Diamantina

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Município de Diamantina
"Cidade Colonial dos Diamantes"
"Capital do Jequitinhonha[1]"
Diamantina vista do Cruzeiro

Diamantina vista do Cruzeiro
Bandeira de Diamantina
Brasão de Diamantina
Bandeira Brasão
Hino
Fundação 1713 (306 anos)
Emancipação 6 de março de 1831 (188 anos)
Gentílico diamantinense[2]
Padroeiro(a) Santo Antônio[3]
CEP 39100-000 a 39119-999[4]
Prefeito(a) Juscelino Brasiliano Roque (MDB)
(2017 – 2020)
Localização
Localização de Diamantina
Localização de Diamantina em Minas Gerais
Diamantina está localizado em: Brasil
Diamantina
Localização de Diamantina no Brasil
18° 14' 56" S 43° 36' 00" O18° 14' 56" S 43° 36' 00" O
Unidade federativa Minas Gerais
Mesorregião Jequitinhonha IBGE/2008[5]
Microrregião Diamantina IBGE/2008[5]
Municípios limítrofes Bocaiúva, Carbonita, Senador Modestino Gonçalves, Couto de Magalhães de Minas, Serro, Datas, Gouveia, Monjolos, Augusto de Lima, Buenópolis, e Olhos-d'Água[2]
Distância até a capital 292[6] km
Características geográficas
Área 3 869,830 km² [7]
População 47 617 hab. estimativa IBGE/2018[8]
Densidade 12,3 hab./km²
Altitude 1280 m
Clima Tropical de Altitude (Cwb)
Fuso horário UTC−3
Indicadores
IDH-M 0,716 alto PNUD/2010[9]
PIB R$ 276 234,844 mil IBGE/2008[10]
PIB per capita R$ 5,977 56 IBGE/2010[10]
Página oficial
Prefeitura www.diamantina.mg.gov.br
Câmara camaradiamantina.cam.mg.gov.br

Diamantina é um município brasileiro do estado de Minas Gerais localizado na Mesorregião do Jequitinhonha. Sua população, conforme estimativas do IBGE de 2018, era de 47 617 habitantes.[8]

História[editar | editar código-fonte]

Antes da chegada dos colonizadores portugueses, no século XVI (os primeiros relatos dão conta de expedições que subiram o Rio Jequitinhonha e São Francisco), Diamantina, como toda a região do atual estado de Minas Gerais, era ocupada por povos indígenas do tronco linguístico macro-jê[11].

Diamantina foi fundada como Arraial do Tejuco em 1713, com a construção de uma capela que homenageava o padroeiro Santo Antônio. A localidade teve forte crescimento quando da descoberta dos Diamantes em 1729. Em fins do século XVIII era a terceira maior povoação da Capitania Geral da Minas, atrás da capital Vila Rica, hoje Ouro Preto, e com população semelhante à da próspera São João del-Rei. No século XVIII cresceu devido à grande produção local de diamantes, que eram explorados pela coroa portuguesa. Foi conhecida inicialmente como Arraial do Tejuco (ou Tijuco) (do tupi tyîuka, "água podre"[12]), Tejuco e Ybyty'ro'y (palavra tupi que significa "montanha fria", pela junção de ybytyra ("montanha") e ro'y ("frio")[13]. Durante o século XVIII, a cidade ficou famosa por ter abrigado Chica da Silva, escrava alforriada que era esposa do homem mais rico do Brasil Colonial, João Fernandes de Oliveira[13].

Diamantina representou a maior lavra de diamantes do mundo ocidental no Século XVIII, e durante nove anos, a Coroa Portuguesa não tomou conhecimento da descoberta de diamantes na região, o que foi feiro pelo governador da Capitania, em 1729, o então D. Lourenço de Almeida.

A resposta de Portugal foi impor todo controle sobre as regiões diamantíferas das Minas Gerais. Em 1734, foi criada a Intendência de Diamantes, cujo regime era totalmente controlador e autoritário.

