Rodovia Régis Bittencourt

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Placa r bittencourt.png
Rodovia Régis Bittencourt
(nome oficial)
Trecho da BR 116.png BR-116
RégisBr-116mapa.PNG
Extensão 496 km (308.2 mi)
Inauguração 24 de Janeiro de 1961
Limite norte Largo do Taboão em Taboão da Serra, SP
Interseções
Limite sul BR 116.png Rodovia Via Serrana em Rio Negro, PR
Concessão Autopista Régis Bittencourt (OHL) (desde 2008) - Trecho entre São Paulo e Curitiba.
Rodovias Federais do Brasil
sul
< Via Serrana
BR 116.png
BR-116
norte
Via Dutra >
Rodovia Régis Bittencourt próximo a Registro/SP

Rodovia Régis Bittencourt é o nome que recebe o trecho da BR-116 entre São Paulo e a divisa entre o Paraná e Santa Catarina, no limite entre Rio Negro e Mafra. Esta designação é oficial do antigo DNER, Departamento Nacional de Estradas e Rodagem, e atual DNIT - Departamento Nacional de Infra-Estrutura e Transporte.[1]

O engenheiro civil Edmundo Régis Bittencourt teve participação ativa na gestão do DNER (Departamento Nacional de Estradas de Rodagem) nos anos 50 e se empenhou na construção da rodovia São Paulo-Paraná, que atualmente leva seu nome. Ela foi inagurada, com a denominação de BR-2, por Juscelino Kubitschek de Oliveira, no começo de 1961.

Edmundo Régis Bittencourt foi presidente da Associação Rodoviária do Brasil (ARB), entidade fundada em 1947 e que se constituiu um marco na história do rodoviarismo brasileiro. Também foi um dos diversos interventores em Itaperuna, no Rio de Janeiro no período entre 1940 e 1947, mas foi como engenheiro que teve papel de destaque no cenário nacional, principalmente junto ao DNER e à Polícia Rodoviária Federal. Como escritor, é o autor de "Caminhos e Estradas na Geografia dos Transportes".

No estado de São Paulo a rodovia recebeu a identificação de SP-230. Apesar disso esta identificação nunca entrou em uso pois a estadualização da Rodovia foi revertida no Governo Covas em 1994.

Devido a problemas ligados à preservação do meio ambiente, sua duplicação até hoje não foi concluída, não obstante ser a mais importante ligação rodoviária entre o Sudeste e o Sul do Brasil. Junto ao alto tráfego de veículos (sobretudo de carga), a topografia acidentada, e a má conservação decorrente desses fatores, é uma das rodovias com o mais alto índice de acidentes com mortes de todo o país, por essa razão é popularmente chamada de "Rodovia da Morte".

A Régis Bittencourt foi, em sua maior parte, duplicada durante o governo FHC. O único trecho restante de pista simples fica na região serrana entre Miracatu e Juquitiba, denominada Serra do Cafezal, conhecida também pelos motoristas como Serra dos 90, até saida do Contorno Leste, em Curitiba, passando pelas cidades metropolitanas de Mandirituba, Fazenda Rio Grande, Madirituba, nestas cidades o intenso tráfego de veículos pesados, da estrada costuma apresentar engarrafamentos.

Em outubro de 2007 a rodovia foi, juntamente com outros lotes de rodovias federais, concedida à exploração pela iniciativa privada que instalará seis praças de pedágio em seu trajeto em troca de realizar a manutenção da rodovia, bem como realizar a melhoria e duplicação do trecho da Serra do Cafezal até 2012.

A partir do dia 29 de dezembro de 2008 foi iniciada a cobrança de pedágio em duas praças no estado de São Paulo, no valor de R$ 1,50 para veículos de passeio, R$ 0,75 para motos e R$ 1,50 por eixo para utilitários em cada uma das praças.[1]

Índice

[editar] Trajeto

Do estado do Paraná (partindo da divisa com Santa Catarina) para o estado de São Paulo, a rodovia passa pelos seguintes municípios:

No Estado do Paraná:

Mafra Campo do Tenente Quitandinha Mandirituba Fazenda Rio Grande Curitiba Pinhais Colombo Quatro Barras Campina Grande do Sul

No Estado de São Paulo:

Barra do Turvo Cajati Jacupiranga Pariquera-Açu Registro Juquiá Miracatu Juquitiba São Lourenço da Serra Itapecerica da Serra Embu das Artes Taboão da Serra

[editar] Relato Descritivo Rodoviário (entre São Paulo e Curitiba)

Imagem da Rodovia Régis Bittencourt no trecho do município de Taboão da Serra
Rodovia Régis Bittencourt no trecho de Embu das Artes
Trecho de Juquitiba
Trecho da Serra do Cafezal

km 268+900 – Início da Rodovia Régis Bittencourt no município de Taboão da Serra

km 278 - Acesso a Rodoanel Mario Covas (SP-021)

km 279 – Acesso a Embu das Artes

km 285 – Acesso a Itapecerica da Serra

km 307 – Acesso a São Lourenço da Serra

km 326 - Acesso a Juquitiba

km 336 – Início da Serra do Cafezal (pista simples)

km 369 - Fim da Serra do Cafezal

km 385 - Saída p/ Itanhaém (88 km), Santos (115 km) (via SP-55)

km 385 – Saída p/ Peruíbe (48 km) (via SP-55)

km 394 – Acesso a Miracatu

km 413 – Acesso a Juquiá

km 402 - Saída p/ Iguape (via SP-222)

km 413 – Saída p/ Piedade (101 km), Sorocaba (136 km) (via SP-79)

km 444 - Acesso a Registro

km 447 – Saída p/ Sete Barras (18 km) (via SP-165)

km 465 – Saída p/ Pariquera-Açu Iguape (54 km), Cananéia (34 km) (via SP-226)

km 475 – Acesso a Jacupiranga

km 476 – Saída p/ Pariquera-Açu (6 km) (via SP-193)

km 489 – Acesso a Cajati

km 551 – Acesso a Barra do Turvo (31 km)

km 569 – Divisa de Estado: São Paulo-Paraná

km 59 – Saída p/ Campina Grande do Sul (8 km)

km 5 - (Contorno Leste) – Acesso a Quatro Barras

km 17+800 (Contorno Leste) – Início da Rodovia Régis Bittencourt no município de Quatro Barras

km 18 - (Contorno Leste) – Acesso à cidade de Curitiba

[editar] Ver também

Referências

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