes da cultura brasileira daria ao governo. O assessor de Sodré, Luis Ernesto Kawall, relacionado a Carlos Lacerda, foi um dos grandes responsáveis pela concretização da ideia.

Em meados da década de 50 se forma o trio que, junto com Kawall, possibilitaria a criação do MIS em São Paulo. Paulo Emílio Salles Gomes, Francisco Luiz de Almeida Salles Gomes e Rudá de Andrade estavam envolvidos em um projeto de consolidação da Cinemateca, criada em 1954. Por conta disso, tinham interesse em filiá-la a alguma instituição sólida. A primeira tentativa foi fazê-lo com a Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo, criada em 1967, mas o projeto acabou não dando certo.[7]

Com a criação de um Museu da Imagem e do Som na cidade de São Paulo, que chega ao trio por meio da Secretaria da Cultura, seria possível vincular a Cinemateca a algum órgão do Governo, já que o presidente do Conselho na época, Péricles Eugênio da Silva, tinha a preocupação de criar uma instituição de respaldo.

Fundação[editar | editar código-fonte]

Os trabalhos visando a criação do Museu da Imagem e do Som de São Paulo foram iniciados em 1967 por uma comissão formada por Francisco Luiz de Almeida Salles Gomes, Luiz Ernesto Kawall,Paulo Emílio Salles Gomes, Péricles Eugênio da Silva e o cineasta Rudá de Andrade.

O Museu seria oficialmente inaugurado três anos mais tarde, em 29 de maio de 1970, pelo Decreto-lei nº 247[8] do Governador Roberto de Abreu Sodré. Enquanto o governador queria registros sonoros das personalidades brasileiras, os integrantes da comissão se preocupavam com o registro do intenso processo de mudança e modernização pelo qual São Paulo passava. O MIS surge para coletar, conservar e registrar a documentação produzida em suportes novos, como a televisão, o rádio, a indústria fonográfica e a videoarte, até então ignorados pelas demais tipologias museológicas e pelas vertentes arquivísticas tradicionais, bem como por preservar imagens e sons ligados às manifestações culturais das comunidades rurais e urbanas do estado e do país.[9]

Nos cinco primeiros anos de atividade, o Museu funcionou em diversos locais. A primeira locação foi em um edifício precário na Rua Antônio Godoy, então sede do Conselho Estadual de Cultura. De lá, passou para o Palácio dos Campos Elísios, antiga sede do governo estadual. Mudou-se em seguida para dois sobrados em na Alameda Nothmann e depois para um edifício na Avenida Paulista. Em 1973, foi novamente transferido para uma residência na Rua Oscar Pereira da Silva.[10] Por fim, o MIS recebeu como sede um casarão desapropriado pelo governo, pertencente à família Giaffone, localizado na Avenida Europa, nos Jardins. Os arquitetos Roberto Fasano e Dan Juan Antonio foram responsáveis pela extensa reforma que conferiu à edificação de cinco mil metros quadrados novos atuais.

A sede definitiva do MIS foi inaugurada em 27 de fevereiro de 1975, com a exposição Memória Paulistana, organizada por Rudá de Andrade como um “resgate histórico-cultural da memória da cidade de São Paulo”[9] , cujo catálogo trazia em seu texto inicial os objetivos e a filosofia do Museu – documentação e registro do passado e presente, abordagem das manifestações artísticas e mutações tecnológicas de maneira objetiva e abrangente. Além de “conferir-se o caráter de museu moderno (...) e de museu vivo”[9] , servindo também como um ambiente de estudo, pesquisa e experimentação.

Rudá de Andrade foi o primeiro diretor do museu. Em sua gestão, o MIS empenhou-se em produzir um expressivo acervo de registros sonoros, tornando-se a primeira instituição museológica do país a ter como atividade permanente a documentação da história oral.[5] Foram colhidos depoimentos desde personalidades como Tarsila do Amaral, Pietro Maria Bardi, Sérgio Buarque de Hollanda, Tom Jobim, Pelé, Gregori Warchavchik, Arrigo Barnabé, Camargo Guarnieri, Cacá Rosset, José Celso Martinez Corrêa e Alfredo Volpi, a veteranos da Revolução de 1932.[10]

Além disso, em sua fase inicial, o Museu conduziu diversos projetos de caráter antropológico, como a pesquisa realizada no Vale do Ribeira, registrando a organização social, o folclore e as demais manifestações culturais locais[5] , o que resultou em um conjunto composto por milhares de slides e negativos, 60 rolos de fita magnética, 12 relatórios de pesquisa e três curtas-metragens.[11] Ainda na vertente antropológica, destacou-se a documentação sobre a arte rupestre no Piauí e sobre as transformações sofridas pela população no eixo Rio-Santos.[5]