O monopólio da Coroa Portuguesa sobre as jazidas diamantíferas durou até 1845.[14]

Diamantina emancipou-se do município do Serro somente em 1831,[15] passando a se chamar Diamantina por causa do grande volume de diamantes encontrados na região. A demora se devia à necessidade de maior controle local pelas autoridades coloniais visto que já em meados do século XVIII a população era maior que a da Vila do Príncipe do Serro Frio, cabeça da comarca. A vida em Diamantina no final do século XIX foi retratada por Alice Brant no seu livro Minha Vida de Menina, que se tornou um marco da literatura brasileira após ter sido redescoberto por Elizabeth Bishop.

Em 1938, Diamantina comemorou seus cem anos de elevação à categoria de cidade, recebendo do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional o título de "patrimônio histórico nacional". E, no ano de 1999, foi elevada à categoria de "patrimônio da humanidade" pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura.[16]

Diamantinenses ilustres[editar | editar código-fonte]

Geografia[editar | editar código-fonte]

O município localiza-se na Mesorregião do Jequitinhonha, estando a sede a 285 km de distância por rodovia da capital Belo Horizonte. A cidade está situada a uma altitude média de 1.280 m, emoldurada pela Serra dos Cristais, na região do Alto Jequitinhonha. O município é banhado pelo rio Jequitinhonha e vários de seus afluentes, como o Ribeirão das Pedras e o Ribeirão do Inferno. A porção sudoeste do município é banhada por subafluentes do rio São Francisco, como o Rio Pardo Pequeno.[17] Diamantina é o município mais populoso do Vale do Jequitinhonha.

Clima[editar | editar código-fonte]

Segundo dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), referentes ao período de 1961 a 1962, 1972 a 1984, 1987 a 1988 e a partir de 1990, a menor temperatura registrada em Diamantina foi de 2,8 °C em 31 de julho de 1972,[18] e a maior atingiu 35,8 °C em 8 de outubro de 1987.[19] O maior acumulado de precipitação em 24 horas foi de 186,2 milímetros (mm) em 27 de março de 1995. Outros grandes acumulados iguais ou superiores a 100 mm foram 167,9 mm em 18 de janeiro de 1991, 134,8 mm em 4 de abril de 1987, 133,6 mm em 21 de janeiro de 1993, 132 mm em 28 de janeiro de 2013, 129,6 mm em 13 de janeiro de 1978, 122,6 mm em 28 de outubro de 1973, 121 mm em 30 de outubro de 2009, 112,6 mm em 24 de outubro de 2003, 107,7 mm em 27 de janeiro de 1977, 103,2 mm em 12 de fevereiro de 2004, 101,1 mm em 21 de janeiro de 2000 e 100,6 mm em 20 de março de 1994.[20] Janeiro de 1991, com 683,7 mm, foi o mês de maior precipitação.[21]

Dados climatológicos para Diamantina
Mês Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez Ano
Temperatura máxima recorde (°C) 32,7 31,6 31 30,2 28,8 29,8 29,2 30,5 33,1 35,8 33,6 31,8 35,8
Temperatura máxima média (°C) 25,8 26 25,6 24,6 23 21,9 21,4 22,9 24,5 25,5 24,5 24,9 24,2
Temperatura média compensada (°C) 20,6 20,6 20,3 19,3 17,4 16,1 15,7 16,8 18,4 19,7 19,6 20 18,7
Temperatura mínima média (°C) 16,8 16,7 16,6 15,6 13,6 11,9 11,3 11,8 13,6 15,3 15,9 16,5 14,6
Temperatura mínima recorde (°C) 11 11,1 11,8 9,4 5,6 4,6 2,8 6,2 6,7 8 9,6 9,9 2,8
Precipitação (mm) 236,7 142,7 185 76,6 22,9 6,3 4,7 13,2 33,1 118,5 232,7 302,9 1 375,3
Dias com precipitação (≥ 1 mm) 13 11 12 7 3 1 1 2 4 9 15 18 96
Umidade relativa compensada (%) 78,5 76,1 79,5 78,7 77,1 74,8 71,6 68,2 67,9 69,4 79,1 81,6 75,2
Horas de sol 183,7 176,5 182,9 190,5 208,4 190,9 226,3 239,2 195 181,6 147,5 149,8 2 272,3
Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) (normal climatológica de 1981-2010;[22] recordes de temperatura:
01/01/1961 a 25/10/1962, 16/02/1972 a 02/12/1981, 01/01/1987 a 31/12/1988 e 01/01/1990-presente)[18][19]

Relevo[editar | editar código-fonte]

Localizada no alto da Serra do Espinhaço, a mais antiga formação rochosa do Brasil, Diamantina está cercada por belas formações rochosas.

Apresenta Planalto irregular, com poucas áreas planas, o que favorece o surgimento de belas cachoeiras e o auto teor de minério.

A topografia de Diamantina é predominantemente montanhosa, conforme se caracteriza a seguir.

Índice Topográfico[23]
%
Plano 20%
Ondulado 20%
Montanhoso 60%

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

Em razão do terreno irregular, os cursos d´águas formam pequenas e grandes quedas d´águas e piscinas naturais de grande interesse turístico,entre as quais se destacam o Rio Jequitinhonha, o Ribeirão das Pedras e o Ribeirão do Inferno.

Os mais bonitos e cristalinos rios, ficam no Parque Estadual do Biribirí, na qual se destatacam, grandes cachoeiras, como:

Parque e biodiversidade[editar | editar código-fonte]

Cachoeira da Sentinela, no Parque Estadual do Biribirí.

Vegetação[editar | editar código-fonte]

A Vegetação nativa é a caatinga arbórea ou herbácea. Também existe alguns vestígios de Cerrado na região, representada por árvores de baixo porte e tortuosas. Considerando que na região em algumas áreas há uma grande fixação de água.[24]

Parque Estadual do Biribiri[editar | editar código-fonte]

Cachoeira da Sentinela[editar | editar código-fonte]

Possui as águas mais cristalinas do Parque, formando poços ideais para banho, ao desaguar seu córrego forma pequenas cascatas.[25]

Cachoeira dos Cristais[editar | editar código-fonte]

Formada por três quedas, tem uma história curiosa: no século XIX, sua forma foi modificada. O curso do rio que dá origem á cachoeira, foi desviado por garimpeiros, afim de facilitarem seus trabalhos de extração.[25]

Demografia[editar | editar código-fonte]

Os dados do Censo de 2010 [26] puderam constatar que Diamantina detinha então uma População Total de 45.884, sendo que a população urbana era de 40.062 (87,31% do total) e a rural de 5.822. Homens somavam 22.251 (48,49% do total) e mulheres eram ao todo 23.633 (51,51%). A Densidade demográfica era de 10,8 hab./km² enquanto a mortalidade infantil (por mil) foi de 32,8. A Expectativa de vida girava em torno de 68,7 anos de idade, Taxa de fecundidade (filhos por mulher) era de 2,6 e a Taxa de Alfabetização atingiu 83,4%, estes fatores contribuíram para um Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,748 (IDH-M Renda: 0,752, IDH-M Longevidade: 0,765, IDH-M Educação: 0,812) (Fonte: PNUD/2000)

Religião[editar | editar código-fonte]

Distribuíção Religiosa de Diamantina[27]
Religião Adeptos
Igreja Católica 37.831
Igreja Evangélica ou Protestante 5.729
Denominações Espíritas 684

Desenvolvimento Humano - IDH[editar | editar código-fonte]

Sobrado Histótico que desabou, na Rua Padre Bartolomeu Sipólis

Apesar de estar encrustada no Vale do Jequitinhonha, Diamantina é hoje a 3ª cidade com maior custo de vida para se morar em Minas Gerais, tal custo de vida é puxado pelo turismo.[28].