O MIS esteve entre as primeiras instituições culturais do Brasil a organizar e sediar festivais de vídeo, mostras audiovisuais e de fotografia, como a Mostra do Audiovisual Paulista, o Festival Internacional de Curtas e as primeiras exibições dos vídeos experimentais do norte-americano Bill Viola. Foi também precursor na exibição de filmes fora do circuito comercial, transformando-se em uma referência cultural da cidade e em um ponto de encontro de produtores, estudantes e profissionais da área audiovisual e interessados em geral.[5]

Em 1983, o MIS sediou a primeira edição do Festival de Vídeo Brasil, mostra competitiva que premiou o diretor de teatro José Celso Martinez Correa, por seu documentário abordando as relações ente o teatro e as artes plásticas.[12] O então diretor do museu, Ivan Negro Isola, que permaneceria no cargo até 1987, buscou enfatizar as políticas estruturais e consolidar uma agenda fixa de eventos culturais e atividades didáticas.[13] No começo da década de 1990, o museu criou o setor de artes gráficas, após a organizar a mostra Gráficos Brasileiros - Antes de Hards e Softs, em julho de 1991, e buscou dar continuidade a uma agenda cultural fixa. Não obstante, a multiplicação de espaços culturais na cidade e o aumento da oferta de eventos ligados à produção audiovisual contribuiriam, nos anos seguintes, para uma queda significativa no número de visitantes, em comparação às décadas de 1970 e 80.

Em 2007, o Governo do Estado de São Paulo estabeleceu uma parceria público-privada, transferindo a gestão do MIS para a Organização Social de Cultura Associação do Paço das Artes Francisco Matarazzo Sobrinho. Daniela Bousso substituiu Graça Seligman na direção. O museu foi fechado para a realização de uma reforma, e reinaugurado em agosto de 2008, com o espaço expositivo ampliado, um segundo auditório e dotado de novos equipamentos para agregar novas mídias tecnológicas e experimentações artísticas em suportes não convencionais.

Nesse mesmo ano, inaugurou o Laboratório de Novas Mídias do Museu da Imagem e do Som (LABMIS), o primeiro laboratório de novas mídias instalado em um museu público brasileiro, que funciona como centro de pesquisa e produção para artistas residentes, e de difusão, por meio dos cursos e palestras oferecidos.[14]

Desde 2011, o MIS é comandado pelo diretor executivo André Sturm, que traz um novo plano de atividades em sua gestão. O Museu da Imagem e do Som passa a ser um espaço de encontro para população paulista, onde a pluralidade da programação artística e a cultural prevalecem. O aumento do público em quase 70%, além da grande repercussão de sua programação na mídia em geral, comprova que o Museu voltou a ter grande destaque na cena cultural.

Atualmente, são realizados eventos periódicos mensais[15] , como o Cinematographo, que faz a projeção de filmes mudos acompanhados por músicos ao vivo; o Estéreo MIS, dedicado a fortalecer e estimular a atuação da música independente nacional; a Maratona Infantil, voltada a crianças e suas famílias com exibição de filmes, oficinas variadas, circo, teatro, contação de histórias, shows e diversas outras atividades.

Mensalmente, também, é realizada a festa Green Sunset no espaço externo do Museu com música eletrônica e outras atrações, sendo um dos programas mais badalados.

Outro grande destaque da programação são as recentes exposições de grandes nomes, como George Méliès, um mágico do cinema (2012), inédita no Brasil, Ai Weiwei - Interlacing (2013) e Stanley Kubrick (2013), ambas inéditas na América Latina.

Além disso, o MIS abre regularmente convocatórias para fomento da criação artística e sua difusão, como a Residência LABMIS, projeto anual de residência nacional e internacional que fomenta a produção de arte e conhecimento em novas tecnologias; o Nova Fotografia, espaço permanente para exposição de fotografias que se distinguem pela qualidade e inovação; o Cine MIS, lançamento de filmes inéditos na cidade de São Paulo; e o Dança no MIS, que traz artistas que transitem por diferentes linguagens, unindo o audiovisual à performance para intervenções site-specific no espaço do Museu.

O Núcleo Educativo tem se consolidado, desenvolvendo ações para diversos públicos, escolares ou não, com atividades preparadas de acordo com as questões que cada exposição apresenta. Recentemente realizou parcerias com outras instituições (Centro de Cultura Judaica) e eventos (Festival Internacional de Curtas Metragens) que aconteceram no MIS.

Para além da cidade de São Paulo, o programa Pontos MIS[16] leva a diversos municípios do interior do Estado produções audiovisuais, realiza oficinas e encontros regionais, reforçando o compromisso de difusão cultural do museu.

Desde 2011 o MIS-SP vem vivendo um período de ascensão, tendo mais que dobrado suas visitas nos últimos anos, de 61 mil em 2011 para 250 mil em 2014 .[1] Somente a mostra sobre o cineasta Stanley Kubrick em 2013, teve 80 mil visitantes e em 2014 pretende manter o alto nível, trazendo ao Brasil a mostra juntamente com o músico britânico David Bowie.[17]

Acervo[editar | editar código-fonte]

O acervo do MIS conta com mais de 200 mil itens relacionados à história da produção audiovisual brasileira. São fotografias, filmes (curtas, longas, vídeos e documentários), vídeos, cartazes, peças gráficas, equipamentos de imagem e som e registros sonoros e audiovisuais, além dos livros, catálogos, periódicos, CDs, DVDs, VHS, coleções, cuja coleta e criação esteve sempre ligada aos acontecimentos contemporâneos. As informações sobre a documentação do acervo estão disponíveis em um Banco de Dados online[18] , para facilitar seu acesso.

Rua da Estação (Região da Luz - São Paulo, SP) (ca. 1887). Fotografia de Militão Augusto de Azevedo no acervo do museu.

Fotografia[editar | editar código-fonte]

O núcleo de fotografias é composto por exemplares produzidos pelo próprio museu, adquiridos ou recebidos em doações. Possui autocromos, cartes-de-visite, ferrótipos, negativos e estereoscópios, diversas coleções especializadas em cinema, rádio e televisão e uma coletânea de trabalhos de fotógrafos contemporâneos.[19] É particularmente relevante a coleção relacionada à iconografia paulistana, com obras de Militão Augusto de Azevedo, Guilherme Gaensly, Valério Vieira, Alice Brill, Hildegard Rosenthal e Hans Gunter Flieg, entre outros.[10]

Vídeo[editar | editar código-fonte]

O acervo de vídeo conta com mais de 5.000 títulos, produzidos a partir de 1970. São documentários, obras de ficção, videoclipes, animações, exemplares de videoarte, programas de televisão, peças publicitárias, gravações de festivais e musicais.

Há significativas coleções relacionadas à produção brasileira (como as coleções "Televisão no Brasil", "Pioneiros", "Modernismo", "O Olho do Diabo", etc) e internacional, incluindo títulos do Japão, França, Argentina, Estados Unidos e Alemanha. Além disso, estão no acervo as produções internas do museu, como os registros da conquista do tricampeonato de futebol em 1970, das comemorações do sesquicentenário da Independência (1972) e das demolições para a construção do metrô de São Paulo (1975).[10]

Cinema[editar | editar código-fonte]

A coleção de cinema é reúne em torno de 13.000 títulos, entre curtas, médias e longas-metragens, em Super 8, 16 e 35 mm, dos mais variados gêneros e épocas. Foi formada a partir de exemplares coletados pela Comissão Nacional de Cinema do Conselho Estadual de Cultura, aos quais se somaram as próprias produções do museu, doações de particulares e de instituições culturais estrangeiras, títulos adquiridos por meio do Prêmio Estímulo de Curtas Metragens, curtas apresentados no Festival de Gramado e o acervo de produções norte-americanas da Castle Films. Destaca-se o núcleo relativo à produção cinematográfica paulista, com títulos como Pixote, a Lei do Mais Fraco, de Héctor Babenco, O Homem que Virou Suco, de João Batista de Andrade, Cidade Oculta, de Chico Botelho, bem como títulos da Companhia Cinematográfica Vera Cruz.[3] [10]

Conta ainda com nomes como Ozualdo Candeias, Anselmo Duarte, Paulo César Saraceni, Roberto Santos, Jean Manzon, Carlos Reichembach, Guilherme de Almeida Prado, Suzana Amaral, José Mojica Marins, André Klotzel, Ugo Giorgetti, Alain Fresnot, Cláudio Tozzi, Flávio del Carlo, esses dois últimos em registro Super 8, integrantes da coleção Abrão Berman.[20]

História Oral[editar | editar código-fonte]

O museu também tem uma coleção de mais de 3000 registros sonoros de depoimentos, entrevistas, debates e palestras. Essas gravações foram realizadas no âmbito de um projeto pioneiro de história oral desenvolvido pelo MIS, dedicado a coletar material sonoro de brasileiros famosos e anônimos, divididos nos núcleos “Histórias de Vida”, “Projetos Políticos, Sociais e Trabalhistas”, “Memória e Tradição Oral”. Estão representados nos depoimentos personalidades como Pietro Maria Bardi, Pelé, Gregori Warchavchik, Arrigo Barnabé, Cacá Rosset, José Celso Martinez Corrêa, Alfredo Volpi, Tarsila do Amaral, Camargo Guarnieri, Sérgio Buarque de Hollanda e Tom Jobim, entre muitos outros.[3] [5] [10]

Atualmente, a recolha de depoimentos tem continuidade pelo programa mensal Notas Contemporâneas, que realiza gravações de entrevistas com músicos brasileiros por especialistas em música. O projeto, que teve sua primeira fase dedicada à música erudita, agora (2013) se volta para nomes consagrados da Música Popular Brasileira. A entrevista é dividida em duas partes, contando com participação do público na segunda.