Índice de Desenvolvimento Humano[29]
2000 2010
IDH-M Renda 0,635 0,693
IDH-M Longevidade 0,747 0,839
IDH-M Educação 0,460 0,632

Subdivisões[editar | editar código-fonte]

Economia[editar | editar código-fonte]

O perfil da economia da cidade mudou muito rápido devido à forte expansão da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri no fim da primeira década de 2000, que acabou por se tornar o motor da economia do município, possuindo 26 cursos de graduação, 23 cursos de pós graduação e cerca de 1200 servidores [30] e 12000 alunos. A sociedade diamantinense, até certo ponto tradicional, ainda encontra dificuldades em se adaptar à nova dinâmica imposta pela chegada de uma população jovem e com diminutas “raízes” com as tradições locais.[31]

Entretanto, a economia de Diamantina ainda está muito ligada ao turismo, a maior parte do intenso fluxo turístico focado na arquitetura e importância histórica, o município possui um rico e variado ecossistema em seu entorno, com cachoeiras, trilhas seculares e uma enorme área de mata nativa, que teve a felicidade de ser protegida com a criação de Parques Estaduais.[32] A cidade é um dos destinos da Estrada Real, um dos roteiros culturais e turísticos mais ricos do Brasil, e faz parte do circuito turístico dos Diamantes.[33]

Vista Parcial da cidade.

Turismo[editar | editar código-fonte]

Apesar do grande número de turistas, a infraestrutura para receber visitantes é considerada inferior à de Ouro Preto, a primeira cidade no estado a ser reconhecida pela Unesco, e na capital de Minas, Belo Horizonte. Um grande gargalo é o trânsito, contando com uma frota local crescente e chegada de muitos carros nos fins de semana.[16] Diamantina é também conhecida por suas serestas e vesperata, que é um evento em que os músicos se apresentam à noite, ao ar livre, das janelas e sacadas de velhos casarões, enquanto o público assiste das ruas. Um dos grandes impulsos turísticos de Diamantina é o famoso Parque Estadual do Biribiri, com suas águas cristalinas e cachoeiras, entre elas se destaca a Cachoeira das Fadas e a Cachoeira do Telésforo localizadas no distrito de Conselheiro Mata. Um grande marco histórico e turístico da cidade é o Centro Histórico de Diamantina, que guarda grandes lembranças do tempo colonial, em destaques por seus grandes e belos casarões e igrejas coloniais que retratam um pouco do Século XVIII. A cidade ainda se localiza no Vale da Serra do Espinhaço, propício para turismo de Diamantina.

Pix.gif Centro Histórico de Diamantina *
Welterbe.svg
Património Mundial da UNESCO

Centro Histórico de Diamantina
link=http://whc.unesco.org/en/list/890
País  Brasil
Critérios ii, iv
Referência 890 en fr es
Região** Brasil
Coordenadas 18º14'S 43º36'W
Histórico de inscrição
Inscrição 1997  (21.ª sessão)
* Nome como inscrito na lista do Património Mundial.
** Região, segundo a classificação pela UNESCO.

Pontos turísticos[editar | editar código-fonte]

Diamantina tem vários pontos turísticos:

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]


Transportes[editar | editar código-fonte]

Aeroporto Juscelino Kubitschek[editar | editar código-fonte]

Sendo um dos aeroportos mais altos do Brasil, sendo superado apenas pelo Aeroporto de Monte Verde em Camanducaia (MG), e pelo Aeroporto de São Joaquim em São Joaquim (SC). Anteriormente a única campanhia aérea que operava no Aeroporto era a TRIP Linhas Aéreas, que mais tarde veio á ser comprada pela Azul Linhas Aéreas e pouco tempo depois parou de operar.

O acesso ao Aeroporto se dá pela rodovia BR-367, estando apenas 4 km de Diamantina.[34]

Atualmente o projeto Voe Minas, oferece voos diretos entre Diamantina e Belo Horizonte.

Educação[editar | editar código-fonte]

Índice de Educação[35]
Índice 2000 2010
IDH-M Educação 0,812 0,632

UFVJM[editar | editar código-fonte]

Em Setembro de 1953, visando desenvolver a região, Juscelino Kubitschek funda a Faculdade de Odontologia de Diamantina, desenhada por Oscar Niemeyer, na época uma promessa da Arquitetura, a Faculdade de Odontologia daria origem o que hoje é a UFVJM.