Artes Gráficas[editar | editar código-fonte]

O departamento de artes gráficas é o mais recente do acervo do museu, inaugurado em 1990. Reúne catálogos, folhetos, embalagens, adesivos, selos, calendários, capas de livros, revistas, cartazes e materiais impressos em geral, agregando trabalhos de mais de 120 designers. A formação dessa coleção se iniciou em 1991, após a organização da exposição Gráficos Brasileiros – Antes de Hards e Softs.[10]

Por fim, o museu conserva uma amostra de mais de 300 equipamentos de imagem e de som, atestando a linha evolutiva da tecnologia de produção e reprodução audiovisual, incluindo câmeras fotográficas, filmadoras, projetores de filme, aparelhos de rádio e televisão, toca-discos, etc.[10]

Diretores[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. a b MIS dobra visitação e tenta trazer Bowie para 2014f. Folha Online. Página visitada em 16 de Janeiro de 2014.
  2. a b Comissão de Patrimônio Cultural da USP, 2000, pp. 437-438.
  3. a b c Bravo! Guia de Cultura, 2005, pp. 158.
  4. Museu de Imagem e do Som de São Paulo (MIS) no bairro Jardins - São Paulo.
  5. a b c d e f Institucional. Museu da Imagem e do Som. Página visitada em 1 de novembro de 2009.
  6. Histórico. Fundação Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro. Página visitada em 26 de novembro de 2013.
  7. a b Rudá de Andrade. Museu da Imagem e do Som. Produção MIS, 1995. DVD Data. Cor. 119min 1ª parte, 29min 2ª parte. Disponível para consulta na Midiateca do museu.
  8. BRASIL. Decreto-lei nº 247, de 29 de maio de 1970. Sobre a criação do Museu da imagem e do Som do Estado de São Paulo. [1]
  9. a b c Museu da Imagem e do Som (São Paulo). Memória Paulistana: catálogo da exposição. São Paulo: Museu da Imagem e do Som,1975.
  10. a b c d e f g h Revista Cultural, outubro de 2002, pp. 14.
  11. Museu do Índio - Cadastro Nacional de Museus. Museu do Índio. Página visitada em 1 de novembro de 2009.
  12. 1º Videobrasil. Associação Cultural Videobrasil. Página visitada em 27 de novembro de 2013.
  13. Revista Cultural, outubro de 2002, pp. 15.
  14. LABMIS [2]. Museu da Imagem e do Som. Página visitada em 26 de novembro de 2013.
  15. Programação online
  16. Pontos MIS
  17. Bota-fora Kubrick (em português). Foto em cena. Página visitada em 16 de Janeiro de 2014.
  18. Acervo MIS
  19. Revista Cultural, outubro de 2002, pp. 13.
  20. Museu da Imagem e do Som (São Paulo). Ecos do Século: reflexões do Museu da Imagem e do Som – 30 anos de MIS. Evento realizado em São Paulo no Museu da Imagem e do Som de São Paulo em 2000. São Paulo: Museu da Imagem e do Som, 2000.

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

  • Comissão de Patrimônio Cultural da Universidade de São Paulo. Guia de Museus Brasileiros. São Paulo: Edusp, 2000. 437-438 pp.
  • MIS de cara nova. In: Revista Cultural. Publicação mensal da Secretaria de Cultura do Governo do Estado de São Paulo, São Paulo, outubro de 2002. 12-15 p.
  • Vários autores. Bravo! Guia de Cultura: São Paulo. São Paulo: Abril, 2005. 158 pp.
  • Rudá de Andrade. Museu da Imagem e do Som. Produção MIS, 1995. DVD Data. Cor. 119min 1ª parte, 29min 2ª parte. Disponível para consulta na Midiateca do museu.
  • Museu da Imagem e do Som de São Paulo. Ecos do Século: reflexões do Museu da Imagem e do Som – 30 anos de MIS. Evento realizado em São Paulo no Museu da Imagem e do Som de São Paulo em 2000. São Paulo: Museu da Imagem e do Som, 2000.
  • Museu da Imagem e do Som de São Paulo. Memória Paulistana: catálogo da exposição. São Paulo: Museu da Imagem e do Som,1975.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]