No dia 17 de Dezembro de 1960, foi transformada em Faculdade Federal de Odontologia (Fafeod), e no dia 4 de Outubro de 2002, tornou-se Faculdades Federais Integradas de Diamantina (Fafeid). Passou a oferecer além de Odontologia, outros cursos como Enfermagem, Fisioterapia, Nutrição, Engenharia Florestal e Zootecnia.[36]

Atualmente a Universidade conta com cerca de mais de 80 cursos e mais de 10.00 estudantes dos cursos de graduação presenciais e á distância.

UEMG - Diamantina[editar | editar código-fonte]

A unidade é uma das que compõe a Universidade Estadual de Minas Gerais (UEMG), abrigando o ensino, a pesquisa e a expansão na área do Direito.

A fundação chegou a oferecer cursos superiores em Letras, História, Matemática e Pedagogia. Os cursos são oferecidos nas cidades de Diamantina,Araçuaí,Capelinha,Minas Novas,Padre Paraíso, Conceição do Mato Dentro e Rio Vermelho.

Hoje observa-se que a Unidade Diamantina é constituída somente pela Faculdade de Ciências Jurídicas de Diamantina - FCJ.[37]

Saúde[editar | editar código-fonte]

Santa Casa de Caridade de Diamantina[editar | editar código-fonte]

Santa Casa de Diamantina.

A Santa Casa de Caridade de Diamantina foi fundada em 23 de Maio de 1790, pelo Ermitão José Manoel Jesus Fortes, e é uma instituíção de caráter filantrópico e sem fins lucrativos.Localizada no centro da cidade, cumpre seu papel assistencial e se consolida como referência macrorregional de média e alta complexidade.[38]

Hospital Nossa Senhora da Saúde - HNSS[editar | editar código-fonte]

A Irmandade de Nossa Senhora da Saúde foi criada em 9 de Abril de 1901, a pedido de D. Querunbina Augusta Moreira, esposa do Capitão Antônio Moreira da Costa, o Barão de Paraúna. Ao falecer, ela, sem filhos pede seu marido, que parte de sua fortuna ''fosse empregada principalmente em socorrer a pobreza enferma e desamparada''.[39]

Atualmente funciona como hospital, totalmente equipado com médicos e com atendimento público.

Cidades-irmãs[editar | editar código-fonte]

Estátua de Juscelino Kubitschek, natural de Diamantina e construtor de Brasília

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Lista_de_apelidos_dos_municípios_do_Brasil
  2. a b «IBGE Cidades@». O Brasil Município por Municipio. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 19 de agosto de 2009. Arquivado do original em 30 de abril de 2012 
  3. Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC). «Lista por santos padroeiros» (PDF). Descubra Minas. p. 4. Consultado em 14 de setembro de 2017. Cópia arquivada (PDF) em 14 de setembro de 2017 
  4. Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos. «Busca Faixa CEP». Consultado em 1 de fevereiro de 2019 
  5. a b «Divisão Territorial do Brasil». Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 1 de julho de 2008. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  6. «distancias-bhmunicipios». Distâncias BH/Municípios. Departamento de Estradas de Rodagem de Minas Gerais (DER/MG). Consultado em 19 de agosto de 2009. Arquivado do original em 21 de agosto de 2009 
  7. IBGE (10 out. 2002). «Área territorial oficial». Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Consultado em 5 de dezembro de 2010 
  8. a b «Estimativa populacional 2018 IBGE». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). 29 de agosto de 2018. Consultado em 1 de novembro de 2018 
  9. «Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil». Atlas do Desenvolvimento Humano. Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2000. Consultado em 11 de outubro de 2008 
  10. a b «Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Consultado em 13 de abril de 2011. Arquivado do original em 30 de abril de 2012 
  11. http://www.cedefes.org.br/index.php?p=colunistas_detalhe&id_pro=7
  12. http://www.fflch.usp.br/dlcv/tupi/vocabulario.htm
  13. a b NAVARRO, E. A. Método Moderno de Tupi Antigo. Terceira edição. São Paulo: Global, 2005. p.145
  14. «GEOGRAFIA EM FOCO». marlivieira.blogspot.com. Consultado em 29 de novembro de 2018 
  15. «Diamantina». Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 25 de junho de 2013 
  16. a b /diamantina-comemora-17-anos-do-titulo-de-patrimonio-da-humanidade-em-m.shtml Diamantina comemora 17 anos do título de Patrimônio da Humanidade em meio a desafios
  17. «Carta do Brasil SE-23-Z-A-III Diamantina» (JPG). Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Consultado em 2 de outubro de 2012 
  18. a b «BDMEP - série histórica - dados diários - temperatura mínima (°C) - Diamantina». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 7 de julho de 2018 
  19. a b «BDMEP - série histórica - dados diários - temperatura máxima (°C) - Diamantina». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 7 de julho de 2018 
  20. «BDMEP - série histórica - dados diários - precipitação (mm) - Diamantina». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 7 de julho de 2018 
  21. «BDMEP - série histórica - dados mensais - precipitação total (mm) - Diamantina». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 7 de julho de 2018 
  22. «NORMAIS CLIMATOLÓGICAS DO BRASIL». Instituto Nacional de Meteorologia. Consultado em 7 de julho de 2018 
  23. http://www.bolt.com.br, Bolt Brasil -. «SENAC Minas Gerais - DescubraMinas». www.descubraminas.com.br. Consultado em 1 de dezembro de 2018 
  24. http://www.bolt.com.br, Bolt Brasil -. «SENAC Minas Gerais - DescubraMinas». www.descubraminas.com.br. Consultado em 29 de novembro de 2018 
  25. a b http://www.bolt.com.br, Bolt Brasil -. «SENAC Minas Gerais - DescubraMinas». www.descubraminas.com.br. Consultado em 1 de dezembro de 2018 
  26. «Cópia arquivada». Consultado em 11 de abril de 2011. Arquivado do original em 21 de abril de 2011 
  27. «https://cidades.ibge.gov.br/brasil». cidades.ibge.gov.br. Consultado em 29 de novembro de 2018  Ligação externa em |titulo= (ajuda)
  28. «Cidades mais caras para se morar em Minas Gerais» 
  29. «IDHM Municípios 2000». PNUD Brasil. Consultado em 30 de novembro de 2018 
  30. http://antigo.ufvjm.edu.br/noticias.html?lang=ovxcminhjegvf&start=1300
  31. http://diamantina.cedeplar.ufmg.br/2012/arquivos/O%20Munic%C3%ADpio%20de%20Diamantina%20e%20os%20Impactos.pdf
  32. [1]
  33. «Listagem dos Circuitos Turísticos» (PDF). Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais. p. 10. Consultado em 24 de fevereiro de 2013. Arquivado do original (PDF) em 12 de maio de 2013 
  34. Design, Quantum. «Aeroporto de Diamantina pronto para o Voe Minas Gerais». Prefeitura Municipal de Diamantina 
  35. «IDHM Municípios 2010». PNUD Brasil. Consultado em 30 de novembro de 2018 
  36. Administrador. «História». www.ufvjm.edu.br. Consultado em 30 de novembro de 2018 
  37. «UEMG - Universidade do Estado de Minas Gerais». www.uemg.br. Consultado em 30 de novembro de 2018 
  38. «Santa Casa de Caridade de Diamantina». www.santacasadediamantina.com.br. Consultado em 30 de novembro de 2018 
  39. «História – Hospital Nossa Senhora da Saúde». www.hnss.org.br. Consultado em 30 de novembro de 2018 
  40. «Cidades irmãs, Třeboň e Diamantina». Embaixada da República Tcheca em Brasília. 9 de setembro de 2013. Consultado em 28 de dezembro de 2013 
  41. Blog, Postado por Gazeta Tijucana. «Gazeta Tijucana Blog». Consultado em 29 de novembro de 2018 
  42. «Geminação de cidades Brasileiras | eIntercambios». archive.fo. 20 de julho de 2012 

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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